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Quinta-feira, Abril 23, 2026
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Epic Games pondera fazer um filme do popular jogo Fortnite

O jogo Fortnite atualmente é um dos videos-jogos mais populares do mundo, desde aquelas pessoas que já tiveram o prazer de jogar o mesmo, até a aquelas pessoas que só ouviram falar dele devido aos conflitos judiciais que este teve com a Apple.

Mas independente de como é que o Fortnite esteja na ‘boca’ das pessoas, segundo informações, a Epic Games, criadora do título, poderá mesmo criar um filme sobre o Fortnite.

A informação foi revelada pelo site The Information no princípio dessa semana,  onde o objectivo passaria então por transformar o conteúdo do jogo num filme através da criação de um novo sector de entretenimento.

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Para a direcção desse projecto, as notícias dão conta que 3 ex-executivos da Lucasfilm, e que foram contratados pela Epic Games no início deste ano, são os escolhidos. Entre eles conta o nome de Jason McGatlin, antigo vice-presidente de produção física no estúdio de Star Wars e que fez parte da produção executiva de todos os filmes mais recentes da popular saga. Atualmente, McGatlin é então presidente de ‘projetos especiais’ na Epic Games.

Os outros dois nomes são Lynn Bartsch, diretora de negócios, e Chris Furia, diretor financeiro de produção da criadora de jogos.

Para os especialistas, essa ideia da Epic Games em transformar o Fortnite em um filme é no sentido de se diversificar após o processo judicial com a Apple. O facto de o jogo ter sido banido da App Store, fragilizou os cofres da criadora que, assim, procura uma alternativa bastante ambiciosa e económica para perdurar o projecto.

De informar que segundo o que a redacção da Menos Fios apurou, ainda não se sabe se o filme do Fortnite chegará de facto quando, embora que algumas fontes ‘familiarizadas‘ com o assunto disseram ao The Information que, considerando os laços próximos entre a Epic Games com Hollywood, não será uma questão de ‘se‘, mas apenas de ‘quando‘.

Unitel já prepara infra-estruturas para o lançamento do serviço 5G no país

 

A Unitel está a preparar, desde Setembro deste ano, a sua infra-estrutura para o lançamento do serviço 5G e melhorar na oferta dos seus produtos, de acordo com a nota oficial da empresa e que chegou a redacção do Menos Fios.

A tecnologia 5G é uma rede de internet móvel com maior velocidade, de  até 10 gigabytes por segundo, com latência (atraso) de 10 ms (milissegundos), para downloads e uploads, dando uma cobertura mais ampla e conexões mais estáveis.

Ao apostar nessa tecnologia, a UNITEL quer usar o melhor espectro de rádio e permitir que mais aparelhos dos seus usuários têm acesso à internet móvel ao mesmo tempo, sendo que numa primeira fase estará mais disponível nos centros urbanos do país.

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Segundo a operadora de telefonia móvel nacional, para atender à crescente demanda pelos seus serviços e alinhada com a estratégia de melhoria contínua de acesso ao sinal e progressiva qualidade dos serviços prestados ao cliente, está nesse momento a realizar um conjunto de acções em Luanda, Benguela e Cuanza  Sul.

De acordo com UNITEL, este trabalho, em particular para Luanda, poderá afectar temporariamente a operacionalidade de serviços de voz e de dados nas zonas e Viana, Kilamba Kiaxi e Talatona, onde nesta primeira fase do  projecto, que vai até o final do ano, as intervenções estão a ser feitas no período das 8h30 às 18 horas.

Continua a operadora, estão a ser instalados equipamentos rádio de última geração para aumentar a oferta de serviços 3G, 4G e 4.5G, que vão contemplar mais de 400 locais com antenas da operadora. A instalação das mesmas teve início em Luanda, estendendo-se até ao final do ano, sendo que em Benguela e Cuanza-Sul ocorrerá apenas em Dezembro.

Apesar dos constrangimentos sujeitos ao processo, trata-se de uma acção que vai permitir consolidar a extensão dos serviços e preparar a infra-estrutura básica para o 5G“,continua a nota.

A UNITEL declara já ter investido mais de 25 milhões de dólares, no âmbito da inovação tecnológica e da transformação digital neste projecto.

ONU e a Vodafone pretendem conectar 3,4 bilhões de pessoas com smartphones até 2030

A Vodafone e a agência especializada das Nações Unidas em tecnologias de informação e comunicação, lançaram uma nova iniciativa para resolver o fosso digital global, com o objectivo de que mais 3,4 bilhões de pessoas possam ter a capacidade de acessar e usar a internet por meio de um smartphone até 2030. 

Dos 3,7 bilhões de pessoas que não estão conectadas à internet, 3,4 bilhões vivem dentro do alcance de redes móveis, mas actualmente não estão a acessar a internet, em parte devido à falta de posse de um smartphone.

Com as redes de banda larga móvel (4G) a cobrirem agora 82% da população dos Países de Renda Baixa e Média (LMICs), a lacuna de uso móvel é 6 vezes maior do que a lacuna de cobertura móvel. Em linha com as metas globais da Comissão de Banda Larga para 2025 sobre acessibilidade e conectividade, o novo Grupo de trabalho identificará políticas, intervenções comerciais e de economia circular para aumentar o acesso aos smartphones.

A promessa das Nações Unidas, do Vodafone Group Plc e da ITU de aumentar o acesso ao smartphone para 3,4 bilhões de pessoas em todo o mundo é oportuna e importante. Enquanto a Vodacom trabalha para conectar os próximos 100 milhões de africanos através da sua campanha “Africa.Connected”, onde esperam apoiar a ambição da Vodafone de garantir que ninguém seja excluído da economia digital global e possa ter acesso à educação, empregos públicos e financeiros Serviços.”

O smartphone é responsável por 86% das conexões com a internet nos LMICs, enfatizando a importância dos telemóveis na abordagem desse problema. Mesmo assim, bilhões de pessoas continuam a usar telefones com recursos menos inteligentes, sem uma conexão com a Internet, e o mercado 2G continua a crescer.

Isso significa que a exclusão digital está a aumentar à medida que a pandemia global acelerou o surgimento de sociedades digitais e os smartphones são cada vez mais uma porta de entrada essencial para acessar serviços públicos – incluindo educação e suporte médico – serviços financeiros, empregos e administração de empresas.

Nick Read, CEO do Grupo Vodafone, disse: “A Vodafone tem a honra de fazer parte desta monumental iniciativa global com a ONU, para melhorar a vida de bilhões de pessoas através do acesso por smartphone. Este é um desafio tão complexo que nenhum operador de rede, dispositivo fabricante, provedor de serviços financeiros ou governo nacional podem resolver por conta própria – mas trabalhando juntos podemos quebrar as barreiras. “

O Grupo de Trabalho da Comissão de Banda Larga produzirá um relatório e um conjunto de recomendações concretas, incluindo: 

  • análise original e dados sobre a lacuna de acesso do smartphone;
  • quantificação do impacto social e económico de fornecer a todos acesso por smartphone até 2030, incluindo avaliação da mudança de usuários com telefones 2G para smartphones 4G;
  • análise de iniciativas ou pilotos projectados para aumentar o acesso de smartphones. O Grupo Vodafone comprometeu-se a lançar dois projectos-piloto sobre a acessibilidade do dispositivo como parte deste processo.

Para coincidir com a criação do novo Grupo de Trabalho, a Vodafone, a Vodacom e a Safaricom publicaram também o segundo relatório Africa.Connected sobre a aceleração do 4G para a África Subsariana.

Nova funcionalidade do Twitter permite “remover sem bloquear“ um seguidor

Para os amantes da rede social Twitter, eis uma nova funcionalidade que já está disponível: “soft block”.

Essa funcionalidade vai servir para definir um tipo de bloqueio nas redes sociais mais “suave” do que o corte definitivo com determinada pessoa, e onde o Twitter propõe ao estender a possibilidade de remoção de seguidores a toda a comunidade.

Então, a partir de agora é possível remover um seguidor no Twitter sem bloquear o mesmo, segundo adianta a plataforma, em um twitter oficial: “Estamos a fazer com que seja mais fácil que seja o curador da sua própria lista de seguidores. Agora a testar na web: remover um seguidor sem bloqueá-lo.

Para tirar partido dessa nova funcionalidade, basta ir ao perfil e entrar no separador dedicado a seguidores. Depois, é só clicar no ícone das reticências e seleccionar a opção “Remover este seguidor”.

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Os seguidores que forem removidos através desta funcionalidade não serão informados disso e é também por isso que esta opção é conhecida como “soft block” – evita ferir susceptibilidades. Além disso, a pessoa removida continua a conseguir ver os conteúdos partilhados, mantém a possibilidade de enviar mensagens privadas e pode também seguir de novo o utilizador em questão.

Ministro das Telecomunicações reitera promoção de Angola a partir de conteúdos multimédia

A necessidade de aumentar a produção de conteúdos multimédia para a promoção da imagem do país dentro e no exterior foi algo reiterado pelo ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem.

O ministro falava na abertura do V° Conselho Consultivo Alargado da ANGOP, na manhã de hoje e com a presença da equipa da Menos Fios, e que decorre  com o foco no reforço da afirmação interna e externa.

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Segundo as palavras de Manuel Homem, o objectivo deve ser no aprimoramento do trabalho jornalístico investigativo, com intuito na produção de textos de qualidade substantiva e diversificados, capazes de abrir as portas para que as agências possa fazer receita.

O V° Conselho Consultivo Alargado da ANGOP começou hoje e vai até aos próximos três dias, onde os prelectores farão o balanço da execução das acções programadas durante o IV conselho e traçar estratégias para a melhoria da cobertura das eleições gerais, previstas para 2022, e das agendas diárias.

Criada em Julho de 1975, com a denominação Agência Nacional Angola Press (ANAP), no início, os seus trabalhos eram distribuídos sob a forma de boletim impresso, até que, a 30 de Outubro do mesmo ano, lançou o seu primeiro despacho telegráfico.

França anuncia investimento de €30 milhões às startups africanos

Emmanuel Macron, presidente da França, anunciou um investimento de €30 milhões nos próximos três anos para apoiar a iniciativa África Digital e programas que envolve as principais partes interessadas dentro do ecossistema de tecnologia de África, incluindo startups, programas de capitais de risco, incubadoras, parques tecnológicos e universidades.

Macron fez o anúncio durante a recém-realizada Nova Cúpula África-França em Montpellier, ao lado de membros da equipa Digital Africa que revelou novos programas.

Esses programas incluem o projecto Fuzé, que se concentra na África francófona e visa apoiar pelo menos 200 startups de tecnologia no início de 2022 com o lançamento de um novo fundo de pequeno porte (em etapas, de €10.000 a €200.000) sob a forma de empréstimos reembolsáveis.

A Digital Africa também uniu forças com a Make IT e com o governo alemão para criar o Talent4StartUps, um programa de bolsas criado para atender às necessidades de talentos que foram treinados em tecnologia digital e cujos beneficiários serão colocados em contacto com startups de recrutamento.

De forma mais ampla, a Digital Africa continuará a desenvolver as actividades não financeiras (produção de conhecimento, treinamento, networking, pesquisa e apoio para a evolução de estruturas regulatórias) enquanto terá a oportunidade de arrecadar fundos de outros doadores públicos ou privados.

A Digital Africa visa inovar em governança, com uma abordagem baseada em parcerias e rigorosa. O objectivo é refletir melhor a diversidade dos ecossistemas tecnológicos africanos, de uma perspectiva geográfica, garantindo que todas as principais regiões do continente estejam representadas, e de uma perspectiva de competências, reunindo empresários, mas também investidores, representantes de treinamento e pesquisa organizações, incubadoras e especialistas em política de inovação.

A Digital Africa anunciou um roadshow agendado para o final deste trimestre e irá parar em várias regiões africanas para fortalecer as conexões com os principais parceiros e actores nos ecossistemas africanos, promover os programas e convidar startups africanos a se candidatarem.

Angola recebe a 1° Conferência Internacional sobre Open Banking

Começa amanhã, e que dura dois dias, a 1° Conferência Internacional sobre Open Banking, em formato online, num evento realizado pela Tech21Africa,uma plataforma digital.

O evento tem como objectivo consciencializar e preparar a sociedade para os desafios e oportunidades da 4ª Revolução Industrial, tendo como plano de fundo os disruptores e visionários do sistema financeiro angolano.

De acordo com a nota de imprensa oficial do evento, e que chegou a redacção do Menos Fios, mostra que, entre vários assuntos, o evento vai analisar os desafios e oportunidades do Open Banking para o sistema financeiro nacional.

Serão abordados vários temas, como:

Abertura de serviços bancários: Open Banking e seus benefícios”,  “O papel da regulamentação em ambiente de Open Banking” e “Segurança cibernética e protecção de dados pessoais em ambiente de Open Banking”, segundo os prelectores do evento.

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O evento será prestigiado com a presença do Governador do Banco Nacional de Angola (BNA),  José de Lima Massano, que efectuará o discurso de abertura.

Eis alguns dos prelectores do evento
A Conferência Internacional sobre Open Banking reunirá vários seniores de bancos centrais, instituições bancárias e de serviços financeiros líderes, para discutir como implementar efectivamente o banco aberto (Open Banking), desbloquear o seu potencial e capitalizar as oportunidades de mercado que cria para o sector bancário.
Entre outras vantagens, a implementação do Open Banking garante: maior inclusão financeira, mais inovação no sistema financeiro, taxas e tarifas mais competitivas.

De avisar que o Open Banking é uma tendência que ganha cada vez mais força no mundo, pois confere maior competitividade e transparência entre os actores do sistema financeiro.

Através de um sistema bancário aberto, instituições como bancos e fintechs integram-se, permitindo que clientes compartilhem os seus dados com diferentes empresas para obter produtos e serviços inovadores e customizados.

Para comprar o seu bilhete, click aqui.

Divulgada as primeiras imagens do S22 Ultra, o próximo topo de gama da Samsung

Foi revelado as primeiras fotogradias do Galaxy S22, que será possivelmente o próximo smartphone topo de gama da Samsung, incluindo o mais avançado a nível de desempenho, isto é, o Galaxy S22 Ultra.

O Galaxy S22 ainda não foi lançado, mas o designer Waqar Khan partilhou imagens de um ‘concept’ do Galaxy S22 Ultra que pretende imaginar como será a versão final do dispositivo.

De informar que o ‘concept’ em questão é baseado apenas nos rumores que têm circulado, pelo que ainda teremos de esperar para saber como será realmente o Galaxy S22 Ultra quando chegar ao mercado.

MAIS: Samsung anuncia o Galaxy XCover 5, o novo smartphone para ambientes difíceis

Confira abaixo um vídeo deste ‘concept’.

Facebook pretende colocar toda a África online

O Facebook anunciou na quarta-feira uma série de novas tecnologias de conectividade que colocarão o continente africano online e melhorarão os projectos de infraestrutura existentes em África e em outros lugares.

Desde 2013, o Facebook Connectivity ajudou a trazer mais de 500 milhões de pessoas online para uma internet mais rápida e agora, a empresa tem como objectivo permitir conectividade acessível com as suas novas tecnologias emergentes.

“Vimos que as economias prosperam quando há uma internet amplamente acessível para indivíduos e empresas. Na Nigéria, o aumento da conectividade de banda larga resultou em um aumento de 7,8% na probabilidade de emprego para pessoas em áreas conectadas a cabos de fibra óptica ”, comenta Dan Rabinovitsj, vice-presidente de conectividade do Facebook.

MAIS: Facebook alarga cabo submarino para África e inclui ligação a Angola

“Enquanto o aumento da conectividade levou um aumento de 19 por cento no PIB per capita na República Democrática do Congo. O Facebook Connectivity trabalha com parceiros para desenvolver novas tecnologias de acesso à internet de alta velocidade. Hoje estamos a partilhar os mais recentes desenvolvimentos em algumas dessas tecnologias de conectividade, que visam fornecer grandes melhorias na capacidade da Internet em todo o mundo por mar, terra e ar ”, avança Dan Rabinovitsj.

Algumas das novas tecnologias de conectividade do Facebook incluem:

  • Investimento na melhoria dos cabos de fibra óptica submarinos e na expansão do seu alcance para conectar mais pessoas:

O Facebook e os seus parceiros lançaram recentemente o primeiro sistema de cabo submarino transatlântico de 24 pares de fibra que conectará a Europa aos Estados Unidos.

Este novo cabo oferece 200 vezes mais capacidade do que os cabos transatlânticos dos anos 2000 e baseia-se nas notícias recentes do Facebook sobre 2Africa Pearls , o cabo submarino que conecta África, Ásia e Europa e torna o sistema de cabos 2Africa o mais longo do mundo, com um capacidade de fornecer conectividade para até 3 bilhões de pessoas.

  • Usar a robótica para implantação de fibra mais rápida :

“Estamos a tornar a implantação de fibra significativamente mais económica por meio do Bombyx, um robô que pode escalar as linhas de energia de média tensão que já existem em grande parte do mundo e instalar fibra nelas. Hoje, o Bombyx é mais leve, rápido e ágil do que nosso design de primeira geração”, disse o Facebook em um comunicado.

O Facebook também está a tornar o Bombyx totalmente autônomo, usar sensores de visão de máquina para navegar melhor em torno de obstáculos. A Bombyx visa fazer a maior queda no custo de implantação de fibra terrestre, combinar as inovações nas áreas de robótica e design de cabos de fibra óptica para aumentar a quantidade de fibra terrestre em terra – sem a despesa de valas para colocar a fibra no subsolo.

  • Terragraph – Conexões de fibra pelo ar:

O Terragraph, uma solução sem fio que transmite conectividade semelhante à fibra pelo ar, já levou a internet de alta velocidade para mais de 6.500 residências em Anchorage, Alasca, e a implantação foi iniciada em Perth, Austrália.

O Facebook licencia o Terragraph gratuitamente para os fabricantes de equipamento original (OEMs). Até o momento, esses parceiros já enviaram mais de 30.000 unidades Terragraph para mais de 100 provedores de serviços e integradores de sistema em todo o mundo.

Python tira hegemonia de Java e C do topo de índice de popularidade

À medida que as novas tecnologias ganham popularidade, as suas linguagens de programação acompanham a fama, tornando-se os queridos dos programadores. A linguagem Python, que ganhou a sua popularidade com a inteligência artificial e o machine learning, chegou ao topo do Índice Tiobe de outubro, ultrapassou até então, as linguagens insuperáveis Java e C.

“Python, que começou como uma linguagem de script simples, como uma alternativa ao Perl, amadureceu. A sua facilidade de aprendizado, a sua grande quantidade de bibliotecas e seu uso difundido em todos os tipos de domínios a tornaram a linguagem de programação mais popular da actualidade”, escreveu Paul Jansen, chefe da Tiobe Software.

JavaScript, o padrão para desenvolvimento web front-end, está sempre no topo da lista do índice da RedMonk. Para Tiobe, o seu foco corporativo, viu Java e C dominarem nos últimos anos, mas Python tem se agarrado ao Java e agora o ultrapassou, destaca a publicação do ZDNet.

A linguagem Python também está a ganhar espaço, em parte, por causa da ascensão da ciência de dados e do seu ecossistema de bibliotecas de software de machine learning como NumPyPandas, TensorFlow, do Google, e PyTorch, do Facebook.

No entanto, a subida ao topo do ranking de Python ocorreu devido à queda de outras linguagens nas pesquisas.

A líder teve participação de 11,27% nas pesquisas e se manteve estável em relação a outubro de 2020, mas as suas concorrentes de pódio caíram. A linguagem C caiu 5,79% pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado, levou a uma participação de 11,16% em outubro de 2021. A Java, por sua vez, abriu caminho para Python com uma queda de 2,11 pontos percentuais, para 10,46%.

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As outras linguagens que ficaram entre as 10 primeiras no índice de outubro de 2021 da Tiobe incluíram C++, C#, Visual BasicJavaScriptSQL, PHP e linguagem Assemblyy. Também subiu em uma base anual e entre os 20 primeiros estão Go, projectado pelo Google, MATLAB e Fortran.

As classificações de Tiobe combinam com outros índices sobre a questão do JavaScript, no entanto, está alinhado com Python e Java como sendo as linguagens mais populares.

O Índice da comunidade de programação Tiobe é um indicador da popularidade das linguagens de programação, com foco corporativo, e actualizado mensalmente. As classificações são baseadas no número de engenheiros qualificados em todo o mundo, cursos e fornecedores terceirizados. Motores de busca populares como Google, Bing, Yahoo!Wikipedia, Amazon, YouTube e Baidu são usados ​​para calcular as classificações.