O PMI Angola Chapter é o capítulo local do PMI que tem como objectivo a promoção da carreira, e melhorar o sucesso organizacional e amadurecimento da profissão de Gestor de Projectos em todas as províncias de Angola.
Para fechar o ano, o PMI Angola apresenta a última sessão de palestras do ano em curso com: Sílvio Santiago com o tema ” O poder da lógica de programação na Gestão de Projectos para crianças” & Pedro Paris com o tema: “Projecto Kandengues Cientistas – A transformação de comunidades sem recursos”.
DATA : 14/12/2019
HORA: 09H:00 AS 11H:00
LOCAL : INFOSI / EX-CNTI (LUANDA – AVENIDA HO CHI MINH – DEPARTAMENTO DE ARQUITECTURA PAVILHÃO C AO LADO DA FACULDADE DE LETRAS).
Caso queira participar, faça a inscrição clicando aqui. Após pagamento pode enviar o comprovativo para [email protected] inserindo o nome, email e contacto telefónico.
O Disruption Lab powered by ATLANTICO, em parceria com a Bantu Makers, organizará um Pré-evento do Hackathon Fintech, com o objectivo de informar e preparar os interessados em participar no evento a ser realizado dias 24 e 25 de Janeiro de 2020.
Este pré-evento incluirá uma sessão de esclarecimento, partilha e conexão sobre a grande maratona em 2020, que está direccionada a pessoas orientadas à resolução de desafios do sistema financeiro angolano, usando soluções tecnológicas.
É esperado que no final do Hackathon, os participantes desenvolvam novas soluções fintech, aprendam novas tecnologias, melhorem as suas habilidades de raciocínio em resolução de problemas, despertem o espírito empreendedor e impulsionem os seus CVs.
Agenda do Pré-evento:
O que é um hackathon e o que fazem as pessoas nos hackathons;
Apresentação do tema, o que irá acontecer até ao evento e expectativas para a
maratona em 2020;
Partilha de testemunhos de participantes em hackathons;
Partilha dos principais desafios do sector financeiro em Angola;
Perguntas e respostas sobre o Hackathon Fintech 2020 (24 e 25 de Janeiro
2020);
Pizza + networking.
O Disruption Lab tem como principal objectivo a promoção de um ecossistema de fomento ao empreendedorismo e inovação digital em Angola, através da incubação e aceleração de ideias com potencial de criação de valor agregando competências originadas nas Startechs, Universidades e instituições financeiras, nacionais e internacionais.
O Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), a entidade responsável pelo concurso público através de um comunicado avançou que o prazo de apresentação de candidaturas à quarta licença global de telecomunicações foi novamente prorrogado para dia 22 de Janeiro.
O primeiro adiamento tinha acontecido no dia 2 de Novembro, quando o INACOM, a entidade responsável pelo concurso público, declarou a necessidade de “proporcionar maior flexibilidade” ao limite inicialmente estabelecido. O prazo estabelecido terminava no dia 8 de Dezembro.
Os candidatos qualificados nesta fase serão convidados a apresentar as suas propostas técnicas e financeiras num prazo de 60 dias. No comunicado publicado na segunda-feira, o INACOM volta a falar na necessidade de “proporcionar maior flexibilidade ao nível da apresentação de candidaturas”.
Para divulgar o concurso, foram realizadas apresentações internacionais em diversas regiões (países vizinhos, Europa e Médio Oriente), com o objectivo de captar o crescente interesse da parte de grandes operadores nas telecomunicações.
Actualmente, o país conta com três operadoras, com a UNITEL a liderar o mercado, com cerca de 80% de quota, à frente da Movicel, com um peso de cerca de 20% e a Angola Telecom (empresa estatal em processo de privatização) com uma posição residual.
O Banco Africano de Desenvolvimento(BAD) e a empresa de tecnologia Microsoft,lançaram a Coding for Employment (Codificação para o Emprego), uma plataforma digital de treinamento que fornece competências digitais para os jovens Africanos.
A plataforma, lançada na Conferência Económica Africana de 2019 em Sharm El Sheikh, Egipto, pretende promover uma cultura de aprendizado contínuo entre os jovens e desenvolver a sua capacidade de moldar o futuro do continente.
A plataforma ministra cursos técnicos como desenvolvimento web, design, ciência de dados e marketing digital, e será constantemente adaptada para atender à demanda do mercado.
É acessível em dispositivos móveis, mesmo em configurações de baixa conectividade à Internet e possui uma interface acessível, fácil de navegar, segura e privada.
“O desafio do emprego dos jovens e do desenvolvimento de habilidades é uma questão complexa que requer pensamento sistêmico e parcerias ousadas para resolver a lacuna de habilidades existente e vincular os jovens a empregos decentes e sustentáveis”, disse Hendrina Doroba, executiva do Banco Africano de Desenvolvimento.
“Iniciativas inovadoras, como a plataforma de treinamento digital, representam nosso compromisso em ajudar a impulsionar o momento necessário. Embora ainda haja muito trabalho a ser feito, acreditamos que, por meio de parcerias dinâmicas como essas, podemos ajudar a construir uma economia baseada no conhecimento na África que não deixa ninguém para trás”, disse Ghada Khalifa, directora de filantrópicos da Microsoft para o Oriente Médio e África.
O objectivo é ampliar o programa para 130 centros de excelência em todo o continente por um período de 10 anos. E criar nove milhões de empregos, criando sinergias com o sectores público e privado em todo o mundo, para fornecer habilidades ágeis e colaborativas, orientadas pela demanda, para capacitar os jovens a se tornarem jogadores inovadores na economia digital.
A plataforma de treinamento Coding for Employment pode ser acessada aqui em 54 países africanos.
A Uber anunciou nesta sexta-feira (06/12), que foi lançada com sucesso em Abidjan, Costa do Marfim, para complementar a infraestrutura de transporte existente.
Com uma população de cerca de 4,7 milhões, Abidjan é um conhecido centro de negócios comerciais e um dos principais destino turístico mundial, e os ambiciosos planos da cidade de desenvolvimento e expansão económica o tornam um ajuste perfeito para o Uber.
Com o lançamento do Uber em Abidjan, a cidade se junta a outras 15 cidades na África Subsariana com acesso à plataforma Uber.
Como o primeiro mercado francófono da Uber em África, o lançamento em Abidjan coloca a cidade no mapa mundial, e ao mesmo tempo em que cria ainda mais caminhos para a riqueza e oportunidades de ganho entre as pessoas.
“Acreditamos que o Uber tem o potencial de aprimorar as operações existentes de milhares de provedores de transporte da Costa do Marfim, além de continuar a melhorar a segurança, a confiabilidade e a acessibilidade com que as pessoas se movimentam em Abidjan. Estamos confiantes no impacto futuro que nossa tecnologia e a equipe local podem ter”, disse Alon Lits, representante da Uber da África Subsaariana.
A crescente utilização da Uber no mundo, abriu caminho para África nos últimos anos, onde agora opera em 17 cidades de 9 países:
Egipto: Cairo e Alexandria
Quênia: Nairóbi e Mombassa
Nigéria: Abuja e Lagos
Marrocos: Casablanca
África do Sul: Durban, Joanesburgo, Pretória, Cidade do Cabo, Port Elizabeth
Gana: Acra e Kumasi
Tanzânia: Dar Es Salaam
Uganda: Kampala
Costa do Marfim: Abidjan
A Uber oferece comodidade daqueles que precisam deste tipo de serviço, uma vez que os taxis estão com taxas mais caras a cada dia e com esta crise os usuários de táxi acabam optando por um sistema de transporte mais barato, em comparação com os táxis.
O provedor integrado de TIC e infraestrutura Vox firmou uma parceria com a Angola Cables, que lhe dará acesso remoto por pares ao Sistema de Cabos do Atlântico Sul (SACS) submarino que liga a África às Américas.
O SACS é a primeira conexão de cabo submarino a fornecer um link direto entre a África e a América do Sul. O cabo de 6.165 km de comprimento com capacidade de projecto de 40Tbps conecta Luanda, Angola com Fortaleza, Brasil e fornece a opção de roteamento de menor latência entre os dois continentes.
Segundo Christopher Burrell, chefe de rede da Vox, actualmente, a VOX utiliza três sistemas de cabos para fornecer conectividade internacional entre a África do Sul e Londres no Reino Unido – o Atlântico Sul 3 (SAT3), o Sistema de Cabos de África Ocidental (WACS) e o Sistema de Cabos Submarinos de África Oriental (EASSy).
Burrell afirma que, a capacidade adicional através deste quarto cabo da Angola Cables melhorará significativamente a rede principal da empresa de TICs. “O SACS oferece conexões com outros sistemas de cabo, como WACS e MONET, que conectam o Brasil aos Estados Unidos, ajuda a reduzir a latência entre a África e a América do Norte em até 60% quando comparadas às opções de roteamento existentes na Europa”.
O responsável da Angola Cables, António Nunes, afirma que o SACS apresenta uma infinidade de benefícios para os usuários de ambos os lados do Atlântico. Além das consideráveis reduções nas latências, a rede a cabo tem a capacidade para atender ao enorme aumento na demanda por serviços de dados. “Como o SACS também possui várias opções de conexão posteriores, empresas e indivíduos podem enviar, partilhar ou transmitir dados de maneira rápida e eficiente, algo que se tornou uma mercadoria vital na economia digital de hoje“.
Os clientes que se beneficiam do novo acordo com a Vox incluem o número crescente de empresas que procuram utilizar tecnologias como redes de área ampla definida por software (SD-WAN), provedores de serviços Over the Top (OTT) e VPN.
Em Novembro de 2019, a Angola Cables e a Nokia colaboraram para fornecer uma conexão óptica direta entre a África e a América do Norte.
A plataforma Truecaller divulgou na passada semana, as conclusões do seu relatório Truecaller Insights, uma análise dos 20 principais países afectados por SMS e chamadas de spam em 2019. A terceira edição do relatório destaca que incômodos e chamadas não solicitadas continuam a aumentar em todo o mundo.
O estudo revelou que os 1,7 milhão de usuários activos diários do aplicativo Truecaller recebem um total de 25 chamadas de spam por mês, um aumento de 20% em relação às descobertas do ano passado.
Este ano, a Truecaller também analisou as tendências de SMS de spam em todo o mundo e conseguiu identificar os 20 principais países que recebem mais spam. Os dados mostram que os principais países que recebem mais spam via SMS são os mercados emergentes.
Em 2019, o Truecaller ajudou a identificar 8,6 bilhões de SMS de spam em todo o mundo.
Os etíopes estão a receber o maior número de SMS de spam no mundo, com uma média de 119 SMS por mês. Os sul-africanos estão em segundo lugar, com uma média chocante de 114 SMS de spam recebidos todos os meses. As chamadas fraudulentas continuam a ser uma grande ameaça para os consumidores na África do Sul (39%).
Em 2019, a Truecaller ajudou os seus usuários a bloquear e identificar 26 bilhões de chamadas de spam, um aumento de 18% em relação ao ano passado. Além disso, eles ajudaram a identificar 116 bilhões de ligações desconhecidas, um aumento de 56% em relação ao ano passado.
Os 5 principais mercados para receber as chamadas relacionadas com mais fraudes do mundo são: Malásia (63%), Austrália (60%), Líbano (49%), Canadá (48%) e África do Sul (39%).
Os EUA continuam na lista dos 10 principais países com mais spam do mundo. O mercado registrou um aumento de 7% nas chamadas de spam em comparação com o ano passado.
Recentemente o Governo, através do despacho datado de 04 de Novembro, autoriza a subconcessão do serviço móvel da exploração do Título Global Unificado da empresa Angola Telecom, E.P. para a empresa Angorascom Telecomunicações, S.A.
Depois deste anuncio, surge agora a informa dando garantia de que, a terceira operadora móvel de Angola “Angorascom”, irá começar com as suas actividades em Fevereiro de 2021 de acordo com o cronograma que foi entregue a empresa. Essa entrega foi feito por Despacho Presidencial nº 193/19 e publicado em Diário da República no passado dia 05 de Novembro de 2019, utilizando uma prerrogativa contemplada no enquadramento jurídico angolano, e que atribui ao Presidente da República a possibilidade de adjudicação directa.
Este é apenas um dos passos da estratégia do Governo para acabar com o monopólio no sector das telecomunicações, os outros passos são a compra das participações da Oi na Unitel, reformulação do capital social na Movicel, e o concurso público para a quarta operadora.
O Seedstars reuniu as vencedoras dos concursos locais, num grande evento em Joanesburgo, que aconteceu no dia 5 de Dezembro, com actividades relacionadas nos dias anteriores, envolvendo mentores, investidores e várias acções formativas.
A organização estava a procura das 10 startups de tecnologia africanas para representarem o continente na final global Seedstars na Suíça, em 2020, onde competirão por investimento de até US $ 500.000. A representar Angola, esteve a Roque Online, que venceu a última edição do Seedstars Luanda.
Desde o início de 2019, a Seedstars encontrou os vencedores nacionais em África, tendo realizado eventos nos seguintes países: Quênia, Gana, Tanzânia, Egito, Marrocos, Senegal, Serra Leoa, Angola, Gâmbia, Ruanda, República Democrática do Congo (RDC), Cabo Verde, Tunísia, Malawi, Camarões, Maurício, Uganda, Líbia, Zimbabué, Costa do Marfim, Moçambique, Zâmbia, Mali, Botsuana, Nigéria, Namíbia, África do Sul (Cidade do Cabo e Joanesburgo)
As 40 startups estiveram reunidas para a cúpula regional do Seedstars, em Joanesburgo e as 10 melhores estarão no Seedstars Summit.
Quais foram as startups vencedoras?
Exuus (Ruanda): categorizada como Fintech, esta startup ajuda as pessoas a economizar e investir seu dinheiro.
mVocia (Gana): plataforma de empréstimos que ajuda pequenas e médias empresas a obter empréstimos com base nos dados da sua facturação.
Pezesha (Quénia): uma plataforma que permite fazer empréstimos de forma segura via M-pesa.
Teheca (Uganda): Uma startup médica que conecta novos pais a enfermeiros para serviços e apoio pós-natal em casa, ajudando na redução das taxas de mortalidade de mães e bebés nos países em desenvolvimento.
OKO Finance (Mali): fornece seguros aos pequenos agricultores de países emergentes e outros serviços relacionados à agricultura.
Afrikamart (Senegal): Uma empresa de agrotecnologia que ajuda os agricultores a abordar questões relacionadas ao acesso a mercados, logística e práticas agrícolas sustentáveis.
Nadji BI (Gâmbia): Uma solução de energia limpa que usa energia solar para fornecer eletricidade a um milhão de potenciais clientes.
Vectra (África do Sul): Uma empresa de comércio digital que cria soluções de pequenos comerciantes e serviços de comércio electrónico para os clientes.
Crop2Cash (Nigéria): Uma startup nigeriana que está a construir serviços financeiros para os agricultores e ajudando-os a enviar e receber dinheiro.
Roque Online (Angola): Uma solução de comércio electrónico que ajuda os comerciantes do sector informal a terem visibilidade online, facilitando a venda e entrega dos produtos aos clientes finais.
Agora a Roque Online terá tempo para se preparar e surpreender os investidores na edição Global do Seedstars em 2020.
Tendo como suporte as privatizações, o sector das telecomunicações vai passar por uma profunda alteração, deixando o Estado de ter uma posição dominante no mercado. A questão da titularidade futura das infraestruturas do sector das telecomunicações, o desenvolvimento de novos operadores de Internet e claro, o alargamento para quatro das redes móveis disponíveis no País vão marcar os próximos anos.
É nesta senda de várias questões que precisam ser abordadas, o Jornal EXPANSÃO, líder de informação económica em Angola, vai organizar no próximo dia 13 de Dezembro de 2019, entre as 8h30 e as 13h00, em Talatona, no Hotel HCTA (Hotel de Convenções de Talatona) em Luanda, o III FÓRUM TELECOM dedicado ao tema “O Futuro do Sector das Telecomunicações: Privatizações e Redes Móveis”.
A iniciativa da Conferências do EXPANSÃO vai reunir autoridades, banqueiros, empresários, gestores, quadros superiores, académicos, consultores e outros agentes num amplo debate sobre o futuro do sector das telecomunicações tendo como pano de fundo o alargamento para quatro das redes móveis, o desenvolvimento de novos operadores de Internet e as oportunidades que se irão colocar na combinação dos diversos serviços disponíveis no mercado.
Recepção dos Participantes
Boas-vindas João Armando | Director do Expansão Sessão de Abertura
José Carvalho da Rocha | Ministro das Telecomunicações Painel Speakers “As Privatizações das Empresas do Sector” Diego de Sousa | Management & Risk Partner | KPMG “O Futuro da Rede Móvel em Angola” Pedro Mendes de Carvalho | Director | MITT (Ministério das Telecomunicações
e Tec. de Informação) Coffee-Break
Mesa Redonda “O Futuro do Sector das Telecomunicações: Privatizações e Redes Móveis” António Nunes | PCE | ANGOLA CABLES Adilson dos Santos | PCA | ANGOLA TELECOM Miguel Geraldes | CEO | UNITEL Diogo de Carvalho | PCA | INFRASAT Francisco Ferreira | DG | TV CABO ANGOLA* Moderador
João Armando | Director do Expansão Perguntas e Respostas
Sessão de Encerramento Leonel Inácio Augusto | PCA | INACOM