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 BAyQI com projecto para promover a inclusão digital nos Bairros

A startup BayQi, que consiste numa plataforma web com carteira de negócios bastante diversificada, com mais de 2.500 produtos diversos, poderá estar na Bolsa de Valores de Angola (BODIVA) muito em breve, de modo a conectar a África e o mundo, bem como atingir a marca de um milhão de utilizadores.

Sendo uma das principais plataformas de pagamentos digitais em Angola, tem o prazer de anunciar o lançamento do seu novo e inovador projeto, “Comércio +Inclusivo Bairros Digitais“. O evento será realizado no dia 10 de julho de 2024, pelas 09:00 horas no Auditório da Mediateca Zé Dú (Cazenga).

Este projeto visa promover a inclusão digital e financeira nos bairros de Luanda, criando um ambiente onde todos os cidadãos, independentemente da sua localização ou condição social, possam participar e beneficiar da economia digital. A iniciativa tem como objetivo transformar a vida dos residentes dos bairros, proporcionando-lhes acesso a tecnologias e serviços financeiros que impulsionem o desenvolvimento económico e social.

O evento contará com a presença de ilustres convidados, palestrantes, e órgãos ministeriais, como o Ministro da Indústria e Comércio, Ministério da Administração e Território além do PNUD, Banco Mundial, International Finance Corporation (IFC) e outros destaques do evento incluem:

  • Apresentação do Projeto “Comércio +Inclusivo Bairros Digitais”: Uma visão detalhada do projeto, os seus objetivos e impacto esperado;
  • Painel de Discussão sobre “Inclusão, Acessibilidade Digital e Financeira”: Com a participação de representantes do Ministério da Administração Pública, Ministério da Indústria e Comércio, Governo Provincial de Luanda, Banco Nacional de Angola e Banco Mundial. O painel será moderado pelo PNUD;
  • Visita ao 1° Bairro Modelo do Projeto “Comércio +Inclusivo Bairros Digitais”: Uma oportunidade para ver em primeira mão as inovações e melhorias implementadas pelo projeto.

Threads completa 1.º aniversário com mais de 175 milhões de utilizadores

A Threads completou esta sexta-feira, dia 5 de julho, o seu primeiro aniversário. Sim, foi no dia 5 de julho de 2023 que a Meta lançou uma nova rede social com o objetivo de rivalizar com o X (ex-Twitter) de Elon Musk.

Praticamente um ano depois, o cofundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, revela agora que a Threads conta com mais de 175 milhões de utilizadores mensais ativos – um bom sinal de que a plataforma pode ter um futuro risonho pela frente, sobretudo tendo em conta que a Meta continua a lançar novas funcionalidades.

MAIS: Threads vai receber funcionalidade para melhor experiência

Serve recordar que a Threads só foi lançada na Europa no final do ano, pelo que este primeiro aniversário diz respeito apenas à primeira vez que a rede social marcou presença nas lojas virtuais de aplicações.

Ministério de Educação defende aposta na formação digital

As escolas angolanas devem apostar na formação digital no contexto educacional, de forma a integrarem mais tecnologias digitais, com capacidade de personalizar as experiências de aprendizagem para atender às diversas necessidades dos alunos.

Essa ideia foi defendida pela Ministra da Educação, Luísa Grilo, falando na formação de professores das províncias do Bengo, Benguela, Luanda, Lunda-Sul e Malanje, resultado da parceria estabelecida entre o departamento ministerial e a multinacional HP.

Por meio desta parceria, os professores angolanos aperfeiçoaram as habilidades e adotaram a tecnologia como uma ferramenta para a aprendizagem contínua”, disse a dirigente.

A parceria, continuou, não apenas aprimorou as habilidades tecnológicas dos professores, mas ajudou, também, a expandir as perspetivas educacionais, ao permitir-lhes adotar métodos de ensino inovadores aliados à educação.

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A educação, defendeu, está em constante evolução, e os professores são os arquitetos do futuro, ao moldar mentes jovens e prepará-las para um mundo repleto de possibilidades.

Este papel crucial deve ser acompanhado com o conhecimento e os recursos para prosperar um ambiente dinâmico”, declarou.

A ministra da Educação destacou, igualmente, a importância dos educadores nacionais terem as ferramentas necessárias para adotarem práticas pedagógicas inovadoras.

A tecnologia desempenha um papel vital nesse processo por permitir obter experiências de aprendizagem personalizadas”, afirmou.

Luísa Grilo referiu que o empoderamento dos professores é crucial para fortalecer a base da educação no país.

Os professores equipados com conhecimentos e recursos podem inspirar e guiar os alunos de maneira mais eficaz”.

WhatsApp vai permitir gerar imagens recorrendo à Inteligência Artificial

O WhatsApp deverá ganhar nos próximos meses cada vez mais funcionalidades de Inteligência Artificial (IA) e, entre elas, deverá estar a capacidade de gerar imagens a partir do aspeto dos utilizadores.

O site WABetaInfo avistou uma nova versão beta do WhatsApp que aponta para esta funcionalidade. “Esta funcionalidade permite-te tirar fotos de ti e pedir à Meta AI para gerar imagens de IA de ti”, pode ler-se na descrição a que a publicação teve acesso.

MAIS: WhatsApp vai bloquear opção de fazer printscreen às fotos de contactos

Não se sabe ainda quando é que a Meta lançará esta funcionalidade no WhatsApp, mas, tendo em conta que já se encontra a ser testada na versão beta da app de mensagens, é provável que não tenhamos de esperar muito por ela.

Angola e Huawei assinam memorando para aumentar cobertura móvel no país

Angola e Huawei assinaram recentemente um memorando que permitirá a preparação de condições para o aumento da cobertura móvel do país por via do investimento em infraestruturas de telecomunicações.

O ato foi assinado na visita do ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, as fábricas de equipamentos da Huawei, à margem da participação de Angola no Congresso Mundial Móvel (MWC24), decorrido na última semana, em Shanghai, China.

A referida cooperação vai permitindo ainda que os operadores possam estender a cobertura do serviço de voz e Internet aos usuários, em particular nas localidades de difícil acesso e alcançar, assim, as metas de cobertura móvel estabelecidas no Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027.

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Pelo que foi revelado em nota oficial, Mário Oliveira visitou, igualmente, os centros de inovação e de exibição tecnológica da Huawei, onde estão expostos todos os equipamentos e serviços da multinacional, para o suporte das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) aos sectores da Educação, Saúde, Finanças, Mineiro, Interior, Agricultura, Energia, Águas, Pescas, Transportes, Administração Pública, Recursos Marinhos e outros.

A visita teve como objetivo conhecer a linha de produção dos equipamentos e dispositivos da Huawei, tendo em conta os projetos em curso em Angola para aceleração digital, nomeadamente, o Projeto da Rede Nacional de Banda Larga em curso no país, enquanto espinha dorsal da rede de alta capacidade de transporte de telecomunicações do país, que vai permitir a melhoria do acesso à Internet, serviço de voz, troca de mensagens, envio e receção de vídeos, programas audiovisuais com a menor latência e o projeto da Cloud Nacional que vai permitir a interligação de todos os departamentos ministeriais e serviços da Administração Pública e de empresas privadas.

Crianças angolanas exortadas a usarem as redes sociais corretamente

As crianças angolanas devem usar corretamente as redes sociais, evitando assim enveredarem para pesquisas de conteúdos obscenos, na opinião do responsável da Angola Telecom em Malanje, Sebastião António.

Falando numa palestra sobre o tema “Até que ponto as redes sociais prejudicam as crianças”, em que participaram mais de 100 menores de vários estratos sociais, o Chefe da Área Técnica da Empresa recomendou que os pais e encarregados de educação devem supervisionar e seguirem os filhos nas plataformas digitais, com o objetivo de inibir as más práticas e os crimes que podem advir do uso indevido dessas ferramentas.

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Lembrou que as plataformas digitais têm muitas vantagens que devem ser mostradas as crianças para elas aproveitarem esse lado e coloquem em prática, principalmente os canais de pesquisa de conteúdos escolares e científicos.

Já a psicóloga social do Instituto Nacional da Criança (INAC), Felícia Francisco, considerou que o uso das redes sociais por crianças podem se tornar viciante, causando até ansiedade, dependência, irritabilidade e outros males.

Ministério da Justiça vai apostar na digitalização dos serviços

O Ministério da Justiça vai apostar novas tecnologias, de modo a conferir um atendimento célere aos cidadãos que acorrem aos vários serviços, revelou o ministro, Marcy Lopes.

Falando no primeiro dia da visita de 48 horas que fez ao Cuanza-Sul, o responsável reitera que tem em vista a digitalização dos serviços prestados às populações, que passa pela formação permanente dos quadros afetos ao sector.

Nós estamos atentos à inovação, que passa pela conformação dos serviços à nova realidade, mas também cuidar da formação do homem, sendo a tarefa permanente”, disse.

O titular da pasta da Justiça e dos Direitos Humanos apontou, como desafios imediatos, a desburocratização dos serviços, as infraestruturas que albergam os serviços, assim como criar as condições para melhor prestação dos serviços nos vários domínios.

Como departamento ministerial, temos procurado interagir com as representações provinciais, como via de identificar os problemas, e dar o devido tratamento, visando conferir as condições de atendimento, mas também de trabalho aos funcionários”, acrescentou.

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Marcy Lopes assegurou, ainda, que o sector que dirige disponibiliza os materiais essenciais para o atendimento do público que acorre aos vários serviços, tendo apelado aos cidadãos à denúncia de atos de mau atendimento ou alegada falta de material.

Nós temos disponibilizado material essencial para o atendimento dos cidadãos, por isso, não faz sentido o funcionário não atender o cidadão, por alegada falta de material”, afirmou Marcy Lopes, para quem muitos casos da falta de material configuram falta de capacidade de gestão dos responsáveis.

Auto-emprego e rendimentos da economia partilhada: o caso das plataformas de mobilidade em Luanda

A economia partilhada, ou colaborativa, consiste na oferta e procura de bens ou serviços através de plataformas digitais que, nesta interacção, actuam como intermediárias. Também conhecido por “economia de plataformas”, este modelo permite fazer mais com menos recursos. Esta fórmula está a revolucionar o trabalho e prestação de serviços em todo mundo.

Os exemplos abundam, mas em Angola, os aplicativos de mobilidade são os que mais se destacam, com várias empresas a dinamizar o sector – a Yango e a Heetch são alguns exemplos.

Estima-se que este sector movimenta diariamente cerca de 60 milhões de kwanzas em termos de rendimento para motoristas e empresas que gerem frotas. Actualmente, mais de 10 mil luandenses usam aplicativos de mobilidade para trabalhar.

Os números em crescendo mostram claramente como a economia partilhada, em geral, e os aplicativos de mobilidade, no caso angolano, representam uma oportunidade única de emprego e de fonte principal ou adicional de rendimentos, que podem até ser muito superiores à oferta do mercado de trabalho tradicional.

Em alguns casos, um motorista pode ganhar até um milhão de kwanzas por mês com transporte por aplicativo. No contexto actual, o valor é especialmente relevante.

Num exercício rápido, tomemos como exemplo o custo de uma das viaturas mais utilizadas actualmente nos serviços de transporte por aplicativo, o Sukuzi S-Presso AT Automático. Este modelo custa actualmente 10.624.800 Akz, de acordo com sites da especialidade. Com uma facturação de mais de 1 milhão de kwanzas mensais, dois anos bastariam para que o motorista liquidasse o valor total da viatura.

Sabemos que nem todos podem guardar durante dois anos um rendimento deste calibre no mealheiro, mas para isso também há soluções. De acordo com o desempenho dos motoristas e das empresas de transporte aos quais estão afectos, algumas destas plataformas digitais têm programas de créditos a leasing para facilitar a compra de viaturas novas aos motoristas de topo – uma lógica totalmente inovadora que a economia de partilha traz à relação com os prestadores de serviço.

Além de constituir uma oportunidade para quem procura um trabalho remunerado e melhores condições de vida, os aplicativos de mobilidade dão um contributo significativo para facilitar a circulação em Luanda, garantindo conforto e segurança para os utilizadores. Ao complementar e aumentar a oferta de transporte, permitem não só ajudar a resolver problemas de mobilidade, como também contribuem para a sustentabilidade ambiental da cidade.

O modelo da economia de plataformas e da economia está a revolucionar o mundo e o nosso país. A inovação tecnológica e de negócio propicia o crescimento económico, a produtividade, competitividade e é uma fonte importante de oportunidades ilimitadas de auto-emprego, crescimento profissional e pessoal.

BNA implementa soluções tecnológicas para maior dinâmica do sistema financeiro

O Banco Nacional de Angola (BNA) vai nos próximos tempos implementar soluções tecnológicas que assegurem uma maior dinâmica e impulsionem a inovação, segundo a vice-governadora da instituição, Maria Pereira.

Falando na abertura de mais um Ciclo de Conferências do BNA, a responsável frisou que projeta, para os próximos cinco anos, alcançar um sistema financeiro mais seguro, mais eficiente e de referência a nível mundial.

De acordo com Maria Pereira, é, igualmente, foco a oferta de uma maior comodidade, rapidez, segurança e a efetivação de transações muito mais rápidas aos utentes e consumidores dos produtos bancários.

Um outro assunto que o BNA não vai esquecer é a inclusão financeira, sendo um dos objetivos transversais e macrono âmbito do plano estratégico da instituição.

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No ciclo de conferências, a vice-governadora disse que, no quinquénio 2023-2028, o BNA deverá implementar novos instrumentos de controlo e gestão de ativos à luz da modernização do sistema financeiro angolano.

A modernização de um sistema financeiro, não se prende apenas com a digitalização e inovação tecnológica, mas sim, consiste, essencialmente, na criação de mecanismos mais atuais, processos, sistemas e ferramentas, bem como a formalização de políticas e tomada de decisões com o objetivo de migrar para versões mais atualizadas e sofisticadas, alinhadas às boas práticas internacionais”, disse.

Para a concretização de todos os desideratos avançados, segundo Maria Pereira, o BNA definiu no plano estratégico a adoção de mecanismos focados no desenvolvimento, dinamização e disponibilização de ferramentas pendentes para a inovação, modernização e digitalização das finanças bem como a redistribuição, gestão e diversificação do risco sistémico.

EUA declaram guerra aos ciberataques chineses

Nos últimos anos, a segurança cibernética tem-se tornado uma preocupação crescente para governos e organizações em todo o mundo. Recentemente, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) anunciou uma mudança significativa nas suas prioridades, colocando o combate às ameaças cibernéticas e outras ameaças provenientes da República Popular da China no topo da sua lista de preocupações, pelo menos até ao final de 2025.

A China tem sido acusada de realizar inúmeros ataques cibernéticos contra infraestruturas críticas dos EUA, com um foco particular em endpoints expostos à internet em instalações de água. Estes ataques não só comprometem a segurança dos sistemas, mas também colocam em risco a saúde pública e a segurança nacional.

O DHS está a tomar medidas para reduzir a dependência de satélites para comunicações, combater os riscos associados à inteligência artificial, eliminar vulnerabilidades na cadeia de abastecimento e preparar infraestruturas críticas para serem resilientes às mudanças climáticas.

Num comunicado recente, o Secretário do DHS, Alejandro Mayorkas, destacou a importância da infraestrutura crítica para a segurança nacional, económica e pública. “Desde o sistema bancário até à rede elétrica, passando pelos cuidados de saúde e pelos sistemas de água do nosso país, dependemos do funcionamento fiável da nossa infraestrutura crítica como uma questão de segurança nacional, segurança económica e segurança pública”, afirmou Mayorkas.

Ele acrescentou que as ameaças enfrentadas pela infraestrutura crítica exigem uma resposta de toda a sociedade e que as prioridades estabelecidas no memorando do DHS guiarão esse trabalho. Mayorkas expressou a sua intenção de continuar a colaboração com parceiros em todos os níveis de governo e no setor privado para garantir a segurança de todos os americanos.

Além das ameaças à segurança nacional, o DHS também está preocupado com outras atividades chinesas nos mercados financeiros, na indústria e na espionagem tradicional, como o roubo de propriedade intelectual. A retórica crescente da China contra Taiwan levou os EUA a investir na diversificação da indústria de semicondutores fora de Taiwan, especialmente em território doméstico, através do ato CHIPS.

A Diretora da CISA, Jen Easterly, sublinhou a importância da colaboração estreita com os parceiros para garantir uma infraestrutura crítica mais segura e protegida. “Através de uma colaboração estreita com os nossos parceiros, a CISA e o Departamento estão a trabalhar para uma infraestrutura crítica mais segura e protegida, para garantir o funcionamento do governo, a entrega de serviços essenciais e a proteção do povo americano”, afirmou Easterly.

O DHS está a adotar uma abordagem proativa para enfrentar estas ameaças, reconhecendo que a segurança cibernética é uma responsabilidade compartilhada que requer a cooperação de todos os setores da sociedade. A preparação para o futuro envolve não só a defesa contra-ataques cibernéticos, mas também a construção de resiliência contra uma variedade de ameaças, incluindo as mudanças climáticas.

A mudança de prioridades do DHS reflete a crescente importância da segurança cibernética no mundo moderno. À medida que as ameaças cibernéticas continuam a evoluir, é crucial que governos e organizações se mantenham vigilantes e preparados para enfrentar novos desafios. A colaboração entre o setor público e privado será essencial para garantir a segurança e a resiliência das infraestruturas críticas.

Em conclusão, a decisão do DHS de priorizar o combate às ameaças cibernéticas da China sublinha a gravidade da situação e a necessidade de uma resposta coordenada e abrangente. À medida que avançamos para um futuro cada vez mais digital, a segurança cibernética continuará a ser uma prioridade fundamental para garantir a segurança nacional e a proteção dos cidadãos.