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Sexta-feira, Abril 24, 2026
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IBM lança programa de alfabetização digital na África do Sul

Na África do Sul, a IBM fez uma parceria com a NYDA(Agência Nacional de Desenvolvimento Juvenil) para eliminar a exclusão digital para os jovens sul-africanos, aprimorar a alfabetização digital e prepará-los para ter sucesso activo no local de trabalho do século 21 com as habilidades essenciais para esta era turbulenta. 

Diante das altas taxas de desemprego juvenil na África do Sul, e considerar que a tecnologia está a transformar empregos, indústrias e economias inteiras – a IBM e a NYDA realizarão uma série de campos de treinamento educacionais por meio dos escritórios regionais da NYDA para capacitar digitalmente os jovens.

A IBM anuncia o compromisso maciço e um plano global para fornecer a 30 milhões de pessoas de todas as idades as novas habilidades digitais necessárias para os empregos de amanhã até 2030.

A IBM diz que os jovens sul-africanos estão a enfrentar dificuldades extremas na África do Sul, pois apenas cerca de 24% deles têm empregos – e mais de 3 milhões de jovens entre 18 e 24 anos não estão empregados. De acordo com a Statistics South Africa, os jovens com idades entre 15-24 anos e 25-34 anos têm as maiores taxas de desemprego de qualquer faixa etária com 64,4% e 42,9%, respectivamente – destaca-se a necessidade crescente de que os sectores público e privado colabore em educação e treinamento que acompanhe as demandas do mercado, mudanças demográficas e progresso da tecnologia.

Com diversas ofertas e uma abordagem adaptável, o portfólio de educação da IBM se esforça para ser único e eficaz, que reflete o entendimento da empresa de que uma abordagem de tamanho único simplesmente não funciona quando se trata de educação.

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Os programas da IBM variam de educação técnica para adolescentes em escolas públicas físicas e universidades, e estendem-se a estágios e aprendizagens locais pagos da IBM. Os programas de treinamento e habilidades da empresa também combinam os mentores da IBM com os alunos e fornecem currículos online personalizáveis ​​e gratuitos para aspirantes a profissionais.

Para atingir esse objectivo, a IBM detalhou um roteiro claro com mais de 170 novas parcerias acadêmicas e do sector. O esforço vai alavancar os programas existentes da IBM e as plataformas de construção de carreira para expandir o acesso à educação e funções técnicas sob demanda.

Saiba mais sobre o programa da IBM clicando aqui 

Rússia obriga Twitter, Apple, Meta e outras grandes tecnológicas a criarem uma presença local

A Rússia vai passar a exigir que as grandes empresas tecnológicas que operam no seu território tenham operações locais. Essa medida é tendo como base à nova legislação daquele país, aprovada em Julho de 2020, mas só agora é que o órgão federal de supervisão das atividades de media quer ver a mesma aplicada.

O Roskomnadzor, instituição do país que cuida dessa secção, chamou 13 empresas para as informar da exigência, onde nessa lista contém nomes como a Apple, Google, Meta (dona do Facebook), Telegram, TikTok e Twitter, segundo o que conta a Reuters(via NewsBreak).

Na lei aprovada pelos parlamentares russos, está definida a regra de presença local obrigatória para empresas de internet que servem diariamente mais de 500 mil utilizadores, o que significa exatamente ter uma presença oficial no país russo, uma vez que algumas das empresas já têm escritórios locais. Para os legisladores russos, a aprovação dessa lei é como uma forma de poder reforçar a capacidade de regular localmente estas empresas.

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Por outro lado, as empresas que se enquadram nessa lei e decidirem não cumprir a mesma, espera-se um número variados de sanções, desde limitações à atividade na área da publicidade, recolha de dados e transferências de dinheiro, bem como à proibição de atividade no país.

As mesmas empresas foram dadas uma data límite de até ao início do próximo ano, e onde estar sujeita a lei aprovada é praticamente  estar no país segundo as regras locais, o que significa um maior espaço de manobra das autoridades para algum tipo de censura.

De recordar que a caminho de dois meses, o mesmo Roskomnadzor ameaçou bloquear o YouTube se a rede social continuar a se recusar a levantar a suspensão das contas alemãs do canal de televisão público russo RT.

Apple processa grupo israelita NSO devido ao escândalo do Pegasus

SHANGHAI, CHINA – APRIL 12, 2021 – Photo taken on April 12, 2021 shows Apple’s flagship store on Nanjing East Road in Shanghai, China. (Photo credit should read Costfoto/Barcroft Media via Getty Images)

A Apple anunciou ontem(24) que apresentou uma queixa contra a NSO Group, a empresa israelita que fabrica o programa informático de espionagem Pegasus, onde o objectivo da mesma é que o tribunal impeça definitivamente a NSO de instalar os seus programas nos aparelhos e serviços que disponibiliza.

Em Maio deste ano, a NSO foi exposta durante uma investigação jornalistica, realizada por um consórcio de 17 meios de comunicação de vários países, e que revelou o seu aplicativo Pegasus permitia a espionagem de jornalistas, políticos, militantes e empresários de diferentes países, incluindo o presidente francês, Emmanuel Macron.

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No mercado de eletrónica para o grande público, os aparelhos da Apple são os mais seguros, mas as empresas que desenvolvem programas informáticos para a espionagem por conta de Estados tornaram-se mais perigosos“, diz o vice-presidente da Apple, Craig Federighi, citado em comunicado.

Mesmo que estas ameaças à segurança informática afetem apenas um pequeno número dos nossos clientes, levamos a sério todos os ataques contra os nossos utilizadores“, acrescentou.

De informar que em setembro último, a empresa do Iphone teve de reparar, com caráter de urgência, uma falha informática que o Pegasus foi capaz de explorar nos smartphones da empresa, prejudicando um grande número de utilizadores.

Segundo os investigadores do Citizen Lab, que repararam o problema nos Iphones, informaram que o programa informático espião aproveitava-se daquela falha desde, pelo menos, fevereiro de 2021. Os investigadores foram ainda mais a fundo, descobrindo que um militante saudita tinha sido infetado através do iMessage, o serviço de mensagens da Apple.

Tendo como base esses todos incidentes vindo da NSO Group, no mês de Novembro Washington acrescentou a empresa à sua ‘lista negra’ de empresas.

Os EUA estão determinados a utilizar de maneira incisiva o controlo das exportações para responsabilizar as empresas que desenvolvem, comercializam ou utilizam tecnologias para fins malfazejos, que ameaçam a segurança informática dos membros da sociedade civil ou do governo, dos dissidentes e de organizações baseadas no estrangeiro“, afirmou a secretária do Comércio, Gina Raimondo.

Acesso à internet pode acelerar empregabilidade no país

Uma taxa de acesso aos serviços de Internet de até 75 por cento da população activa pode significar ao nosso país a geração de 44 mil postos de trabalho, segundo afirmou, ontem, em Luanda, o gestor do programa Acelera Net da Angola Cables, Eng. Crisóstomo Mbundu.

O gestor falava durante a mesa-redonda, com o tema “Os desafios da aceleração digital do país”, em que também foi orador o Eng Matias Borges(Director Nacional das Telecomunicações e Tecnologias), Dr. José Silva(CEO da IpWorld) e o Dr. Antonio Pinto(Director de Marketing da NCR), bordaram a necessidade da criação de uma estratégia de desenvolvimento das infra-estruturas tecnológicas no nosso país, bem como a criação de uma indústria de software local, visto que Angola ainda gasta somas avultadas em serviços tecnológicos importados.

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No mesmo paínel, Matias Borges indicou que Angola está em décimo quarto (14º) lugar como utilizador de 1GB (um gigabyte) e os actuais preços de consumo são baixos, mas, reconhece, a utilização ainda não é satisfatória para os utilizadores e para o Executivo nacional.

Tendo como base esse problema, o Director Nacional das Telecomunicações e Tecnologias informou que vários projectos estão a ser desenvolvidos a nível do sector das tecnologias, como é o caso do satélite “Angosat-2” e a entrada de mais um operador telefónico, visando diversificar o mercado, sem esquecer é do concurso internacional para a gestão da Angola Telecom.

Várias iniciativas estão em curso para melhorar a Internet, visto que o que temos ainda não é satisfatório. O Executivo quer ver maior satisfação a nível das comunas onde há dificuldade em termos de acesso à rede telefónica ou de Internet. O Governo está a trabalhar para que o acesso e a qualidade seja um facto com estratégias devidamente definidas para a entrada da nova operadora que vai contribuir para a melhoria a nível da rede nacional”, disse.

 

Angosat-2 poderá ser lançado no segundo trimestre de 2022

O satélite angolano de telecomunicações geoestacionário (Angosat-2), que está a ser construído pela empresa AirBus Defence and Space, poderá estar em órbita no segundo trimestre de 2022, informação dada hoje(24) pelo o ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem.

Manuel Homem falava em entrevista à agência Russa “RIA Novosti”, onde ainda afirmou ser importante para Angola que o satélite Angosat-2 seja lançado em 2022, desde que não haja qualquer impedimento.

O primeiro semestre de 2022 deve ser decisivo para a implantação do projecto. Muito será demonstrado pelo trabalho em curso neste momento, pois espera-se que nenhuma outra circunstância impeça o cumprimento dos prazos” reforçou o Ministro.

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Sobre a construção do Angosat-2, Manuel Homem disse que encontrou-se alguns desafios e problemas, visto que alguns componentes são produzidos na Rússia e outros adquiridos fora da Federação Russa.

Ao avaliar-se um projecto temporariamente, é necessário antecipar certas circunstâncias que fogem do nosso controle, tal como a pandemia da Covid-19, que fez com que os especialistas angolanos não pudessem se deslocar livremente à Rússia e vice-versa, além de haver países terceiros envolvidos na criação do satélite”, concluiu.

Na mesma entrevista,  Manuel Homem salientou que o governo angolano acredita no sucesso do projecto, consciente da possibilidade de alguns problemas na parte de engenharia, por nunca poderem ser descartados, entre outros imprevisíveis.

Engenheiros angolanos vão apostar na adaptação às inovações tecnológicas

Os engenheiros angolanos tem como objectivo reforçar a adopção de medidas que se adequam à Quarta Revolução Industrial (Indústria 4.0), marcada pelas constantes inovações tecnológicas, com vista a contribuírem na resolução dos problemas socioeconómicos do país.

Essa vontade de trabalho veio no IV Congresso Internacional da Ordem dos Engenheiros de Angola, realizado nos dias 18 e 19 deste mês, em Luanda, e onde a “Indústria 4.0” deve ser o referencial para a proposição de tecnologias inovadoras, visando a produção de bens e serviços para a população.

O congresso de dois dias serviu para debater e trocar experiências entre especialistas de vários países, onde os engenheiros nacionais são de mente que as inovações tecnológicas devem servir de suporte para impulsionar os processos de ensino e aprendizagem, através do uso do 5G  e a Big Data.

Segundo ainda os profissionais angolanos, a robótica avançada, inteligência artificial, computação em nuvem, novos materiais inteligentes, entre outros meios, também são de extrema importância para potencializar o desenvolvimento tecnológico de Angola.

Nesse IV Congresso Internacional da Ordem dos Engenheiros de Angola destacou-se também a necessidade de se trabalhar no sentido de atrair investimentos que possam potencializar o aumento da produção de petróleo bruto e gás, em Angola, bem como alavancar a transição energética.

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Ampliar a matriz energética nacional, com a incorporação de energias renováveis e as energias vindas do processamento de resíduos sólidos e líquidos urbanos foi um dos outros assuntos abordados pelos profissionais, e onde para tal recomendaram que se deve fazer o investimento em infra-estruturas territoriais, para ampliar a integração dos diversos sectores da economia nacional e contribuir, de forma eficaz, na interligação entre as 18 províncias do país e promover o desenvolvimento em rede.

O congresso teve como tema “Engenharia Disruptiva: construindo um futuro sustentável para Angola”, e o seu objectivo foi fortalecer a profissão de engenharia e caracterizá-la como pilar para o desenvolvimento do país.

Durante dois dias, os participantes ao certame debateram, entre vários temas, a “Engenharia ao serviço da diversificação e sustentabilidade da economia”, “Energia sustentável”, “Contribuição das empresas na diversificação da economia: Estratégias e programas empresariais”.

Além de Angola, país anfitrião, participaram no evento especialistas de Cabo Verde, Monçambique, Guine Bissau, Zimbabwe, Portugal e Brasil.

Identidade do criador da Bitcoin poder ser revelada devido a imposição legal

A identidade do criador da Bitcoin, Satoshi Nakamoto, pode estar prestes a ser revelada devido a uma investigação judicial que visa determinar os herdeiros legais de uma fortuna avaliada em mais de 70 mil milhões na moeda digital.

Segundo o que conta o Wall Street Journal, o caso em destaque é entre a família de David Kleiman, falecido especialista em computação forense, e Craig Wright, um antigo parceiro de negócios que alega ser Satoshi Nakamoto, o pseudónimo sob o qual foi fundada a moeda digital Bitcoin.

A família de Kleiman acusa Wright de se apropriar indevidamente do nome Satoshi Nakamoto, bem como da quantia e alega que os dois criaram a criptomoeda juntos, pelo que a fortuna deve ser divida em dois.

Temos provas e acreditamos que elas são suficientes para mostrar que existiu uma parceria para criar e minerar mais de um milhão de bitcoins“, disse Val Freedman, advogado da família Kleiman, falando ao jornal.

De acordo com vários analistas dessa actividade, defendem que qualquer um dos envolvidos só conseguirá provar que é, de facto, o criador da moeda, caso consiga apresentar uma password válida que lhe dê acesso à carteira digital de Nakamoto, onde estão guardadas mais de um milhão de bitcoins. A quantia nunca foi mexida e o facto de nenhuma das partes ter ainda sido capaz de produzir uma password válida tem gerado cada vez mais céticos que se inibem de escolher um lado nesta disputa.

A identidade de Satoshi Nakamoto, o criador da criptomoeda Bitcoin, é um autêntico mistério desde 2008, altura em que foi lançado um documento com nove páginas para anunciar e explicar o nascimento e funcionamento da Bitcoin, até agora. O manifexto foi  assinado por Satoshi Nakamoto, mas pelo mesmo nunca ter mostrado o seu rosto, para os entendidos da matéria levanta várias questões, como se se trata de um indivíduo ou de um grupo de pessoas.

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A família Kleiman diz que o documento que fez o teorema da mineração da moeda digital Bitcoin foi redigido por David Kleiman e Craig Wright, e onde o último diz que ele e só ele é Satoshi Nakamoto, embora que vários outros cientistas e figuras proeminentes no mundo das criptomoedas têm sido apontados como possíveis criadores da Bitcoin.

Pelo que já foi divulgado até agora, a lista de “prováveis” conta com nomes como  o engenheiro nipo-americano, Dorian Satoshi Nakamoto; Michael Clear, ex-aluno de criptografia no Trinity College, em Dublin; Nock Szabo, cientista húngaro; e o investigador finlandês, Vili Lehdonvirta. Todos eles negaram ter tido qualquer responsabilidade na criação da moeda.

Nakamoto já não aparece online desde Dezembro de 2010, depois de um periodo de actividade nos dois anos anteriores, tempo esse que publicou mensagens e trocou ideias com os primeiros a revelar curiosidade pela criptomoeda.

Até ao momento não há nenhuma prova genuína, independente e confiável que prove a identidade de Nakamoto, embora que há grandes suspeitas que complicam os casos de Kleiman e Wright pelo que a investigação deverá arrastar-se durante um bom tempo.

Informar ainda que no principio desse ano, Wright enfrentou algumas críticas por ter aberto uma ação judicial com o objetivo de tentar reaver 7,25 mil milhões de dólares em criptomoedas que diz possuir. O australiano exige que 16 programadores especializados em criptomoeda o ajudem a recuperar o valor que estará guardado em duas carteiras digitais registadas sob endereços para os quais Wright não tem password porque, segundo o próprio, a sua rede de computadores doméstica foi hackada.

Total Energies lança 3° edição do concurso Desafio Startupper do Ano

A Total Energies abriu as inscrições da 3° edição do Desafio Startupper do ano, concurso que tem como objectivo apoiar jovens empreendedores africanos entre os 18 e 35 anos de idade, bem como empresas com até 03 anos, com ideias inovadoras e com impacto positivo nas suas comunidades e no planeta.

Para essa edição de 2021, e onde as inscrições vão até ao dia 23 de Dezembro próximo, serão atribuídos 3 prémios:

  • Prêmio para o melhor projecto de criação de negócios;
  • Prêmio para a melhor start-up com menos de 3 anos;
  • Prêmio de Melhor Empreendedora.

Segundo o comunicado oficial dos organizadores do concurso, para o prémio A Melhor Empreendedora candidatar-se-á a uma das duas categorias acimas. Ela pode receber um máximo de 2 prémios: da sua categoria e o prémio para a Melhor Empreendedora, e onde este último prémio é definido de acordo com a sua personalidade e formação.

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Os vencedores do concurso serão analisados em três critérios de avaliação: Desenvolvimento Sustentável, Carácter Inovador e Sustentabilidade.

Para a startup vencedora avizinha-se um grande leque de benefícios, como Apoio Financeiro, Visibilidade na Mídia e Acompanhamento Personalizado, na qual a Total Energies já os habituou na 1° e 2° edição do concurso.

Como já foi referenciado, as candidaturas vão até ao dia 23 de Dezembro de 2021, e de 21 de Janeiro de 2022 a 04 de Fevereiro os candidatos são incentivados a partilhar as suas candidaturas durante o evento “Shares For Likes”, onde sairão as 15 finalistas do concurso. Os pitchs dos projectos selecionados ocorrerá de 28 de Março a 15 de Abril de 2022, e onde o vencedor dessa 3° edição será conhecido no  dia 18 de Abril do referido ano.

De informar ainda que na 2° edição do concurso, a startup Kubinga foi a grande vencedora, enquanto o projecto de saneamento “Angola 100Lixo” e o projecto de geolocalização de endereços do País denominado ” Plataforma Onde” foram os 2° e 3° colocados, respectivamente.

Para submeter o seu projecto a inscrição, click aqui.

África está a levar o cibercrime a sério?

O crime cibernético parece estar a causar estragos em todo o continente africano, em meio a um episódio pulsante de explosão digital. Em setembro de 2020, a Kaspersky relatou que a África registrou um total de 28 milhões de ataques cibernéticos entre janeiro e agosto de 2020.

Diante de números tão alarmantes, muitos observadores acreditam que em África a ameaça do crime cibernético não está a ser levada a sério, apesar dos danos que já está a causar às suas economias.

 Uma cimeira internacional sobre cibersegurança que deveria ter lugar nos dias 25 e 26 de outubro em Lomé, capital do Togo, foi cancelada no último minuto sem explicações ou quaisquer razões apresentadas.

Em um continente vulnerável como a África, que tem uma infraestrutura fraca e desactualizada e está a lutar para se desenvolver e, ao mesmo tempo, gasta menos, pouco ou nada em TICs, os especialistas acreditam fortemente que poderia haver consequências graves se os cibercriminosos entregassem um grande golpe para os seus sistemas computadorizados.

Poorva Karkare, Oficial de Políticas do Centro Europeu para Gestão de Políticas de Desenvolvimento (ECDPM), disse à BizTech África esta semana que “em um contexto onde a revolução digital está cada vez mais a ser alavancada para trazer desenvolvimento em diferentes aspectos da vida, pode haver sérias repercussões.

“Isso inclui gerar confiança entre a população (consumidores e beneficiários) para partilhar os seus dados com governos ou entidades privadas”. “A África está a ficar para trás e muito mais precisa ser feito, mas as questões em torno dos custos são realmente válidas.

Muitos observadores da indústria sugeriram que a África está atrás de muitos continentes em segurança cibernética, o que eles dizem estar seriamente em falta em muitas organizações públicas e privadas em África, incluindo as PMEs.

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“Em vez de ter a melhor legislação (mas sem capacidades de implementação), pode ser melhor identificar os problemas específicos que são mais relevantes no contexto africano e tentar concentrar os esforços legislativos e de implementação naqueles que os resolvem.

“Isso exigiria mais estudos diagnósticos sobre como é a situação no continente.”

Questionado sobre por que a África parece estar a minimizar a questão da cibersegurança ao contrário, por exemplo, da Europa, onde os governos parecem estar a flexionar os seus músculos, Karkare respondeu: “Ainda não está claro o quão grande é a ameaça, seja porque há falta de informação ou porque os formuladores de políticas não estão convencidos.

“Não há dúvida de que a proteção de dados pessoais é importante. Mas talvez o que é considerado actividade criminosa na Europa não seja imediatamente classificado nos países africanos por falta de legislação ou simplesmente por causa de realidades, preferências e prioridades políticas diferentes.

“Por exemplo, o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia é rigoroso em comparação com as legislações em outras partes do mundo com diferentes penalidades criminais e ideias sobre a livre circulação de informações.

“Portanto, uma comparação directa com a UE, embora desejável, pode não ser totalmente válida.”

No entanto, Poorva Karkare disse que em termos de cibersegurança há uma necessidade de combinar esforços trazer inteligência criminal, aplicação da lei (incluindo a promulgação de legislação), capacidades regionais e cooperação transfronteiriça, bem como conscientizar a população.

No entanto, Karkare disse que em um contexto em que os governos estão a combater os incêndios e a tentar resolver tantos problemas, talvez o cibercrime não tenha subido na lista de prioridades.

PlayStation 5 resultou de “reuniões brutais” com produtoras

O responsável pelo desenvolvimento da PlayStation 5, Mark Cerny, deu uma entrevista à Wired,onde na mesma falou sobre o processo de desenvolvimento da consola da Sony, revelando que o design foi influenciado por reuniões com produtoras e estúdios de desenvolvimento de jogos.

O executivo informou que este tipo de abordagem durante o desenvolvimento de uma consola é “bastante recente”, e que essas conversas construtivas com as produtoras de jogos é tendo como objectivo perceber o que é realmente importante para elas.

Procuro os developers que me dificultam mais a vida e os que têm opiniões mais fortes sobre o que precisam para fazer o jogo que sonham. Estas são reuniões brutais mas são boas porque, no final, estás a fazer uma consola mais forte”, diz Cerny.

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De informar também que, além de ter começado o desenvolvimento da PlayStation 5 com algumas ideias próprias e uma lista das funcionalidades que não conseguiram incluir na antecessora, Cerny notou que acabou estas reuniões com uma longa lista “de todas as coisas que a comunidade de desenvolvimento de jogos gostaria de ter”.

Um dos pedidos mais frequentes foi o afastamento de discursos rígidos, o que permitiu ter tempos de carregamento mais rápidos em jogos de mundo aberto.