Início Site Página 540

Governo Angolano apela maior inclusão de raparigas jovens nas TIC

O Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) defendeu mais aposta na implementação de políticas e programas para aumentar a inclusão digital de jovens, especialmente raparigas, bem como no desenvolvimento de competências e em iniciativas de educação e formação técnica e profissional.

Essa modo de pensar veio através de um nota oficial dessa instituição pública, em alusão ao Dia Internacional das Meninas e as TIC, assinalado a 28 de Abril, revelando que África tem o maior fosso digital de género (25 por cento) e apenas 29 por cento das mulheres tem acesso à Internet na África Ocidental, contra 46 por cento na Ásia e 57 por cento na América Latina.

Para o MINTTICS, visto que a tecnologia desempenha um papel em todos os tipos de carreiras, da arte e história ao direito, do ensino primário e ao design gráfico, a aprendizagem de competências técnicas em tenra idade criará raparigas para a independência económica e não só.

MAIS: Jovens mulheres angolanas capacitadas em empreendedorismo

Ainda no comunicado, acrescenta que 65 por cento das crianças que entram hoje na escola primária terão empregos que ainda não existem, referindo que os empregos do futuro serão implementados pela tecnologia de inovação.

 “O Governo angolano, através do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, tem apoiado a inclusão das meninas e meninos com necessidades educativas especiais, através do fornecimento às escolas de equipas de apoio multidisciplinar, inclusão educativa e softwares educativos que permitem estimular a curiosidade e a aprendizagem, com base nas TIC“, pode ler-se na nota.

De informar ainda, que em alusão a essa efeméride, o MINTTICS e a UNITEL realizaram na semana passada o XI fórum do Dia das Meninas e as TIC, sob o lema “Acesso e segurança“, que contou com exposições tecnológicas das jovens mulheres estudantes de vários institutos de educação, como ITEL, IMIL e Alda Lara.

O encontro visou proporcionar momentos de interacção e motivação, através da transmissão de experiência e conhecimento de antigas bolseiras que agora são Colaboradoras da UNITEL.

Confira a galeria abaixo.

This slideshow requires JavaScript.

Relatório indica que telemóvel do primeiro-ministro espanhol foi alvo do programa Pegasus

O Governo espanhol revelou esta segunda-feira(02) que os smartphones do primeiro-ministro Pedro Sánchez e da ministra da Defesa, Margarita Robles, foram alvo de escutas ilícitas com recurso ao sistema Pegasus, o software de espionagem israelita.

As escutas terão acontecido em Maio e Junho de 2021.

As notícias foram avançadas pelo próprio governo espanhol, através de um relatório oficial do Centro de Criptologia Nacional, e indicam que os smartphones do primeiro-ministro Pedro Sánchez e da ministra da Defesa Margarita Robles, foram alvo de escutas ilícitas com recurso ao programa Pegasus.

De acordo com a informação partilhada, estas escutas aconteceram em Maio e Junho do ano passado, a Pedro Sánchez e Margarita Robles, respetivamente.

Tratam-se de factos confirmados e de enorme gravidade que confirmam que se verificam intrusões às instituições estatais.

Estamos perante intervenções ilícitas e externas.

|Referiu Félix Bolaños, porta-voz do governo espanhol

Há que salientar que o sistema Pegasus já havia sido referido num escândalo de espionagem em Espanha há poucos dias e que envolvia 65 pessoas relacionadas com a luta independentista catalã.

MAIS: ONG’s pedem a União Europeia que sancione dona do aplicativo Pegasus

Deputados do Parlamento Europeu, de Espanha e da Catalunha, jornalistas, ativistas, líderes da Generalitat e advogados teriam sido vítimas do sistema, supostamente a mando do Estado espanhol, uma vez que só os governos detêm este programa israelita.

Assim, é levantada a questão sobre quem estará por detrás destes ataques já confirmados, sendo que poderá estar em causa alguma entidade governamental estrangeira.

Os smartphones de todos os membros do governo serão agora alvo de análise para perceber se terão sido também intersetados pelo spyware Pegasus.

A empresa NSO Group é uma organização israelita que está por trás da criação do avançado spyware “Pegasus” que tem como alvo essencialmente os iPhones.

Em particular, o spyware Pegasus é capaz de permitir que os hackers tenham acesso ao microfone, à câmara e a outros dados confidenciais de utilizadores do iPhone. Embora as versões anteriores do spyware exigissem que os utilizadores clicassem num link enviado através da app Mensagens (iMessage), a versão mais recente é um exploit sem clique.

Isto quer dizer que os utilizadores atingidos pelo malware nem precisam clicar ou interagir com o ataque para ele ser eficaz.

Apple explica porque quer remover apps desatualizadas da loja virtual

A Apple veio a responder publicamente às críticas de developers que acusavam a empresa de querer banir as suas aplicações da App Store, alegadamente por não lançarem atualizações frequentes.

“Como parte do processo de Melhorias da App Store, os developers de apps que não foram atualizadas dentro dos últimos três anos e tenham falhado em cumprir o patamar mínimo de downloads – o que significa que a app não foi descarregada de todo ou muito poucas vezes durante um período de lançamento de 12 anos – receberam um e-mail a notificá-los que as suas apps foram identificadas para possível remoção da App Store”, pode ler-se na nota oficial da Apple.

MAIS: Apple vai remover os aplicativos desactualizados da App Store

O maior problema apontado com esta política da Apple é o facto de muitos jogos serem afetados, os quais de acordo com os developers não precisam ser atualizados tão frequentemente. Ainda assim, a Apple decidiu dar 90 dias (em vez dos anteriores 30) para estas apps serem atualizadas antes de serem removidas da loja virtual.

Founder Institute Luanda gradua startups da 2° e 3° edição do seu Programa de Aceleração

Decorreu na última semana o “Alumni Networking Event” organizado pelo Founder Institute Luanda (FI Luanda), e que serviu para reunir graduados, mentores e alunos da 2° e 3° edição do Programa de Aceleração de Startups com base tecnológica, organizado pela maior aceleradora do mundo de startups em fase pre-semente.

O evento que contou com a redacção da MenosFios, serviu para debruçar sobre as últimas edições do programa, que proporcionou uma plataforma de conhecimento, mentoria e networking com o objectivo de transformar ideias em negócios sustentáveis e startups em negócios globais.

MAIS: Founder Institute Luanda abre as candidaturas para a 4ª edição do programa de aceleração de Startups

Foram graduadas as seguintes startups:

AngoWaste

Karapinha de Algodão

Tchossi Academic

A KÁBULA

TUDIZOLA

DA SÓ

Narisrec

Narulim

Yetubit Exchange

SPOT

Whata Kids

Kimpovi

Foodcare

SIS – Sistema Integrado de Seguros

Madya

One Vision

Whata Kids

Payá Rapido

ENERE

Anzaki

Fotarpo

Badaaye

Magoga

Nawabus

Uabiluka

De informar ainda que o evento também serviu para falar sobre a 4° edição do programa, que vai ter duração de 4 meses, divididos em 14 sessões passo-a-passo que cobrem todas as temáticas sobre como formar e fazer crescer um negócio.

O FIL Luanda vem assim para adicionar um valor muito importante no marco da visão “Empreendedorismo com Propósito” alinhado com os ODS da Agenda 2030 da ONU, criando não apenas negócios de impacto mais também investindo na formação da nova geração de líderes empresariais de Angola e de África.

Moçambique adere ao fórum para biotecnologia agrária

O Governo Moçambicano é o mais recente país africano a aderir ao Fórum Aberto para Biotecnologia Agrária em África (OFAB), onde defendeu que o processo de geração de tecnologias deve ser suficientemente rápido para responder aos desafios impostos pelas constantes e rápidas mudanças climáticas.

Segundo o Vice-Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural do país, Olegário Banze, que falava no discurso de abertura do fórum, em Maputo, a ocorrência cíclica de eventos climáticos extremos passíveis de serem mitigados, em parte, pela implementação da biotecnologia agrária, através de maior provimento de alimentos à população.

MAIS: BFA Global e FSD África investem milhões de dólares para impulsionar startups climáticas em África

Para o gestor público, a adesão de Moçambique à iniciativa OFAB é uma oportunidade para a criação de uma plataforma permanente e regular, onde todos os intervenientes e interessados na área da biotecnologia agrária, que se encontram para discutir e propor formas para maior entendimento e promoção do uso das soluções tecnológicas e produtos gerados com recurso ao uso da biotecnologia não só em Moçambique, mas no resto de África.

De informar que antes de Moçambique, o OFAB já é implantado em outros oito países africanos, nomeadamente Quénia, Gana, Nigéria, Etiópia, burquina Faso, Uganda, Tanzania e Ruanda, e onde o próximo país a aderir a iniciativa é o Malawi.

Para o Director-Executivo da Fundação Africana de Tecnologias Agrárias, (AATF, na sigla inglesa), Canissius Kanangire, a adesão de Moçambique a OFAB é um marco histórico, não só para o país, como também para a SADC e o resto de África.

FUNDECIT aberto para financiar projectos científicos e tecnológicos de investigadores e estudantes

A Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNDECIT) está actualmente aberta para o financiar projectos científicos e tecnológicos vindo de investigadores e estudantes do ensino superior em Angola, de acordo com as palavras da ministra Maria do Rosário Bragança Sambo.

O FUNDECIT é uma fundação criada no ano passado, tutelada pelo Ministério do Ensino Superior  Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), e tem como objectivo a promoção da política de governação da ciência, tecnologia e inovação, estabelecido no Plano  de Desenvolvimento Nacional (PND) 2018-2022.

A instituição visa implementar as políticas de ciência,  tecnologia e inovação e gerir os meios financeiros destinados à investigação científica  e desenvolvimento, incluindo os que  resultam da mobilização ou captação de recursos extra OGE, para o financiamento, de forma  mais efectiva,   das actividades de investigação científica e desenvolvimento,   bem como proceder à avaliação e acreditação das instituições que se dedicam à investigação científica e desenvolvimento tecnológico no país,   filiadas no sistema nacional de ciência tecnologia e inovação (SNCTI).

MAIS: Governo Angolano lança programa de apoio aos micro-empreendedores

Com a sua criação, o Governo Angolano pretende divulgar, na comunidade científica nacional,  nas instituições e na sociedade, o seu potencial  como novo actor nacional em ciência e desenvolvimento, recolher  aportes e mobilizar organizações e investigadores em prol do funcionamento e reforço da investigação.

Segundo ainda Maria do Rosário Bragança Sambo, o FUNDECIT é um marco  importante passo no financiamento à ciência, de forma a reforçar e tornar consistente o financiamento competitivo das instituições de ensino superior, das instituições de investigação científica e desenvolvimento e de actores singulares.

A criação da fundação,  adiantou, tem um grande valor  histórico,   pois representa o início das actividades de uma nova instituição pública encarregue directamente do financiamento da ciência e da implementação das políticas de ciências, tecnologia e inovação, perspectivando o fortalecimento do sistema científico angolano.

BFA Global e FSD África investem milhões de dólares para impulsionar startups climáticas em África

As multinacionais BFA Global e a FSD Africa anunciaram a criação de uma “launcher venture“, denominada TECA (Desencadeando a Ação Climática Exponencial, sigla em inglês), que terá como objectivo a criação de startups fintech com soluções que permitam a resiliência climática nas comunidades mais vulneráveis em todo o mundo, principalmente em África.

Com um investimento de 3,3 milhões de dólares nos próximos 4 anos, a TECA vai apoiar desde a fase de ideias até ao lançamento os empreendedores africanos pioneiros, expandindo assim o “pipeline” de oportunidades nas fintechs para o espaço de resiliência climática.

Com essa grande ajuda da FSD Africa, espera-se que haja uma aceleração no ecossistema em torno dos empreendimentos, envolvendo-se com várias partes interessadas para desbloquear capital, atrair talento e criar pontos de prova para estimular mais inovação para a resiliência climática no nosso continente.

“Na FSD Africa, acreditamos que um sistema financeiro forte, justo e acessível é crucial para um futuro sustentável para o povo africano e o seu ambiente. Em particular, acreditamos que o financiamento pode desempenhar um papel importante no combate à vulnerabilidade climática e que, aproveitando o poder da inovação fintech, podemos ajudar a resolver as barreiras do mercado à construção de soluções de resiliência climática tão necessárias”

MAIS: Katapult procura as melhores startups agroalimentar e climáticas de África. Saiba como inscrever-se ao programa

O desafio para África é que esta inovação seja sufocada por um ecossistema fraco, refletido em baixo investimento em fase inicial. A nossa parceria com a BFA Global na TECA visa resolver esta questão com a origem, investindo e crescendo um oleoduto de empreendimentos de resiliência climática, ao mesmo tempo que ajuda a influenciar e expandir o conjunto de investimentos para este espaço.”, disse Juliet Munro, Director de Economia Digital da FSD Africa

Segundo o que foi revelado pelo  IPCC Sixth Assessment Report, no início deste ano, cerca de 3,6 mil milhões de pessoas vivem em contextos altamente vulneráveis às alterações climáticas, com alguns dos maiores impactos observados em áreas e comunidades em toda a África.

Por isso, as soluções requerem um desenvolvimento adicional significativo, visto que em grande parte ainda não são acessíveis ou disponíveis para as populações mais em risco.

A missão do TECA é lançar mais de 100 empreendimentos até 2026, incluindo pelo menos 60 em África, e onde estes empreendimentos ajudarão a construir a resiliência climática das comunidades vulneráveis e a criar oportunidades de investimento para outros intervenientes no ecossistema.

A primeira edição de empresários do TECA centrar-se-á na Economia Azul na África Oriental, nomeadamente atividades que geram meios de subsistência e serviços de ecossistemas de massas de água como oceanos, lagos e rios. As candidaturas para potenciais “founders” já estão abertas.

Angola vai contar brevemente com uma escola de marketing e publicidade

Angola vai contar brevemente com a construção de uma escola de marketing e publicidade, projecto esse que vai ser implementado numa parceria entre o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) e o Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR).

Essa informação foi prestada pelo secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Albino, falando na abertura da II Conferência Nacional sobre Ética e Legislação Publicitária, que ocorreu na última semana, acrescentando ainda que o Governo Angolano reconhece o papel da indústria publicitária para o impulso da diversificação económica, por este facto, ser importante a formação e superação dos quadros para o mercado.

Para Nuno Albino a indústria da publicidade conquistou o seu espaço em Angola, sendo uma actividade que impulsiona a inovação nos produtos e serviços oferecidos e é geradora de emprego, aumentando o seu valor para a economia.

Apesar deste desenvolvimento,sublinha o Secretário de Estado, o mercado publicitário foi um dos sectores que ficou afectado com a crise e a pandemia da Covid-19, prejudicando assim, a tesouraria das empresas, que viram-se obrigadas a cortar despesas com a publicidade.

Quando a nova era da digitalização, Nuno Albino informou que o sector publicitário começa a ocupar, irreversivelmente, a vida das pessoas, facto que importa agora perceber o papel reservado à indústria publicitária, em particular as consumidas nas plataformas digitais e redes sociais. Por isso, avança que por via da formação venha a adaptar-se com mestria, tendo em atenção ao novo paradigma de mercado ancorado para a migração digital.

MAIS: Ministério das Telecomunicações cadastra empresas de publicidade e marketing

Ainda no evento, Nuno Albino revelou que o Executivo vai continuar a apoiar e incentivar o surgimento de mais actores no mercado publicitário, como anunciantes, as agências publicitárias, os veículos de comunicação, produtoras de som e vídeo, agências de promoção de vendas e relações públicas, gráficas e designers, no sentido de melhorar a oferta e a competitividade.

De informar que a II Conferência Nacional sobre Ética e Legislação Publicitária contou com a participação dos principais players do mercado nacional de marketing e da publicidade, directores provinciais de publicidade, deputados e representantes dos órgãos de comunicação social.

A conferência incindiu sobre vários tópicos, como “A publicidade Exterior em Angola”, “Os desafios da Publicidade online em Angola” e “Os Limites Éticos da Propaganda em Período Eleitoral”.

Jogos ‘Call of Duty’ terá forma criativa de ‘castigar’ batoteiros

A Activision continua empenhada em encontrar formas cada vez mais criativas para punir os jogadores que usem batota para terem vantagem em partidas online em jogos da série ‘Call of Duty’.

Ainda que não seja um mecanismo perfeito – uma vez que o sistema tem de conseguir detetar os batoteiros e assumir que o jogador não tem uma forma de detetar automaticamente os inimigos – deverá ainda assim desencorajar a utilização de algumas batotas.

WhatsApp quer acabar com uma das maiores frustrações da app

Os utilizadores do WhatsApp sabem bem que, assim que trocam de telemóvel, têm também de migrar a respetiva conta na app de mensagens – assim como todo o histórico de conversas tidas na plataforma.