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Segunda-feira, Abril 13, 2026
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Como (e para quê) esconder o endereço IP

Se mexe em computadores e Internet é inevitável que já tenha ouvido falar em endereços IP. Estas sequências numéricas (do género 192.168.1.15) servem como uma espécie de bilhete de identidade do utilizador no mundo online, já que, de cada vez que faz algo na Internet, o seu endereço IP indica aos servidores para onde devem enviar a informação que solicitou.

O problema é que muitos sites registam este endereço para efetuar uma espécie de espionagem, já que vão recolhendo informações sobre o utilizador para conseguir fornecer publicidade mais direcionada (como veremos melhor mais à frente), pelo que é compreensível que tenha vontade de restringir este acesso. Mas vamos por partes.

Todos os dispositivos ligados a uma rede– computadores, tablets, smartphones, câmaras, etc. – necessitam de um identificador único para que os outros equipamentos saibam como chegar até eles. No mundo online, esse identificador é o endereço IP (sigla inglesa de protocolo de Internet).

Se, por exemplo, quiser saber o endereço do seu computador, abra uma linha de comandos (basta pesquisar na barra do Windows) e, na janela que abre, escreva ipconfig. Será então presenteado com uma série de dados, onde se incluem os endereços tanto para o protocolo IPv4, como para o mais recente IPv6.

  1. Estes números podem parecer um conceito algo abstrato, até porque raramente terá de lidar com eles diretamente (os dispositivos e redes tratam de tudo automaticamente nos ‘bastidores’), mas são capazes de fornecer mais informação sobre a localização física do equipamento do que julga. Além de indicarem qual é o fornecedor de serviços de Internet (também conhecida pela sigla inglesa ISP), conseguem dizer qual o país, concelho e localidade onde se encontra.
  2. Não chega à granularidade de identificar a sua casa, mas ainda assim são informações que os websites podem usar para vender sem a sua permissão expressa, já que são valiosas para os anunciantes.

As razões

É comum associar a ideia de esconder o IP a atos de pirataria. E há quem o faça de facto, não adianta escamotear essa realidade. Mas há igualmente muitas outras razões válidas para desejar esconder a sua identidade online. Para começar, para fazer com que seja mais difícil de rastrear. Como já aludimos, de cada vez que acede a um site, o servidor regista o seu endereço IP e associa-lhe informação: onde clica, quanto tempo esteve na página, hábitos de navegação, zona geográfica onde está…

Estes dados podem depois ser vendidos a empresas de publicidade que tentam direcionar anúncios para o seu perfil de utilizador. Esconder o IP também pode ser uma forma de contornar alguns bloqueios. Por exemplo, os serviços de streaming não disponibilizam o mesmo catálogo em todas as geografias, pelo que fazer com que o seu endereço seja de um país diferente pode dar acesso a uma biblioteca mais rica de um serviço que subscreva.

E, claro, serve para combater a vigilância governamental. A China, por exemplo, é conhecida pela censura que faz à Internet com a sua Grande Firewall (um jogo de palavras para comparar a Grande Muralha da China com os muros que se encontram online). Nesses casos, abdicar do IP verdadeiro pode permitir contornar restrições e aceder a sites bloqueados.

As soluções

Há várias formas de esconder o IP. Uma das principais é recorrer a um servidor proxy, que funciona como um servidor intermediário para o qual o tráfego é direcionado antes de chegar a si.

  1. Assim, os servidores da Internet apenas têm acesso ao endereço IP do proxy e não do utilizador. Contudo, é preciso ter muito cuidado, já que vários destes serviços são de qualidade duvidosa e alguns acabam por ser um veículo para infetar o computador de quem pretende aceder a um servidor proxy.
  2. Uma solução mais razoável é o recurso a uma VPN. Sigla inglesa de rede privada virtual, esta tecnologia é mais segura. Quando liga um dispositivo a uma VPN, ele passa a comportar-se como se estivesse fisicamente nessa rede local. Isto significa que o utilizador pode aceder a recursos mesmo que esteja fisicamente nos antípodas.
  3. Além disso, a ligação é encriptada, o que reforça as componentes de segurança e privacidade. A chave nestes casos é fazer com que o endereço IP assuma uma localidade diferente daquela onde o utilizador está fisicamente. Podemos partilhar a nossa experiência de recorrer à Proton VPN numa viagem de trabalho à China para conseguir aceder a sites que estavam bloqueados quando tentávamos aceder localmente através das redes nesse país.
  4. Escolhemos o país do servidor a que nos queríamos ligar entre os disponibilizados pela Proton e conseguimos contornar as restrições, embora a ligação perdesse, naturalmente, velocidade. Outra vantagem das VPNs é o facto de poderem ser aplicadas a praticamente todos os ambientes: Windows, Mac, Android e iOS. O principal obstáculo é o facto de a maior parte da oferta gratuita não ser de confiança, pelo que deverá ter de investir numa subscrição.
  5. Contudo, alguns serviços oferecem um período gratuito de experimentação ou uma versão mais básica grátis para quem não precisa de muitas funcionalidades. Se quiser duas referências, Proton VPN e ExpressVPN estão entre as mais populares. Outra opção para esconder o IP é o The Onion Router, mais conhecido por Tor.

EMIS prevê lançar TPA-Express e “Kwık”

A empresa de serviços interbancária (EMIS) prevê lançar, em breve, um aplicativo de terminais de pagamento automático,TPA-Express, uma nova opção para o segmento comercial.

À semelhança do Multicaixa Express, lançado em 2019, a EMIS prepara o TPA-Express, uma nova família dos TPAs, que poderá ser utilizado no telemóvel ou tablet, facilitando as atividades dos comerciantes nacionais, de acordo com o administrador da EMIS, Duano Silva.

Falando em conferência de imprensa no quadro das celebrações dos 21 anos dos serviços da Rede Multicaixa em Angola, assinalado esta terça-feira, disse que a empresa tem na forja um total de seis novos produtos.

Com o TPA-Express, os compradores efetuarão pagamentos no momento que adquirirem um produto em lojas físicas ou vendedores ambulantes.

Tão logo for lançado, o TPA-Express vai “disputar” em termos de uso, com os mais de 150 mil aparelhos de terminais de pagamento automático ativos em posse de empresas, incluindo as micro.

‘É só mais um produto da nova família de TPAs, não vai substituir os serviços atuais, mas sim modernizar aquilo que é a família de TPAs, com o surgimento do TPA-Express’, sublinhou.

No mercado, acrescentou, passará a existir comerciantes com TPA físico (o aparelho), que lê o cartão e o TPA-Express, que vai funcionar por meio de aplicativo que os interessados vão baixar nos telemóveis ou tablets, para receber pagamentos.

Num restaurante, a título de exemplo, disse que um comerciante poderá ter os dois serviços, independente do tipo de negócio que este exercer. ” É mais um produto que vai aumentar o leque de ofertas do comerciante“, refere o Duano Silva.

Kwık– Kwanza Instantâneo

No quadro da estratégia de bancarização da população, a EMIS vai também lançar o Kwık-Kwanza Instantâneo, que vai incluir as pessoas ainda fora sistema financeiro. O KWIK também já anunciado no mercado, é uma plataforma de interoperabilidade do sistema de transferências móveis e Instantâneas que vai permitir aos clientes de vários prestadores de serviços de pagamento fazer transações entre si.

A ferramenta vai trazer para o mercado de pagamentos operadores não bancários com vista a proporcionar soluções para a população não bancarizada. Dos dois produtos e outros quatro a serem anunciados pela EMIS estão em linha com o processo de inclusão financeira em curso em Angola.

A aposta da EMIS é continuar a contribuir para a massificação dos pagamentos e rumo à total digitalização dos pagamentos em Angola, com segurança, conveniência e confiança na sua utilização.

Kaspersky alerta para um novo Wannacry

Um software malicioso chamado WannaCry lançou o caos em empresas de todo o mundo, em 2017, após ter infetado e bloqueado dezenas de milhares de computadores. Estima-se que os prejuízos provocados por este sistema de ransomware tenham chegado aos quatro mil milhões de dólares.Aquele sendo um dos maiores e piores (em termos de impacto) ataques informáticos de sempre pode, muito em breve, ter uma espécie de sequela. Esta foi uma das conclusões apresentadas pela empresa de cibersegurança Kaspersky no relatório de previsões anuais para 2023.

“Estatisticamente, estes ataques acontecem a cada seis, sete anos. Vulnerabilidades
como o EternalBlue (que permitiu o WannaCry) são raras. A razão pela qual fazemos esta previsão é porque os mais sofisticados grupos de piratas informáticos têm pelo menos uma vulnerabilidade destas (guardada)”, sublinha David Emm, analista da Kaspersky.

Segundo a tecnológica, a tensão geopolítica que se vive atualmente pode levar a ataques diretos entre grupos de piratas informáticos e fazer surgir os detalhes de vulnerabilidades para o grande público, o que abriria portas para um ataque de escala semelhante ao WannaCry.

Mas há mais. A Kaspersky prevê ainda um aumento significativo do número de ataques destrutivos. Estes são ataques cujo objetivo principal é, apenas e tão somente, provocar estragos – se possível, irreparáveis – nos alvos.

Mas aquela que é talvez a previsão mais ‘fora da caixa’ da Kaspersky para 2023 são os ataques informáticos contra satélites. Mais especificamente, a empresa está convencida de que “vão aumentar ataques a tecnologias, produtos e operadores de satélites”.

Engenheiros Notáveis: Plataforma que inspira a próxima geração de Engenheiros em Angola

Os engenheiros sempre foram a força motriz por trás da inovação e do desenvolvimento. São eles que projetam e criam a infraestrutura que torna possível o nosso mundo moderno. No entanto, nem todos os engenheiros recebem o reconhecimento que merecem. É aí que entra a plataforma Engenheiros Notáveis.

O “Engenheiros Notáveis” é uma plataforma dedicado a apresentar o trabalho de engenheiros angolanos notáveis que tiveram um impacto significativo dentro e fora do seu país de origem. A missão do site é inspirar a próxima geração de engenheiros, partilhando as suas histórias, experiências e conquistas, uma entrevista de cada vez.

Mas, porque é que isso é importante? Como essa plataforma pode beneficiar os aspirantes à engenheiros em Angola e não só?

Para começar, a plataforma Engenheiros Notáveis serve como uma fonte de motivação para jovens engenheiros que podem não ter acesso a modelos ou mentores nas suas comunidades. Ao apresentar entrevistas com engenheiros bem-sucedidos do seu próprio país, o site oferece aos aspirantes a engenheiros um vislumbre do que é possível e mostra que o sucesso está ao alcance.

Além disso, o “Engenheiros Notáveis” também expõe os aspirantes a engenheiros a uma ampla gama de campos de engenharia e carreiras. O site apresenta entrevistas com engenheiros de diferentes indústrias, incluindo engenharia civil, mecânica e elétrica, entre outras. Isso permite que os aspirantes a engenheiros explorem diferentes opções e encontrem a sua paixão no campo.

A plataforma também pode beneficiar os engenheiros que vivem fora de Angola. O foco do site em destacar as conquistas dos engenheiros angolanos pode ajudar a quebrar estereótipos e conceções erradas sobre o país e o seu povo. Além disso, pode servir como plataforma para networking e colaboração entre os engenheiros angolanos e os seus colegas em outras partes do mundo. Em conclusão, o “Engenheiros Notáveis” é um recurso valioso para os aspirantes a engenheiros em Angola e além. Ao destacar as conquistas de engenheiros notáveis e partilhar as suas histórias, o site inspira a próxima geração de engenheiros e ajuda a quebrar barreiras no campo. Caso queira ter acesso à plataforma, clique aqui.

WhatsApp e Signal juntam-se para combater potencial ameaça a encriptação

Uma série de aplicações de mensagens equipadas com encriptação – entre elas as populares WhatsApp, Signal, Threema e Viber – uniram-se para combater uma proposta de lei do Reino Unido, a qual dizem prejudicar a encriptação destes serviços.

Como conta o site The Verge, a Online Safety Bill está a ser mal vista por dar ao governo britânico e ao regulador de comunicações, a OFCOM, poder para aceder aos conteúdos de conversas nestas apps. Ao dar este acesso, as empresas notam que a encriptação (e, portanto a privacidade dos clientes) estará mais vulnerável.

A lei não oferece qualquer proteção explícita a encriptação e, se for implementada conforme está escrita, poderá permitir à OFCOM tentar forçar a análise de mensagens privadas em serviços de comunicação com encriptação de ponta a ponta – anulando, portanto o propósito da encriptação como resultado de comprometer a privacidade de todos os utilizadores, pode ler-se na carta aberta.

MAIS: Encriptação no Facebook Messenger, com mais recursos do que o esperado

Por outro lado, um oficial do governo britânico rejeito que a lei pretende enfraquecer encriptação destes serviços e afirmou à BBC que “as empresas tecnológicas têm o dever moral de garantir que não estão a ignorar os níveis inéditos de abuso sexual de crianças nas suas plataformas”.

Rede Multicaixa movimenta vários biliões de kwanzas por mês

A Rede Multicaixa processa mais de 120 milhões de operações financeiras, o que representa mais de 1,9 biliões de kwanzas, segundo o administrador Executivo da Empresa Interbancária de Serviços (EMIS), Duano Silva.

O gestor que falava na Conferência de Imprensa alusiva ao 21.° aniversário da Rede Multicaixa disse que, no conjunto, existem 3,1 mil caixas automáticas, cerca de 150 mil Terminais de Pagamento Automático (TPA) e mais de 750 mil utilizadores do Multicaixa Express.

Duano Silva informou que nos últimos três meses registou-se mais de 300 milhões de transações nos serviços Multicaixa.

O evento serviu ainda para revelar que o projecto “Cidadão Digital” visa promover a utilização segura dos canais digitais, dando a conhecer as suas melhores práticas de utilização e as formas de evitar as ameaças financeiras com que os utentes se confrontam nestas plataformas.

MAIS: EMIS investe 20 milhões USD/ano em novas tecnologias

De acordo com o Administrador, o referido projeto quer introduzir novos hábitos, evitar comportamentos de risco e mudar mentalidades para que, assim como os utentes, as empresas estejam um passo à frente dos burladores.

O processo começou em Luanda e vai crescer nas demais províncias ao longo do tempo. Já estão a ser realizadas apresentações em escolas, universidades e empresas, públicas e privadas, por forma a criar esta consciência de segurança digital.

Duano Silva reiterou que este projeto surgiu da necessidade de reforçar a literacia financeira, porque infelizmente as fraudes acontecem com o “apoio” da própria vítima, por falta de informação. E uma vez que o mundo cibernético é relativamente novo, há a necessidade de se criarem leis específicas para regularizar a área.

Joaquim Caniço explicou que o mundo cibernético ainda é uma selva, sublinhado que até novembro do ano passado, a EMIS registou um aumento de 2.294 face a 2021, para 4.587 crimes informáticos.

 

Dona do Facebook vai voltar a demitir funcionários

A empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, a Meta, poderá realizar uma nova ronda de despedimentos muito em breve.

A notícia está a ser avançada pelo site Vox que, citando “várias fontes que trabalham na empresa”, adianta que esta nova vaga poderá resultar no despedimento de 4 mil pessoas. Recordar que, em novembro de 2022, a Meta já havia despedido 11 mil pessoas.

MAIS: Meta, empresa por trás do Facebook, sofre crise e deverá demitir em massa

Recordar ainda que, em fevereiro deste ano, o fundador e CEO Mark Zuckerberg afirmou que 2023 seria “o ano da eficiência”, indicando que a empresa reduziria a despesa. Tendo isto em conta, é possível que estes despedimentos de abril possam não ser os últimos.

Cabo Verde já tem 80 carros elétricos

Cabo Verde já tem mais de 80 carros elétricos importados com benefícios fiscais, no âmbito do programa de incentivos do Governo, e quase metade já estão a circular no país, anunciou o ministro da Indústria.

Já foram aprovados mais de 80 pedidos, e quase 50% já concretizados em importação e veículos já a circular“, avançou Alexandre Monteiro, ministro da Indústria, Comércio e Energia, na Praia, à margem do ‘workshop’ sobre a Promoção da Mobilidade Elétrica em Cabo Verde.

MAIS: Cabo Verde. Primeiros beneficiários do programa ProMec recebem os carros elétricos

O Governo de Cabo Verde aprovou um programa para apoiar a aquisição de 600 veículos elétricos e 100 postos de carregamento com o financiamento do programa europeu NAMA Facility (sigla em inglês da Nationally Appropriate Mitigation Actions) em 7,1 milhões de euros, dos quais três milhões de euros são destinados a incentivos.

Adicione novos cartões ao Multicaixa Express sem ir ao ATM

A Rede MULTICAIXA foi lançada no dia 18 de Abril de 2002, numa altura em que o país saia de um período de conflito armado e onde a taxa de bancarização era baixa, existiam poucos bancos comerciais e alguma desconfiança na utilização dos serviços bancários por parte da população.

Ao comemorar os seus 21 anos de serviço da Rede MULTICAIXA, que teve um impacto social muito grande ao longo desses anos com a sucessiva implementação de serviços inovadores, seguros, rápidos e eficientes, a EMIS (Empresa Interbancária de Serviços), acaba de adicionar uma funcionalidade que permite ao utente do serviço Multicaixa Express, adicionar cartões de pagamento instantaneamente na aplicação sem a necessidade de se deslocar a um multicaixa.

É isso mesmo, aquele processo burocrático que existia após receberes o teu cartão multicaixa do banco foi eliminado, agora só precisas aceder a aplicação no seu smartphone ir até fim da zona de “Inicio” que permite a visualização dos cartões existentes na plataforma, que vais encontrar a opção com a imagem abaixo:

Após clicar no sinal “+”, a aplicação ira solicitar o número do cartão multicaixa, a data de validade e deverá clicar no quadrado onde diz “Confirmo que li e aceito os Termos e Condições….“, onde no final será solicitado o seu PIN para finalizar a operação. Feito isso, o cartão multicaixa estará visível na aplicação.

OBS: Lembre-se, nunca deve partilhar o PIN do seu multicaixa com ninguém, nem quando receber uma ligação que supostamente vem de algum funcionário de algum banco em que você é cliente.

LISPA Fintechs: Conheça as startups selecionadas para a 6ª turma da Incubadora

Já são conhecidas as 10 startups selecionadas para a 6ª turma da Incubadora para Fintechs do Laboratório de Inovação do Sistema de Pagamentos (LISPA), com vista a promoção da inovação, potencialização da oferta de produtos e serviços financeiros diversificados ao consumidor, salvaguardando a gestão de riscos, a fim de impulsionar a inclusão financeira.

Confira os projetos tecnológicos selecionados na foto abaixo.

As startups vão se beneficiar de Masterclass, Workshops, Sessões de Mentoria, Painéis de Debate, Sessões de Grupos de Utilizadores e Espaço de Trabalho.

MAIS: Startup DBS em destaque na 5ª edição da Incubadora Fintech do LISPA

De informar que atualmente o LISPA inclui vários programas de apoio às áreas de Inovação, FinTech e InsurTech, que abrangem os diferentes estados de maturidade dos empreendedores e dos seus projetos.

Concebido como uma Incubadora em parceria com o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação angolano e a empresa Acelera Angola, proporciona às empresas inovadoras (Startups/Fintech), bancos e até mesmo aos estudantes universitários, um espaço valioso de aprendizagem, em ambiente colaborativo, com o propósito de incentivar o desenvolvimento de projectos e/ou ideias, incentivando a tecnologia no Sistema de Pagamentos de Angola.

Dentro do seu portfólio constam vários projetos tecnológicos nacionais de sucesso, como as startups Movimenta, Lwei, Kwanza Pay, Conecta, Zukese e outros.