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Terça-feira, Março 10, 2026
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Angola e EUA defendem atracção de mais empresas e tecnologia para o mercado angolano

Angola e Estados Unidos da América vão reforçar o grau de cooperação e atracção de mais empresas e tecnologia americana para o mercado angolano.

Essa informação foi revelada durante um encontro de trabalho que o Ministro das Relações Exteriores Angolano, Téte António,  com o secretário norte-americano, Antony J. Blinken, em Washington, Estados Unidos de América.

Segundo o comunicado de imprensa, os dois governos admitem que apesar dos resultados positivos alcançados no âmbito da cooperação estratégica em determinados sectores, “a cooperação entre os dois países ainda não atingiu o grau de excelência desejado”.

Angola regozija-se pelo recente investimento americano na área das telecomunicações e encoraja os operadores económicos a olharem cada vez mais o país como um mercado diversificado e com fortes potencialidades nos mais variados domínios”, pode ler-se na nota oficial.

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De informar ainda que a mesma reunião serviu também para os chefes das diplomacias dos dois países falarem dos compromissos assumidos nos diferentes domínios, com particular destaque para as mudanças climáticas e energias renováveis, projecto em curso em Angola, e o plano de desminagem, especialmente na bacia do Okavango, gestão e protecção da biodiversidade e promoção do ecoturismo.

Além de Téte António e Antony J. Blinken, estiveram no encontro o embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Angola nos Estados Unidos, Joaquim do Espírito Santo, e o director da direcção América do Ministério das Relações Exteriores, Felisberto Martins, bem como foi aflorado o desejo do Executivo angolano em aprofundar e consolidar os laços de cooperação existentes entre os dois países, com base no respeito e benefícios mútuos.

Twitter será obrigado a atender pedido de Elon Musk

A juíza encarregue do processo que coloca o Twitter contra Elon Musk no que diz respeito a um possível acordo de aquisição terá obrigado a tecnológica a providenciar mais informações ao empresário.

Como conta o Business Insider, o Twitter será obrigado a pedir documentos a 22 trabalhadores do Twitter com detalhes sobre o processo de análise de contas falsas – precisamente o que Musk tem vindo a requisitar desde que começaram a surgir complicações em relação ao processo.

MAIS: Elon Musk planeia criar rede social que seja rival do Twitter

Recordar que os documentos providenciados por estes 22 trabalhadores do Twitter juntam-se assim aos 41 indivíduos que já contribuirão com informações para o caso.

Você sabe o que é um SOC?

Segurança sempre foi um desafio para as organizações, independentemente do porte ou segmento de actuação.  Por isso, ter na empresa um SOC é fundamental para evitar possíveis problemas. Em tempos de força de trabalho remota com usuários a utilizar dispositivos pessoais, acessar a rede corporativa de diferentes localidades, a segurança é essencial para a sobrevivência das empresas.

Mas o que é um SOC e como funciona?

O SOC – Security Operation Center é uma estrutura centralizada que compreende todos os componentes de segurança e gestão de vulnerabilidades do ambiente de TI. A sua missão é prover a aplicação de políticas de segurança de forma ubíqua em toda a infraestrutura, que abrange os activos de software, dispositivos físicos, canais de conexão e condutas humanas no ambiente.

Na sua composição, o SOC concentra de maneira orquestrada todo o arsenal de detecção e proteção em nível cibernético ou de ameaças internas sob o comando de equipas de especialistas em gerenciamento de segurança.

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Os analistas de segurança, cientistas de dados e especialistas em ataque e respostas a incidentes utilizam ferramentas avançadas para fazer o mapeamento detalhado dos pontos de risco sistêmico relacionados ao workflow e à lógica do negócio, criando assim o mapa de vulnerabilidades que precisam ser estancadas ou acompanhadas em regime non-stop.

Em um processo de melhoria contínua, os incidentes e as ameaças são catalogados, classificados, documentados, periciados e absorvidos como casos de uso para aumentar a maturidade do SOC. Os hackers internos também realizam simulações constantes de ataques, através de testes de penetração, ou invasões controladas, em que são detectados os pontos fracos da arquitetura, dos dispositivos, dos itens de segurança e dos usuários.

Moçambique. MozTech 2022 volta a firmar parcerias entra as empresas

Decorreu no último mês de Maio a 9° edição da MozTech, aquela que é para muitos a maior feira de tecnologia de Moçambique, e que serviu mais uma vez para firmarem-se parcerias e mostrar que o evento é uma montra tecnológica.

Em dois dias de eventos, mais de 16 empresas e expositores estiveram disponíveis e dispostas a vender o melhor das soluções digitais que produzem e possuem no país.

Názaro Chitumia, representante da NC Software, empresa que trouxe a feira digital uma solução tecnológica que permite a emissão de recibos e facturas em tempo real, com realce para as vendedeiras, informou que a MozTech deu para firmar parcerias que poderão aumentar a carteira de clientes da empresa.

A nossa solução é essencialmente trazer a mobilidade para as pessoas. Neste dois dias, o feedback foi bastante positivo, tivemos muita gente a visitar, com destaque para jovens estudantes e firmamos algumas potenciais parcerias“, disse.

Quem também aproveitou para fidelizar parcerias no evento foi a empresa tecnológica METROFILE, onde fez uma avaliação positiva da sua participação.

Foi uma feira bastante proveitosa. Estivemos a acompanhar os debates que foram acontecendo e conhecemos alguns aspectos anteriormente desconhecidos, o networking foi bastante positivo e produtivo, tanto que temos possíveis sociedades“, frisou Gilberto Merione, representante da empresa.

MAIS: Moçambique. Especialistas realçam as qualidades para singrar no empreendedorismo digital

Além das empresas citadas acima, houve ainda outras que saíram satisfeitas na MozTech, que esteve com presença de engenheiros, técnicos de informática, estudantes e amantes de tecnologia que ficaram maravilhados com cada descoberta.

De informar ainda que o evento tecnológico recebeu também estudantes do primeiro ano do curso de Licenciatura em Engenharia Informática da Universidade Pedagógica de Maputo, onde participaram de debates e poderam conhecer mais sobre a área em que pretendem trabalhar e esclareceram algumas dúvidas.

Nesta sua edição número nove, a MozTech recebeu mais de 400 visitantes, que assistiram mais de 10 apresentações de temas e soluções para tornar Moçambique cada vez mais digital.

Quais as redes sociais são mais utilizadas pelos angolanos em 2022?

Quais as redes sociais mais usadas em Angola em 2022? Uma boa pergunta, mas uma pergunta idiota ao mesmo tempo. Quer dizer já todos sabemos quais são as mais usadas e não precisamos de ir perguntar a ninguém. Qualquer coisa como Facebook e Instagram, primeiro. Possivelmente Twitter Linkedin a seguir e, por fim, todas as outras menos relevantes. Pronto, está feito! Até para o ano!

Vêem? É uma pergunta idiota. O que nós queremos mesmo saber é o comparativo. Qual é a maior, qual é a que está a crescer mais, e por aí em diante. Isso já é uma pergunta interessante. Mas mais interessante é mesmo saber quem são as pessoas que estão em cada rede; assim, podemos ajustar melhor as nossas estratégias e tomar decisões a sério.

Segundo os últimos dados do Napoleoncat, divulgados pelo Jornal Expansão, o Facebook é ainda a rede social preferida dos angolanos com mais de 2,9 milhões de utilizadores, enquanto que o Messenger fica em segundo lugar, com 2,5 milhões.

Em terceiro lugar está mais uma rede social do grupo Meta, nomeadamente o Instagram, com 582.800 utilizadores. O LinkedIn, a rede social ligada ao mercado de trabalho e à divulgação social, está em quarto lugar, com 572.000 páginas angolanas.

Ainda falando dos números relativos ao ano de 2022, nos primeiros setes meses do ano o Facebook registrou um crescimento estrondoso, com mais de 1,6 milhões de novos perfis para chegar até os 4,6 milhões de utilizadores. Destacar ainda também o crescimento do Messenger, que saltou de 2,5 milhões em Janeiro para os 4,3 milhões em Julho.

De acordo com vários especialistas ouvidos pelo semanário angolano, esse crescimento em território nacional pode estar relacionado com a enorme quantidade de perfis clonados nas redes sociais, onde a maior parte destes mesmos perfis são utilizados para burlar as pessoas. Um outro facto que não passou despercebido para os analistas, é o facto de estarmos em época de campanha eleitoral e de disputa acirrada pelo poder político, têm surgido grandes quantidades de perfis falsos com objectivos concretos de manipulação da opinião pública, sobretudo nas publicações de carácter político-eleitoral.

Quem são as pessoas que mais usam Facebook?

Boa pergunta. Não sabemos exactamente as pessoas, mas conseguimos saber a suadispersão de idades. À primeira vista, um dos pontos importantes é que o Facebook é das redes mais equilibradas em termos etários. Todos os grupos têm percentagens entre 16% e 23%, ou seja, a variação máxima é de 7% (isto excluindo o segmento abaixo dos 18 anos). O grupo com melhor representação no Facebook é o dos25-44. Uma das coisas mais interessantes é que, apesar dototal de utilizadores activos se ter mantido, existiu de facto umaredução dos utilizadores do segmento mais jovem. O segmento com menos de 18 anos passou de 4% em 2018 para 1% em 2019, ou seja, de facto, o Facebook está a perder tração nas camadas mais jovens da população. O problema aqui é que uma redução de 4% para 1% é um corte de efetivamente75% da população nesta faixa etária.

Ataques de ransomware tem aumentado em instituições de ensino

As instituições de ensino, tanto de nível superior quanto de ensino médio, estão cada vez mais sendo atingidas pelo ataques de ransomware, com 60% em 2021, contra 44% em 2020, revelou o mais recente relatório de pesquisa setorial da Sophos, The State of Ransomware in Education 2022.

Segundo a investigação, as instituições de ensino enfrentaram a maior taxa de criptografia de dados (73%) em comparação com outros setores (65%), e o maior tempo de recuperação, com 7% levando pelo menos três meses para se recuperar – quase o dobro do tempo médio para outros setores (4%).

O relatório concluiu que:

  • As instituições de ensino relatam a maior propensão a experimentar impactos operacionais e comerciais de ataques de ransomware em comparação com outros setores;
  • 97% das instituições do ensino superior e 94% das instituições de de ensino médio informaram que os ataques afetaram sua capacidade de operar, enquanto 96% do ensino superior e 92% de menor escolaridade no setor privado relatam ainda mais perda de negócios e receitas;
  • Apenas 2% das instituições de ensino recuperaram todos os seus dados criptografados após o pagamento de um resgate (abaixo de 4% em 2020); as escolas, em média, conseguiram recuperar 62% dos dados criptografados após o pagamento de resgates (abaixo de 68% em 2020);
  • As instituições de ensino superior, em particular, relatam o maior tempo de recuperação de ransomware; enquanto 40% dizem que leva pelo menos um mês para se recuperar (20% para outros setores), 9% relatam que leva de três a seis meses.

As escolas estão entre as mais atingidas pelo ransomware. Eles são os principais alvos para os atacantes devido à sua falta geral de defesas de segurança cibernética fortes e a mina de ouro de dados pessoais que eles possuem”, disse  Chester Wisniewski, investigador da Sophos.

MAIS: EUA oferecem recompensa de 10 milhões por informações sobre gangue de ransomware

As instituições de ensino são menos propensas do que outras a detectar ataques em andamento, o que naturalmente leva a maiores taxas de sucesso de ataque e criptografia. Considerando que os dados criptografados são provavelmente registros confidenciais de estudantes, o impacto é muito maior do que a maioria das indústrias experimentaria. Mesmo que uma parte dos dados seja restaurada, não há garantia de quais dados os invasores retornarão, e, mesmo assim, o dano já está feito, sobrecarregando ainda mais as escolas vitimadas com altos custos de recuperação e às vezes até falência. Infelizmente, esses ataques não vão parar, então a única maneira de avançar é priorizar a construção de defesas anti-ransomware para identificar e mitigar ataques antes que a criptografia seja possível.

Com base nos resultados da pesquisa, os especialistas da Sophos recomendam as seguintes práticas recomendadas para todas as organizações de todos os setores:

  • Instale e mantenha defesas de alta qualidade em todos os pontos do ambiente. Revise os controles de segurança regularmente e certifique-se de que eles continuem a atender às necessidades da organização;
  • Procure proativamente ameaças para identificar e parar adversários antes que eles possam executar ataques – se a equipe não tiver tempo ou habilidades para fazer isso internamente, terceirize para uma equipe de Detecção e Resposta Gerenciada (MDR);
  • Endureça o ambiente de TI procurando e fechando as principais falhas de segurança: dispositivos não reparados, máquinas desprotegidas e portas RDP abertas, por exemplo. Soluções de detecção e resposta estendidas (XDR) são ideais para este fim;
  • Prepare-se para o pior, e tenha um plano atualizado no lugar de um pior cenário de incidente;
  • Faça backups e pratique a restauração deles para garantir minimizar o tempo de interrupção e recuperação;

A pesquisa State of Ransomware in Education 2022 entrevistou 5.600 profissionais de TI, incluindo 320 instituições de ensino médio e 410 instituições de ensino superior, em organizações de médio porte (100-5.000 funcionários) em 31 países.

Você precisa de uma VPN em 2022?

Agora que a maioria dos sites usa HTTPS, a internet está mais segura e privada do que costumava ser. Monitorar e interceptar o tráfego da Internet por meio de redes partilhadas tornou-se muito mais difícil graças à criptografia. Como resultado das melhorias na internet, às vezes você ouve os chamados especialistas a “aconselhar” que uma VPN se tornou supérflua.

VPN

No entanto, a pergunta não é “se o seu tráfego na Internet é seguro se você prestar muita atenção ao navegar?”, mas “todos os dados de um usuário médio são seguros se eles apenas querem que as coisas funcionem enquanto estão longe de casa?”

Os hackers, golpistas, data farms ou qualquer outra pessoa interessada em seus dados são muito bons em encontrar e explorar oportunidades. Ataques em HTTP inseguro só ficaram mais sofisticados.

Todos nós já clicamos no botão “actualizar mais tarde” uma vez ou outra. O software desactualizado está cheio de vulnerabilidades e os navegadores antigos ainda gostam de exibir os sites HTTP sem avisar o utilizador.

Além disso, pastas e arquivos em seu dispositivo que você partilhou uma vez ainda podem ser públicos. Os programadores se gabam de quanta música gratuita eles podem baixar se ficarem em um hotel por alguns dias e procurarem pastas não seguras nos dispositivos de outros hóspedes.

MAIS: Como uma VPN bloqueia o rastreamento de seu dispositivo iOS

Há tantos obstáculos a serem observados para se manter seguro online. Portanto, é um pouco prematuro declarar a internet e o wifi público seguros.

Utilização de uma VPN

Os empreendedores têm estado ocupados nos últimos anos para proteger melhor os seus dados de negócios. Os trabalhadores domésticos são, portanto, geralmente obrigados a usar uma VPN. Portanto, não é lógico que os particulares tomem menos medidas, especialmente quando se trata de informações confidenciais, como serviços bancários on-line ou saúde.

Para proteção máxima em redes Wi-Fi públicas, uma VPN ainda é recomendada. O HTTPS protege apenas as informações que são transferidas entre o navegador e os sites. Com uma VPN, toda a comunicação do seu dispositivo é protegida.

Se você usa uma VPN, você se conecta a um servidor VPN. Todo o tráfego é roteado para o servidor por meio de um túnel criptografado. Ninguém pode ver a quais sites ou serviços você se conecta e a rede Wi-Fi vê apenas uma única conexão com o servidor VPN.

Os benefícios de uma VPN

Além disso, as VPNs não apenas protegem o seu tráfego de internet, mas também possuem outros benefícios, como:

– Ocultar a sua identidade e localização;

– Acessar conteúdo bloqueado (por exemplo, mídias sociais na escola ou no trabalho);

– Acesso a conteúdos e serviços regionais;

– Proteção de rastreamento.

Uma VPN oculta o seu tráfego de internet e o protege de acesso externo, mas é importante saber que ela não protege o seu dispositivo contra malware ou ataques de phishing. As VPNs são apenas uma parte do seu arsenal. Você também precisará de outras ferramentas de segurança, como firewall, software antimalware e um gerenciador de senhas. Bons serviços de VPN geralmente oferecem pacotes de ferramentas para mantê-lo seguro na Internet.

Você precisa de uma VPN em 2022?

Uma resposta muito simples para a questão de saber se uma VPN ainda é necessária em 2022: geralmente sim. Claro, se você tiver uma VPN, é sempre melhor activá-la. Especialmente se você estiver a enviar e a receber dados confidenciais, é melhor ser cauteloso e dar segurança extra ao tráfego da Internet.

Benguela. Projecto “Crescer Digital” volta a capacitar os jovens empreendedores

Terminou em Benguela o 3.º ciclo de formação do projecto “Crescer Digital”, formação onde os jovens angolanos são capacitados no domínio da gestão, da transformação do comércio em negócio digital e de crescimento digital, como factores de inovação das habilidades dos empresários na internet.

Projecto que é uma iniciativa do Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, reuniu mais de vinte e oito jovens micro-empreendedores da Província de Benguela, onde viram aprimoradas os seus conhecimentos de empreendedores em matéria de gestão de negócios no universo digital.

MAIS: Startups nacionais vão contar com ajuda do INAPEM para impulsionar os seus modelos de negócios

O processo de formação dos jovens durou dois (2) dias nos quais foram capacitados no domínio da gestão, da transformação do comércio em negócio digital e de crescimento digital.

De informar que o acto de encerramento deste 3.º ciclo de formação do projecto “Crescer Digital” teve lugar no escritório sede do INAPEM em Benguela, com presença do Chefe do Departamento Provincial de Apoio Empresarial, Lino Joaquim, bem como a Coordenadora do PNUD para o PREI, Carla Serrão e a Especialista em Finanças Digitais do PNUD, Paula Zuleta.

Cibercrimes custou prejuízo de 120 milhões de dólares/ano as Pequenas e Médias Empresas

As Pequenas e Médias Empresas (PME) a nível mundial tiveram prejuízos na ordem de 120 milhões de dólares/ano e 2,5 mil milhões de dólares para as grandes empresas devido aos ataques cibernéticos, revelou o coordenador de produto na Angola Cables, Crisóstomo Mbundu.

Segundo o especialista, que falava no âmbito da última actualização mundial sobre os crimes informáticos, informou que nestes prejuízos estão contabilizados o tempo em que a infra-estrutura fica sem disponibilizar serviços, às penalidades jurídicas pelos incumprimentos de termos contratuais rígidos, bem como a conotação negativa da imagem da empresa.

Na opinião de Crisóstomo Mbundu, nota-se  um crescimento anual acentuado de crimes cibernéticos, que já atingiu valores acima de 170 por cento no auge da pandemia, tendo como base os números de 2020.

Por isso, é imperativo proteger o espaço virtual com a mesma intensidade que se protege o território de uma nação”, frisou.

MAIS: Angola Cables lança serviço para proteger o país contra ataques cibernéticos

Sobre o mercado angolano, o também engenheiro informático sublinha que os sectores alvos de ataques cibernéticos incidirão nas operadoras de Internet a grosso, móveis, Governo  e no sistema financeiro.

Adiantou ainda que o aumento de equipamentos, serviços, aplicações e pessoas ligadas à internet fruto da economia digital, há cada vez mais a possibilidade do aumento da superfície de ataques cibernéticos.

Angola conta com uma capacidade de interligar internacionalmente, o que por si é extremamente positivo, doutro lado nos tornamos visíveis a ataques cibernéticos”, sustentou e onde aconselha que “para minimizar os efeitos dos ataques cibernéticos, recomenda o uso do sistema “AntiDDoS”, capaz de monitorar, detectar e mitigar em tempo real qualquer ataque o mais próximo possível da sua origem.

Instagram aumentou duração dos vídeos nas Stories

O Instagram decidiu estender o tempo limite das Stories publicadas por todos os utilizadores. Anteriormente limitadas a 15 segundos, os utilizadores do Instagram podem agora partilhar Stories com até 60 segundos de duração.

MAIS: Instagram expande suporte de NFTs para mais de cem países

Recordar que, até aqui, todos os vídeos carregados para as Stories eram divididos em segmentos de 15 segundos. Agora que é possível carregar vídeos com um minuto de duração, os utilizadores terão uma liberdade muito maior na forma como partilham vídeos nas Stories.

Estamos sempre a trabalhar para melhorar as formas como as pessoas podem criar e partilhar conteúdos no Instagram. Agora, é possível criar e reproduzir vídeos de Stories mais longos de até 60 segundos, em vez de os ter divididos automaticamente em conteúdos de 15 segundos, pode ler-se no comunicado partilhado pela Meta com o site CanalTech.