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Quinta-feira, Abril 23, 2026
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Banco Nacional de Angola prepara condições para adotar o Open Banking

A operacionalização do Open Banking, em Angola, está a aguardar pelo fecho e publicação por parte do Banco Nacional de Angola (BNA), bem como de Avisos complementares à Lei 40/20,16 de Dezembro, do Sistema de Pagamentos.

A referida Lei traz o regime da prestação e utilização dos serviços de pagamento, com os módulos  do Open Banking (sistema financeiro aberto), onde os dados dos clientes são padronizados e compartilhados  para que os produtos e serviços financeiros atendam às necessidades do público de forma personalizada.

De informar que na legislação angolana anterior, os conceitos de Open Banking, moeda electrónica e outros, não estavam contemplados no registo.

Segundo Edgar Bruno Costa, director do Departamento de Sistema de Pagamento do BNA, as regras em finalização, para a operacionalização do Open Banking,  serão mais detalhadas em Avisos. O gestor falava no evento 1° Conferência Internacional sobre Open Banking, uma iniciativa da Tech21Africa, com o apoio institucional do Banco Nacional de Angola.

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Pelo que a nossa redação apurou, tendo como base esse mesmo processo, o BNA procedeu, de 30 Dezembro de 2020 a 1 de Fevereiro de 2021, a  consulta pública  em torno dos Avisos sobre matérias ligadas a  arranjos de pagamento, prestação de serviços de pagamento e regulamento das infraestruturas do mercado financeiro. Onde estas normas visam aprimorar o melhoramento do enquadramento regulamentar das novas soluções digitais que têm resultados numa maior disponibilidade de serviços de pagamentos rápidos, acessíveis e de baixo custo para os consumidores.

Estas regras contam com a consultoria do Banco Mundial e outras instituições, como o Banco Central do Brasil.

Por outro lado, o BNA  diz estar também a criar um ecossistema em que poderão participar  outros players no sistema de pagamento de Angola, além das instituições financeiras bancárias (IFB).

Estamos a criar um sistema designado transferências instantâneas  que estarão definidas as  APIs-Aplication Programming  Interface (interface de programação de aplicação), onde os participantes, de acordo com o API definido pelo operador, poderão participar do ecossistema”, acrescenta Edgar Costa.

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Admitiu ainda que tal sistema, em alguns países, está  mais avançado, como é o caso do Brasil, mas garante que o Banco Central angolano está na fase de conclusão da regulamentação complementar, que dará sequência ao lançamento do referido ecossistema.

No primeiro dia da 1° Conferência Internacional sobre Open Banking, com a presença da equipa do MenosFios, foram abordados vários temas  sobre a regulamentação em ambiente do Open Banking,  a segurança  cibernética e protecção de dados pessoais em ambiente de Open Banking.

A conferência que termina hoje, participam nela representantes de várias instituições financeiras, como do Banco Central do Brasil, bem como  consultoras internacionais, como a Deloitte e outros.

Google leva Epic Games ao tribunal acusando de violar as regras da Play Store

A Google acusa a Epic Games de violar deliberadamente as regras da sua loja de aplicativos, Play Store, ao introduzir uma forma de pagamento alternativa aos seus sistemas.
De acordo com a Google, esta estratégia burladora da criadora de Fortnite permitiu a mesma evitar pagar por comissões de compras in-app, “enriquecendo injustamente” às suas custas.

Essa informação vem só para acender mais a batalha da Epic Games com várias empresas, onde a 13 de Agosto de 2020 a Epic Games lançou uma campanha para parar com as medidas anti-concorrenciais da Apple e Google, que terminou mesmo em um processo judicial contra as duas referidas empresas. O veredito da batalha legal entre Epic Games e a Apple foi conhecido em setembro deste ano.

Agora, a Google entra na renhida batalha ao processar a Epic Games, acusando-a a mesma de violar deliberadamente as regras da Play Store. De acordo com informações do processo remetido no Tribunal Distrital do distrito da Califórnia do Norte, a gigante de Mountain View diz que a criadora do Fortnite quebrou o contrato estabelecido ao introduzir uma forma de pagamento totalmente diferente do que foi acordado entre as duas partes no contrato.

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A Google diz que a Epic Games quebrou esse contrato, alegando que por causa disso milhões de jogadores que fizeram anteriormente o download de Fortnite para Android continuam a conseguir aceder ao sistema de pagamentos da Epic Games, apesar do jogo ter já sido removido da Play Store.

A Google defende ainda que esta medida fraudulenta da Epic Games permitiu que não pagasse valores referentes a comissões por compras in-app, “enriquecendo injustamente” às suas custas. Devido a esse transtornos, que considera ser um crime, aempresa espera receber uma indeminização equivalente à quantia que perdeu.

No referido processo, podemos ver ainda que Google diz que também não desativou a conta de developer da Epic Games após remover o Fortnite da Play Store, indicando que deixou a “porta aberta” para que a empresa pudesse publicar uma versão do jogo que não violasse as regras da sua loja de aplicações.

Para ver o processo completo que a Google remeteu ao tribunal, click em aqui.

Plataforma da ANGOP preparada para qualquer ataque cibernético, diz Administrador

 

Agência Angola Press ( Angop )

A Agência Angola Press (ANGOP) conta com uma plataforma técnica robusta, com capacidade para dar resposta a qualquer ataque cibernético ao seu sistema, de acordo com as palavras do Administrador Executivo para a Área Técnica, João Amadeu Macuéria Simão.

De acordo com o administrador, que falava no V° Conselho Consultivo Alargado da ANGOP, o sistema de suporte técnico da mesma plataforma está dotado para assegurar a emissão de todos os seus conteúdos em caso de alguma tentativa de ataque cibernético ao seu sistema, seja nacional ou internacional.

João Amadeu Macuéria Simão informou ainda que a maior parte dos ataques cibernéticos que a plataforma da ANGOP tem sofrido são externos, embora já tenha sido registado ataque interno nos últimos tempos.

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O Administrador falava no segundo dia do evento, numa das sessão fórum com o tema “A importância das tecnologias no trabalho jornalístico”, onde enfatizou também que no que tange à modernização a aposta passa pela formação de quadros.

A intenção, acrescenta Macuéria Simão, é dotar os profissionais, principalmente os jornalistas, de bases técnicas para, não só produzirem textos, mas também vídeos e fotografias.

Cada profissional deve ser capaz de aceder a novos conhecimentos para elevar o seu nível e melhorar o trabalho prestado ”, referiu.

O V° Conselho Consultivo Alargado da ANGOP decorre até quinta-feira, e com a presença da Menos Fios no evento, visa balancear a execução do último evento e traçar estratégias para a melhoria da cobertura ao nível dos municípios e comunas, e de cobertura das eleições gerais, previstas para 2022.

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O encontro conta com a participação dos membros do Conselho de Administração, delegados provinciais, chefes de departamento e decorre sob o lema “ANGOP no reforço da sua afirmação interna e externa.

Saiba agora o novo nome da série de vídeos-jogos denominada ‘FIFA’

Na última semana a Electronic Arts (EA) admitiu recentemente estar a considerar alterar o nome da sua franquia de videojogos ‘FIFA’, e de acordo com uma notícia avançada pelo site Polygon, podemos acreditar que o novo nome já foi escolhido.

Segundo o que reporta a publicação, alguns documentos enviados para o United Kingdom Intellectual Property Office e para o European Union Intellectual Property Office, onde foi mencionado o nome “EA Sports FC”. Quando confrontada com esta informação, a EA não teceu comentários sobre o assunto.

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De ressaltar que no momento ainda não é claro o caminho que a Electronic Arts (EA) pretende seguir no futuro mas a empresa não seria a primeira na secção de vídeos-jogos a trocar o nome de um dos seus principais jogos, isto é, de recordar que a Konami decidiu abandonar o nome ‘Pro Evolution Soccer’ dos seus jogos de futebol, escolhendo ‘eFootball’ como novo título

Nova funcionalidade no Instagram vai avisar utilizadores sobre falhas técnicas

 

O apagão das redes sociais Instagram, WhatsApp, Messenger e Facebook, ocorrida no dia 04 de Outubro continua a dar o que falar, onde durante várias horas tornou-se impossível aceder ou navegar nessas mesmas redes sociais.

Devido a inacessibilidade em aceder as redes sociais do grupo Facebook, os usuários foram obrigados a rumara a plataformas alternativas, como o Twitter ou Telegram, para tentar perceber o que realmente se passou para que as pessoas não conseguissem a aceder a elas.

Tendo como base essa situação e de acordo com o The Economics Times, o Instagram está a testar uma funcionalidade que passa, precisamente, por avisar os utilizadores de problemas com a aplicação, em uso ainda somente nos Estados Unidos Ámerica.

“Sabemos como pode ser confuso quanto problemas temporários acontecem no Instagram. Quando impactam o engagement ou a distribuição, também sabemos que poder levar as pessoas a pensarem que os problemas só estão a acontecer com elas”, escreve o Instagram no seu blog.

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Mas qual é realmente essa funcionalidade para avisar os utilisadores sobre falha no aplicativo? Essa funcionalidade vai permitir que surja no feed dos utilizadores uma mensagem a alertar falha no sistema ou qualquer outro problema técnico no aplicativo. O Instagram esclarece ainda que não irá emitir este alerta sempre que isso acontece, mas, sim, quando percebe que os utilizadores estão confusos e em busca de respostas.

Para já, a funcionalidade será testada somente no mercado norte-americano. Contudo, tal como é habitual, os resultados irão determinar a sua expansão – ou não – para o resto do mundo.

Edward Snowden diz que moedas digitais de bancos centrais são “criptofascistas” e podem “aniquilar poupanças”

O ex-analista e denunciante Edward Snowden mostrou que está preocupado com a tendência de alguns bancos centrais quererem criar as suas próprias moedas digitais, receando que a população civil possa perder a sua autonomia financeira.

Em resposta a um artigo publicado no New York Times, assinado por Eswar Prasad, professor na Universidade de Cornell, através de um twitter, Snowden mostrou que não gosta da ideia de haver moedas digitais geridas por bancos centrais. O analista realça a  existência em curso de uma migração em direcção a uma economia sem dinheiro, como vaticinam alguns projetos piloto na China, Suécia, Japão, Reino Unido ou União Europeia, com os bancos centrais a serem os emissores de moedas digitais.

Snowden destacou parte do texto de Prasad e escreveu naquela rede social que este tipo de moedas (as CBDC, como são conhecidas na sigla em inglês) podem “casualmente [aniquilar] as poupanças dos trabalhadores”, cita a pubicação Decrypt.

No artigo, o académico diz que caso a economia americana estivesse em “apuros”, o banco central americano poderia impor taxas de juro negativas, o que resultaria numa redução gradual do saldo das contas de moeda digital (ou seja, o utilizador estaria a pagar ao banco para lhe guardar o dinheiro). Uma redução de valor que poderia ser ainda mais notória se isso coincidir com uma taxa de inflação significativa. Snowden publicou depois no seu blogue uma vasta e complexa explicação da sua posição.

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O ex-analista da CIA ainda faz lembrar as origens do dinheiro físico e acompanha a evolução até ao momento em que o dinheiro é um número digital numa app de um banco. Depois avança para explicar como funcionam as cibermoedas descentralizadas, como a Ethereum ou a Bitcoin, que constituem um método de armazenamento e troca de dinheiro sem intermediários como bancos ou serviços financeiros.

Na parte final, sugere que as CBDC, pela proposta de recentralizar o sistema monetário e por pressupor um maior controlo por parte de um banco central, acabam por ser prejudiciais ao interesse da população. Algumas stablecoins já removem moeda da carteira dos utilizadores, alterando completamente a cadeia de fornecimento e o seu valor, mas a diferença é que esta movimentação é feita autonomamente e por parâmetros definidos pela comunidade e não pelos bancos centrais.

De informar ainda que vários especialistas já vocalizaram preocupações semelhantes, com o debate em torno das CBDC a prometer fazer correr ainda muita tinta. O certo é que muitos países estão já a avançar no sentido de testes piloto com este tipo de moeda.

Os 5 principais desafios da Segurança da informação

Nenhuma empresa está imune a todos os ataques sofisticados. Por exemplo, qualquer uma pode enfrentar um problema por vulnerabilidades 0-day ou ferramentas complexas fora do padrão. Para repelir com sucesso um ataque avançado e minimizar as consequências negativas, prepare-se hoje para os desafios que a sua equipa de cibersegurança pode enfrentar no futuro.

Prever um ataque específico é, obviamente, impossível, então os especialistas em segurança de cibernética decidiram analisar as experiências de outras empresas, foram entrevistados representantes de várias corporações para o relatório IT Security Economics 2021. O que os entrevistados tinham em comum é terem sofrido ciberincidentes complexos.

Aqui estão as 5 principais preocupações relatadas pelos entrevistados:

  • Visibilidade insuficiente da infraestrutura

Logicamente, sem visibilidade total da infraestrutura, a busca e eliminação de ameaças é quase impossível. Mesmo incidentes bastante complexos podem passar despercebidos pelos ciberdefensores por algum tempo. Além disso, reagir sem um entendimento completo da situação pode piorar as coisas.

  • Falta de coordenação

Equipes díspares entrando em ação em vez de se coordenarem primeiro tendem a aumentar os danos e complicar a investigação. Os times também podem atrapalhar inadvertidamente uns aos outros (por exemplo, a segurança da informação pode tentar isolar o servidor infectado da rede enquanto o TI está lutando para mantê-lo disponível).

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Contramedidas. Desenvolva um plano de contingência com antecedência e nomeie alguém como responsável para a sua implementação.

  • Falta de profissionais qualificados

O mercado continua a sofrer com a escassez de especialistas em segurança da informação, por isso não é de se surpreender que as empresas citem como um grande desafio a falta de pessoal devidamente treinado capaz de identificar ameaças e responder a incidentes críticos.

Contramedidas. Se não houver experiência interna, traga equipas externas para realizar a resposta a incidentes, o monitoramento contínuo e a prevenção contra ameaças.

  • Falha em identificar ameaças reais frente a vários sinais

É ruim se o seu sistema de segurança não consegue detectar sintomas perigosos na infraestrutura, mas não muito melhor se detectar “demais”. Alertas sobre ameaças reais podem se perder entre milhares de incidentes diversos, cada um deles desperdiça a atenção dos analistas e outros recursos valiosos. Em uma rede complexa, esse é um problema muito real.

 Contramedidas. Use uma estrutura abrangente de cibersegurança com tecnologias integradas que ajudam a priorizar incidentes realmente críticos.

  • Visibilidade insuficiente de eventos ou comportamentos maliciosos

Os cibercriminosos estão sempre a criar novos métodos de ataque, ferramentas e brechas para explorações. Sem novas informações sobre ciberameaças, as soluções de segurança não podem responder aos ataques mais recentes ou reconhecer invasores na rede corporativa.

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Contramedidas. Forneça às suas soluções de segurança e sistemas (se houver) informações essenciais e actualizadas sobre ameaças.

O relatório IT Security Economics 2021 contém uma grande variedade de outras informações úteis, como dados sobre a média de perdas corporativas causadas por incidentes cibernéticos. Você pode baixar o relatório completo aqui.

Banco Nacional de Angola aplica tecnologias de suporte às acções de supervisão (SupTech)

O Banco Nacional de Angola (BNA) está, neste momento, a implementar a aplicação da tecnologia de suporte às acções de supervisão (SupTech), no quadro da sua missão de garantia da supervisão do sistema financeiro, de acordo com informação no seu sítio na internet.

Segundo o que foi apurado pelo nosso portal, a aplicação dessa tecnologia é como parte de várias iniciativas em curso pela principal instituição bancária nacional, onde definiu passos subsequentes do estudo de alternativas tecnológicas (soluções SupTech) que melhor se adequam às necessidades do país, visando ao fortalecimento da regulamentação, gestão e superintendência.

Nessa mesma escala de trabalho, é objectivo do BNA zelar pelo cumprimento dos objectivos de interesse público e garantir uma governação adequada e transparente no sistema financeiro nacional.

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De acordo ainda com o documento oficial, na sequência da aplicação de tecnologias às acções de supervisão (SupTech), a finalidade do Pedido de Informação (RFI) dirigido aos operadores é a obtenção de informações tendentes a orientar o BNA na estruturação de um Pedido de Propostas (RFP), onde esta resultará na selecção de uma empresa sólida, de reconhecida idoneidade e experiência de implementação de tecnologias de suporte às acções de supervisão (soluções SupTech).

De ressaltar ainda que as soluções apresentadas poderão responder apenas a alguns domínios de SupTech apresentados, mas deverão possuir uma estrutura flexível e possibilidade de escalagem bem como interconectividade com os sistemas tecnológicos legacy do BNA.

Bruxelas cria grupo de trabalho com 25 peritos para promover literacia digital

A Comissão Europeia criou ontem(12/10) um grupo de trabalho para combater a desinformação e promover a literacia digital através da educação e formação, hrupo esse que é composto por 25 especialistas que vão preparar professores e educadores na União Europeia (UE).

De acordo com a informação divulgada pelo executivo comunitário, “a missão global do grupo de peritos é ajudar na preparação de orientações práticas para professores e educadores no combate à desinformação e na promoção da literacia digital através da educação e da formação“.

Numa tentativa de reforçar a educação digital de “todos os alunos de todas as escolas da UE” e de ainda combater as chamadas `fake news` (notícias falsas), duas das prioridades da Comissão Europeia, a instituição juntou 25 especialistas na matéria, de áreas como a tecnologia, comunicação social e ensino.

Sobre a escolha dos especialistas, 21 foram selecionados através de concurso público e os restantes quatro representam a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), do Conselho da Europa, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e do Instituto da Propriedade Intelectual da UE.

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Falando na conferência de imprensa de lançamento da iniciativa, a comissária europeia para a Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Mariya Gabriel, vincou ser necessário “trabalhar em estreita colaboração com professores e educadores nesta tarefa“, de luta contra a desinformação, pelo que os especialistas do grupo de trabalho irão apostar em “práticas eficazes de ensino e de aprendizagem“.

Queremos trabalhar com o que funciona e ver qual a melhor forma de traduzir estas práticas para a sala de aula“, acrescentou.

Reforçou ainda que “combater as notícias falsas e garantir a segurança `online` é muito importante para a Comissão“, onde Mariya Gabriel assinalou que a UE tem o “primeiro código de conduta mundial de autorregulação contra a desinformação, bem um Observatório Europeu dos Meios de Comunicação Digital“.

E em 2022, atualizaremos a estratégia europeia para uma internet melhor para as crianças, a fim de assegurar que esta reflita princípios como o de capacitar as crianças no espaço digital“, adiantou a comissária europeia da tutela.

No final de 2018, plataformas digitais como Google, Facebook, Twitter, Microsoft e Mozilla comprometeram-se a combater a desinformação nas suas páginas através da assinatura de um código de conduta voluntário que nos últimos meses tem estado centrado na desinformação sobre a covid-19 (como as vacinas).

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Em maio deste ano, a Comissão Europeia anunciou um reforço deste código de conduta, pretendendo implementar ações como capacitar os utilizadores das plataformas digitais para assinalarem informação falsa através de rótulos de aviso sobre “conteúdos problemáticos”.

Isto implica que as plataformas criem ferramentas e procedimentos acessíveis e eficazes para assinalar a desinformação com o potencial de causar danos públicos ou individuais.

Previsto está também que os utilizadores cujo conteúdo ou contas tenham sido sujeitos a medidas em resposta a essa sinalização tenham à disposição um mecanismo adequado e transparente para recorrer e procurar reparação.

O código de conduta reforçado visa, ainda, aumentar a visibilidade de informação fiável de interesse público, avisando os utilizadores que interagiram com um conteúdo marcado como falso por `fact checkers`.

Tem iPhone ou iPad? Apple recomenda que faça atualização de segurança urgentemente

A Apple está a avisar os utilizadores dos seus iPhones e iPads que façam a mais recente atualização de segurança do iOS e do iPadOS, informando que foi feita a descoberta de uma vulnerabilidade de segurança que pode estar a ser “ativamente explorada” por hackers.

Tendo descoberto essa vulnerabilidade em algum dos seus aparelhos, a Apple disponibilizou as versões iOS 15.0.2 e iPadOS 15.0.2 dos sistemas operativos, notando que essa mesma vulnerabilidade está presente nos “iPhone 6s e mais recentes, iPad Pro (todos os modelos), iPad Air 2 e mais recentes, iPad 5.ª geração e mais recentes, iPad mini 4 e mais recentes e iPod Touch (7.ª geração)”.

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Em suma, o patch vem com as atualizações mais recentes da empresa para linhas de telefone e tablet, iOS 15.0.2 e iPadOS 15.0.2.

De acordo ainda com o comunicado da empresa, os hackers podem usar essa vulnerabilidade para executar código arbitrário com privilégios de kernel em dispositivos alvo – o que significa que eles serão essencialmente capazes de hackear seu telefone ou tablet e fazer o que quiserem com eles. Isso pode incluir coisas como injetar malware ou roubar seus dados.

De informar que a vulnerabilidade foi descoberta por um “investigador anónimo” mas, neste momento, não é claro em que consiste esta falha de segurança. Eles deram a designação CVE-2021-30883.