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Segunda-feira, Abril 13, 2026
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Consultório MenosFios. Saiba agora quais dados o seu browser liberta nos sites

Ao navegarmos na Internet estamos constantemente a libertar informações nos sites, libertados pelo browser. Esta é uma situação que acontece sem que a maior parte dos utilizadores saibam, o que acaba por ser algo involuntário e sem qualquer controlo.

Com o ganhar de consciência da necessidade de segurança e privacidade, os utilizadores precisam saber como ter acesso a toda a informação. Assim, há uma forma simples de saber que dados o seu browser liberta nos sites, bem como filtrar a informação fornecida.

Mesmo que alguns utilizadores saibam como limitar os dados a que os sites têm acesso, a verdade é que a maioria tem estas opções no padrão base. Isso leva a que o browser liberte muita informação sobre o utilizador e o seu sistema, sem que o utilizador saiba disso.

Claro que não é um processo complicado de fazer, se o utilizador souber como alterar as opções e configurações. Ainda mais importante é saber que dados estão a ser libertados e como estes podem ser usados para identificar o utilizador em qualquer ponto da Internet.

Para ter acesso à informação que está a ser libertada e como o browser está configurado, existe uma ferramenta essencial. Foi criada pela Electronic Frontier Foundation e está acessível a todos de forma aberta.

Basta aceder ao site Cover Your Tracks e realizar o teste que está presente na página. Este vai aceder a um conjunto de links e avaliar toda a informação que é possível obter, que será registada de forma anónima e protegida. No final, existe uma avaliação do browser do utilizador.

Aqui dentro podem ver como o browser se comporta no acesso aos diferentes sites e com diferentes perfis. Existe ainda informação de como o utilizador se poderá proteger e modificar a configuração do seu navegador da Internet.

Esta é uma avaliação importante e que devem fazer para garantir que estão anónimos na Internet. Pode complementar outras avaliações importantes e que vã ser essenciais para a proteção e privacidade dos utilizadores.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Tem uma ideia de negócio verde? Então, candidata-se ao ClimateLaunchpad Angola 2024

Já estão abertas as candidaturas para a edição 2024 nacional do ClimateLaunchpad, a maior competição cleantech do mundo. A organização desta competição, Angola, está a cargo da EIT Climate-KIC e a Acelera Angola, em parceria com a IdeiasLab e a Embaixada da Suécia no país.

Este programa internacional tem como base apoiar ideias de negócio que reduzam o impacto negativo no ambiente, e são convidadas a participar no concurso startups com ideias de negócio cleantech – relacionadas com energias renováveis, eficiência energética, agricultura, água, transportes, economia circular e muito mais.

MAIS: Conhecidos os vencedores do ClimateLaunchpad Angola 2023

Na edição de 2023, a startup Eco-Tint, especializada na produção de tintas retardantes de fogo ecologicamente e feitas de materiais orgânicos, destacando-se pela sua visão, inovação e esforços para enfrentar os desafios ambientais que o nosso planeta enfrenta. Para a organização do concurso, as iniciativas destes projetos inovadores terão um impacto duradouro na luta contra as mudanças climáticas.

As inscrições já começaram, onde para submeteres o seu projeto é só clicares em aqui.

Mais de 38% dos links publicados em 2013 desapareceram da Internet

Embora se diga que os conteúdos que chegam à internet, ficam na internet, isso nem sempre é verdade. Existem muitos conteúdos que acabam por desaparecer da maior rede mundial, por vezes para sempre.

Um estudo recente da empresa Pew Research Center indica que quase 38% das páginas e sites existentes na internet em 2013 não estão atualmente disponíveis, mais de dez anos depois.

A análise foi realizada com base em links encontrados em notícias e documentações oficiais, como links de sites do governo e sites de “referência” em artigos da Wikipédia. Embora seja algo difícil de classificar os sites que deixaram de existir na internet desde 2013 – tendo em conta o tamanho da própria rede – esta análise é um dos melhores exemplos de tal.

Segundo a mesma, 23% dos sites de notícias e 21% dos sites de entidades governamentais contam com, pelo menos, um link “removido” com o tempo. Este valor aumenta consideravelmente em sites de entidades mais pequenas, como sites de juntas de freguesia.

54% das páginas da Wikipédia analisadas contam com, pelo menos, um link inexistente nas referências, seja de sites que deixaram de existir ou do conteúdo ter sido removido.

A tendência verifica-se também ao nível de conteúdos partilhados nas redes sociais. A análise neste caso se focou na X, onde se chegou à conclusão que um em cada cinco tweets publicados nos últimos três meses acabam por ser removidos.

60% dizem respeito a publicações que são removidas, de contas suspensas ou que foram colocadas como privadas. Em 40% dos casos analisados, os autores das mensagens removeram diretamente os conteúdos, embora as contas ainda estejam ativas e visíveis. A tendência para os conteúdos serem removidos aumenta consideravelmente em contas que não possuem imagens de perfil.

Estes géneros de estudos demonstram que, embora a internet tenha vindo a evoluir, existe muito conteúdo que, eventualmente, acaba por ser perdido com o tempo. Mesmo publicações consideradas de “relevo”, como referências de um artigo na Wikipédia, acabam por se perder com o tempo, ficando inacessíveis num relativo curto espaço de tempo.

Instituições de ensino devem incluir Internet e cibersegurança no sistema, defende INFOSI

As instituições do ensino superior e do segundo ciclo angolanas devem contar com a inclusão do ensino da governança na Internet e cibersegurança no seu ciclo formativo, com vista a formar quadros munidos de conhecimentos e competências para trabalharem no novo ambiente laboral dominado pelo uso das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Essa opinião foi defendida pelo diretor-geral do Instituto Nacional de Fomento da Sociedade da Informação (INFOSI), André Pedro, falando no primeiro fórum de governança na Internet.

A Internet é um dos recursos tecnológicos de uso diário e importa que continuemos a envidar esforços no sentido de regularmos a nossa presença nela, bem como a questão da cibersegurança que é de extrema importância. Queremos, com estes fóruns, fazer com que a juventude explore esta ferramenta e constitua empresas com capacidade de prestarem serviços localmente neste segmento científico, com a criação de programas e aplicativos para soluções de problemas locais e do país”, disse.

MAIS: Uíge: governador reafirma aposta na digitalização dos serviços

O governador do Uíge, José Carvalho da Rocha, destacou a realização do encontro na província, por permitir trocar experiências e vivências com especialistas que dominam conhecimentos sobre um mundo onde as máquinas tratam de diferentes assuntos, tomam decisões e resolvem problemas.

É importante que nós, como utilizadores, compreendamos em que mundo em evolução nos encontramos, para descobrirmos quais vantagens podemos obter desta tecnologia que está disponível para todos, visto que se assiste a uma evolução tecnológica com a introdução da Inteligência Artificial (IA), que já proporciona soluções até nas nossas casas”, disse o governante.

Segundo José Carvalho da Rocha, o Governo Provincial do Uíge aposta na digitalização dos serviços para melhorar o seu desempenho, tendo orientado o Gabinete Provincial da Educação no sentido de expandir o projeto nas escolas do segundo ciclo, com a instalação de Internet e de sistemas de gestão escolar, para educar os alunos sobre o uso correto da Internet.

iPhone 16 pode contar com vida de bateria mais longa

Um dos analistas mais respeitados da Apple, Ming-Chi Kuo, afirma que a bateria do iPhone 16 terá uma maior densidade do que estava presente no modelo antecessor – o que significa que o novo telemóvel da Apple pode ter mais bateria.

“As minhas informações mais recentes indicam que a densidade de energia das células da bateria do iPhone 16 Pro Max vai aumentar, o que tem o benefício de uma maior autonomia com o mesmo tamanho da bateria ou menos tamanho com a mesma autonomia”, referiu Kuo na respetiva página no Medium.

MAIS: [Rumor] Apple ainda não desistiu de lançar um iPhone dobrável

Tudo indica que a série iPhone 16 está no bom caminho para ser apresentada oficialmente em setembro, altura em que a Apple costuma desvendar novos produtos. A confirmar-se esta notícia, ainda teremos de aguardar mais alguns meses.

Acordo entre Huawei Angola e AEL vai formar mais de 350 cidadãos em TICs

A Huawei vai formar mais de 350 cidadãos no domínio das tecnologias de informação e comunicação (TIC’s), no âmbito de um memorando com a Academia do Empreendedor de Luanda (AEL).

Segundo ainda o que foi revelado, o acordo então assinado, visa estabelecer uma cooperação entre a AEL e a Huawei na área de Inovação Tecnológica e Capacitação, nas áreas de Tecnologia de Informação e Comunicação, de forma a promover o desenvolvimento do sector das TICs em Angola.

MAIS: Huawei vai disponibilizar oportunidades de emprego aos estudantes da UAN

A AEL tem na sua grelha de formação ainda os cursos de designer gráfico, corte e costura, gestão de micro e pequenos negócios, culinária, pastelaria e produção de vídeo.

Localizada no município de Talatona, distrito urbano do Benfica, a Academia do Empreendedor de Luanda tem como objectivo formar e criar linhas que facilitam o acesso, as oportunidades, obtenção de financiamentos e investimento para que os formandos constituam empresa.

TikTok testa carregamento com vídeos de até 60 minutos.

O TikTok confirmou ao site TechCrunch que se encontra a testar o carregamento com vídeos de até 60 minutos.

Sabe-se que o teste está disponível para um número limitado de utilizadores e desconhece-se se o TikTok tem planos para lançar este novo limite de duração para todos os utilizadores.

MAIS: TikTok processa governo dos EUA para impedir proibição no país

Serve recordar que, nos últimos meses, o TikTok tem aumentado gradualmente o limite de duração dos vídeos que podem ser carregados na plataforma. Atualmente é possível aos utilizadores carregarem vídeos com até dez minutos de duração, com alguns criadores de conteúdos a terem a possibilidade de carregarem vídeos de 30 minutos.

Escusado será dizer que, caso o TikTok decida aumentar a duração dos seus vídeos, a plataforma tornar-se-á um rival (ainda) mais temível para o YouTube.

[Angola Startup Summit] Conheça as startups vencedoras do evento

As startups “Tchiwa Dev”, da província do Namibe, “Agricargas”, de Luanda e “BUKA”, também de Luanda, foram as grandes vencedoras da 3ª edição do evento Angola Startup Summit 2024 By UNITEL, nas categorias Turismo, Agronegócio e Educação, respetivamente.

Ainda nos “Prémios INAPEM”, a startup AKI foi a vencedora na categoria Digital.

Já para os “Prémios Unitel”, foram distinguidas as startups “Mirabilis Game Studio”, na categoria Impacto Social, “Biscateiro”, na categoria Inovação, e a “Eco Map”, na categoria Participação Destaque.

Segundos dados revelados pela organização, esta edição de 2024 contou com mais de 123 startups emergentes entre nacionais e internacionais para o evento que decorreu nas instalações do Centro de Convenções de Talatona, e trouxe o debate entre variados empreendedores para mostrarem o potencial e abordar as oportunidades tecnológicas do mercado angolano.

De informar ainda que o evento tecnológico vem também para fomentar o surgimento de novas Startups através da troca de experiência, permitir a otimização de negócios, investimentos e cooperação com instituições que intervém no ecossistema das Startups, bem como contribuir para a atrair o interesse de potenciais investidores em projetos tecnológicos.

Ainda sobre a 3ª edição do ANGOLA STARTUP SUMMIT by UNITEL, a ideia foi reunir a juventude criadora de projetos digitais, onde por isso pretende-se colocar estes jovens com muitas boas ideias, para serem ouvidas pelos investidores e ter-se maior noção sobre o que estão a se fazer, e deste modo mobilizar-se os bancos para “comprar” as ideias, fazê-las crescer e torná-las mais sustentáveis para participarem do processo de fomento da produção nacional mais ativamente.

A inteligência ao serviço do combate ao cibercrime

Monitorizar, analisar, interpretar e mitigar as ameaças à segurança informática, que estão em constante evolução, representa um desafio significativo. Empresas de diversos sectores enfrentam o desafio da falta de dados atualizados e pertinentes, essenciais para gerir os riscos associados à segurança das tecnologias da informação.

Os serviços de Inteligência de Ameaças da Kaspersky capacitam as organizações a anteciparem ameaças cibernéticas, fornecem informações cruciais, deteção rápida e respostas eficientes a incidentes de segurança. A vasta experiência, o conhecimento profundo e a capacidade analítica da Kaspersky em cibersegurança reforçam a sua posição como parceiro confiável de proeminentes agências governamentais e entidades de aplicação da lei, incluindo a INTERPOL e os principais Centros de Resposta a Incidentes de Computador (CERTs).

Feeds de dados de ameaças

Os ciberataques ocorrem diariamente, apresentando uma crescente frequência, complexidade e sofisticação, visando comprometer as defesas de empresas e entidades governamentais. Atualmente, os cibercriminosos empregam estratégias complexas e sofisticadas, incluindo sequências detalhadas de ataques, campanhas coordenadas e Táticas, Técnicas e Procedimentos (TTPs) personalizados, com o objetivo de desestabilizar os negócios ou de prejudicar os seus clientes.

A Kaspersky Lab oferece Feeds de Dados de Ameaças, atualizados continuamente, para informar a sua empresa ou os seus clientes sobre os riscos e consequências associados às ciberameaças. Esses feeds são essenciais para ajudar a mitigar estas ameaças de maneira eficaz e para preparar a sua defesa contra-ataques antes mesmo de serem lançados.

Recolha e Tratamento

Os Feeds de Dados são compilados de fontes diversificadas e extremamente confiáveis, incluindo a Rede de Segurança Kasde Botnet (ativo 24/7/365), armadilhas para spam, as nossas equipas de investigação e parceiros estratégicos. Depois, em tempo real, todos os dados agregados são cuidadosamente inspecionados e refinados usando múltiplas técnicas de pré-processamento, tais como critérios estatísticos, Sistemas Peritos Kaspersky Lab (sandboxes, motores heurísticos, scanners múltiplos, ferramentas de similaridade, perfis de comportamento, etc.), validação de analistas e verificação de listas brancas.

Dados Contextuais

Cada registo em cada Feed de Dados é enriquecido com contexto acionável (nomes de ameaças, carimbos de data/hora, geolocalização, endereços IPs resolvidos de recursos Web, infetados, hashes, popularidade, etc.). Os dados contextuais ajudam a revelar o “quadro geral”, validando e apoiando ainda mais a utilização alargada dos dados. No contexto, os dados podem ser mais facilmente utilizados para responder às perguntas “quem”, “o quê”, “onde” e “quando”, que conduzem à identificação dos seus adversários, ajudando-o a tomar decisões e ações atempadas específicas para a sua organização.

Rasteiro de Phishing

O phishing, e particularmente o spear-phishing direcionado, é uma das metodologias de fraude online mais perigosas e eficazes da atualidade. Os websites falsos capturam logins e palavras-passe para se apoderarem das identidades dos utilizadores e depois roubam dinheiro ou espalham spam e malware através de contas de email e plataformas de redes sociais comprometidas.

Trata-se de uma arma poderosa no arsenal do cibercrime, a frequência e diversidade dos ataques continua a aumentar. E não são apenas as instituições financeiras que estão a ser atingidas. Todos, dos retalhistas online até aos ISP, passando pelas instituições governamentais, correm o risco de serem alvo de um ataque ativo de spear-phishing.

As cópias perfeitas de um website, completas com toda a marca da empresa, ou mensagens que parecem vir diretamente dos seus executivos, podem facilmente convencer os utilizadores a entregar dados confidenciais, prejudicando-se a si próprios e causando enormes danos potenciais à empresa. Um único ataque de phishing bem-sucedido pode ter um enorme impacto na empresa vítima.

Além das perdas diretas, há todos os custos indiretos, como a limpeza de sites e contas comprometidos. E depois, claro, há os danos para a reputação, que podem ser os piores de todos – uma erosão da confiança dos utilizadores nos seus serviços online que pode fazer com que percam clientes e enfrentem desafios de credibilidade nos próximos anos. Atualmente, o cibercrime não conhece fronteiras e as capacidades técnicas estão a melhorar rapidamente: estamos a assistir a ataques cada vez mais sofisticados, à medida que os cibercriminosos utilizam recursos da dark web para ameaçar os seus alvos.

A inteligência de ameaças desempenha um papel crítico na capacidade das organizações de proteger os seus ativos digitais contra ameaças cibernéticas. Ao fornecer informações sobre ameaças emergentes, vulnerabilidades e táticas de ataque, capacita as organizações a tomar medidas proativas para fortalecer as suas defesas e responder de forma eficaz a, incidentes de segurança cibernética.

PayPay Africa adere à plataforma Kwık permitindo transferências via e-mail e IBAN

A carteira digital PayPay África, que permite efetuar pagamentos, transferência e receber dinheiro com recurso ao número de telefone e código QR, aderiu ao mais recente sistema de transferência instantânea e pagamento do BNA, denominado Kwik.

Com a implementação do Kwik no PayPay, os clientes da carteira digital vão poder efetuar transferência de dinheiro via e-mail, apelido e IBAN de forma imediata de uma conta para outra e vice-versa, sem restrição de canais.

Para o fundador e diretor-executivo do CONECTANDO – Sociedade Prestadora de Serviço de Pagamento, Wilson Ganga, o PayPay muda a forma como hoje os angolanos pagam e recebem pagamentos.

 “O PayPay ao KWiK promete revolucionar ainda mais o cenário financeiro angolano, tornando as transações mais rápidas, convenientes e acessíveis do que nunca. Estamos entusiasmados por oferecer aos nossos utilizadores uma experiência de pagamento inovadora e eficiente”, disse no comunicado oficial.

Para José Matos, Presidente da Comissão Executiva da Empresa Interbancária de Serviços (EMIS), a plataforma Kwık-Kwanza Instantâneo (KWIK) vai marcar o futuro dos pagamentos de retalho, em linha com o que tem surgido pelo resto do mundo, premiando a adoção das novas tecnologias como o telemóvel.

Falando na 17.edição do Banca em Análise, estudo que se tem assumido como uma das principais iniciativas da Deloitte Angola, o gestor frisa que o Kwik “passa a ser o meio primordial para a utilização deste novo instrumento de pagamento, a transferência instantânea“.

Pela primeira vez, um sistema de pagamentos reúne num mesmo sistema participantes bancários e não bancários, garantindo a interoperabilidade entre estes dois mundos, trazendo inúmeros benefícios para o sistema de pagamentos e a população em geral. Ou seja, num mesmo sistema, será possível juntar o que comummente chamamos de Pagamentos Móveis e as suas Carteiras Digitais, e o sector bancário tradicional, garantido, através do Arranjo e marca Kwik a interoperabilidade entre contas de pagamento e contas bancárias“, disse José Matos.

Para o responsável, o objetivo é criar uma plataforma onde, os prestadores de serviços de pagamentos, cujo target é a população não bancarizada, possam transacionar e realizar inúmeras operações, prestando serviços inovadores e levando assim os serviços financeiros à camada da população menos servida.

Interessa ainda relembrar que este serviço de transferências se baseia não só no número de conta tradicional, o IBAN, mas ainda na utilização de identificadores alternativos, como o número de telefone, o e-mail e outros, possibilitando a transferência de fundos utilizando apenas estes dados para a identificar a conta do destinatário“, frisou.

José Matos salienta que o KWIK pretende ser a próxima grande marca nacional de pagamentos, com acesso generalizado e constituir-se assim como o futuro dos pagamentos em Angola, contando com a chancela da EMIS, e tudo aquilo que isso significa, no respeito da segurança, fiabilidade e qualidade de serviço.