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Sexta-feira, Abril 10, 2026
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Apple pondera lançar dispositivo dobrável em 2026

Uma notícia avançada pelo site sul-coreano The Elec indica que a Apple pretende lançar o seu primeiro dispositivo com ecrã dobrável entre 2026 e 2027.

As fontes da publicação referem que o dispositivo terá um ecrã entre as 7 e as 8 polegadas, o que coloca a possibilidade de ser um produto com potencial para substituir o iPad mini no catálogo da Apple.

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Por enquanto esta informação ainda não foi confirmada pela Apple, mas a publicação sul-coreana está confiante que este será apenas o primeiro dispositivo dobrável da marca. A empresa deverá lançar outro dispositivo dobrável em 2028, o que poderá ser um iPad ou um Mac.

Deepfake- Multinacional burlada em USD 26 milhões

Naquele que foi dos primeiros casos na cidade, os autores da fraude usaram a tecnologia para se fazerem passar por um dos quadros da empresa.

Um “deepfake” é uma gravação de vídeo, ou de áudio, produzida ou modificada com recurso a inteligência artificial. A técnica tem o potencial de gerar desinformação, sendo, por exemplo possível colocar pessoas a dizer coisas que realmente nunca disseram, ou substituir as caras das pessoas, sempre de forma tão perfeita que é difícil detetar-se o engano.

Um empregado de uma empresa num centro financeiro chinês recebeu “chamadas por videoconferência de alguém que se fazia passar por um quadro superior da sua empresa e que lhe pedia para transferir dinheiro para determinadas contas bancárias”, disse a polícia citada pela agência de notícias AFP.

A polícia recebeu um relatório sobre o incidente a 29 de janeiro, altura em que cerca de 26 milhões de dólares (24 milhões de euros) já tinham sido perdidos através de 15 transferências.

“As investigações ainda estão em curso e até à data não foram efetuadas quaisquer detenções”, afirmou a polícia, sem revelar o nome da empresa.

De acordo com os meios de comunicação social de Hong Kong, a vítima trabalhava no departamento financeiro e os criminosos fizeram-se passar pelo diretor financeiro da empresa, com sede no Reino Unido.

Um oficial superior da polícia, Baron Chan, disse que a videoconferência envolveu vários participantes, mas todos, exceto a vítima, estavam a fingir ser outras pessoas.

“Os criminosos encontraram vídeos e áudios disponíveis publicamente na rede YouTube e depois utilizaram a tecnologia ´deepfake´ para imitar as vozes… para enganar a vítima e fazê-la seguir as suas instruções”, disse Baron Chan aos jornalistas.

Os vídeos deepfake eram pré-gravados e não envolviam qualquer diálogo ou interação com a vítima, acrescentou.

Rede 5G vai dominar as conexões móveis até 2026, revela especialista

A rede 5G vai dominar as conexões móveis até 2026, embora o 4G seja uma tecnologia dominante em 2021, segundo o diretor-executivo da Ernest & Young (EY), Pedro Novo.

Falando na Conferência sobre a Transformação Digital, o especialista informou que o 4G representou já 47,42% do mercado móvel globalmente em 2021, no entanto, 5G está a ganhar força em novos mercados.

Para o responsável, com o crescimento das conexões móveis 5G, as conexões de banda larga móvel estão a ganhar impulso globalmente, impulsionado pela procura por rede de alta velocidade.

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Por sua vez, a Ásia e a África estão emergentes e a alimentar a receita e os assinantes móveis, dois terços dessas regiões terá, até 2025, 382 milhões de novos assinantes.

Muitos governos em toda a África tem sido incrivelmente otimistas sobre os avanços tecnológicos serem a chave para puxar os africanos do espaço em desenvolvimento para o desenvolvido. Uma dessas tecnologias emergentes com muito peso e ênfase é a tecnologia 5G. Alguns analistas preveem que o 5G pode adicionar USD 2,2 triliões à economia de África até 2034.

No entanto, os países em todo o continente está a lutar para lançar a nova tecnologia devido aos desafios de infraestrutura, problemas de adoção, natureza cara da tecnologia e dos dispositivos necessários para utilizá-la e até mesmo preocupações de segurança em torno do 5G.

AnyDesk revela ter sofrido um ataque cibernético

O conhecido AnyDesk, usado para acesso remoto a sistemas, confirmou que sofreu recentemente um ataque cibernético. Neste ataque, os hackers obtiveram acesso aos sistemas de produção da empresa, incluindo todo o código-fonte e as chaves privadas de assinatura de código.

A AnyDesk revelou que tomou conhecimento deste ataque após detetar um incidente de segurança num dos seus servidores de produção. Após confirmar que os seus sistemas tinham sido comprometidos, a empresa ativou um plano de resposta com a ajuda da empresa de segurança CrowdStrike.

Apesar de ser uma questão sensível, a empresa afirma que o incidente não é um ataque de ransomware e que notificou as autoridades competentes. A AnyDesk também afirma que “revogou todos os certificados associados à segurança e os sistemas foram corrigidos ou substituídos quando foi necessário“. Também revogará o certificado de assinatura de código anterior para seus os binários e substituirá por um novo.

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Para resolver esta questão sensível de segurança, a empresa está procurar eliminar todos os pontos de entrada dos hackers nos seus serviços. Quer limitar os vetores de ataque e garantir a segurança de todos os seus utilizadores. Já tomou algumas medidas, mas tem uma especial a ser aplicada.

Está a revogar todas as passwords do seu portal, my.anydesk.com. Ao mesmo tempo, recomenda que os utilizadores alterem as suas passwords se as mesmas credenciais também estiverem a ser usadas em outros lugares. A empresa afirma não ter evidências de que algum dispositivo do utilizador final tenha sido afetado.

Este é um problema grave, em especial pelo número de clientes que a Anydesk tem. Está a ser reportados que são 170.000 clientes, incluindo alguns muito relevantes, onde se incluem as Nações Unidas, Samsung, Comcast e Nvidia. Espera-se que muito em breve a situação de segurança da empresa esteja resolvida e todos os utilizadores destes serviços protegidos.

Investigador angolano “Pascoal Chiambo” apresenta tecnologia inovadora na Expo-Qatar

O Investigador angolano Pascoal Chiambo é um dos principais destaques da comitiva angolana na Expo-Qatar com apresentação de uma tecnologia inovadora no sector da agricultura sustentável.

Na feira mundial que decorre de 2 de outubro de 2023 até 28 de março de 2024, o especialista apresentou a tecnologia Biochar, que melhora a fertilidade do solo, aumentado a eficiência hídrica e reduzindo o uso excessivo de fertilizantes químicos na agricultura em várias províncias do país, com destaque para as províncias do Huambo, Bié e Cuanza-Sul.

De acordo com o investigador e docente universitário, a tecnologia Biochar para fabricação do produto com o mesmo nome, também conhecido por biocarvão, tem como matéria-prima a biomassa que permite o reaproveitamento dos resíduos agrícolas, animais e industriais, para corrigir e melhorar a fertilidade do solo.

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O produto Biochar é produzido com sabugo de milho(carolo de milho) e a palha do feijão, explica o investigador, preocupado com a ausência da prática agronómica sustentável, para o bem da natureza e dos agricultores.

Vamos também usar a serradura. Também pode se usar ramos de árvores fragmentados e depois colocar este material nas câmaras. O processo de queima será em pirólise, que começa de cima para baixo”, elucidou Pascoal Chiambo, sublinhando que o objetivo é aproveitar o teor de carbono que depois vai ser incorporado no solo.

Com a implementação da Biochar, reforçou o investigador, melhora-se a estrutura do solo, as propriedades físicas, químicas e biológicas e permite que se faça uma produção agrícola sustentável, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio.

A Biochar não é fertilizante químico. É apenas um ativador do solo, um componente hidrofílico, que disponibiliza água às plantas, sobretudo em momentos de escassez, clarifica o investigador.

Pascoal Chiambo orgulha-se pela implementação do projeto no Instituto de Investigação Agronómica do país, com um campo de experiência, localizado na província do Huambo.

Africell vai apostar no aumento da literacia financeira com projetos sobre dinheiro digital

A Africell vai apostar no aumento da literacia financeira com a implementação de projetos da educação sobre o dinheiro digital, segundo a diretora do projeto Afrimoney, Kátia Conceição.

Segundo a responsável, neste momento a campanha está a privilegiar a comunidade das zungueiras e vendedoras do mercado informal, visto que as mesmas “influenciam muito aquilo que é a gestão do dinheiro físico“.

Pelo que foi revelado, na primeira fase do projeto, a Africell já formou mais de 500 mulheres zungueiras e vendedoras de mercados informais de Luanda que receberam formação sobre empoderamento pela inclusão e literacia financeira. As beneficiadas foram selecionadas pelas associações das zungueiras de Angola e a associação dos vendedores dos mercados informais.

Muitas pessoas, quando vão ao mercado, não pagam com cartão, pagam com dinheiro, em cash. Então, nós queremos perceber se esta estratégia, de tornar aquelas pessoas que atualmente aceitam dinheiro a mudarem para o dinheiro digital, provavelmente é um caminho a seguir“, sublinhou.

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As 500 participantes da formação receberão também uma renda adicional, com o valor a rondar entre Kz 7.000 a Kz 8.000 para fazerem as transações, bem como um kit que inclui um telemóvel. Pelo que conta Kátia Conceição, as comerciantes receberam os valores uma única vez.

O projeto foi lançado no ano passado em parceria com a United States Agency for International Developemt (USAID) e teve um investimento de cinco milhões USD. A formação sobre o empoderamento pela inclusão e literacia financeira é a primeira atividade deste projeto. Conforme a responsável do projeto, vão haver outras atividades, que não vão ser só de formação.

Kátia Conceição adianta que só mais tarde se fará o balanço do projeto para decidir quais os passos a seguir.

Vamos ver se surtiu o efeito que nós desejamos e, se sim, vamos estender. Talvez não só para mulheres, mas para outros pequenos comerciantes. Ainda não temos o desenho final de como é que vai ser, mas de certeza que não vai terminar por aqui em Luanda“.

Como tirar fotografias com a voz no iPhone

Esta dica consiste em dois momentos cruciais. O primeiro passa por permitir a ativação da Siri mesmo quando o iPhone está bloqueado. Desta forma, e caso seja necessário, pode ativá-la e pedir-lhe que abra a aplicação da câmara mesmo à distância.

O segundo é o controlo por voz. Apesar de não estar disponível em português, esta é uma funcionalidade de acessibilidade vital para quem tem dificuldade em premir os botões no ecrã. É a mesma opção de acessibilidade que permite utilizar comandos verbais para ajustar as definições da câmara e tirar fotografias.

Utilizar a Siri para abrir a câmara com a voz

Para aceder à câmara utilizando apenas a voz, deve ativar o acesso à Siri para quando o seu iPhone está bloqueado. Para o fazer, siga estes passos:

1. Primeiro, aceda às “Definições” do seu iPhone.

2. Agora, arraste para baixo e clique em “Siri e Pesquisa”.

3. Aqui, ative a opção “Permitir com ecrã bloqueado”.

Notas a considerar:

  • Se quiser ativar a Siri com o iPhone bloqueado sem precisar de premir um botão para a chamar, então deve também aceder a “Ativar ao ouvir” > ‘”Siri” ou “Hey Siri”‘.
  • (!) Ao ativar a opção “Hey Siri” quando o smartphone está bloqueado, alguém pode (teoricamente) aceder a informações como os seus contactos, enviar mensagens de texto, ver os compromissos da sua agenda e fazer chamadas.
  • Para abrir a câmara basta dizer à Siri “open camera” (inglês) ou “abre a câmara” (português).

Ativar o controlo por voz no iPhone

Uma das funcionalidades que acrescenta um toque de conveniência à utilização diária do nosso smartphone é o controlo por voz. Se está cansado de clicar em menus e opções para executar tarefas simples, como tirar fotografias no iPhone, os comandos de voz vieram ajudá-lo.

Para começar a utilizar o controlo por voz no iPhone, primeiro tem de se certificar de que está ativado. Para isso:

1. Aceda às “Definições”.

2. Arraste para baixo e clique em “Acessibilidade”.

3. Agora, clique em “Controlo por voz”.

4. Ative o controlo por voz

Feito isto, o iPhone está pronto para seguir os seus comandos de voz. Agora, pode controlar comodamente várias funções do iPhone utilizando apenas a sua voz.

Notas a considerar:

  • O controlo por voz está disponível em iPhones com iOS 13 e posterior.
  • Não está disponível em português.
  • O controlo por voz tem de ter o mesmo idioma do dispositivo. Para alterar o idioma vá a “Definições” > “Geral” > “Idioma e região” e escolha o idioma que pretende (no nosso caso, inglês).

Com o controlo por voz já não precisa de se atrapalhar com o smartphone ou localizar manualmente as opções da câmara. Isto proporciona uma experiência sem problemas e com as mãos livres.

Aplicativos de mobilidade pedem segurança dos serviços no Projeto de Lei da atividade

As empresas donas de aplicativos de mobilidade que atuam em Angola pedem que o Projeto de Lei de Regulamentação do Exercício da Atividade de Táxi em Plataformas Digitais tenha em conta a segurança dos serviços entre os pontos de relevância, num contexto em que a maior parte dos agentes económicos atua no lado informal da economia.

Segundo Emersom Paim, presidente executivo aplicativo Kubinga, defendeu a necessidade de se conhecer as pessoas que prestam este tipo de serviços, fatores como a posse de toda a documentação legal para as viaturas circularem na via pública, condições técnicas e mecânicas necessárias, seguro contra terceiros e cobertura de passageiros, assim como a própria idoneidade.

MAIS: Aplicativos de mobilidade pedem mais atenção dos usuários dos serviços para evitar assaltos

Falar destes elementos de segurança, reforçou Émerson Paim, implica dizer que os operadores devem fazer prova de um registo criminal que comprove a habilitação para trabalhar neste tipo de serviços, sendo um dos requisitos fundamentais a carta de condução.

Em termos económicos, é imperativo que o sistema de pagamentos esteja sob controlo das plataformas, de maneira a criar condições para a banca comercial intervir, num futuro próximo, em relação ao potencial de investimento que estes negócios”, defendeu.

Emerson Paim notou que as plataformas praticam preços para todos os bolsos, desde os mais modestos, aos de maior conforto, numa altura que está na forja a criação da boleia partilhada, um sistema em que várias pessoas podem compartilhar o preço de uma corrida em função da distância de cada uma delas.

Tens um projeto inovador na economia Verde e Azul? Candidata-se ao programa de aceleração do Founder Institute Luanda

O maior programa de aceleração de Mundo de startups early-stage, Founder Institutee com presença regional cá em Angola, denominado Founder Institute Luanda, abriu as candidaturas para a sua 6ª edição do Programa de Aceleração para empreendedores que necessitem de mentoria, formação e financiamento.

Segundo o que foi revelado a redação da MenosFios, para esta edição o foco vai centrar-se em soluções sustentáveis para os desafios do nosso planeta, onde os mentorando vão ganhar Capacitação em gestão de negócios, Mentoria especializada, acesso a redes de contactos e Atrair capital para negócios de impacto.

O Programa de Aceleração de Startups do FIL combina o currículo passo a passo de estruturação de negócio com a orientação e mentoria de empresários de experiência comprovada no mercado local e internacional.

Para empreendedores angolanos ambiciosos, em estágio inicial, à altura do desafio, o programa vai fornecer a estrutura, o suporte de mentores e uma rede global de empreendedores imprescindível para começar uma empresa sustentável e duradoura.

Para fazeres a inscrição ao programa acesse www.filuanda.ao.

China também quer desenvolver implantes para cérebros humanos

Após ser anunciado que a Neuralink instalou o primeiro implante cerebral num paciente humano, a China divulgou planos para desenvolver o mesmo tipo de dispositivos até 2025.

Os planos da China ficam claros no documento do Ministério da Indústria e da Tecnologia de Informação que foi partilhado pelo site Business Insider, descrevendo a intenção de “fazer avanços em tecnologias-chave” como é o caso de implantes cerebrais.

Além desta área, a China também tem intenções de continuar a investir em ‘chips’ GPU, assim como fortalecer o investimento na área dos computadores quânticos.