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Quarta-feira, Abril 22, 2026
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Telemóveis Android terão mesma capacidade presente no iPhone

O consórcio Wireless Power Consortium (WPC) anunciou o Qi2, um novo standard de carregamento sem fios que com ímanes que dará aos telemóveis Android a mesma capacidade presente nos telemóveis da Apple desde o iPhone 12 (MagSafe).

O Qi2 permitirá introduzir o que é chamado de Magnetic Power Profile, que permite que o carregador fique perfeitamente alinhado com a superfície de carregamento sem fios do telemóvel para tornar este processo tão eficiente quanto possível.

O alinhamento perfeito do Qi2 melhora a eficiência energética ao reduzir a perda de energia que pode acontecer quando o telemóvel e o carregador não estão alinhados. Tão importante quanto, o Qi2 reduzirá bastante o desperdício associado a carregadores com fios devido a conetores partidos e fios gastos resultantes dos carregamentos diários, afirmou o diretor-executivo da WPC, Paul Struhsaker.

O lançamento da primeira versão do Qi2 está previsto para este ano.

Founder Institute realiza evento com Investidores em Startups. Saiba como participar

De modo a ajudar as startups angolanas a angariar fundos para os seus projetos, a Founder Institute Luanda vai realizar um evento online ‘Pergunte-me Qualquer Coisa’ (AMA) com investidores em startups, denominada Sessão de Perguntas com Investidores em Startups: “AMA online”.

Segundo o comunicado oficial, o evento vai fornecer informações de como funciona o financiamento inicial, como os investidores avaliam os projetos, os tipos de Founder que os investidores procuram, e muito mais.

A mesma é destinada a qualquer pessoa interessada em obter financiamento de investidores anjos ou investidores de capital de risco, onde são aconselhadas a vir com várias perguntas, onde os investidores presentes estarão prontos a respondê-las.

MAIS: Founder Institute. Edtechs é o sector mais criativo nos jovens empreendedores angolanos

Sobre o leque de oradores presentes, destaque para Elcio Morelli (Founder da Health Angels Br), Eduardo Clemente (Executive Board Member do Standard Bank Angola) e Fátima Sobral Fernandes (Founder da Transcenderte Desenvolvimento Humano e Organizacional).

Para fazer parte do evento clica em aqui, bem como podes encontrar outros eventos no Online Startup Events.

[Moçambique] M-Pesa já permite pagamento de medicamentos

A Vodafone M-Pesa, subsidiária da Vodacom Moçambique, e a empresa pública Farmácias de Moçambique (FARMAC) celebraram, recentemente, um memorando de entendimento que permitirá que os utentes das farmácias da FARMAC, em todo o país, efetuem o pagamento de medicamentos através do serviço móvel M-Pesa.

Esta integração foi possível graças à OPEN API, uma plataforma aberta que permite a qualquer fornecedor de produtos ou serviços integrar e recolher dados da carteira móvel M-Pesa.

MAIS: [Moçambique] M-Pesa lança novos serviços para impulsionar o seu uso

Com esta parceria, a FARMAC garante um acesso rápido e seguro aos valores coletados, uma melhor gestão dos fluxos de caixa, a liquidação de valores diretamente para as suas contas bancárias e que os mais de cinco milhões de clientes da Vodafone M-Pesa façam pagamentos virtuais nas farmácias, reduzindo assim as filas de espera.

OTAN investe 30 milhões para implementar mecanismos de cibersegurança

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) assinou acordos com duas empresas privadas, no valor de 30 milhões de euros, para acelerar a implementação de mecanismos de cibersegurança em toda a estrutura da Aliança Atlântica, divulgou hoje este organismo.

Os contratos, assinados com a empresa de tecnologia croata King ICT e a sucursal belga da empresa IBM, entram em vigor em 1 de fevereiro e têm uma duração base de dois anos, com mais um ano opcional.

Segundo a OTAN, estes acordos deverão assegurar a instalação de garantias de cibersegurança no seio da Aliança e uma melhor defesa das suas redes, razão pela qual o acordo constitui um “marco importante”.

A diretora de contratação de cibersegurança da agência, Rebecca Benson, destacou que os acordos fornecem “a flexibilidade para obter suporte imediato” contra-ataques informáticos.

Benson garantiu, citada num comunicado, que a OTAN vai utilizar os serviços de ambas as empresas vencedoras enquanto os projetos da Aliança o exigirem, ou caso “qualquer necessidade urgente” seja ativada.

Por este motivo, o contrato com a King ICT e com a IBM Belgium é de entrega e quantidade indefinida, de forma a adequar a prestação do serviço às necessidades da aliança.

Com este passo, a Aliança Atlântica espera elevar o papel desempenhado pelas estruturas dedicadas à cibersegurança no organismo, de forma a “absorver mais trabalho” e conseguir “uma posição mais forte para apoiar a ambiciosa Agenda 2030“.

Marketplace Gomed lança serviço para fornecer medicamentos seguros na Nigéria

A GoMed, um mercado online de farmácias comunitárias, lançou recentemente em Lagos um novo serviço para fornecer acesso fácil a medicamentos seguros, produtos de saúde e serviços para a sociedade civil nigeriana, uma medida estratégica de modo a aproveitar o próspero mercado farmacêutico da Nigéria, estimado em 2,5 mil milhões de dólares.

Com esse novo serviço, a GoMed vai associar-se a farmácias comunitárias em toda a Nigéria, fornecendo-lhes as ferramentas para mostrar o seu inventário, expondo-os a milhões de potenciais clientes dentro das suas comunidades.

Segundo o que foi revelado, com a GoMed as farmácias comunitárias, independentemente do tamanho, serão capazes de digitalizar o seu processo de venda para chegar a ainda mais clientes, enquanto os utilizadores podem aceder a uma variedade de produtos farmacêuticos que vão desde medicamentos prescritos a medicamentos sujeitos a cuidados pessoais e suplementos. Os utentes também poderão encomendar equipamento médico, falar com farmacêuticos ou até consultar um médico.

MAIS: Startup ghanesa lança plataforma orientada para capacitar farmácias africanas

Falando no lançamento do serviço inovador, o cofundador da GoMed Nigéria, o Dr. Aaron Grandy disse que a solução inspirou-se na necessidade de fornecer as ferramentas e recursos que as empresas de farmácia precisam para levar os seus serviços online e impulsionar as suas operações da forma mais eficiente e rentável.

A maioria das farmácias comunitárias estão tão ocupadas a gerir os seus negócios que não têm tempo e recursos livres para construir uma loja online com mais de 5.000 a 10.000 produtos, gerir branding, marketing e comunicações, além de coordenar entregas tudo em simultâneo. Com todos estes desafios em mente, perguntámos aos proprietários e gestores de farmácias se uma solução online que pudessem aceder, melhorar a sua marca e chegar a mais clientes seria do seu interesse, e claro, foi um sim, retumbante“, disse Dr. Aaron Grandy.

Os benefícios das farmácias na parceria com a GoMed incluem o aumento das vendas através de canais online, e a visibilidade da marca através da apresentação de especialidades da marca e propostas de venda únicas.

Outros benefícios incluem servir convenientemente um público mais amplo sem medo de dar o seu negócio, arriscar a sua marca ou perder os seus clientes para a concorrência, e acesso sem restrições a ferramentas digitais para uma melhor visibilidade e insights de negócio.

Governo quer contributo da sociedade na Transição Digital da Administração Pública

O Governo Angolano pretende receber contribuições da sociedade civil nacional para encontrar os melhores caminhos para a Transição Digital da Administração Pública, segundo o diretor-geral do Instituto de Modernização Administrativa (IMA), Meick Afonso.

Para o dirigente, que falava no lançamento da 2ª Edição da Conferência Anual sobre a Transição Digital da Administração Pública “GOVERNO.AO”, a ter lugar nos dias 22 e 23 de junho de 2023, essa decisão “é uma mensagem de humildade, de não pensar sozinho, não encontrar soluções sozinho. Neste caso, o Governo em si. Mas, através de numa interação com especialistas, com a sociedade, ouvir, compreender as necessidades e, acima de tudo, em conjunto identificar soluções para os distintos problemas”, salientou.

Para o Executivo, o plano passa por modernizar a Administração Pública, mediante a simplificação de procedimentos e promovendo a sua transformação digital, com vista a melhoria da qualidade da prestação dos serviços públicos para os cidadãos e as empresas.

Meick Afonso frisou ainda que a Conferência vai ser marcada pela realização de um fórum de debates e uma exposição, onde os participantes poderão apresentar os seus projetos e ideias.

Como é do conhecimento público, o Governo está a elaborar uma Agenda para a Transição Digital. No fundo, é um plano de ação com ações concretas. E com a Conferência, numa lógica de um conselho consultivo mais alargado, se quisermos, identificar projetos concretos”, reiterou.

MAIS: Governo aprova roteiro para implementação da Agenda de Transição Digital

O Diretor-Geral do IMA diz também que o Executivo quer, com a Transição Digital, fortalecer o processo reforma em curso no país, dar oportunidade de negócios aos atores do mercado e aumentar a visibilidade de Angola no cenário mundial.

Sobre a 2ª Edição da Conferência Anual sobre a Transição Digital da Administração Pública “GOVERNO.AO”, espera-se que tenha mais de oito mil visitantes, desde conferencistas nacionais e estrangeiros, com destaque para representações do Instituto Nacional de Tecnologias de Informação do Brasil e do Instituto Tony Blair.

Também queremos ter uma participação muito forte da academia. Isso é uma recomendação que tivemos na primeira edição e esperamos ser capazes de promover”, sublinhou.

De informar que a data de realização da 2ª Edição da Conferência Anual sobre a Transição Digital da Administração Pública “GOVERNO.AO” coincide com as celebrações do 23 de junho “Dia do Serviço Público”, institucionalizado pela Organização das Nações Unidas como data de reflexão sobre os esforços necessários para a melhoria da prestação do serviço público.

Twitter vai voltar a permitir anúncios políticos dos utilizadores

O Twitter baniu no final de 2019 todo o tipo de anúncios políticos na plataforma de forma a não impactar futuros processos eleitorais. Todavia, parece que a nova liderança de Elon Musk verá o regresso a este tipo de publicidade na rede social.

O Twitter Safety account anunciou através da respetiva página que irá relaxar a política de anúncios, uma decisão que levará a uma expansão dos anúncios políticos ao longo das próximas semanas.

MAIS: Acesso ao Twitter interrompido por problemas técnicos

Apesar desta alteração na política da empresa, o Twitter esclarece que pretende proteger os utilizadores da plataforma, indicando que este regresso aos anúncios políticos será feito com considerações.

Daqui para a frente vamos alinhar a nossa política de publicidade com a da televisão e de outros tipos de media. Tal como todas as mudanças de política, vamos primeiro garantir que a nossa abordagem à análise e aprovação de conteúdo protege as pessoas no Twitter, pode ler-se em outra publicação.

A intenção de voltar a apresentar anúncios políticos pode dever-se ao facto de Elon Musk querer aumentar a receita da empresa.

Meta e Google criam ferramentas gratuitas que procuram e detetam conteúdo terrorista

Após ter investido mais de 5 mil milhões de dólares em tecnologias de segurança antiterrorista, a Meta anunciou o lançamento de uma ferramenta que outras empresas poderão utilizar, gratuitamente, para combater a exploração infantil, a propaganda terrorista e outro tipo de conteúdo abusivo.

A ferramenta em questão chama-se Hasher-Matcher-Actioner (HMA) e foi criada com base no software de correspondência de imagens e vídeos que foi igualmente disponibilizado há três anos. Esta tecnologia permite aos websites manterem-se livres de conteúdos do género com a ajuda dos utilizadores, sendo solicitados a categorizar imagens e vídeos que violem as regras de conduta do site e a própria lei.

Ao identificarem estes conteúdos, a ferramenta cria uma espécie de impressão digital única que é, em seguida, armazenada numa base de dados. As empresas podem recorrer a esta tecnologia para criar a sua própria base de dados, mas podem também aceder a bases de dados existentes para garantir que nenhum conteúdo previamente identificado é disseminado no seu portal.

A partilha desta ferramenta acontece a pouco menos de um mês de a Meta assumir a direção do Global Internet Forum to Counter Terrorism (GIFCT). O grupo, formado pela própria, em conjunto com o Twitter, o YouTube e a Microsoft, em 2017, visa combater o extremismo e a disseminação de mensagens de ódio na internet.

MAIS: Parlamento Europeu é alvo de ataque de hackers pró-Kremlin

O GICT tem uma base de dados que pode ser utilizada em conjunto com a HMA e a Meta sublinha que quanto mais empresas contribuírem para o processo de identificação de conteúdos abusivos, mais eficiente se tornará esta solução – especialmente se tivermos em conta que a propagação da mensagem acontece muito com a partilha do mesmo conteúdo em várias plataformas.

Muitas empresas não têm os recursos nem as competências técnicas necessárias para encontrar e moderar conteúdo violento em grande escala e é por isso que a HMA pode ser uma ferramenta muito valiosa“, escreve a Meta.

Os interessados podem explorar e obter a ferramenta através deste link.

A solução da Google é semelhante e pode ser de grande ajuda para as empresas que forem requeridas, à luz do comunitário Digital Services Act, formas de detetar e moderar conteúdo extremista nos seus sites.

Instituições de ensino aconselhadas a usar as TIC’s no processo de ensino

As instituições escolares são aconselhadas a aproveitar as novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) como uma ferramenta de auxílio ao processo de ensino e instigadoras para a melhoria da aprendizagem, segundo o governador da Lunda Norte, Ernesto Muangala.

O gestor público que falava na abertura da primeira conferência internacional de avaliação e desenvolvimento da Educação, promovida pela Escola Superior Pedagógica do Dundo, afeta à Universidade Lueji A’nkonde, frisou que o uso das TIC’s no sistema de ensino, desafia os professores a desenvolver habilidades cognitivas mais complexas, exigindo que os estudantes colaborem na produção do seu próprio conhecimento.

Ernesto Muangala defende que no processo educativo, as TIC ‘s podem ser espaço de socialização, gerando saberes e conhecimentos científicos, quer para o docente, quer para o estudante.

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Por isso, a uma grande necessidade das escolas orientarem os alunos no uso da internet de modo a conduzi-los ao processo de construção do conhecimento, possibilitando ao professor ser mediador, estimulando a busca de um novo saber.

Ainda na sua abordagem, o Governador reiterou às instituições escolares a priorizarem a formação permanente dos seus docentes, visando a melhoria do processo de ensino e a consequente formação de quadros qualificados.

De informar que nesta primeira conferência internacional de avaliação e desenvolvimento da Educação, os participantes falaram sobre gestão e políticas educativas locais, competências comunicativas no processo, desafios da escola em contextos antes e pós-pandemia, interdisciplinaridade no processo de ensino e formação do professor, inovação e intervenção das TIC’s na educação e formação de professores, inovação na avaliação do processo docente e educativo.

Angola entre os países africanos que permitem a utilização de criptoactivos

Angola está entre os países africanos que permitem a utilização de criptoactivos, mas com restrições, numa lista de 22 países que integra também a África do Sul, Botsuana, Gana, Namíbia, Nigéria e Zâmbia. Segundo mapa interativo disponível no site do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Os criptoativos são ativos virtuais protegidos por criptografia, processo que codifica mensagens e dados, de forma a deixá-los mais seguros durante a comunicação. Há diversos tipos de criptos no mercado, como criptomoedas, tokens fungíveis, stablecoins, tokens não fungíveis (NFTs), protocolos de finanças descentralizadas (DeFi) e por aí vai.

Normalmente, esses ativos rodam em uma blockchain, grande banco de dados descentralizado que nasceu com o Bitcoin (BTC) no final de 2008.  No geral, as blockchains não são controladas por uma autoridade, como bancos centrais e governos. As regras são definidas e gerenciadas por códigos, e as transações confirmadas e validadas por usuários, chamados de “nós” (nodes, em inglês).

Atualmente os Camarões, Etiópia, Lesoto, Serra Leoa, Tanzânia e República do Congo proibiram os criptoactivos, enquanto o Zimbabué deu instruções aos bancos para suspenderem o processamento de transações e a Libéria ordenou a uma startup de criptoactivos que cesse operações. Guiné Conacri, Madagáscar, Moçambique e República Democrática do Congo não têm dados e a República Centro Africana (RCA) é o único país no continente africano onde a utilização dos criptoactivos é permitido por lei.

MAIS: FMI recomenda países de África regular mercado dos criptoactivos

Muitas pessoas usam criptoactivos para pagamentos comerciais, mas a sua volatilidade torna-os inadequados como reserva de valor“, alertam os especialistas do FMI, notando que as “autoridades também estão preocupadas de que as criptomoedas possam ser usadas para transferir recursos ilegalmente para fora da região e para contornar as normas locais destinadas a evitar saídas de capital“. O uso generalizado dos criptoactivos também pode comprometer a eficácia da política monetária, criando riscos para a estabilidade financeira e macroeconómica, sublinham.

Os riscos são muito maiores se um criptoactivo for adotado como moeda corrente, como ocorreu este ano na República Centro-Africana. Se o governo mantivesse ou aceitasse os criptoactivos como meio de pagamento, isso poderia pôr as finanças públicas em risco“, sublinham os economistas do FMI.

De informar que a República Centro-Africana foi o primeiro país de África, e o segundo do mundo depois de El Salvador, a designar a Bitcoin como moeda de curso legal. A decisão, recordam os técnicos do Fundo, “gerou um conflito entre o país e o Banco dos Estados da África Central (BEAC) – o banco central regional que serve a Comunidade Económica e Monetária da África Central (CEMAC), da qual a República Centro-Africana é membro – e viola o Tratado da CEMAC“.

O supervisor do sector bancário do BEAC, a Comissão Bancária da África Central, proibiu o uso de criptoactivos para transações financeiras na CEMAC