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INACOM poderá atribuir a primeira licença para operar com 5G até ao final do ano

O Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) poderá anunciar, até ao final desse ano, a atribuição da primeira licença para operar com 5G, sendo que a operadora Unitel é a mais cotada a receber essa mesma licença por estar actualmente mais preparada para começar a operar com esta tecnologia.

Essa informação foi divulgada pelo jornal angolano Expansão, onde ainda acrescenta que a Africell vai começar as suas operações sem a rede 5G, mas com os serviços de telefonia já em 2022.

Segundo ainda aquele periodico nacional, a distribuição da faixa de frequência 3.3-3.7 GHz para o desenvolvimento da tecnologia 5G foi aprovada recentemente, conforme o despacho presidencial n.º200/21, datado de 23 de Novembro, e onde a frequência acima está direccionada ao serviço de telefonia móvel terrestre no sentido de tornar o mercado das comunicações electrónicas mais atractivo ao investimento privado.

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Para vários analistas nacionais, a cobertura para o funcionamento da rede 5G vai exigir das operadoras nacionais maiores infra-estruturas, e onde a operadora móvel Unitel está na linha da frente para começar a operar com a tecnologia 5G.

Falando no último IV Fórum Telecom Expansão, Eduardo Vieira, Director de Planeamento Estratégico da Unitel, afirmou que as condições estão criadas para operarem com 5G. “Brevemente teremos novidades“, garantiu.

O jornal Expansão ainda revela que o INACOM poderá anunciar até o dia 31 de Dezembro de 2021 a atribuição da primeira licença para a utilização da rede 5G, tecnologia essa que trará novas oportunidades para as empresas e melhores serviços para os particulares (ver caixa).

Lançada nova plataforma de serviços de pagamentos digitais denominada “AkiPaga”

A plataforma de serviços de pagamentos Kwatttel realizou ontem(15), na capital do país, o lançamento oficial do produto AkiPaga no mercado angolano.

Na apresentação do mais recente sistema de pagamentos, que contou com várias entidades do Governo e do sistema de inclusão financeira nacional, os gestores da Kwattel Serviços de Pagamentos SA informam que o seu serviço vem para ser um marco importante para o país, bem como para reforçar a oferta de serviços tecnológicos e inovadores, com o intuito de contribuir para a inclusão financeira da sociedade civil angolana.

Falando aos jornalistas presentes no evento, os membros das equipas da Kwattel consideram “extremamente gratificante acompanhar o sucesso técnico da plataforma e saber que a partir de agora toda a população desbancarizada e sem acesso a serviços financeiros vai poder usufruir da facilidade, rapidez e comodidade oferecidas pela AkiPaga”, e consideram o AkiPaga como um exemplo de um serviço que veio para mudar os paradigmas sociais, mostrando que a inclusão financeira é possível, e em todo território angolano.

MAIS: BNI pretende tornar «Guita» a carteira digital principal dos angolanos

O serviço AkiPaga é uma plataforma que oferece a possibilidade de depositar e levantar dinheiro sem a necessidade de um banco ou ATM, efectuar transferências, realizar pagamentos de contas de bens e serviços e realizar carregamentos.

Destacar ainda que com AkiPaga as operações são realizadas através de um telemóvel analógico (botões) ou digital (smartphone), bem como não será necessário elevada capacidade financeira, tampouco margens de transacções mínimas e máximas.

“As transacções poderão ser realizadas em diversas zonas do país, abrangendo os locais mais recônditos, já que não é necessário o sinal da Internet. Actualmente, a Kwattel está a actuar em três províncias, sendo que a nossa visão é expandir o serviço para as 18 províncias, de forma a que esta cobertura nacional beneficie a todos”.

Foi ainda divulgado que a Kwattel já conta com uma ampla rede de agentes autorizados, que têm como missão auxiliar nas operações entre o público digital e os ainda não familiarizados.

Participe na 3ª Edição do evento Crypto Angola – Metaverso, DeFi e NFTs

A primeira edição do Crypto Angola aconteceu no dia 24 de Agosto de 2019, na Mediateca de Luanda, e teve como objetivo principal a coleção de doações para o apoio às vítimas da seca na província do Cunene. E a segunda edição ocorreu no dia 17 de Outubro de 2020 e teve como tema “Criptomoedas e o futuro do sistema financeiro”, com objetivo de “Desmistificar o conceito das criptomoedas e os seus impactos no sistema financeiro”.

Agora a Bitcoin Angola, informa a toda comunidade interessada, que a 3ª Edição do evento Crypto Angola, que irá decorrer online a partir do nosso Canal do Youtube, no próximo Sábado, dia 18 de Dezembro. O evento está a ser co-organizado com a Tech21 África, em parceria com Bitcoin Kenya e Yetubit Exchange.

Nesta terceira edição, temos como tema principal “Metaverso, DeFi e NFTs”, com objetivo de “Abordar os efeitos do Metaverso e Finanças Descentralizadas em África e no Mundo“.

Programa

Data: 18 de Dezembro de 2021
15h- Entrada dos convidados
15h:30- Boas Vindas
Euclides Manuel N’gola Mussassa – Fundador da Yetubit e Comunidade Bitcoin Angola

15:35 – Sessão I: O Mercado de criptomoedas em Angola
Yuri Pereira – Evangelista de criptomoedas
Jorge Tiago – Investidor de Criptomoedas
Sérgio Fragão – Minerador de criptomoedas
Valdick Faria – Fundador da Acucoin

Moderador – Kiesse Canito – Tech21 África

MAIS: “Criador” da Bitcoin vence causa em tribunal e leva fortuna bilionária para casa

16:10- Sessão II: Inclusão Financeira com Blockchain e criptomoedas
Euclides Francisco – Educador Financeiro
Euclides Manuel – Fundador da Yetubit e Comunidade Bitcoin Angola
Morato Custódio – Business Developer

Moderador – Haymée Perez Cogle

16:40- Sessão III: DeFi- Finanças Descentralizadas – Staking e Farming
Sabrina Coincidências
Giovana Simão – Bitdasminas
Cátia Azenha – Mundo Cripto Feminino

Moderador – Kiesse Canito – Tech21 África

17:10 – Sessão IV: NFTs, Metaverso e GamiFi
José Neto – Engenheiro Informático
Alex Matu – Bitcoin Kenya
Rodrigo Vieira – Embaixador Yetucoin no Brasil

Moderador – Alcino Camota – Tech21 África

17:40 – Sessão V: Criptomoedas e o Futuro da Banca
Eduardo Clemente – Banqueiro
Ndunguini Castelo – Economista

Moderador –Alcino Camota – Tech21 África

18: 10 – Sessão VI: O Estado das Criptomoedas em África e no Mundo
David Gitonga – Bitcoin Kenya
Chimezie Chuta – Blockchain Nigéria
Daniela Meyer – Evangelista de criptomoedas
Rocelo Lopes – Blue Token
Euclides Manuel – Fundador da Yetubit e Comunidade Bitcoin Angola

Moderador – Edilson Almeida – Tech21 África

18: 40 – Sessão de Perguntas e respostas
19:00 – Encerramento – Kiesse Canito – Tech21 África
Tech21 África
19:20 – Fim

Como assistir o evento?

Para ter acesso ao evento clique aqui.

Especialistas unem-se para corrigir uma das piores vulnerabilidades informáticas descobertas em anos

Especialistas em segurança online de todo o mundo estão a trabalhar para corrigir uma das piores vulnerabilidades informáticas descobertas em anos, uma falha crítica no código-fonte usado na indústria, em governos, na “cloud” (nuvem) e em “software” empresarial.

“Seria difícil pensar numa empresa que não corresse risco”, disse o director de segurança da Cloudflare, cuja infraestrutura online protege sites de agentes mal-intencionados.

A vulnerabilidade informática, ou bug, encontra-se instalada em inúmeros computadores, e os especialistas alertam que os efeitos da falha só serão conhecidos daqui a vários dias.

A task force de emergências informáticas da Nova Zelândia foi uma das primeiras a relatar que a falha, num utilitário em linguagem Java para servidores Apache usado para registar a actividade do utilizador, estava a ser “explorada activamente” poucas horas depois de ter sido divulgado publicamente e do lançamento de uma patch de correção na quinta-feira.

A vulnerabilidade, apelidada de “Log4Shell”, foi avaliada em 10, numa escala de um a 10, a pior possível. Qualquer uma pessoa com “exploit” pode obter acesso total a uma máquina sem “patch”.

“A Internet está a incendiar. As pessoas estão a lutar para corrigir e há “script kiddies” [jovens hackers inexperientes] e todo o tipo de gente a lutar para explorá-la [vulnerabilidade]. Nas últimas 12 horas, foi totalmente transformada numa arma”, disse Adam Meyers, vice-presidente sénior de inteligência da empresa de segurança cibernética Crowdstrike.

A vulnerabilidade no módulo Apache Software Foundation foi descoberta em 24 de novembro pela gigante chinesa de tecnologia Alibaba, disse a fundação.

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Meyers esperava que as equipas de resposta a emergências informáticas tivessem um fim de semana agitado ao tentar identificar todos computadores afectados. A investigação é complicada, uma vez que o software afectado pode estar em programas fornecidos por terceiros.

A análise da falha foi aparentemente descoberta no Minecraft, um jogo online extremamente popular entre as crianças e propriedade da Microsoft. Meyers e o especialista em segurança Marcus Hutchins disseram que os utilizadores do Minecraft já a usavam para executar programas nos computadores de outros jogadores, colando uma pequena mensagem numa caixa de mensagens.

A Microsoft disse que lançou uma actualização de software para utilizadores do Minecraft, referindo que “os clientes que aplicam a correção estão protegidos”. Os investigadores disseram encontrar evidências de que a vulnerabilidade pode ser encontrada em servidores de empresas como Apple, Amazon, Twitter e Cloudflare.

África do Sul desactiva satélite SumbandilaSat após 12 anos em órbita

A África do Sul desactivou no passado dia 10 de Dezembro o satélite SumbandilaSat, depois de 12 anos em órbita, de acordo com a plataforma Space In Africa.

O SumbandilaSat foi lançado em 2009, onde durante o seu ciclo de vida obteve um total de 1.128 imagens utilizáveis de alta resolução, imagens essas que foram aplicados em pesquisas locais e no programa Copernicus.

Os dados do satélite sul-africano também contribuíram para a gestão de desastres, como monitoramento de enchentes na Namíbia e campanhas de combate à incêndios no Parque Nacional Kruger, bem como registou imagens oportunas do desastre nuclear de Fukushima, bem como do tornado Tuscaloosa, nos EUA.

SumbandilaSat foi lançado de Baikonur, Cazaquistão, em 17 de Setembro de 2009, com monitoramento e apoio por satélite da instalação de Operações Espaciais SANSA, agência espacial sul-africana, em Hartebeesthoe. De informar ainda que o satélite sul-africano foi lançado logo no início do 24º ciclo solar, quando o sol se tornou mais activo e, portanto, foi exposto a níveis cada vez maiores de radiação espacial adversa. Na quarta-feira, 14 de Setembro de 2011, os dados relativos à função primária do satélite foram recebidos pela última vez, após dois anos de muito sucesso.

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Nos últimos tempos, embora que continuava a fornecer dados de engenharia valiosos durante seus mais de 12 anos em órbita, permitindo que a indústria espacial da África do Sul construísse essa missão bem-sucedida, o SumbandilaSat perdeu altitude gradualmente e ficou  incapacitado por causa dos fenômenos do clima espacial, .

“A missão SumbandilaSat não apenas restabeleceu a África do Sul como uma nação que viaja pelo espaço com um pequeno demonstrador de tecnologia em órbita, mas também promoveu o desenvolvimento do capital humano. O programa possibilitou a formação de nove novos engenheiros estagiários negros (quatro deles do sexo feminino) e ampliou a experiência de outros 78 engenheiros. Na frente acadêmica, o programa Sumbandila produziu 18 alunos de mestrado e dois de doutorado em engenharia na Universidade Stellenbosch”, ressalta site da Agência Espacial Nacional da África do Sul (SANSA).

De ressaltar ainda que o investimento em recursos humanos durante a era SumbandilaSat contribuiu para o programa de habilidades e desenvolvimento da indústria da SANSA para futuras missões espaciais.

Africell faz a primeira chamada da sua nova rede em Angola

A Africell realizou nesta quinta-feira (16/12), a sua primeira chamada da sua nova rede em Angola. O principal marco técnico marca o início das operações de rede e prepara o caminho para uma implantação de serviços em fases.

A operadora avança que, para alcançar um estado de prontidão da rede em apenas dez meses, dificuldades técnicas e logísticas sem precedentes – incluindo restrições de viagens relacionadas com a pandemia e interrupções na cadeia de abastecimento – tiveram de ser superadas. Activar a rede dentro do cronograma no quarto trimestre de 2021 é graças a uma equipa altamente motivada, trabalho árduo e abordagem empreendedora da Africell para resolver desafios operacionais complexos em mercados de fronteira.

O lançamento em fases de serviços que seguirá a primeira chamada reflete as melhores práticas locais e internacionais. É parte da forma como a Africell opera como um Grupo, que implanta os serviços em “camadas” e investe o tempo e os recursos necessários para acertar as coisas nos estágios iniciais, para que os clientes possam, em última instância, desfrutar de serviços de alta qualidade de forma sustentável a longo prazo. Ao implantar os serviços comerciais por etapas, a Africell vai garantir a melhor experiência a todos os actuais e futuros clientes em Angola. O lançamento faseado começa imediatamente, com serviços de dados a serem oferecidos a partir desta quinta-feira a clientes empresariais selecionados em Luanda.

MAIS: Africell vai ter mais de dois mil trabalhadores para distribuir os cartões SIM

“ Estamos muito satisfeitos por lançar a nossa rede fazendo a primeira chamada ”, afirma Christopher Lundh , CEO da Africell Angola. “ A primeira chamada da nossa nova rede em Angola é o marco mais significativo até à data, simboliza o início de um novo capítulo para a nossa empresa, o país e o povo angolano. Em momentos como esse, fazemos o que fazemos. A missão da Africell em Angola é conectar pessoas, aproximar e usar a tecnologia móvel para quebrar barreiras. Quero agradecer a todos os membros da equipa da Africell Angola, cuja competência e esforço fizeram com que isto acontecesse apesar dos grandes desafios externos ”.

A Africell tem vindo a construir infraestruturas de forma consistente em Angola desde que obteve a licença de operação em fevereiro, incluindo a abertura de um centro de dados em Luanda em outubro passado. As parcerias com fornecedores de tecnologia locais e internacionais, como Nokia, Oracle e Angola Cables, ajudaram a criar uma rede 5G de alta qualidade que possibilitará produtos e serviços de telecomunicações rápidos, confiáveis ​​e acessíveis. A Africell já investiu mais de USD 100 milhões em Angola, incluindo a construção de infraestruturas físicas, e esta taxa de investimento deverá acelerar.

A equipa da Africell Angola também se expandiu, com mais de 70% dos actuais colaboradores da Africell vindos de Angola. A empresa prevê contratar até 2.000 colaboradores diretos e indiretos até meados de 2022, dos quais 95% serão angolanos. As actividades da Africell também apoiaram cerca de 1.000 empregos locais entre fornecedores e terceiros.

Após a primeira chamada, os engenheiros da Africell irão monitorar e optimizar o desempenho da rede. Uma vez que os serviços são oferecidos por fases a clientes empresariais e retalhistas, a cobertura incidirá inicialmente em Luanda, o principal pólo social e comercial de Angola com uma população de 8 milhões de habitantes. A cobertura e os serviços irão posteriormente estender-se a outras regiões, incluindo Lubango, Benguela e Lobito.

Whatsapp já permite eliminar automaticamente mensagens de todas as conversas

A funcionalidade do Whatsapp, desenvolvida pela versão beta WABetaInfo, que permite aos utilizadores definirem a exclusão automática de mensagens após um determinado período de tempo ao iniciarem uma nova conversa tem novas opções.

O recurso foi lançado em novembro do ano passado, mas apenas estava disponível para novas conversas privadas e os utilizadores tinham apenas a opção de apagar automaticamente as mensagens após sete dias. Agora a aplicação disponibiliza a opção de o fazer após 24h, após sete dias ou após 90 dias e a possibilidade de activar este recurso está também disponível ao iniciar uma nova conversa em grupo.

As mensagens podem desaparecer após 24h, sete dias ou 90 dias do início da conversa

Além disso, a aplicação tem agora a exclusão automática de mensagens por padrão activa para novas conversas privadas, o que não vai afectar as conversas já existentes. Quando uma nova conversa for iniciada vai aparecer uma mensagem, visível para o destinatário e para o remetente, a informar que esse recurso está activo. Quem quiser, poderá desativá-lo nas definições das conversas privadas.

O Whatsapp já disponibilizou estas novas opções em todas as plataformas e nas “perguntas frequentes” do Whatsapp é possível saber como utilizá-las.

WhatsApp vai permitir que administradores apaguem qualquer mensagem

O WhatsApp trabalha em uma função que vai permitir aos administradores de um grupo apagar qualquer mensagem. Ainda em desenvolvimento, a novidade foi descoberta pelo site WABetaInfo na versão 2.22.1.1 do aplicativo para Android, que deve ser lançada em versão beta no início de 2022.

Ao realizar a exclusão de uma mensagem, a plataforma passará a exibir o recado “Esta mensagem foi removida por um administrador” para os outros participantes. Actualmente, os usuários do aplicativo, independente de terem privilégio de administrador ou não, só podem apagar as suas próprias mensagens, dentro e fora de grupos.

 

O novo recurso do WhatsApp não tem data específica para lançamento, tanto para os testadores beta quanto para o público em geral. Mais estratégias de administração devem ser anunciadas no futuro, segundo o WABetaInfo.

Uma vez implementado, seria mais fácil para os administradores do grupo apagar mensagens obscenas ou questionáveis. E também ajudaria os administradores a remover mensagens que vão contra os interesses do grupo.

A outra novidade recente é o aumento no limite de tempo para exclusão de uma mensagem. Hoje, os usuários só podem apagar um texto de sua autoria em até 1 hora, 8 minutos e 16 segundos. Com a actualização, que foi descoberta na versão para computadores do WhatsApp, o tempo aumenta para 7 dias e 8 minutos.

Facebook testa novo Modo Profissional para perfis na plataforma

A Meta encontra-se a testar uma nova forma dos utilizadores no Facebook terem a possibilidade de se destacar no meio da comunidade, com a possibilidade de converterem os seus perfis para o modo “Profissional”.

Este novo modo foca-se sobretudo para criadores de conteúdos, e permite que os utilizadores tenham acesso a novas ferramentas para gerir o seu público, bem como os seus conteúdos.

De momento este modo apenas se encontra disponível para alguns criadores selecionados nos EUA, e pretende ser uma extensão das funcionalidades já existentes para páginas, mas desta vez focada para perfis.

Os criadores selecionados para este modo terão ainda acesso a novas ferramentas de monetização, onde poderão obter mais ganhos sobre os conteúdos que partilhem nas plataformas da Meta – o que inclui não apenas o Facebook, mas também o Instagram.

O Facebook alerta que, ao subscrever ao Modo Profissional, os criadores irão abrir os seus perfis num formato mais público, similar ao que se encontra nas páginas, e portanto devem estar aptos para lidar com esta medida. Para os criadores que tenham páginas associadas, a experiência será aplicada diretamente à página final.

Esta novidade surge numa altura em que o Facebook, e a Meta, se encontram a focar fortemente nos criadores de conteúdos para as suas plataformas, e a tentar cativar novas gerações para as mesmas.

Visa anuncia o Crypto Advisory Services para entrar numa nova era de pagamentos

A Visa anunciou o lançamento do Visa Global Crypto Advisory Practice,- uma oferta desenvolvida para ajudar os clientes e parceiros começarem o seu próprio caminho nas criptomoedas.

Isto ocorre num momento em que as moedas digitais estão a ganhar maior peso na consciência da população – de acordo com a pesquisa divulgada pela Visa, a consciência dos criptoativos entre os decisores financeiros inquiridos é quase universal, representando 94% dos inquiridos em todo o mundo.

Para as instituições financeiras empenhadas em atrair ou reter clientes com uma oferta de
criptoativos, para os retalhistas que procuram mergulhar nas NFT, ou para os bancos centrais que exploram criptomoedas, a compreensão do ecossistema de criptoativos é um primeiro passo vital.

Através do seu trabalho com mais de 60 plataformas de criptoativos, a rede global de consultores e especialistas em produtos da Visa tem uma profunda experiência, que permite ajudar instituições financeiras na avaliação da oportunidade das criptomoedas, desenvolver estratégias concretas e conduzir novas experiências de utilização e inovação, como programas de recompensas através de criptomoedas e wallets de consumidor integradas no CBDC.

“Assistimos a uma mudança na mentalidade dos nossos clientes no último ano, do desejo de explorar e experimentar as criptomoedas, para construir uma estratégia e um mapa de
produtos”, disse Carl Rutstein, Global Head, Visa Consulting Analytics.

De acordo com a Visa, parte do interesse dos bancos em criptomoedas é em se manterem competitivos. Citando um estudo interno recente, a Visa disse que “40% dos proprietários de criptoativos pesquisados ​​relataram que provavelmente mudariam o seu banco principal para um que oferecesse produtos relacionados à criptomoeda nos próximos 12 meses”.

A Visa é um dos muitos processadores de pagamentos que entrou no negócio de criptomoedas nos últimos anos. O seu rival, Mastercard, lançou recentemente cartões de pagamento associados a criptoativos em toda a região da Ásia-Pacífico, enquanto o gigante dos pagamentos online PayPal lançou um novo aplicativo para os seus clientes usarem criptomoedas, poupança e depósitos diretos no início deste ano.