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Segunda-feira, Abril 13, 2026
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[Moçambique] IIAM quer gerar novas tecnologias para resiliência dos produtos

Contribuir para o acesso dos produtos à informação técnica e tecnologias agrárias necessárias para aumentar a sua capacidade de resiliência às mudanças climáticas é uma das perspetivas do Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM).

O país tem vindo a sofrer, nos últimos anos, duros impactos causados por este fenómeno, por isso o IIAM quer acelerar o processo de geração disseminação de tecnologias para acompanhar a dinâmica das alterações climáticas, socioeconómicas e os interesses da indústria e do consumidor.

Segundo Olga Fafetine, diretora-geral do IIAM, que falava nas jornadas Científicas da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), a instituição vai canalizar todo o esforço de investimento para a geração das tecnologias de modo a responder aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, emergência de doenças e pragas, variação do interesse do mercado e indústria, evolução da situação económica dentro e fora do país.

Segundo Fafetine, a pesquisa desenvolvida pelo instituto abarca todas as cadeias agrícolas produtivas básicas e de rendimento, para além das linhas de investigação relacionadas com as ciências animais.

A diretora acrescentou que a geração de resultados de investigação agrária requer um trabalho contínuo e longo, que se complementa volvidos muitos anos.

O IIAM participou em projetos conjuntos de pesquisa com os seus parceiros dos centros internacionais de investigação, instituições académicas nacionais, institutos congéneres da região austral de África, que geraram e/ou validaram tecnologias novas e produtos prontos para serem disseminados e utilizados pelos produtores”, disse.

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Olga Fafetine referiu que a missão do IIAM é gerar conhecimento e soluções tecnológicas para o agronegócio, segurança alimentar e nutricional.

Neste contexto, a instituição pesquisa todas as componentes necessárias para a geração de pacotes tecnológicos para todas as culturas potenciais nas zonas agroecológicas e para os diferentes sistemas de produção”, afirmou.

Segundo ela, as pesquisas desenvolvidas pela instituição é apoiada por uma série de programas transversais para todas as culturas, como, por exemplo a proteção de plantas, maneio integrado de pragas e doenças, produção de fertilizantes, biotecnologia, estudos socioeconómicos, controlo de qualidade, laboratórios de solos, entre outros.

Fafetine indicou que as cadeias básicas produtivas abarcam cercais (milho, arroz, mapira e trigo), leguminosas de grão (feijões vulgares, nhemba e boer), raízes e tubérculos (mandioca e batata-doce) e as hortícolas (tomate, repolho, cebola e alho).

Já na cadeia produtiva de rendimento inclui soja, gergelim, algodão, batata-rena, girassol, óleo de palma, fruteiras e florestas.

Consultório MenosFios: Como ajudar os seus filhos a manterem-se mais seguros no mundo digital

Está preocupado com o tempo que os seus filhos passam online? Embora muitos pais que tentem criar hábitos digitais saudáveis nas suas famílias, encontrar um equilíbrio nem sempre é uma tarefa fácil. Muitos sentem dificuldade em ser modelos para os seus filhos e em seguir eles próprios as regras que estabelecem para os mais novos.

É importante estabelecer regras com conta, peso e medida: tanto para adultos como para os mais novos e a experiência mostra que, por vezes, os ambientes demasiado restritivos podem trazer uma falsa sensação de segurança e problemas acrescidos.

A redação da MenosFios já por várias vezes falou da utilização dos modos de controlo parental que podem ajudar a tornar a experiência dos seus filhos com a tecnologia mais segura. No Consultório MenosFios podes ver como aplicar estes sistemas de restrição de acesso a conteúdos para adultos nas redes sociais como o TikTok ou em plataformas como o YouTube, sem esquecer a Play Store da Google e o Windows 10.

Sugerimos que, antes de aplicar qualquer modo de controlo parental, fale com os seus filhos, de modo a explicar-lhes os motivos que suportam as decisões que vão ser tomadas, aproveitando para falar sobre situações que podem parecer aparentemente inofensivas para os mais novos, mas que se podem tornar ser perigosas.

eBook Pais, filhos & tecnologia, do Centro Internet Segura, explica que respeitar os direitos das crianças online e capacitá-las a prosperarem no ambiente digital são aspetos fundamentais de uma parentalidade digital positiva. Aqui é importante que oriente os seus filhos por meio de conversas e da confiança, oferecendo também experiências de vida real como alternativa às atividades digitais.

Tendo em conta as recomendações dos especialistas, no Consultório MenosFios de hoje reunimos um conjunto de conselhos úteis que deverá ter sempre em conta.

Conheça as recomendações ao detalhe:

– Em vez de fazer restrições diretas, que podem resultar em problemas acrescidos, opte por orientar os mais novos para um uso adequado das ferramentas digitais, de modo que as crianças possam aprender consigo.

– Verifique se as plataformas a que os seus filhos acedem são apropriadas para as suas idades, sejam websites, redes sociais ou jogos online. Eduque-se sobre as mesmas, pesquisando recursos de confiança e perguntando a outros pais.

– Fale com os seus filhos sobre os riscos associados à navegação na Internet e reforce a importância de não partilhar informações pessoais, fazendo com que os mais novos entendam que nem todas as pessoas são de confiança no mundo online e que, sempre que possível, devem apenas comunicar com pessoas que conhecem no mundo real.

– Verifique as definições de privacidade das plataformas que os seus filhos frequentam, assegurando-se, por exemplo, que não permitem o acesso a imagens e vídeos pessoais.

– Os mais novos também têm direito à privacidade e “bisbilhotar” as suas conversas são uma estratégia que pode acabar por ter um resultado mais negativo do que o esperado, resultado numa quebra de confiança. Assim, deverá certificar-se de que os seus filhos têm confiança para falar consigo, ou com outro adulto de confiança, caso algo sério acontecer.

– Recorra aos modos de controlo parental de modo a orientar os mais novos numa navegação online responsável e segura.

– Elaborar regras é fundamental e, além de ter em conta as necessidades da sua família, é importante que envolva os seus filhos no processo. Deverá explicar os mais novos as suas expetativas, por exemplo, em relação ao tempo que passam online, assim como o que acontece quando não respeitam os limites definidos. Note também que, para lá do tempo passado em atividades relacionadas com a escola, as crianças também devem ter tempo para atividades sociais e de lazer online.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

TVs comunitárias piratas já abrangem 6% do sector das comunicações

As TVs comunitárias piratas já abrangem 6% do sector das comunicações segundo o CEO da DSTV em Angola, Glauco Ferreira, em entrevista ao NOVO JORNAL, mostrando que têm ganho cada vez mais “clientes” e continuam a prejudicar os negócios das três operadoras.

O gestor frisa que “há três tipos de piratarias: um é a rede comunitária, que são de pessoas que pegam cabos de fibra e se conectam; um segundo modelo de pirataria é a venda de android box, em que já lá dentro vêm colocadas as TV também por pirataria; o terceiro são os endereços de internet (IPs) em que se pode assistir às redes piratas”, disse.

Glauco Ferreira revelou que num trabalho conjunto com o INACOM e o SIC, muito recentemente foi possível identificar “uma série de IPs de internet piratas” e desmantelar essas redes piratas.

MAIS: Pirataria e crise tiram quase 300 mil subscritores aos operadores de televisão paga no país

Nos últimos tempos a pirataria tem crescido “perante a inércia do INACOM”, frisam as principais operadoras de televisão por assinatura, serviço esse sendo feito por operadores ilegais, que não são contribuintes fiscais e não tem licenças de distribuição de canais, nacionais e estrangeiros e que estão protegidos por direito de autor e distribuição e que custam avultadas somas anualmente às operadoras.

Apesar de haver legislação que salvaguarde o papel das operadoras, a falta de fiscalização e de policiamento nos bairros tem feito prosperar um negócio ilegal que tem criado nos bairros autênticos “novelos de lã” sendo os fios instalados nas ruas e nas casas.

[AngoTIC 2023] Maior evento nacional de tecnologias e inovações já tem data

A edição de 2023 do maior evento internacional de tecnologias, comunicações e inovações, denominado ANGOTIC, ocorrerá de 12 a 14 de junho próximo, que terá como tema “Conectividade e Modernização Tecnológica”.

A informação foi revelada nesta quarta-feira num evento orientado pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira.

” O Angotic visa promover o debate em torno de temas, atuais, globais e futuros das TIC´s, a partilha de conhecimentos, o networking para entidades governamentais, expositores, especialistas e a apresentação das inovações, bem como das tendências do sector”, pode ler-se no site oficial do evento.

Dessa forma o Angotic volta a ocorrer após 2 anos, suspensa em razão da pandemia de Covid-19, certame que vem para contribuir no fomento das indústrias de telecomunicações e tecnologias de informação, turismo tecnológico, bem como para a atualização das plataformas digitais no fomento da agricultura de precisão, da saúde, educação, preservação do ambiente e investigação científica.

A edição de 2020 iria ser dedicada para as ‘startups’ obterem financiamentos e outros ‘inputs’ para o seu desenvolvimento. O fórum e a feira iriam proporcionar às startups uma oportunidade de firmarem acordos de financiamento com instituições bancárias e outros apoios que visam o crescimento técnico e tecnológicos.

iPhones antigos vão parar de receber atualização

Se tem um iPhone com o sistema iOS 11 talvez seja a altura certa para atualizar o sistema operativo uma vez que, no começo de maio, deixarão de estar disponíveis algumas funcionalidades dos serviços da Apple.

O alerta foi partilhado através do Twitter pela página @StellaFudge, onde é indicado que os dispositivos com o iOS 11 até à versão iOS 11.2.6 deixarão de ter acesso à loja de aplicações App Store, à app de navegação Maps, à assistente digital Siri, entre outras funcionalidades.

MAIS: Saiba agora se o iOS 17 vai chegar ao seu iPhone

Se tem a possibilidade de atualizar o iPhone é provável que queira aproveitar o momento para o fazer, mas, caso tenha um telemóvel que não pode aceder às mais recentes versões do iOS, talvez esteja na altura de adquirir um novo modelo da Apple.

Quanto a esta mudança é expectável que a Apple envie uma notificação a alertar para a mudança assim que esta estiver prestes a ser aplicada.

Mulheres angolanas devem apostar na Educação Digital

As mulheres angolanas devem apostar na Educação Digital, de modo a contribuir no desenvolvimento tecnológico do país e no seu empoderamento, segundo a diretora da Ação Social, Família e Igualdade de Género, no Moxico, Ester Vumbi.

A diretora falava no ato provincial em alusão ao Dia Internacional da Mulher, onde informou que é crucial as mulheres da sociedade envolverem-se nas tecnologias de informação para se efetivar a sua autonomia social.

Ester Vumbi sublinha que a conquista da emancipação e dos direitos das mulheres depende, fundamentalmente, do espírito de partilha de experiência e conhecimentos entre as diferentes organizações, com o intuito de identificar os diferentes problemas e encontrar soluções conjuntas, elevando, deste modo, o seu estatuto no desenvolvimento do país.

MAIS: Mulheres angolanas pedem mais oportunidades para inclusão digital

Por seu turno, o político Victor da Silva, enalteceu as conquistas e o papel desempenhado pelas mulheres angolanas, durante os períodos mais difíceis da história do país, marcado por vários conflitos armados.

Segundo a fonte, a determinação e engajamento das mulheres, em todas as esferas, têm sido cruciais para o desenvolvimento do país e para a sua emancipação, liderança e empoderamento.

 Encorajou essa classe a continuar a desempenhar o seu contributo na defesa e integridade nacional, redução da pobreza, bem como a promoção dos valores morais.

Empresa australiana recusa pagar resgate exigido por piratas informáticos

A empresa australiana Latitude Financial afirmou hoje que recusou pagar um resgate exigido por piratas informáticos que roubaram os dados pessoais de milhões de clientes.
A empresa financeira de crédito informou em março que os ‘hackers’ tinham roubado a informação pessoal de cerca de 14 milhões dos seus clientes australianos e neozelandeses.

A Latitude Financial disse ter recebido recentemente uma nota de resgate do grupo e que a ignorou, de acordo com os conselhos do Governo.

Não recompensaremos comportamentos criminosos, e não acreditamos que o pagamento de um resgate resulte na devolução ou destruição de informação roubada“, afirmou numa informação enviada à Bolsa de Valores australiana.

Segundo a empresa, foram roubadas 7,9 milhões de cartas de condução australianas e neozelandesas, assim como dados de 53 mil passaportes.

Mais de seis milhões de registos que datam de pelo menos de 2005 e que contêm informações como nomes, moradas, números de telefone e datas de nascimento foram também roubados.

MAIS: Empresas angolanas devem evitar negociar resgate com criminosos cibernéticos, recomenda especialista

A ministra dos Assuntos Internos australiana, Clare O’Neil, disse que ceder a hackers “apenas alimenta o modelo empresarial de resgate“.

Comprometem-se a tomar medidas em troca de pagamento, mas muitas vezes perseguem novamente empresas e indivíduos“, acrescentou.

Nos últimos meses, os ‘hackers’ atacaram algumas das maiores empresas da Austrália numa série de ataques separados que colocaram as autoridades em alerta máximo.

Os ‘hackers’ russos foram acusados de aceder a milhares de registos médicos do gigante de seguros australiano Medibank, numa tentativa de resgate mal sucedida, no final de 2022.

A empresa de telecomunicações Optus também sofreu uma violação maciça de dados em setembro de 2022. Os ‘hackers’ conseguiram então aceder aos dados de cerca de 9,8 milhões de pessoas.

BCI vai financiar startups viradas ao agronegócio no Angola Startup Summit 2023

O Banco de Comércio e Indústria (BCI) vai financiar com dez milhões de kwanzas as Startups que criarem projetos virados à cadeia do agronegócio, no âmbito da 2.ª edição do Angola Startup Summit 2023, a decorrer de 27 a 29 de abril próximo.

A informação foi revelada pelo presidente da Comissão Executiva do BCI, Renato de Assunção Borez, durante a apresentação do briefing bissemanal do Ministério da Economia e Planeamento.

A reunião serviu ainda para passar o ponto de situação sobre a preparação do  2.ª edição do Angola Startup Summit 2023, os métodos de adesão à feira, a qualidade de expositor ou startuper assim como o itinerário que durante três deverão guiar os participantes ao evento.

De acordo com Bruno Albernaz, PCA da Eventos Arena, que também participou no briefing, até agora, 101 das 200 empresas convidadas a participar ao certame manifestaram interesse em se juntar à feira prevista para arrancar daqui há duas semanas.

O gestor principal da entidade responsável pela produção do evento, sublinhou, ainda, que os custos de entrada para os visitantes estarão na ordem dos mil Kwanzas, enquanto que o emolumento a ser pago pelo espaço por cada expositor, rondam a partir dos 85 mil kwanzas, até 1 milhão, dependentemente do espaço solicitado.

A nossa instituição tem reforçado a mensagem no sentido de atrair o maior número possível de Startups a nível do país, e, claro, apostar também na promoção das ideias inovadoras que visam criar aproximação entre os grupos distintos do ecossistema das Startups”, disse Bráulio Augusto, Administrador Executivo do Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (INAPEM).

MAIS: Huambo vai contar com várias startups na 2ª edição do Angola Startup Summit

Segundo ainda o INAPEM, esta edição do Angola Startup Summit irá fomentar o surgimento de novas Startups através da troca de experiência, permitir a otimização de negócios, investimentos e cooperação com instituições que intervém no ecossistema das Startups, bem como contribuir para a atrair o interesse de potenciais investidores em projetos tecnológicos.

Ainda sobre o 2ª edição do Angola Startup Summit, a ideia é reunir a juventude criadora de projetos digitais, onde por isso pretende-se colocar estes jovens com muitas boas ideias, para serem ouvidas pelos investidores e ter-se maior noção sobre o que estão a se fazer, e deste modo mobilizar-se os bancos para “comprar” as ideias, fazê-las crescer e torná-las mais sustentáveis para participarem do processo de fomento da produção nacional mais ativamente.

[Moçambique] MCTES lança cursos on-line de segurança cibernética

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) de Moçambique, através do Instituto Nacional das Tecnologias de Informação e Comunicação (INTIC), lançou recentemente uma gama de cursos on-line sobre comportamentos seguros no espaço cibernético.

A iniciativa, que prevê alcançar cerca de 2000 cidadãos, visa promover a interação em matérias de segurança cibernética com a sociedade e partilhar conhecimentos, em larga escala, através de cursos abertos, massivos e on-line, para os cidadãos moçambicanos, em geral, incluindo funcionários do sector público, academia e jornalistas.

MAIS: [Moçambique] MCTES traça planos para dinamizar atividades de inovação e digitais

Na ocasião, o administrador para área corporativa do INTIC, Luís Canhemba, frisou que a ação se enquadra no Programa número 25 da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética aprovada pelo Governo de Moçambique, que prevê o desenvolvimento de programas de consciencialização sobre os riscos associados ao uso do espaço cibernético.

No total são quatro cursos on-line, contínuos, designadamente cidadão ciberseguro, cidadão ciberinformado, consumidor ciberseguro e cidadão cibersocial, ministrados em língua portuguesa e desenhados em colaboração com o Centro Nacional de Cibersegurança (CNSC) de Portugal. Os cursos acontecem na esfera da cooperação entre as duas instituições, estando disponíveis no sítio do INTIC, IP e do CSIRT.

Samsung vaza dados confidenciais próprios com uso de ChatGPT

Os últimos meses têm sido marcados pela ascensão do ChatGPT enquanto ferramenta de trabalho, isto ao mesmo tempo que várias entidades têm alertado para potenciais vulnerabilidades de segurança na ferramenta de Inteligência Artificial.

Pois bem, diz o site Mashable que a divisão de semicondutores da Samsung permite que os trabalhadores usem a ChatGPT – uma decisão que acabou por resultar na partilha de informações secretas da empresa em pelo menos três ocasiões. Um trabalhador terá mesmo usado o ChatGPT para verificar erros no código de programação confidencial, com outro mesmo a ter solicitado que o código em questão fosse otimizado.

MAIS: Itália bane ChatGPT por suspeitas de violações a leis da privacidade

Após  ter conhecimento destas situações, a Samsung terá dado ordens para limitar a partilhar de informação com o ChatGPT a 1.024 caracteres ou 1kb. Além disso, foram também ordenadas investigações aos trabalhadores em questão.