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Sexta-feira, Agosto 29, 2025
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Crianças enaltecem feira de tecnologia do município de Viana

Várias crianças mostraram o seu agrado da última edição da “Feira de ciência e oficina comunitária”, realizada no último mês em Viana, Luanda, que contou com projetos ligados a mecânica, eletromecânica, gastronomia, produção de energias renováveis, entre outros.

De iniciativa da Administração Municipal de Viana, a feira tecnológica surge para saudar o Dia da Criança Africana (16 de junho), com destaque para o projeto da grelha elétrica que regula o nível de gordura existente nos alimentos que as pessoas consomem, invenção de Enoque Xavier, de 14 anos de idade.

O jovem inovador apresentou ainda um outro projeto que visa ajudar o ser humano a acender a lâmpada por intermédio do batimento da palma da mão, como se tratasse de um controlo remoto.

MAIS: Instituto Superior Politécnico do Uíge promove feira tecnológica

Já a pequena Samira Isabel, de 10 anos de idade, também membro do projeto “Candengue Cientista”, apresentou a montagem de uma placa que facilita no ensaio dos circuitos simples, bem como compostos.

Para o administrador municipal de Viana, Demétrio de Sepúlveda, o evento tecnológico vem para mostrar o que de bom se faz ao nível tecnológico pelas crianças residentes nesta circunscrição.

O responsável apelou aos pais e encarregados de educação uma maior atenção na formação das crianças de modo a salvaguardar o futuro dos pequenos.

Consultório MenosFios. Eis tudo que precisa saber sobre o Threads

A empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, a Meta, lançou esta quinta-feira, dia 6, uma nova rede social – de nome Threads. Mais do que apresentar uma plataforma digital diferente das suas outras propostas, o objetivo da Meta passa por rivalizar com o Twitter de Elon Musk que, nos últimos meses, não tem tido falta de polémicas.

A nossa visão da Threads é pegar no que o Instagram faz melhor e expandir isso para texto, criando um espaço positivo e criativo para expressares as tuas ideias, pode ler-se na publicação de blogue partilhada pela Meta esta quarta-feira, dia 5.

No Consultório MenosFios de hoje mostramos tudo o que deve saber sobre essa mais recente rede social que ultrapassou os 10 milhões de utilizadores em apenas sete horas.

Ao entrar na Threads é fácil perceber as semelhanças com o Twitter, ainda que tenha um design mais inspirado pelo Instagram. Poderá seguir pessoas, ver as publicações que partilharem e curtir, comentar e partilhar.

Também há um ‘feed’ próprio, o qual mistura não só conteúdo de pessoas que segue como também conteúdo (partilhado por pessoas que não segue) recomendado pelo algoritmo da plataforma.

Na rede social é permitindo que você poste textos, imagens e respostas. A diferença é que haverá um ícone de partilha para compartilhar os posts diretamente com outras redes da Meta, como Facebook, Instagram e WhatsApp.

Além disso, a rede social da Meta estará conectada ao Instagram, o que significa que você poderá usar o mesmo login e nome de usuário, apenas transferindo a sua conta para a nova plataforma.

A grande diferença entre a Threads e o Twitter está na abordagem descentralizada da proposta da Meta. Mas o que significa isto? Significa que, tal como acontece com outras redes sociais com esta abordagem (como a Mastodon), os utilizadores da Threads podem mover o seu conteúdo e interagir com outros utilizadores em diferentes apps

Ainda que este princípio de descentralização ainda não esteja presente, acredita-se que no futuro será possível ver publicações da Threads em outras redes sociais com estes mesmos princípios.

Acreditamos que esta abordagem descentralizada, à semelhança dos protocolos que governam o e-mail e a própria web, desempenhará um papel importante no futuro das plataformas online, escreveu a Meta.

A Threads foi criada como um espaço de interação, onde as pessoas podem se reunir e discutir uma variedade de temas.

O objetivo é incentivar a formação de comunidades, tanto entre indivíduos quanto entre empresas por meio de recursos como a partilha de textos, imagens, curtidas e comentários. A plataforma possibilita que os usuários se conectem, explorem interesses em comum e troquem ideias.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Ligação por fibra óptica entre Angola, RDC e Zâmbia vai contribuir no desenvolvimento económico da SADC

A ligação terrestre por fibra óptica, entre Angola, República Democrática do Congo e a Zâmbia vai contribuir, sobremaneira, no desenvolvimento económico dos três países e bem-estar dos povos, segundo o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira.

Ao falar no ato que marcou a inauguração da entrada em funcionamento do cabo de fibra óptica na presença dos Presidentes da República de Angola, João Lourenço, da Zâmbia, Hakainde Hichilema, e da RDC, Félix Antoine Tshisekedi, o ministro salientou que a conexão vai permitir uma melhoria significativa no sistema de comunicação entre os três países.

Com esta ligação, estamos a prestar um grande contributo para a integração regional, no âmbito da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), e do continente africano, no geral”, disse Mário Oliveira, onde no ato foi feita foi uma videochamada, com os homólogos da República Democrática do Congo e da Zâmbia.

MAIS: Cabo submarino de fibra óptica melhora acesso à internet em Cabinda

O dirigente informou ainda que, a partir da última terça-feira(04), a Zâmbia e a República Democrática do Congo estão em condições de escoar o tráfego de telecomunicações por via dos cabos submarinos que atracam em Luanda (Angola) e, através deles, conectar-se com o resto do mundo.

Esta ligação, vai, com certeza, reforçar as comunicações na região”, disse, reiterando que com esta ligação, as economias dos três países estarão em condições de dar passos significativos de crescimento, o que vai contribuir para o bem-estar dos seus povos.

Mário Oliveira finalizou com empenho e dedicação dos responsáveis técnicos das empresas que, segundo o governante, não pouparam esforços para a concretização do projeto. Referiu que a Angola Telecom e a Unitel, por parte de Angola, a Liquid da República Democrática do Congo (DRC), bem como a empresa da Zâmbia, que segundo o governante, junto contribuíram para que este importante meio de comunicação, que representa o futuro e o desenvolvimento dos países fosse uma realidade.

Microsoft nega violação de dados por hacktivistas do “Anonymous Sudan”

A Microsoft negou as alegações dos chamados hacktivistas “Anonymous Sudan” de que violaram os servidores da empresa e roubaram as credenciais de 30 milhões de contas de clientes.

Nos últimos meses, conforme é referido, os Anonymous Sudan dedicam os seus esforços na elaboração de ataques de negação de serviço distribuído (DDoS) contra entidades ocidentais. Agora, o grupo confirmou a sua afiliação com hacktivistas pró-russos como o Killnet.

No mês passado, a Microsoft admitiu que o Anonymous Sudan foi responsável por interrupções e falhas de serviço no início de junho que afetaram vários dos seus serviços, incluindo o Azure, o Outlook e o OneDrive. Ontem, os hacktivistas alegaram terem “hackeado com sucesso a Microsoft” e “acedido a uma grande base de dados contendo mais de 30 milhões de contas, e-mails e palavras-passe da Microsoft“.

O Anonymous Sudan ofereceu-se para vender esta base de dados aos interessados por 50.000 dólares (cerca de 46 mil euros) e instou os compradores interessados a entrarem em contacto com o seu bot do Telegram para organizarem a compra dos dados.

MAIS: Ataque DDoS deixou marcas no Outlook e OneDrive, revela a Microsoft

O post até inclui uma amostra dos dados que eles ofereceram (supostamente roubados da Microsoft) como prova da violação e avisou que a Microsoft negaria essas alegações.

O grupo forneceu 100 pares de credenciais, mas a sua origem não pôde ser verificada (dados antigos, resultado de uma violação num servidor de serviços de terceiros, roubados dos sistemas da Microsoft).

Contactada para prestar algumas informações sobre a validade das afirmações do Anonymous Sudan, um porta-voz da empresa negou categoricamente quaisquer alegações de violação de dados.

Neste momento, a nossa análise dos dados mostra que esta não é uma reivindicação legítima e que se trata de uma agregação de dados.

Disse um representante da empresa ao BleepingComputer.

O porta-voz foi mais longe e afirmou que a empresa não tem qualquer prova que os dados dos seus clientes tenham sido acedidos ou comprometidos.

De momento, não é claro se a investigação da Microsoft está concluída ou se está a decorrer. Além disso, ainda não se sabe qual será a reação da empresa à potencial divulgação pública dos dados.

Estado negocia venda do capital da Movicel

De acordo com o jornal Expansão, na sua edição desta sexta-feira(07/07), o Estado está a negociar com um investidor estrangeiro africano a entrada no capital social da Movicel, com capacidade para “pôr o dinheiro” necessário para salvar a empresa.

MovicelA operadora que perdeu mais de 2 milhões de clientes nos últimos cinco anos, tem muitos dos seus equipamentos desligados, o que implica graves problemas na cobertura de rede, além de ter perdido quase metade dos trabalhadores, passando de mais de 1 milhão para cerca de 600 mil.

Ao que o Expansão apurou, os salários são pagos com atraso, os colaboradores queixam-se de descontos injustificados e perda de algumas regalias, como, por exemplo o seguro de saúde para todos.

Também numa visita que o Expansão fez às principais lojas de Luanda foi possível constatar estarem sem movimento. As prateleiras das lojas que ficavam cheias de telemóveis e acessórios estão hoje praticamente vazias. Junta-se o aspeto degradado do exterior das lojas que levanta dúvidas sobre se estão a funcionar, com exceção daquelas que estão nos centros comerciais.

Uma agonia agravada pelo estado das contas da empresa, com dívidas enormes ao Estado e aos fornecedores. Muitos destes já cortaram o fornecimento de serviços e outros estão já a avançar para cobranças coercivas. Um cenário que é muito pouco atrativo para os investidores, sejam eles nacionais ou estrangeiros. Ainda assim tem havido conversas com alguns interessados, sendo que o Expansão confirmou que nesta altura decorrem negociações avançadas com um operador africano, num negócio que poderá ficar fechado nas próximas semanas.

“Se for um economista a analisar o dossier, é um péssimo negócio. Agora se for um engenheiro, é um excelente negócio. A Movicel tem um ativo que cobre todas as suas dívidas, as infraestruturas. Apesar de não estar a funcionar, a empresa tem uma capilaridade nacional semelhante à Unitel. A “parte de leão” deste negócio existe e só precisa de ser reativada. Vejamos-se os problemas que a Africell tem tido para fazer crescer a sua atividade, exatamente porque não têm infraestruturas”, explica uma fonte ligada às negociações com o potencial investidor.

O Expansão apurou também que para pôr a funcionar estas infraestruturas e equipamentos de forma que possam cobrir eficazmente, pelo menos, os cinco principais centros de consumo do País – Cabinda, Luanda, Benguela, Huambo e Lubango – serão necessários cerca de 100 milhões USD. Que seriam gastos na compra de geradores para garantirem o funcionamento das antenas espalhadas pelos 164 municípios, compra de algum equipamento que foi roubado ou vandalizado, atualização de softwares, substituição de fibra que foi cortada, etc.

A este valor tem de juntar-se o investimento em locais e meios para relançar a atividade comercial, modernização do sector administrativo e fundo de maneio para garantir a operação. Ou seja, no mínimo, a Movicel precisaria nesta fase de 150 milhões USD para voltar a trabalhar com “normalidade”. E ainda ficam a faltar as dívidas ao Estado e fornecedores.

“No que se refere às dívidas ao Estado, posso informar que isso nunca será um problema para alavancar a Movicel. Sobre as outras dívidas a diversos fornecedores, nós podemos ajudar a renegociar, o que, aliás temos feito, uma vez que conseguimos congelar várias execuções coercivas nesta fase para que a operadora não parasse”, explicou uma fonte do ministério que está diretamente ligada às negociações. Aliás, isto mesmo foi prometido ao potencial interessado.

Isto quer dizer que o Estado vai ser flexível e dar tempo à empresa para poder voltar a ter condições de gerar mais-valias para pagar estes atrasados, ao mesmo tempo que vai “pressionar” os outros fornecedores a terem a mesma paciência.

Mário Oliveira. Governo vai focar-se em tornar a tecnologia acessível a todos angolanos

O Governo Angola vai continuar a enveredar esforços para tornar a tecnologia acessível a todos os angolanos, segundo o ministro das Telecomunicações, Tecnologias da Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira.

O dirigente que falava na edição de 2023 do AngoTic, maior evento internacional de tecnologias, comunicações e inovações de Angola, salientando que o evento focou-se em “dar tecnologia à economia para o desenvolvimento do país”.

Para mim, o mais importante não é o que foi gasto no Angotic. O mais importante é dar tecnologia ao povo angolano“, disse Mário Oliveira.

MAIS: [AngoTIC 2023] Sector tecnológico angolano está em “franco crescimento”

Sobre o balanço do Angotic 2023, o ministro revelou que o balanço do evento foi muito positivo e felicitou os jovens criadores e startups, avançando também que estiveram 60 empresas no fórum, cerca de 90 startups, e que os investidores estrangeiros mostraram-se “interessados em alguns produtos apresentados pelas nossas startups”.

Com duração de três dias, a edição deste ano abordou temas como a “Indústria espacial e tendências”, “Modelo de negócio para a tecnologia espacial”, “Metaverso para revolucionar o futuro do entretenimento, conteúdos e comércio”, “Conectividade e modernização tecnológica”.

O ANGOTIC é um evento global de tecnologias de informação e comunicação, realizado e promovido pelo Governo de Angola, através do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social.

O evento visa promover o debate em torno de temas atuais, globais e futuros das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), a partilha de conhecimentos e facilitar o networking para entidades governamentais, expositores, especialistas, apresentar as inovações, bem como as tendências do sector.

[Moçambique] Jovens criam solução tecnológica para profissionais calcularem o seu valor no mercado

Um grupo de jovens inovadores moçambicanos criaram uma plataforma que permite que os profissionais possam saber ou estimar, calcular e partilhar os seus salários, onde o objetivo crucial da inovação tecnológica é dar informações precisas a quem pretende ingressar a uma profissão, sabendo já antecipadamente o seu valor dependendo dos anos de experiência, indústria ou sector de atuação.

Denominada Wei, a solução tecnológica contém dados para várias áreas profissionais, com destaque para as de Engenharia Informática, Direção de Arte, Design, Saúde, entre outras, segundo Ivan Billa, um dos fundadores do projeto.

MAIS: Moçambique: Jovens lançam plataforma de compra e venda de artigos em segurança

Com a plataforma, os usuários podem estimar, pesquisar e comparar dados salariais (baseados nos inquéritos preenchidos pela comunidade) a partir de vários sectores, para poderem “também impactar esta causa partilhando os teus dados salariais de forma anónima”, informa em comunicado oficial.

Um outro objetivo na criação da Wei, é eliminar o tabu quando o assunto é salário e através da tecnologia promover mais transparência e menos desinformação, sendo que a mesma compila dados dos inquéritos feitos pela equipa de 2019 a 2021 junto da comunidade de profissionais de Moçambique, com especial atenção aos engenheiros informáticos.

Ransomware representa 58% das vendas de malware as a service

Um novo estudo da equipa de Digital Footprint Intelligence da Kaspersky, onde foram analisadas 97 famílias de software malicioso distribuídas através da dark web, revela que o ransomware é o tipo de malware as a service (MaaS) mais prevalente nos últimos sete anos.

Os especialistas, que examinaram a venda de famílias de malware, além de chats, publicações e anúncios de pesquisa nos recantos mais obscuros da Internet, detalham que o ransomware representa 58% de todo o MaaS distribuído entre 2015 e 2022. A capacidade de gerar lucros avultados em menos tempo do que outros tipos de malware é a principal razão do seu sucesso.

Os infostealers representam 24% do MaaS distribuído durante o período em análise. Este tipo de software malicioso é concebido para roubar dados, como credenciais e palavras-passe, mas também informação de cartões e contas bancárias, histórico do browser ou dados encriptados de carteiras.

A equipa da Kaspersky explica que os serviços de roubo de informação são pagos através de um modelo de subscrição, com o preço a variar entre 92 e 280 euros por mês. Os atacantes também podem obter acesso a serviços adicionais por uma taxa extra.

MAIS: Ransomware continua a ser uma grande ameaça, com mais de 60% dos ataques dirigidos as MPEMs

Botnets, downloaders e backdoors compõem 18% de todo o MaaS identificado pelos investigadores, que indicam que este tipo de ameaças têm frequentemente como objetivo descarregar e executar outro software malicioso nos equipamentos das vítimas.

Os analistas da Kaspersky indicam que os cibercriminosos exploram as plataformas MaaS são habitualmente conhecidos como operadores. Já os que compram estes serviços são conhecidos como afiliados.

Ao fecharem um negócio, os afiliados recebem acesso a componentes como painéis de comando e controlo, programas para a criação rápida de amostras únicas de software malicioso, assim como atualizações de malware e de interfaces, apoio, instruções e alojamento.

Alguns tipos de MaaS, como os infostealers, permitem que os afiliados criem os seus próprios grupos e equipas para executar ciberataques. Estes grupos e equipas, que tomam o nome Traffers, tem como objetivo distribuir malware de modo a aumentar os lucros.

Como realça Alexander Zabrovsky, analista na equipa de Digital Footprint Intelligence da Kaspersky, compreender como está estruturado o mercado de comercialização de bens ilícitos, incluindo malware e dados roubados, é um dos passos fundamentais para compreender os métodos e motivações dos cibercriminosos, algo que pode ajudar as empresas a desenvolver estratégias eficazes para evitar ciberataques.

Tecnologia acelera entrega de assentos de nascimento na Caála

A digitalização dos assentos de nascimento da Direção de Registos e Modernização Administrativa do município da Caála, província do Huambo, melhorou os serviços públicos na localidade, sendo que pela primeira vez, foram entregues mais de 788 cédulas e assentos de nascimentos em formato digital.

Essa informação foi revelada pelo diretor local do Registo e Modernização Administrativa, José de Rosário Diogo, em entrevista a ANGOP, informando que ação é inserida no programa de intensificação do processo de atribuição de cédulas e assentos de nascimentos, levado a cabo pela Administração do município da Caála.

MAIS: Projetos inovadores em destaque na II edição do TIC-Huambo

Um outro fator no uso da tecnologia na emissão de documentos é para evitar a duplicação de registos e, em simultâneo, dinamizar o processo de atribuição de cédulas e assentos de nascimentos.

O Diretor frisa ainda que a digitalização dos documentos é um processo diferente do que era feito antes, onde foi concebido para melhorar as condições de recolha de dados e simplificar os métodos de atribuição das cédulas e assuntos de nascimentos.

De acordo com os números revelados, em 2022, por via dos processos fora dos formatos digitais, foram emitidos mais de 50 mil cédulas e igual número de assentos de nascimentos, principalmente, nas comunidades rurais

Maior parte dos sites compartilham informações de pesquisa com terceiros, revela estudo

Pesquisadores de segurança da Norton descobriram que 81% dos principais sites atualmente vazam informações sobre pesquisas na internet. Ou seja, oito em cada dez repassam os dados dos usuários a terceiros, geralmente anunciantes.

“Esses sites abrangem todas as categorias imagináveis ​​– adulto, compras, viagens e até saúde. Os termos de pesquisa coletados por esses sites podem incluir preferências sexuais e identidade de gênero, hábitos de compra e informações médicas”, disse Daniel Kats, pesquisador sénior da Norton no relatório.

Os pesquisadores analisaram, por meio de inteligência artificial, cerca de 1 milhão dos principais sites para ver as suas políticas de privacidade. O resultado foi preocupante, pois apenas 13% das políticas faziam menção explícita sobre como eram usados os termos de pesquisa dos usuários.

MAIS: Invasão de dados pessoais atingem cerca de 50 milhões de usuários

A maioria dos sites (75%) mencionavam a partilha de dados com declarações genéricas como “a partilha de informações do usuário com terceiros”, não deixando explícito como esses dados seriam usados.

A ocultação dessas políticas de privacidade tornam o usuário exposto a ter os seus dados vendidos para empresas e anunciantes, e dificultam com que ele interrompa a exposição dos seus termos pesquisados na internet.