
O WhatsApp renovou há já algum tempo a sua app para desktop de forma profunda, mas a antiga, ainda que com algumas limitações, continuava a funcionar e são muitos aqueles que ainda não mudaram. Mas agora deixam de ter opção.
O WhatsApp encerrou oficialmente a sua app para desktop baseada em Electron no Windows. Neste momento, está a solicitar aos utilizadores que mudem para a aplicação nativa recém-lançada para voltarem a ter acesso ao serviço e sem problemas.
A mudança é óbvia e tem como objetivo dar uma experiência de mensagens mais otimizada, estável e rica em recursos em dispositivos desktops. Contudo, dadas as novidades, alguns utilizadores mostraram-se resistentes e insatisfeitos com a transição rápida e a falta temporária de ferramentas de negócios na app nativa.

Na realidade, a este passo de descontinuar a app não foi inesperada. O WhatsApp notificou os utilizadores há mais de 4 semanas, com uma contagem regressiva diretamente no menu principal da app. Agora a mensagem que recebem ao abrir a app, desde hoje, é de que a aplicação expirou e que para continuar têm que abrir a nova app.
Há também uma ligação direta para desinstalar a aplicação antiga do PC, para poder manter tudo mais organizado.
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WhatsApp para desktop mais integrada
A estrutura do Electron permite que os programadores criarem aplicações para desktop multiplataforma com recurso a tecnologias Web, desenvolvendo uma única base de código que funciona em diferentes sistemas operativos, como Windows e macOS. No entanto, não são realmente otimizados, pois, são desenvolvidos para funcionar em diferentes sistemas e podem consumir muitos recursos.
As aplicações nativas podem, evidentemente, oferecer uma interface de utilizador mais fluida e intuitiva, melhor capacidade de resposta e maior estabilidade. Assim, o WhatsApp é capaz de garantir um serviço de mensagens mais robusto e confiável.
Portanto, se ainda não mudou, ou utiliza a versão Web, ou avança com a instalação da nova versão, para continuar a usufruir do serviço de mensagens.



Mário Oliveira fez a revelação durante uma visita da delegação dos Comités de Contas Públicas da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADCOPAC), encabeçada por Warren Chisha Mwambazi. Em declarações à imprensa, no final do encontro com a comitiva, o ministro salientou que o processo faz parte desiderato de transformar Angola num hub das telecomunicações.
Após serem lançadas e serem popularizadas em apps como o Snapchat e o Instagram, parece que as Stories vão chegar a mais uma app – a app de mensagens 

Entre as ciberameaças mais proeminentes identificadas no relatório da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal, uma organização intergovernamental com 195 países membros) estão as campanhas de comprometimento de correio eletrónico empresarial. Estas são de baixo custo e baixo risco, mas muito lucrativas para os cibercriminosos.


