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Electronic Arts poderá mudar o nome da sua série de futebol denominada FIFA

A Eletronics Arts está a estudar a ideia de mudar o nome da sua famosa série de jogo de futebol, denominada “FIFA”.

Embora que as notícias dão conta que nesse momento é só uma ideia em estudo pela companhia, mas a mudança do nome poderá estar ligada aos royalties que o organismo máximo do futebol(FIFA) recebe das vendas do mais popular videojogo.

Já não é uma novidade para os amantes dos videojogos que estão a acontecer algumas mudanças no mundo do futebol virtual. Primeiro foi a Konami, que mudou o nome do videojogo de PES para eFootball 2022, que segundo a empresa se deve a nova direção de negócio, bem como numa oferta free-to-play.

Agora é a Electronic Arts, que as notícias dão conta que está a considerar mudar o nome dos seus jogos FIFA, numa mudança que está a ser feita com o próprio organismo máximo do futebol mundial, FIFA.

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De informar que há mais de 25 anos que a EA Sports utiliza a sigla FIFA no nome dos seus títulos de futebol, mas é uma licençamuito dispendiosa para empresa, levando em conta os royalties que tem de pagar pelo uso do nome, excluindo tudo o resto: equipas, jogadores, competições, tudo oficial. Ainda assim, a EA não revelou os verdadeiros motivos desta revisão de nome, mas  aumentar a receita e diminuir as despesas pode estritamente a principal razão.

De acordo com a conceituada plataforma Bloomberg, em comunicado a EA refere que está a “explorar a ideia” de renomear a série de futebol, assim como o acordo com a FIFA. No entanto, refere que esta mudança é totalmente em separado às restantes parcerias oficiais e licenciamento, somando mais de 300 acordos individuais até ao presente.

Sobre a secção dos vídeosjogos, esse ano a principal novidade é a tecnologia HyperMotion nas versões PS5, Xbox Series X e Stadia, que pretende tornar as partidas de futebol mais autênticas e fluídas. Segundo a EA, a tecnologia foi utilizada para captar os 22 jogadores em simultâneo no campo de futebol, enquanto jogam futebol.

Anteriormente, os jogadores eram gravados em estúdio, de forma individual, simulando e fingindo jogadas. E com o HyperMotion, tanto o estádio como as partidas foram registadas em tempo real, utilizando algumas estrelas do futebol, de forma a trazer essa autenticidade para o campo virtual.

Já visitou um datacenter? Com a plataforma da Microsoft agora é possível

We Live in Cloud” é o nome do site desenvolvido pela Microsoft, e que permite qualquer pessoa explorar o mundo escondido dos datacenters, onde estão guardados os dados dos serviços online.

Ao navegar no site podemos encontrar salas com servidores, salas de rede, equipamento de manutenção e a possibilidade de até “passear” num espaço virtual imersivo onde se mostram os vários componentes de um centro de dados, com as infraestruturas e a manutenção necessárias para manter tudo em funcionamento.

O site da Microsoft “We live in the Cloud” dá uma perspetiva sobre a importância dos datacenters, passando informações sobre conceitos de cloud e os princípios da resiliência, bem como segurança e sustentabilidade, que são aprofundados com a ajuda de vídeos.

A cada dois anos criamos mais dados do que já foram criados em toda a história da humanidade e a preocupação com o desenvolvimento dos datacenters é também uma jornada de inovação, para conseguir utilizar os recursos de forma mais eficiente e sustentável, garantindo a proteção dos dados.

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Na visita virtual que é possível fazer, temos a oportunidade de conhecer as várias iniciativas da Microsoft nesta área e as certificações que a empresa já reúne para os serviços de Azure, que são os “blocos” de construção da sua oferta de Cloud.

A inovação do projeto Natick ou do DNA Storage, o desenvolvimento dos servidores blade e a forma como é gerida a energia e as comunicações, são algumas das áreas que vale a pena explorar para conhecer melhor este mundo que é cada vez mais essencial ao bom funcionamento dos serviços que usamos.

BENGO: Escolas associadas a UNESCO pedem implementação das TIC’s na educação

3º encontro nacional das escolas associadas à UNESCO / Créditos: Mário Francisco

Os participantes do 3º encontro nacional das escolas associadas a UNESCO em Caxito, Província do Bengo, recomendaram a implementação das tecnologias de informação e comunicação no processo de ensino e aprendizagem, de modo a incluir para uma maior integração digital e propiciar melhores condições para inclusão digital.

Essa recomendação vem no evento de dois dias, realizada naquela província, cujo os participantes discutiram questões pertinentes ligadas a educação e a cultura, bem como tendo defendido a dinamização do processo de inserção das línguas nacionais no currículo escolar.

De referir que nesse mesmo encontro, os prelectores recomendaram a valorização da cultura na formação de professores, com vista ao fortalecimento dos valores e traços identitários da preservação da cultura nacional no processo de ensino e aprendizagem.

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Por fim, os participantes concluiram que a educação está estritamente interligada à cultura, razão pela qual compete a escola, a família, as igrejas, a comunidade e outras agências educativas incutirem o respeito pela pluralidade e pelas diferenças culturais, para que todos possam conviver juntos, independentemente dos valores, costumes e hábitos de cada povo.

Organizado pela Comissão Nacional de Angola para a UNESCO, o encontro abordou vários temas, que foram repartidos em três painéis como “a disposição legal do sistema de educação e ensino no fortalecimento da cultura nacional – desafios e perspectivas“, e as “Tecnologias de Informação e Comunicação Social e os órgãos de comunicação social como ferramentas de fortalecimento da cultura nacional“.

No final da cerimónia, o director do Gabinete provincial da Educação do Bengo, Manuel Fernando, afirmou que a educação é um fenómeno mundial que nenhuma sociedade sobrevive sem ela e que preserva a memória colectiva e cultural de um povo.

O 3º encontro nacional das escolas associadas à UNESCO decorreu sob o lema “A educação e a cultura em prol da formação integral do indivíduo”, onde deu para reflectir várias questões ligadas a educação e a cultura nacional.

WhatsApp vai lançar duas novas funcionalidades com objectivo de proteger os usuários

Apesar da confusão em que esteve envolvida, devido ao “apagão” que sofreu na última Segunda-Feira, o WhatsApp continua empenhado a apostar na privacidade dos utilizadores.

De acordo com o Wabetainfo, a mais recente versão de testes do WhatsApp trás consigo duas novidades importantes, com o objectivo de trazer ainda mais privacidade aos usuários do serviço.

Na mais recente versão de testes do tão famoso aplicativo de mensagens estão disponíveis,  de forma generalizada e apesar de ainda estarem em testes internos, novas funcionalidades cujo o objectivo é aumentar a privacidade do utilizador, onde essas novas funcionalidades já foram também ativadas para avaliação.

A primeira novidade vai dar possibilidade aos utilizadores de controlar quem tem acesso à sua imagem de perfil. Essa nova funcionalidade permitirá em escolher 3 limites (todos, contactos e ninguém) para ver a sua foto de perfil, bem como um novo nível: Falamos da possibilidade de indicar quem não a pode ver.

MAIS: Utilizar uma conta do WhatsApp em vários dispositivos? Novidade a caminho

Além desta novidade a ser ainda lançada, há uma segunda a ser preparada, dessa vez para as mensagens que desaparecem. Para além de os utilizadores poderem definir o tempo que querem usar para quando ativarem esta funcionalidade, há agora a possibilidade de definir um valor padrão e usar sempre que uma nova conversa for iniciada.

De informar que essas novas funcionalidades ainda estão na fase de testes, e que podem vir a ser nunca utilizadas, se não corresponder as espectativas dos usuários, bem como da empresa. Estas mesmas novas funcionalidades estão também ainda longe de serem tornadas públicas e acessíveis a todos os utilizadores, mas o que foi apresentado revela que está já no bom caminho.

Para os especialistas, estas novidades vem com o objectivo do WhatsApp garantir um pouco de mais privacidade aos usuários.

Startup de Hong Kong é a grande vencedora do Digital Democracy Challenge

Na princípio dessa semana teve fim o Digital Democracy Challenge, um hackathon virtual de 72 horas e afecto ao Seedstars, e que reúne consigo entusiastas de tecnologia ao redor do mundo, com o objectivo de criarem soluções para fortalecer a democracia, de acordo com um comunicado que chegou a nossa redacção.

A startup Divao, oriunda de  Hong Kong, foi a grande vencedora do evento.

De acordo com os criadores do evento, esse hackathon foi criado para dar resposta aos níveis muito baixos de democracia sentido em vários países, tendo como exemplo as situações actuais em Hong Kong e no Afeganistão.

Startup de Hong Kong, Divao, foi a grande vencedora do Digital Democracy Challenge

A startup vencedora, Divao e que recebeu como prémio 10 mil dólares, é um projecto tecnológico que envolve a criação de um blockchain privado para permitir que os moradores de um bairro encontrem, ofereçam e troquem serviços, bens e outros valores comunitários, como espaços. O referido projecto fornece uma plataforma para fazer crescer uma comunidade local de forma descentralizada.

MAIS: Sócia, a representar angola, compete por um lugar na final regional do Seedstars World 2020/21

Em segundo lugar ficou a startup nigeriana SafeNow, que é uma aplicação móvel que visa ampliar o apelo à segurança das famílias, amigos e nações democráticas em geral. Pelo 2° lugar conquistado, o SafeNow recebeu 8 mil dólares.

E para terminar o Top 3 dos vencedores, ficou o Crowd Journal, startup do Quénia. Crowd Journal é uma plataforma digital que amplifica vozes menos ouvidas nos meios de comunicação tradicionais, facilitando o jornalismo participativo. Com a plataforma,  testemunhas oculares de todo o mundo podem publicar as suas experiências, dando voz a histórias que de outra forma seriam evitadas pelos meios de comunicação. Pelo lugar conquistado, o Crowd Journal recebeu 6 mil dólares.

Segundo os organizadores, as startups selecionadas têm o poder de ajudar a fazer a diferença na vida das pessoas que vivem sob regras estritas, e é por isso que o programa oferece formação e financiamento para ajudar a reforçar as suas soluções.

Utiliza a plataforma Twitch? Então, é urgente que troques a tua palavra passe

O Twitch é uma plataforma muito conhecida pelos gamers, visto que utilizam a mesma para fazer streaming de jogos, o que faz ser conhecida por muita gente. Mas infelizmente, este serviço está agora nos principais assuntos do mundo tecnológico, e não por um bom motivo: sofreu uma invasão de roubo de dados.

Pelo que foi apurado até agora, e que chegou hoje(07/10) a redacção do Menos Fios, mais de 125 GB de informação do Twitch foi divulgado na Internet. Nesses dados divulgados, podemos ver o código-fonte da plataforma, às passwords dos utilizadores, bem como outras informações muito relevantes dos utilizadores.

De informar ainda que a também muitos outros mais dados que foram tornados públicos, desde dados desde 2019 de pagamentos aos streamers, como passwords dos utilizadores.

MAIS: [Jogos] Twitch poderá ser comprada pelo Youtube por mais de mil milhões de dólares

Esta fuga de informação já foi reconhecido pela própria Twitch, na rede social Twitter, embora que não tenha revelado a forma como aconteceu. Aparentemente, e do que foi revelado, este será apenas o primeiro de mais publicações com informação que será feito.

Se é um usuário do Twitch, a equipa do Menos Fios recomenda que altere de imediato as suas passwords e que ativem a autenticação de 2 fatores para as suas contas. Esta é realizada nas configurações, no separador Segurança e Privacidade.

Huawei anuncia laboratório para capacitar desenvolvedores em África

A Huawei acabou de criar um laboratório- Huawei DIGIX Lab em Joanesburgo, África do Sul, que tem como objectivo ajudar na capacitação dos desenvolvedores em África. O Lab desempenhará um papel fundamental no desenvolvimento bem-sucedido dos desenvolvidores, bem como no seu crescimento.

O Huawei DIGIX Lab é outra maneira pela qual a Huawei Mobile Services (HMS) está a provar o seu envolvimento e investimento contínuos no crescimento do desenvolvimento de aplicativos e nas pessoas por trás deles em toda a África.

No espírito de inovação colaborativa, o Laboratório DIGIX permitirá que os desenvolvedores experimentem os recursos e dispositivos abertos da Huawei em primeira mão, dominem e partilhem conhecimento por meio de prática, orientação e acessem directamente o ecossistema HMS. E também terão a chance de se relacionar, partilhar ideias e colaborar com outros desenvolvedores de aplicativos.

O projecto DIGIX Lab da Huawei consiste em sete laboratórios em todo o mundo, localizados em Singapura, Dusseldorf na Alemanha, Moscovo na Rússia, Dubai nos Emirados Árabes Unidos, Cidade do México no México, Dublin na Irlanda e agora Joanesburgo na África do Sul.

Com esta nova oferta inovadora, a Huawei continua a provar a grande estima que tem aos seus desenvolvedores africanos de todo o continente.

Os leitores interessados ​​em aprender mais sobre o Laboratório DIGIX são convidados a entrar em contacto com o laboratório por e-mail [email protected] para solicitar uma visita pessoal ou virtual das instalações. Eles também são convidados a visitar o site do DIGIX Lab clicando aqui para mais informações.

Semana Mundial do Espaço marcada com vários eventos organizados pelo GGPEN

Pelo quarto ano consecutivo, o Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) promove em Angola a Semana Mundial do Espaço, data que foi estabelecida pelas Nações Unidas com o objectivo de celebrar o contributo da ciência e tecnologia espacial para o melhoramento da condição humana.

Para esse ano o tema do evento será “Mulheres no Espaço”, onde o mesmo tem como objectivo de destacar o contributo feminino para o desenvolvimento da tecnologia espacial.

No grupo de ventos que GGPEN está a organizar, em alusão da data, envolve palestras, entrevistas sobre as “Mulheres e as TIC”, divulgação de vídeos, workshops, exposições e outras diversas actividades ligadas à área espacial, com o intuito de despertar o interesse sobre a tecnologia espacial, especialmente nas mulheres e raparigas.

Hoje em dia o número de mulheres a actuar no sector espacial tem aumentado. É um sector maioritariamente masculino, mas sempre orientamos às mulheres que querem seguir esta carreira para serem mais persistentes, não olharem para esse tabu, que só os homens devem ocupar. É um sector bom para trabalhar e as mulheres conseguem fazer muito mais”, declarou Helga Rufino, Técnica da Área Administrativa do GGPEN, em entrevista a RNA.

MAIS: Técnicos do GGPEN certificados para controlar o Voo do AngoSat-2

Veja abaixo algumas das actividades a decorrer sobre esse dia nos próximos dias

Abertura da Semana Mundial do Espaço 2021 na Academia Kandengues Cientistas
Organização: Kandengue Cientistas
Data: 08/10/2021
Horário: 09h30 – 17h30
Local: Viana (junto a Comarca)
Descrição: Agradecimentos ao MINTICS pelo patrocínio do novo espaço de actividades dos KC
Oficina Espacial
Robotizando no Espaço
Workshop de montagem de Cansat – GGPEN

Exposição de projectos no Centro de Acolhimento Rabi ONG
Organização: Kandengues Cientistas
Data: 09/10/2021
Horário: 10h – 14h
Local: Zango 3
Descrição: Programando no Espaço
Robotizando no Espaço
Workshop sobre a importância de satélites na nossa vida

Por que você deve evitar aplicativos desconhecidos

Para os usuários do Android, instalar aplicativos da Google Play, e apenas do Google Play, é uma escolha inteligente. Com regras de segurança fortes, monitoramento de aplicativos oficiais, muitas análises de usuários e escrutínio de pesquisadores de segurança, a loja oficial do Android tende a ser um lugar seguro para o download de aplicativos. Mesmo quando o malware chega ao Google Play, é rapidamente identificado e removido.

Os proprietários de dispositivos Android, no entanto, também têm a opção de baixar e instalar aplicativos de fontes de terceiros. Mas a liberdade supera o perigo?

Por um lado, ter a capacidade de fazer compras fora da Google Play Store pode ser bastante útil; nem todos os aplicativos estão disponíveis lá. Por outro lado, essa liberdade vem com um risco maior de infecção, porque fora da loja oficial, os aplicativos perdem a supervisão de qualidade e segurança do Google.

Junto com o instalador de um programa – ou mesmo em vez dele – aplicativos perigosos podem entrar nos dispositivos dos usuários e roubar dados pessoais, dinheiro ou ambos.

       MAIS: Como gerenciar as notificações no Android

Aqui estão apenas alguns exemplos de tais ataques:

  • Uma loja de aplicativos alternativa popular foi infectada com um Trojan e começou a distribuir malware;

● Usar a permissão para instalar aplicativos desconhecidos, os criminosos distribuíram ransomware disfarçado como uma versão beta de um jogo chamado Cyberpunk 2077 ;

● Outros criminosos passaram o malware Loapi como um utilitário antivírus e um aplicativo de conteúdo adulto. O Trojan transformou smartphones em bots para ataques DDoS, fez com que eles explorassem criptomoedas ou simplesmente os inundasse com anúncios.

Os itens acima representam uma amostra do motivo pelo qual os novos telefones vêm com a instalação de software externo desabilitada. Para evitar ser vítima de esquemas que dependem deste tipo de download, não fique tentado a permitir a instalação de aplicativos desconhecidos e, se tiver feito isso, desligue-o imediatamente.

E se um programa de que você precisa não estiver disponível na loja oficial, mas você ainda precisar instalá-lo?

• Pesquise aplicativos semelhantes. Tente procurar alternativas na loja oficial. Talvez haja um aplicativo com funções que atendam às suas necessidades.

• Verifique o arquivo antes de instalar. Mesmo que você não consiga ficar sem uma fonte de terceiros, não se apresse em alterar as suas configurações. Primeiro, baixe o arquivo de instalação e, antes de iniciá-lo, analise com a sua solução antivírus mobile.

• Verifique as permissões. Considere a lista de permissões que o aplicativo solicita durante a instalação. Se um programa exige muito, tente encontrar algo semelhante com solicitações mais factíveis.

• Desative a instalação de aplicativos desconhecidos. Lembre-se de alterar as suas configurações novamente após a instalação. Não deixe o seu telefone exposto a malware!

Ministério das Telecomunicações vai apostar na criação de um Cyber-Espaço seguro

O Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social prevê em breve a criação de um cyber-espaço seguro para dar resposta aos desafios das novas tecnologias de informação.

A informação foi avançada no dia de hoje,  pelo Secretário de Estado das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Mário Augusto, durante o discurso de abertura do Workshop sobre “Investigação corporativa e segurança cibernética em Angola”, no evento afecto ao CyberSummit 2021.

De acordo com o Secretário, a protecção do cyber-espaço tornou-se num dos maiores desafios do século XXI,  por isso há necessidade de ser protegido, com o objectivo de  criar condições para que a economia, investimentos públicos e privados,  segurança nacional e infra-estruturas proporcionam um bem estar as populações.

MAIS: Angola é um dos 80 países com mais ataques cibernéticos nas últimas semanas

No mundo actual,  prosseguiu Mário Augusto, impulsionado pela tecnologia que o cenário das ameaças cibernéticas estão em constante evolução,  proteger os dados, redes e navegar em segurança passa a ser uma necessidade absoluta.

A lista de possíveis ameaças pode parecer infinita e muitos ataques cibernéticos considerados distantes da nossa realidade podem estar mais próximos do que pensamos,  os relatos e evidências de ocorrência de incidentes e  também as causas têm vindo a aumentar ao longo dos anos, identificado a existência de perdas e prejuízos avultados para as empresas com algum sério impacto nas suas actividades e aonde em grande parte das vezes os cidadãos e os estados são afectados, colocando em perigo em certo ponto a segurança das Nações“, disse.

Por fim, o Secretário de Estado explicou que actualmente, o acesso massificado das tecnologias de informação colocam os agentes económicos em situações de maior vulnerabilidade, pelo que a transformação digital, em especial o cyber-espaço, acrescenta uma difusão de poderes entre os múltiplos actores aonde a sociedade e as suas economias dependem cada vez mais da tecnologia e de plataformas de comunicação, como a internet, e as políticas públicas adquirem um papel de destaque na prossecução do bem-estar e da protecção do estado.

De informar que o CyberSummit 2021 termina no dia de amanhã, e ainda vão ser debatidos temas como a cibersegurança e as políticas públicas, engenharia social, inteligência cibernética em processos investigativos e a perícia digital.