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O que saber sobre satélites e o AngoSat-2

Antes de focarmos no AngoSat-2 o nosso “primeiro segundo” satélite, vamos saber mais sobre satélites 🛰️.

Satélite é um objeto no espaço que orbita ou circunda um objeto maior.

Quantos tipos existem?

Existem dois tipos de satélites, os naturais, que provém da natureza, tal como a terra e a lua. Exemplo, a terra órbita o sol e a lua órbita a terra.

O que da, a entender os satélites naturais, orbitaram-se entre si. O mesmo não sei se acontece nos artificiais.

Artificiais, sendo criados pelo homem (como a Estação Espacial Internacional orbitando a Terra) e o AngoSat-2.

A história mostra que a ideia de um satélite artificial em voo orbital foi sugerida por Isaac Newton, no seu livro “Philosophiae Naturalis Principia Mathematica”, de 1687. Ele apontou que uma bala de canhão disparada do alto de uma montanha, a uma velocidade suficiente e numa direção paralela ao horizonte percorreria a Terra antes de cair.

Como funcionam os satélites artificiais?

Para chegar até a órbita, são lançados por meio de um foguete e a sua permanência no espaço pode ser temporária ou definitiva. Algo importante a ser considerado é o local de lançamento, quanto mais próximo da linha do Equador, mais fácil e menos custoso é o lançamento, pois a velocidade de rotação da Terra é maior neste ponto, o que exige menos combustível para atingir a velocidade necessária. Alcançando a altitude desejada, o satélite é liberado.

Existem dois tipos mais comuns de órbita, sendo as geoestacionárias que segundo a Wikipedia é o tipo do AngoSat-2 e as polares. Um geoestacionário se move na mesma direção e na mesma velocidade que a terra. Por conta disso, visto da terra parece estar parado. Já os polares viajam de polo a polo, de norte a sul.

O tamanho, o design e outras características de um satélite dependem da sua finalidade, mas a maioria tem pelo menos duas partes em comum, que são:

  • Uma antena;
  • Uma fonte de energia.

A antena é usada para enviar e receber informações e a fonte de energia pode ser uma bateria ou um painel solar, que produz energia transformando a luz do sol em eletricidade.

Dentre os satélites artificiais, tanto os geoestacionários ou polares têm a fundão de:

  • Ajudar os meteorologistas a prever o tempo ou ver o que está acontecendo no momento.
  • A fazerem a distribuição dos sinais de telefonia, internet e TV em várias órbitas, sobretudo nas geoestacionárias.
  • Há também os de observação da terra, que verificam o planeta em busca de mudanças (temperatura, florestas, cobertura do lençol de gelo, atc) e é por meio desse tipo de satélite que a Pix Force obtém imagens para fazer as suas análises e processamentos.
  • Entre os outros tipos estão os científicos, como o Telescópio Espacial Hubble, os satélites de navegação (GPS) e os militares.

Segundo a Pix Force, temos 3 fatos curiosos sobre os satélites:

  • Os tipos de satélite que mais crescem em quantidade são os de telefonia, GPS e navegação de internet;
  • Os satélites de comunicação, sendo o nosso, encontram-se principalmente na órbita geoestacionária, a uma altitude de cerca de 36 mil quilômetros, enquanto satélites que fotografam a superfície do planeta ficam entre 100 e 200 quilômetros acima da superfície;
  • A altitude de um satélite geoestacionário é de cerca de 35.860 km e a sua velocidade é cerca de 11 000 km/h.

Segundo o Jornal de Angola, os especialistas que estão a tratar do lançamento basicamente calculam que poderemos ter os serviços disponíveis do AngoSat-2 dentro de sensivelmente 5/6 meses e 10 dias úteis após o lançamento, tendo 3 fases, que são:

  • 3 meses de espera para o primeiro contacto;
  • 2 a 3 meses para verificar as movimentações e o funcionamento em órbita;
  • E pelo menos 10 dias para chegar na sua posição operacional.

De salientar que o AngoSat-2 vai cobrir África e uma parte do Sul da Europa. E tem um prazo de vida útil de 15 anos.

Após o lançamento, muitos angolanos já têm escrevido nas redes sociais das operadoras do mercado angolano fazendo a seguinte pergunta ” Já temos satélite, o preço do saldo vai baixar quando?”

Na minha opinião e pelo conhecimento que tenho de telecomunicações ainda é muito cedo para termos essa resposta.

O AngoSat-2 é um satélite de comunicação quem vem para ajudar nas seguintes áreas:

  • Tv
  • Rádio
  • Internet
  • Telefonia

Mas tudo é um processo, estabilização do satélite em órbita, preparação a todos os níveis dos operadores no mercado angolano para beneficiar dos serviços do AngoSat-2 para poder melhorar a qualidade, e claro o tão também desejado preço e expandir os seus serviços de Cabinda ao Cunene.

O nosso governo não vai só ganhar dinheiro a vender os serviços do AngoSat-2 para dentro do país, tal como já se sabe, temos alguns países africanos que já manifestaram desejo de adquirir os serviços do nosso satélite. Que é uma boa forma de recuperar o valor investido no mesmo. Vender serviços para dentro e fora do país.

Lembrar que no ranking dos países africanos com satélite ocupamos a posição 7.

É com esses 7, que esperamos que os 7 meses de teste do AngoSat-2 seja um sucesso e comecemos a usufruir tanto dos serviços tal como do início do retorno financeiro investido.

WhatsApp começa a liberar links de convite para chamadas

O WhatsApp começou a lançar uma das novas funcionalidades anunciadas no mês passado, nomeadamente a capacidade de criar ‘links’ de videochamadas que, quando enviados para outra pessoa, permite que se juntem à conversa.

Para criar um ‘link’ de chamada, deverá ir ao separador dedicado a ‘Chamadas’ e, no topo do ecrã, encontrará uma opção com o nome ‘Criar ligação para chamada’. Premindo esta área, será levado para um novo ecrã onde poderá encontrar este ‘link’, sendo possível escolher se quer uma chamada de voz ou de vídeo.

MAIS: WhatsApp vai dar opção de editar mensagens enviadas

Da mesma forma, poderá escolher neste ecrã se deseja partilhar o ‘link’ via WahstApp, se quer copiá-lo ou se prefere partilhá-lo diretamente para outras aplicações.

Facebook é alvo de nova versão de malware que rouba contas

Nem mesmo o Facebook está a “salvo” de esquemas maliciosos e, depois de serem descobertas mais de 400 aplicações que estavam a comprometer contas, há uma nova ameaça que recorre a malware para afetar utilizadores da rede social do universo da Meta.

Os investigadores da Zscaler detetaram uma nova versão do malware Ducktail que é capaz de recolher todos os dados relativos a contas qualquer conta do Facebook que esteja num equipamento infetado.

Embora se acredite que exista, pelo menos, desde 2021, a versão original do software malicioso, detetada em julho deste ano, focava-se apenas em contas do Facebook para empresas, sendo disseminada através de uma campanha de phishing no LinkedIn, com os cibercriminosos a fazerem-se passar por profissionais da área de recursos humanos ou marketing.

Já a mais recente versão do malware Ducktail é disseminada através de plataformas de partilha de ficheiros, fazendo-se passar por versões pirateadas de programas e aplicações, jogos, pornografia ou até ficheiros de legendas para filmes.

MAIS: Será mais fácil recuperar contas no Facebook e Instagram

Ao descarregarem e extraírem um destes ficheiros, que surgem no formato .zip, as vítimas infetam os seus equipamentos com o malware. Para minimizar a hipótese de serem detetados, os cibercriminosos recorrem a um script PHP.

Além de contas do Facebook, os atacantes roubam também qualquer informação sensível armazenada em browsers, assim como cookies, dados relativos a carteiras de criptomoedas e informação do sistema.

Os investigadores de cibersegurança recomendam aos utilizadores que se mantenham atentos não só às mensagens que recebem no LinkedIn, uma vez que os cibercriminosos ainda se podem aproveitar deste canal para atingir mais vítimas, mas também aos ficheiros que descarregam da Internet.

Empresa ugandesa lança projeto de blockchain e transferência de dinheiro para refugiados

A CryptoSavannah, uma empresa de criptomoeda e blockchain do Uganda, anunciou recentemente um projeto que visa fornecer soluções de identificação baseadas em blockchain para promover o empoderamento económico e a inclusão financeira para refugiados e comunidades anfitriãs do Uganda.

O projeto que conta com a parceria da Coinbase e da Mercy Corps, visa abordar os desafios críticos que os refugiados enfrentam, como a dificuldade em acessar serviços financeiros, atrasos no recebimento de ajuda financeira, no registo para educação, emprego, serviços médicos e financeiros. Tudo devido a morosidade no sistema de identidade, facto que se constitui como barreiras ao acesso a serviços móveis do Uganda.

A nossa solução visa digitalizar as identidades de refugiados já existentes por meio da nossa plataforma blockchain, que atuará como uma camada de atestado para os bancos de dados dos emissores de identidade de refugiados”, pode ler-se no twitter.

Os testes inicias do projeto serão aplicados em 35 pessoas usando dois programas pilotos.

MAIS: BNA autoriza bancos nacionais a usarem blockchain

O primeiro será feito numa plataforma de identificação digital construída em uma blockchain para verificar a identidade e facilitar as transações digitais. Assim, os refugiados poderão provar a sua identidade, facilitando a sua inclusão digital, financeira e económica.

Alguns dos serviços que uma fonte verificável de identificação pode ser usada para acessar incluem:

  • Desembolsos de ajuda
  • Serviços governamentais
  • Serviços financeiros formais
  • Integração na sociedade em geral

O segundo programa piloto visa em fornecer uma carteira digital em cada participante para que estes usarem para receber, armazenar e gastar fundos. As transferências em criptomoedas serão distribuídas para as carteiras móveis e todas registadas em uma blockchain imutável que aumentará a transparência e a segurança.

Espera-se que os participantes do segundo piloto obtenham os seguintes benefícios:

  • Redução do potencial de desvio, corrupção e fraude
  • Maior segurança pessoal para funcionários e destinatários
  • Maior transparência nos fluxos de financiamento para doadores e organizações de ajuda

Lembra-se do Hi5? Vai poder associar uma música ao perfil de Instagram

Lembra-se do Hi5 e do MySpace? Pois bem! A Meta está aparentemente a trabalhar numa funcionalidade para o Instagram que será reconhecível por todos os que tenham utilizado estas redes sociais.

De acordo com a página de Twitter do consultor de redes sociais Alessandro Paluzzi, o Instagram dará aos utilizadores a capacidade de associar uma música ao respetivo perfil. A julgar pelas imagens partilhadas por Paluzzi, a música será apresentada na página de perfil (por baixo do ‘link’) e poderá até ser reproduzida para quem visitar o perfil.

Serve recordar que a Meta ainda não anunciou oficialmente esta funcionalidade, pelo que ainda se pode tratar de um pequeno teste que não chegará à versão final da aplicação.

MAIS: Instagram e Facebook ligam-se para facilitar consulta de notificações e transição entre perfis…

Startup fintech PalmPay atinge 10 milhões de usuários na Nigéria

A PalmPay, uma fintech inovadora com o objetivo de tornar o pagamento digital mais acessível e flexível, anunciou que atingiu 10 milhões de usuários na Nigéria.

Isso representa uma duplicação na sua base de usuários em apenas seis meses e coloca os seus números de clientes na mesma liga que as grandes instituições apenas 3 anos após o lançamento da empresa no mercado.

A fintech, que opera sob uma licença de Operadora de Dinheiro Móvel do Banco Central da Nigéria, ganhou tração significativa com o aplicativo de pagamento e a rede bancária de agências nacionais.

A sua proposta de criação instantânea de contas financeiras, transferências bancárias sem taxas e recompensas de cashback no tempo de transmissão e pagamentos de contas atrai os consumidores millennials e gen-z, que estão procurando opções bancárias mais acessíveis e preferem a conveniência de um serviço digital-primeiro.

Estamos muito satisfeitos em poder celebrar esse marco de crescimento e estamos orgulhosos do histórico da PalmPay de tornar os serviços financeiros de ponta acessíveis a todos os nigerianos – incluindo os não financiados. A pandemia acelerou a mudança de dinheiro para pagamentos digitais e estamos ansiosos para continuar trabalhando em conjunto com reguladores e os nossos parceiros para inovar para atender às necessidades financeiras dos consumidores. O nosso crescimento significativo na Nigéria demonstra a capacidade da PalmPay de inovar para atender às necessidades financeiras dos consumidores, e estamos ansiosos para replicar esse sucesso à medida que escala em mais mercados em toda a África“, disse Sofia Zab, CMO Global da PalmPay.

MAIS: Startup fintech nigeriana de mobilidade expande os seus serviços para a Índia

Hoje em dia, o PalmPay está processando milhões de transações por dia. E cerca de 20% da base de clientes da empresa relatam que o aplicativo foi sua primeira conta financeira, demonstrando que a Operadora de Dinheiro Móvel está contribuindo para impulsionar o progresso em direção às metas de inclusão financeira na Nigéria, onde 36% da população permanece desbancarizado.

Nigerianos sem smartphones podem visitar um dos 200.000 agentes de dinheiro móvel da PalmPay em todo o país, que podem transacionar no seu nome ou emitir um cartão QR inovador que pode ser usado para manter um equilíbrio.

Os consumidores também podem usar agentes do PalmPay para depositar dinheiro nas suas contas e tirar dinheiro usando os seus cartões de débito através de máquinas da marca PalmPay.

Google lança atualização para melhorar Chrome nos tablets

A Google lançou uma nova atualização para o Chrome que facilitará utilizar o navegador em tablets. Um sinal de que a empresa está empenhada em melhorar a experiência de utilização antes do lançamento do seu Pixel Tablet, previsto para 2023.

Como conta o site The Verge, a atualização introduz uma série de novidades na navegação, sobretudo na forma como é possível alternar entre diferentes separadores. Os utilizadores também poderão arrastar imagens, texto e ‘links’ quando têm o ecrã dividido com duas páginas abertas do Chrome.

MAIS: Google aprova que rede Truth Social, de Donald Trump, apareça na Play Store

A atualização começou por ser lançada para um pequeno número de utilizadores na semana passada, mas, como acontece com este tipo de lançamentos de software, ficará disponível para a grande maioria ao longo dos próximos dias.

Analistas exploram impacto da transformação digital nos recursos humanos

Começou ontem(20) a 2ª edição do fórum RH Angola, com o tema “Transformação Digital nos RH”, que tem como objectivo a dinamização de soluções inovadores para a gestão e liderança de pessoas nos principais sectores de atividade no país.

O evento que acontece em formato híbrido, vai reunir a intervenção e partilha de experiências de mais de 30 oradores nacionais e internacionais, e tem como missão reunir líderes e gestores de pessoa, discutir soluções inovadoras para a gestão e liderança de pessoas, a nível nacional, nos sectores público e privado e associar-se aos objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, contribuindo para o trabalho digno e para o crescimento económico de Angola

A conferência foi ainda também concebida por e para profissionais que acreditam que podem criar impacto e contribuir de forma positiva para o sucesso das organizações.

MAIS: Angola Tech Hub Fórum: Evento abordou a liderança de Angola na transformação digital em África

Para Marlene Sousa, fundadora do Fórum RH, pensa que o evento vem para contribuir na amplificação do que de melhor se faz em Angola, quanto ao assunto de gestão de pessoas.

Além de consolidar o seu lugar no calendário de eventos anuais dedicados aos players e às organizações que atuam neste mercado, o Fórum RH Angola vem viabilizar a partilha e a reflexão em torno de temas que, totalmente, e nos mais distintos contextos, impactam o sector dos recursos humanos“, frisou a gestora.

De informar ainda que o Fórum RH é uma plataforma criada no ano de 2018, em Moçambique, tendo chegado agora em Angola e Cabo Verde.

Solução tecnológica nacional interliga empresas e clientes por SMS marketing

A sociedade civil angolana conta agora com uma solução tecnológica online que conecta grupos sociais e económicos através do envio de SMS marketing e notificações em todo o território nacional, tendo já conectado 16 empresas.

Denominada SMS HUB, o projeto inovador foi desenvolvida para facilitar a conexão entre micros empreendedores, pequenas, médias e grandes empresas, fornecedoras de bens e serviços, além de conectar influenciadores de opinião.

Segundo uma nota de imprensa enviada a E&M, a SMS HUB já criou cinco novos postos de empregos diretos, e onde a solução online ajudará a impulsionar contactos de negócio entre fornecedor e consumidores de bens e serviços através da facilidade de enviar SMS marketing e notificações para todo o território nacional.

MAIS: Huíla. Jovens debatem sobre networking de comunicação e marketing digital

O referido comunicado ainda frisa que desde a sua criação, há cerca de dois meses, a solução já conectou 16 empresas dos sectores dos transportes, alimentação, pagamento eletrónico, comércio e entre outras.

Este recurso pode ser usado para divulgar ofertas, fidelizar clientes, fazer cobranças e em alguns casos agendar encontros com clientes, com empresas e com fornecedores”, disse a coordenadora do projeto, Shelsia Cleia, citada na nota.

De informar que SMS HUB é um sistema de envio de SMS marketing desenvolvida pela G-Corporat Investiment & Particition, Lda, para oferecer soluções rápidas e práticas através do envio de mensagens e notificações  em massa no território nacional.

Mercado de smartphones regista queda de 9% no terceiro trimestre

Novos dados, avançados pela consultora Canalys, revelam que o mercado de smartphones mantém a tendência de queda registada em trimestres anteriores. No terceiro trimestre do ano verificou-se uma queda de 9% face ao mesmo período em 2021.

Os analistas explicam que as previsões económicas mais negativas levaram os consumidores a adiar a compra de novos equipamentos, dando prioridade a gastos essenciais, algo que continuará a impactar o mercado de smartphones ao longo dos próximos seis a nove meses.

Segundo os dados, a Samsung continua na liderança no mercado, com uma quota de 22%. A Apple ocupa o segundo lugar do Top 5 de fabricantes, tendo registado um crescimento de 3% na sua quota de mercado graças à procura por iPhones por parte dos consumidores.

Por outro lado, os analistas detalham que marcas como a Xiaomi, Oppo e Vivo optaram por uma abordagem de expansão internacional dado às incertezas que marcam o mercado chinês. Tanto a Oppo como a Vivo viram a sua quota de mercado a diminuir 1% e 2%, respetivamente, em comparação com o ano passado.

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Como explica Amber Liu, analista da Canalys, o mercado de smartphones reage rapidamente à procura por parte dos consumidores, motivo pelo qual as empresas estão a tentar ajustar-se a condições menos propícias.

À medida que a época de maiores descontos e promoções se aproxima, com datas como a Black Friday e Cyber Monday, os especialistas esperam que os consumidores aproveitem para comprar novos equipamentos a preços mais “em conta”. No entanto, ainda é demasiado cedo para dizer se o quarto trimestre do ano trará melhorias ao mercado.