18.3 C
Angola
Segunda-feira, Março 16, 2026
Início Site Página 541

Mulheres Angolanas incentivadas a seguirem uma carreira tecnológica

As mulheres angolanas são incentivadas a seguirem uma carreira tecnológica, de acordo com as prelectoras do evento “Mobilizar e promover a participação de mulheres e meninas no domínio da ciência, tecnologia, engenharia e matemática”, organizado pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), na última sexta-feira.

O evento ocorreu mediante as celebrações do Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, assinalado a 11 de Fevereiro, onde as oradoras incentivaram às jovens angolana a estudarem para estarem inseridas em projectos que impactem positivamente as vidas dos cidadãos.

Segundo Joana Caetano, Especialista do Planeamento de Voo do Centro de Controlo e Missão de Satélites do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), diz que “Tem aquele grupo de pessoas que impacta a vida dos outros negativamente, mas há um outro grupo que impacta positivamente, nós somos seres sociais, querendo ou não, acabamos por impactar os outros. Então, por favor, impactem positivamente a vida dos outros.

MAIS: Mulheres representaram 40% da comitiva angolana no iENA 2021

De informar que o evento decorreu no Instituto Politécnico Industrial Alda Lara, nas Ingombotas, em Luanda, das 9h às 12h e onde o público principal foram as meninas integradas nas bolsas de estudo do Programa de Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia.

O Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, comemorado anualmente em 11 de Fevereiro, é uma iniciativa lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 2015, com o objectivo de fortalecer o compromisso global com a igualdade de direitos entre homens e mulheres, principalmente do ponto de vista da educação.

Séries dos super-heróis da Marvel abandonam Netflix no final de Fevereiro

A Netflix informou que as séries produzidas em colaboração com a Disney sobre super-heróis da Marvel deixarão de estar disponíveis no serviço a partir do final do mês de Fevereiro, visto que a licença para a utilização destas personagens termina no dia 28 deste mês, revela o The Verge.

Dessa forma, a principal plataforma de streaming deixará de ter no seu catálogo as séries ‘Daredevil’, ‘Jessica Jones’, ‘Luke Cage’, ‘Iron Fist’, ‘Punisher’ e ‘The Defenders’, onde até ao momento não se sabe se as mesmas vão estar disponíveis no serviço de streaming Disney+, rival da Netflix No entanto, dado que algumas personagens destas séries aparecem em filmes e séries lançadas recentemente pela Marvel, é possível que os fãs possam ter alguma esperança.

MAIS: Netflix confirma segunda temporada de ‘Squid Game’ com crescimento lento de subscritores

A parceria entre a Netflix e a Disney teve início em 2011 e resultou na estreia da primeira temporada de ‘Daredevil’ em 2015. Entretanto, a Netflix lançou múltiplas séries baseadas em franquias da Marvel e provou o desejo dos fãs de verem mais super-heróis em televisão, uma estratégia que a Disney tem adotado com a aposta em várias séries dos seus heróis mais conhecidos.

Consultório MenosFios: Como espelhar a tela do computador no seu televisor “burro”

 

No episódio de ontem do Consultório MenosFios mostramo-lhe como pode espelhar a tela do seu computador para a sua televisão, através de vários métodos, isto é, se a mesma for uma smart TV. Para hoje, e caso a sua televisão não seja um “smart”, ou tenha um sistema operativo demasiado antigo, vamos mostrar agora alguns acessórios de modo a conseguir ligar a um computador sem usar cabos.

Então, vamos lá.

Primeiramente, para um ecrã ser considerado uma televisão, a mesma tem que ter um sintonizador. Com base nisso, e adição de ligações, hoje já é possível associar outros equipamentos como fontes de sinal: recentemente apareceram as Smart TV com um sistema operativo próprio e com uma interface responsiva, com aplicativos pré-instalados, de modo a aceder à Internet ou ver vídeos no Youtube.

Se tiveres uma TV básico ou uma Smart TV mais antiga, o recomendável é associá-la a uma Apple TV 4K, uma Nvidia Shield TV 4K, um Chromecast ou então um Wireless Display Adapter da Microsoft.

Usando uma Apple TV 4K, terás acesso a um conjunto grande de serviços, que são todos acessíveis através de uma interface gráfica apelativa e que permite aceder a aplicações de entretenimento do ecossistema Apple, e muito mais. Uma outra particularidade essencial da Apple TV é que podemos fazer o espelhamento até com um Mac, onde basta acederes à “Central de Controlo” > “Projecção de Ecrã” (ícone dos dois rectângulos) e escolher a sua Apple TV.

Por outro lado, o Wireless Display Adapter da Microsoft é mais universal, e muito mais básico, visto que tem como função apenas garantir a recepção de sinal, através do protocolo Miracast, usando uma das entradas HDMI da TV.

Com os dispositivos com base na Google, são muito mais simples e básicos, como é o caso do Chromecast, que consiste num pequeno dongle que se liga a uma entrada HDMI e a um cabo USB para alimentação. A funcionalidade do Chromecast é o suficiente para conseguir ligar um computador à TV sem precisar de usar cabos, apesar de que é obrigatório o uso do Chrome ou Edge.

 

Para ligar o seu computador à televisão com o Chrome, só tens que clicar no ícone de menu (três pontos no canto superior direito), depois em seguida escolha a opção “Transmitir“.

 

Agora teremos o dispositivo que irá receber o sinal do computador. Clica no botão “Fontes” para escolher o que deseja transmitir: o separador do Chrome, o ambiente de trabalho ou um ficheiro.

 

Se tiveres a utilizar o navegador Edge, deves clicar também no ícone de menu (por três pontos na horizontal) > “Mais ferramentas” > “Transmitir multimédia no dispositivo“.

 

Em seguida, assim como no Chrome, vai aparecer um menu que permite escolher o dispositivo que irá receber o sinal; depois é só carregar no botão “Origens” para escolher se deseja transmitir o conteúdo do separador do Edge, o ambiente de trabalho ou um ficheiro.

 

Portugal passa multar empresas sem plano contra ciberataques

A actual onda de ataques informáticos a grandes empresas em Portugal não tem ainda explicação da investigação criminal, mas é um sério aviso para o reforço de medidas preventivas. Entretanto o governo português vai passar a multar as empresas sem plano contra ciberataques.

Podem chegar aos 50 mil euros as multas a aplicar a entidades da administração
pública, a operadores de infraestruturas críticas e de serviços essenciais que não tenham planos de segurança contra ciberataques e não tomem as medidas suficientes para os prevenir e mitigar.

Todas estas entidades, do sector da energia, água, comunicações, transportes, públicas e privadas, estão obrigadas a reportar ao Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) português todos os riscos e incidentes ao mínimo detalhe, sob pena de sofrerem sanções.

Estas imposições estão previstas na lei desde 2018, mas só em julho do ano passado foi
publicado o regulamento do Regime Jurídico da Segurança do Ciberespaço que “define as obrigações em matéria de certificação de cibersegurança” a partir de 2022.

MAIS: Consulado-Geral de Angola em Lisboa sofre ciberataque, com grande perda de documentos

Somente 61% dos organismos da Administração Pública Central em Portugal têm uma estratégia para a segurança de informação, o que representa menos 6% em relação ao ano anterior. O Centro Nacional de Cibersegurança português vai ter o orçamento reforçado com cerca de 33 milhões do Plano de Recuperação e Resiliência a serem investidos até 2026.

O ciberataque confirmado contra a Vodafone foi mais um numa sequência de ataques informáticos de grande impacto, como foram os que vitimaram o grupo Impresa (que detém o Expresso e a SIC), o grupo Cofina (dono de Correio da Manhã, CMTV e Sábado) e o site da Assembleia da República de Portugal.

Os sectores mais atacados por hackers em Portugal em 2021 foram os da educação/investigação (subida de 75%); saúde (mais 71%); comunicações (51%) e no governo e Forças Armadas (mais de 47%).

Tek MenosFios: Raio-X ao Microsoft Office (Episódio 04)

Microsoft Office icon apps on the display notebook closeup. Microsoft Office is an office suite of applications created by Microsoft. Moscow, Russia – August 24, 2019

No último episódio do Tek MenosFios: Raio-X ao Microsoft Office mostramos alguns pacotes do aplicativo que podes aderir, tendo como base os tipos de trabalho que vais fazer com o mesmo. Mas para o episódio de hoje vamos mais longe, onde vamos apresentar-lhe aos melhores pacotes se queres utilizar o Office para os negócios.

Então, vamos lá.

Primeiramente gostariamos de apresentar-lhe o Office 365 Home Premium, que embora que possa soar como uma grande ideia para um pequeno negócio, essa versão do Office não pode ser licenciado para uso comercial, a não ser, é claro, que já possuas uma licença do mesmo para empresas. Por isso, recomendarmos assinar o Office 365 para negócios, onde a sua versão mais recente vem com o Office actual do Exchange, SharePoint e Lync On-line, todas elas preparadas para rodarem em seus próprios servidores.

Temos também o Office 365 Small Business Premium, que vem com o Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook, Acess, Publish e Lync, e onde a sua sbscrição anual permite executar os programas em até cinco PCs ou Macs, lembrando ainda que podes usar o “Office sob Demanda” para baixar o Office em qualquer computador que estejas usando temporariamente. Nessa versão, as atualizações regulares e os novos recursos são disponibilizados automaticamente, para uma melhor operacionalidade do usuário.

Com o Office 365 Small Business Premium, podes hospedar reuniões on-line com áudio e vídeo de alta definição no Lync, ou executar um site público no SharePoint, bem como obter o Exchange com uma caixa de entrada de 25 GB para todo e qualquer usuário da versão, além do OneDrive Plus no SharePoint.

Outra particularidade fantástica dessa versão é que terás direito a 10 GB de armazenamento seguro na nuvem, com 500 MB extra para cada usuário, bem como podes escolher a forma como o armazenamento é alocado entre os todos os usuários da versão, além de o modo como eles devem utilizar os recursos, como por exemplo, forçá-los a criptografar documentos confidenciais.

Agora o Office 365 ProPlus, abreviado de Professional Plus, é uma versão destinada a empresas de médio porte. Nessa versão temos os mesmos softwares Office para computador, como o Small Business Premium. Mas por outro lado, a mesma tem ferramentas para negócios inteligentes e com mais opções para o SharePoint, Lync e serviços do Exchange Online.

Também recomendamos o Office 365 Enterprise, que vem com todas as funcionalidades do Office 2013, bem como os serviços on-line do SharePoint, Lync e Exchange, como arquivamento, retenção legal, prevenção de perda de dados e gerenciamento de direitos para proteger informações mais confidenciais.

Se estás interessado em cinco ou mais cópias do Office 2013, e não desejas os serviços do Office 365 em tudo, então seria bom adquirires o Office Standard 2013, que vem com Word, Excel, PowerPoint, OneNote, Outlook com Business Contact Manager, Publisher, Office Web Apps e limitados Lync, SharePoint e serviços de gerenciamento de direitos, ou então o Office Professional Plus 2013, que vem com toda gama de programas do pacote Office para desktop e recursos de servidor, isso por intermédio de um licenciamento de volume.

Essas todas opções que apresentamos nos últimos dois episódios só mostram que o Office 2013 e Office 365, juntas, tem tudo para dar uma grande e ótima experiência ao usuário.

Segundo o que a redacção do MenosFios apurou, não há pacotes 2013 para computadores da Apple, mas a Microsoft tem feito vários update do Office 2011 para o Mac, onde vêm integradas nela as principais novidades do pacote 2013.

Eis os episódios anteriores:

Episódio 01.

Episódio 02.

Episódio 03.

___________________________________________________________________

Esse foi o episódio Tek MenosFios dessa semana, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que queira ser um expert no Microsoft Office. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao Tek Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Consultório MenosFios: Como espalhar a tela do seu computador no televisor

Quase todo mundo já pensou em ligar o seu computador a uma TV de grandes dimensões, para que tenha uma melhor experiência ao ver vídeos, jogar ou mesmo para trabalhar. E se quiser televisão no computador, em aqueles momentos que não está perto da sala, sentado no sofá?

No episódio desse Sábado do Consultório MenosFios, juntamente com os nossos parceiros do PC Guia, vamos mostrar-lhe como fazer as duas coisas, espelhar a tela do seu computador no televisor e vice-versa, com a ajuda das tecnologias de espelhamento de ecrã e dos aplicativos de operadoras de TV.

Então, vamos lá.

Hoje em dia, a televisão é provalvemente o dispositivo com o maior ecrã que temos em nossa casa, muito por culpa do aumento das TV 4K de grandes dimensões a preços reduzidos, e contrariando a tendência do passado de que ter uma televisão com um ecrã grande era um sinal de ostentação. As televisões actuais evoluiram muito em termos de qualidade de imagem, com o aumento da resolução e da densidade dos pixéis, sem esquecer da dimensão do próprio ecrã, e claro, vêm com muitas e novas funcionalidades, como sistemas operativos mais completos e um maior número de ligações e a possibilidade de emparelhar com múltiplos dispositivos.

Com essas todas funcionalidades descritas acima, tornou-se cada vez mais fácil ligar um computador, não importa se é portátil ou deskotp, a uma televisão. Mais abaixo, a redacção do MenosFios vai ajudar-lhe a escolher que tipo de funções deve ter em conta na compra de uma televisão, e como pode usar todas as soluções actuais para ligar o computador.

 

Escolher uma Nova Televisão

As televisões dispostas no mercado angolano, não importando se é de 32 polegadas ou de 100 polegadas, vem com pelo menos, uma ligação HDMI, DisplayPort, DVI ou VGA, onde as duas primeiras soluções (HDMI e DisplayPort) são as melhores para ligar a um computador, visto que os seus cabos “transportam” vídeo e aúdio.

Se a sua televisão tiver Wi-Fi, melhor utilizar essa funcionalidade, visto que nela vai ser possível usar pontualmente uma transmissão de conteúdos, apesar de que não seja uma solução indicada para situações mais exigentes, como vídeo-jogos, por causa da elevada latência do sinal.

Outra coisa muito importante a ter em conta na escolha da televisão, é a resolução da mesma, que por obrigatoriedade deve estar de acordo com a distância à qual vai ficar longe dela. Se estiver muito longe da televisão, o melhor é uma que tenha 1080p de resolução, mas se o ecrã for maior que 40 polegadas, e estiveres a uma distância intferior a três metros, então o melhor é optar uma uma TV 4K. Agora, se quiseres ligar o computador à TV para jogar, deves ter em conta se existe um modo de jogo (Game Mode), que permite que possas ajustar o tempo de respostas do ecrã, bem como a taxa de actualização, de modo a evitar atrasos ou arrastamento na imagem.

Ainda na questão de espelhar jogos para a televisão, de informar que já existe inúmeras televisões com modos de jogo que permitem desligar alguns dos sistemas de processamento e optimização da imagem, de modo a reduzir o tempo de resposta, dos tradicionais 80 para os 10 ms, bem como, embora que não seja muito usual, aumentar a taxa de actualização do ecrã dos tradicionais 60 para 120 Hz, o que permite a televisão chegar ao nível dos bons monitores de gaming existentes no mercado.

 

E com a nossa televisão actual?

Informar que todas as televisões lançadas a partir do ano de 2006, altura em que foi implementada a norma HDMI 1.3, entrada essa que permite a transferência de vídeo em alta-definição HD a 720p e 1080p, têm esta entrada de conexão. Deves usá-la para ligar ao seu computador, mas deves levar em conta que não é recomendável que o seu cabo HDMI tenha mais de cinco metros, visto que vai degradar o sinal.

Para televisões anteriores a 2006, existe outros tipos de ligações digitais implementadas nelas, apesar de que são limitadas a uma só funcionalidade, isto é, só de vídeo, com o aúdio a ser transferido isoladamente por outro tipo de ligação.  O DVI (Digital Visual Interface) é um exemplo desse tipo de ligação, onde permite a transferência de vídeo entre uma televisão e um computador de forma digital, sem perda significativa da qualidade de imagem.

Pelo que podemos apurar, a ligação DVI pode ser suficiente para termos 1080p, apesar de que, com uma ligação DVI-D Dual Link, uma resolução de 2560 x 1600 a 60 Hz. Assim como nos cabos HDMI, onde apesar de o sinal ser digital, o comprimento é fundamental para garantir uma boa qualidade. Mais uma vez, recomendamos limitar a dimensão dos cabos DVI, até um máximo de quatro metros, para a resolução de 1920 x 1200, resolução essa que irá cair para 1280 x 1024, se precisar de um cabo maior, até quinze metros.

Por outro lado, se a sua televisão só tiver uma ligação VGA, infelizmente a qualidade de imagem estará longe se ser aceitável.

 

Ligações Físicas

Como já dissemos acima, a forma mais simples e usual de ligar um computador a uma televisão é usar uma ligação digital combinada, como HDMI, visto que permite a transmissão de vídeo e áudio ao mesmo tempo, e onde a única coisa que deves fazer é comprar um cabo, em uma loja ou mercado mercado nacional, sem esquecer que muitas das vezes o mesmo já é fornecido quando compramos alguns equipamentos, como monitores ou descodificadores de sinal para televiões.

No mercado tecnológico actual, esses tipos de cabos permitem a transmissão de vídeo a uma resolução máxima de 4K a 120 Hz, isto é, se for compatível com a norma HDMI 2.1, o que normalmente é utilizada pelas consolas de jogos mais modernas, como a PlaySation 5 e a Xbox Series X.

Se infelizmente o seu computador não tenha uma ligação HDMI, então recomendamos comprar um adaptador USB-C para HDMI (foto acima), ou então uma docking station USB-C (foto abaixo), que permite converter o sinal USB-C do computador para USB Type-A, bem como vem com portas Ethernet LAN, leitor de cartões e HDMI. O mesmo ainda é válido para dispositivos com as saídas Thunderbolt em formato Mini DisplayPort, onde só terás que utilizar um simples cabo adaptador Mini DisplayPort para HDMI.

 

Ligações Wireless

Com as televisões mais actuais, muitas delas já equipadas com ligações de rede com fios (Ethernet) e sem fios (Wi-Fi e Bluetooth), é possível utilizar o protocolo Miracast.

 

Se a sua televisão for compatível com o Miracast, então é só garantir que o dispositivo esteja ligado à mesma rede que o seu computador e, a partir do Windows, aceder ao menu das “Definições” > “Dispositivos” > “Bluetooth & outros dispositivos” > “Adicionar dispositivo Bluetooth ou outro”.

Na janela a seguir que aparecer, escolhe a segunda opção: “Ecrã sem fios ou estação de ancoragem”. Depois, é só carregar com o botão direito do mouse(rato) no seu deskotp e escolher a opção “Definições de visualização” > “Vários ecrãs”. Aqui, seleccione a sua preferência: “Duplicação do ecrã”, “Expandir o ecrã” ou “Mostrar a imagem apenas no ecrã” ou no “ecrã 2”.

 

Portugal está há três meses sob ataque de hackers estrangeiros

O padrão dos ataques informáticos que se registam em Portugal desde Dezembro tem sido o mesmo: sabotagem, com o único objectivo de destruir dados. Ao contrário dos actos de pirataria registados até então, em que os hackers anunciam um objectivo lucrativo com pedidos de resgate ou roubo de dados sensíveis para os vender, os ataques à Vodafone e aos grupos de média Impresa e Cofina destacam-se pela eliminação sistemática
de informação e paralisação de serviços.

Esta persistência em atingir alvos portugueses, assim como as semelhanças entre os ataques, levam os especialistas em cibersegurança a acreditar que Portugal está a ser alvo
de um ataque orquestrado, sem precedentes e que não será perpetrado por piratas nacionais. Ainda ontem, áreas sensíveis do Estado, como o Sistema de Segurança Interna, foram afectados pelo “apagão” da Vodafone. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária e pelo Centro Nacional de Cibersegurança.

Ainda é cedo para conclusões definitivas, mas os indícios apontam para uma estratégia que consiste em sabotar o funcionamento de áreas sensíveis e mediáticas. Os danos colaterais
provocados pelo ataque informático à Vodafone levam a acreditar que a operadora foi um veículo para um propósito bem maior: mostrar que os piratas informáticos são capazes de afectar o funcionamento de um país. Bombeiros, bancos, distribuição de bens, empresas, Comunicação Social, vários setores do Estado e milhões de cidadãos sofreram com o ataque.

Há vários anos que o próprio Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) alerta para as ameaças cibernéticas a que Portugal, por estar integrado em organizações internacionais como a União Europeia ou a NATO, está sujeito. “Para além de ações encobertas de recolha de informação privilegiada/classificada protagonizada por estados que prosseguem interesses hostis às opções estratégicas da política interna e externa portuguesa, à estabilidade europeia e à missão da OTAN [NATO] – espionagem política – identifica-se também como ameaça a espionagem económica e científica”, lê-se no RASI de 2019.

MAIS: Ataque à Vodafone: Hacker russo pôs à venda acesso ilegal ao sistema de uma operadora portuguesa.

  • ATAQUES CONTRA O ESTADO

O mais recente relatório alerta para “um aumento de espionagem, através de ameaças persistentes, tecnologicamente avançadas, de origem estatal, direcionados a importantes centros de informação do Estado [português]. Uma das consequências da sofisticação prende-se com a crescente dificuldade em destrinçar ataques informáticos para efeitos de crimes económicos ou de crimes de sabotagem, dirigidos a empresas e grupos de empresas com relevância no tecido empresarial nacional”, revela o RASI de 2020.

Segundo especialistas em cibersegurança, o ataque à Vodafone veio reforçar a convicção de que Portugal está a ser alvo de um ataque organizado por estrangeiros. “Pode-se enquadrar este ataque num contexto geoestratégico. Portugal é um país da NATO e pode haver quem queira testar as nossas fragilidades internas, neste contexto de ciberguerra”, disse ao Jornal de Notícias de Portugal, José Tribolet, professor catedrático de sistemas de informação.

Ontem à noite, o director da Unidade de Combate ao Crime Informático da Polícia Judicial disse que a investigação ainda está a recolher informação para perceber o que motivou o ataque e para ajudar a Vodafone na reposição dos serviços.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #13

Hoje é Sexta-Feira, dia em que a redacção da MenosFios mostra a secção “As Melhores da Semana”, aquele vídeo totalmente interativo com Sued de Oliveira.

Nessa última semana, como já é habitual, vários artigos tiveram um grande engajamento por parte dos nossos seguidores, em todas as nossas plataformas digitais.

A informação que dá conta que o nosso país vai receber mais dois mil carros eléctricos, nesse mês de Fevereiro, foi muito bem apreciada pelos nossos seguidores, onde os mesmos esperam que a chegada desses veículos possa criar mais postos de abastecimento para os mesmos, bem como, é claro, poderá diminuir os níveis de poluição da capital do país, Luanda, pelo que está presente nas melhores da semana.

MAIS: [Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #07

Por outra, visto que boa parte dos nossos seguidores são jovens inovadores presentes no ecossistema de empreendedorismo digital, pelo que a noticia que dá conta que a empresa tecnológica Oracle, multinacional que atua na área de computação e informática, com especialização no desenvolvimento e distribuição de soluções de banco de dados, sistemas em nuvem e de softwares corporativos, lançou  recentemente o seu programa para apoiar startups africanas de diferentes sectores, de modo a impulsionar as tecnologias digitais para o crescimento dos negócios, teve um grande “feedback” dos nossos leitores, por isso está presente no “As Melhores da Semana”, dessa semana.

De informar que o Top é de 5 notícias, pelo que para veres o vídeo completo terá que ires a nossa página oficial do Youtube, clicando em aqui.

E claro, podes ver o preview do vídeo completo mais abaixo, e não esqueça que na próxima semana teremos mais um “As Melhores da Semana”.

Então, isso é um Até Já!!!

 

 

Clientes Unitel Money já poderão depositar dinheiro via multicaixa

Os clientes do Unitel Money, detida pela operadora de telefonia móvel UNITEL, já poderão  utilizar o sistema multicaixa (ATM) para carregar a sua carteira digital a partir do dia 14 de Fevereiro próximo.

Essa informação foi divulgada pela própria empresa, em um comunicado que a redacção da MenosFios teve acesso, informado que os clientes dessa carteira digital devem gerar uma referência de depósito a partir da sua carteira UNITEL Money no aplicativo UNITEL Money ou USSD, ligando para o *449#. Com a referência gerada, é só o cliente dirigir-se a um multicaixa e escolher o menu Pagamentos de Serviços > Pagamentos por Referência, depois é só efectuar o depósito na sua carteira UNITEL Money.

Segundo a operadora angolana, com a adição dessa nova operacionalidade, tenta complementar o serviço UNITEL Money e evoluir para servir as necessidades do mercado e dos diversos segmentos de clientes.

MAIS: [Rumor] MTN, Vodafone ou a Africell são potenciais futuros accionistas da Unitel

De informar que o UNITEL Money é um serviço de pagamentos e transferências móveis e instantâneas por intermédio de terminais telefónicos, lançado em Agosto de 2021, onde os clientes da Unitel S.A podem enviar ou receber, diariamente, de 25 a 300 mil kwanzas por movimento, em mais de mil agentes espalhados pelo país.

A plataforma vem com o selo de ser fácil de operar, seguro e destaca-se pela comodidade, de acordo com os gestores da operadora, que enquadram a Unitel Money no plano de inclusão financeira do Banco Nacional de Angola e parceiros, numa estratégia que visa reduzir a circulação física de notas de dinheiro na economia e associar as vantagens da era digital no acesso à banca.

A abertura e gestão de conta são grátis e feitas de forma digital. Sem burocracias e sem papel. Para abrir uma conta UNITEL MONEY o cliente UNITEL poderá aceder ao Menu UNITEL Money via *449# ou fazendo o download do aplicativo UNITEL Money na playstore ou app store e abrir gratuitamente a sua conta UNITEL Money.

Consulado-Geral de Angola em Lisboa sofre ciberataque, com grande perda de documentos

O consulado-Geral de Angola em Lisboa, Portugal, sofreu um ataque cibernético no último dia 16 de Dezembro, onde o ataque informático deixou a base do consulado bastante danificada, revela o Novo Jornal.

Segundo aquele semanário angolano, tendo como fonte um técnico de informática do Consulado de Angola, o “ataque foi externo e organizado por hackers” com uma grande contribuição de pessoas internas da instituição diplomática nacional, com o objectivo de apagar documentos e dados que comprometem a anterior gestão do consulado, nomeadamente, a gestão de Narciso do Espírito Santo Júnior.

Para vários analistas ouvidos pelo Novo Jornal, esse ataque dos hackers é uma clara e perfeita “queima de arquivos”, visto que devido a esse ciberataque vários serviços esses do Consulado-Geral de Angola, naquele país europeu, ficaram totalmente obseletos por mais de um mês, e onde a sensivelmente duas semanas atrás, o sistema informático do Consulado recuperou do ataque, onde actualmente o mesmo está em estado de “actualização e observação”.

MAIS: O que se sabe (até ao momento) sobre o ciberataque à Vodafone Portugal

Pelo que se sabe até agora, o ataque cibernético que o Consulado-Geral de Angola em Lisboa sofreu, permitiu que variados documentos como cédula, assento de nascimento, procuração, processo de casamento, salvo-condutos, facturas e registos de pagamentos, comprovativos e outros registos contabilísticos fossem completamente “apagados” do sistema, sendo que até ao momento ainda não há uma avaliaºão total e oficial dos danos causados por esse ataque informático.

Este ataque foi muito bem direcionado, e propositado, porque a nova cônsul-geral quer rescindir o contrato com a actual empresa que presta serviços informáticos(STEP- AHEAD CONSULTING). Apagar tudo para não se deixar vestígios. A grande questão agora será como eles irão provar que foi um ataque externo e não uma destruição intencional de dados, visto que eles não tinham back ups. Tudo isto tem levado a que várias investigações internas estejam em curso. Era importante obter-se um relatório final sobre este ataque”, revelou uma fonte ao semanário angolano.

De informar que nas últimas semanas, várias entidades de Portugal têm sofridos ciberataques, Expresso, site do Parlamento e Vodafone, e onde as forças de segurança dizem que já estão a trabalhar “para compreender melhor” a magnitude e impacto destes incidentes.