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Segunda-feira, Março 16, 2026
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Angola vai contar com legislação para reger o comércio electrónico

O Ministério da Indústria e Comércio (MINCOM) remeteu a consulta pública, nesse primeiro trimestre de 2022,  a proposta de regulamento sobre a supervisão do comércio electrónico no país, de modo a promover a segurança e eficiência de resposta das infra-estruturas do mercado cibernético.

Segundo o que foi revelado por uma fonte do MINCOM, a proposta de regulamento, pode evoluir para uma lei  resulta do facto de a legislação de Angola não ser precisa, relativamente ao comércio electrónico, e por abordar, de forma genérica, a situação da economia digital.

A ideia do ministério é preencher as lacunas que os diversos diplomas apresentam como criminalidade cibernética, a falta de identificação da infra-estrutura ou do vendedor e as garantias, bem como o direito de informação na venda do produto, que constitui o principal objectivo da preparação dessa legislação.

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De acordo com Osvaldo Epipi, técnico da área de apoio do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC), falando à ANGOP, em 2007 foi aprovada a Lei das Actividades Comerciais (Lei nº 1/07 de 14 de Maio), diploma que faz uma ligeira referência ao comércio electrónico, na vertente venda feita à distância, e que actualmente, a real situação, vai além da venda à distância, tendo em conta os múltiplos serviços disponíveis nas mais diversas plataformas online.

O Instituto viu que era necessário a criação de um grupo técnico, pelas sucessivas infracções registadas sobre essa actividade”, disse Osvaldo Epipi.

Pelo que foi revelado, a proposta do regulamento sobre supervisão do Comércio Electrónico, foi elaborada por um grupo multissectorial que integra, além do Ministério da Indústria e Comércio (Mindcom), das Finanças, do Interior, a Administração Geral Tributaria (AGT) e o Banco Nacional de Angola (BNA).

Outro motivo de o país ter uma legislação para o comércio electrónico tem a haver com as reclamações, onde só esse ano já conta com mais 883 reclamações, só na província de Luanda, ligadas à questão da compra online. Somadas as outras províncias do país chega a um milhão 500 reclamações.

Sony anuncia a compra do estúdio que criou os vídeo-jogos ‘Halo’ e ‘Destiny’

A Sony anunciou hoje a compra do estúdio de videojogos norte-americano Bungie, criadores dos jogos ‘Destiny’ e ‘Halo’, de modo a incorporar no seu coletivo de criadores do PlayStation Studios, revela o The Verge.

Segundo o comunicado oficial, a aquisição está avaliada em 3,6 mil milhões de dólares e onde só está pendente de aprovação dos reguladores, e a mesma tem como objetivo impulsionar a visão da multinacional japonesa para títulos multi-jogador online.

O Bungie continuará a operar independentemente, mantendo a capacidade de se auto-publicar e chegar aos jogadores onde quer que estes escolham jogar“, pode ler-se na mensagem aparentemente tranquilizadora após a compra da Activision Blizzard pela Microsoft, concorrente da Xbox, o que para vários analistas suscitou preocupações sobre a potencial exclusividade das principais franquias.

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Com o acordo fechado, o Bungie será uma subsidiária independente da Sony e permanecerá sob a direção da sua atual gestão, liderada pelo seu presidente e CEO, Pete Parsons, continua a nota.

Temos tido uma forte parceria com a Bungie desde a conceção da franquia Destiny e não podia estar mais entusiasmado por receber oficialmente o estúdio na família PlayStation“, informou o presidente e CEO da Sony Interactive Entertainment (SIE), Jim Ryan.

Este é um passo importante na nossa estratégia para expandir o alcance da PlayStation a um público ainda mais vasto“, finalizou o gestor.

 

Programas televisivos e filmes entre as coisas mais pirateadas em 2021

Os utilizadores de internet de todo o mundo acederam a plataformas ilegais de conteúdos mais de 132 mil milhões de vezes nos primeiros meses de 2021, o que representou um aumento de 16% face a igual período do ano anterior, revela o novo relatório da Akamai e Muso.

Segundo o relatório, com “ mais de 67 mil milhões de visitas totais, a televisão é a indústria mais pirateada”, diz a Muso, que é especializada em dados sobre pirataria de conteúdos. Os livros são o segundo conteúdo mais pirateado, com mais de 30 mil milhões de visualizações no período em questão, e onde os EUA é o país com mais dowloands ilegais nessas duas categorias. O terceiro sector da indústria mais procurado nestes moldes é o dos filmes, com 14,5 mil milhões de visitas a sites ilegais e a maior parte da procura a surgir da Índia, depois Turquia, EUA, China e Brasil.

No que toca a conteúdos mais procurados: Godzilla vs. King Kong, Zack Snyder’s Justice League e Black Widow foram os filmes mais desejados, enquanto Loki, WandaVision e Rick & Morty foram as séries de TV que tiveram dowloands ilegais por partes dos aficionados.

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A dispersão de conteúdos exclusivos por várias plataformas de streaming, que eventualmente faz com que o utilizador tenha de pagar mais do que uma subscrição para ver filmes ou séries específicas, é apontado como um dos motivos para este aumento da pirataria. Por outro lado, essa mesma dispersão faz com que seja mais fácil aos piratas ter acesso a conteúdos para disponibilizar de forma ilegal.

Ainda no relatório, os responsáveis da Akamai revelam que muitos dos piratas só recorrem a este meio porque não têm outra forma de ver o conteúdo.

Executivo vai extinguir o Fundo de Apoio ao Desenvolvimento das Comunicações

O Fundo de Apoio ao Desenvolvimento das Comunicações (FADCOM) vai ser extinto na próxima reunião da Comissão Económica, revela o jornal Expansão.

Segundo o que foi revelado pelo periódico nacional, o processo da extinção do orgão que é tutelado pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) já está praticamente pronto, e onde aprovação do mesmo será com a extinção de outros fundos sectoriais, de modo a reduzir drasticamente o número de fundos públicos, dando lugar a três ou quatro que serão transversais a diversas actividades económicas.

Falando propriamente do FADCOM, ele será incorporado num fundo de infra-estruturas, onde estarão também os transportes, energia e águas, e onde o plano do Governo Angolano é operacionalizar estas estruturas de forma que tenham efectivamente impacto na actividade económica do País.

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De informar que FADCOM foi criado há cerca de 12 anos, por recomendação da ITU, tendo como principal vocação apoiar projectos que contribuíssem para a inclusão digital.

Por estatuto, todos os operadores deveriam contribuir com 1% da sua receita bruta, o que na prática não veio a acontecer, e segundo o jornal Expansão, Movicel e Angola Telecom nunca destinaram verbas para este fundo. Embora sem uma regularidade ao longo destes anos, a empresa que mais contribuiu foi a UNITEL, e onde até ao momento não se conhecem grandes iniciativas desenvolvidas pelo FADCOM.

Um dos problemas destes fundos sectoriais é que projectos que estavam inscritos no OGE estavam depois também inscritos nos fundos. Esta duplicidade não contribuiu para que fossem operacionais.

Também os projectos que desenvolviam não tinham a ver com o propósito da constituição do fundo. Neste caso particular deveria o FADCOM desenvolver projectos de inclusão digital, não devendo o dinheiro disponível ser utilizado para as infra-estruturas.

Moçambique: País tem novo canal televisivo com conteúdos originais e nacionais

A sociedade moçambicana conta, desde a última semana, com mais um canal televisivo, denominado “Maningue Magic”, que incluiu no seu catálogo telenovelas, ficção, “reality shows” e programas produzidos por actores do país.

O canal que é exibido nas plataformas DStv e GOtv, teve o seu lançamento na Fortaleza de Maputo, e tem como objectivo a expansão das variadas formas de manifestação e produção (cinema, teatro, música, promoção de espectáculos e eventos de entreternimento) de conteúdo moçambicano, levando assim a promoção da imagem do país a nível nacional e internacional, com a salvaguarda dos direitos autorais.

De acordo com o Director-Geral da MultiChoice em Moçambique, Agnelo Laice, o “Maningue Magic” vem para criar um espaço para o crescimento das industrias culturais e criativas no país “com impacto na cadeia de valor baseada no talento e nas habilidades artísticas dos produtores, capacidade de geração de empregos e mais receitas para o Estado”.

Ainda no evento de lançamento do canal, para Agnelo Laice, o mesmo representa um salto qualitativo na oferta de conteúdos televisivos produzidos em Moçambique.

continuaremos a trabalhar com os produtores nacionais e a apoiar os novos produtores, que encontram agora no canalManingue Magic” uma plataforma de reconhecido crédito, através da qual podem veicular os seus conteúdos em alta qualidade para Moçambique e além-fronteira”, reforçou.

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Sobre o novo canal, ainda na ideia do Director-Geral, responde também ao compromisso de desenvolver a indústria de entreternimento em Moçambique e no continente africano.

Por outro lado, João Ribeiro, Director do Canal, disse que o “Maningue Magic” vai melhorar totalmente a experiência dos telespectadores moçambicanos.

estamos orgulhosos com o nosso papel no sector do entreternimento. Este lançamento reforça a visão estatégica de sermos o principal contador de histórias do nosso continente e abre uma nova etapa no relacionamento com a indústria no país”, informou João Ribeiro.

Foi ainda revelado que o contéudo do canal convidam à reflexão sobre temas essenciais do quotidiano moçambicano como traição, luta pela sobrevivência, conflitos familiares e dicotomia campo-cidade, contadas com uma grande dose de criatividade.

Actualmente o “Maningue Magic” conta com conteúdos como a telenovela “Maida”, a série “A Influencer”, “Estação do Boss”, “Date My Familiy Moçambique”, “Top Mais” e “Txunado”.

Airbus Southern Africa manifesta interesse em investir no mercado angolano

A empresa tecnológica Airbus Southern Africa manifestou o interesse de procurar novas parcerias em Angola, bem como fornecer soluções para venda, reparação e personalização de aparelhos.

Esse interesse foi revelado por Sebastien Bully, Director Comercial Executivo da Airbus Helicopters na África Austral, em audiência com a embaixadora de Angola na África do Sul, Filomena Delgado, na última semana.

De acordo com o que foi revelado pelo comunicado oficial da Embaixada na África do Sul, a Airbus Helicopters tem trabalhado com vários governos e clientes privados, onde actualmente conta com mais de 300 helicópteros de turbina ao nível da África Austral e ao longo do Oceano Índico.

A Airbus Helicopters é uma empresa que tem um leque variado de serviços, desde viagens VIP, transporte comercial, apoio a polícias, militares e linhas de apoio a doentes, além da assistência pós-venda e fornecimento de peças de reposição.

No final reunião, Sebastien Bully convidou a diplomata angolana a visitar as instalações da empresa na África do Sul para aferir a sua real capacidade.

Site do Parlamento de Portugal alvo de ataque informático

Os ‘hackers‘ do Lapsus Group, que no princípio do ano foram os responsáveis pelo ataque informático ao site do Expresso e da SIC Notícias, informaram no dia de ontem(30), terem atacado com sucesso o site do Parlamento de Portugal.

De acordo com o jornal Expresso, que vincula a notícia, diz que essa informação foi dada pelos próprios piratas informáticos e em que alegam ter conseguido roubar informação sensível do governo, de políticos e partidos, muitos documentos e e-mails.

MAIS: Grupo Impresa lança sites provisórios da SIC e do Expresso depois do ataque

Até ao fecho dessa notícia, o site já está funcionamento mas, informa ainda o semanário português, o site esteve cinco minutos em baixo, e onde a a Polícia Judiciária Portuguesa já estará a investigar o sucedido.

Falha informática provoca atrasos nos salários da função pública, para o mês de Janeiro

Uma falha no sistema informático de processamento de contas da função pública está a cativar os salários de Janeiro, dos funcionários da Administração Pública, principalmente no sector da Educação e Saúde, revela em comunicado o Sistema Integrado de Gestão Financeira do Estado (SIGFE).

De acordo com a nota oficial, na qual a redacção do MenosFios teve acesso, os bancos comerciais angolanos já foram informados sobre essa situação, no último dia 28 de Janeiro, e que essas mesmas falhas resultam de acções de manutenção técnica no sistema informático.

Ainda na nota, o SIGFE informa que “aos prezados gestores orçamentais do sector público, informamos que continuamos a detectar falhas técnicas no sistema, o que está provocar irregularidades no pagamento total das remunerações de alguns ministérios como Educação e não só, dos ramos, categorias e de um número significativo de funcionários públicos”, e revelado.

Por fim, o SIGFE acrescenta que “apelamos a calma aos docentes pois, os nossos Serviços de Tecnologias de Informação e Comunicação das Finanças Públicas (SETIC-FP), bem como as Instituições Bancárias, no exercício das suas funções, continuam a envidar todoss os esforços para proceder o estorno dos referidos montantes, em favor do Tesouro Nacional com a maior brevidade possível”, finaliza.

Consultório MenosFios: Eis as 5 melhores ferramentas de código aberto de gestão de projectos

Com a entrada do novo ano é normal pensar no início de novos projectos, e para isso, nada melhor que usar ferramentas de código aberto para a instalação local que nos ajudem a fazer uma boa gestão.

Os últimos tempos tem sido muito acelerado, onde as metodologias ágeis são uma tendência crescente, visto que com elas podemos acelerar o desenvolvimento de tarefas e projectos, isto tudo sem perder o rasto do progresso que planejamos.

Os programas com esta metodologia são, na sua totalidade, simples de usar, gratuitos ou de baixo custo, bem como uma boa integração com outras ferramentas. Tendo como base essa demanda de agilidade, um dos sistemas de organização mais adoptados, tanto por empresas como por individuais, é o Kanban. Para quem o utiliza, este programa oferece uma visão geral das tarefas a realizar, em um método padronizado de três passos principais: lista de tarefas, a fazer e feito, onde cada tarefa será movida para cada estágio do seu desenvolvimento.

Um outro programa é o Asana, que preenche todos os requisitos mencionados acima e muito mais, tornarndo-se uma das soluções mais usadas. Mas infelizmente essa plataforma não só não é de código aberto, como também não permite a instalação local.

Por isso,  essa especificidade pode ser uma limitação a considerar, visto que estará a confiar não só num software cujo código desconhece, como irá dar gestão dos seus dados a terceiros.

Então, no episódio de hoje do Consultório MenosFios, juntamente com os nossos parceiros do PC GUIA,  vamos mostrar-lhe 5 alternativas de código aberto para gestão de tarefas, visto que o uso de software de código aberto pode acrescentar maior segurança ao software, não tem custos, fomenta a colaboração e permite também uma entrada mais rápida num mercado cada vez mais. De informar que a instalação local de qualquer uma destas ferramentas que vamos citar abaixo, vai melhorar muito a privacidade dos dados e a segurança da informação, mantendo sempre um nível maior de controlo, que na nuvem muitas vezes não é possível. No entanto, terá de avaliar se, para o seu caso específico, fará sentido uma solução instalada e gerida por si.

WEKAN

O Wekan é uma boa alternativa para instalação local, no seu desktop ou num servidor, somente com a versão gratuíta, e onde utiliza o método de quadro Kanban, o que permite importar o que já estiver no Trello. Destacamos também o seu sistema de “drag and drop”, que simplifica o seu uso, bem como é altamente personalizável e permite a instalação de várias e em vários dispositivos, inclusive em modo off-line num smartphone Android. De referir ainda que o mesmo está disponível em versão iOS, e onde no seu site oficial pode ver toda a documentação e com o passo a passo para a sua instalação:  wekan.github.io

 

LEANTIME

O Leantime é uma ferramenta de gestão de projectos escrita em PHP e Javascript com MySQL. Sobre as suas especificidades, o que difere das outras, é que ela tem uma característica fundamental, que é dar prioridade em ideias inovadoras, bem como encontrar estratégias para o seu desenvolvimento e, depois, preparar um plano de acção para as concretizar, usando para o efeito um gestor de tarefas. A sua lista de tarefas pode ser visualizada em formatos Kanban ou Backlog, onde para o último a lista de tarefas é organizada por prioridades, acompanhada sempre de um mapa organizacional. Sobre a sua instalação local, informar que é feita via docker container, embora que existe também uma versão paga. Ressaltar ainda que o Leantime tem integração com o Mattermost, o Slack e o Zulip, e onde infelizmente não tem versão para o iOS e Android, isto é, só pode ser usada através do navegador. Eis o site oficial: leantime.io

TASKBOARD

O TaskBoard é uma outra solução de quadro Kanban, mais com visual muito básico, o que pode ser muito interessante para você. A sua instalação também é muito simples, onde é só extrair os ficheiros para o servidor, correr os scripts e ter as pastas com as permissões correctas de acesso e as dependências necessárias como o PHP 7, com o sqlite activo. De informar que nos últimos tempos o desenvolvimento da ferramenta está um pouco parado, porque tem recebido poucas contribuições, mas com uma boa solução indivídual de gestão de tarefas poderá ser bastante interessante de experimentar. Eis o site oficial: taskboard.matthewross.me

RESTYABOARD

Essa ferramenta é semelhante ao Wekan, embora que tenha diferença em alguns aspectos, como a importação da informação do Asana, Taiga, Taskwarrior e Trello, bem como outros. Uma particularidade fantástica do Restyaboard é que ela permite sincronizar as tarefas com o calendário da Google, tem ainda um add-on para quem usa o Gmail e integração com os utilizadores  LDAP (Lightweight Directory Access Protocol), bem como serviços Slack, Zendesk, Visual StudioCode, entre outros, mas na versão de contas pagas. De informar ainda que ela é compatível com iOS e Android, onde para o computador, a instalação pode ser feita por docker container e via script, para sistribuições Debian, Centos e Ubuntu. Eis o site oficial: restya.com/board

OPENPROJECT

De todas as ferramentas que apresentamos acima, o Open Project é a solução mais completa apresentada, nesse artigo, muito por culpa do seu grande foco empresarial, e claro, por ser a melhor opção de código aberto para empresas, tendo recurso a todas formas de metodologias actuais. Outra funcionalidade que torna o Open Project diferente, é a apresentação de gráficos e a exportação de dados em vários formatos, bem como tem exposto toda a sua documentação disponível no site. De informar que a sua instalação local é gratuíta da versão comunitária via pacotes DEB, RPM, dock container, e onde a versão paga é usada em servidores na nuvem. Eis o site oficial: openproject.org

Todas as soluções que mostramos nesse episódio do Consultório MenosFios têm características muito boas, e onde a escolha vai depender das necessidades e dos objectivos dos seus projectos. Por exemplo, se a escolha é para uso individual, o Wekan e o Taskboard podem ser as melhores soluções, bem como o Restyaboard, que demonstra mais maturidade para equipas maiores. Agora, se for uma vertente mais profissional, o Leantime e o OpenProject são, sem dúvidas, as soluções mais indicadas.

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Esse foi o episódio do Consultório MenosFios desse Domingo, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que queira saber as 5 melhores ferramentas de código aberto de gestão de projectos que permitem instalação local.Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Aplicativo Facebook Messenger será mais protegido com encriptação

A empresa Meta anunciou o lançamento de uma nova atualização para o Facebook Messenger, que vai permitir desfrutar de encriptação em vários serviços e funcionalidades das conversas, grupos e até chamadas de voz.

Segundo o que foi revelado, esta nova funcionalidade de segurança ainda não estava presente em vários elementos das conversas. Agora, a encriptação passa a abranger também reações, GIFs, ‘stickers’, respostas a mensagens específicas e até reencaminhamentos.

MAIS: Governo do Burkina Faso corta acesso ao Facebook e limita Internet a população

De informar que esta não será a única novidade da atualização, que também permitirá gravar fotografias e vídeos e ainda editar ficheiros de media antes destes serem enviados.