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Segunda-feira, Abril 13, 2026
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Governo vai criar academia de cibersegurança para cobrir défice de quadros

O Executivo vai criar uma academia de cibersegurança, em Luanda, para fazer face ao “défice muito grande” de quadros nessa área, disse o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social.

Mário Oliveira referiu, em conferência de imprensa realizada para anunciar a realização, em Luanda no dia 10 de maio, do 1.º Fórum sobre Cibersegurança, a instalação de uma academia de cibersegurança, que visa a certificação de jovens angolanos recém-licenciados no que toca a ferramentas ligadas a cibersegurança.

Ciência que, infelizmente, no nosso país ainda temos um défice muito grande de quadros nessa matéria“, referiu o ministro.

Segundo o ministro, a criação de uma academia de Cibersegurança vai permitir a formação de vários jovens e a sua colocação no mercado, com vista a garantir segurança ao espaço cibernético nacional.

Porque entendemos que só assim é que de facto estaremos a dar grande contributo para que num futuro muito breve possamos ter as nossas redes seguras, porque de nada nos adianta termos leis que obriguem as entidades a aderirem a isto ou àquilo, a punir este ou aquele incumprimento, de nada nos adianta termos só tecnologia por si só“, realçou.

MAIS: Um terço das empresas angolanas sofreu ciberataques em 2022

O ministro sublinhou que “a preocupação é muito grande no que toca à formação de quadros nessa matéria“, destacando que a “academia vai ser constituída em parceria com uma empresa vocacionada e com alguma experiência nessa matéria“.

De acordo com o ministro, em Luanda existem já outras academias, nomeadamente no Instituto de Telecomunicações, onde estão instaladas as academias da Cisco, Huawei e Microsoft.

É um adicionar valor àquilo que nós já temos hoje e estamos a fazer ao longo destes anos todos“, disse.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #60

Bem-vindo a mais uma edição de As Melhores da Semana, a publicação exclusiva da redação da MenosFios que mostra as 5 noticias que tiveram o maior “feedback“ por parte dos nossos leitores, desde a plataforma até aos nossos perfis oficiais das redes sociais.

É como sempre, trazemos notícias especiais e que causaram um grande rebuliço de vossa parte, e que por causa disso mereceram um “affair“ do nosso “host“ Sued de Oliveira, em um vídeo totalmente interativo no nosso canal oficial do YouTube.

Mas vamos por partes, embora que não vamos falar de todo conteúdo do vídeo, na semana que passou a notícia que dá conta que o Banco de Comércio e Indústria vai financiar as startups viradas ao agronegócio no Angola Startup Summit teve um grande interesse dos nossos leitores, que mereceu estar no Top 5. Ainda falando das notícias que os nossos leitores mais curtiram e partilharam nas redes sociais está a notícia relançando que as mulheres angolanas pedem mais oportunidades para inclusão digital, pelo que mereceu estar no Top 5.

Infelizmente paramos por aqui, onde convido o nosso leitor ir agora na nossa página oficial do YouTube, e veja o vídeo completo contendo as 5 notícias que tiveram mais partilha dos nossos seguidores. Podes ver o vídeo clicando em aqui.

E não te esqueças… próxima Segunda-Feira temos mais um As Melhores da Semana. Então, isso é um Até JÁ!!!

Consultório MenosFios: O que é o Discord, onde Jack Teixeira vazou planos secretos dos EUA

Foi esta quinta-feira, dia 13, sendo detido Jack Teixeira, de 21 anos, por suspeita de divulgar documentos militares confidenciais dos EUA. O jovem lusodescendente, um membro da Guarda Aérea Nacional de Massachusetts, terá divulgado estes documentos nas redes sociais, nomeadamente na plataforma Discord.

Mas, afinal, o que é o Discord? Explicamos tudo no Consultório MenosFios de hoje.

Sabe-se que Teixeira usava a plataforma para comunicar com os amigos com quem interagia num grupo (que o próprio administrava) onde todos partilhavam o gosto por videojogos. A grande maioria dos 25 milhões de utilizadores do Discord usa a plataforma com este mesmo motivo – criar comunidades em servidores com temas de interesse em comum e comunicar por via de texto, voz ou vídeo.

No Discord é possível comunicar com grupos por via de servidores públicos ou privados. Nos servidores públicos é possível comunicar com pessoas desconhecidas e falar sobre temas e pontos de interesse em comuns. Naturalmente, nestes servidores públicos estão presentes moderadores que garantem que utilizadores problemáticos não perturbam o saudável funcionamento da plataforma.

Os servidores privados servem outro propósito. Estas comunidades, que qualquer pessoa com acesso ao Discord pode criar, servem sobretudo para grupos de amigos ou conhecidos falarem uns com os outros sobre os mais variados temas. Tendo em conta o foco do Discord no mundo dos videojogos, a grande maioria usa estes servidores para comunicarem enquanto jogam a jogos online.

As autoridades ainda não revelaram como Jack Teixeira divulgou estes documentos confidenciais, mas especula-se que o jovem de 21 os tenha partilhado com os restantes membros do servidor privado de forma a impressioná-los.

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Esse foi o Consultório MenosFios de hoje, onde pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Angola e a Estónia firmam parcerias em matéria de governação digital e modernização administrativa

Angola e a Estónia vão firmar várias parcerias em matéria de governação digital e modernização administrativa, de modo a mobilizar e estabelecer o diálogo com a sociedade sobre os desafios da transição digital do serviço público no país.

À assinatura do memorando de entendimento vem para reforçar a cooperação entre a República de Angola e a República da Estónia, em matéria de governação digital e modernização administrativa, bem como se comprometem a reforçar a cooperação nas várias matérias relacionadas com a governação digital, modernização administrativa e capacitação de quadros na especialidade.

Em representação de Angola esteve o Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, enquanto para a Estónia esteve o Ministro do Empreendedorismo e Tecnologia de Informação da República da Estónia, Krstjan Jarvan.

MAIS: Especialistas estrangeiros apoiam transição digital da Administração Pública em Angola

Nos últimos tempos o Executivo actua numa transição digital dos serviços públicos, com o objetivo de reduzir o tempo e o custo ao cidadão, prestando somente o serviço que se considere necessário, além de agregar valor e, acima de tudo, assegurar que o cidadão encontre um serviço seguro e coeso.

Por isso, o Governo Angolano estabeleceu uma agenda voltada à resolução da infoexclusão, para que os serviços cheguem às zonas rurais onde o acesso à tecnologia é deficitário.

Angola lança 1.º Fórum sobre Cibersegurança

O Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), fez o lançamento hoje(17) do 1.º Fórum sobre Cibersegurança, que decorrerá no dia 10 de maio do corrente ano.

Segundo o que foi revelado na apresentação do evento, o fórum vai agregar peritos, especialistas, representantes de empresas públicas e privadas, com vista a discutir as estratégias de segurança das redes e sistemas de informação, visando aumentar as garantias de uma utilização livre, segura e eficiente do ciberespaço.

Para o ministro Mário Oliveira, a existência de uma realidade de insegurança e CiberCrime, nos diversos sectores, levando a concluir uma alta exposição de informação, face à situação, onde se espera que o encontro ajude a congregar ideias para uma solução eficaz.

MAIS: INE apresenta o relatório sobre Cibersegurança em Angola, Iº trimestre 2021

Por isso, o 1.º Fórum sobre Cibersegurança vai centrar-se numa mesa redonda com o tema: A visão das entidades públicas sobre o impacto dos ataques cibernéticos na sua atividade, onde serão ainda debatidas a importância da legislação angolana no combate ao CiberCrime, o impacto da prevenção do CiberCrime e o centro de operações de segurança ao serviço da CiberSegurança do governo, empresas pública e privadas.

Durante o fórum vai ainda ser abordado a questão da instalação da Academia de CiberSegurança, a par das já existentes no Instituto de Telecomunicações (ITEL), com vista a certificação de jovens angolanos, recém-licenciados neste sector.

Mário Oliveira referiu que não adianta haver leis e tecnologias sem quadros capazes de dar resposta à questão da segurança a nível do espaço cibernético nacional, por este motivo urge a instalação da Academia de CiberSegurança.

Google está a desenvolver um novo motor de busca com IA

À medida que o novo Bing com Inteligência Artificial vai ganhando adeptos, a Google continua a desenvolver um novo motor de busca impulsionado pela tecnologia, numa tentativa de não perder terreno em relação à Microsoft.

De acordo com o The New York Times, a gigante de Mountain View terá entrado em pânico ao saber que a Samsung poderia tornar o Bing no motor de busca predefinido dos seus equipamentos, algo que a faria perder um contrato de 3 mil milhões de dólares.

Além disso, como detalhado num email interno a que o jornal teve acesso, a empresa estava com dificuldade em manter o ritmo e em acompanhar a “explosão” em popularidade do ChatGPT e da IA.

Segundo documentos internos, a tecnológica tem também planos para atualizar o Google com funcionalidades de IA, como parte de um projeto chamado Magi, que se estima que esteja a ser desenvolvido por cerca de 160 colaboradores.

Recentemente, a Google terá convidado um conjunto de colaboradores para testar algumas das funcionalidades do projeto Magi. Espera-se que as novas funcionalidades, disponíveis exclusivamente nos Estados Unidos, sejam lançadas no próximo mês, com mais novidades a caminho no outono.

MAIS: Google libera IA Bard para experiências ao público

Por outro lado, os planos para o novo motor de busca da Google ainda estão numa fase inicial e ainda não há certeza quando é que a empresa o tenciona lançar. Em declarações ao jornal, Lara Lavin, porta-voz da Google, afirma que nem todas as ideias acabam por ser lançadas, no entanto, a empresa está “entusiasmada por trazer novas funcionalidades com IA ao motor de pesquisa” e pretende partilhar mais pormenores em breve.

Recorde-se que, ainda no ano passado, o lançamento do ChatGPT alarmou a Google, que lançou um “código vermelho” interno, definindo o desenvolvimento de uma ferramenta semelhante para competir com a solução da OpenAI como algo urgente. Em fevereiro, a tecnológica apresentou o Bard, a sua resposta ao popular chatbot.

Já a utilização do Bing da Microsoft tem vindo a crescer ao longo do último ano, tendo ganho um novo impulso com a integração da IA. Em março, o tráfego no Bing aumentou 15,4% e no motor de busca da Google caiu 2,4%, apontaram dados da Similarweb.

Founder Institute e IFC lançam programa para fornecer apoio e capital inicial às startups

Com objetivo de fornecer apoio e capital inicial às startups graduadas do Programa de Aceleração e aumentar a probabilidade de sobrevivência dos seus negócios, o Founder Institute Luanda (FIL) e o International Finance Corporation (IFC) lançaram recentemente o Programa de Incubação “Vencendo o Vale da Falência”.

Segundo o que foi revelado, o mais recente programa de incubação vai reunir 15 startups do portfolio do FIL e que reunem os requisitos em termos de estágio de desenvolvimento dos projetos.

O programa vai oferecer suporte para ajudar as startups graduadas nas edições do Programa de Aceleração a superar os principais desafios do período de transição após o Programa de Aceleração, como a consolidação do modelo de negócio para escalar com o devido financiamento.

MAIS: Founder Institute. Edtechs é o sector mais criativo nos jovens empreendedores angolanos

A incubadora é também orientada a “Facilitar a exposição das Startups no ecossistema”, “Atuar como Deal-flow-Conector”, criando assim um fluxo de oportunidades de negócio para investidores parceiros bem como “Fornecer serviços e recursos” necessários para reduzir o tempo em que os recursos próprios se esgotam e o momento em que os negócios se tornam viáveis para atrair investimento.

De informar que muito recentemente o IFC assinou um acordo de parceria com várias instituições angolanas para apoiar o crescimento do ecossistema angolano de empreendedores.

As parcerias vão permitir o IFC trabalhar com startups que frequentam os programas de incubação e aceleração, principalmente as dos sectores da tecnologia digital, serviços financeiros, agrotech, mobilidade e logística, ajudando-as a aceder aos mercados e a atrair investimento. As startups receberão mentoria e coaching, incluindo ajuda para desenvolver os seus planos de negócios, visto que o IFC irá de forma seletiva financiar pilotos com grande potencial de impacto permitindo as startups lançarem os seus produtos.

Sem esquecer ainda, que essa iniciativa é no âmbito da estratégia do governo angolano de Desenvolvimento do Sector Financeiro (2017 – 2023), que visa utilizar serviços financeiros digitais e soluções fintech para impulsionar a inclusão financeira, e ao Diagnóstico País do Sector Privado (CPSD) do Grupo Do Banco Mundial que identifica o empreendedorismo como uma prioridade para criar emprego e impulsionar o investimento privado em Angola.

Portugal sofre, em média, 927 ciberataques por semana

O contexto geopolítico ajudou a impulsionar a tendência de crescimento nos ciberataques que já se verificava desde o início da pandemia. Com a guerra na Ucrânia, este ritmo acelerou, com Portugal a ser um dos países da Europa com maior crescimento anual, na ordem dos 30%, segundo dados do Centro Nacional português de Cibersegurança. Ao longo de 2022, o país registou 25 incidentes graves, e o ransomware foi o tipo de ataque que mais cresceu, tendo duplicado neste período.

Além do volume, os ciberataques são igualmente mais rápidos na sua execução, mais sofisticados, e já não são apenas direcionados a setores específicos. Qualquer empresa pode ser alvo de um ataque, independentemente da sua área de negócio ou dimensão, apesar de se verificar uma tendência para ameaças perpetradas por grupos organizados que escolhem empresas de telecomunicações ou serviços de TI, que podem ser uma porta de entrada para outras, suas parceiras, e com sistemas ligados aos do alvo principal.

Grupos de ataque estatais (hacking as a service, contratação de grupos de ataque com intuito de destruir organizações governamentais e críticas às nações), ativistas, ciberespaço económico (exfiltração de informação para monetizar o ataque com venda de informação, e encriptação para resgate) são também cada vez mais frequentes.

Os métodos usados têm evoluído, sendo cada vez mais complexos, mas continuando a aproveitar as lacunas mais comuns. Ou seja, o comprometimento poderá ser via email, diretamente ao controlo dos dispositivos, mesmo que não sejam os utilizados no acesso aos recursos, aplicações, informação empresarial; ou via identidade com dados adquiridos na Dark Web ou numa ação de phishing, ou engenharia social.

As pessoas continuam a ser o ‘elo mais fraco’ na cadeia de ataque, sendo responsáveis por 61% das violações, um número de incidências que poderá ser reduzido através de uma maior aposta das empresas na capacitação dos seus colaboradores, preparando-os para identificar as ameaças mais sofisticadas.

Segundo dados da Microsoft, 98% dos ataques devem-se à falta de higienização das organizações, que inclui o fator humano, mas também práticas como a fraca adoção de medidas de “Confiança Zero”, nomeadamente ausência de implementação de soluções de duplo fator de autenticação, a inexistência de soluções avançadas de antimalware, a reduzida frequência de atualização dos sistemas e soluções críticos, ou o deficit na definição e implementação de estratégias na temática de proteção da informação.

Estas práticas contribuem para o aumento dos custos do negócio em caso de ciberataque, e explicam o valor recorde de 4,35 milhões de dólares verificados, a nível global, em 2022, de acordo com o relatório do Ponemon Institute, ‘Cost of a Data Breach’.

Detetar rápido, responder depressa. 

Para reduzir os custos de um ciberataque, a prevenção será sempre o melhor remédio. No entanto, nenhuma empresa consegue estar permanentemente à frente nesta corrida de ‘gato e rato’. É, por isso, fundamental que possua as ferramentas adequadas para uma rápida identificação das ameaças e que assegure a redução do tempo de resposta, prevenindo a expansão do ataque.

A proteção clássica do perímetro da rede já não é suficiente, pelo que são necessárias novas abordagens que protejam toda a cadeia de valor da organização, permitindo uma visão em tempo real e eficiente do que está a acontecer. A solução Microsoft Security é disso exemplo, através da gestão integrada e potencializada com inteligência artificial e machine learning, que analisa e correlaciona 73 triliões de sinais por dia, oriundos dos diferentes dispositivos, aplicações, plataformas e endpoints, sintetizando-os
em incidentes que contêm toda a história do ataque.

Adicionalmente, a solução da Microsoft permite garantir a proteção total dos vetores de ataque, através de equipas de suporte rápido a incidentes e de recuperação de ambientes comprometidos, acesso a analistas de segurança, e a especialistas com foco em capacitar os clientes a atingir maiores níveis de maturidade.

Incubadora Tecnológica Digital.ao chega ao Huambo

A incubadora tecnológica Digital.ao vai chegar a província do Huambo ainda neste ano de 2023, com o objetivo de fornecer formações tecnológicas e a incubação de startups de toda aquela região.

A garantia foi dada pelo Ministro das Telecomunicações Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, falando na abertura da apresentação do Angotic-2023, ressaltando ainda que na respetiva província, o Digital.ao vai oferecer também uma visão na rentabilização da incubadora, prestar serviços de registo de domínios.ao, desenvolvimentos de software, hospedagem de páginas web e correio de e-mail corporativo, incubadora, mentoria e acompanhamento de startups.

MAIS: Digital.ao já atraiu mais de quatro mil jovens em apenas duas semanas

Segundo o Presidente da República, João Lourenço, na inauguração da incubadora tecnológica em Luanda disse que  o Digital.ao é uma autentica oportunidade de os jovens nacionais poderem desenvolver os seus próprios negócios e serem independentes financeiramente, adiantando que “para a juventude é uma oportunidade de formação para poderem, mais facilmente, ser absolvidos pelo mercado de trabalho”.

Com a instalação do Digital.ao na província do Huambo, a região vai tornar-se a segunda região do país que tem a incubadora tecnológica e que é um projeto virado para a massificação e inclusão digital dos angolanos, sobretudo, para apoiar a sociedade de informação.

[Moçambique] Tribunal Administrativo informatiza processos para prestação de serviços

A Presidente do Tribunal Administrativo de Moçambique (AT), Lúcia Maximiliano, defendeu a informatização e modernização tecnológica dos processos de trabalho, como ferramenta fundamental para assegurar a celeridade processual e a contínua melhoria da qualidade dos serviços prestados aos cidadãos.

Falando numa visita de trabalho ao Tribunal Fiscal da Província da Nampula, a presidente do TA exigiu ainda que os tribunais priorizem a capacitação dos juízes, dos oficiais de justiça e de todos os técnicos, com vista, igualmente, ao fortalecimento da capacidade institucional.

MAIS: [Moçambique] Rádio Moçambique vai apostar na digitalização

Em Nampula, Lúcia Maximiliano trabalhou nos tribunais da jurisdição Administrativa, de onde se inteirou do funcionamento dos mesmos, dos principais desafios e perspetivas visando a melhoria da prestação de serviços ao cidadão.

De informar ainda, a timoneira do TA e do Conselho Superior da Magistratura Administrativa, dirigiu no Município da Ilha de Moçambique a 11. Sessão Ordinária do Conselho Judicial dos Tribunais Administrativos Fiscais e Aduaneiros, que decorreu sob o lema, “Por uma justiça Administrativa, Fiscal e Aduaneira mais Transparente e Credível”.