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Domingo, Abril 12, 2026
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Angola entre os novos países com acesso à Apple Music

A Apple anunciou esta terça-feira a expansão da Apple Music para mais 20 países, entre eles Angola, que passará a ter acesso aos aplicativos da marca e à música, entre outras funcionalidades.

A iniciativa da Apple é parte de uma expansão global dos serviços mais populares da empresa, com a App Store, Apple Arcade e iCloud disponíveis em mais 20 territórios a partir de hoje.

“Estamos muito satisfeitos em trazer muitos dos serviços mais amados da Apple para os usuários em mais países do que nunca”, disse Oliver Schusser, vice-presidente da Apple Music. “Esperamos que os nossos clientes possam descobrir os seus novos aplicativos, jogos, músicas e podcasts favoritos, enquanto continuamos a celebrar os melhores criadores, artistas e desenvolvedores do mundo”.

A partir desta terça-feira, a Apple Music, um programa que permite aceder a grande parte das músicas disponíveis a nível mundial, estará acessível para os clientes de 17 países africanos, entre os quais Angola e Moçambique.

Os preços da Apple Music nos novos territórios variam de US$ 2,99 por mês em mercados como Angola, Camarões e Zâmbia a US $ 10,99 por mês na Islândia. A Apple Music, com o seu catálogo de 60 milhões de músicas expandiu-se para os seguintes países e regiões:

  • África: Argélia, Angola, Benin, Chade, Libéria, Madagascar, Malawi, Mali, Mauritânia, Moçambique, Namíbia, República do Congo, Senegal, Seychelles, Serra Leoa, Tanzânia e Tunísia.
  • Ásia-Pacífico: Butão.
  • Europa: Croácia, Islândia e Macedônia do Norte.
  • América Latina e Caribe: Bahamas, Guiana, Jamaica, Montserrat, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname, Turks e Caicos e Uruguai.
  • Oriente Médio: Kuwait, Catar e Iêmen.

Os novos assinantes do Apple Music nos países adicionais podem desfrutar de uma avaliação gratuita de seis meses do serviço. Os usuários também terão acesso a especialistas em música de classe mundial, formadores de opinião e programas liderados por artistas de criadores mundialmente famosos.

Inquérito – Como a tecnologia pode ajudar no desenvolvimento infantil ?

Se tem uma criança em casa, em algum momento já deve ter se perguntado se ela está a se desenvolver a um ritmo semelhante ao das outras.

Segundo o estudo publicado pela revista The Lancet, uma das mais prestigiadas revistas de medicina do mundo, 43% das crianças de 0 à 5 anos, de países em desenvolvimento, podem apresentar perturbações no seu desenvolvimento.

Inquério - Desenvolvimento infantil

Então, se vive em Angola e quiser acompanhar e estimular o desenvolvimento dos seus filhos, sabe o que fazer ?

Devido ao COVID19 os hospitais estão a atender casos críticos e soluções tecnológicas são recomendadas.

E se a tecnologia pudesse ajudar a identificar e resolver problemas de desenvolvimento infantil?

Um Grupo de Trabalho composto por profissionais de saúde e tecnologia, elaborou um questionário com o objectivo de obter a percepção dos pais sobre a utilização de ferramentas digitais, capazes de os transformar em intervenientes activos no desenvolvimento dos seus filhos.

Para o preenchimento deste inquérito serão necessários aproximadamente 3 minutos.

China está a combater o COVID-19 atribuindo um código QR à cada cidadão

Actualmente vários países tem estado a usar meios tecnológicos para ajudar na disseminação de noticias sobre o coronavírus (COVID-19), bem como vários aplicativos para ajudar a combater a doença, e pelos vistos a China encontrou mais uma maneira para combater a doença.

Imagine a sua rotina diária totalmente dependente de um aplicativo para smartphone. Sair de casa, pegar o transporte público, ir trabalhar, entrar em cafés, restaurantes e shopping centers, cada movimento, ditado pela cor mostrada na tela. Verde: você é livre para prosseguir, já se apresentar Laranja ou Vermelho: você é impedido de entrar.

Essa é a realidade de centenas de milhões de pessoas na China desde o meio da crise do coronavírus, e ainda pode permanecer assim num futuro próximo, à medida que o país luta para se recuperar. Confiando na tecnologia móvel e no big data, o governo chinês usou um sistema de “código de saúde” baseado em cores para controlar os movimentos das pessoas e conter a disseminação do coronavírus. Os códigos de resposta rápida gerados automaticamente, geralmente abreviados para códigos QR, são atribuídos aos cidadãos como um indicador de seu status de saúde.

Como funciona?

O governo chinês pediu a ajuda dos dois gigantes da Internet do país – Alibaba e Tencent – para hospedar os sistemas de códigos de saúde em seus aplicativos populares para smartphones. O aplicativo de pagamento móvel da Alibaba, Alipay, e o aplicativo de mensagens da Tencent, Wechat, são omnipresentes na China, cada um usado por centenas de milhões de pessoas. A colocação dos códigos de integridade nessas plataformas significa acesso fácil para muitos.
Para obter um código de saúde, os cidadãos precisam preencher suas informações pessoais, incluindo nome, número de identidade nacional ou número de passaporte e número de telefone em uma página de inscrição. Eles são solicitados a relatar seu histórico de viagens e se entraram em contacto com algum paciente confirmado ou suspeito de COVID-19 nos últimos 14 dias. Eles também precisam marcar as caixas para quaisquer sintomas que possam ter: febre, fadiga, tosse seca, nariz entupido, nariz escorrendo, dor de garganta ou diarreia. Após as informações serem verificadas pelas autoridades, cada usuário receberá um código QR em vermelho, laranja ou verde.
Os usuários com um código vermelho precisam entrar em quarentena ou auto-quarentena por quatorze dias, os usuários com um código laranja ficam em quarentena por sete dias, enquanto os usuários com um código verde podem circular livremente pela cidade, de acordo com um comunicado divulgado pelas autoridades de Hangzhou.

MultiChoice Talent Factory apresenta cursos gratuitos

A MultiChoice Talent Factory (MTF) em parceria com o Instituto Dolby, um dos mais prestigiados do mundo, está com Angola neste momento em que é preciso ficar em casa, e por isso lançam mais um canal de aprendizagem gratuita online, os Webinários “Dolby Audio” em inglês. Esta série de webinários abrange um leque de tópicos tais como “Sound for video editors”, “Setting-Up a 5.1 Session & Mix environment”, “Dolby Atmos Content Creation” e outros tópicos de engenharia de som.

O primeiro dos 8 webinários decorrerá todas as quintas-feiras, teve início a 16 de Abril de 2020 das 13:00 às 14:00 CAT. A primeira sessão foca em “Script Analysis & Planning for 5.1 Productions” e é um dos quatros webinários orientado para todos os criadores de conteúdo, enquanto que os outros quatro webinários são mais técnicos e personalizados para vários engenheiros, editores de vídeo e integradores.

Como fornecedora líder de entretenimento audiovisual no continente, a MultiChoice reconhece a importância do som e do seu impacto para contar histórias africanas autênticas. Esta parceria com a Dolby beneficiará os contadores de histórias de todo o continente e apoiará o crescimento da indústria de entretenimento doméstico.

NOTA: A série de webinars será disponibilizada no portal no dia seguinte; Aceda a www.multichoicetalentfactory.com   para continuar a aprender.

WEBINAR PÚBILICO-ALVO DIA E HORA LINK
Script Analysis and Planning for 5.1 Production Todos os Criativos  16 de Abril de 2020 às 13:00 CAT  

 

 

 

 

www.multichoicetalentfactory.com

 

 

 

 

Location Recording Todos os Criativos 23 de Abril de 2020 às 13:00 CAT
Sound for Video Editors Video Editor & Mix Engineers 30 de Abril de 2020 às 13:00 CAT
Setting up a 5.1 Session & Mix Environment Mix Engineer 7 Maio 2020 às 13:00 CAT
Mixing for Creatives (Foley, fx, music) Todos os Criativos 14 Maio 2020 às 13:00 CAT
Mix and Deliverables Mix engineer 21 Maio 2020 às 13:00 CAT
Dolby Atmos Overview (All creatives) Todos os Criativos 28 Maio 2020 às 13:00 CAT
Dolby Atmos Content Creation (Content Creation Team) Mix engineer, System integrators 4 Junho 2020 às 13:00 CAT

É oficial: Apple anuncia a segunda geração do iPhone SE

A Apple anunciou nesta quarta, 15 de Abril, um novo iPhone de baixo custo. Baptizado de iPhone SE, o aparelho também é uma volta da empresa aos telemóveis de ecrã pequeno.

O aparelho por fora é praticamente um iPhone 8, sendo que a gigante de Cupertino optou por uma grande actualização de hardware para que os interessados possam ter um dispositivo compacto, com ecrã de 4,7 polegadas, o tradicional Touch ID, porém muito bem preparado para apps e jogos dos próximos anos.

A linha SE faz referência aos telemóveis “populares” da empresa – a última vez que um aparelho SE foi lançado foi em 2016, quando o design ainda fazia referência ao iPhone. Com design já conhecido, a principal novidade é o chip A13 Bionic, presente na família iPhone 11.

Conta, porém, com oponentes mais antigos e simples, como o sensor digital Touch ID, e conjunto de câmara de lente única de 12 MP – o iPhone 11 Pro conta com um sistema de três lentes. A câmara é uma grande angular com abertura f/1.8.

O novo iPhone SE pode ser uma boa opção para quem eventualmente de fato precisar de um novo aparelho e não queira gastar muito, para quem não se importa com as últimas tecnologias, mas não abra mão do iOS, como uma alternativa mais barata para pais darem a seus filhos e por aí vai.

O novo iPhone SE entrará em pré-venda nos Estados Unidos e outros países nesta sexta-feira (17/4), com previsão de entrega para o dia 22/4, e partirá de US$400 para um modelo de 64GB, disponível também em versões de 128GB (US$450) e 256GB (US$550). Ele será vendido nas cores branca, preta e vermelha — esta última, parte da campanha (PRODUCT)RED de combate ao HIV-SIDA em África mas agora também reunindo doações para a pandemia do Coronavírus (COVID-19), todas elas com a parte frontal preta.

Iniciativa #AfricaVsVirus procura as melhores ideias para combater os efeitos do COVID-19

O COVID-19 está a ter impacto negativo em todas ass nações. Todas as previsões para 2020 acabaram por ser deixadas de lado e agora o mundo vive em Estado de Emergência.

Mas, o que será que podemos fazer para diminuir o efeito negativo do COVID-19 em África?

Foi exactamente para responder a essa pergunta que a Iniciativa Emprego para Jovens em África do Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB) decidiu organizar o desafio #AfricaVsVirus , como uma oportunidade para criar soluções tecnológicas e não tecnológicas para enfrentar alguns dos desafios mais prementes criados pela pandemia do coronavírus.

Estamos a apelar aos cidadãos socialmente empenhados em todo o mundo, solucionadores de problemas, mentes criativas, especialistas em saúde, programadores, designers gráficos e webdesigners para se juntarem num processo de colaboração digital de 72 horas, a fim de trazer soluções inovadoras que abordem alguns dos desafios sociais e económicos colocados pelo coronavírus.

Serão seleccionadas as melhores soluções e serão totalmente implementadas com parceiros e doadores em África e em todo o mundo.

Como funciona o desafio?

O #AfricaVsVirus Challenge terá lugar de 17 a 19 de Abril de 2020, online. Os participantes terão 72 horas para colaborar em equipas e construir soluções para desafios específicos.

Está marcada uma sessão de arranque a 16 de Abril às 18:30 e terminará a 19 de Abril às 18:30 .

Mais detalhes sobre o concurso podem ser obtidos no site oficial.

Uma boa oportunidade para quem tem boas ideias para ajudar as pessoas mais necessitadas nesta fase, não perca essa chance.

Abaixo a lista inclui os 9 temas principais propostos para o Desafio, mas os concorrentes são livres de adicionarem outros tópicos:

  • Saúde pública e epidemiologia
  • Populações vulneráveis
  • Negócios & Economia
  • Comunidade
  • Educação
  • Entretenimento
  • Apoio governamental
  • Ambiente e Energia
  • Segurança alimentar
  • Outros

COVID-19: Lançado aplicativo que permite fazer auto-diagnóstico em Angola

Actualmente vários países têm adoptados medidas preventivas para evitar o maior contágio do coronavírus (COVID-19), quanto mais pessoas estiverem informadas e em isolamento social, menor probabilidade de contaminação. Para isso o jovem e estudante angolano  no curso de Ciências de Computação, Ravelino de Castro criou o aplicativo COVID-19 Ao API.

Trata-se do aplicativo web denominado “Covid-19 Ao Api” que permite o utilizador não só a fazer um auto diagnóstico da doença, como também ter acesso às informações credíveis sobre o número de casos positivos, suspeitos, recuperados e mortes causadas pela pandemia em Angola.

O aplicativo lançado nesta primeira semana de Abril, que também oferece dicas de prevenção recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os dados estatísticos do aplicativo dependem da comissão inter-ministerial de Angola, consumindo as informações directamente desta fonte que pertence ao governo da República de Angola, o aplicativo garante a veracidade das informações sobre o número de casos positivos, suspeitos, recuperados e mortes no país.

Quanto ao auto-diagnóstico é baseado em questões relacionadas aos sintomas da doença e não só, atribuindo uma probabilidade considerável ao resultado obtido no final do teste. O aplicativo está disponível em 4 línguas e pode ser usado em qualquer telemóvel, computador ou outro dispositivo com acesso a Internet. Caso queira testar o aplicativo clique aqui.

Huawei apresentou oficialmente o seu cartão de crédito

No terceiro trimestre de 2019 a Apple apresentou oficialmente o Apple Card, um cartão de crédito digital que funciona directamente no próprio iPhone, e parece que agora mais empresas começam a seguir a mesma linhagem.

Pois é, a Huawei apresentou oficialmente o seu cartão de crédito físico denominado “Huawei Card“, o cartão é fortemente apoiado digitalmente e vinculado ao Huawei Pay. Isso significa que os usuários provavelmente terão níveis semelhantes de flexibilidade, quando se trata de operar os aspectos virtuais do cartão. Mas, a maior parte disso já é tratada pelo Huawei Pay.

O novo e empolgante é o cartão físico da maior empresa chinesa , que funcionará por meio de um back-end da UnionPay para processar pagamentos. Também possui NFC para pagamentos sem contacto. Ao contrário do cartão da Apple, no entanto, o cartão da Huawei parece ter taxas anuais, como um cartão de crédito normal. Como bónus de adopção antecipada, a Huawei renunciará às referidas taxas pelo primeiro ano para todos os usuários

O desenvolvimento nessa frente tem sido bastante estagnado, então a Huawei poderia potencialmente obter alguma vantagem com o cartão Huawei. Dito isto, ainda não há informações oficiais sobre o momento de lançamento.

Netflix Party: Usuários podem ver séries juntos à distância

O coronavírus (COVID-19) causou o “distanciamento social”, deixando muitas pessoas com falta de todas as actividades em grupo com as quais estavam acostumadas, como assistir filmes com amigos. Mas parece que agora existe uma maneira de fazê-lo online, a Netflix Party, uma extensão do Chrome, permite assistir a filmes e series com seus amigos e conversar ao mesmo tempo.

Como é que funciona?

Para um grupo de amigos ter acesso ao Netflix Party, primeiramente cada um tem de aceder em contas separadas da Netflix. Escolha um filme ou programa para assistir, e o Netflix Party sincronizará a reprodução nas suas contas, para que todos assistam a mesma coisa ao mesmo tempo nas suas contas individuais. O Netflix Party inclui uma função de bate-papo por texto na lateral da tela (como o YouTube faz durante uma transmissão ao vivo), para que você e o seus amigos possam reagir e conversar em tempo real.

Como fazer download do Netflix Party?

  1. O primeiro passo é visitar o site netflixparty.com por meio de uma sessão o navegador Google Chrome;
  2. Na tela seguinte o usuário deve clicar em “Get Netflix Party for free”;
  3. A página será direccionada para o portal de extensões do Chrome. Basta accionar o botão “Add to Chrome”;
  4. Na sequência deve abrir um pop-up. Confirme a instalação, assim que ela for concluída um ícone com as iniciais NP, de cor cinzenta, vai aparecer na barra de ferramentas do browser.

WhatsApp impõe novo limite ao encaminhamento de mensagens

O aplicativo WhatsApp passa a limitar, a partir desta terça-feira (7), o encaminhamento de mensagens para apenas um contacto por vez. O limite passa a valer quando a mensagem for encaminhada cinco vezes ou mais, de acordo com a empresa.

A imposição deste limite tem o intuito de reduzir a velocidade com que a informação é disseminada através do WhatsApp e de tentar colocar os factos e a ficção em pé de igualdade. O WhatsApp informou também que passa a usar a sinalização de setas duplas para indicar que a mensagem recebida não foi criada por quem a enviou.

“Nas últimas semanas, muitas pessoas em todo o mundo também têm usado o WhatsApp para organizar homenagens aos profissionais de saúde que estão a trabalhar na linha de frente no combate à pandemia, por exemplo. Entretanto, temos visto um aumento significante na quantidade de mensagens encaminhadas que, de acordo com nossos usuários, podem contribuir para a disseminação de boatos e informações falsas. Acreditamos que é importante desacelerar a disseminação de mensagens encaminhadas para que o WhatsApp continue sendo um espaço seguro para conversas pessoais.”

O aplicativo trabalha junto a ONGs e governos, incluindo a Organização Mundial da Saúde, para ajudar a levar informações verídicas à sua plataforma de mensagens. Não é a primeira vez que o WhatsApp toma medidas para conter a disseminação de notícias falsas no seu aplicativo. Em janeiro de 2019, a plataforma estabeleceu um limite de encaminhamento de mensagens para cinco contactos por vez. Antes, eram permitidos 25 por vez.

“Acreditamos que agora, mais do que nunca, as pessoas precisam se conectar com privacidade. Continuamos trabalhando com bastante empenho para manter o WhatsApp funcionando com estabilidade durante essa crise mundial sem precedentes e continuaremos a ouvir suas sugestões e a aprimorar as maneiras pelas quais as pessoas compartilham momentos especiais no WhatsApp”.