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Sexta-feira, Abril 17, 2026
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Angola Cables lança “IP Premium” dirigido aos provedores de internet e Gamers

Os Gamers do continente africano estão determinados a beneficiar de uma solução de jogo inovadora a ser disponibilizada aos ISPs e aos entusiastas do jogo. Os jogadores online que acedam a plataformas internacionais como a Sony, Xbox, RIOT, Valve, Tencent, Highwinds, Blizzard e outras, poderão beneficiar de latência melhoradas de até 50%, melhorando vastamente a experiência global de jogo.

A multinacional de telecomunicações Angola Cables lançou hoje um produto que concebeu e desenvolveu denominado IP Gamer, o serviço IP premium selecciona automaticamente as melhores rotas entre os fornecedores e servidores de jogos ao utilizador final. Ao seleccionar estas rotas ideais, os gamers de todo o Hemisfério Sul terão a oportunidade de competir com melhor qualidade, ping e menor latência, o que melhorará o desempenho competitivo ao jogar contra gamers de outras partes do mundo.

Os utilizadores finais cujos fornecedores de Internet (ISPs) estejam ligados directamente à rede da Angola Cables, poderão competir sem delay na conectividade, resultando numa melhor experiência de jogo. O fornecedores de serviços de Internet (ISPs) poderão incorporar o IP Gamer na sua carteira de produtos e capitalizar as vantagens desta solução para fidelizar o consumidor final e mas também para atrair novos clientes.

Segundo António Nunes (CEO da Angola Cables),  a introdução deste serviço inovador, que será comercializado como IP_Gamer, foi o resultado de muitas horas de investigação e desenvolvimento. “A nossa intenção é desenvolver uma solução única, mais segura, de baixa latência, com o objectivo de abordar e resolver alguns dos desafios trazidos pelo LAG sofrido de muitos gamers em África. Ao mesmo tempo, somos capazes de trazer valor adicional ao mercado dos jogos na nuvem, estimulando rendimento adicional para os criadores, influenciadores digitais, entidades que fazem parte do ecossistema de e-gaming em África e do ambiente de e-Sports como um todo”.

A solução IP Gamer foi personalizada de acordo com a área geográfica. “Temos vindo a realizar testes de desempenho de rede ao vivo, replicando a experiência dos utilizadores locais, enquanto acedem às suas preferências de jogos. As rotas foram reprojectadas aproveitando as vantagens de hiper-conectividade dos nossos Data Centers AngoNAP ”, disse Nunes. “Os bons resultados alcançados, deram-nos uma forte indicação de que este serviço premium pode ser um produto que agrega um valor significativo para os ISPs e Gamers”.

A sofisticação cada vez maior dos jogos, geralmente leva a uma maior demanda de grandes volumes de dados. Com isso, surge à necessidade que a infraestrutura seja capaz de processar mais dados em baixa latência. “A Angola Cables é uma das poucas empresas com capacidade de servir este mercado de forma diferenciada. Temos um ecossistema robusto de conectividade global que vai desde sistemas de cabos submarinos, Data Centers, vários Pontos de Presença (PoPs) com interligação  aos maiores IXPs internacionais que fornecem acesso e capacidade de cobertura nas Américas, África, Europa e Ásia”.

O universo das redes sociais em 2020

As redes sociais mudaram a maneira como nos informamos e interagimos. A soma dos seus usuários chega a 3,8 bilhões de habitantes, o que representa metade da população do planeta. Isso significa que mesmo que você não esteja conectado a uma, estará bem próximo de alguém, na sua família ou círculo de amizade, que estará.

Para começar, vamos dar uma olhada em como as redes sociais se comparam em termos de usuários ativos mensais (MAUs) – uma métrica do sector amplamente usada para medir o sucesso dessas plataformas.Somente o conjunto das tecnologias ligadas ao Facebook (Facebook, WhatsApp, Instagram e Messenger) temos quase 7 bilhões de MAUs, mas considerando que muito provavelmente um usuário está em mais de uma rede, deverão ser cerca de 3 a 3,5 bilhões de pessoas. É hoje a maior rede global de troca de informações da humanidade.

Facebook

  • O preço das suas ações continua a crescer enquanto a economia tradicional enfrenta previsões menos optimistas. O Facebook ainda possui o maior grupo de usuários, avançando cada vez mais perto da marca de 3 bilhões de MAU.

Youtube

  • O YouTube compete frontalmente com os programas tradicionais de televisão e com os sites de streaming. A plataforma arrecadou receitas de USD 15,1 bilhões em 2019, quase o dobro dos números de 2017.

Twitter

  • O Twitter conseguiu obter lucratividade nos últimos dois anos, relatando receitas líquidas de USD 1,2 e USD1,5 bilhão em 2018 e 2019, respectivamente. Eles, sem dúvida, têm muito trabalho à medida que continuam a combater as notícias falsas e controvérsias semelhantes na sua plataforma.

A ampla participação na mídia social vem com seu justo conjunto de problemas. Algumas empresas como o Facebook se encontram na mira de ambos os lados do espectro político. À medida que crescem as preocupações em torno da privacidade e dos dados, a mídia social estará na frente e no centro da formação do futuro do governo, negócios e política.

Só o tempo dirá quão alto o número de usuários chegará. A trajectória de longo prazo sugere que há mais espaço restante no motor. Ainda há partes do mundo que estão apenas a começar a possuir a infra-estrutura tecnológica para que as redes sociais sejam uma possibilidade. É plausível que o crescimento futuro venha dessa avenida.

Angola conta com mais de seis milhões de usuários de internet

Angola conta actualmente com 6 milhões 857 mil e 62 indivíduos que fazem o uso do serviço de internet no país e o sector da telefonia móvel conta com mais de 14 milhões subscritores das redes da Movicel e Unitel, respectivamente.

Os dados foram avançados na sexta-feira (28/08), pelo director nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Matias Borges, durante um fórum virtual sobre a “Massificação da Banda Larga Após Covid-19”, uma promoção do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS).

Matias Borges fez saber ainda que a nível da rede fixa de telefonia a taxa de tele densidade no país é de 0, 41% da população e em termos de internet existem mais de seis milhões 857 mil e 62 usurários. Ressaltou que a nível do país foram já instalados 22 mil quilómetros de fibras ópticas e as capitais das 18 províncias do país estão cobertas por sinal de telecomunicações, devido ao empenho das empresas públicas e privadas do sector.

Fez saber que a visão estratégica do MINTTICS, para o país, é continuar a desenvolver infra-estruturas de telecomunicações e comunicação, para ajudar a promover a boa governação, reforma do Estado e modernização da administração pública.

“O objectivo é fazer com que toda a população possa beneficiar das vantagens das telecomunicações electrónicas, mesmo àquelas pessoas que vivem nas zonas mais recônditas do país”, sublinhou. 

Matias Borges disse que o MINTTICS está a implementar acções no sentido de atender as necessidades da população e não deixar ninguém de fora no campo do serviço da comunicação electrónica, para isso, referiu, pretende massificar e tornar mais robusta a banda larga.

O responsável frisou que as comunicações electrónicas, comunicações sociais, os serviços postais e meteorológicos são necessários para garantir que a população tenha acesso a dados e informações a qualquer momento, assim como permitir a continuidade das actividades de desenvolvimento em Angola.

Deu a conhecer da estratégia para aumentar a capacidade da banda larga no país que prevê continuar a desenvolver as infra-estruturas do sector, construir a rede nacional com cinco milhões 767 quilômetros de fibra e reparar um milhão 553 quilômetros de cabos. Para Matias Borges, a rede de fibra óptica estará interligada com a infra-estrutura de mirco ondas, para tal numa extensão de 3211 quilômetros serão erguidos 113 sites.

Angola conta com a primeira revista digital no sector da engenharia

A cada dia que passa, o mundo vai-se adaptando na necessidade de sair do físico para o digital, é nessa vertente que acaba por surgir o Disrupttion Engineering Magazine foi lançada na passada sexta-feira por um grupo de angolanos membros da comunidade académica em uma reunião que teve a duração de 2 horas feito através da plataforma Zoom e com transmissão no Facebook através da página da Revista.

A apresentação da revista foi feita pelo Director Executivo da mesma Jailson Coluna, que destacou os principais objectivos da revista e fez uma apresentação dos membros da equipa. A reunião foi antecedida por um debate sobre a “Importância dos materiais multimédia para o crescimento académico e profissional”. O debate teve a moderação de Armando Mualumene e contou com a intervenção dos nossos convidados: Evaristo Dala formador de Biologia, Marco Paulo estudante de Geologia e Kiesse Canito coordenador da África Tech21.

A Disrupttion Engineering Magazine que é uma revista periódica, foi criada com o objectivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável do país por meio da ciência e de forma particular por meio da engenharia, gerar tráfego de informações e actualizações dentro do universo da engenharia local e contribuir na promoção da educação comunitária.

A Disrupttion Engineering Magazine, nasceu de uma reflexão feita em torno da Engenharia em Angola; foi concebida devido a carência de subsídios neste segmento. A Revista terá as suas edições publicadas periodicamente, e nesta primeira edição (Agosto de 2020) o tema em destaque foi “A Quarta Revolução Industrial”.

Caso queira ter a acesso primeira edição basta ter acesso ao link. A revista é 100% gratuita e pode ser encontrada no seguinte endereço: http://xikola.devyetu.co.ao/books/a-4a-revolucao-industrial/.

INACOM inicia com o registo das infra-estruturas de telecomunicações no país

O Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) iniciou na sexta-feira (28/08) um registo das infra-estruturas de telecomunicações existentes no país, a fim de verificar a conformidade destas com as normas técnicas nacionais e internacionais, e bem como actualizar a sua base de dados.

De acordo com Joaquim Muhongo, técnico do INACOM, que falava à imprensa, no final de uma actividade de campo, explicou que o registo que teve início em Luanda vai se estender por todo país, visando igualmente saber quantas antenas e telecomunicações existem e onde estão localizadas.

O registo visa também a identificação das infra-estruturas técnicas abertas para a sua partilha entre operadores de telecomunicações, segundo o “regulamento sobre o regime jurídico aplicável às infra-estruturas aptas ao alojamento de Redes de Comunicações Electrónicas susceptíveis de partilha por parte dos operadores de comunicações electrónicas”.

De acordo com o técnico, com este processo pretende-se racionalizar o investimento de comunicações electrónicas, evitando a duplicação desnecessária ou permitindo canalizar investimento no alargamento da cobertura às áreas ainda não atendidas na melhoria de serviço.

Joaquim Muhongo realçou ainda que o regulamento sobre Redes de Comunicações Electrónicas susceptíveis de partilha por parte dos operadores de comunicações electrónicas assegura uma melhor relação de preço e qualidade para o consumidor final de comunicações electrónicas.

Angola contará com Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes Informáticos

Angola vai contar nos próximos tempos com um Centro de Estudos Respostas e Tratamento de Incidentes Informáticos (CERT), de acordo com  Director Nacional de Cibersegurança do Ministério das Telecomunicações Tecnologias de Informação e Comunicação Social (Minttics) Hediantro Wilson Mena.

De acordo com o  Hediantro Wilson Mena, o CERT vai garantir a segurança e a invulnerabilidade dos dados do empresário e terá a missão de reportar todos ataques às empresas e particulares. E defendeu ainda a necessidade de Angola aderir a convenção de Budapeste enquadrada na luta contra os crimes informáticos.

A adesão de Angola à convenção, argumentou, vai facilitar a cooperação internacional com outros países. “ Aderindo à Convenção, Angola irá cooperar internacionalmente com uma legislação harmonizada, visto ser fundamental para que os crimes não sejam imune”.  Avançou que não existe no ordenamento jurídico-penal a tipificação relacionada a crimes cibernéticos, apesar de existir legislação que permite tipificar algumas condutas ilícitas inerentes a estas práticas de crimes. “Esta constitui outra tarefa a vencer”, concluiu.

Para reduzir no futuro crimes Cibernéticos na economia, vai ser elaborado brevemente uma Estratégia no sector que incidirá em aprofundar a segurança das redes como forma de garantir a protecção e defesa das infra-estruturas críticas e dos serviços vitais de informação, e potenciar uma utilização livre, segura e eficiente do ciberespaço por parte das empresas públicas, privadas e do cidadão.

Wilson Mena defende ainda que a cibersegurança deve envolver a protecção das chamadas infra-estruturas críticas, porque segundo ele, a implementação de medidas de seguranças das infraestrutura das TIC é feita de forma independente. Por outro lado, alertou que para reduzir os assaltos aos bancos, empresas, e telemóveis deve-se mudar com regularidade os “passeword”.

“ É imperioso a adopção de uma Estratégia Nacional de Cibersegurança para Angola, que estabeleceria a sua visão e os objectivos estratégicos com relação à Cibersegurança. A estratégia deve fornecer detalhes sobre o quadro de implementação”.

O combate ao Cibercrime, protecção do ciberespaço e das infra-estruturas, educação, sensibilização e prevenção, cooperação e a elaboração de Estratégia Nacional de Cibersegurança que deve ser encarada com um problema político, social, económico, gestão, policial fazem parte do programa a implementar, afirmou o Hediantro Wilson Mena.

Números que ligarem de forma abusiva para o 111 vão ser bloqueados

Há certas atitudes que podem realmente prejudicar vidas, para evitar males maiores, o Ministério do Interior (MININT) anunciou, em comunicado, que vai activar o sistema de bloqueio dos números que ligarem reiteradamente e de forma abusiva para o terminal 111, afecto ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP).

De acordo com o documento emitido pelo orgão de tutela do CISP, a medida se traduzirá na inclusão automática dos respectivos números numa lista negra e serão impedidos de voltarem a contactar o 111, em caso de necessidade, não podendo solicitar o apoio das forças de defesa e segurança em situações de emergência.

O MININT refere ainda que estas chamadas concorrem para a obstrução da linha de emergência, impedindo que cidadãos em efectiva condição de urgência possam aceder ao terminal de emergência 111 e, por conseguinte, ver resolvida a sua preocupação.

A mesma nota sublinha que os falsos telefonemas têm exigido a alocação dos parcos recursos disponíveis para responderem situações inexistentes, causando prejuízos no sistema concebido para auxiliar a manutenção da ordem, tranquilidade e segurança pública.

estiverem perante uma situação que exija a intervenção das forças de defesa e segurança, autoridades sanitárias, consultas no domínio da segurança pública ou para efectuarem denúncias de infracções criminais, transgressões e outras ilicitudes.

Angola terá um parque tecnológico construído pela Huawei

A Huawei vai investir 60 milhões de dólares na construção de um parque tecnológico em Angola, para formação e partilha de experiência sobre as novas tecnologias mais avançadas.

O investimento foi hoje abordado no encontro que Chu Xiaoxin, manteve com o vice-Presidente Bornito de Sousa. Em declarações após a audiência, Chu Xiaoxin disse que o parque será construído no próximo ano, e integra as componentes da formação de quadros e partilha de experiências.

O parque tecnológico, em construção no Talatona, em Luanda, terá três centros: primeiro destinado à formação para talentos e engenheiros angolanos, o segundo vocacionado à inovação para as novas tecnologias e um terceiro para experiências tecnológicas avançadas.

“Vamos formar os talentos angolanos, segundo temos o centro de educação, vamos acompanhar com os nossos parceiros e clientes para a inovação das novas tecnologias, e depois temos um centro de experiência, vamos trazer as tecnologias mais avançadas e novas para a sociedade angolana”, explicou o responsável da multinacional chinesa.

Segundo Chu Xiaoxin, o investimento total é de mais de 60 milhões de dólares e a sua inauguração e entrada em funcionamento está prevista para dezembro do próximo ano, para formação de mais de 1.500 parceiros ou engenheiros.

Na semana passada, a multinacional assinou com o Ministério das Relações Exteriores um memorando de entendimento no domínio da formação de talentos em tecnologias de informação e comunicação (TIC).

Empresas públicas e privadas em Angola, registam mais de mil ataques cibernéticos

As empresas públicas e privadas em Angola registaram no primeiro semestre deste ano mais de mil ataques cibernéticos. De acordo com o Director Nacional de Cibersegurança do Ministério das Telecomunicações Tecnologias de Informação e Comunicação Social (Minttics) Hediantro Wilson Mena, na matéria publicada pelo Jornal de Angola.

A banca totalizou 6,9% dos ataques enquanto os telemóveis suportaram 34,9 por cento, devido à inobservância de medidas de segurança por parte dos usuários. Segundo o Minttics, neste momento Angola é o segundo país que mais ataques cibernéticos registou no continente africano, de uma lista liderada pela Nigéria.Hediantro Mena avançou que a clonagem de cartões de crédito, transferências ilícitas via internet banking, venda simulada de produtos via Internet, espionagem e incitamento à violência como os factores que têm provocado prejuízos à economia.
Consta ainda da lista o acesso ilegítimo de programas, sabotagem e falsidade informáticas, inutilização do sistema informático, ameaças virtuais, fraude de computadores e programa espião.

O Director Nacional de Cibersegurança do Minttics confidenciou que estes crimes são de alta complexidade tanto na sua previsão, quanto na sua identificação e tipificação, factores que têm provocado o aumento da prática destes e perdas incalculáveis à economia. “ Para atrai investidor é necessário que ele tenha garantia que os seus dados não sejam violados com facilidade. É preciso implantarmos medidas que proteja o sector económico”.

A segurança e a invulnerabilidade dos dados do empresário passam pela criação, nos próximos tempos, de um Centro de Estudos Respostas e Tratamento de Incidentes Informáticos (CERT), que terá a missão de reportar todos ataques às empresas e particulares, acrescentou. Assim como defendeu a necessidade de Angola aderir a convenção de Budapeste enquadrada na luta contra os crimes informáticos.

O Menos Fios publicou um artigo que avançava que o relatório da Interpol afirmava que, a inadequação ou a ausência de leis de crimes cibernéticos e a sub-documentação do crime em África estavam a impedir a luta contra o crime cibernético.

De acordo com o relatório da Interpol, as nações africanas estão a perder milhões de dólares no mundo do crime cibernético, já que em 2017 as perdas económicas no continente chegaram a USD 3,5 bilhões.

ATU lança competição para apoiar jovens inovadores africanos e combate a COVID-19

A União Africana de Telecomunicações (ATU), lançou no dia 20 de Agosto o ATU Africa Innovations Challenge 2020; um concurso concebido para identificar e apoiar jovens inovadores africanos que desenvolveram aplicativos móveis úteis para auxiliar na luta para conter a COVID-19’ e possivelmente outras situações de emergência em África no futuro. De acordo com o Secretário Geral da ATU, Sr. John OMO, o vencedor do prémio principal da competição levará para casa uma recompensa em dinheiro, no valor de US $ 5.000, além de se envolver em outros programas de mentoria e parceria.

“Este desafio será fundamental para reconhecer, testar e destacar inovações disruptivas e novos modelos de negócios que têm a capacidade de redefinir a África,” afirmou o Sr. OMO, que também reforçou a importância das instituições africanas no apoio a iniciativas que criem, inovem e forneçam o continente. Para o efeito, sugeriu ele, é necessário um esforço conjunto das partes interessadas a todos os níveis.

O evento de lançamento cuja discussão se centrou no tema: Como pode África ficar acima do impacto da COVID-19 por meio da inovação; reuniu uma série de inovadores, ministérios, reguladores de TIC, a academia e organizações de TIC.

Falando também durante o evento de lançamento, Chefe Convidado Hon S.E.M. Mamadou SANOGO, Ministro da Comunicação, Economia Digital, Correios, Tecnologias de Informação e da Comunicação da Costa do Marfim reiterou a necessidade e urgência de fazer todo o possível para apoiar a luta contra COVID-19 inclusive através de iniciativas como o Africa Innovations Challenge. “A inovação tornou-se o principal elemento diferenciador que pode dar oportunidades económicas aos nossos jovens” afirmou.

Anunciando a Huawei como patrocinadora principal, o Sr. OMO disse, ” Estamos felizes em trazer a Huawei a bordo. Por mais de 20 anos, a Huawei vem construindo infraestrutura de TIC, promovendo habilidades de TIC e permitindo inovação em TIC em toda a África. Acreditamos que o parceiro confiável pode apoiar esta iniciativa com sua perícia, visão e experiência tanto a nível global quanto local.

Vice-presidente de Relações Públicas da Huawei Região da África do Norte, o Sr. Loïse Tamalgo, que também fez parte do evento destacou o valor de abordagens inovadoras para o crescimento no continente, bem como a dedicação da empresa em investir no desenvolvimento de talentos. “Estamos ansiosos para trabalhar com a ATU para trazer à tona a criatividade e o empreendedorismo que residem na juventude africana,” declarou.  

O desafio de inovação da ATU é uma iniciativa que visa fornecer soluções e oportunidades de curto e longo prazo para a juventude africana. Com a crescente supressão do tecido social em muitas comunidades em África como resultado do COVID-19, e considerando o facto de que grande parte da população de África são jovens que geralmente vivem em condições difíceis, a competição promove a ideia de que a capacidade de prontidão dos países para soluções digitais pode ajudar significativamente a enfrentar alguns desses desafios.

O evento também foi usado para revelar o novo logotipo da ATU como parte do esforço de reformulação da marca da União.