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Consultório MenosFios: Como espalhar a tela do seu computador no televisor

Quase todo mundo já pensou em ligar o seu computador a uma TV de grandes dimensões, para que tenha uma melhor experiência ao ver vídeos, jogar ou mesmo para trabalhar. E se quiser televisão no computador, em aqueles momentos que não está perto da sala, sentado no sofá?

No episódio desse Sábado do Consultório MenosFios, juntamente com os nossos parceiros do PC Guia, vamos mostrar-lhe como fazer as duas coisas, espelhar a tela do seu computador no televisor e vice-versa, com a ajuda das tecnologias de espelhamento de ecrã e dos aplicativos de operadoras de TV.

Então, vamos lá.

Hoje em dia, a televisão é provalvemente o dispositivo com o maior ecrã que temos em nossa casa, muito por culpa do aumento das TV 4K de grandes dimensões a preços reduzidos, e contrariando a tendência do passado de que ter uma televisão com um ecrã grande era um sinal de ostentação. As televisões actuais evoluiram muito em termos de qualidade de imagem, com o aumento da resolução e da densidade dos pixéis, sem esquecer da dimensão do próprio ecrã, e claro, vêm com muitas e novas funcionalidades, como sistemas operativos mais completos e um maior número de ligações e a possibilidade de emparelhar com múltiplos dispositivos.

Com essas todas funcionalidades descritas acima, tornou-se cada vez mais fácil ligar um computador, não importa se é portátil ou deskotp, a uma televisão. Mais abaixo, a redacção do MenosFios vai ajudar-lhe a escolher que tipo de funções deve ter em conta na compra de uma televisão, e como pode usar todas as soluções actuais para ligar o computador.

 

Escolher uma Nova Televisão

As televisões dispostas no mercado angolano, não importando se é de 32 polegadas ou de 100 polegadas, vem com pelo menos, uma ligação HDMI, DisplayPort, DVI ou VGA, onde as duas primeiras soluções (HDMI e DisplayPort) são as melhores para ligar a um computador, visto que os seus cabos “transportam” vídeo e aúdio.

Se a sua televisão tiver Wi-Fi, melhor utilizar essa funcionalidade, visto que nela vai ser possível usar pontualmente uma transmissão de conteúdos, apesar de que não seja uma solução indicada para situações mais exigentes, como vídeo-jogos, por causa da elevada latência do sinal.

Outra coisa muito importante a ter em conta na escolha da televisão, é a resolução da mesma, que por obrigatoriedade deve estar de acordo com a distância à qual vai ficar longe dela. Se estiver muito longe da televisão, o melhor é uma que tenha 1080p de resolução, mas se o ecrã for maior que 40 polegadas, e estiveres a uma distância intferior a três metros, então o melhor é optar uma uma TV 4K. Agora, se quiseres ligar o computador à TV para jogar, deves ter em conta se existe um modo de jogo (Game Mode), que permite que possas ajustar o tempo de respostas do ecrã, bem como a taxa de actualização, de modo a evitar atrasos ou arrastamento na imagem.

Ainda na questão de espelhar jogos para a televisão, de informar que já existe inúmeras televisões com modos de jogo que permitem desligar alguns dos sistemas de processamento e optimização da imagem, de modo a reduzir o tempo de resposta, dos tradicionais 80 para os 10 ms, bem como, embora que não seja muito usual, aumentar a taxa de actualização do ecrã dos tradicionais 60 para 120 Hz, o que permite a televisão chegar ao nível dos bons monitores de gaming existentes no mercado.

 

E com a nossa televisão actual?

Informar que todas as televisões lançadas a partir do ano de 2006, altura em que foi implementada a norma HDMI 1.3, entrada essa que permite a transferência de vídeo em alta-definição HD a 720p e 1080p, têm esta entrada de conexão. Deves usá-la para ligar ao seu computador, mas deves levar em conta que não é recomendável que o seu cabo HDMI tenha mais de cinco metros, visto que vai degradar o sinal.

Para televisões anteriores a 2006, existe outros tipos de ligações digitais implementadas nelas, apesar de que são limitadas a uma só funcionalidade, isto é, só de vídeo, com o aúdio a ser transferido isoladamente por outro tipo de ligação.  O DVI (Digital Visual Interface) é um exemplo desse tipo de ligação, onde permite a transferência de vídeo entre uma televisão e um computador de forma digital, sem perda significativa da qualidade de imagem.

Pelo que podemos apurar, a ligação DVI pode ser suficiente para termos 1080p, apesar de que, com uma ligação DVI-D Dual Link, uma resolução de 2560 x 1600 a 60 Hz. Assim como nos cabos HDMI, onde apesar de o sinal ser digital, o comprimento é fundamental para garantir uma boa qualidade. Mais uma vez, recomendamos limitar a dimensão dos cabos DVI, até um máximo de quatro metros, para a resolução de 1920 x 1200, resolução essa que irá cair para 1280 x 1024, se precisar de um cabo maior, até quinze metros.

Por outro lado, se a sua televisão só tiver uma ligação VGA, infelizmente a qualidade de imagem estará longe se ser aceitável.

 

Ligações Físicas

Como já dissemos acima, a forma mais simples e usual de ligar um computador a uma televisão é usar uma ligação digital combinada, como HDMI, visto que permite a transmissão de vídeo e áudio ao mesmo tempo, e onde a única coisa que deves fazer é comprar um cabo, em uma loja ou mercado mercado nacional, sem esquecer que muitas das vezes o mesmo já é fornecido quando compramos alguns equipamentos, como monitores ou descodificadores de sinal para televiões.

No mercado tecnológico actual, esses tipos de cabos permitem a transmissão de vídeo a uma resolução máxima de 4K a 120 Hz, isto é, se for compatível com a norma HDMI 2.1, o que normalmente é utilizada pelas consolas de jogos mais modernas, como a PlaySation 5 e a Xbox Series X.

Se infelizmente o seu computador não tenha uma ligação HDMI, então recomendamos comprar um adaptador USB-C para HDMI (foto acima), ou então uma docking station USB-C (foto abaixo), que permite converter o sinal USB-C do computador para USB Type-A, bem como vem com portas Ethernet LAN, leitor de cartões e HDMI. O mesmo ainda é válido para dispositivos com as saídas Thunderbolt em formato Mini DisplayPort, onde só terás que utilizar um simples cabo adaptador Mini DisplayPort para HDMI.

 

Ligações Wireless

Com as televisões mais actuais, muitas delas já equipadas com ligações de rede com fios (Ethernet) e sem fios (Wi-Fi e Bluetooth), é possível utilizar o protocolo Miracast.

 

Se a sua televisão for compatível com o Miracast, então é só garantir que o dispositivo esteja ligado à mesma rede que o seu computador e, a partir do Windows, aceder ao menu das “Definições” > “Dispositivos” > “Bluetooth & outros dispositivos” > “Adicionar dispositivo Bluetooth ou outro”.

Na janela a seguir que aparecer, escolhe a segunda opção: “Ecrã sem fios ou estação de ancoragem”. Depois, é só carregar com o botão direito do mouse(rato) no seu deskotp e escolher a opção “Definições de visualização” > “Vários ecrãs”. Aqui, seleccione a sua preferência: “Duplicação do ecrã”, “Expandir o ecrã” ou “Mostrar a imagem apenas no ecrã” ou no “ecrã 2”.

 

Portugal está há três meses sob ataque de hackers estrangeiros

O padrão dos ataques informáticos que se registam em Portugal desde Dezembro tem sido o mesmo: sabotagem, com o único objectivo de destruir dados. Ao contrário dos actos de pirataria registados até então, em que os hackers anunciam um objectivo lucrativo com pedidos de resgate ou roubo de dados sensíveis para os vender, os ataques à Vodafone e aos grupos de média Impresa e Cofina destacam-se pela eliminação sistemática
de informação e paralisação de serviços.

Esta persistência em atingir alvos portugueses, assim como as semelhanças entre os ataques, levam os especialistas em cibersegurança a acreditar que Portugal está a ser alvo
de um ataque orquestrado, sem precedentes e que não será perpetrado por piratas nacionais. Ainda ontem, áreas sensíveis do Estado, como o Sistema de Segurança Interna, foram afectados pelo “apagão” da Vodafone. O caso está a ser investigado pela Polícia Judiciária e pelo Centro Nacional de Cibersegurança.

Ainda é cedo para conclusões definitivas, mas os indícios apontam para uma estratégia que consiste em sabotar o funcionamento de áreas sensíveis e mediáticas. Os danos colaterais
provocados pelo ataque informático à Vodafone levam a acreditar que a operadora foi um veículo para um propósito bem maior: mostrar que os piratas informáticos são capazes de afectar o funcionamento de um país. Bombeiros, bancos, distribuição de bens, empresas, Comunicação Social, vários setores do Estado e milhões de cidadãos sofreram com o ataque.

Há vários anos que o próprio Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) alerta para as ameaças cibernéticas a que Portugal, por estar integrado em organizações internacionais como a União Europeia ou a NATO, está sujeito. “Para além de ações encobertas de recolha de informação privilegiada/classificada protagonizada por estados que prosseguem interesses hostis às opções estratégicas da política interna e externa portuguesa, à estabilidade europeia e à missão da OTAN [NATO] – espionagem política – identifica-se também como ameaça a espionagem económica e científica”, lê-se no RASI de 2019.

MAIS: Ataque à Vodafone: Hacker russo pôs à venda acesso ilegal ao sistema de uma operadora portuguesa.

  • ATAQUES CONTRA O ESTADO

O mais recente relatório alerta para “um aumento de espionagem, através de ameaças persistentes, tecnologicamente avançadas, de origem estatal, direcionados a importantes centros de informação do Estado [português]. Uma das consequências da sofisticação prende-se com a crescente dificuldade em destrinçar ataques informáticos para efeitos de crimes económicos ou de crimes de sabotagem, dirigidos a empresas e grupos de empresas com relevância no tecido empresarial nacional”, revela o RASI de 2020.

Segundo especialistas em cibersegurança, o ataque à Vodafone veio reforçar a convicção de que Portugal está a ser alvo de um ataque organizado por estrangeiros. “Pode-se enquadrar este ataque num contexto geoestratégico. Portugal é um país da NATO e pode haver quem queira testar as nossas fragilidades internas, neste contexto de ciberguerra”, disse ao Jornal de Notícias de Portugal, José Tribolet, professor catedrático de sistemas de informação.

Ontem à noite, o director da Unidade de Combate ao Crime Informático da Polícia Judicial disse que a investigação ainda está a recolher informação para perceber o que motivou o ataque e para ajudar a Vodafone na reposição dos serviços.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #13

Hoje é Sexta-Feira, dia em que a redacção da MenosFios mostra a secção “As Melhores da Semana”, aquele vídeo totalmente interativo com Sued de Oliveira.

Nessa última semana, como já é habitual, vários artigos tiveram um grande engajamento por parte dos nossos seguidores, em todas as nossas plataformas digitais.

A informação que dá conta que o nosso país vai receber mais dois mil carros eléctricos, nesse mês de Fevereiro, foi muito bem apreciada pelos nossos seguidores, onde os mesmos esperam que a chegada desses veículos possa criar mais postos de abastecimento para os mesmos, bem como, é claro, poderá diminuir os níveis de poluição da capital do país, Luanda, pelo que está presente nas melhores da semana.

MAIS: [Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #07

Por outra, visto que boa parte dos nossos seguidores são jovens inovadores presentes no ecossistema de empreendedorismo digital, pelo que a noticia que dá conta que a empresa tecnológica Oracle, multinacional que atua na área de computação e informática, com especialização no desenvolvimento e distribuição de soluções de banco de dados, sistemas em nuvem e de softwares corporativos, lançou  recentemente o seu programa para apoiar startups africanas de diferentes sectores, de modo a impulsionar as tecnologias digitais para o crescimento dos negócios, teve um grande “feedback” dos nossos leitores, por isso está presente no “As Melhores da Semana”, dessa semana.

De informar que o Top é de 5 notícias, pelo que para veres o vídeo completo terá que ires a nossa página oficial do Youtube, clicando em aqui.

E claro, podes ver o preview do vídeo completo mais abaixo, e não esqueça que na próxima semana teremos mais um “As Melhores da Semana”.

Então, isso é um Até Já!!!

 

 

Clientes Unitel Money já poderão depositar dinheiro via multicaixa

Os clientes do Unitel Money, detida pela operadora de telefonia móvel UNITEL, já poderão  utilizar o sistema multicaixa (ATM) para carregar a sua carteira digital a partir do dia 14 de Fevereiro próximo.

Essa informação foi divulgada pela própria empresa, em um comunicado que a redacção da MenosFios teve acesso, informado que os clientes dessa carteira digital devem gerar uma referência de depósito a partir da sua carteira UNITEL Money no aplicativo UNITEL Money ou USSD, ligando para o *449#. Com a referência gerada, é só o cliente dirigir-se a um multicaixa e escolher o menu Pagamentos de Serviços > Pagamentos por Referência, depois é só efectuar o depósito na sua carteira UNITEL Money.

Segundo a operadora angolana, com a adição dessa nova operacionalidade, tenta complementar o serviço UNITEL Money e evoluir para servir as necessidades do mercado e dos diversos segmentos de clientes.

MAIS: [Rumor] MTN, Vodafone ou a Africell são potenciais futuros accionistas da Unitel

De informar que o UNITEL Money é um serviço de pagamentos e transferências móveis e instantâneas por intermédio de terminais telefónicos, lançado em Agosto de 2021, onde os clientes da Unitel S.A podem enviar ou receber, diariamente, de 25 a 300 mil kwanzas por movimento, em mais de mil agentes espalhados pelo país.

A plataforma vem com o selo de ser fácil de operar, seguro e destaca-se pela comodidade, de acordo com os gestores da operadora, que enquadram a Unitel Money no plano de inclusão financeira do Banco Nacional de Angola e parceiros, numa estratégia que visa reduzir a circulação física de notas de dinheiro na economia e associar as vantagens da era digital no acesso à banca.

A abertura e gestão de conta são grátis e feitas de forma digital. Sem burocracias e sem papel. Para abrir uma conta UNITEL MONEY o cliente UNITEL poderá aceder ao Menu UNITEL Money via *449# ou fazendo o download do aplicativo UNITEL Money na playstore ou app store e abrir gratuitamente a sua conta UNITEL Money.

Consulado-Geral de Angola em Lisboa sofre ciberataque, com grande perda de documentos

O consulado-Geral de Angola em Lisboa, Portugal, sofreu um ataque cibernético no último dia 16 de Dezembro, onde o ataque informático deixou a base do consulado bastante danificada, revela o Novo Jornal.

Segundo aquele semanário angolano, tendo como fonte um técnico de informática do Consulado de Angola, o “ataque foi externo e organizado por hackers” com uma grande contribuição de pessoas internas da instituição diplomática nacional, com o objectivo de apagar documentos e dados que comprometem a anterior gestão do consulado, nomeadamente, a gestão de Narciso do Espírito Santo Júnior.

Para vários analistas ouvidos pelo Novo Jornal, esse ataque dos hackers é uma clara e perfeita “queima de arquivos”, visto que devido a esse ciberataque vários serviços esses do Consulado-Geral de Angola, naquele país europeu, ficaram totalmente obseletos por mais de um mês, e onde a sensivelmente duas semanas atrás, o sistema informático do Consulado recuperou do ataque, onde actualmente o mesmo está em estado de “actualização e observação”.

MAIS: O que se sabe (até ao momento) sobre o ciberataque à Vodafone Portugal

Pelo que se sabe até agora, o ataque cibernético que o Consulado-Geral de Angola em Lisboa sofreu, permitiu que variados documentos como cédula, assento de nascimento, procuração, processo de casamento, salvo-condutos, facturas e registos de pagamentos, comprovativos e outros registos contabilísticos fossem completamente “apagados” do sistema, sendo que até ao momento ainda não há uma avaliaºão total e oficial dos danos causados por esse ataque informático.

“Este ataque foi muito bem direcionado, e propositado, porque a nova cônsul-geral quer rescindir o contrato com a actual empresa que presta serviços informáticos(STEP- AHEAD CONSULTING). Apagar tudo para não se deixar vestígios. A grande questão agora será como eles irão provar que foi um ataque externo e não uma destruição intencional de dados, visto que eles não tinham back ups. Tudo isto tem levado a que várias investigações internas estejam em curso. Era importante obter-se um relatório final sobre este ataque”, revelou uma fonte ao semanário angolano.

De informar que nas últimas semanas, várias entidades de Portugal têm sofridos ciberataques, Expresso, site do Parlamento e Vodafone, e onde as forças de segurança dizem que já estão a trabalhar “para compreender melhor” a magnitude e impacto destes incidentes.

 

Angola entre os países com ganhos na aposta na capacidade digital

O Índice, agora no 13º ano, classifica os países em termos de competitividade global com base nos pontos fortes logísticos, condições empresariais e, pela primeira vez, na capacidade digital – todos os factores que os tornam atrativos para fornecedores de logística, serviços de carga, transportadores aéreos e marítimos, distribuidores e investidores. O índice inclui um inquérito a 756 profissionais da indústria da cadeia de suprimentos.

As principais economias africanas que lutaram para melhorar as infraestruturas, condições empresariais e competitividade global têm, geralmente, um melhor desempenho em relação a outros mercados emergentes em áreas que medem as competências digitais e a sustentabilidade.

Essa é uma das descobertas de “2022 Índice da Agility dos Mercados Emergentes Logísticos”, o ranking de 50 principais mercados emergentes do mundo. O Quénia ocupa o 28º lugar no índice geral, mas é o 17º no que toca à capacidade digital. A África do Sul, nº 24 no total, é a 21ª na capacidade digital. O mesmo acontece com o Ghana que ocupa a 32ª posição global e a 23ª na capacidade digital.

A capacidade digital avalia as competências digitais, formação, acesso à Internet, crescimento do comércio electrónico, condições de investimento, e capacidade de alimentar as start-ups, bem como factores de sustentabilidade tais como uma panóplia de energias renováveis, menor intensidade de emissões e iniciativas verdes. “A ligação entre as capacidades digitais de um país e as perspectivas de crescimento é inegável,” Agility afirmou CEO Tarek Sultan.

“A competitividade dos países dos mercados emergentes será determinada pela sua capacidade de desenvolver negócios e reservas de talentos digitalmente qualificados, assim como encontrar a determinação de reduzir as suas emissões de formas a estimular o crescimento em vez de o sacrificar”.

A importância da capacidade digital foi evidente no inquérito. Os executivos de logística identificaram a adopção da tecnologia como o principal motor do crescimento económico e empresarial para os mercados emergentes. As principais áreas de foco para as suas empresas: tecnologia e sustentabilidade.

Para além do desempenho relativamente bom na capacidade digital, Ghana melhorou a sua classificação anual na infra-estrutura logística internacional (para 37º de 45º); infra-estrutura logística doméstica (para 36º de 38º); e fundamentos empresariais (para 28º de 32º).

A maioria dos executivos da indústria logística vê um crescimento económico moderado a forte e poucas ou nenhumas hipóteses de recessão em 2022, mesmo sem o alívio imediato das cadeias de abastecimento apertado e das elevadas taxas de transporte marítimo e aéreo desencadeadas pela pandemia da Covid-19.

Cerca de dois terços dos 756 profissionais da indústria inquiridos para o Índice acreditam que as transportadoras verão as taxas de carga descer até ao final do ano. Oitenta por cento vêem congestionamentos portuários, falta de capacidade aérea e problemas de transporte de camiões a facilitar até ao final do ano.

“O optimismo da indústria reflecte o facto de que as economias emergentes estão a tornar-se mais resistentes e a descobrir formas de resistir à rutura da cadeia de suprimento”, refere Sultan. “Se os mercados emergentes conseguirem um melhor acesso às vacinas e derem um impulso às pequenas empresas, podem ajudar a impulsionar uma recuperação global de forma ampla e dinâmica.”

Destaques do Índice de 2022:

  • Classificações do índice para a África Subsaariana: África do Sul (24), Quênia (28), Gana (32), Nigéria (34), Tanzânia (42), Uganda (43), Etiópia (45), Moçambique (46), Angola (47).
  • China e Índia, os dois maiores países do mundo, ficaram em primeiro e segundo lugar no ranking geral. Emirados Árabes Unidos, Malásia, Indonésia, Arábia Saudita, Catar, Tailândia, México e Turquia completaram o top 10. Vietnam, número 8 em 2021, caiu para 11º , trocando de lugar com a Tailândia .
  • Os exportadores de potência China, Índia e México lideraram o ranking de logística internacional. China, Índia e Indonésia ficaram em primeiro lugar em logística doméstica.
  • Classificações gerais do Índice para a América Latina: México (9), Chile (12), Brasil (16), Uruguai (23), Colômbia (25), Peru (26), Argentina (31), Equador (38), Paraguai ( 41), Bolívia (44), Venezuela (48).
  • No Oriente Médio e Norte da África, as classificações foram: Emirados Árabes Unidos (3), Arábia Saudita (6), Catar (7), Turquia (10), Omã (14), Bahrein (15), Kuwait (17), Jordânia (19). ), Marrocos (20), Egipto (21), Irão (30), Líbano (35), Tunísia (36), Argélia (37), Líbia (50).
  • Rankings na Ásia: China (1), Índia (2), Malásia (4), Indonésia (5), Tailândia (8), Vietnam (11), Filipinas (18), Cazaquistão (22), Paquistão (27), Sri Lanka (33), Bangladesh (39), Camboja (40), Mianmar (49).

Ataque à Vodafone: Hacker russo pôs à venda acesso ilegal ao sistema de uma operadora portuguesa.

As forças de segurança de Portugal, propriamente a Polícia Judiciária (PJ), encontra-se nesse momento a seguir uma pista de um pirata informático russo, no caso do ciberataque à Vodafone, adiantando que o mesmo hacker terá posto à venda o acesso ilegal ao sistema de uma operadora portuguesa, revela o Expresso.

Segundo o jornal português, o hacker russo anunciou, isto é, em 24 de janeiro último, estar à procura de compradores para o acesso ilegal ao sistema informático de uma companhia de telecomunicações portuguesa, com receitas entre 1 e 4 mil milhões de dólares.

O pirata informático terá feito o anúncio no fórum online russo Exploit.in, de acesso pago, onde comummente piratas informáticos transacionam dados e informações, na maioria das vezes ilegais.

“Vou ouvir as vossas propostas de preços”, escreveu o hacker russo, propondo como ponto de partida 2500 dólares (cerca de um milhão e trezentos mil kwanzas).

MAIS: O que se sabe (até ao momento) sobre o ciberataque à Vodafone Portugal

A licitação foi identificada por uma empresa norte-americana de cyber intelligence, a Mandiant, que controla habitualmente este tipo de fóruns fechados, bem como transações e ameaças na chamada darkweb.

Uma fonte ouvida pelo ‘Expresso’, responsável por investigar os últimos ciberataques em Portugal, incluindo o da Vodafone, confirmou estar “a investigar a mensagem do hacker russo”, como pista para os mais recentes casos.

De referir que nos últimos dias foi avançado a noticia que a várias suspeitas de que piratas informáticos russos estivessem por trás dos mais recentes ataques informáticos, quer na Europa, quer em Portugal, como o da Vodafone.

Analistas de cibersegurança sublinham ainda que existe um padrão comum nos últimos incidentes, contrário àquele que se observava até então: não há pedidos de resgate. O único objetivo é destruir ou condicionar as infraestruturas críticas dos Estados.

Nesse sentido, suspeitam que os hackers se tratem de “agentes estatais numa ação de ciberguerra”, apontando para a Rússia, em mais um movimento da guerra híbrida que tem em marcha na tensão com a NATO pela Ucrânia.

Pirataria continua a crescer

A Akamai Technologies divulgou um novo estudo que detalha a persistência da pirataria online. O estudo “Pirates in the Outfield” é o mais recente relatório de Estado da Internet/Segurança da Akamai e examina o cenário em evolução da pirataria, que, de acordo com o Centro de Política de Inovação Global da Câmara de Comércio dos EUA, custa à economia norte-americana 29,2 mil milhões de dólares em receita perdida a cada ano. O novo relatório é uma colaboração entre a Akamai e a MUSO.

Nos primeiros nove meses de 2021, existiram 132 mil milhões de visitas a sites piratas que resultaram em 3,7 mil milhões de streamings e downloads sem licença

O estudo ilustra como a pirataria online continua a prevalecer e é financeiramente prejudicial para uma variedade de indústrias. Entre janeiro e setembro de 2021, a procura global por pirataria – medida por visitas a sites que oferecem acesso a filmes e programas de televisão, seja diretamente através de um navegador ou aplicação móvel, além de downloads de torrents – atingiu 3,7 mil milhões de streams e downloads não licenciados. De acordo com a pesquisa, 61,5% dos consumidores que visitaram sites de pirataria acederam-nos diretamente, enquanto 28,6% os procuraram ativamente.

MAIS: Programas televisivos e filmes entre as coisas mais pirateadas em 2021

“A pirataria é uma batalha contínua e não há bala de prata para resolver cada tipo de pirataria online. À medida que os desenvolvedores de conteúdo melhoram na proteção contra a pirataria, os criminosos estão a adaptar os seus métodos para aceder a conteúdo protegido”, explicou, em comunicado, Steve Ragan, investigador de segurança da Akamai e autor do relatório. “O impacto da pirataria vai muito além de filmes roubados e outros conteúdos. O custo real está nos bastidores, levando à perda de meios de subsistência para aqueles que trabalham para criar os filmes, filmes, livros e softwares que todos consumimos e desfrutamos”.

Tek MenosFios: Raio-X ao iPhone (Episódio 06)

Como já falamos nos episódios anteriores, o iPhone é um smartphone tão poderoso, que muitas das vezes não paramos para pensar como algo assim pode caber dentro do nosso bolso. Esse aparelho da Apple é ainda mais notável quando investigamos o seu interior, onde a maior parte do aparelho é ocupada pela bateria, e os demais componentes ficam enquadrados a uma pequena porção no entorno dela.

Nesse episódio do Tek MenosFios: Raio-X ao iPhone vamos mostrar-lhe na íntegra todos os componentes que compõem esse smartphone, tendo como base um modelo 5S. Então, vamos lá.

  1. Tela

O LCD e o digitalizador, que detecta onde você está tocando a tela do aparelho, são fundidos ao vidro da tela do aparelho, onde isso quer dizer que, se esmagares os mesmos, infelizmente não poderás simplesmente substituir a folhade vidro.

 

  1. Bateria

A bateria do dispositivo é grande, e a sua carga dura quase o mesmo da bateria de um Macbook Pro, mostrando mais uma vez que a arquitectura ARM é eficiente dentro do chip A7, e claro, como a Apple otimizou o sistema iOS.

 

  1. Processador

A partir dos modelos 5S o processador é o A7, que por ironia é fabricado pela Samsung, a sua rival, e onde esse mesmo processador lida com a maior parte das tarefas de processamento e gráficos.

 

 

O processador A7 é o principal responsável pelo processamento e gráficos que permitem os dispositivos iOS funcionarem, e com a particularidade de ocuparem somente cerca da metade do espaço no chip (na porção inferior esquerda). Os dois núcleos da CPU são mais complexos do que nunca, e vem com caches de memória dedicados. À direita do processador ficam os clusters da unidade gráfica PowerVR series 6. Por cima da GPU fica um cache de memória grande, onde não é a memória RAM do chip, mas sim uma carga rápida de memória para ajudar a impulsionar a velocidade de transferência de dados de todos os arquivos menores. O resto do chip é ocupado de conectores para outras partes do dispositivo (a tela e assim por diante) e outros componentes, mas sem a presença do co-processador M7. A memória protegida que armazena sua impressãodigital fica aqui, bem como o processador de sinal de imagem, cuja a sua funcionalidade é com a velocidade, isto é, o foco inteligente e exposição quando a câmera esta tirando fotos.

 

  1. Câmera iSight

Segundo os nossos parceiros do ifixit.com, a câmera que fica por de trás do iPhone é fabricada pela Sony, e onde a sua constituição é através de um conjunto de lentes e sensores capazes de fazer capturas de fotos incríveis, o que é simplesmente fantástico tendo como base o seu tamanho, levando em conta uma SLR tradicional.

 

  1. Bandeja do cartão SIM

Infelizmente muitos utilizadores não gostam do tamanho do cartão nano-SIM adoptado nos iPhone, mas a empresa não pode se dar o luxo de desperdiçar espaço dentro do aparelho. Na bandeja do cartão SIM entra um slot na placa principal através de um recorte na lateral do iPhone.

 

  1. Sensor Touch ID

Esse componente esta por debaixo do botão Home, onde a empresa construiu o sistema de segurança biométrico Touch ID, que é praticamente um sensor CMOS não muito diferente de um sensor de câmera digital.

 

  1. Alto-Falante

Nos iPhone, o microfone está a esquerda (ao lado da porta Lightning), e onde esse componente surpreendentemente grande é o alto-falante do iPhone.

Eis os episódios anteriores:

Episódio 01.

Episódio 02.

Episódio 03.

Episódio 04.

Episódio 05.

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Esse foi o episódio Tek MenosFios: Raio-X ao iPhone dessa semana, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que tenha um iPhone. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao Tek Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Digital.ao já atraiu mais de quatro mil jovens em apenas duas semanas de existência

Mais de quatro mil pessoas já contactaram o centro tecnológico Digital.ao desde que foi inaugurado, em 18 de Janeiro último, onde essa maioria tem procurados os serviços ímpares dessa incubadora nacional vocacionada a potenciar técnicos de telecomunicações, tecnologias de informação e informática, bem como pequenas, médias e grandes empresas, de modo a fortalecer esse sub-sector da economia nacional.

Essa inofrmação foi revelada a imprensa por André Pedro, director do Centro Tecnológico Digital.ao, onde informa que “todos os jovens com ideias de negócios podem contar a instituição onde vão encontrar o conforto para desenvolverem as suas competências”.

Na mesma ocasião, Crispiniano dos Santos, secretário Nacional da JMPLA, exortou os jovens angolanos a apartarem das mais práticas que não dignificam a sã convivência e usufruírem destes empreendimentos, construidos pelo Executivo Nacional.

MAIS: Manuel Homem: Digital.ao vai apostar em ideias inovadoras

Localizada na zona dos CTT, distrito urbano do Rangel, município de Luanda, a incubadora tecnológica e denominada Digital.ao, é uma infra-estrutura orçada em 1.3 mil milhões de kwanzas, sendo que a construção das infra-estruturas teve início em 2016, mas, por razões objectivas, foi paralisada, tendo retomado no ano de 2019, e foi construída com o objectivo de transformar ideias inovadoras em negócios produtivos e sustentáveis, com incidência para as Startups emergentes em todo território nacional.

De acordo com o que foi revelado, o Digital.ao é uma plataforma que prevê a busca e oferecer, ao mercado, técnicos e profissionais de elevada qualificação e competência, fomentar o emprego e o auto emprego, bem como o aparecimento de Startups com capacidade para dar soluções às necessidades do mercado angolano.