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Ucrânia diz que danos do ciberataque são limitados e estão controlados

A Ucrânia informou ontem(13) que não foram constatados danos importantes sofridos no ataque cibernético que sofreu a vários ‘sites’ governamentais, garantindo que as páginas ‘online’ estarão em breve operacionais.

“Mensagens provocadoras foram publicadas nos ‘sites (governamentais ucranianos), mas o conteúdo das páginas não foi modificado nem se verificaram alterações de dados pessoais, de acordo com as informações disponíveis“, informou os Serviços de Segurança Ucranianos (SBU), em comunicado oficial.

“Uma parte significativa dos meios (‘sites’) governamentais que foram afetados já foi restabelecida e a parte restante vai ficar acessível em breve“, acrescenta a nota oficial do Governo daquele país.

Segundo ainda as autoridas da Ucrânia, depois do ataque sofrido foi suspedindo todos os serviços disponíveis em outros portais do Governo para se “evitar a propagação de ataques (informáticos)” e para que seja “localizado o problema“.

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Por outro lado, ochefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, já condenou o ciberataque e, apesar de não culpabilizar diretamente a Rússia, deixou no ar as suas suspeitas.

Durante uma reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros, na cidade de Brest (França), Borrell comentou que “é difícil dizer” quem foi responsável.

“Não posso culpar ninguém, já que não tenho provas, mas podemos imaginar”, disse o parlamentar.

O diplomata disse ainda que a União Europeia – que já avisou que condenará qualquer iniciativa russa no país do Leste europeu – irá “mobilizar-se com todos os nossos recursos para ajudar a Ucrânia a combater este ciberataque”.

UNITEL emite alerta contra tentativa de fraude e pede atenção dos clientes

A empresa de telefonia móvel Unitel, através de um comunicado oficial, alerta a todos os seus clientes, bem como a sociedade civil angolana, contra uma fraude onde estão a ser divulgadas mensagens associando a operadora a um sorteio online.

Na referida nota, na qual a redacção do MenosFios teve acesso, a empresa diz que esse sorteio não é verídico, e que é uma clara tentativa de burla, e onde aconselha a todos os seus utentes a ignorarem a mesma mensagem.

Segundo ainda a operadora angolana, diz que essa prática de burla tem sido muito recorrente e onde aconselha o seguinte a todos os seus clientes.

  • Ficar atento às chamadas e SMS de números desconhecidos;
  • Não partilhar informações de dados pessoais com pessoas desconhecidas e/ou por telefone (nome, morada, dados bancários, local de trabalho);
  • Recusar ofertas de prémios ou partilha de dados pessoais, em troca de valores monetários;
  • Ignorar publicidade nas Redes Sociais sobre prémios ou ofertas;
  • Denunciar à Polícia qualquer chamada suspeita ou contacto sobre este assunto;
  • Recorrer ao site UNITEL: www.unitel.ao e verificar a oferta de produtos e serviços:
  • Contactar o Call Center UNITEL: 19192, reportando a situação ocorrida. Sendo que a chamada não tem qualquer custo.

Por fim, no mesmo comunicado, a UNITEL reafirma o seu compromisso na prestação de um serviço de excelência, através da adopção de medidas de controlo e segurança, que garantam a protecção de todos os seus Clientes.

O “MITO” da Teleaula em Angola

Este artigo foi enviado por Eric Martins. Quer partilhar conhecimento com os demais seguidores do MenosFios? Siga os passos.

Neste tempo de pandemia é importante frisar que houve um desacelerar do desenvolvimento macroeconómico em todo mundo. Em termos de produtividade verificou-se essa a particularidade, mas indo mais afundo veremos que os países que tem um índice elevado de literacia tecnologia conseguiram dar sequência (mesmo que a meio gás) ao seu horizonte de objetivos. As companhias que mais sofreram são aquelas que a nível de execução de processos e procedimentos necessitam ate ao mais baixo nível de pessoas in loco.O sector da educação que é uma franja muito sensível no nosso país não ficou de fora onde poucas são as instituições académicas que conseguiram com eficiência realizar aulas, certificações e acompanhamento do corpo estudantil e muitos pais sentiram-se sobrecarregados pelos custos associados, por tentar manter o percurso estudantil recorrendo a aulas privadas. As crianças que vivem em áreas rurais são as que mais vivenciaram tal impacto, devido a já exclusão de integração de políticos e dificuldades vivenciadas neste meio (acesso a energia, internet etc.). Mas como iremos ter eficácia no ensino a distancia com iliteracia tecnológica e défice de equipamentos informáticos end-to-end(professor-alunos) onde o acesso a internet é escasso?

Caso para se dizer que a COVID-19 instaurou aos olhos do governo a notoriedade da 4ª Revolução Industrial, onde este capitulo da pandemia poderá servir de alavancagem e motivação para massificação do e-learning em Angola, projetando o país a uma dimensão em que as TIC´s poderão dar suporte ao sector.

Imaginemos uma zona de difícil acesso onde um nível de significativo de crianças tem de percorrer quilómetros para chegar a instituição de ensino, e há também défice de mobilidade por parte do corpo docente, uma solução visível para este cenário onde podemos ser auxiliados com as ferramentas que as TIC´s podem proporcionar, poderá ser a criação de um ponto de acesso a banda larga (por uma transmissão via  satélite) tal como acontece no projeto liderado pela Avanti no Uganda que vem instalando banda larga alimentada por satélite em escolas rurais africanas com iniciativa chamada iknowledge, habilitando assim a informação e inovação mais perto do perímetro rural impactando deforma magnânima.

Apos retorno o Governo devera criar políticas de acompanhamento ás crianças que não puderam aderir o ensino a distancia, bem como reconhecer que alfabetização digital, o acesso a internet tornou-se uma ferramenta imprescindível para combater as assimetrias na conjuntura educacional, podendo o governo aliciar empresas ligadas as TIC´S a abraçar e contribuir nesta massificação oferecendo por exemplo, isenções aduaneiras ou outro qualquer tipo de incentivo, visto que o custo-benefício para estas empresas poderá não ser vantajoso.

Hackers norte-coreanos roubaram USD 400 milhões em 2021

Hackers norte-coreanos desviaram quase USD 400 milhões em criptomoedas por meio de ataques cibernéticos em 2021, de acordo com novos dados da Chainalysis. O tipo de criptomoeda roubada também sofreu uma mudança radical, de acordo com o relatório de 13 de janeiro da empresa de análise de blockchain.

O relatório afirmou que os ataques em 2021 da Coreia do Norte visaram principalmente “empresas de investimento e exchanges centralizadas, e fizeram uso de iscas de phishing, explorações de código, malware e engenharia social avançada” para adquirir os fundos de forma maliciosa.

Acredita-se que a criptomoeda roubada seja usada pela Coreia do Norte era para evitar sanções económicas e ajudar a financiar armas nucleares e programas de mísseis balísticos, de acordo com um relatório do Conselho de Segurança da ONU.

A ameaça que a Coreia do Norte apresenta às plataformas globais de criptografia tornou-se sempre presente. Chainalysis agora se refere a hackers do Reino Hermit, como o Lazarus Group, como ameaças persistentes avançadas (APT). Essas ameaças aumentaram nos últimos três anos, após a alta histórica de mais de USD 500 milhões em criptomoedas roubadas em 2018.

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A Chainalysis informou que os fundos foram meticulosamente lavados. Os métodos variam de salto em cadeia, o método “Peel Chain” e, mais recentemente, os hackers empregaram um sistema complicado de troca e mistura de moedas.

A Chainalysis usou o hack de 19 de agosto de 2021 no Liquid.com, no qual USD 91 milhões em criptomoedas foram roubados como um exemplo da maneira típica pela qual os hackers da Coreia do Norte lavam fundos. Eles primeiro trocaram moedas ERC-20 por Ether (ETH) em exchanges descentralizadas. Em seguida, o ETH foi enviado para um mixer e trocado por Bitcoin (BTC), que também foi mixado. Finalmente, o BTC foi enviado do mixer para exchanges asiáticas centralizadas como uma provável saída fiduciária.

Circulação de drones proibida em determinadas zonas do país

Está proibido a circulação de drones em determinadas zonas do país, de modo a garantir a segurança operacional, evitar actos de interferência ilícita e proteger pessoas e bens em terra, de acordo com um comunicado da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC), via Angop.

Na nota oficial da ANAC, divulgada no dia de ontem, 13 de Janeiro, informa que os drones “devem ficar afastados de qualquer perímetro presidencial, infra-estruturas urbanas, reservas do Estado, postos policiais, zonas militares, escolas, hospitais, igrejas e parques nacionais, salvo quando prévia e devidamente autorizados“.

Essas novas proibições e regras, segundo a instituição angola, tem como objectivo proteger a segurança e protecção dos direitos e interesses legítimos dos cidadãos angolanos, algo que é tutelados pela Constituição da República de Angola e pela Lei.

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As regras e critérios no comunicado da ANAC incidem, propriamente para drones civis, com peso específico entre 250 gramas e 25 quilogramas, utilizados para fins comerciais, técnicos, científicos e de lazer.

“Tendo em conta a proliferação galopante deste tipo de aeronaves, usadas muitas vezes à margem da Lei, a ANAC sensibiliza os proprietários e utilizadores desses meios aéreos, no sentido de se coibirem de os utilizar em actividades ilícitas“, lê-se na nota.

Segundo ainda o comunicado da ANAC, reforça sublinha que, sobre qualquer aeroporto, o drone deve ser tripulado a uma altitude máxima de 122 metros, fora do raio de 10 quilómetros, devendo estar dentro do campo de visão do piloto, ou num raio máximo de 500 metros de distância.

Para o periodo nocturno, no período entre as 18 horas e as 5h30m é proibido, a nota acrescenta que o uso de drones, sem sua autorização prévia, é uma notável violação aos Regulamentos de Segurança Aérea de Angola, punível nos termos da legislação em vigor no país.

“Antes da deslocação de qualquer drone, para cumprimento das regras e garantia do voo, o seu utilizador deve informar a unidade policial ou autoridade local mais próxima, mediante apresentação legal da certificação de utilização e autorização para a operação“, reforça a ANAC.

Governo ucraniano sofre ataque cibernético em grande escala

Vários sites do Governo ucraniano foram hoje(14) alvo de um ataque cibernético em grande escala, e que até ao momento não foi reivindicado por um grupo, e onde esse ataque vem num periodo tenso entre Kiev e Moscovo.

“O site oficial do Ministério da Educação e Ciência está temporariamente encerrado devido ao ataque global“, lê-se na página oficial do ministério na rede social Facebook.

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De referir que esse ataque teve lugar na última madrugada, e onde os sites de outros ministérios, como o Ministério das Situações de Emergência, também se encontravam inacessíveis.

Movicel perde 1,2 milhões de clientes durante a pandemia da Covid-19

A Movicel perdeu 1,2 milhões de subscritores de rede móvel entre o final de 2019 e o terceiro trimestre de 2021, uma quebra de 45% face aos quase 2,7 milhões de clientes que detinha há três anos, de acordo com cálculos do jornal Expansão com base em dados do Instituto Nacional das Comunicações (INACOM).

Num mercado a dois, a gigante Unitel absorve que quase totalidade destes clientes. A operadora cuja maioria de capital pertence à Sonangol tem consolidado a sua posição de líder de mercado ao longo dos anos. No final do III trimestre, 9 em cada 10 utilizadores de telemóveis eram clientes da Unitel, que face ao final de 2019 assistiu a um crescimento de 9,6% no seu número de clientes, que hoje é de cerca de 13,3 milhões.

A saída de utilizadores de serviços da telefónica Movicel tem sido recorrente, com vários dos antigos clientes a apontar o dedo à fraca qualidade de serviços de voz e internet como justificação para a “fuga” para a Unitel.

Como se não bastasse, a crise e a inflação tem também o seu peso nestas desistências, pelo facto de o poder de compra dos consumidores estar em queda há vários anos. Assim, há também relatos de clientes que tinham activos cartões das duas operadoras, mas que nos últimos tempos optaram por usar apenas a Unitel.

“É difícil manter as duas operadoras, nestes tempos de aperto financeiro. Somos forçados a deixar a Movicel por ter menos qualidade”, justifica ao Expansão o jovem António Gaspar.

Lenovo é a empresa que mais vendeu computadores em 2021

Apesar da crise dos componentes que o mundo enfrenta, devido as restrições impostas pelo novo coronavírus, as fabricantes de computadores continuam a registar um grande crescimento devido à procura, e onde a Lenovo a ser a empresa que mais vendeu computadores no último ano, revela o relatório de 2021 da IDC.

Os dados mais recentes da IDC mostram que a Lenovo continua a liderar o mercado global, tendo distribuído 21,7 milhões de unidades no quarto trimestre de 2021 e 81,9 milhões durante 2021. A empresa caiu 3,3% durante o último trimestre do ano passado, mas no total cresceu 14,1%. Detém 23,5% de quota do mercado.

A HP assume o segundo lugar de perto, com a distribuição de 74,1 milhões de unidade durante 2021, num crescimento de 9,3%. Mas tal com a Lenovo, na época natalícia caiu 3,2%. A HP tem uma quota de mercado de 21,2%.

Para completar  o pódio, está a Dell que distribuiu em 2021 59,3 milhões de unidades e registou um crescimento de 17,9% durante 2021. Ainda no Top 5 encontram-se a Apple em quarto lugar, que foi a que mais cresceu em 2021 em 22,1%, com 27,7 milhões de unidades distribuídas. E em quinto a Acer, com 23,9 milhões de unidades e um crescimento de 14%.

De referir ainda, acordo com os dados registados, notou-se um aumento muito significativo na distribuição dos computadores, que incluem os desktops, os portáteis e as workstations, e onde o quatro trimestre de 2021 foram expedidos 92,7 milhões de unidades que representa 1% de crescimento face ao mesmo período de 2020.

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Na última época natalina as vendas diminuiram, devido à falta de oferta para a procura registada, mas olhando para a totalidade de 2021 o mercado deu um salto impressionante, sendo o maior desde 2012.

Nesse mesmo tempo foram distribuídos 348,8 milhões de unidades durante todo o ano, num aumento de 14,8% face a 2020, e onde Jitesh Ubrani da IDC diz que “2021 foi o regresso à forma para o PC”. Para o especialista, as necessidades de computadores para o consumo e área educacional mantiveram-se fortes durante o quatro trimestre, mas restringido pela oferta.

Hacker afirma que consegue controlar mais de 25 carros eléctricos da Tesla

Toda a tecnologia que os carros eléctricos da Tesla trazem abre a porta a problemas de segurança. Estes já foram detectados no passado e até resolvidos, mas não deixam de surgir novas situações relevantes e preocupantes.

Uma nova situação surgiu agora e dá conta de que um hacker garante ter acesso a 25 carros eléctricos da Tesla pelo mundo. Este garante ter a capacidade de controlar estes carros remotamente e sem limites.

Tem apenas 19 anos, mas parece ter conseguido realizar algo que muitos têm tentado sem sucesso. Do que revelou na sua conta do Twiteer, David Colombo garante que tem acesso a mais de 25 carros eléctricos da Tesla espalhados por 13 países.

E garante que para além de conseguir aceder remotamente aos carros, também lhe é possível controlar estas viaturas e saber com precisão a sua localização. Não revelou ainda publicamente como o consegue fazer, mas entregou esta informação à Tesla para avaliação.

Com base na Alemanha, David Colombo revelou também que o problema está associado à forma como a informação necessária para se ligar aos carros eléctricos. Esta é guardada pela Tesla de forma insegura e assim torna-se simples de ser acedida e consultada.

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Do que publicou no Twitter, o controlo dos carros que conseguiu não permite interferir na condução. Ainda assim, tem a capacidade de ligar o sistema de entretenimento ou as luzes dos carros elétricos da Tesla. Pode ainda desbloquear os veículos sem usar a chave e desativar os sistemas de segurança.

Problema de segurança investigado pela Tesla

Uma publicação feita mais tarde revelou que já entrou em contacto com a equipa de segurança da Tesla e que estes já estavam a investigar o problema. A criadora dos carros elétricos deverá em breve contactar e dará atualizações que surjam sobre esta falha dos veículos.

Esta é mais uma situação de segurança que afeta os carros elétricos da Tesla e que não se esperava. Toda a tecnologia associada e que remotamente pode ser acedida abre as portas a qualquer hacker, que assim pode assumir o controlo remoto.

Cabo Verde quer que a economia digital contribua 25% no PIB

O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, traçou como objectivo do seu país a Economia Digital contribuir com 25% do Produto Interno Bruto (PIB), no plano da “ambição” de transformar o arquipélago numa plataforma digital em África.

 O governante que falava no Palácio do Governo, na Praia, na sessão de ontem(12) da assinatura do novo Contrato de Concessão do Serviço Público de Comunicações Electrónicas por 20 anos, com o grupo estatal Cabo Verde Telecom, disse que “Na Economia Digital a nossa ambição é forte”.

“Um passo ambicioso e acontece 25 anos depois, num sector em transformações e alterações profundas, intensas e rápidas, diferente do mundo que tínhamos em 1996. Um dos princípios estabelecidos no contrato é o de flexibilidade”, disse Ulisses Correia e Silva, ressaltando o contrato com a Cabo Verde Telecom, que prevê investimentos de 360 milhões de euros no sector das telecomunicações ao longo dos próximos 20 anos.

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Segundo o que foi apurado, Cabo Verde quer ser líder na implementação da rede móvel 5G em África, visto que no final do ano passado concluiu com êxito as transição das emissões de televisão do sinal analógico para o digital (TDT), e onde o primeiro-ministro apontou, sem mencionar prazos, a meta de a Economia Digital gerar tanta riqueza como actualmente o turismo (25% do PIB do país), tendo em conta os vários investimentos públicos na instalação de uma plataforma digital e uma zona económica exclusiva para o sector, nas ilhas de Santiago e de São Vicente.

“Passarmos dos 6% da participação da Economia Digital no PIB para 25%. Nós temos possibilidade de o fazer, desde que tenhamos foco, assertividade e haja compreensão também da sociedade sobre a importância da Economia Digital na vida das pessoas, no crescimento e no desenvolvimento da economia”, frisou Correia e Silva.

“Cabo Verde tem vantagens comparativas, temos ambição, sim, de fazer com que este país seja uma plataforma digital em África. Temos a ambição de fazer com que Cabo Verde seja um país unificado, apesar de sermos ilhas, pelas tecnologias de informação e comunicação. Ambição de sermos um país que reduz as distâncias com a nossa diáspora, através do digital, e podermos entrar no mercado externo, desenvolver, exportar, criar condições de emprego qualificado para os nossos jovens”, ressaltou.

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“Não precisamos ter universidades físicas, edifícios em todas as ilhas. Mas podemos ter ensino superior em todas as ilhas, usando o digital para levar aquilo que nós ensinámos e produzimos aqui na Praia, para que possa ter a mesma qualidade na Brava, em São Nicolau ou no Maio. O digital permite isso”, acrescentou.

Para Ulisses Correia e Silva, a transição digital em curso, com investimentos igualmente na rede de cabos submarinos de telecomunicações ou no alargamento da rede de fibra óptica, vai permitir igualmente unir o arquipélago.