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Sexta-feira, Abril 24, 2026
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WhatsApp vai aumentar segurança dos utilizadores com medida simples

Para lá da segurança necessária para as comunicações do WhatsApp, este serviço precisa que os utilizadores tenham também atenção à sua conta. Este é um elemento essencial e que deve ser mantido protegido.

Se na maioria dos casos este é um ponto que é ativamente controlado, por vezes é preciso uma ajuda adicional. É aqui que o WhatsApp quer apostar, propondo aos utilizadores que aumentem a sua segurança com uma medida simples.

Mais que toda a proteção dos utilizadores, o WhatsApp tem procurado garantir que todos os elementos deste serviço estão seguros. É algo que deve acontecer naturalmente e que de forma constante é promovido junto dos muitos utilizadores deste serviço.

Uma das mais recentes novidades, que estará ainda em testes internos neste serviço da Meta, quer promover e tentar levar os utilizadores a aumentarem a sua segurança. É uma medida simples, rápida e que garante a todos uma proteção extra.

MAIS: WhatsApp vai dar opção de utilizadores criarem versão virtual

Do que foi revelado, no normal canal onde estas mudanças são mostradas, uma nova mensagem será mostrada aos utilizadores. Esta quer levar os utilizadores a ativarem a proteção de 2 fatores, para assim terem uma segurança adicional.

A mensagem apresentada mostra aos utilizadores a forma de funcionar, com um SMS que se adiciona ao normal pin associado à conta. Esta é uma ação que será aplicada sempre que o utilizador mover a sua conta para outro smartphone.

O utilizador pode simplesmente dispensar esta mensagem e ignorar esta medida ou, por outro lado, avançar e configurar este elemento. Todos os passos são já bem conhecidos e garantem ao utilizador uma camada adicional de segurança.

Esta é uma novidade que em breve vai estar acessível a todos os utilizadores do WhatsApp. Será algo que surgirá de forma natural e que quer ajudar os utilizadores a estarem protegidos e com uma segurança muito maior a todo o momento.

Centro Tecnológico do Uíge cria aplicativos para combater ataques cibernéticos

O Centro de Formação Tecnológica do Uíge criou, no seu primeiro ano de existência, três aplicativos, dos quais um vai permitir a proteção dos equipamentos informáticos contra-ataques cibernéticos, informação revelada pelo diretor do referido Centro Tecnológico, Virgílio João.

O diretor que falava nas comemorações do primeiro aniversário da instituição, informou as características dos aplicativos, como “Multiverso Educacional”, que facilita a instalação de laboratórios tecnológicos em instituições de ensino públicas e privadas, e o “Delta Zone”, que vai, a partir do aeroporto do Uíge, facilitar que os visitantes, sobretudo turistas, cheguem ao local de destino sem precisar de guia turístico físico.

Falando especificamente do Multiverso Educacional, Virgílio João salientou que é um software destinado ao sector da Educação, que, instalado numa instituição, poderá permitir aos alunos a terem acesso à aulas práticas no laboratório tecnológico, de forma simulada, usando equipamentos eletrónicos, sem precisar de Internet.

Temos vindo a constatar nas instituições de ensino secundário e superior à insuficiência de laboratórios físicos, por isso o centro criou um software, para permitir a instalação de laboratórios tecnológicos e fazer com que os alunos tenham acesso às aulas práticas simuladas”, reiterando que às instituições interessadas basta adquirir o referido software e será possível instalar o laboratório tecnológico, que será utilizado sem precisar de Internet.

MAIS: Uíge. Engenheiros lançam laboratório digital no Centro Tecnológico

Sobre o “Sistema Delta Zone”, que nos próximos dias será instalado no Aeroporto do Uíge, vai permitir ao visitante, logo à sua chegada, solicitando o local onde deseja se dirigir, seja-lhe entregue um código, através do qual receberá, no seu telemóvel, o endereço do seu destino e, através do GPS, chegar sem precisar de ajuda de guia físico.

Ainda na sua abordagem, o Diretor esclareceu que o Centro de Formação Tecnológica do Uíge está apostando na inovação e na formação de jovens, para o desenvolvimento das novas tecnologias e dar soluções rápidas a várias situações.

De informar que o Centro de Formação Tecnológica do Uíge foi aberto ao público a 29 de outubro de 2021, onde já lançou no mercado de trabalho 612 jovens, dos quais 250 tiveram certificações internacionais.

Os formados especializaram-se em energias renováveis, eletrónica, segurança cibernética, tecnologias de informação, comunicação via satélite, designer gráfico e outros.

Até ao momento muitos jovens formados no centro tecnológico e que tiveram excelentes resultados foram contratados para prestar serviços na referida instituição e os demais apostaram no autoemprego, garantido assim emprego a outros.

Vamos continuar a dar prioridade à segurança cibernética e eletrónica e contribuir na qualificação técnico-profissional do homem, para poder fazer gestão de todo o equipamento tecnológico à sua disposição“, finalizou o Diretor.

WhatsApp vai começar a exibir a fotografia de perfil dos utilizadores nos chats de grupo

Embora um bocadinho atrasado, em relação a outras plataformas de mensagens, o WhatsApp vai começar a exibir as fotografias de perfil dos seus utilizadores nos chats de grupo.

Em breve, as fotos de perfil dos membros das conversas estarão visíveis também no WhatsApp.

Com o mar de aplicações de que as lojas dispõem e a exigência crescente dos utilizadores, garantir a melhor experiência pode ser sinónimo de sucesso. Assim sendo o WhatsApp revela um conjunto alargado de novidades, durante este ano, estando aos poucos a trabalhar nesse sentido.

Agora, sabe-se que o WhatsApp está a preparar mais uma funcionalidade que pode agradar a alguns utilizadores: a plataforma vai começar a exibir as fotografias de perfil aos chats de grupo.

MAIS: WhatsApp começa a liberar links de convite para chamadas

Esta funcionalidade está já disponível em aplicações como o Messenger ou as mensagens diretas do Instagram, mas os utilizadores do WhatsApp ainda não conseguiam ver as fotografias dos membros do grupo ao longo da conversa. Efetivamente, esta funcionalidade facilita aos utilizadores perceberem com quem estão a falar.

A novidade foi avançada pela WABetaInfo, que revelou que o WhatsApp está a testar a visualização da fotografia dos membros dos chats de grupo para utilizadores do iOS e desktop e que, em breve, chegará também aos utilizadores do Android, para testes.

Caso o membro do grupo não tenha uma imagem de perfil ou não esteja disponível devido às suas definições de privacidade, o ícone de perfil padrão aparecerá e será colorido usando a mesma cor que o nome do contacto.

Explicou a WABetaInfo.

De ressalvar que a funcionalidade está ainda em desenvolvimento e que, por isso, ainda não é claro quando é que o WhatsApp planeia lançá-la oficialmente.

Plataforma blockchain lança fundo Web3 Africa para apoiar startups blockchain

Com o objetivo de apoiar um sistema financeiro inclusivo que contribua para a prosperidade para todos,  a plataforma blockchain focada em telefones smartphones Celo,  lançou um novo programa para apoiar startups africanas em pagamentos, remessas, ativos virtuais, poupança e serviços financeiros relacionados.

O Fundo Celo Africa Web3 ajudará a fornecer investimentos financeiros através dos seus parceiros de Ventures Capital (VC) e assistência técnica através da Celo Developer Guild e parceiros técnicos como Tatum e Ape Unit. Isso permitirá que os fundadores da Web2 em toda a África adote uma estratégia e dimensionem os seus negócios para alcançar uma inclusão financeira mais profunda, custos de transação mais baixos e crédito mais acessível.

O cenário cripto da África está evoluindo rapidamente e há uma série de oportunidades para as empresas tradicionais de startups responderem a esses desenvolvimentos”, disse Daniel Kimotho, líder de ecossistema da Celo para o Quénia. “As tecnologias blockchain e criptomoedas podem transformar radicalmente o acesso da comunidade a produtos e serviços financeiros, gerando riqueza e inclusão, criando pontos de entrada para as pessoas manterem e possuírem ativos digitais“.

Juntamente com vários parceiros, incluindo Unicorn Growth Capital, Ape Unit, Echo VC, Uncovered Fund e Flori Ventures, a Celo lançou uma chamada aberta para funders da Web2 a partir de pagamentos, remessas, cripto, poupança, empréstimos e setores de serviços financeiros relacionados com interesse em cripto para solicitar o Fundo Celo Africa Web3.

MAIS: Empresa ugandesa lança projeto de blockchain e transferência de dinheiro para refugiados

Em comunicado oficial, a Celo e os seus parceiros prometem apoiar candidatos selecionados para facilitar a sua transição para a Web3.

Startups e empresas pan-africanas enfrentam regularmente desafios de escala que navegam em diferentes moedas regionais, infraestrutura de pagamento e cobrança caras e controles de capital em alguns mercados. O financiamento descentralizado (DeFi) é uma solução viável, que é onde entra o ecossistema da Celo“, frisou Kimotho.

Até 50 candidatos bem-sucedidos em cada país-chave garantirão acesso a investidores de capital próprio, financiamento de capital de risco, mentoria técnica e empresarial, suporte de marketing e oportunidades de listagem de câmbio descentralizada. Cada startup de sucesso também será considerada para se juntar à Aliança para a Prosperidade da Celo, que permite colaborações em toda a pilha de tecnologia, resultando em soluções integradas que melhor atendam às necessidades dos usuários em todo o mundo.

O Celo Africa Web3 Fund incluirá um workshop presencial em cinco países africanos, liderado pela equipa do ecossistema Celo na África. O primeiro workshop aconteceu em Nairóbi(Quénia) no dia 26 de julho, juntando os parceiros de capital de risco e tecnologia Unicorn Growth Capital, Ape Unit, Echo VC, Uncovered Fund, Dream VC e Flori Ventures. Workshops adicionais seguirão em Uganda, Nigéria, Gana e África do Sul entre julho e novembro de 2022.

O Celo Africa Web3 Fund baseia-se na presença ativa da Celo em vários países africanos, onde a Celo está envolvida com comunidades locais de desenvolvedores, e onde tem executado pilotos pioneiros nas áreas de microtrabalho, micropagamentos e empréstimos DeFi, juntamente com parceiros internacionais e locais, como Mercy Corps Ventures, Cinch e Kotani Pay.

Para mais informações de como a sua startups pode candidatar-se ao fundo, clica em aqui.

14 founders africanas selecionadas para o VC4A Venture Showcase Africa 2022

Já são conhecidas as 14 founders selecionadas para a edição 2022 da VC4A, o principal programa Venture Showcase dedicado a negócios liderados por mulheres.

Cada empreendedora escolhida está construindo soluções inovadoras no continente africano, trazendo modelos de negócios disruptivos que buscam mudar o acesso a serviços vitais em indústrias críticas – da saúde à educação, do mercado peer-to-peer aos serviços de transporte e financeiros, startups essas que estão transformando a sociedade africana.

Cada startup do portfólio está procurando levantar as suas rodadas pré-semente, semente e série A que variam de US$ 250 mil a US$ 10 milhões.

Conheça agora mais sobre os negócios que estão construindo e o impacto que eles podem ter para o seu país ou região.

Series A
  • Chefaa (HealthTech, Egipto),
  • Bankly (FinTech, Nigeria)
  • Dabchy (Marketplace, Tunisia)
Semente
  • Buupass (Transporte, Kenya)
  • GATE Academy (EdTech, Nigeria)
  • HOJA (Transporte/Smart Cities, DRC)
  • Innovative CLAN (EdTech, Camarões)
  • Pivo Technology Limited (FinTech, Nigeria)
  • Taimba (AgriTech, Kenya)
  • Zuri Health (HealthTech, Kenya)
  • PremierCredit (FinTech, Zambia)
  • Rahet Bally (Moms Community/SaaS, Egypt)
Pre-Sementes
  • Emergency Response Africa (HealthTech, Nigeria)
  • HerVest (FinTech/AgriTech, Nigeria)

MAIS: És uma “founder”? Candidata agora a sua startup ao VC4A Venture Showcase África 2022

Dos US$ 4 bilhões investidos em startups em toda a África em 2021, o relatório Africa: The Big Deal revela que “7% do financiamento foi para startups lideradas por CEOs mulheres“. São US$ 1 em cada US$ 15 arrecadados indo para empresas lideradas por mulheres.

Além de entender o problema e conscientizar, o VC4A decidiu agir ou os problemas nunca serão resolvidos. A edição fundadora do Venture Showcase Africa a Women foi lançada em abril como uma forma concreta de engajar investidores e direcionar o apoio de capital a empresas de destaque lideradas por mulheres“, disse Ben White co-founder e CEO da VC4A.

Nos próximos dois meses, as startups selecionadas serão orientadas pelos principais investidores de VC e terão acesso ao currículo VC4A sob medida antes de entregar o seu pitch na 9ª edição do Africa Early Stage Investor Summit.

Este ano, a cúpula híbrida de três dias, coorganizada com a ABAN (African Business Angel Network), acontecerá de 2 a 4 de novembro de 2022, com um mix de componentes virtuais e presenciais, incluindo encontros com investidores em mais de 25 cidades em todo o mundo.

O desenvolvimento de ferramentas financeiras personalizadas para mulheres proprietárias de negócios deve ser deliberado. Se o tratarmos como uma ação deliberada, reconhecemos e entendemos as barreiras que impedem as mulheres de acessar as finanças. Se não tratá-lo como uma ação deliberada, será mero serviço labial“, acrescentou.

Como um player ativo dedicado a apoiar o desenvolvimento de ecossistemas de startups em mercados emergentes, a VC4A trabalha em estreita colaboração com a comunidade de investimentos de África e organizações de apoio ao empreendedor para encaminhar candidatos à Vitrine, envolvendo investidores no processo de triagem, seleção e entrevista.

Namíbia lança visto para nómadas digitais

Com o objetivo de aumentar as atividades económicas na Namíbia e incentivar o turismo, que sofreu grandes perdas nos últimos tempos, devido à pandemia da Covid-19, o governo local lançou o  Visto Nômades Digitais da Namíbia, com o objetivo de receber “turistas inteligentes” no país.

Na pessoa do Conselho de Promoção e Desenvolvimento de Investimentos da Namíbia (NIPDB), essa iniciativa vem para que o país possa capitalizar os seus pontos fortes digitais para impulsionar o setor turístico, cuja contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB) foi de 61,3% desde agosto.

Segundo Nangula Uaandja, diretora-geral e presidente do NIPDB, o novo visto visa desbloquear oportunidades que possibilitem uma melhor qualidade de vida para todos os namibianos.

Identificamos que há uma oportunidade de atrair e beneficiar economicamente as pessoas que querem trabalhar, viver e viajar na Namíbia, sem absorver empregos na Namíbia“, disse Uaandja.

MAIS: Cabo Equiano da Google já chegou à Namíbia

O visto namibiano para nômades digitais terá validade de 6 meses é será concedido a cidadãos de todos os países do mundo. O Conselho de Promoção e Desenvolvimento de Investimentos da Namíbia frisa ainda que os candidatos a este título devem atender a vários critérios, incluindo a comprovação de fontes de renda mensais significativas maiores ou iguais a US$ 2.000 (cerca de 97.000 kwanzas). Os candidatos também devem estar em posse de seguro de saúde ou seguro de viagem que cobre riscos durante a sua estadia na Namíbia.

Os outros ativos digitais do país estão agrupados num ecossistema digital propício ao trabalho remoto, embora os custos de internet ainda sejam muito altos na Namíbia. De acordo com Cable.co.uk, no seu relatório “Preços mundiais de dados móveis 2021. O custo de 1GB de dados móveis em 230 países“, a Namíbia ocupa o 49º lugar na África Subsariana em termos do custo médio de acesso a 1 gigabit (GB): US$ 22,37 (cerca de 11.000 kwanzas).

Segundo o DataReportal, a taxa de penetração na internet foi de 51,0% da população total no início de 2022. Os dados da Ookla revelam que a velocidade mediana de conexão à internet móvel na Namíbia aumentou 5,91 Mbps (+42,3%) nos doze meses até o início de 2022.

Além disso, a Namíbia possui um alto Índice de Desenvolvimento do Governo Eletrônico (HEGDI) e ocupa o 6º lugar entre os países africanos de acordo com o nível de digitalização dos serviços públicos.

Ao deixar esta iniciativa, a Namíbia torna-se o 4º país da África a oferecer este visto especial depois das Ilhas Maurícias, Seychelles e Cabo Verde. De acordo com as estatísticas de 2021 da A Brother Abroad, existem aproximadamente 35 milhões de nômades digitais em todo o mundo, contribuindo para um valor econômico global de US$ 787 bilhões.

ANATA lança aplicativo para proteger taxistas e passageiros em Angola

A associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANTA) finalizou o desenvolvimento do aplicativo que vai permitir que os “azuis e brancos” estejam ligados ao Sistema Integrado de Segurança Pública para responder às questões de segurança, controlo e estatística do serviço de táxi em Angola.

A informação é avançada pelo Presidente da ANATA, Francisco Paciente, falando a Rádio Nova 102.5 FM, que garante que a medida será fundamental para facilitar denúncias e proteger os passageiros.

Para a localização em tempo real dos veículos, o aplicativo será integrado no Sistema Integrado de Segurança Pública (CISP), o Ministro do Interior domina a informação, só estamos à espera da aprovação do nosso aplicativo“, disse Francisco Paciente.

MAIS: Aplicativo de transporte voltado a mulheres é lançado em Luanda

O líder sindical revela ainda que, com a entrada em funcionamento do aplicativo “Táxi On”, vai haver uma mudança radical na forma de fazer táxi em Luanda em particular e no País em geral, já que, para melhor segurança, os passageiros só deverão subir em táxis que estiverem cadastrados.

Foi ainda revelado que está medida será fundamental para facilitar denúncias e proteger os passageiros ao garantir que sabem em que viaturas estão a entrar e ao identificar agressores, meliantes, ou aqueles que compactuem numa tentativa de sequestros.

Os passageiros ao acederem a viatura, conseguem saber qual é o carro que os levou e isso poderá ajudar a denunciar que andaram numa viatura x e nela deixaram os pertences ou foram agredidos, ou houve uma tendência de sequestro“, finalizou.

Contas bloqueadas sem motivo? Instagram diz que está a investigar

Vários utilizadores do Instagram reportaram ontem terem tido as respetivas contas suspensas, o qual parece ter acontecido sem motivo aparente. Ao abrir a aplicação, os utilizadores foram confrontados com uma mensagem a dar conta da situação.

Ao consultar o site DownDetector é possível verificar que, de facto, o número de relatos acerca do Instagram aumenta desde o início desta tarde de segunda-feira, dia 31.

Ao ir ao Twitter, também é possível ver várias pessoas a queixarem-se do mesmo, indicando que as contas foram banidas sem qualquer motivo justificável.

MAIS: Instagram com novas funcionalidades de segurança para proteger os utilizadores

Entretanto, o Instagram veio a público pronunciar-se sobre o problema ao partilhar uma mensagem no Twitter.

Estamos ao corrente de que alguns de vocês estão a ter problemas em aceder às vossas contas de Instagram. Estamos a investigar e pedimos desculpa pela inconveniência, pode ler-se na mensagem (abaixo)

Web Summit 2022 arranca hoje com três startups angolanas no evento

A sétima edição do Web Summit arranca hoje em Lisboa e prolonga-se até sexta-feira, contando este ano com mais de 70.000 participantes, 2.630 ‘startups’ e empresas, 1.120 investidores e 1.040 oradores.

O presidente executivo do Web Summit, Paddy Cosgrave, disse recentemente à Lusa que este ano há “muitas coisas”, desde “a escala”, passando pela “venda [dos bilhetes que ficaram esgotados mais cedo do que nunca], há três semanas“.

Na edição deste ano a questão da cibersegurança vai estar em debate, já que continua a ser “um grande problema”.

Não apenas do ponto de vista de segurança individual, das palavras-chave de cada indivíduo e dos portáteis e dispositivos, “mas também a cibersegurança” a nível do país.

Em termos de ‘startup’ angolanas presentes no evento, o país vai estar presente com as startups  Narisrec, cleantech prestadora de serviços de gestão e comercialização resíduos eletrónicos, Arotec e Kula Kids, todas com o selo da Unitel.

MAIS: Saiba tudo o que esperar na edição de 2022 do Web Summit

Relativamente às expectativas para esta edição, Cosgrave disse que vai ser “de longe a mais movimentada de todos os tempos“, salientando que o espaço de expositores cresceu “60%“, tal como aumentou “drasticamente” o espaço ao ar livre.

Recordou que outros eventos no mundo acabaram, na sequência da pandemia, mas que o Web Summit está de volta mais ocupada do que nunca.

O Web Summit é uma conferência anual de tecnologia, realizada em Lisboa desde 2016 e é considerada um dos maiores e mais importantes eventos de tecnologia do mundo.

FUNDECIT e UAN assinam acordos para a promoção da investigação científica

A Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNDECIT) e a Universidade Agostinho Neto (UAN) assinaram recentemente um acordo de parceria para à promoção da conformidade das políticas e práticas científicas com as recomendações internacionais na comunidade académica e na sociedade, bem como a busca de experiências regionais e globais que irão possibilitar a criação em Angola de referências, recomendações e normas de ética em ciência, tecnologia e inovação.

No respetivo acordo estiveram a diretora Geral Adjunta da FUNDECIT, Rosa Maurício, e a Vice-Reitora para os Assuntos Académicos da UAN, Fernanda Benedito.

MAIS: FUNDECIT aberto para financiar projetos científicos e tecnológicos de investigadores e estudantes

De informar que a 18 deste mês, as duas instituições haviam já estabelecido uma primeira parceria para a capacitação de investigadores em matéria de redação e publicação de artigos científicos, assim como para a elaboração e submissão de projetos científicos a financiamento através, respetivamente, do Curso de Elaboração de Artigos Científicos (CEAC) e do Curso de Elaboração de Projeto de Investigação Científica e Desenvolvimento (CEPID).

Pelo que ainda foi revelado, essas iniciativas enquadra-se no reforço da capacitação científica das Instituições de Ensino Superior e das Instituições de Investigação Científica e Desenvolvimento, bem como no fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI) como um todo, visando a aumentar a quantidade e qualidade da produção científica nacional, assim como o sucesso das candidaturas a financiamento de projetos científicos.