32 C
Angola
Sexta-feira, Agosto 29, 2025
Início Site Página 89

As ameaças mais comuns nas organizações

Na actual era digital, em que os ciberataques se multiplicam rapidamente, é essencial que as organizações compreendam o cenário de ameaças. Todos os momentos em que os cibercriminosos não estão a executar algum ciberataque, estão a desenvolver novas estratégias, o que obriga as empresas a manterem-se à frente da curva para protegerem os seus ativos digitais.

E quais são essas ciberameaças? Embora os cibercriminosos tenham muitas ferramentas e métodos à sua disposição, existem algumas táticas básicas que utilizam repetidamente em ataques a sistemas. Estas incluem:

1. Ransomware:

O ransomware de dados tornou-se a ameaça mais perigosa à cibersegurança nos últimos anos. E uma das ciberameaças mais temidas a nível mundial, uma vez que não discrimina sectores ou dimensões de empresas.

Cada sector tem características específicas que o tornam atrativo para os ciber-criminosos, seja pela sensibilidade dos dados, dependência da confiança do público ou capacidade financeira para pagar um resgate. Este tipo de ataque pode paralisar as operações de uma organização, gerar perdas financeiras substanciais e prejudicar gravemente a sua reputação.

É importante destacar que este ataque é frequentemente o último passo num processo de ciberataque mais complexo, o que significa que a organização já foi comprometida de alguma forma.

2. Configurações incorretas e sistemas não corrigidos:

As empresas que não implementam configurações de segurança adequadas ou não mantêm as predefinições nos seus sistemas estão a expor-se a graves riscos digitais.

Essas configurações incorretas, que incluem sistemas não corrigidos, controlos de acesso deficientes, exposição de dados sensíveis e componente desatualizados são portas abertas para os cibercriminosos para obterem acesso a informações confidenciais ou causar danos à organização. De facto, as ferramentas na deepweb permitem aos hackers identificar estas vulnerabilidades de forma automatizada.

3. Exploração de credenciais descobertas em ciberataques:

Neste tipo de ataque, os cibercriminosos exploram as fraquezas dos utilizadores, como a reutilização de passwords, para obterem acesso não autorizado às suas contas digitais.

Através da utilização de bots automatizados, testam credenciais de início de sessão obtidos de violações de dados anteriores em diferentes sites. Se um utilizador utilizar a mesma combinação em vários sites, o hacker obtém acesso não autorizado às suas contas.

4. Engenharia social:

Os cibercriminosos utilizam a engenharia social, uma técnica de manipulação inteligente, para induzir os utilizadores a realizar ações que comprometem a sua segurança. Através de truques e artimanhas, os cibercriminosos levam as vítimas a revelar informações sensíveis ou a realizar ações que lhes concedem acesso não autorizado aos seus sistemas. A meticulosidade e atenção ao detalhe são fundamentais neste tipo de ataque.

Os piratas informáticos pesquisam as suas vítimas, recolhendo informações pessoais e detalhes sobre os seus hábitos online. Com esta informação, criam cenários personalizados, utilizando e-mails falsos, sites fraudulentos ou vishing para enganar os seus alvos. Perante estes riscos, as organizações devem adotar uma abordagem proativa em matéria de segurança e proteção – investir em ferramentas inovadoras de cibersegurança.

Uma abordagem unificada da segurança é ideal neste contexto. Proporciona uma proteção em camadas que defende as organizações a todos os níveis. Esta proteção abrangente protege os ativos digitais e garante a segurança no ambiente digital.

Além disso, para reforçar esta estratégia, as empresas precisam de promover uma cultura de sensibilização para a cibersegurança entre os colaboradores, trabalhar com especialistas do sector e colaborar com as entidades reguladoras. A colaboração entre todos estes intervenientes estabelecerá um ambiente digital mais robusto e seguro.

Consultório MenosFios. 5 Aplicativos ideais para desenhar

Entre as resoluções mais comuns estão os desejos de exercitar mais o lado criativo e também adotar novos hobbies. Se tem alguma destas intenções e gostar de desenhar, então há uma série de apps que lhe podem ser úteis.

site Android Headlines criou uma lista com as que considerou ser as melhores apps para desenhar que se encontram disponíveis na Play Store da Apple. Apesar de maioria estar disponível gratuitamente, há algumas que podem ter de ser compradas ou ofereçam funcionalidades extra por um preço.

No Consultório MenosFios de hoje mostramos os aplicativos.

1 ibis Paint X (Play Store)

2 Tayasui Sketches (Play Store)

3 Concepts (Play Store)

4 MediBang Paint (Play Store)

5 Sketchbook (Play Store)

6 Adobe Illustrator Draw (Play Store)

7 LayerPaint HD (Play Store)

8 PaperColor (Play Store)

9 dotpict (Play Store)

______________________________________

Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

INACOM autoriza aumento de preços dos serviços de Televisão, Telefonia e Internet

A questão da regulação dos preços dos serviços de Televisão, Telefonia e Internet, é um tema que as operadoras têm estado a debater com o regulador há bastante tempo, sem esquecer que durante VI FORUM TELECOM, alguns representantes confirmaram que os custos estão mais altos e os investimentos são elevados.

Mas parece que as operadoras conseguiram uma vitória , uma vez que no Diário da República IIº Serie do dia 25 de Julho de 2024, os Instrutivos nº 3, 4 e 5/24 informam:

  • Instrutivo 3/24: Autoriza o ajuste dos preços de venda ao público dos pacotes de televisão por subscrição e estabelece o limite percentual do ajuste em 25%;
  • Instrutivo 4/24: Estabelece o percentual do ajuste de preços de venda ao público dos serviços de comunicações electrónicas nos segmentos de telefonia móvel, bem como a composição e preço do tarifário básico como medida de apoio aos consumidores com baixo rendimento;
  • Instrutivo 5/24: Estabelece a composição do pacote básico de televisão por subscrição, o preço e os termos da sua divulgação ao público, bem como o reporte ao Instituto Angolano das Comunicações de indicadores estatísticos sobre o referido pacote.

O regulador justifica a decisão com o “impacto negativo da inflação e da variação cambial nos custos operacionais  e na manutenção das redes dos operadores prestadores dos serviços de televisão por subscrição”. De acordo com o INACOM, citado pelo Jonal Valor Económico tem, a não aumento do preço dos pacotes pode “colocar a sustentabilidade financeira das operadoras em risco  e comprometer o fornecimento dos serviços com a qualidade desejada dos consumidores”.

Estavas a espera deste aumento nos preços?

Threads já tem mais de 200 milhões de utilizadores

O responsável pela Threads, Adam Mosseri, revelou numa publicação partilhada na rede social que a plataforma ultrapassou o patamar dos 200 milhões de utilizadores.

“Estou entusiasmado por partilhar que ultrapassámos o marco de 200 milhões [de utilizadores] na Threads. A minha esperança é que a Threads possa inspirar ideias que unam as pessoas e que esta comunidade incrível continue a crescer”, escreveu Mosseri. “Obrigado por investirem o vosso tempo e por darem ‘feedback’ que torna este lugar melhor para todos”.

MAIS: Threads completa 1.º aniversário com mais de 175 milhões de utilizadores

Este anúncio surge pouco depois da apresentação de resultados financeiros da Meta, quando Mark Zuckerberg referiu que a Threads estava perto de chegar à marca das duas centenas de utilizadores.

Recordar ainda que a Threads fez recentemente o seu primeiro ano desde que foi lançada.

Africell assegura serviços de internet no novo aeroporto nacional

Os serviços de telecomunicações e conectividade de internet, bem como a actualização da cobertura móvel no Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto (AIAAN) vão ser assegurados pelas empresas Africell e SETEC.

Segundo o Administrador do Grupo Africell para parcerias, Robert Rollman, para a concretização desse projecto, as duas empresas assinaram um memorando que visa optimizar as operações comerciais e de produção industrial nodernas nas referidas infra-estruturas.

A Africell vai ser a provedora estratégica de serviços de telecomunicações, conectividade de internet e a actualização da cobertura móvel dentro do AIAAN e na Zona Económica Especial (ZEE).

MAIS: Movicel e Africell perdem mais de 213 mil clientes em 12 meses

Robert Rollman salientou que a pretensão é apoiar o crescimento económico de Angola, através da atracção de mais investidores para o processo de desenvovimento do país.

Com o acordo assinado, a Africell poderá garantir serviços de telecomunicações consistentes e fiáveis, essenciais para a optimização das operações comerciais e de produção industrial modernas que as empresas almeja.

Gerenciamento e segurança de dados em um mundo digital

As organizações de todo o mundo estão a gerar diariamente grandes volumes de dados – e não há sinais de abrandamento. De facto, de acordo com a investigação da Statista, prevê-se que a criação global de dados cresça para mais de 180 zettabytes até 2025.

Para colocar este número em perspetiva, lembre-se que um e-book médio tem um megabyte: 180 zettabytes equivalem, portanto, a cerca de 180 triliões de e-books! Colectivamente, estamos a criar uma quantidade de dados verdadeiramente espantosa – e isso está a causar desafios significativos em termos de gestão e segurança.

Para as organizações empresariais, em particular, esta explosão de dados é uma bênção mista. Por um lado, os dados são um ativo valioso que pode ser aproveitado de inúmeras formas; por outro, são um recurso que tem de ser gerido, organizado e protegido de acordo com legislação nacional e internacional rigorosa.

Com leis como a Lei de Proteção de Dados de Angola e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia (GDPR), entre outras, os governos e as entidades estatais estão a trabalhar para garantir que a privacidade e a segurança dos dados sejam obrigatórias o mais amplamente possível. Actualmente, estima-se que 75% da população mundial tem dados pessoais abrangidos por regras modernas de privacidade e segurança.

Para se manter em conformidade com os regulamentos relativos aos dados, como a da União Europeia, por exemplo, tem de ser capaz de controlar e salvaguardar todos os dados na sua posse, independentemente do local onde esses dados se encontram ou viajam. Deve também ter visibilidade total do seu panorama de dados e conhecimento dos riscos de segurança em torno dos seus dados, para que possa implementar defesas robustas. A descoberta de dados, a classificação de dados e a monitorização contínua são fases críticas deste processo.

Descoberta de dados

A base de uma gestão de dados eficaz é a Descoberta de dados: identificar e inventariar os dados que está a recolher e a armazenar em todo o seu panorama de dados (no local e na nuvem). Quando sabe que tipo de informação tem em sua posse – desde informações pessoalmente identificáveis (PII) sobre os seus clientes a informações financeiras sobre a sua empresa – torna-se mais fácil organizar, gerir e proteger.

Classificação de dados

Ao utilizar as informações da Descoberta de dados, o passo seguinte é a Classificação de dados. Este processo assegura que os seus dados são categorizados com base na sensibilidade, de modo a facilitar a aplicação de controlos de proteção, como a encriptação de dados e as políticas de prevenção de perda de dados.

Os níveis de classificação (por exemplo, Público, Interno, Confidencial) têm controlos de proteção adaptados e pode definir regras específicas, como impedir que utilizadores externos leiam documentos classificados como Internos, para controlar o acesso aos seus dados.

Monitorização contínua

A monitorização contínua do seu panorama de dados é vital para se manter à frente dos riscos emergentes e para manter a supervisão da utilização de dados pelos seus funcionários. O aumento acentuado da utilização de aplicações de IA generativa, por exemplo, é uma tendência no local de trabalho que preocupa os líderes de TI.

É importante certificar-se de que qualquer ferramenta GenAI utilizada na sua organização é segura – para que saiba que os seus dados sensíveis são tratados de forma responsável e em conformidade com os regulamentos de proteção de dados a que está obrigado.

Microsoft confirma apagões em alguns dos seus serviços cloud

Alguns utilizadores de serviços ligados ao Microsoft 365 e à plataforma de ‘cloud’ Azure começaram a reportar problemas, os quais a Microsoft diz agora ter começado a investigar.

De facto, consultando o DownDetector (uma plataforma onde as pessoas vão relatar ocorrências quando os serviços não funcionam) é possível ver um aumento no número de queixas no Microsoft 365 e também no Azure. Na página oficial oficial da Microsoft dedicada ao Azure e e nas redes sociais da tecnológica é possível ver também a confirmação da empresa destes ‘apagões’.

Interrupções do Microsoft 365 analisadas no DownDetector

MAIS: CrowdStrike: Microsoft lança ferramenta de recuperação para ajudar a reparar máquinas

“Estamos a investigar relatos de problemas de conexão com os serviços da Microsoft a nível global. Os clientes podem verificar ‘timeouts’ quando se ligarem aos serviços do Azure”, avisa a Microsoft. “Temos várias equipas de engenharia envolvidas para diagnosticar e resolver o problema. Serão fornecidos mais detalhes o mais brevemente possível”.

O site Bleeping Computer adianta que, por enquanto, a maioria dos utilizadores com problemas está sobretudo na Europa, pelo que teremos de aguardar por mais informações.

Empresa egípcia Elsewedy à beira de adquirir a Movicel

A empresa egípcia Elsewedy Electric está bem avançada para tornar-se o sócio marioritário da Movicel, onde o processo está a ser tratado pelo Governo de Angola e membros pertencentes à estrutura directiva da empresa.

Segundo o que revela o semanário Novo Jornal, o processo a Elsewedy tornar-se a mais recente dona da empresa de telecomunicações já tem sido negociado e equacionado há meses, selado num encontro entre o Presidente da Repúbluca, João Lourenço, e o CEO da empresa, Ahmed Elsewedy.

Está tudo fechado. No acordo, ficou firmado que o nome Movicel vai permancer e só falta averiguar a redistribuição das quotas“, disse uma fonte ao jornal.

A fonte detalhou que após a audiência com o PR, os gestores da Elsewedy tiveram uma reunião com membros do Conselho de Administração da Angola Teleocm, que detém 24% do capital social da Movicel, e faz gestão corrente da operadora.

Antes de estarmos reunidos no Angotic, estivermos durante várias horas na sede da Angola Telecom. Depois de termos estado no Angotic com o Presidente da Replica, voltámos a Angola Telecom e fizemos outros acertos“, contou.

MAIS: ANGOTIC 2024: Ministro anuncia parceria para recuperação da Movicel

Sublina a fonta que a “novela” de negociações para encontrar o novo dono da Movicel envolve também conversas com o Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), entidade que detém o Instituto Nacional de Segurança Social, actualmente sócio marioritário, com 51% do capital da Movicel.

Nos últimos tempos a Movicel perdeu mais de 56,7% dos clientes, isto é, 1,383 milhões de clientes, revelou o mais recente relatório do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM).

Pelo que revela os dados, dos 2,437 milhões de clientes anteriores, a empresa agora tem apenas 1,054 milhões.

A empresa deixou o segundo lugar do ranking das maiores operadoras, em termos de clientes, agora detém a última posição, com uma quota de mercado de somente de 4,1%. É superada pela Africell, mesmo sem grandes infraestruturas e com quase dois anos de operação, com 24,1% da quota de mercado, com 6,231 milhões de clientes.

Huawei aposta em África com IA, Cloud e centros de dados

A Huawei, um fornecedor global de infraestruturas TIC e dispositivos inteligentes, comprometeu-se a utilizar a sua própria experiência de transformação digital para ajudar os clientes africanos a acelerar a inteligência empresarial.

Dawei LI, vice-presidente da Huawei para a África Subsariana, falou sobre centros de computação diversificados e sobre a possibilidade de uma África ecológica e inteligente na recente Exposição e Conferência Pan-Africana de Centros de Dados em Joanesburgo, que contou com a presença de cerca de 3000 clientes globais de energia de centros de dados.

Li falou sobre a posição e as soluções da Huawei em Inteligência Artificial (IA), computação em nuvem e centros de dados, bem como sobre os mais recentes conhecimentos e objectivos da empresa em África.

A inteligência artificial é o chefe.

Relativamente à IA, Li afirmou que, na era da IA, os dados fluem mais rapidamente e o valor dos dados como ferramenta de produção torna-se cada vez mais essencial. “Os centros de dados são responsáveis pelo armazenamento centralizado, computação e troca de recursos de dados. A Huawei fornece produtos e soluções de armazenamento para dados de serviço diversificados e em rápido crescimento”.

“Em primeiro lugar, através de serviços de proteção de dados ao longo de todo o ciclo de vida, o serviço ao cliente pode estar sempre em linha, os dados serão armazenados a longo prazo e nunca se perderão, garantindo a segurança dos dados para o mundo inteligente”.

“Além disso, a Huawei fornece serviços de apoio à operação de armazenamento para ajudar os clientes a gerir eficientemente os dados, activar o valor dos dados e promover a inovação dos serviços.”

Todos estão a ganhar acesso à nuvem

Em termos de computação em nuvem, Li acredita que os consumidores africanos de uma série de indústrias estão a adotar agressivamente a tecnologia de nuvem e IA. No entanto, sublinhou que ainda se deparam com problemas na mudança para e na utilização de serviços de nuvem, tais como falhas frequentes nos cabos ópticos submarinos, problemas de acesso a recursos de nuvem e localização de dados.

Li disse que a Huawei Cloud é um dos fornecedores de serviços em nuvem com crescimento mais rápido do mundo e, como resultado, a empresa pretende fornecer tecnologia de ponta aos consumidores no continente e oferecer-lhes as melhores opções.

Em resposta aos problemas enfrentados pelos clientes africanos, Li disse que a Huawei Cloud presta apoio principalmente em três áreas. “Primeiro, a Huawei Cloud fornece várias soluções, como nuvem pública, nuvem híbrida e nuvem de borda, para atender aos requisitos de serviço do cliente em diferentes fases de desenvolvimento e cenários de serviço.

“Em segundo lugar, nos últimos anos, continuámos a reforçar o nosso investimento em infraestruturas de nuvem em África. O fornecimento de serviços de nuvem locais na África do Sul, Egipto, Nigéria e outros locais permite que os clientes africanos acedam facilmente à nuvem com melhor desempenho, verdadeiramente fiável, segura e compatível.

“Finalmente, a Huawei Cloud acumulou a experiência de transformação digital da própria Huawei e excelentes práticas noutras regiões do mundo na nuvem, e trabalhou com parceiros para criar soluções de cenário industrial para ajudar os clientes africanos a acelerar a inteligência empresarial.”

Os centros de dados são as novas casas

Nos centros de dados, Li afirmou que, à medida que as marés da globalização e da inteligência colidem, África encontra-se num novo ponto de viragem no desenvolvimento da inteligência artificial. Li sublinhou que a computação inteligente já trouxe quatro grandes mudanças aos centros de dados.

“O Período de construção mais curto. Referindo-se à tendência de crescimento rápido dos utilizadores do ChatGPT, os centros de dados, como infraestrutura da computação inteligente, exigem uma construção mais rápida, melhor e mais flexível para corresponder às exigências do desenvolvimento empresarial”.

“A capacidade de construção rápida e de alta qualidade tornou-se a principal competitividade do negócio dos centros de dados. Os centros de dados exigem um período de construção cada vez mais curto, de 18 a 24 meses anteriormente para 9 a 10 meses actualmente, e isso trouxe enormes desafios ao nosso modelo de construção.”

Em segundo lugar, Li aponta para uma maior densidade de potência, afirmando: “A densidade de potência de um único armário num centro de dados está a aumentar rapidamente devido ao maior consumo de energia dos servidores de IA. O requisito de um único gabinete cresce de 5 a 8 kW para 40 a 60 kW, ou até mais de 100 kW (por exemplo, o mais recente gabinete de computação inteligente da NVIDIA atinge 120 kW/cabinete).

Em conclusão, Li disse que nem tudo é sombrio, uma vez que as empresas como a Huawei têm soluções para apoiar a implementação da computação inteligente no continente. Li detalhou as soluções da Huawei: “Com todos os requisitos e desafios, os clientes precisam de instalações de centros de dados estáveis e em evolução a longo prazo para apoiar o desenvolvimento dos seus negócios, que devem ser mais abrangentes, eficientes e inteligentes em termos de design de arquitetura, lançamento de negócios e operação do sistema.”

Consultório MenosFios. Como tirar partido do Google Tradutor quando não há internet

O Google Tradutor ganhou recentemente mais 33 novas línguas na componente de tradução offline, que pode ser usada quando a internet está desligada, ou quando o utilizador não consegue usá-la, por estar num local onde não tenha rede de telemóvel. O serviço já permitia usar esta funcionalidade com 59 das mais de 100 línguas suportadas, aumenta agora o leque para adicionar idiomas como o sudanês, malaio, malgaxe (Madagáscar), basco ou latim.

Línguas mais comuns como o inglês, francês, português, italiano e dezenas de outras já estavam disponíveis, numa funcionalidade que pode ser útil quando se está em viagem, por exemplo, ou mesmo cá em Angola, para quem profissionalmente interage com pessoas de diferentes nacionalidades. Ferramentas como esta podem ser uma boa ajuda para interações pouco complexas, com alguém que não fale nem compreenda uma língua na qual consiga expressar-se.

Para isso, é preciso descarregar primeiro o pacote linguístico no idioma que se pretende usar, para o telemóvel ou tablet, e ainda antes disso é preciso descarregar a aplicação, para que o acesso ao serviço não esteja condicionado à disponibilidade de uma ligação à internet. Indo por passos, é isto que deve fazer:

1- Pesquisar a aplicação Google Tradutor na loja de aplicações do smartphone Android ou iPhone

2 – Verificar se tem uma ligação Wi-Fi ativa, para não gastar dados móveis com o download

3 – Confirmar que quer descarregar a aplicação e abri-la quando o processo estiver completo

4 – Localizar os idiomas de interesse. Para além da zona onde vai aparecer o texto, escrito ou ditado, para tradução, no ecrã da aplicação vão aparecer dois idiomas. O idioma de origem e o traduzido. No Android esses “botões” virtuais surgem na parte de baixo do ecrã. No iPhone mais acima.

_________________________________

Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.