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Quinta-feira, Abril 23, 2026
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Samsung está a trabalhar no seu serviço de jogos na nuvem

Já não é novidade para ninguém que o universo dos jogos eletrónicos está em constante movimento, sendo um atractivo para um grande leque de empresas. Tendo como base essa ideia, temos assistido a um crescimento grandioso, seja ao nível dos equipamentos lançados, bem como aos serviços e plataformas.

Levando em conta tudo isso, a gigante Samsung revelou que vai lançar também o seu próprio serviço de jogos na nuvem, informação dada no Samsung Developer Conference. Segundo o que foi revelado pela própria gigante tecnológica, este será um serviço exclusivo pensado para as suas smartTVs com o sistema operativo Tizen.

Quando o assunto é sobre os serviços de jogos armazenados na nuvem, a empresas que se destacam nessa actividade, nomeadamente a Microsoft, Google, Nvidia e Amazon, que nos últimos tempos apostaram forte no segmento gaming ao oferecer este serviço para dar a melhor experiência ao jogador.

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Embora que a Samsung não tenha fornecido na íntegra todos os detalhes de como irá funcionar esta novidade, foi revelado apenas que a empresa está a trabalhar com alguns parceiros para que o recurso funcione via web.

De referir ainda que essa ideia da Samsung não é um projeto novo, visto que já um bom tempo que circulava os rumores que a empresa já há algum tempo que pretendia iniciar-se nesta área, onde no ano de 2010, a empresa estava a trabalhar com uma empresa de streaming de jogos designada Gaikai, sendo que o objetivo era permitir que os utilizadores jogassem através das suas televisões. Ainda houve espaço para o desenvolvimento de uma versão beta, mas não chegou a ser lançada nenhuma versão final.

Passados quase 12 anos, o panorama é bastante diferente do de 2010. Desta forma, a empresa sul-coreana terá vários e poderosos rivais com que deverá que lidar. Alguns exemplos são o GeForce Now da Nvidia, xCloud da Microsoft e o Stadia da Google. Por outro lado, a Samsung tem a vantagem de poder oferecer um ecossistema de jogo ao jogador. Ou seja, o jogo poderá começar a ser jogado num smartphone e ter continuidade através da smart TV.

Conheça os dez países com mais ataques cibernéticos do mundo

Um relatório da empresa de segurança digital NSFOCUS apresentou os dez países mais atuantes em ataques cibernéticos no mundo. Em termos de distribuição geográfica dos endereços IP de origem, a China, os EUA, a Índia e o Japão foram quatro países a apanharem os primeiros lugares.

Em termos de distribuição geográfica dos endereços IP de origem, a China, os EUA, a Índia e o Japão foram quatro países a apanharem os primeiros lugar salvos, sofrendo em conjunto cerca de 76% dos ataques.

Até 31 de Dezembro de 2020, 14.443 vulnerabilidades encontradas em 2020 tinham sido adicionadas à Base de Dados Nacional de Vulnerabilidade (NVD). A figura seguinte mostra o número anual de vulnerabilidades registadas na NVD durante um período de 22 anos, de 1999 a 2020. Em comparação com 2019, o número de novas vulnerabilidades em 2020 diminuiu.

O ano de 2020 testemunhou um impacto sem precedentes no que concerne a cibersegurança da pandemia da COVID-19. Com a construção e desenvolvimento da Internet industrial, redes 5G, inteligência artificial, e segurança de dados vieram novos requisitos de segurança cibernética. Para acompanhar a economia digital em expansão, NSFOCUS garante que, intensificará os seus esforços na investigação sobre cibersegurança, continuando a desenvolver e fornecer produtos, soluções e serviços de operações de cibersegurança de nível empresarial em torno da sua competitividade central.

Presidente da República inaugurou Centro de Formação Tecnológico do Uíge

O Presidente da República, João Lourenço, inaugurou esta terça-feira, o Centro de Formação Tecnológico, na província do Uíge, onde é uma infra-estrutura com capacidade para a formação de 600 formados por ano, em múltiplas aéreas.

O centro tecnológico irá arranca no final deste ano, com a formação em variados cursos, como Tecnologia de Informação, Informática e Multimédia, Comunicação Via Satélite, Electrónica, Energia Renováveis e Programação.

Batizado de Centro de Formação Tecnológico do Uíge, a instituição contempla cinco salas de treinamento totalmente equipadas e 13 incubadoras para instalar 12 empresas que pretendem prestar serviços no referido espaço.

De informar ainda que o Centro de Formação Tecnológico do Uíge vai albergar duas plataformas de formação, sendo uma para academia CISCO, onde vai referenciar as certificações de âmbito internacional e que vai ministrar os cursos de redes, entre outros.

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Por outro lado, a segunda plataforma presente na instituição é denominada de “ Eu sei fazer”, que vai ser usado para certificações locais, bem como vai contemplar os cursos de energias renováveis, electrónica, informática avançada, montagem de antenas parabólicas, comunicação via satélite, entre outros.

Falando aos jornalistas, o coordenador do projecto, Virgílio Cordeiro, disse que as duas plataformas vão ministrar no total onze cursos, sendo nove para certificações locais e duas para as internacionais.

O gestor ainda acrescentou que o centro conta com laboratórios e salas de treinamento totalmente equipadas, assim como áreas de reparação e manutenção de todo equipamento tecnológico, tais como, computadores, impressoras, telefones, televisores. Equipado com meios tecnológicos, o centro será assegurado por dez técnicos, e possui ainda, uma sala de formação de programação e multimédia.

Cisco cria equipa para desenvolver softwares específicos para sistemas da Apple

A Cisco anunciou a criação de uma equipa de desenvolvimento de software focada somente no ambiente da Apple, revelação essa feita em convénio com a empresa de Steve Jobs, à margem da apresentação de uma versão nova do Webex para iPads.

As informações dão conta que a Cisco tem o ambicioso plano de conseguir metade das suas receitas a partir de serviços de subscrição até 2025, onde para concretizar este feito, a empresa anunciou a criação de uma equipa especificamente focada em desenvolver software de colaboração para ecossistemas Apple, de forma a concorrer com o Teams da Microsoft, com o Zoom ou com o Salesforce.

De acordo com as palavras de Jeetu Patel, vice-presidente executivo da Cisco para segurança e colaboração, que diz que “a forma como pensamos o software é que está perpetuamente incompleto porque há sempre novas ideias sobre como o melhorar. Assim, esta equipa vai estar focada em continuamente melhorar e trabalhar no ecossistema Apple”.

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O objetivo da equipa criada passa por construir ferramentas e funcionalidades tirando partido das novidades da Apple rapidamente, assim que a empresa de Cupertino as coloque no mercado, avançou a Reuters.

Por outro lado, a Apple está a apostar em aproximar-se dos departamentos de TI das empresas, numa tentativa de colocar os iPads e os computadores Mac ao nível de outros equipamentos de produtividade.

Ambas as empresas estão a trabalhar na criação de Apple ID independentes para as contas pessoais e empresariais dos utilizadores.

Zuckerberg está cada vez mais isolado no Facebook, revela documentos internos da empresa

No dia de ontem(26) surgiram uma série de novas histórias e reportagens sobre o Facebook baseadas nos documentos internos fornecidos pela ex-trabalhadora e ‘whistleblower’ Frances Haugen. Os documentos – analisados por mais de 17 organizações de media – compõem aquilo que atualmente é conhecido como os Facebook Papers.

Nas informações que foram vazadas por Haugen é divulgado que o fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, está cada vez mais isolado dentro da própria empresa.

MAIS: Facebook vai processar ex-funcionário por alegado roubo de dados a mais de 178 milhões de utilizadores

Segundo o que conta o The Washington Post ,Zuckerberg é cada vez mais criticado dentro da empresa, o que o leva a comunicar as suas decisões a uma equipa mais próxima – conhecida como “Small Team” (Equipa Pequena) – e a um grupo um pouco maior de outros líderes da empresa – conhecido como “Mark’s Team” (Equipa do Mark).

O jornal ainda acrescenta que a empresa tem uma ‘mão firme’ em toda a informação sobre Mark Zuckerberg, assim como a informação que chega até ele.

O espectro do Zuckerberg paira em tudo o que a empresa faz. É completamente guiada por ele”, contou o ex-vice-presidente de Parcerias e Marketing da empresa, Brian Boland.

Ciberataque fecha postos de combustíveis no Irão

A televisão estatal iraniana noticiou hoje que um ciberataque atingiu bombas de gasolina em toda a República Islâmica, após se terem formado grandes filas em postos de combustível na capital e outras cidades, reporta a agência ApNews.

De acordo com a estação televisiva, que citou um membro do Conselho de Segurança Nacional daquele país, onde confirmou o ataque e, segundo a ApNews, responsáveis do Ministério do Petróleo reuniram-se “de emergência” para resolver o problema técnico.

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A distribuição de combustível foi interrompida cerca do meio-dia, 10:30 de Angola, devido a “perturbações no sistema informático”, reporta a televisão estatal, enquanto os canais oficiais mostravam postos de gasolina fechados à medida que as filas aumentavam.

Até ao fecho dessa matéria nenhum grupo ainda reivindicou a responsabilidade pela interrupção.

De informar que o Irão tem sido alvo de uma série de ciberataques, incluindo o que permitiu a divulgação em agosto de um vídeo de abusos na conhecida prisão de Evin.

Redes Sociais são um dos principais alvos dos cibercriminosos em tentativas de phishing

A Check Point Research lançou recentemente o seu relatório Brand Phishing Report referente ao terceiro trimestre de 2021, e na qual a nossa redação teve acesso, onde mostra que a Microsoft continua a ser a marca mais visada pelos cibercriminosos na implementação das suas táticas maliciosas. Em segundo lugar, continua o documento, está a Amazon que, este trimestre, substituiu a DHL, que aparece em terceiro lugar.

Uma novidade presente no relatório é a presença das redes sociais no top 3 dos sectores mais utilizados em tentativas de ataques de phishing, com o WhatsApp, o LinkedIn e o Facebook a aparecer na lista das 10 marcas mais imitadas.

A Check Point Research, área de Threat Intelligence da Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), é uma instituição líder no fornecimento de soluções de cibersegurança a nível global.

O relatório desse último semestre de 2021 destacou as marcas que, durante Julho, Agosto e Setembro, foram mais frequentemente imitadas por cibercriminosos nas suas tentativas de roubar informação pessoal ou credenciais de pagamento. 

Durante o tempo referenciado, como já é habitual nos últimos tempos, a Microsoft continuou o seu reinado como a marca mais frequentemente visada pelos cibercriminosos, embora a um ritmo ligeiramente inferior. Vinte e nove por cento de todas as tentativas de phishing estiveram relacionadas com a gigante tecnológica, em comparação com os 45% registados no segundo trimestre de 2021, comprovando que os agentes maliciosos continuam a ter como alvo as forças de trabalho vulneráveis e distribuídas. 

A Amazon substituiu a DHL na segunda posição, contando 13% de todas as tentativas de phishing contra 11% no trimestre anterior. A tendência de procurar tirar partido das compras online no período que antecede as férias manteve-se neste último trimestre.

MAIS: Relatório da Check Point Software destaca o impacto do cyber-crime ao redor do mundo

O relatório ainda revelou que, pela primeira vez este ano, as redes sociais estão no top 3 dos setores mais imitados em tentativas de ataques de phishing, com o WhatsApp, o LinkedIn e o Facebook a aparecer na lista das 10 marcas mais imitadas.

“Os agentes maliciosos estão constantemente a tentar inovar as suas tentativas de roubo de dados, fazendo-se passar por marcas reconhecidas. Pela primeira vez este ano, as redes sociais tornaram-se uma das três principais categorias exploradas pelos cibercriminosos, numa clara tentativa de tirar partido do número crescente de pessoas que trabalham e comunicam remotamente na sequência da pandemia”, disse Omer Dembinsky, Data Research Group Manager at Check Point Software. 

“Infelizmente, não há muito que estas marcas possam fazer para ajudar a combater as tentativas de phishing. Muitas vezes, é o fator humano que não consegue captar um domínio mal escrito, uma data incorrecta, ou outro detalhe suspeito num texto ou e-mail. Como sempre, encorajamos os utilizadores a serem cautelosos na divulgação dos seus dados, e a pensarem duas vezes antes de abrirem anexos ou links de correio electrónico, especialmente em e-mails que afirmam ser de empresas como a Amazon, Microsoft ou DHL, as marcas mais susceptíveis de serem imitadas. Na sequência dos dados que obtivemos deste último relatório, instamos também os utilizadores a estarem vigilantes quando se trata de quaisquer e-mails ou outras comunicações que aparentem ser de redes sociais como o Facebook ou o WhatsApp”.

De informar que num ataque de brand phishing, os criminosos tentam imitar o website oficial de uma marca reconhecida utilizando um nome de domínio e design muito semelhantes aos que se encontram no original. O link do site falso pode ser enviado por e-mail ou mensagem de texto, podendo ainda o utilizador ser redirecionado para o mesmo durante uma simples navegação pela web ou, até, por meio de aplicações móveis fraudulentas. É frequente o website falso conter formulários que visam roubar credenciais, dados bancários ou outras informações pessoais.

Abaixo, o top de marcas ordenado consoante a frequência com que são utilizadas em tentativas de brand phishing:

1.    Microsoft (representou 29% de todas as tentativas de brand phishing a nível global)

2.    Amazon (13%)

3.    DHL (9%)

4.    Bestbuy (8%)

5.    Google (6%)

6.    WhatsApp (3%)

7.    Netflix (2.6%)

8.    LinkedIn (2.5%)

9.    Paypal (2.3%)

10. Facebook (2.2%)

 

Europol detém mais de 150 suspeitos em comércio ilegal na internet

 

Uma operação contra o comércio ilegal na ‘dark web‘, levou à detenção de mais de 150 suspeitos, revelou hoje a polícia europeia (Europol), em comunicado.

Esta operação, conhecida como ‘Dark Hun TOR’, consistiu numa série de acções separadas, mas complementares na Austrália, Bulgária, França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos“, lê-se no anúncio oficial da Europol.

A referida operação apreendeu milhões de euros em dinheiro e ‘bitcoins’, bem como drogas e armas, e onde essa apreensão vem no seguimento do desmantelamento em Janeiro da DarkMarket – um dos principais mercados do mercado negro cibernético – sob a liderança da força policial alemã.

De referir que nos Estados Unidos, cerca de 65 pessoas foram detidas nesta mesma operação, que também resultou, ao redor do mundo, 47 detenções na Alemanha, 24 no Reino Unido, quatro na Itália e quatro nos Países Baixos. A maior parte dos detidos “eram alvos importantes” para a Europol.

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A polícia também apreendeu 26,7 milhões de euros em dinheiro e moedas electrónicas, bem como drogas, incluindo 25 mil comprimidos de ecstasy e 45 armas de fogo.

Em Itália, a polícia também encerrou os mercados ilegais chamados “DeepSea” e “Berlusconi”, que juntos apresentavam “mais de 100 mil anúncios de produtos ilegais”, segundo a Europol, cuja operação foi coordenada com a Eurojust, a agência de cooperação judiciária da União Europeia.

O objectivo de uma operação como esta é sinalizar aos criminosos que operam na ‘dark web’ que a comunidade encarregada da aplicação da lei tem os meios e as parcerias internacionais para os expor e responsabilizar pelas suas actividades ilegais, mesmo em áreas da ‘dark web’,” disse o vice-director de operações da Europol, Jean-Philippe Lecouffe.

Nigéria lança o eNaira, a primeira moeda digital africana

A Nigéria lançou ontem(25) a sua moeda digital, e-naira, com 500 milhões de unidades(o equivalente a 1,21 milhões USD) com o selo do Banco Central daquele país e onde já estão disponíveis para transacções “menos dispendiosas, mais eficientes e mais seguras“, como relata o governador daquela instituição financeira, Godwin Emefiele, ao jornal Premium Times.

O lançamento oficial da moeda foi feito pelo Presidente Muhammadu Buhari, na capital do país, onde a partir daquele momento o eNaira ficou disponível para download, através do site oficial da moeda digital nigeriana, onde podes aceder clicando aqui, ou através de duas aplicações disponíveis na playstore Google e na loja Apple (eNaira speed wallet e eNaira merchant wallet).

Embora que o seu lançamento venha tarde, visto que estava prevista para o dia 1 de Outubro, esse acontecimento é o “culminar de anos de trabalho de investigação“, no sentido do “avanço dos limites do sistema de pagamentos” nigeriano, a fim de assegurar “transacções mais fáceis e sem descontinuidades a todos os estratos da sociedade“, de acordo com o comunicado do Banco Central da Nigéria.

MAIS: Nigéria a anunciar que vai lançar a sua moeda digital

Nesse sentido, a eNaira se torna a primeira moeda digital de um banco central africano (CBDC) disponível e foi desenvolvida pela empresa de serviços financeiros digitais Bitt Inc., fintech sediada nos Barbados que está por detrás da criação da moeda digital de alguns países das Caraíbas Orientais.

Além da Nigéria, o Gana prepara o lançamento da sua moeda digital, a e-Cedi, que irá funcionar online e também offline, com cartões inteligentes dotados de um chip, semelhante aos cartões bancários modernos, como explicou Kwame Opponf, chefe de inovação do Banco Central do Gana (BoG), ao site CoinDesk.

Antes da entrada em funcionamento da e-Cedi, que está na fase final de testes, o governador do Banco do Gana, Ernest Addison, lançou um alerta sobre as criptomoedas, moedas que não estão regulamentadas como acontece com as CBDC, que estão ligadas aos bancos centrais e que são, por isso, mais fiáveis.

Penso que há muito mais ênfase em olhar para a moeda digital, que é apoiada pelo Estado, apoiada pelos bancos centrais. Estas formas privadas de dinheiro [criptomoedas] não são realmente capazes de desempenhar eficazmente as funções de dinheiro“, alertou Ernest Addison, durante uma conferência de imprensa, em Junho.

Segundo o Banco Central da Nigéria o eNaira “é uma moeda legal“, tal como a naira, que deve ser aceite por “todos os comerciantes e estabelecimento comerciais como forma de pagamento no país“.

 

UNITEL leva startup Paga3 ao Web Summit 2021

A empresa UNITEL volta a marcar presença na principal cimeira tecnológica mundial, o Web Summit 2021, a decorrer de 01 a 4 de Novembro, em Lisboa, Portugal.

De acordo com o comunicado oficial da operadora telefónica, e na qual a nossa redacção teve acesso, a presença da UNITEL será com o tema “EMPREENDER É UMA FORMA DE MUDAR O TEU FUTURO”, onde a mesma leva ao mais importante evento mundial de tecnologia, empreendedorismo e inovação, a sua valência no campo de promotora do empreendedorismo tecnológico nacional, com o apoio em grandes e variadas iniciativas que visam potenciar o ecossistema de empreendedorismo digital do País.

Acompanhadas com UNITEL,  vão estar as startups angolanas vencedoras da última edição do UNITEL Go Challenge, nomeadamente: a grande vencedora Paga3, startup fintech prestadora de Serviços de pagamentos que oferece a seus clientes o modelo de pagamentos de produtos e serviços parcelados com entrega imediata, que participará presencialmente e as classificadas menções honrosas Angowaste na categoria de Inovação e Deya, na de Responsabilidade Social, que participarão virtualmente.

MAIS: UNITEL Go Challenge 2021 chega a gala final

De informar que o UNITEL GO Challenge é um concurso de negócios digitais aberto todos os anos aos empreendedores e desenvolvedores de Angola assim como angolanos residentes na Diáspora. Em 2021 mais de 230 projectos foram submetidos ao concurso, chegando apenas 10 para a final e 3 delas convencer o corpo de Júris e conquistaram os prémio, entre eles o de participação no Web Summit 2021.

Embora seja mais conhecida pela vertente tecnológica, o Web Summit 2021 também vai abordar em conferência temáticas como o marketing e os media, sociedade e os tempos actuais, comércio, lifestyle, e desenvolvimento de negócios.

O evento vai ter lugar no Altice Arena, em Lisboa, sendo que a UNITEL vai estar representada no pavilhão FIL-1, Stand E-107.