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Domingo, Março 15, 2026
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Angola vai contar com um centro de tecnologia industrial

Angola vai contar com um centro novo de tecnologia industrial na Zona Económica Especial (ZEE), em Viana, e que poderá ser terminado no final deste ano, de acordo com as palavras do embaixador da Coreia em Angola, Kim Chang-sik.

O diplomata coreano teceu as declarações no final de uma audiência com o Presidente da República, João Lourenço, na Cidade Alta.

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Kim Chang-sik disse ainda que pretende intensificar a cooperação com Angola nos domínios da Educação, Tecnologia, Indústria.

E podemos alargar mais o intercâmbio entre os dois países, como no sector da Agricultura e Comércio”, disse o Embaixador

Internet por satélite da SpaceX autorizada em Moçambique

O Instituto Nacional de Comunicações de Moçambique (INCM) anunciou ontem(22) a atribuição de uma licença à empresa americana de prestação de serviços de Internet Starlink, um projeto da SpaceX.

A atribuição desta licença vai trazer enormes benefícios ao ecossistema das tecnologias de informação e comunicação em Moçambique”, diz a nota do INCM.

Para a autoridade reguladora de moçambique, a entrada da Starlink, cuja licença foi oficialmente entregue hoje em cerimónia simbólica na capital Maputo, vai reforçar a expansão da banda larga em Moçambique, bem como melhorar a conectividade no país.

O serviço de transmissão de dados a ser prestado pela Starlink vai complementar os outros disponíveis no mercado, sem, contudo, substituir as tecnologias já existentes”, acrescenta a nota do INCM.

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De informar que a SpaceX pretende criar uma constelação de satélites para fornecer serviços de Internet de banda larga e cobertura global a baixo custo, e onde a empresa explica que, enquanto a maioria dos serviços de Internet via satélite provém de satélites em órbita a cerca de 35.000 quilómetros da terra, a constelação Starlink está muito mais próximo, a cerca de 550 quilómetros, o que lhe permite reduzir o tempo de viagem de dados entre o utilizador e o satélite.

Atualmente, o piloto de internet por satélite da SpaceX está disponível em 16 países: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, França, Áustria, Países Baixos, Irlanda, Bélgica, Suíça, Dinamarca, Austrália, Nova Zelândia, Chile, Polónia e Portugal.

TradeDepot adquire Green Lion para acelerar o sector de e-commerce no Gana

A TradeDepot, que é a principal plataforma de E-commerce B2B em África, anunciou a compra da Green Lion, a maior e mais rápida plataforma de E-commerce B2B no Gana, onde essa transação é para acelerar a prestação dos seus serviços em todo aquele país, revela o Tech Crunch.

Criada em 2018, nos últimos tempos a Green Lion tem-se comprometido a revolucionar o acesso a bens e serviços essenciais e a permitir o comércio digital para retalhistas dos principais bairros do Gana, e onde essa aquisição vai servir para que a TradeDepot possa  aproveitará os seus dados, tecnologia e operações logísticas expansivas, de modo a ligar mais retalhistas de bairro em mais cidades ganesas a fornecedores, para tornar o financiamento mais acessível e acessível.

Segundo o que é revelado por vários analistas, o sector retalhista do Gana está avaliado em 24,4 mil milhões de dólares e deverá atingir os 33,16 mil milhões de dólares até 2024, com os retalhistas das Pequenas e Médias Empresas (PME) a representarem cerca de 90% do mercado.

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De referir que a TradeDepot já tem operações ativas no Gana, bem como operações na Nigéria e na África do Sul, e esta compra da Green Lion acelerará a entrega dos seus serviços a mais cidades para permitir o aumento das vendas, margens mais elevadas e outros serviços de valor acrescentado para todas as partes da cadeia de valor acrescentado.

A TradeDepot é actualmente uma das melhores marcas de bens de consumo líderes e retalhistas de PME em todo continente africano, criando um motor de pontuação de risco proprietário que usa o histórico de compras dos retalhistas, desempenho de reembolso anterior e outros pontos de dados relacionados para prever a sua solvabilidade.

BNA lança aplicativo móvel para aprimorar sistema de comunicação

O Banco Nacional de Angola (BNA) lançou, nesta segunda-feira, 21, o seu aplicativo móvel denominado “App-BNA” para aprimorar o sistema de comunicação institucional.

“No âmbito da transformação estrutural do sistema financeiro nacional, o Banco Nacional de Angola continua a empreender esforços para melhorar o seu sistema de comunicação institucional, com o intuito de reforçar a disponibilização de informação ao mercado de modo mais célere e assertivo”, lê-se no comunicado publicado no site do banco central.

A App-BNA, uma plataforma digital, está disponibilizada nas versões Android e IOS, podendo ser descarregado através da Apple Store ou Google Play, e vai permitir aos agentes económicos receber informações actualizadas através de smartphones e tablets sobre as principais decisões relativas à missão e funções do banco central.

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De acordo com a entidade reguladora do sistema bancário angolano, com este novo canal de informação será possível aceder à história do BNA, consultar a legislação financeira, dados referentes à política monetária, à supervisão bancária e aos mercados.

O aplicativo vai permitir também aos agentes económicos aceder aos sistemas de pagamento, estatísticas, relatórios, taxas de câmbio, notas e moedas, bem como manusear um conversor de moeda, associado às taxas de referência diárias publicadas pelo Banco Nacional de Angola.

Através da App-BNA serão disponibilizadas notícias, vídeos, fotografias e dados relativos às intervenções públicas de membros do Conselho de Administração do BNA.

Denunciante do Facebook acusa empresa de enganar investidores

O Facebook está a ser alvo de mais duas novas queixas na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, onde é acusada de enganar os investidores a respeito das iniciativas da empresa para combater desinformação sobre alterações climáticas e Covid-19, revela o The Verge.

As queixas foram feitas pela organização sem fins lucrativos Whistleblower Air que representa Frances Haugen, a ex-trabalhadora do Facebook e denunciante que em 2021 desvendou uma série de documentos internos da empresa tecnológica.

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Segundo ainda o que foi informado, as queixas apresentadas à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA incidem sobre as experiências dos próprios trabalhadores da empresa com desinformação na plataforma, e onde o objetivo é indicar que informações falsas sobre alterações climáticas são facilmente encontradas na plataforma.

Encaminhamos mais de dois mil milhões de pessoas para informações de saúde pública e continuamos a remover afirmações falsas sobre vacinas, teorias da conspiração e desinformação. Não há soluções únicas para impedir a disseminação de desinformação, mas estamos comprometidos em criar novas ferramentas e políticas para a combater”, pode ler-se no comunicado.

 

Flutterwave, Startup Nigeriana, triplica a sua valorização e é agora avaliada em 3 Biliões de USD

A Flutterwave, uma das startups unicórnio em África, conseguiu um novo feito de destaque. Devido a uma ronda de investimento de 250 milhões de dólares, a startup ficou assim avaliada em 3 mil milhões de dólares, nessa última semana, revela o Tech Crunch.

A Flutterwave é uma fintech nigeriana criada em 2017, que começou por criar uma espécie de API para implementação de pagamentos em empresas a operar no continente africano — um pouco igual ao que faz a Stripe que, hoje, é a startup mais valiosa no mundo inteiro.

Segundo o que contam os fundadores da plataforma, que têm um passado ligado à Google e à Paypal, a ideia original passava mesmo por tirar proveito do facto de na região haver cada vez internet mais rápida (apesar de menos de 30% do continente ter cobertura) e cada vez mais pessoas com um telemóvel (80% de acordo com dados da ONU). Na ideia dos fundadores é que a empresa se torne a plataforma de pagamentos de referência para todas as empresas que querem aproveitar a digitalização da região, criando assim uma oportunidade gigante de negócio.

Olugbenga GB Agboola (Founder & CEO da Flutterwave)

De informar que a Flutterwave começou por fazer parte da popular aceleradora americana Y Combinator, onde teve a oportunidade de desenvolver o seu produto e começar a fechar a primeira rede de clientes. Inicialmente, o foco estava muito do lado de instituições já estabelecidas, que necessitavam de um complemento que lhes permitisse ter uma presença online mais forte e lidar com um volume maior de pagamentos e transações. Foi por isso que a startup começou por trabalhar com os principais bancos africanos e com grandes empresas já estabelecidas, que permitiram que a plataforma ganhasse uma validação no mercado.

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Depois de construir uma reputação e levantar as primeiras rondas de investimento, a fintech começou a olhar para o número cada vez maior de PMEs africanas a montar negócios online num mercado onde não tinham muitas ferramentas à sua disposição. A pandemia, que colocou muitos desafios a estas e outras empresas, tornou esta necessidade ainda mais urgente e deu mais uma oportunidade à Flutterwave.  Primeiro, a startup adaptou a sua solução inicial para que fosse mais fácil de integrar nas plataformas destas empresas. De seguida, decidiu desenvolver a Flutterwave Market, uma solução que permite que PMEs possam criar diretamente as suas lojas online com a solução da Flutterwave já integrada e chegar a milhares de consumidores. Deste modo, a startup podia funcionar em simultâneo como a Shopify, a Amazon e a Stripe, o que era ideal para um mercado embrionário à procura de opções simples no meio de rápidas mudanças.

Eis alguns números actuais da startup:

  • É utilizada por 900 mil negócios no mundo inteiro (eram 300 mil há um ano)
  • Já processou 200 milhões de transações avaliadas em 16 mil milhões de dólares
  • Está presente em 34 países e permite transações em cerca de 150 moedas

Cuanza Sul: Drones ajudam na vigia das fazendas agrícolas

A Base Logística da Aldeia Nova, localizada na comuna do Wacu Cungo, município da Cela, Província do Kwanza-Sul, está a utilizar drones para fiscalizar a sua produção agrícola, de acordo com José Carlos Figueiredo, Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Teleservice.

A aldeia que tem uma extensão de terra de mais de 4.000 hectares recorreu a esse meio tecnológico para evitar os possíveis roubos, e onde os drones permitem fazer uma vigília completa de todos os ângulos da aldeia, segundo o PCA.

Falando para ANGOP (citado pelo VerAngola), José Carlos diz que a par dos drones, viaturas, cães e reacção armada são um dos outros meios que tem sido favoráveis a Base Logística da Aldeia Nova.

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Por outro lado, o Inspector Alberto Milagre, Coamdante Municipal da Polícia Nacional da Cela, diz que é de louvar a atitude dos responsáveis  da fazenda em servirem-se de equipamentos tecnológicos para patrulharem de forma mais eficaz as suas produções.

“Encorajamos aos fazendeiros a recorrem às tecnologias para vigiar, com precisão, os seus campos de produção”, disse o inspector.

De informar que a Aldeia Nova é uma fazenda que dedica-se à produção de milho, mandioca, soja, batata e entre outros produtos agrícolas, bem como actua no domínio da pecuária e da avicultura.

Ciberataque deixa inoperacionais vários portais moçambicanos na Internet

Vários sites de instituições públicas e governamentais moçambicanas na Internet estiveram parcialmente inoperacionais, no dia de ontem, 21 de Fevereiro, e foram substituídos por uma página que anuncia um ataque informático.

Atacado por ‘hackers’ iemenitas” é o título, na língua inglesa, da página com uma foto de um homem com uma metralhadora e lenço na cabeça que surge replicada quando se tenta entrar em diferentes ‘sites’.

Segundo o que foi constatado, entre os alvos dos piratas informáticos estiveram os sites do Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD), da Administração Nacional de Estradas, da Administração Regional de Águas do Sul ou do Instituto Nacional de Transportes Terrestres (INATTER).

No entanto, no caso do INATTER, o subdomínio exames.inatter.gov.mz, que dá acesso a alunos e escolas de condução, está a funcionar normalmente.

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De informar ainda que a página que anuncia o ataque estava presente nos ‘sites’, mas podia passar despercebida e só surgir se for diretamente invocada no endereço, como é o caso do Ministério da Defesa.

A página replicada em todos os ‘sites’ inoperacionais anuncia no rodapé que houve dados extraídos e que serão vendidos a um preço barato, mas sem exibir evidências.

No dia de hoje, 22 de Fevereiro, o Governo moçambicano já confirmou o ataque cibernético, anunciando, no entanto, que a situação está controlada e não houve informações perdidas.

De facto, houve um ataque cibernético. Mas neste momento, os servidores estão ‘online’ e os portais estão todos acessíveis“, disse Hermínio Jasse, diretor-geral do Instituto Nacional de Governo Electrónico, em conferência de imprensa convocada.

Segundo o director-geral do Instituto Nacional de Governo Electrónico, a principal preocupação ao detectar o problema foi de fazer um “rápido diagnóstico” e, após os trabalhos técnicos, constatou-se que os conteúdos continuavam intactos, embora as páginas replicadas em todos os ‘sites’ inoperacionais tenham anunciado no rodapé que houve dados extraídos e que seriam vendidos a um preço barato, mas sem exibir evidências.

Não houve nenhuma situação de perda de dados“, frisou Hermínio Jasse, acrescentando que os trabalhos para localizar os autores do ataque continuam e que foi feito um trabalho para “blindar” os ‘sites’, na ambição de evitar situações similares.

É uma situação que alarmou o país, principalmente por ser uma das poucas vezes que sofremos um ataque cibernético“, acrescentou.

Índia quer introduzir em Angola tecnologias na Saúde e Educação

As empresas indianas do sector de telecomunicações e tecnologias de informação querem investir no mercado angolano, principalmente no sector das tecnologias viradas à saúde e educação, de acordo com a Embaixadora da Índia em Angola, Pratibha Parkar.

A diplomata discursava no evento denominado “Promovendo Negócios no Novo Normal do Sector das telecomunicações, Electrónica e TI”, uma vídeo-conferência que foi realizada com o plano de entender e de compreender o presente cenário das telecomunicações e TI em Angola na era pós Covid-19, bem como promover uma interação comercial entre empresários angolanos e indianos e explorar várias oportunidades de negócios para ambos os lados, em um ambiente económico predominante.

Segundo Pratibha Parkar, real objectivo desse evento foi ainda juntar as empresas dos dois países e, cada lado, obter benefícios mútuos, tendo em conta o grande potencial que a Índia tem no domínio das telecomunicações e que, acredita, pode ser muito útil para Angola.

Por outro lado, o director das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Matias Borges, também presente no evento, disse que o momento é de capital importância, porque a iniciativa vai unir empresas indianas com experiência e grande capacidade e as empresas angolanas emergentes e não só, que estão a dar passos significativos nesse mercado.

Para Angola, as vantagens são múltiplas, por estar numa fase de garantir cobertura nacional, com grande oportunidade dos operadores firmarem parcerias, para a aquisição de equipamentos de ponta e para proporcionarem serviços às zonas mais recônditas do país.

A Índia vai, com esta conferência, conhecer melhor o mercado nacional, as necessidades e potencialidades. Para os angolanos é uma oportunidade de firmar parcerias e empreender, tendo como fornecedores de equipamentos e de conhecimento as empresas indianas”, disse.

Ainda nessa senda, as empresas vão se potenciar mais em termos de infra-estrutura e meios técnicos e tecnológicos, para dar resposta aos 15 milhões de utentes de telemóveis e os mais de sete milhões de utilizadores de internet no país.

Forbes: Konga em expansão no dominio do sector do e-commerce em África

Konga, o principal grupo de comércio eletrónico omnicanal da Nigéria, é identificado como um forte protagonista a dominar a cena do comércio eletrónico no continente africano, revela a revista Forbes.

A conceituada revista Forbes África, empresa de media de renome mundial, focada nos negócios, no investimento, na tecnologia, no empreendedorismo, na liderança e no estilo de vida, dá destaque a Konga na sua edição de Fevereiro/Março, evelou-o numa funcionalidade especial publicada na sua edição da Forbes África no final da semana passada.

No artigo, além de referenciar a notável trajetória de crescimento da plataforma de comércio eletrónico, é dado também destaque a sua rentabilidade em África, além da transformação do Grupo Konga em um ecossistema de comércio eletrónico formidável e florescente, destacando também o papel fundamental da KongaPay, uma plataforma fintech licenciada pelo Banco Central da Nigéria (CBN) como líder no espaço e-wallet no país.

Uma gestão eficiente destes investimentos tem levado a marca a ter sucesso no espaço de e-commerce, colocando a marca numa base rentável.

A transformação tem visto a marca registar progressos significativos nas suas transações online e offline. Os dados mostram que a Konga cumpriu até à última milha 85% de todas as encomendas colocadas na sua plataforma online e offline.

A marca também navegou e encontrou uma solução duradoura para problemas com a logística, um dos grandes fatores de impedimento com o e-commerce em África“,”, lê-se no artigo da revista Forbes.

O Co-Fundador e CEO do Grupo Konga, o Prince Ekeh, é também destaque no artigo, que está nesse momento a completar os seus estudos de MBA em Oxford, sem esquecer de Nick Imudia, Co-CEO, a toda a Administração e pessoal do Grupo pela sua resiliência e dedicação, revelando que o futuro permanece brilhante.

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