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Empresa Exictos redefine estratégia e muda o nome para Asseco PST

A empresa tecnológica Exictos, que tem investido consideravelmente em Angola, acaba de assumir uma nova marca e uma nova identidade corporativa, passando a designar-se Asseco PST. A mudança de nome culmina o processo de integração e uniformização no Grupo Asseco, uma das maiores multinacionais de software, com presença em mais de 50 países e uma facturação global de 2 mil milhões de euros.

Em Fevereiro de 2018 a Exictos já tinha dado pistas sobre a mudança de nome, com o lançamento da Asseco Academy, Localizada no Talatona – uma academia de formação que tem como objectivo contribuir para o desenvolvimento do capital humano no país, através da formação e certificação de profissionais da área de tecnologias de informação ligados ao sector financeiro.

Principais Administradores da Asseco PST

Com o reforço da ligação ao Grupo Asseco, a tecnologia irá, em simultâneo, potenciar o alargamento da sua oferta de serviços ao nível de soluções de última geração a novas áreas. Especialista em soluções dirigidas maioritariamente ao setor financeiro, a Asseco PST (que sucede à Exictos) opera presentemente em oito países de três continentes, onde desenvolve serviços de Banking Consulting e serviços de IT Infrastructure, entre outros.

A escolha da sigla PST (Portuguese Speaking Territories) assume também um duplo significado. Por um lado, dá corpo à nova marca com a qual a empresa pretende continuar a afirmar-se em todos os mercados lusófonos onde já atua. Por outro, é um tributo à sua história de 30 anos e às suas origens madeirenses enquanto Promosoft.

“A experiência e o know how acumulados em três décadas fazem da companhia uma referência em sistemas de informação e obrigam-nos a estar focados na procura permanente da excelência, tanto no desenvolvimento de novos produtos tecnológicos como na prestação de uma gama variada de serviços, quer em mercados maduros quer emergentes”, afirma Daniel Araújo, CEO da Asseco PST.

Além da presença em Angola, onde actua desde 1990, a Asseco PST possui filiais em Moçambique, Cabo Verde e Portugal. Nos restantes mercados (São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Malta e Namíbia) faz deslocar regularmente gestores e técnicos às diversas geografias para acompanhar os projetos em curso.

Contando com cerca de 400 colaboradores, a empresa registou um volume de negócios consolidado de 41 milhões de dólares em 2017. Do seu portfólio de clientes fazem parte mais de 60 bancos, dos quais 23 em Angola, o que faz da Asseco PST uma das empresas líderes de mercado no espaço da língua portuguesa.

A entrada da multinacional de origem polaca no capital da empresa lusófona data de 2015. Além do setor bancário, o Grupo Asseco desenvolve também soluções para empresas de energia, telecomunicações, setor público e serviços de saúde. Com mais de 4.800 especialistas na área de R&D, num universo global de 24.000 colaboradores, o grupo investiu mais de 129 milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento em 2017. Um know-how de que a marca lusófona irá agora beneficiar.

Investimento em novas instalações em três geografias

O plano de crescimento da Asseco PST motivou igualmente a necessidade de mudança de instalações em Lisboa para um novo espaço com cerca de 2.200 metros quadrados e cerca de 260 postos de trabalho. O resultado foi o desenvolvimento de um espaço único, funcional, com várias zonas específicas diferenciadas e tecnologicamente avançado, em open space, possibilitando um ambiente ainda mais colaborativo.

Este investimento em novas infraestruturas é o terceiro realizado nos últimos 18 meses, depois da criação de um centro de desenvolvimento no Funchal, na ilha da Madeira, em meados de 2017, e da inauguração, em janeiro de 2018, de um novo escritório na Cidade Financeira, em Talatona, com cerca de 750 metros quadrados (mais do dobro do escritório anterior).

China: smartphone é o controle remoto da vida das pessoas

China é um país onde se faz tudo por smartphone. Com uma população de 1.3 biliões de habitantes, cerca de 710 milhões têm acesso à Intenet e 656 milhões utilizam smartfones.

Nas China as pessoas não precisaram primeiro passar pela utilização de PCs, logo passaram nos smartphones. Com o WeChat que permite que o usuário faça tudo de dentro do aplicativo. Ou seja, em vez de ter WhatsApp, Facebook, Uber, Airbnb, app de banco, etc, você usa apenas o WeChat.Hoje o WeChat faz todas as funções que os aplicativos citados acima fazem. Isso é só em termos de redes sociais, pois na realidade a plataforma tem mil e uma funções e com ele você pode fazer novos amigos, comprar e vender, receber e enviar dinheiro, fazer saque da sua conta bancária e tantas outras coisas tudo isso apenas com um smartphone.

A China é um exemplo do verdadeiro O2O, online to offline. Didi, por exemplo, o Uber chinês, tem postos de gasolina e oficinas para atender seus motoristas parceiros. Tujia, o Airbnb chinês tem sua própria rede de locais. A diferença é cultural: no Vale do Silício as empresas Internet ficam na camada online e deixam o offline para outros. Na China, pela competição feroz, verticalizam, para ser mais difícil de copiar.Os códigos QR, o encontro de desconhecidos e outras funções são replicadas em muitos aplicativos. A China segue uma tendência muito oposta à do ocidente: se por aqui a moda é desmontar apps em outros menores e mais específicos, por lá todo app agrega mais e mais funções.A lista de coisas que os chineses fazem através do aplicativo WeChat:

  • Pagar contas e gerir as suas contas bancárias.Pedir comida para entrega em casa (restaurantes e supermercados).Comprar desde roupas a ingressos de cinema.Pedir um táxi.Agendar consultas médicas.Postar em mídia social.Enviar dinheiro para amigos/fornecedores.Fazer check-in para voos.Ler as notícias de jornais e revistas.

O vídeo a seguir mostra exemplos fantásticos de uso de smartphones na China. E dá-nos uma realidade muito real. Todos pagamentos são via QR e smartphones, sem cartões de crédito ou mesmo dinheiro vivo. O nosso futuro? Talvez mais parecido com a China, com cada pessoa a usar o seu smartphone para realizar pagamentos.


Sites do governo do Gabão foram atacados pelo grupo Anonymous

Alguns anos atrás, o maior grupo de hackers e activistas do mundo denominado “Anonymous” atacou sites do governo Angolano, em protesto da libertação dos presos políticos, e liberdade de expressão, na operação OpLusofonia, LiberdadeJa.Agora o mesmo grupo voltou a atacar os sites do governo do Gabão, o referido grupo de hackers garante ter efectuado este ataque DDoS em protesto contra o governo do Gabão e especificamente contra a ditadura do presidente Ali Bongo.
O ataque de desfiguração e ataque DDoS nos sites do governo do Gabão não é a primeira actividade desse tipo do Anonymous em África. O grupo reivindicou a responsabilidade por ataques DDoS na África do Sul e no Zimbábue, bem como a desfiguração de sites relacionados ao governo nigeriano no passado.

Sites do governo que foram afectados:

http://www.gouvernement.ga/
http://assemblee-nationale.ga
http://energie.gouv.ga/http://fonction-publique.gouv.ga/
http://infrastructures.gouv.ga/
http://www.affaires-etrangeres.gouv.ga/
http://communication.gouv.ga/
http://www.forum.industries.gouv.ga/
http://www.equipement.gouv.ga/
http://www.education-nationale.gouv.ga/
http://www.defense-nationale.gouv.ga/http://consulat-france.ga/
http://finances.gouv.ga/
http://douanes.ga/
http://gouv.ga/
http://habitat.gouv.ga/
http://travail.gouv.ga/
http://www.agriculture.gouv.ga/
http://www.budget.gouv.ga/
http://www.affaires-sociales.gouv.ga/
http://www.economie.gouv.ga/
http://www.gabon-independance.ga/
http://www.interieur.gouv.ga/
http://www.mines.gouv.ga/
http://www.pme.gouv.ga/
https://mail.gouv.ga/
http://www.primature.gouv.ga/
https://mail.diplomatie.gouv.ga/
http://www.transports.gouv.ga/
http://www.justice.gouv.ga/
http://sgg.gouv.ga/
http://www.petrole.gouv.ga/
http://www.sante.gouv.ga/
http://www.commerce.gouv.ga/
http://fonction-publique.gouv.ga/
http://infrastructures.gouv.ga/
http://www.affaires-etrangeres.gouv.ga/
http://communication.gouv.ga/
http://www.forum.industries.gouv.ga/
http://www.equipement.gouv.ga/
http://www.education-nationale.gouv.ga/
http://www.defense-nationale.gouv.ga/
http://consulat-france.ga/http://finances.gouv.ga/
http://douanes.ga/
http://gouv.ga/
http://habitat.gouv.ga/
http://travail.gouv.ga/
http://www.agriculture.gouv.ga/
http://www.budget.gouv.ga/
http://www.affaires-sociales.gouv.ga/
http://www.economie.gouv.ga/
http://www.gabon-independance.ga/
http://www.interieur.gouv.ga/
http://www.mines.gouv.ga/
http://www.pme.gouv.ga/
https://mail.gouv.ga/
http://www.primature.gouv.ga/
https://mail.diplomatie.gouv.ga/
http://www.transports.gouv.ga/
http://www.justice.gouv.ga/
http://sgg.gouv.ga/
http://www.petrole.gouv.ga/
http://www.sante.gouv.ga/
http://www.commerce.gouv.ga/

Na lista dos site que foram afectados por este ataque, podemos verificar que todos ainda esão a rodar HTTP e não o HTTPS (seguro), demonstrando totalmente que os mesmos encontravam-se em risco de alguma maneira.

Sector das telecomunicações em Angola contribuiu com 1,76% para o PIB em 2017

A Balança de Pagamentos, divulgada pelo Banco Nacional de Angola, indica que o PIB em 2017 foi de 125,2 mil milhões USD. Cruzando os dados do Instituto Nacional de Estatísticas com os do BNA, Subtraindo os quase 2% correspondentes às telecomunicações e correios, em 2017, terão contribuído com 2,5 mil milhões USD para o PIB.As 17 empresas de telecomunicações a operar no mercado contribuíram com 1,76% para o Produto Interno Bruto em 2017, equivalente a aproximadamente ao valor acima referenciado. Os dados provisórios do INE divulgados na semana passada indicou a percentagem bem como o valor que os serviços de telecomunicações contribuíram para o Produto Interno Bruto (PIB).

O sector das telecomunicações é dos maiores motores da economia e dos mais lucrativos da actividade económica.O Instituto Nacional de Estatística demonstra que o sector das telecomunicações registou um crescimento vigoroso em 2009, 2011 e 2013, sendo que nos anos subsequente, a par de boa parte da actividade económica em Angola, o crescimento foi moderado ou negativo, principalmente em 2015 e 2016, anos em que cresceu menos 0,25% e 5% respectivamente. De acordo com o INE, em 2016, face ao crescimento negativo da actividade económica, o PIB também registou uma variação negativa de 2,58% e 0,15% em 2017 respectivamente.É importante ainda salientar que, o sector de extracção e refinação de petróleo e o sector de comércio geral continuam a ter o maior peso na contribuição para a riqueza nacional, revelando, assim, que a diversificação económica continua uma miragem.

Com base nos dados do INE, em 2017 o sector petrolífero contribuiu com 20,93% do PIB, o comércio 17,91% e a construção 13,61%. Os outros sectores da actividade económica tiveram um contributo abaixo de dois dígitos para o Produto Interno Bruto.

Amazon vai alocar seus Data Centers na África do Sul

Recentemente surgiu a informação dando garantias de que, a Microsoft vai construir dois Data Centers na África do Sul. Mas parece que mais uma gigante do mundo da tecnologia está de olho neste pais africano. Pois é, Amazon está a planear alocar seus primeiros data centers no continente africano.

Esses primeiros data centers da Amazon Web Services (AWS), plataforma de serviços em nuvem da Amazon.com que oferece capacidade de computação, armazenamento de banco de dados, entrega de conteúdo e outras funcionalidades para ajudar as empresas a crescer, esses data centers estarão localizados na África do Sul e terão como objectivo atender às organizações , startups e empresas na África-Subsariana.

Benefícios dos data centers hospedados localmente

Como a Amazon também reconhece, um dos principais benefícios de se ter data centers no país é que as organizações poderão fornecer conexões com menor latência aos usuários finais. Outro benefício importante está relacionado à questão da soberania de dados.

A Amazon também garantiu aos clientes sul africanos que, o conteúdo e os dados armazenados nos data centers da AWS não serão removidos do país sem o seu consentimento.

A única desvantagem potencial desse anúncio é que ele poderia potencialmente consumir a participação de mercado de várias startups locais que começaram nos últimos anos e oferecem serviços similares aos oferecidos pela AWS. No entanto, com seu conhecimento dos mercados locais, talvez as startups possam se manter e talvez até se tornar parceiras da Amazon em suas respectivas regiões.

Gmail atinge 1,5 mil milhões de utilizadores ativos

A Google está cada vez mais forte no seu ecossistema de serviços. A cada dia vemos novas actualizações para estes pedaços de software que os tornam ainda mais úteis no nosso quotidiano. Um desses casos é, sem dúvida, o Gmail.

A equipa do Gmail partilhou orgulhosamente a informação da chegada à marca dos 1,5 mil milhões de utilizadores ativos no serviço. Criado em 2004, o Gmail revolucionou os serviços de e-mail existentes ao oferecer, logo de cara, 1 GB de espaço gratuito — coisa que ninguém mais fazia na época.

No entretanto, o Gmail chegou aos dispositivos móveis em 2006. Passados seis anos desse marco, eram já 425 milhões os utilizadores que faziam uso do Gmail da Google para a sua correspondência electrónica. O Gmail cada vez abarca mais utilizadores e tornou-se numa ferramenta muito completa que extrapola as fronteiras do correio electrónico. 

Os dados estatísticos conhecidos referem que o serviço de correio eletrónico da Google tem uma quota de mais de 20% do mercado global. Cerca de 75% destes utilizadores usam o serviço com recurso às apps móveis nos seus smartphones e tablets. A rápida resposta desta ferramenta tornou simples a tarefa de receber e enviar correio electrónico.

Appy Saúde de regresso à Web Summit para representar Angola

A Appy Saúde regressa à Web Summit 2018 depois de ter participado deste grande evento em 2017, fazendo assim parte das 25 startups africanas, entre as quais, 4 angolanas, a participar neste certame.

A Web Summit começou como uma ideia simples em 2010: “vamos conectar a comunidade de tecnologia a todos os sectores, antigos e novos”, entretanto até o ano corrente o evento cresceu e se tornou a “maior conferência de tecnologia do mundo”.


(Appy Team na Web Summit 2017)

Destacam-se 5 startups africanas (BETA ou GROWTH), e dentro dessas, a Appy Saúde, disponibilizando os seus serviços pela aplicação móvel (Google Play Store e App Store) e o seu website (www.appysaude.co.ao), tem como meta principal, contribuir num acesso mais eficiente à saúde em África, através de tecnologias digitais. Lançada em Angola, seu país de origem, a Appy Saúde tem estado a conquistar o mercado, conectando médicos, farmacêuticos e pacientes, numa única plataforma. Único e inovador!

Dentro dos seus mais variados serviços, a startup de saúde, dará destaque a disponibilidade de Medicamentos em tempo real e ao Sistema de Marcação de Consultas Online, lançado recentemente o seu primeiro teste para um público fechado, será agora apresentado nesta cimeira tecnológica.

A Appy Saúde foi desenvolvida a pensar nos desafios mais urgentes do continente para melhorar a saúde, e já resolve um dos desafios apontados no Relatório de Saúde Regional Africano 2014 da OMS – A saúde das pessoas: o acesso a medicamentos essenciais (informação sobre medicamentos, preço e disponibilidade).

Uma empresa focada em continuar a oferecer serviços para que os seus mais de 30.000 usuários interajam com os provedores de saúde de maneira transparente e eficiente, a Appy Saúde estabeleceu uma parceria com a maior operadora de telefonia móvel do país, a Unitel, que permite aos mais de 12 milhões de usuários da rede usufruírem dos serviços da Appy Saúde sem gastarem saldo de dados. Outro marco a ser destacado na Web Summit 2018.

Web Summit em Números

Segundo a organização, na segunda edição do evento em Portugal, em 2017, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, 2.00 startups, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas e, este ano, a organização espera chegar às 70 mil.

Web Summit 2017
 
Participantes
59.115
Países de origem
170
Bilhetes à jovens de 16-23 anos
12.000
Investidores
1.400
Oradores
1.200
Conferências
25
Jornalistas a cobrir o evento
2.500
Startups
2.000

Número de Participantes no Web Summmit

Anunciados os finalistas do Apps Africa Awards 2018

A lista final para o quarto prémio de inovação Apps Africa Awards foi anunciada. Os prémios celebram o melhor em tecnologia móvel de toda a África, os vencedores serão anunciados na Cidade do Cabo em 12 de Novembro de 2018.

Os prémios anuais atraíram mais de 300 participantes de 39 países, com soluções lançadas em todos os 54 mercados africanos por empresas em fase de arranque, empreendimentos estabelecidos e empresas já em funcionamentos. Não surpreendentemente, a maioria das inscrições foram recebidas da Nigéria, África do Sul, Quénia, no entanto muitas entradas também foram recebidas de mercados menores, incluindo Malawi, São Tomé e Príncipe, Mauritânia e Libéria, Angola participará com app BAYQI, aplicações que ilustraram o crescimento da inovação em todo o continente.

Os prémios apoiados pela Uber, JET8¸ Syntonic e Mobile Monday South Africa (MOMO) proporcionam aos vencedores reconhecimento da indústria, publicidade global e networking. Os vencedores da categoria também são convidados para o  Africa Tech Summit Kigali 2019  para se juntar a mais de 400 líderes de tecnologia de todo o continente.

As inscrições para as 14 categorias foram avaliadas e julgadas por um painel independente de especialistas do sector, incluindo mídia, investidores e líderes do ecossistema de tecnologia. Segue abaixo as aplicações participantes:

  • AgriTech

Aerobotics (África do Sul), Farmcrowdy para Farmcrowdy App (Nigéria), Kitovu (Nigéria), Tractor TROTRO (Gana) e Wefarm (Quénia) 

  • Prémio Blockchain

Custos Media Technologies para Custos (África do Sul), Fintech Ltd para Carteira Intercambista Descentralizada e Câmbio (Camarões), Savannah para GoomCash (Mauritânia) e SovTech para o Projeto UBU (África do Sul)

  • Melhor aplicativo africano

Farmcrowdy para Farmcrowdy App (Nigéria), Fedgroup para Fedgroup Impact Farming (África do Sul), Inzone Adlink para Hey Jude App (África do Sul), biNu Africa para Moya Messenger (África do Sul) e SafeBoda (Nigéria)

  • Prémio Africano em Mudança

Medixus (Quênia), Orange para Get My App (RDC), RippleNami (Quénia), Flutterwave (Nigéria) e Vanu, Inc (Ruanda / Zâmbia)

  • Inovação revolucionária

Grupo BACE (Gana), Fedgrupo para o Fedgroup Impact Farming (África do Sul), minoHealth (Gana), NALA para NALA App (Tanzânia) e Zuoix para ZOOMED (Camarões)

  • EdTech

BeBlocky (Etiópia), Ever Africa para Xander Educational Apps (África do Sul), Kytabu (Quénia), Snapplify (África do Sul) e WeThinkCode_ (África do Sul)

  • Solução Empresarial

Kobo360 (Nigéria), Clickatell para WhatsApp Chat Banking (África do Sul), Digemy para Digemy Knowledge Partner (África do Sul), Kasi Eats (África do Sul), Kirusa para Kirusa Connect (Gana)

  • FinTech

Clickatell para WhatsApp Chat Banking (África do Sul), Flutterwave (Nigéria), NALA para NALA App (Tanzânia), OKO (Mali) e Paylater (Nigéria)

  • HealthTech

Círculo de Baobab para Afya Pap (Quénia), Flare for Flare: Lá em um piscar de olhos (Quênia), MOBicure para myPaddi (Nigéria), Vodacom para Vodacom Mum e Baby (África do Sul) e WellaHealth (Nigéria)

  • IoT

CypressV para Smart Switch (Nigéria), Hope Tech Plus para o Sexto Sentido (Quénia), Hydrologistics Africa (Quênia), Rydwith (África do Sul) e Visiosoft (África do Sul)

  • eCommerce

BAYQI (Angola), Denkim Insurance (Quénia), Orange para Orange Data Management Program (Egito), Travelstart para Flapp (África do Sul) e WayaWaya para WayaWaya Social Payments (Quénia)

  • Mobilidade e Transporte

Flx (África do Sul), LÜLA (África do Sul), UGABUS Inc (Uganda), Yego Innovision (Ruanda) e Zuoix para ZOOMED (Camarões).

  • Mídia e Entretenimento

OGLE Digital Media para o OGLE Content Hotspots de download (África do Sul), Publiserer (Nigéria), Qene Technologies para Kukulu Game (Etiópia), Taza PLC para Eventos Etiópia (Etiópia) e Vodacom para Vodacom Music! (África do Sul).

  • Impacto social

All-Farmers-Online (Nigéria), Farmcrowdy App (Nigéria), MOBicure para myPaddi (Nigéria), ScholarX Inc. para ScholarX (Nigéria) e WeThinkCode_ (África do Sul).

Tanzânia recebe a quarta edição do Seedstars Africa Summit

Seedstars World, a maior competição mundial de startups focada exclusivamente em mercados emergentes, organiza a quarta edição da Seedstars Africa Summit, este ano em Dar es Salaam, Tanzânia, de 11 a 13 de Dezembro.

O objectivo é criar pontes entre os diferentes ecossistemas da região e seus principais intervenientes, para promover a tecnologia e o empreendedorismo como alavancas de mudança e desenvolvimento em África. Angola será representada pela Kubinga, startup vencedora da edição 2018 do Seedstars Africa.

Os bilhetes podem ser adquiridos aqui, com descontos até 15 de Novembro!

A Seedstars Africa Summit terá três dias de duração e arranca com o Seedstars Growth Bootcamp, uma oportunidade para as startups participantes aprenderem com os mentores mais relevantes de áreas diversas (growth hacking, inbound marketing e preparação para fundraising são apenas alguns exemplos). O dia 12 dará lugar ao Fórum do Investidor, com reuniões individuais entre os empreendedores (vencedores das edições locais da Seedstars World em África em 2018) e os mais relevantes investidores do sector. No mesmo dia, a Seedstars fará uma visita guiada ao ecossistema local (participação reservada a convidados), durante a qual será possível conhecer os empreendedores e organizações que influenciam e lideram o crescimento da chamada “Silicon Dar”.

O ponto alto da cimeira será a Conferência, no dia 13. O palco principal receberá então os pitch das startups vencedoras dos diferentes eventos da região e os oradores internacionais convidados. Haverá ainda tempo para momentos de networking, com o objectivo de ligar os mais marcantes players da inovação em África, obter uma visão concreta do estado da tecnologia e do empreendedorismo no continente e operar uma mudança positiva na narrativa Africana, em  específico.

Em 2017, conseguimos reunir mais de 400 participantes, entre empreendedores, corporações, investidores, mentores e entidades governamentais. Organizámos cerca de 232 encontros privados entre startups, mentores e investidores e o feedback que recebemos de todos foi francamente positivo. Este ano, planeamos oferecer uma experiência única, marcada pela prática, pela experiência real de quem está, neste momento, a liderar o caminho para a mudança e a inovação, a mais de 500 participantes!”, diz Claudia Makadristo, Directora Regional para a Seedstars em África.

O Summit é também a ocasião perfeita para os intervenientes travarem conhecimento com práticas internacionais e aprenderem uns com os outros num ambiente informal e descontraído. O Seedstars Expansion Program, organizado em parceria com o Gabinete para os Assuntos Económicos e a Inovação (SPEI) do Cantão de Vaud (Suíça), em colaboração com o Innovaud, a CVCI e a Lausanne Région, presta apoio a startups de Vaud, para que possam implementar a sua expansão em economias de rápido crescimento.

Experiencia internacional

Este ano, o programa trará ao Seedstars África Summit três startups suíças que usufruirão da oportunidade de trocar experiências, fazer contactos valiosos e conhecer, em primeira mão,  o que estão as startups africanas a fazer para crescer nos seus mercados e projectar-se a nível global. Desta forma, poderão ajustar expectativas e planear o seu futuro em termos de investimento na região.

WhatsApp agora permite o envio de stickers

WhatsApp agora permite o envio dos famosos stickers, nas mensagens dentro do aplicativo. Os usuários já estão a receber a novidade juntamente com a mais recente actualização.

O WhatsApp apresentou a novidade no seu blog, e nas próximas semanas todos os usuários poderão trocar, além de gifs e emojis, os stickers com familiares e amigos.

São pelo menos 12 pacotes de stickers, mas é possível adicionar outros. O WhatsApp ressalta que qualquer pessoa pode elaborar stickers (se tiver os conhecimentos necessários, é lógico) e, posteriormente, disponibilizá-los via Play Store, por exemplo.

Para encontrar os stickers, basta clicar na caixa de mensagens e no ícone ao lado. Depois, é só seleccionar a figura desejada e ela será enviada automaticamente. Para fazer download de outras imagens, clique no “+” e depois no ícone com a seta para baixo. É só clicar em “transferir” e logo aparecerá nas suas figuras.

Para conferir se os stickers já chegaram para você, é preciso actualizar o programa para a última versão na Google Play Store ou na App Store. A opção fica logo ao lado do ícone de GIF