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Terça-feira, Março 3, 2026
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Meta vai bloquear conteúdo que promova invasão de Brasília

A Meta, a empresa que detém o Facebook, o WhatsApp e o Instagram, anunciou que vai começar a remover e a bloquear conteúdo que promova e defenda as invasões às sedes dos três poderes em Brasília no Brasil deste domingo, dia 8 de janeiro.

Em declarações à BBC, um porta-voz da gigante tecnológica notou que a situação será encarada de forma semelhante à invasão do Capitólio dos EUA no dia 6 de janeiro de 2021. Notar que a organização destas invasões foi feita em grupos de redes sociais, como no WhatsApp.

Também estamos classificando isso como um ato de violação, o que significa que removeremos conteúdo que apoie ou enalteça essas ações. Estamos acompanhando a situação ativamente e continuaremos excluindo conteúdo que viole as nossas políticas, notou o porta-voz.

Descoberta extensões maliciosas no marketplace do VSCode

Quando a Microsoft criou o VSCode, procurar criar uma solução para os programadores, que pudesse ser integrada com extensões e extras. Conseguiu criar uma ferramenta que conquistou o mercado, mas que ainda assim tem espaço para melhorar.

Uma análise recente ao Marketplace que serve o VSCode veio revelar um cenário preocupante. É muito simples colocar extensões maliciosas nesta loja e assim explorar os dados dos utilizadores, sem estes terem conhecimento deste perigo.

Para todos os que se dedicam à programação, o VSCode é uma escolha quase óbvia. Desde que foi apresentado que tem conquistado esta área, sendo já usado por mais de 70% de todos os que lidam de forma diária com várias linguagens de programação.

Com todas as ferramentas extras a que dá acesso através das extensões, torna-se anda melhor e mais útil para os programadores. É precisamente no Marketplace, local de acesso às extensões, que foi agora descoberta uma vulnerabilidade muito importante.

O que a AquaSec descobriu é que é possível colocar extensões nessa loja que são em tudo idênticas às legítímas. O pormenor vai ao ponto de terem o mesmo nome, as mesmas descrições e até os mesmos logótipos e imagens.

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Ao ser instalada uma destas extensões, passava a ser possível várias ações. Isto passava por instalar programas adicionais, roubar ou adulterar o código-fonte no VSCode e até mesmo usar as chaves SSH do programador para aceder a repositórios GitHub ligados.

O mais preocupante nesta descoberta é que este não é apenas um cenário hipotético. Há já algumas extensões presentes no Marketplace que simulam outras de muito maior sucesso e que procuram roubar dados dos utilizadores. Um dos exemplos encontrados fazia pedidos a um servidor central, aguardando uma resposta positiva para poder iniciar ações maliciosas.

O conselho a dar a quem usa o VSCode é que tenham atenção redobrada ao instalar extensões da Marketplace. Validem o nome correto do que procurem, avaliem o número de instalações e até os comentários de outros utilizadores. Este é um perigo real e as consequências podem ser graves, em especial em ambientes corporativos.

Será mais fácil conhecer novos filmes e séries através do TikTok

Uma nova parceria entre o TikTok e a plataforma IMDB fará com que seja muito mais fácil conhecer filmes e séries através da app de vídeos de curta duração, com os utilizadores a serem capazes de os identificar.

Esta identificação levará os utilizadores para uma página dedicada do IMDB, com informações de produção, elenco, datas de estreia e até avaliações dos utilizadores. Além disso, nota o site Engadget que esta parceria permitirá aos utilizadores do TikTok adicionarem aos respetivos perfis os filmes e séries preferidos.

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Além de dar aos utilizadores mais ferramentas para criarem conteúdo, isto também coloca de parte a necessidade de ir até à área de comentários para ficar a saber qual o filme/série representado num determinado vídeo.

Censo populacional de 2024 será pelo modo digital

O Executivo Angolano vai realizar o segundo Censo da População e Habitação em 2024, mas pela primeira vez de modo digital, isto é, a recolha de informações será feita por tablets com aplicativo de recolha de dados – CAPI, resultante da atualização da cartografia em curso até finais de 2023, revelou uma nota de imprensa do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo a nota, que a redação da MenosFios teve acesso, o INE e a instituição que irá preparar as condições técnicas de todo o processo de Recenseamento da População e Habitação a ser efetuado em todo o território nacional, abrangente aos cidadãos nacionais e estrangeiros residentes ou ausentes temporariamente, bem como unidades de alojamento.

O censo populacional ocorrerá no próximo ano, onde o Presidente da República, João Lourenço, criou, por Despacho, uma Comissão Multissectorial de apoio à realização do mesmo.

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O Censo decorrerá em três etapas principais até ao final da recolha efetiva dos dados.

Na primeira etapa, será feita a atualização cartográfica que consiste em definir e redefinir os limites dos bairros. Para a sua efetivação, contará com cartógrafos, informáticos e motoristas em toda a geografia nacional. Nessa etapa, prevê-se dividir o país em cerca de 92 mil secções para efeitos de entrevistas aos agregados familiares.

A segunda etapa é de recenseamento piloto e vai servir para testar o processo de prontidão para a realização do Censo em 2024.

O recenseamento geral acontece na terceira etapa, e última, que vai abranger a população e as habitações.

Projeto Escola Virtual aumenta capacidade de assimilação dos alunos no Huambo

A implementação do programa de Educação Digital, através do projeto “Escola Virtual – Eunice de Carvalho”, no complexo escolar “Augusto Ngangula”, no município da Caála, província do Huambo, aumentou a capacidade de assimilação dos 270 alunos abrangidos pelo projeto inovador.

Essa garantia foi dada director pedagógico da instituição do ensino primário e do I ciclo, Manuel da Silva Chiuca, ressaltando o grande o impacto do projeto implementado em novembro último, principalmente na elevação da taxa de assiduidade às aulas e do nível de assimilação dos alunos.

A iniciativa, está a permitir os 270 alunos dos 2 050 matriculados no complexo escolar Augusto Ngangula”, a combinar as práticas tradicionais de ensino com a digitalização do processo educacional.

Para efeito, foram equipadas, com meio tecnológicos modernos, seis salas de aula que agrupam a 4ª, 5ª, 6ª, 7ª, 8ª e 9ª classes, com um total de 14 professores, inseridos na primeira fase da execução deste programa inovador.

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O Diretor sublinha ainda que que com a implementação do programa de educação digital os alunos passaram a formar, do ponto de vista académico, conceitos e definições dos conteúdos mais consistentes.

Explicou que os alunos visualizam, no momento da projeção das aulas, as matérias planificadas e os respectivos ícones numa dimensão virtual como se fosse real, ou seja, são figuras com maior precisão didáctica.

O responsável disse que a incorporação da Educação Digital permite com que os alunos tenham acesso aos conteúdos e programas curriculares sem atraso e com a possibilidade de tornarem autodidactas.

De informar que o projeto “Escola Virtual – Eunice de Carvalho” foi criado pela  UNITEL e o Ministério da Educação (MED), onde vem para melhorar a qualidade de aprendizagem e promoção da inclusão digital no sistema de ensino. O referido projecto é o resultado de vários memorandos assinados entre as duas partes, e que visa a melhoria da qualidade de ensino nacional, bem como aprendizagem e promoção da inclusão digital no sistema de ensino.

[Moçambique] Estrangeiros já podem utilizar o eVisa no país

Já estão criadas todas as condições para que os estrangeiros que queiram ir para Moçambique, possam requerer vistos de entrada online, com entrada em da plataforma tecnológica eVisa, facilitando assim o turismo, negócios e investimentos por parte dessa classe.

A plataforma é de origem moçambicana e foi criada pelo Executivo local, em resposta a uma das maiores lacunas que o país apresenta ao nível de competitividade internacional.

Segundo o vice-ministro da Economia e Finanças, Amílcar Tivane, a plataforma eVisa permite, através de uma página web (evisa.gov.mz), a obtenção de uma pré-aprovação de vistos a cidadãos estrangeiros nas categorias de turismo e negócios (para participar de reuniões, conferências e pesquisa).

Falando num encontro decorrido no Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, que visou abordar assuntos referentes ao Pacote de Medidas de Aceleração Económica (PAE), o vice-ministro informou que os estrangeiros que queiram obter uma pré-aprovação de vistos nas categorias de investimentos e fronteira podem usar esta plataforma.

Consiste numa interface gráfica de fácil utilização onde o visitante estrangeiro pode inserir todas as informações necessárias para o pedido de um visto, através de um formulário com o propósito da visita.

Também é o canal de apresentação da documentação necessária para a emissão do visto, designadamente cópia do passaporte, bilhete de viagens e comprovativo de hospedagem através de carregamento de ficheiros digitais.

Após submissão da informação e da documentação necessária, o Serviço Nacional de Migração (SENAMI) recebe e processa o pedido comunicando a aprovação ou reprovação pela mesma plataforma digital num prazo de cinco dias.

Caso o pedido seja aprovado, o estrangeiro recebe um documento digital de pré-autorização para viajar e apresentar ao oficial do SENAMI no ponto de entrada em Moçambique.

Após o pagamento da taxa na fronteira escolhida, o SENAMI procede à emissão do visto concedendo a entrada no país.


[Errata]: 11/10/2023 – Foi corrigido o título que, que continha o termo VISA ao invés de eVisa.

Bielorrússia legaliza a pirataria de filmes, músicas e software

A Bielorrússia acaba de passar uma nova legislação que, na sua base, vai permitir que a pirataria no país seja considerada legal, quando originária de países que sejam contra o regime.

Numa medida criada pelo ditador Alexander Lukashenko, líder do país desde 1994, o mesmo considera que a pirataria deve ser agora considerada uma medida “legal” no mesmo, desde que seja feita sobre conteúdos de regimes opositores à Bielorrússia.

De acordo com o portal TorrentFreak, o país tem vindo a enfrentar também algumas sanções pelo seu apoio da Rússia e da invasão da Ucrânia, o que já levou a que várias das medidas aplicadas contra o regime russo fossem também aplicadas na Bielorrússia.

Isto aplica-se também no acesso a conteúdos protegidos por direitos de autor, onde os mesmos encontram-se agora consideravelmente mais limitados no que respeita a entidades terceiras e fora do regime. Com isto em mente, o ditador terá agora aprovado uma nova legislação que, basicamente, torna todas as violações de direitos de autor (pirataria) uma prática legal no país, desde que sejam feitas sobre entidades que se demonstrem contra a Bielorrússia.

Segundo a nova legislação, os países que realizem ações “pouco amigáveis” contra a Bielorrússia estarão agora excluídos da proteção de direitos de autor no país, o que basicamente indica que terão a possibilidade de ser usados em pirataria praticamente sem consequências por parte das autoridades.

A legislação explicitamente indica conteúdos como software de computador e conteúdos audiovisuais, como filmes, séries e outros géneros de conteúdos multimédia. A lei aplica-se igualmente a todas as entidades que estejam sediadas na Bielorrússia, ou seja, plataformas como as estações de TV e de rádio podem agora vir a transmitir conteúdos protegidos por direitos de autor sem grandes consequências finais a nível da lei.

No entanto, a lei também estipula que as entidades devem realizar, de forma direta, o pagamento de direitos para as transmissões deste género de conteúdos, onde as taxas serão pagas diretamente para o governo local. Feito isso, os detentores dos direitos de autor terão três anos para poderem requerer o pagamento dos direitos de transmissão de conteúdos, no entanto, caso esse pedido não seja diretamente feito para as autoridades locais pelos detentores dos direitos de autor, o dinheiro irá diretamente para o governo da Bielorrússia.

Apesar deste pagamento, a lei não parece apresentar propriamente uma grande fiscalização sobre quem usa realmente esses conteúdos, pelo que a partilha e transmissão dos mesmos ainda pode ser feita de forma não declarada para as autoridades locais, sem que aparentemente grandes consequências possam advir disso.

A nova legislação vai entrar em vigor ainda durante esta semana, e terá a duração até, pelo menos, 31 de dezembro de 2024.

Rei pede expansão da rede de telefonia móvel no Cunene

O rei do Ombala-Ya-Nalueque, município de Ombadja, província do Cunene, Mário Shatipamba, pediu a expansão da rede de telefonia móvel da Unitel e Africell nas localidades onde não existe sinal, para a cobertura das demais zonas, com vista a inclusão de mais pessoas no uso das telecomunicações, deixando-as mais próximas dos familiares e amigos.

Como na maioria das zonas já existem antenas principais, a Unitel, enquanto maior operadora móvel de Angola, precisa somente de reforçar com pequenas antenas de suporte, para que o sinal chegue com facilidade mais distante”, informou.

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Quanto a entrada da Africell, o monarca diz que “é uma oportunidade o surgimento da nova operadora, a Africell, a quem solicitamos a expansão dos seus serviços em todos os lados, para haver mais competitividade e qualidade na prestação de serviços aos cidadãos”.

Fevereiro traz novo limite de caracteres no Twitter

O dono do Twitter, Elon Musk, adiantou numa publicação partilhada na respetiva página na rede social que os utilizadores da plataforma poderão publicar ‘tweets’ com 4.000 caracteres a partir do início de fevereiro.

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O plano de lançar ‘tweets’ mais longos já havia sido divulgado pelo próprio Musk, sendo que agora o dono do Twitter providenciou uma previsão do lançamento desta novidade. Tendo em conta que o atual limite do Twitter é de 280 caracteres, fica claro que os utilizadores terão uma maior margem de manobra nas suas publicações.

Notar que esta não é a primeira vez que o Twitter faz alterações ao limite de caracteres da rede social, com a primeira vez a ter sido em 2017 quando o limite foi alterado de 140 para 280.

Universidade de Luanda vai contar com uma “Universidade Digital”

A Universidade de Luanda (UL) vai contar com uma “Universidade Digital”, com objetivo de melhorar os processos de interação virtual entre a instituição e aluno.

Essa informação foi revelada pelo novo reitor da Universidade, Alfredo Gabriel Buza, falando no discurso da sua tomada de posse, frisando que nos tempos atuais não faz sentido que o estudante leve, quatro a cinco dias para levantar um simples documento na secretária académica da Universidade.

É necessário que o estudante a partir da sua casa possa imprimir uma declaração sem precisar pedir favores a ninguém“, informou.

Quanto aos próximos cinco anos, que constituem o tempo do seu mandato como Reitor da ULA, o académico disse que vai pautar pela excelência, qualidade de ensino e na rapidez para se poder dar passos firmes no reconhecimento da instituição à nível nacional e internacional.

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Alfredo Gabriel Buza garantiu ainda que vai melhorar o site da instituição para que não fique estático, acompanhado assim as últimas valências tecnológicas.

De informar que o atual reitor da ULA foi eleito com 100 por cento dos votos, e possui graduações em Direito pelo Instituto Superior Politécnico Lusíadas em Cabinda  (2013), Agronomia pela Universidade Federal Rural da Amazônia (2000), entre outras menções.

A Universidade de Luanda é uma instituição pública que surgiu da fusão do Instituto Superior para as Tecnologias da Informação e Comunicação e do Instituto Superior de Gestão, Logística e Transportes, e de transformação das faculdades de artes e de serviço social.

Antes da criação da UL eram instituições de ensino superior autónomas espalhadas pela província de Luanda. Dos cursos lecionados constam, logística e transporte, gestão aeronáutica, gestão e contabilidade.