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Terça-feira, Março 17, 2026
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Cada utilizador passa 4.8 horas, em média, dentro de apps no smartphone

Cada vez mais os utilizadores estão a passar tempo dentro de apps nos seus smartphones. Pelo menos este é o resultado a que chega um recente estudo da empresa App Annie, sobre o estado dos dispositivos móveis no mercado.

De acordo com o estudo, cada utilizador passa em média cerca de 4.8 horas por dia dentro de aplicações nos seus smartphones. Este valor representa um aumento de quase 30% em comparação com os últimos dois anos, e um terço das horas ativas dos utilizadores em diferentes países.

dados por pais

A nível de países, o Brasil lidera, com uma média de 5.5 horas que cada utilizador passa dentro de apps, seguindo-se a Coreia do Sul com a marca de 4 horas. México, Índia e Japão estão também bastante perto destes valores.

MAIS: Tem um Android? Cuidado com estes 151 aplicativos maliciosos

Se os números eram impressionantes a nível das horas, são ainda mais elevados sobre a quantidade de dinheiro que os utilizadores gastaram em apps. Durante o ano passado, foram gastos quase 170 mil milhões de dólares em compras nas diferentes plataformas para smartphones. Isto corresponde a quase 320.000 dólares gastos por minuto em 2021.

dados de gastos em apps de smartphones

Já em números de downloads de novas apps, o valor atingiu mais de 230 mil milhões entre as diferentes plataformas, um crescimento de 5% face ao ano anterior. Colocando de outra forma, corresponde a cerca de 435.000 apps descarregadas a cada minuto. Sem dúvida que o mercado tem vindo a crescer, e se esta tendência se mantiver, poderemos vir a atingir novos valores recorde já em 2022.

Tek MenosFios: Raio-X no Iphone (Episódio 02)

Infelizmente você não recebeu um manual de como começar a usar o seu iPhone, mas gostariamos de dizer-lhe que você já tem um, só que é preciso seguir um caminho para encontrá-lo: abra o navegador Safari em seu iPhone e toque no botão Favoritos(aquele que se parece com um livro aberto, o segundo localizado na porção inefrior direita).

A Apple oferece uma vasta gama de favoritos padrão, onde entre esses vais encontrar o “Guia do Usuário do iPhone”, que é praticamente um completo manual on-line, onde pode ser descarregado em formato PDF, para ser visualizado no computador ou fazer a imprensão do mesmo. Para aceder esse documento é só aceder em http://support.apple.com/pt_BR/manuals e click em “iPhone Manual do Usuário (Para o software iOS 15)”. De referir que esse documento pode ser também visualizado no navegador ou ser descarregado.

Avisar que esse guia do iPhone é muito detalhado e básico, por isso se quer ser um expert ao utilizar o seu iPhone é só continuar nos nossos episódios do Tek MenosFios – Raio-X no iPhone, onde juntamente com o Brasil Revistas, a nossa redacção promete apresentar-lhe o seu iPhone em todos os aspectos, mostrando-lhe o que há por debaixo do bonito corpo de alumínio anodizado, ou de policarboneto.

Nos próximos episódios vamos mostrar-lhe as tecnologias internas do aparelho, fazer com que possas explorar o sistema operacional e os aplicativos nativos do aparelhos, isso tudo no sentido de ajudá-lo a tirar o máximo proveito de tudo. Mas a nossa redacção não vai parar por aqui, visto que o plano é levá-lo mais longe, onde vamos apresentar-lhe os aplicativos adicionais que oferecem mais recursos e funções, isso tudo de graça.

Lendo todos os nossos próximos episódios, todas as Quartas-Feiras, você vai descobrir como gerenciar o seu iPhone usando o iTunes em seu computador, bem como podes configurar o programa para compartilhar suas músicas e outros arquivos de mídia, e claro, controlar remotamente usando seu iPhone e até mesmo executar formatos de arquivos “não suportados”.

Outra coisa, ainda vamos abordar também os melhores aplicativos e jogos gratuitos para instalares no seu iPhone, então… não perca o próximo episódio!!!

Eis os episódios anteriores:

Episódio 01.

Empresa Meta pode ser obrigada a vender o WhatsApp e o Instagram

ILLUSTRATION – 28.10.2021, Paraguay, Asunción: Das Logo von Meta, der neuen Dachmarke des Facebook-Konzerns, wird auf einem Smartphone angezeigt, im Hintergrund sind die Logos von Facebook, Messenger, Instagram, Whatsapp und Oculus zu sehen. Foto: Andre M. Chang/ZUMA Press Wire/dpa +++ dpa-Bildfunk +++

A Comissão Federal Do Comércio dos EUA tem ‘luz verde’ para avançar com o processo que pretende obrigar a Meta (anteriormente conhecida como Facebook) a vender algumas das suas subsidiárias, nomeadamente o WhatsApp e o Instagram, revela o Business Insider.

De acordo com a notícia, o juiz federal James Boasberg, que está encarregue do processo, rejeitou o pedido para anular o caso feito pela Meta no último mês de Dezembro, e onde significa que o juiz considerou haver argumentos suficientes para ser considerado que a Meta detém um monopólio e, por conseguinte, o processo ser julgado em tribunal.

Estamos confiantes de que as provas revelarão as fraquezas fundamentais destes argumentos. Os nossos investimentos no Instagram e no WhatsApp transformaram-nos no que são hoje em dia. Foram bons para a concorrência e bons para as pessoas e empresas que escolheram usar os nossos produtos” lê-se no comunicado.

Polícias americanos despedidos porque estavam a perseguir Pokémons em vez de assaltantes

POLAND – 2020/03/23: In this photo illustration a Pokemon GO logo seen displayed on a smartphone. (Photo Illustration by Mateusz Slodkowski/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

Dois agentes da polícia de Los Angeles foram despedidos por não responderam a um pedido de auxílio que lhes chegou pelo rádio para apanhar assaltantes porque, infelizmente, estavam estavam a jogar Pokémon Go e a tentar apanhar um Snorlax, revela o jornal BBC.

Essa situação insólita foi descoberta devido a câmara a bordo do carro-patrulha onde estavam os dois agentes, que não restou dúvidas a mostrar que os policias ignoraram um pedido de ajuda que chegou pelo rádio para continuar a tentar apanhar um Snorlax no jogo Pokémon Go.

O pedido de ajuda que veio pelo rádio era para interceptar alguns ladrões, que tinham acabado de roubar uma loja nas redondezas. Em sua defesa, os dois agentes alegaram não ter ouvido o pedido, mas o que não convenceu o juíz, terminando nas suas respectivas demissão.

As imagens da câmara a bordo mostram que “durante aproximadamente 20 minutos, [o vídeo] mostra [os agentes] a discutir Pokémons, à medida que conduzem para diferentes localizações onde as criaturas virtuais estavam a aparecer nos seus telefones”, revela o documento que foi tornado público e onde os agentes pedem o recurso da decisão de despedimento.

De informar que essa situação ocorreu em Abril de 2017 e envolve os agentes Louis Lozano e Eric Mitchell. Outro agente, Capt Davenport, estava a ver a loja quando o assalto ocorreu e revelou ter visto o carro-patrulha da dupla de agentes estacionado numa rua próxima. Como estes agentes não responderam à chamada, teve de ser Capt Davenport a fazê-lo e assistir ao carro-patrulha a seguir marcha noutra direção, informou o jornal.

Youtube é o principal canal de desinformação mundial, diz carta das organizações

O YouTube é o principal canal de desinformação em todo o mundo,  e onde o mesmo não está a fazer o suficiente para combater a propagação de notícias falsas na sua plataforma, revelou uma aliança global de organizações de verificação de factos.

Essa informação veio através de uma carta assinada por mais de 80 grupos internacionais, com destaque para o Full Fact no Reino Unido e o Fact Checker do Washington Post, e onde alega que o Youtube está a acolher conteúdos de grupos – incluindo Doctors for the Truth – que espalham informação errada sobre a Covid-19 e vídeos de apoio à conhecida narrativa da “fraude” durante as eleições presidenciais nos Estados Unidos da América.

O YouTube está a permitir que a sua plataforma seja armada por atores sem escrúpulos para manipular e explorar os outros, e para se organizar e angariar fundos. As medidas atuais estão a revelar-se insuficientes“, afirma a carta à chefe executiva do YouTube, Susan Wojcicki, onde descreve a plataforma como um “grande canal” para as falsidades.

No mesmo manifexto, os promotores instam o YouTube a fazer quatro alterações às suas operações, de modo a diminuir a desinformação que vem da sua plataforma:

um compromisso de financiar uma investigação independente sobre as campanhas de desinformação na plataforma;

fornecer links para refutações dentro de vídeos que distribuem desinformação e desinformação;

impedir os seus algoritmos de promover infratores reincidentes;

e fazer mais para combater as mentira em vídeos de língua não inglesa.

MAIS: YouTube anuncia novas funcionalidades para tornar os vídeos mais acessíveis

De referir essa carta vem em tempos curtos para a plataforma, que como tinhamos reportado, desde Outubro de 2020 até Setembro de 2021 o Youtube removeu mais de 130.000 vídeos, por violarem as políticas da plataforma sobre a covid-19 relativamente à informação sobre vacinas, de acordo com Neal Mohan, ‘chief product officer‘, responsável pela área de produto do YouTube, em comunicado oficial.

Na informação, o Youtube informou que trabalha “em estreita colaboração com as autoridades de saúde” e procura “equilibrar” o seu compromisso “de uma plataforma aberta com a necessidade de remover conteúdo nocivo flagrante“, salienta.

Temos visto constantemente falsas alegações sobre as vacinas contra o coronavírus espalharem-se pela desinformação sobre as vacinas em geral, e, agora, estamos num ponto em que é mais importante do que nunca expandir o trabalho que iniciámos com covid-19 para outras vacinas“.

Ou seja, “o conteúdo que alegue de forma falsa que as vacinas aprovadas são perigosas e que causam efeitos crónicos na saúde”, que “alegue que as vacinas não reduzem a transmissão ou a contração da doença ou que contenha informações incorretas sobre as substâncias contidas nas vacinas, será removido“, explica.

Microsoft identifica as 10 “principais tendências” do trabalho para 2022

O ano de 2021 chegou ao fim, e a empresa tecnológica Microsoft identificou e analisou as dez principais tendências do mercado de trabalho no ano que terminou, bem como as que podem prolongar-se até 2022.

Nos últimos tempos, onde o trabalho híbrido se tornou “uma realidade incontornável à escala global“, com a “digitalização e automatização a conhecer níveis sem precedentes e a renovada priorização do bem-estar das pessoas“, ressalta o relatório.

Então, veja agora as principais tendências actuais no mercado de trabalho.

1. Metade da mão-de-obra global em movimento 

“De acordo com o Work Trend Index 2021 da Microsoft, 41% dos trabalhadores em todo o mundo consideraram deixar o seu emprego em 2021. Para alguns, o burnout ou a falta de flexibilidade no local de trabalho foram fatores decisivos, mas, para muitos, a pandemia trouxe espaço e tempo para colocar as prioridades em perspetiva. Trata-se do “Great Reshuffle”, como aponta o LinkedIn, momento em que líderes e colaboradores estão a repensar nos modelos de trabalho, culturas e valores corporativos.”

2. O paradoxo do modelo híbrido

“Embora a grande maioria dos colaboradores refira que quer ter a liberdade do trabalho remoto, a mesma percentagem deseja mais colaboração presencial pós pandemia. Este foi um dos maiores dilemas em 2021 e é aquilo a que Satya Nadella, CEO da Microsoft, apelidou de Paradoxo Híbrido. No trabalho híbrido, não há uma fórmula “one-size-fits-all”, pelo que o futuro passará por dar aos colaboradores a flexibilidade para conceberem o horário de trabalho que melhor se adapta às suas vidas.”

3. O investimento no capital social nunca foi tão importante 

“O valor do capital social nunca foi tão crítico como agora e, de acordo com especialistas da Microsoft, são as interações espontâneas e informais que fomentam a ligação entre os colaboradores e que sustentam a produtividade e a inovação. Há que investir mais tempo na construção de uma cultura de empatia e de escuta ativa por parte dos líderes.”

MAIS: Especialistas defendem urgentemente a regulamentação do teletrabalho no país

4. Os imprevistos das reuniões híbridas

“Segundo a Frost & Sullivan, das quase 90 milhões de reuniões presenciais em todo o mundo, apenas 7,8% estavam capacitadas para vídeo, no primeiro ano da pandemia. Agora, o grande desafio é tornar a experiência de interação mais real e natural. A este nível, destacam-se as atualizações do Microsoft Teams, como a incorporação de quadros brancos digitais, câmaras e altifalantes alimentados por IA e transmissões de vídeo que posicionem os participantes remotos ao nível ocular dos participantes presenciais.”

5. A colaboração assíncrona

“No último ano, verificou-se um aumento na “colaboração assíncrona”, uma forma de trabalhar em conjunto que não exige que as pessoas trabalhem ao mesmo tempo. As ferramentas de colaboração digitais permitem a quem não conseguir estar presente numa reunião acompanhar os temas, sem consequências negativas para o seu trabalho.”

6. Flexibilidade é a palavra do ano 

“De acordo com o Work Trend Index 2021 da Microsoft, 66% dos decisores empresariais estão a considerar o redesenho de espaços físicos para melhor acomodar ambientes de trabalho híbridos e 81% dos líderes estão a ajustar as suas políticas para oferecer aos colaboradores mais flexibilidade, incluindo o trabalho híbrido, de acordo com um inquérito realizado pelo Linkedin. Os dados da ZipRecruiter mostram-nos, ainda, que a descrição de postos de trabalho com flexibilidade aumentou de 6,4% em 2016 para 20% em 2021.”

7. “Mais” nem sempre é “melhor” quando se trata de nos reunirmos

“Nas videochamadas, estamos a falar com pessoas que estão comprimidas ao tamanho de um selo de correio. É mais desafiante”, destacou Michael Bohan, Senior Director do Human Factors Center of Excellence da Microsoft. Há, assim, que cultivar e investir no tempo para selfcare. Para responder a esta necessidade, os utilizadores do Outlook podem agora definir, nos seus calendários, tempos padrão de reuniões para 25 minutos (em vez de 30) e 50 minutos (em vez de uma hora).”

MAIS: A Apple junta-se à empresas que atrasam seu regresso ao trabalho presencial

8. Aprender a filtrar as distrações da vida híbrida

“Com o modelo de trabalho híbrido, vieram também um conjunto de distrações com os quais os colaboradores são confrontados ao longo do seu dia de trabalho, que interferem na experiência de interação com os seus colegas. Para minimizar o impacto, a utilização de alertas ou ícones visuais, por exemplo, durante uma reunião poderá ajudar os participantes a redirecionar o seu foco e atenção.”

9. Os desafios e surpresas da contratação à distância

“Um estudo sobre como as consequências da contratação remota nos colaboradores da Microsoft relevou que, quando os gestores desempenharam um papel ativo – como por exemplo em iniciativas one-to-one –, os novos colaboradores tinham 3,5 vezes mais probabilidades de se sentirem satisfeitos com a sua experiência de integração na organização. Num ano em que grande parte das contratações se concretizou de forma remota, o peso da intervenção dos líderes revela-se fundamental.”

10. Colaboração, presencial ou remota, torna-se mais inovadora a cada dia

“A convergência entre o físico e o digital tornou as experiências mais imersivas e reais, com pessoas a assistirem, por exemplo, a jogos da NBA como se estivessem fisicamente no estádio. No evento Ignite deste ano, a Microsoft levou os espectadores para um cenário metaverso, utilizando tecnologia de realidade mista no Microsoft Mesh. Assim, o acesso à tecnologia não é suficiente, há que utilizar a criatividade para tornar as experiências mais expressivas e inovadoras.”

Quer aumentar o tamanho de uma imagem sem perder qualidade? Saiba agora como

Aumentar a dimensão de certas imagens infelizmente não é uma tarefa fácil, muito por causa da resolução que o ficheiro fica no final da operação. Normalmente, ao alterar a dimensão de uma fotografia, as mesmas podem perder detalhes, ou ficar pixelizadas. Então, para evitar esses tipos de transtornos, existe actualmente uma ferramenta online gratuita que o pode ajudar. nesse quesito.

Falamos da Upscale.media, que segundo o que a redacção da Menos Fios pode ver ao utilizar o serviço, destaca-se pela sua facilidade de utilização, e onde permite aumentar a dimensão das suas imagens sem perder a sua resolução com apenas um par de cliques.

Para utilizar o serviço, é simplemente fazer o upload da referida imagem em um dos formatos suportados (png, jpg, jpeg ou webp) e clicar num botão: a ferramenta trata de todo trabalho, apresentando o resultado numa questão de segundos.

Segundo o que podemos apurar, o “segredo” da plataforma está na utilização de um sistema de Inteligência Artificial que, de acordo com a Upscale.media permite aumentar a resolução das imagens até quatro vezes mais, removendo ainda a ocasional pixelização e ajudando a não perder detalhes essenciais.

Então, além de ser uma útil ferramenta para utilizadores comuns, a Upscale.media pode também ajudar profissionais, incluindo em áreas como redes sociais ou e-commerce, de modo que possam poupar tempo, permitindo aumentar e melhorar a qualidade das imagens dos seus projetos sem recorrer a programas de edição.

WhatsApp: Nova funcionalidade vai agradar quem usa mensagens de voz

O WhatsApp está nesse momento a tentar resolver um dos maiores problemas do aplicativo de mensagem, com a nova funcionalidade poderá agradar aqueles que têm por hábito trocar mensagens de voz.

Segundo o que conta o XDA Developers, o aplicativo de mensagens está a trabalhar numa forma de permitir que uma mensagem de voz seja ouvida com a aplicação em ‘background’.

MAIS: WhatsApp está a guardar uma das próximas grandes novidades para 2022

Atualmente, para quem utiliza o aplicativo, se quiser ouvir uma mensagem de voz deve fazê-lo com o WhatsApp em primeiro plano, ficando assim impedido de ir a outras aplicações ou até à página inicial do telemóvel.

Pelo que informa a publicação, o WhatsApp está nesse momento a alterar à forma como as mensagens de voz são reproduzidas está ainda em fase de desenvolvimento, pelo que ainda não chegou aos utilizadores das versões beta do WhatsApp.

Primeiro coração de porco geneticamente modificado é transplantado para um humano

O University of Maryland Medical Center(UMMC) tornou-se a primeira instituição de saúde do mundo a concretizar com sucesso o transplante de um coração de porco geneticamente modificado para o corpo de um humano, e onde até ao momento o corpo do paciente está a reagir bem ao novo órgão.

Essa informação foi divulgada pelo próprio hospital, em um comunicado de imprensa, onde revela que a caminho de seis semanas atrás, um homem de 57 anos, denominado David Bennet, foi admitido no (UMMC) com uma arritmia que ameaçava tirar-lhe a vida. O estado do paciente exigia que fosse colocado num bypass, juntando-se, posteriormente, a uma lista de mais de 100.000 norte-americanos à espera de um dador para transplante.

Na cirurgia histórica, os conceituados médicos utilizaram um coração de porco geneticamente modificado, fazendo de David Bennet o primeiro humano a receber tal órgão.

De informar que o xenotransplantenome dado ao transplante que utiliza um órgão de uma espécie diferente – foi tentado pela primeira vez nos anos 1980. Na altura, uma criança com uma condição cardíaca fatal recebeu um transplante de um babuíno. Embora o corpo tenha rejeitado órgão e a criança não tenha sobrevivido, os investigadores perceberam que teriam muito mais sucesso utilizando os porcos como dadores.

Segundo ainda o comunicado oficial, o coração que David Bennet recebeu veio de porcos que transportavam 10 genes modificados, para que a compatibilidade com o sistema imunitário humano fosse mais elevada.

Mais do que as investigações levadas a cabo pela universidade, o transplante requereu a aprovação da americana Food and Drug Administration. Esta foi concedida depois de David não ser considerado elegível para a lista de transplantes e de a sua arritmia o ter tornado inapto para receber uma bomba cardíaca artificial.

Esta foi uma cirurgia revolucionária e aproxima-nos da resolução da crise de escassez de órgãos. Simplesmente não existem dadores de corações humanos suficientes para satisfazer a longa lista de potenciais recetores.” disse  Bartley P. Griffith, líder da equipa cirúrgica que realizou o transplante.

Bartley P. Griffith(Médico Geral) e o paciente David Bennett
Bartley P. Griffith(Médico Geral) e o paciente David Bennett

Com extinção do canal em breve, Zap Viva despede em massa os funcionários

A rede de televisão Zap Viva, que nos últimos meses só emitia para Moçambique e Portugal, poderá ser muito em breve oficializada a sua extinção, depois de despedir em massa vários colaboradores no dia de hoje, 11 de Janeiro, e que levou a antiga proprietária do canal, Isabel dos Santos, a deixar uma mensagem de carinho.

Pelo o que a redacção do MenosFios apurou, o despedimento de praticamente todos os funcionários incluiu vários departamentos da referida televisão angolana, nomeadamente apresentadores de TV e técnicos, bem como outros funcionários que exerciam actividades administrativas.

Esse despedimento em massa vem para salvaguardar a condição económica do canal, que nos últimos meses era obrigado a arcar com os salários dos funcionários, mesmo sem as receitas publicitárias, visto que já não operava em território nacional, e que permitia arcar com os mesmos custos.

De informar que o canal Zap Viva estava fechado a sua emissão em todo território nacional desde o ano passado, quando foi arrolado em um processo para a regulamentação das suas actividades, juntamente com os canais Record TV e Vida TV.

Segundo o comunicado Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), naquela altura e respaldado pelo chefe da pasta, Manuel Homem, adiantou que “estas entidades estão a trabalhar na regularização administrativa que lhes foi imposta pelo ministério“, para que “possam exercer o seu trabalho dentro das normas e da lei“, isto é, depois que os canais suspensos tratassem de todas as irregularidades administrativas poderiam voltar ao seu normal  funcionamento, o que não aconteceu.

Ainda no comunicado oficial do MINTTICS, foi acrescentado que as empresas provedoras de televisão por assinatura, TV Cabo, DSTV Angola e FINSTAR (detentora da ZAP TV), ainda que devidamente legalizadas, distribuem os canais Zap Viva, Vida TV e Rede Record “sem o registo para o exercício da actividade de televisão em Angola”, pelo que os canais Zap Viva e Vida TV têm de assegurar a sua “veiculação”.