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Sábado, Abril 11, 2026
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Grupo chinês Baidu lança inteligência artificial concorrente do ChatGPT

O grupo tecnológico chinês Baidu disponibilizou hoje o seu modelo de linguagem equivalente ao ChatGPT, para uso do público, numa altura em que Pequim vê a inteligência artificial (IA) como indústria chave nos seus planos de modernização.

O Baidu disse hoje que o Ernie Bot está totalmente disponível para o público, através do uso de uma aplicação ou do portal oficial. Na tarde de ontem(31), a ‘app’ Ernie Bot estava no topo das aplicações mais descarregadas na loja iOS da Apple na China.

Ao lançar este modelo, o Baidu vai poder coletar interações com seres humanos no mundo real, de acordo com o chefe executivo do Baidu, Robin Li, que disse que isso, por sua vez, ajudaria a melhorar os modelos básicos do Ernie Bot.

Outras empresas tecnológicas chinesas também revelaram os seus próprios modelos generativos de Inteligência Artificial — nos quais algoritmos permitem que a tecnologia produza e crie novos conteúdos — após a empresa norte-americana OpenAI ter popularizado o ChatGPT.

Tal como a Europa, a China tem feito esforços nos últimos meses para regular a indústria generativa de IA.

Regulamentos para o setor emitidos em 15 de agosto exigem que as empresas realizem uma análise de segurança e obtenham aprovação antes de lançarem os seus produtos.

Pequim também exige que as empresas que fornecem esses serviços generativos de IA cumpram os regulamentos governamentais de tecnologia e dados.

Os EUA atualmente não possuem regulações em vigor.

O CEO do Baidu, Li, disse estar otimista e descreveu as regulações como sendo “mais pró – inovação do que regulação”, numa teleconferência realizada no início de agosto.

Duas outras empresas de IA na China, Baichuan e Zhipu AI, também lançaram hoje os seus modelos de linguagem de IA.

Microsoft vai separar o Teams do Office

A Microsoft anunciou que a plataforma de colaboração Teams vai deixar de estar integrada nos pacotes de produtividade Office 365 e Microsoft 365, isto após uma queixa da rival Slack ter levado a Comissão Europeia a lançar uma investigação à tecnológica de Redmond.

Serve recordar que a Microsoft já havia indicado no começo do ano que o Teams deixaria de estar integrado nestes pacotes de serviços, não especificando, todavia quando é que a separação aconteceria. Entretanto, em julho, a investigação da Comissão Europeia procurou perceber se esta prática da Microsoft violava as regras da União Europeia para a concorrência.

MAIS: Microsoft Teams alvo de ataques de hackers ligados à Rússia

A investigação parece ter levado a Microsoft a tomar uma decisão, com a empresa norte-americana a partilhar uma publicação na respetiva página de blogue.

Reconhecemos a nossa responsabilidade como uma grande operadora de tecnologia a apoiar um ambiente competitivo saudável, pode ler-se na publicação da Microsoft. Agradecemos a clareza que surgiu em várias das preocupações das extensas e construtivas discussões com a Comissão Europeia. Com esta clareza, acreditamos que é importante começarmos a tomar passos significativos para lidar com estas questões.

A Teams passará a estar disponível para assinar individualmente a partir do dia 1 de outubro e por 5 euros por mês (cerca de 4.500 kwanzas), ou 60 euros por ano (53 mil kwanzas.

Startups brasileiras vão participar no Angola Startup Summit 2024

Várias startups brasileiras vão participar na edição de 2024 do Angola Startup Summit, evento de empreendedorismo digital nacional e que junta várias startups angolanas inovadoras, bem como traz em debate variados empreendedores para mostrarem o potencial e abordar as oportunidades tecnológicas do mercado angolano.

A informação foi revelada pelo Chefe de Departamento de Consultoria e Assistência Técnica do Instituto de apoio às Micropequenas e Médias Empresas (INAPEM), Alexandre Manuel, na sequência da participação do Inapem no Startup Summit 2023, realizado de 23 a 25 deste agosto, na cidade de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, no Brasil, organizado pelo Sebrae (Serviço Brasileira de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

MAIS: Projeto Angola Startup Summit leva startup angolana ao Web Summit 2023

O Angola Startup Summit vem ainda com o objetivo de fomentar o surgimento de novas Startups através da troca de experiência, permitir a otimização de negócios, investimentos e cooperação com instituições que intervém no ecossistema das Startups, bem como contribuir para a atrair o interesse de potenciais investidores em projetos tecnológicos.

Ainda sobre a próxima edição do Angola Startup Summit, a ideia é reunir a juventude criadora de projetos digitais, onde por isso pretende-se colocar estes jovens com muitas boas ideias, para serem ouvidas pelos investidores e ter-se maior noção sobre o que estão a se fazer, e deste modo mobilizar-se os bancos para “comprar” as ideias, fazê-las crescer e torná-las mais sustentáveis para participarem do processo de fomento da produção nacional mais ativamente.

Startup Nulongi vence 3ª edição do ano do concurso de empreendedorismo digital LISPA JumpStart

A startup Nulongi foi a grande vencedora da 3ª edição de 2023 do LISPA JumpStart, um programa nacional que apoia ideias inovadoras, organizado pelo Laboratório de Inovação do Sistema de Pagamentos de Angola (LISPA).

Segundo o que foi revelado, a Nulongi é uma startup visionária no campo da educação tecnológica, desenvolvendo um software inovador que conecta estudantes e profissionais a oportunidades de aprendizagem e orientação de carreira.

Com este projeto inovador, a startup pretende abrir portas para o conhecimento, possibilitando que mais pessoas tenham acesso à educação superior.

Através de um programa intensivo vários dias, à Nulongi mostrou ser o melhor projeto tecnológico, entre as startups finalistas, que durante o programa acelerador aprenderam a validar, criar modelos de negócio, protótipos, a fazer o pitch e muito mais.

Sendo a vencedora do LISPA JumpStart, à Nulongi leva para casa um prémio económico no valor de 1.000.000.00 (Um Milhão de Kwanzas), bem como vai fazer parte do ecossistema de empreendedorismo digital do LISPA.

De informar que o programa LISPA JumpStart esteve aberto para todas as pessoas que tinham uma ideia para uma Startup Digital e anseiam solucionar problemas reais da sociedade angolana.

Cabo Verde quer levar 10 startups ao Web Summit 2023

Cabo Verde vai levar 10 startups para a edição 2023 do Web Summit, que acontece em novembro, em Lisboa, e quer que os jovens empreendedores tenham a oportunidade de conhecer líderes empresariais e investidores no encontro sobre novas tecnologias.

Serão selecionadas 10 ‘startups’ cabo-verdianas, através de concurso público, para estarem presentes nesse relevante palco internacional“, anuncia a Cabo Verde Digital no regulamento do programa GoGlobal, consultado ontem, pela Lusa.

A Cabo Verde Digital é uma plataforma do Governo de Cabo Verde dedicada à promoção das tecnologias de informação e o seu ecossistema no país. As candidaturas decorrem até 17 de setembro e as ‘startups’ – empresas tecnológicas em fase inicial de actividade – sendo selecionadas vão receber formação para se prepararem para o evento, além de apoio em toda a logística associada à deslocação a Lisboa.

MAIS: Cabo Verde manifesta interesse em receber evento do Web Summit

O GoGlobal vai já na décima edição, em parceria com diversas entidades do setor tecnológico cabo-verdiano, com o objetivo de “consolidar e institucionalizar a participação do país nos maiores eventos de tecnologia, inovação e empreendedorismo do mundo“. Ao mesmo tempo, pretende-se dar visibilidade a projetos e ‘startups’ tecnológicas de Cabo Verde no mercado global, oferecendo a possibilidade de parcerias alinhadas com as últimas tendências e inovações.

O arquipélago vai ter um espaço de exposição no Web Summit, com foco nas empresas selecionadas e em todo o ecossistema digital do país. Em maio, foi realizado no Rio de Janeiro o primeiro evento regional da marca Web Summit, reunindo mais de 20 mil participantes, 500 investidores e cerca de 750 ‘startups’.

Nessa altura, Cabo Verde levou duas ‘startups’ a um primeiro encontro com o mercado da América Latina e o Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, foi um dos oradores do evento, destacando as qualidades do país para fixar investidores e ser destino de nómadas digitais.

Aplicativos de mobilidade em Angola estão a reforçar PREI

Os aplicativos de mobilidade existentes em Angola estão a contribuir na retirada de milhares de jovens da informalidade em Angola, reforçando o Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI), gizado pelo Governo angolano.

Essa ideia foi formulada no último Fórum Internacional sobre Economia Compartilhada, onde entre os aplicativos de transporte destaca-se o HEETCH, que através do seu aplicativo de mobilidade rodoviária já formalizou a atividade de mais de 3 mil motoristas que exercem a profissão, sem cumprir com as obrigações fiscais, por exemplo, informou o diretor de marketing da empresa, Sandro Briffe.

Falando a ANGOP, o gestor frisa além do reforço da reconversão da atividade informal, o aplicativo da sua empresa também tem contribuído na locomoção de milhares de cidadãos na capital do país.

Sandro Briffe destaca ainda que o aplicativo dá oportunidade aos cidadãos de porem as suas viaturas ao serviço do Heetch, para geração de renda, isto é, “a empresa não trabalha somente com os seus automóveis, contando com as viaturas de terceiro”, informou.

Já a T’Leva, também um dos aplicativos de mobilidade usado pela sociedade nacional, revelou que já criou mais mil postos de trabalho formal, apostando na transformação da economia informal para formal.

Com o mesmo objetivo está também a Tupuca, uma plataforma de mercado online que permite ao usuário fazer encomendas de refeições, em qualquer lugar dentro de Luanda, por exemplo.

Segundo o diretor-geral dessa empresa, Erickson Mvezi, a iniciativa da Tupuca permitiu retirar centenas de motoqueiros ou moto-táxi da informalidade, sendo fonte de rendimento de muitas famílias.

O impacto da economia compartilhada na mobilidade urbana, bem como no sector imobiliário e hoteleiro foi um dos principais temas que dominou a primeira edição do Fórum Internacional sobre Economia Compartilhada, que decorreu nas instalações da Escola Nacional de Administração e Políticas Públicas (ENAPP), numa iniciativa das empresas Tech21 África e Wedo Brand.

Apple divulga data de lançamento do iPhone 15

A Apple anunciou oficialmente o evento de apresentação dos novos produtos para o segundo semestre do ano, o qual se chamará “Wonderlust”. O evento terá lugar no dia 12 de setembro na sede da empresa, a Apple Park.

Naturalmente, o grande destaque do evento deverá ser a série iPhone 15, a próxima geração de telemóveis da Apple que (à semelhança dos anos anteriores) deverá contar com um total de quatro modelos. No convite enviado para os meios de comunicação é possível ver o logótipo da Apple em negro, cinzento, branco e azul-escuro – precisamente as cores que devem ser lançadas para os modelos Pro do iPhone 15.

MAIS: Revelada capacidade mínima de armazenamento interno dos iPhone 15

Além dos telemóveis, é provável que a ‘Empresa da Maçã’ desvende novos relógios inteligentes Apple Watch e, quem sabe, também novos fones sem fios AirPods. Teremos de aguardar um pouco mais para sabermos o que a Apple reserva para os seus fãs.

BNA vai avaliar riscos da segurança cibernética com a Sandbox Regulatória

O Banco Nacional de Angola (BNA) irá arrancar com os primeiros testes para avaliar a eficiência do sistema de gestão de risco, com realce para a segurança cibernética da “Sandbox Regulatória”, revelou o subdiretor da área de Sistemas de Pagamento do BNA, Nuno Alves.

Falando numa palestra sobre “O impacto da Sandbox Regulatória na inovação dos Serviços Financeiros”, dirigido aos jornalistas, o responsável frisa que o processo faz parte dos critérios de integração, exigindo que os participantes devem identificar e avaliar os potenciais riscos.

Nuno Alves detalhou que 30 dias, após o término do pedido de testes, os participantes deverão apresentar um relatório final, com os indicadores-chaves de desempenho das medidas acordadas para o sucesso ou insucesso dos testes realizados e os resultados.

De acordo com o mesmo, os riscos podem advir dos testes dos produtos, serviços financeiros, modelos de negócios e soluções tecnológicas inovadoras e afetar, tanto as instituições financeiras como para os consumidores, razão pela qual deve-se estabelecer medidas de mitigação, avaliação e documentação.

Nuno Alves diz que a Sandbox Regulatória deve criar procedimentos de combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo e a proliferação de armas massivas, devendo ter igualmente uma estratégia de saída e de transição para o mercado.

MAIS: “Sandbox Regulatória”. Conheça as startups selecionadas ao programa

Explicou que, para o processo, podem participar empresas nacionais com projetos a serem implementados em Angola, entidades sem vínculo parental ou de afinidade com profissionais do LISPA – Laboratório de Inovação do Sistema de Pagamentos (LISPA), uma iniciativa do Banco Nacional de Angola.

Em suma, ele é um ambiente isolado, controlado e seguro para a realização de testes. No caso do sandbox regulatório, a conceção de um ambiente experimental permitirá que as startups testem inovações — sejam novos produtos, serviços ou tecnologias — no mercado real por um determinado período de tempo, sem a necessidade de se submeter aos ritos e procedimentos tradicionais exigidos pelos órgãos reguladores.

Há, no entanto, algumas limitações, como o número de consumidores que essas startups podem atender, sendo reduzido. Mesmo que não precisem passar pelos crivos e processos habituais, os testes são observados e monitorados de perto pelos reguladores do setor, que avaliam o desenvolvimento das inovações e o seu possível impacto no mercado. Se forem bem-sucedidas, os projetos tecnológicos podem receber autorização permanente para o seu negócio.

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[Moçambique] Estudantes criam máquina controladora de temperatura

Estudantes da Escola Superior de Desenvolvimento Rural (ESUDER), unidade orgânica da UEM localizada em Vilankulo, província de Inhambane, criaram um protótipo de máquina controladora de temperatura e humidade na atividade agrícola.

Firmino Das Neves Guiringane, estudante do curso de Engenharia Rural e um dos autores da inovação, explicou que a maior parte dos agricultores do distrito de Vilankulo tem vindo a somar enormes prejuízos com a perda de insumos, por conta de temperatura e humidades altas, sendo por isso que a classe estudantil decidiu procurar formas de minimizar o problema.

O sistema funciona também na avicultura, onde alguns aviários registam temperaturas não aconselháveis para a criação de uma determinada espécie animal. Se estipularmos, por exemplo, que neste aviário deve vigorar simplesmente uma temperatura 28 graus Celsius, o aplicativo denúncia qualquer alteração do termómetro”, disse.

Afirmou que ao longo da formação aprendeu a montar protótipos a partir de sistemas instalados nos computadores, que transportam a informação para placas como hardline, jump, sensores de humidade e temperatura.

Todo o sistema inicia no computador onde temos um programa denominado hardline, que serve para escrever os códigos. A informação é transportada para uma placa que, em conexão com sensores, revela a temperatura que se faz sentir no ambiente em causa”, explicou.

O estudante acrescentou que o protótipo funciona também com recurso à energia eólica, o que minimiza custos, ajudando assim o público-alvo, tendo em conta que nas zonas rurais ainda há falta de energia da rede nacional.

Universidade do Michigan encerra rede interna após ataque informático

A Universidade do Michigan foi forçada a encerrar a sua rede local e vários sistemas informáticos, depois de um ataque realizado contra a entidade de educação. O ataque terá causado com que fosse necessário encerrar as redes e sistemas internos para evitar a propagação.

A Universidade do Michigan é uma das instituições de educação mais antigas dos EUA, tendo mais de 30.000 docentes e 51.000 alunos atualmente. De acordo com o comunicado inicial da instituição, o ataque terá forçado ao encerramento das redes internas e ao acesso a várias ferramentas usadas pelos alunos, como o Google, Canva, email, entre outros.

Apesar de a equipa técnica da instituição ter conseguido bloquear o ataque, a mesma considerou necessário desligar a rede interna por precaução enquanto se realiza a vistoria do incidente. Isto tem impacto tanto no uso de serviços internos, como também para aceder a plataformas externas na Internet – a rede local encontra-se fortemente monitorizada.

Zoom, Adobe Cloud, Dropbox, Slack, Google, Canvas e Adobe Cloud foram alguns dos serviços que estiveram bloqueados, embora tenham sido, entretanto restaurados alguns acessos.

O ataque encontra-se também a afetar os registos de novos estudantes, bem como a receção de novos que, tendo em conta que serão novos na instituição, ainda necessitam de algumas informações que se encontram apenas disponíveis na rede interna da Universidade.