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Segunda-feira, Março 16, 2026
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“Falha informática” coloca Estádio do CAN 2010 no OGE de 2022

Um falha informática fez com que o Estádio Nacional da Tundavala, situado na província da Huíla e construido em 2009, voltasse a fazer parte das despesas do Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2022, revela o jornal Valor Económico.

Segundo uma fonte do Ministério das Finanças (MINFIN), falando a aquele periódico angolano, a inserção do Estádio da Tundavala no último OGE de 2022 tratou-se de uma “falha informática” na elaboração do documento, infra-estrutura essa que custou 70 milhões de dólares (cerca de 6,6 mil milhões de kwanzas ao de câmbio de 2009).

MAIS: Falha informática provoca atrasos nos salários da função pública, para o mês de Janeiro

Como pode se ver na foto acima, a “falha informática” fez com que a construção do Estádio fosse inserido no OGE de 2022, com um custo de 4,6 mil milhões de kwanzas, estádio esse que foi um dos quatros construídos para acolher os Jogos do Campeonato Africano das Nações de Futebol, que decorreu em 2010, em quatro provincias do país, nomeadamente Luanda, Benguela, Cabinda e Huíla, e onde os custos totais foram de mais 702 milhões de dólares, informa o Valor Económico.

Ainda nesse assunto, de acordo com Osvaldo Lunda, Director do Gabinete Provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos na Huíla, essa falha informática deve ter ocorrido na elaboração do referido documento, onde diz que “trata-se de reabilitação e não de construção como está exposto na dotação orçamental”, manifestando que os valores descritos no documento são muitos altos para ser uma despesa de manutenção.

Osvaldo Lunda finaliza ainda que o valor programado para a reabilitação do Estádio da Tundavala ainda não foi posto à disposição do Governo Provincial, bem como ainda não foi aberto o concurso para a sua intervenção.

 

Facebook vê os seus utilizadores diários ativos e resultados financeiros a caírem

A empresa dona do Facebook, Meta, revelou que os utilizadores ativos diários da rede social caíram para 1,92 mil milhões nos três meses até ao final de dezembro, números esses que representam um decréscimo, quando comparados com os 1,93 mil milhões no trimestre anterior.

Segundo a Meta, o Facebook informou que viu os seus utilizadores ativos diários cair, algo que já não acontecia a mais de 18 anos, onde também alertou para o abrandamento do crescimento das receitas relativamente à concorrência, como o TikTok e o YouTube, uma vez que os publicitários estão a diminuir a quantidade de anúncios.

Por outro lado, na opinião do CEO da empresa, Mark Zuckerberg, as vendas da empresa foram e estão a ser prejudicadas, uma vez que a maioria da audiência, os utilizadores mais jovens, está a optar por redes rivais.

Os primeiros resultados financeiros apresentados pelo CEO, desde que passou a chamar-se Meta ficaram aquém das expetativas, algo que se refletiu na bolsa em Nova Iorque. A queda registada em bolsa pode significar menos 200 mil milhões de dólares de capitalização.

De acordo com os últimos relatórios, no último trimestre de 2021, a empresa registou lucros na ordem dos 10,3 mil milhões de dólares, representando uma queda de 8% em comparação com o mesmo período em 2020.

Até ao fecho dessa emissão, a bolsa de Nova Iorque negociava em baixa no início da sessão, penalizada por uma queda de cerca de 25% das ações da Meta após a apresentação dos resultados.

MAIS: Encontro na rede social Facebook termina em violação de menor

Apesar de ver um crescimento de 20% nas receitas, que subiram para 33,67 mil milhões de dólares, a empresa perdeu mais de 10 mil milhões de dólares numa das áreas mais importantes para o desenvolvimento do seu Metaverso, a Reality Labs. Durante o ano passado, este departamento especializado em realidade aumentada e virtual trouxe apenas 2,3 mil milhões de dólares em receitas.

Resultados Financeiros: Último Trimestre de 2021

A empresa registou uma desaceleração no crescimento do negócio da publicidade. Nos últimos três meses de 2021, as receitas da publicidade registaram um crescimento de 20%, o mais baixo desse ano, totalizando 32,6 mil milhões de dólares.

De acordo com a Meta, o seu negócio da publicidade poderá sofrer um forte impacto em 2022 devido às mudanças implementadas pela Apple no iOS com a funcionalidade App Tracking Transparency, traduzindo-se numa perda de 10 mil milhões de dólares nas receitas ao longo do ano.

Consultório MenosFios: Como adicionar extensões/add-on no VLC

O leitor multimédia VLC é definitivamente um dos melhores programas de reprodução de aúdio e vídeo, não importando se é para o sistema operativo Windows, macOS ou Linux. Na edição de hoje do Consultório MenosFios vamos mostrar-lhe como instalar add-on/extensões no VLC, bem como através do site VideoLan.

O VLC é criado pela VideoLAN, onde a sua operacionalidade permite reproduzir quase todos os formatos comuns de vídeo e música, até mesmo o icónico DVD, bem como funciona com legendas e é totalmente gratuito. Só a versão-base do aplicativo está cheia de funcionalidades, mas mesmo assim é possível melhorar o seu desempenho e potencializar a sua utilização, por isso a redacção do MenosFios considera que é obrigatório o mesmo estar em qualquer computador, como leitor de multimédia padrão.

Então, veja agora os passos para que consigas instalar add-on/extensões nesse reprodutor de multimédia.

 

Instalar Add-Ons/Extensão pelo VLC

Abra o VLC e clique em “Ferramentas > Extras e extensões“. Se nunca instalou um add-on/extensão no VLC que instalou, então a lista estará vazia. Depois carregue em “Procurar mais na Internet” na parte inferior. Assim que a lista for actualizada, o botão vai desaparecer.

 

Pode clicar nas várias categorias que aparece, ou recorrer à caixa de pesquisa no topo,isto é, se souber qual é a extensão que quer instalar. Informar que as informações das descrições são curtas, mas não a uma necessidade de voltar ao site para ler uma descrição ou explicação mais completa. Clique num add-on e, depois, no botão “Mais informações…“. Se estiver satisfeito, é só carregar no botão “Instalar“.

 

Passado alguns segundos depois, vai aparecer uma curta indicação a verde, que o avisa de que a extensão está instalada. Clique em “Fechar” para concluir o processo.

 

Instalar Add-Ons/Extensão pelo site da VideoLan

 

Entra no site https://addons.videolan.org/browse e faça uma pesquisa. Assim que encontrares o add-on que queres instalar, terás que verificar se funciona com a versão do VLC que tens instalado no seu dispositivo. Pode ver qual é a sua versão do programa ao usar a combinação de teclas “Shift+F1”, no VLC.

 

 

Clique no botão azul “Dowloand“. Na foto acima aparece uma caixa com duas opções de descarregamento: o local de dowloand principal ou um “espelho(mirror)“, que é uma cópia exacta do ficheiro, armazenado num segundo servidor. Recomendamos que clique no primeiro: “Dowloand“.

 

 

Depois de o dowloand ser feito, abra uma nova janela do “Explorador de Ficheiros” e aceda à pasta “Transferências“. Clique com o botão direito do mouse(rato) no ficheiro que acabou de descarregar (LUA) e copie-o para a pasta “Extensions” do directório VLC: “Programas > VideoLAN > VLC > lua”.

 

Agora, volte ao VLC e clique em “Ferramentas” > “Extras e extensões” > “Extensões activas“: o add/on que acabou de instalar deve estar vísivel.

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Esse foi o episódio do Consultório MenosFios dessa Quinta-Feira, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que queira instalar qualquer extensão no programa VLC. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Luanda vai contar com mais dois mil carros eléctricos nas próximas semanas

Angola vai contar com mais dois mil carros eléctricos, que chegam no país nesse mês de Fevereiro, juntando aos já três mil carros eléctricos em circulação em todo território nacional, revela o Jornal Valor Económico.

Segundo aquele periódico angolano, vão chegar mais duas mil viaturas, de marca Ledo EV, produzidos pela Ledo Holding, um dos maiores fabricantes de viaturas eléctricas na China, e vêm de um plano de investimento de mais de 22 milhões de dólares.

Os carros electricos serão vendidos em um único pagamento, de 7,5 milhões de kwanzas, embora que podem ser também comprados em duas prestações, com uma parcela inicial de 1,8 milhões de kwanzas, representando uma aquisição  muito mais baixa em relação aos carros movidos a gasolina e a gasóleo.

Os primeiros carros “amigos do ambiente” chegaram em Angola no período de Janeiro de 2020, com o selo da empresa Chinangol e para serem utilizados no serviço de táxi do aplicativo T’Leva, que actualmente conta com mais de 800 viaturas cadastradas na sua plataforma, e outros dois mil pertencentes a pessoas singulares, informa o periódico angolano.

MAIS: T’Leva aposta em carros eléctricos para resolver problemas de mobilidade em Angola

Para o Director Comercial e de Marketing da T’Leva, Wilson Ganga, falando ao Valor Económico, diz que os carros eléctricos têm a vantagm de serem mais “baratos e económicos e, pelo facto de não usarem combustível, não poluem o meio ambiente”, informando ainda que os clientes que comprarem os carros têm direito à manuetenção de dois anos e um carregador.

De acordo ainda com o Gestor, a empresa já tem definido três pontos de carregamentos localizados nas bombas da Pumangol do Rocha Pinto, Patriota e Nova Vida, onde através de um cartão electrónico que custa entre mil e 5 kwanzas na referida empresa, o motorista poderá carregar automaticamente nestes pontos, bem como podem ser carregados em casa.

Informar que os referidos carros eléctricos podem atingir a velocidade máxima de 140 km/h, enquanto a bateria tem a capacidade de percorrer uma velocidade de até 120 km/h. mais

Moçambique: Saúde utiliza drones para transportar amostras

As autoridades sanitárias de Inhambane vão utilizar, a partir de Março, drones para transportar amostras médicas colhidas em diversos distritos da província para a capital provincial, revela o jornal Noticias.

Essa inovação tecnológica é designada como “Sistemas de Referenciamento de Amostras Usando Drones”, e é a primeira vez que esta experiência na província de Inhambane, visto que a cidade de Maputo foi a primeira a fazer isso, com 300 amostras.

MAIS: Gana está a usar drones para entregar vacinas

Segundo Elvira Chirinzda, os drones utilizados na operação têm capacidade de 100 a 120 quilómetros horários, podendo transportar até três quilogramas, sendo que, nessa fase-piloto, serão abrangidos os distritos de Govuro, Inhassoro, Mabote, Panda e Funhalouro.

Maioria das empresas sem soluções de segurança informática para o trabalho remoto

Apenas 9% das empresas mundiais têm em vigor todas as práticas de segurança recomendadas para proteger informaticamente as equipas em trabalho à distância, e 26% diz não ter uma solução para detetar e impedir ataques de ransomware, revela o mais recente relatório da Check Point Software Technologies (CPST).

Segundo a investigação, isso é um dado muito preocupante e em um momento em que se multiplicam os ataques informáticos às empresas, onde muitas delas entram no sistema de trabalho remoto.

Apesar de muitas empresas terem abraçado novos formatos de trabalho, como o trabalho híbrido e/ou remoto, não estão a ser adotadas as soluções críticas necessárias para proteger as equipas remotas. Este estudo confirmou que muitas organizações têm falhas no que toca à segurança dos utilizadores, dos dispositivos e de acesso”, disse Itai Greenberg, vice president of product management da Check Point Software Technologies.

Para tapar estas falhas, as organizações devem seguir para uma arquitetura de segurança SASE (Secure Acess Service Edge). Os modelos de segurança SASE oferecem acesso rápido e simples às aplicações das organizações, para qualquer utilizador e dispositivo, protegendo remotamente os trabalhadores de ataques que chegam pela internet”, acrescenta o gestor.

MAIS: Check Point Research: Trickbot é o malware mais usado pelos cyber-criminosos

Para a CPST, tendo como base as práticas recomendas pela tecnológica, há cinco soluções de segurança críticas necessárias para proteger os utilizadores remotos contra ataques com base na internet:

filtragem de URL, para evitar o acesso a sites maliciosos;

reputação de URL, que avalia o risco de segurança dos endereços;

Content Disarm & Reconstruction (CDR), tecnologia que remove código malicioso de ficheiros; uma solução contra ataques de phishing;

proteção de credenciais.

Contudo, apenas 9% das organizações analisadas usam estas cinco soluções e 11% não utiliza nenhum dos métodos acima mencionados para assegurar a segurança do acesso remoto”, informa o CPST.

Quando o assunto é  à segurança de email e dispositivos móveis, a Check Point Software Technologies diz que apenas 12% das companhias que permitem acesso às organizações através de dispositivos móveis utilizam uma solução de proteção móvel contra ameaças.

Isto demonstra o quão expostas estão as organizações à rápida evolução dos ciberataques de 5.ª geração contra os trabalhadores remotos”, alerta.

De referir ainda, no último ano, os investigadores dão conta de um aumento de 50% do número de ataques por semana contra redes empresariais.

Como os ciberataques estão mais sofisticados e exploram cada vez mais o ambiente de trabalho remoto, as empresas precisam de soluções de cibersegurança consolidadas que fortaleçam as suas defesas e melhorem a agilidade contra estes ataques”, defende a Check Point Software Technologies.

SIC desmantela rede criminosa que criava perfis falsos de governantes no Facebook

O Serviço de Investigação Criminal, através das suas Direcções de Combate aos Crimes Informáticos e Central de Operações, deteve uma rede criminosa que criava perfis falsos de figuras ligadas ao Governo e empresários na rede social (Facebook), de acordo com o comunicado oficial, na qual a redacção do MenosFios teve acesso.

Segundo a nota do SIC, a rede criminosa era composta por 5 cidadãos nacionais, desempregados, com idades compreendidas entre os 20 aos 32 anos, dentre estes uma do sexo feminino de 20 anos, que se dedicava na criação de perfis falsos na rede social Facebook e Instagram, de pessoas singulares e colectivas, sobretudo de Governantes, Empresários, instituições públicas e privadas, bem como a criação de websites falsos da empresa Emis, com aplicativos falsos do Multicaixa Express, no qual realizavam diversas burlas.

Pelo que ainda é revelado, a primeira detenção ocorreu, no dia 29 de Janeiro, mediante um árduo trabalho de investigação criminal que permitiu inicialmente descobrir que a cidadã de 20, orientada pelos seus comparsas, falsificou o bilhete de identidade de uma outra cidadã, com o qual pretendiam ter acesso de forma fraudulenta a segunda via do número telefónico da referida cidadã, tendo sido imediatamente detida com a colaboração da operadora móvel UNITEL.

No seguimento dos factos, foram detidos, nesta segunda-feira, 31 de Janeiro, mais quatro elementos, numa residência, no Distrito Urbano da Samba, que funcionava como espécie de “quartel general” onde estes indivíduos, com vários telemóveis, cartões SIM, cartões multicaixa, bilhetes de identidade falsos e um dispositivo de clonagem de cartões, praticavam as suas acções fraudulentas, consubstanciada na gestão de duas páginas falsas do website da Emis, com aplicativo Multicaixa Express, a partir do qual enviavam para o Facebook um formulário falso( Pishing) para renovação do aplicativo Multicaixa Express, por via do qual acessavam várias contas bancárias e subtraíam fraudulentamente os respectivos valores. Igualmente geriam uma página falsa de um suposta empresa de venda de viaturas e mobiliário denominada “Target Comex Lda”.

MAIS:  Detido suspeito de burlar milhões de kwanzas com clonagem de cartões multicaixas

No mesmo sentido dois dos ora detidos, foram detectados como sendo gestores de três perfis falsos no Facebook, sendo dois em nome dos Ministros da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis e dos Transportes, Ricardo Viegas de Abreu, que por sinal tem uma queixa crime por existência de mais de 8 perfis falsos criados em seu nome, e um em nome do empresário António Sassova Laurindo, bem como uma outra conta da rede social Instagram em nome do Administrador não Executivo da Taag Rui Paulo Carreira. Com estas contas os indivíduos contactavam várias pessoas com o único objectivo de burlar.

Diante da relevância e gravidade dos factos foram apreendidos em posse destes, 4 telemóveis, 9 cartões Multicaixa de diversos bancos, 8 cartões SIM, bilhetes de identidade falsos e um dispositivo de clonagem de cartões, como matéria probatório do crime. Sendo que os ora detidos serão presentes ao Ministério Público para responsabilização criminal, enquanto decorrem diligências para determinar e deter outros envolvidos.

MAIS: Huíla: Burlas informáticas custaram mais 22 milhões de kwanzas a sociedade civil

Todavia o SIC alerta aos cidadãos de geral, sobretudo os utentes de aplicativos de pagamentos ou movimentos de contas bancárias a terem bastante cuidado e responsabilidade na sua utilização para não serem alvos de burlas, bem como apela à cultura da participação criminal de todos daqueles que tenham sido visados com a criação de falsos perfis nas redes sociais em seu nome.

Spotify ultrapassa marca dos 400 milhões de utilizadores mensais

O Spotify apresentou os seus últimos resultados financeiros, nomeadamente para o final do ano de 2021, onde é revelado que a plataforma de streaming atingiu um número mensal de  406 milhões de utilizadores, como notícia o CNet.

Segundo ainda os números divulgados, o serviço Premium está agora presente em 180 milhões de membros, embora que esteve abaixo do que havia sido projetado pelos analistas para o mesmo período.

MAIS: Spotify: Veja as músicas angolanas mais tocadas em 2021

De informar que o princípio de 2022 tem sido um pouco complicado para o Spotify, visto que a plataforma de streaming está a ser alvo de críticas devido à polémica com o podcast de Joe Rogan, que foi acusado pela comunidade científica de espalhar desinformação sobre as vacinas contra a Covid-19.

Devido a essa turbulência, alguns artistas decidiram abandonar a plataforma, como Neil Young e Joni Mitchell, e onde também vários usuários da mesma manifestaram o interesse de deixarem o serviço.

Confrontado com esta situação pelos analistas de Wall Street, o CEO Daniel Ek afirmou que “ainda é demasiado cedo para dizer qual será o impacto” da polémica no número de utilizadores e subscritores.

[Rumor] MTN, Vodafone ou a Africell são potenciais futuros accionistas da Unitel

Depois da apreensão dos 25% da Geni, de Leopoldino de Nascimento, na Unitel, o Estado passou a deter, praticamente, a totalidade da operadora móvel, enquanto durar o processo na justiça contra Isabel dos Santos, que tem os seus 25% arrestados desde 2019 e a aguardar pelo desfecho do processo.

A saída da Sonangol da estrutura accionista da Unitel era justificada com a necessidade de a petrolífera se focar nos negócios nucleares, ou seja, na actividade petrolífera. Entretanto, reforçou a sua posição para 50% com a aquisição da PT Ventures.

Perante a presença quase única do Estado e a necessidade de alienação de pelo menos 50%, a questão que se coloca é quem são os potenciais futuros accionistas da operadora móvel. O Valor Económico, baseado no histórico das movimentações no mercado, seleccionou alguns dos potenciais contemplados.

São os casos da Angorascom, a MTN, a inglesa Vodafone ou a Africell. De origem egípcia, a Angorascom, com autorização do Presidente da República, assinou, em 2019, um acordo com a Angola Telecom para a subconcessão do serviço móvel da exploração do Título Global Unificado, da empresa pública.

No entanto, em Julho de 2020, a Angola Telecom anunciou a desistência do acordo “por não terem sido cumpridos os pressupostos técnicos legais na altura”.

A decisão foi antecedida de informações dando conta que a Africell, que vencera o concurso público para ser a quarta operadora móvel, condicionava o início das operações com a rescisão do contrato entre a Telecom e a Angorascom com argumento de que o referido contrato careceu de um concurso público.

A gigante sul-africana MTN, por sua vez, candidatou-se no primeiro concurso público para a quarta operadora móvel, realizado em 2018. Terão desistido alegando que o processo estava “viciado”. A vencedora, anunciada a 4 de Abril de 2019, foi a então desconhecida Telstar, provocando contestação na sociedade.

Catorze dias depois, o Presidente João Lourenço anulou o concurso com a justificação de que a empresa, entre outras falhas, não apresentara o “balanço e demonstrações de resultados e declaração sobre o volume global de negócios relativo aos últimos três anos”, como impunha o concurso.

Foi lançado um segundo concurso público, cujo vencedor foi a Africell, que deu início às operações em Dezembro. E, desta feita, consta da lista de potenciais futuros accionistas da maior operadora móvel do país.

Uma eventual aquisição da Unitel poderia servir para a Africell consolidar a sua posição no mercado angolano. Por sua vez, a gigante inglesa Vodafone está presente em Angola desde Março de 2019 como resultado de um acordo de parceria estratégica com a Movicel que visava, entre outros aspectos, melhorar os serviços do roaming, as ligações internacionais, a cobertura nacional e, de um modo geral, a estabilização da rede da Movicel.

Porém, na ocasião, o representante da Vodafone para África, Vik Patel, garantiu que “a Vodafone não apresentou qualquer pedido de licença”, salientando que “o acordo é para apoiar a Movicel na caminhada da transformação, para se tornar o segundo maior operador”.

A parceria entre a Movicel e a gigante empresa inglesa leva ainda a considerar a possibilidade de as duas operadoras concorrerem com uma joint-venture.

O Estado começou a reforçar a sua posição na operadora de telefonia móvel em Janeiro de 2020 com o reforço da posição da Sonangol. A petrolífera adquiriu, à brasileira Oi, da PT Ventures, detentora de 25%, pagando cerca de 1.000 milhões de dólares. A Sonangol passou a deter 50%, contrariando o plano de venda dos 25% que detinha na operadora no âmbito do programa de privatização. Nesta altura, Isabel dos Santos já tinha os seus 25% arrestados desde Dezembro de 2019.

Tek MenosFios: Raio-X ao iPhone (Episódio 05)

Quando se tem um iPhone na mão, smartphone esse que é incrívelmente muito poderoso e suficiente para caber em um bolso, é impossível não ficar curioso para saber como o mesmo é por dentro.

O quão pequeno é cada componente? O que cada parte faz e como tudo se encaixa para criar um dispositivo tão compacto? Onde fica armazenada a grande quantidade de dados, aplicativos e imagens? Como a memória gerencia tudo isso no iOS? O quão pequena é a câmera iSight? Como foi construído o sensor de impressão digital Touch ID sob o botão Home dos modelos (a partir do iPhone 5S)?

Primeiramente, a redacção do MenosFios recomenda que não desmonte o seu modelo de iPhone se não sabe como abrir o mesmo, ou como manipular as peças do dispositivo. Na verdade, sem ter algumas ferramentas muito especiais, infelizmente gostariamos de avisar que não vai mesmo começar a desmontagem, não importando se tem uma faca pontuda ou aqueles joguinhos de chaves de relojoeiros.

Graças aos nossos parceiros do ifixit.com, mostramos abaixo fotos que revelam o que há por debaixo do metal, vidro ou policarbonato (dependendo do modelo) de três versões do aparelho (5S, 5C e 4S).

Então, através da galeria abaixo, mostramos como toda a tecnologia é compactada dentro do corpo do iPhone, e claro, se você for habilidoso com ferramentas e achar que é competente para tanto, poderá dar uma espiada em seu próprio aparelho de iPhone, seguindo os diversos guias e ferramentas especializadas, que o ifixit.com oferece na sua plataforma. Mas avisamos já: a equipa do MenosFios não se responsabiliza por quaisquer danos ao seu iPhone, fica por sua conta e risco!

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Eis os episódios anteriores:

Episódio 01.

Episódio 02.

Episódio 03.

Episódio 04.

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Esse foi o episódio Tek MenosFios: Raio-X ao iPhone dessa semana, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que tenha um iPhone. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao Tek Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.