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Sábado, Abril 25, 2026
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5G deverá alcançar Mil milhões de pessoas conectadas até ao final do ano

A Ericsson, empresa de enorme relevância no setor das telecomunicações, avançou com uma informação importante no seu último relatório de mobilidade que, até ao final de 2022, existirão mil milhões de pessoas que pagam serviços de internet sem fios ligadas por 5G.

Apesar de ainda estar muito longe dos valores alcançados pelo 4G, a empresa prevê que este padrão esteja prestes a atingir o seu pico de utilizadores. De notar que o 4G ganhou em 2022 cerca de 5 mil milhões de novos assinantes. Após atingir o número máximo de utilizadores, a porta estará aberta para o 5G conquistar o mercado.

Apesar desta previsão de aumento de utilizadores no acesso a uma rede móvel mais rápida, a verdade é que as previsões apontam para um aumento dos preços das subscrições associadas.

Por exemplo, na América do Norte, onde as operadoras declararam a supremacia do 5G nos últimos três anos, cerca de 35% dos assinantes móveis terão acesso a esta rede móvel no final de 2022. Além disso, o 5G de banda média está agora a atingir 80% da população dos EUA.

MAIS: 5G vai chegar a 1,2 mil milhões de equipamentos até ao final de 2022

O relatório da Ericsson, os preços mais altos do 5G são praticados essencialmente na Europa Ocidental, onde é comum ver planos sem fio divididos em diferentes níveis de velocidade. Além disso, das operadoras que oferecem 5G a nível global, “há 25% que cobram um valor extra pelo 5G, em relação ao serviço 4G, com um preço médio premium de cerca de 40%”.

Muitos governos em toda a África tem sido incrivelmente otimistas sobre os avanços tecnológicos serem a chave para puxar os africanos do espaço em desenvolvimento para o desenvolvido. Uma dessas tecnologias emergentes com muito peso e ênfase é a tecnologia 5G. Alguns analistas preveem que o 5G pode adicionar USD 2,2 trilhões à economia de África até 2034.

No entanto, os países em todo o continente está a lutar para lançar a nova tecnologia devido aos desafios de infraestrutura, problemas de adoção, natureza cara da tecnologia e dos dispositivos necessários para utilizá-la e até mesmo preocupações de segurança em torno do 5G.

Muitos países africanos estão actualmente a testar o 5G como é o caso de Angola, por via da operadora Unitel e alguns lançaram com sucesso a tecnologia de natureza comercial.

TikTok banido de telemóveis oficiais em estado nos EUA

Sector de petróleo e gás em Angola com baixo nível de literacia digital

Há uma clara ausência de infraestruturas de telecomunicações e de tecnologias de informação nas indústrias de petróleo gás, o que representa pouca segurança e plataformas robustas para aumentar a produtividade das empresas nacionais.

Essa informação foi revelada pela Presidente do Conselho Executivo (PCE) da MSTelecom, Felisberta de Jesus, falando à margem da Conferência de Telecomunicações e Inovações, que aconteceu na última semana em Luanda.

Na sua abordagem, e para exemplificar, a PCE informou que nos seus 23 anos de existência, a MSTelecom investiu cerca de 30 milhões de dólares em fibra óptica em todo o território do país, e onde nos próximos tempos prevê aumentar a produtividade das empresas no sector de petróleo e gás.

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Tendo como base a investigação feita pela consultora McKinsey, sobre a maturidade digital, a Indústria de Petróleo e Gás, Felisberta de Jesus frisa que Angola ainda apresenta um nível de maturidade muito abaixo em relação às outras indústrias.

Os “grandes desafios” atuais das empresas do sector foi algo que mereceu destaque nas declarações da PCE, sublinhando a falta de infraestruturas de telecomunicações e tecnologias de informação, segurança da informação e a busca de soluções e plataformas que possam aumentar a produtividade das suas equipas.

Segundo ainda Felisberta de Jesus, a transformação digital joga um papel importante no desenvolvimento do sector de petróleo e gás, uma vez que o sector exige que se tenha tecnologias para melhorar a produtividade das empresas ao longo do tempo.

Por fim, reiterou que a MSTelecom, na qualidade de novo operador de transformação digital, traz soluções e aplicações que ajudam na produtividade das empresas, bem como desenvolve aplicações a medida visando um melhor relacionamento com os seus parceiros e clientes.

Eis as 10 músicas mais ouvidas de 2022 na Apple Music

É com o final do ano a aproximar-se que os serviços de streaming começam a revelar os conteúdos mais vistos de 2022 e, naturalmente, a Apple Music não é exceção. O serviço de streaming da Apple desvendou as músicas mais ouvidas do ano em todo o mundo e, naturalmente, poderá encontrar toda a espécie de ‘hits’.

Além de artistas incontornáveis do ano como é o caso de Harry Styles, Jack Harlow, Adele e Kodak Black, também estão incluídos alguns temas que encontraram sucesso em aplicações como o TikTok – como é o caso da artista Gayle e do tema ‘abcdefu’.

A Apple Music tem atualmente uma ‘playlist’ com as cem músicas mais ouvidas de 2022, mas, entretanto, pode ver abaixo a lista dos temas mais ouvidos deste ano.

MAIS: TikTok vai lançar novo rival do Spotify e do Apple Music

1. The Kid Laroi & Justin Bieber – ‘STAY’

2. Harry Styles – ‘As it Was’

3. Future with Drake & Tems – ‘Wait for U’

4. Kodak Black – ‘Super Gremlin’

5. Adele – ‘Easy on Me’

6. Glass Animals – ‘Heat Waves’

7. Elton John & Dua Lipa – ‘Cold Heart’ (PNAU Remix)

8. Jack Harlow – ‘First Class’

9. Bad Bunny & Chencho Corleone – ‘Me Porto Bonito’

10. GAYLE – abcdefu’

Twitter suspende Kayne West por incitação à violência, anunciou Elon Musk

O Twitter suspendeu hoje a conta do ‘rapper’ norte-americano Kanye West por “incitação à violência”, anunciou o proprietário da rede social, Elon Musk.

A decisão foi tomada na sequência da publicação de uma imagem do símbolo nazi, uma suástica, entrelaçado com uma estrela de David, um símbolo judaico.

MAIS: Elon Musk quer aumentar limite de caracteres no Twitter

“Apenas para esclarecer que a conta [de West] foi suspensa por incitação à violência”, indicou Musk, em resposta à imagem divulgada pelo ‘rapper’, cada vez mais isolado após  recentes declarações antissemitas e da admiração expressa por Hitler.

Africell chega a Benguela nesta sexta-feira

A partir do dia de hoje, 2 de dezembro, os cidadãos da província de Benguela já podem usufruir todos os serviços da quarta operadora móvel em Angola, Africell, com a ativação das suas instalações de redes de infraestruturas para gerir as operações na província, com destaque para os municípios do Lobito, Benguela e Baía Farta.

Essa expansão de serviço da operadora de telecomunicações em Benguela vem oito meses após ter iniciado as suas operações em Angola, propriamente em Luanda, e cinco meses de atraso, visto que o plano inicial era chegar à província referenciada até junho, mas de acordo com informações da empresa problemas pontuais terão atrasado o cumprimento do calendário.

MAIS: Africell com cinco milhões de clientes em Angola desde o início das operações

Segundo as informações que chegaram a redação da MenosFios, o plano é que até ao primeiro trimestre de 2023 estender o sinal da operadora às províncias da HuílaHuambo e Cabinda e depois, faseadamente, chegar às restantes localidades do país.

De informar ainda que a Africell tinha revelado que indisponibilidade de roaming no país é um dos principais motivos que faz com que não conseguisse melhorar os serviços e expandir a sua infraestrutura de telecomunicações nas restantes províncias, a par da capital do país, Luanda.

Nacionalização da Unitel não afetou gestão operacional da empresa, ressalta Diretor-Geral

O facto de a Unitel ser uma empresa que vai sofrer uma “nacionalização” é uma situação que não teve impacto na gestão operacional da empresa, segundo o Diretor-Geral da operadora, Miguel Geraldes.

A questão da nacionalização não é tema (…) os acionistas são os mesmos. Portanto, não há uma alteração no seu contexto (…) essa é uma questão das autoridades e que não impacta na operação que continua exactamente como ele estava“, disse Miguel Geraldes,  em declarações à Lusa.

Miguel Geraldes, falando na V Conferência sobre Transformação Digital: Telecomunicações, Digitalização e Inclusão Financeira, recusou dar explicações sobre o concurso público para encontrar novos accionistas para a Unitel, mas reiterando que a gestão operacional da operadora está a “decorrer na normalidade”.

Essa é uma questão (concurso público) do nível acionista, eu só posso referir-me à questão da gestão e o que disse é que a alteração da nacionalização não fez qualquer impacto no nosso dia a dia, na gestão operacional, tudo o resto não nos compete a nós dizer” declarou.

MAIS: UNITEL vai bloquear números dos clientes envolvidos em burlas eletrónicas

Quanto as queixas de Isabel dos Santos, que alegou o processo da nacionalização da operadora como “um roubo”, o Diretor-Geral voltou também a não tecer palavras sobre o assunto.

De informar que muito recentemente o Governo Angolano, na pessoa do Presidente da República, apropriou, por via de nacionalização, a participação detida pela VIDATEL LIMITED no capital social da UNITEL SA, correspondente a 25% do capital social.

Segundo a nota presidencial, o Estado Angolano agora é o dono das ações da UNITEL, “independentemente de quaisquer formalidades, livres de quaisquer ónus ou encargos, sendo oponíveis a terceiros após o registo“, informa o comunicado.

Angola acaba de assumir a gestão do Angosat-2

A sensivelmente três meses (12 de outubro de 2022), foi oficialmente lançado o primeiro satélite angolano, denominado “Angosat-2”. Conforme previsto, foi cumprida a fase de separação do satélite, os testes de verificação da sua funcionalidade, que segundo os planos, poderia acontecer num período variável entre 60 e 90 dias.

Estando efetivamente cumprido esse prazo, o  ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário de Oliveira, anunciou esta quinta-feira, em Luanda, que Angola já assumiu, definitivamente, a gestão do satélite Angosat-2.

Segundo o governante, que falava no seminário de apresentação do Programa Espacial Nacional “valências e benefícios”, os últimos testes em órbita do Angosat-2 “terminaram com sucesso”. Afirmou que o projeto Angosat-2 está pronto para fornecer serviços de comunicação aos clientes, já que foram assinados os testes de aceitação que validam a condição técnica-operacional do mesmo.

Características do AngoSat-2

O Angosat-2, um satélite de comunicação angolano que opera na órbita geoestacionária, foi construído pela empresa Information Satellite Systems Reshetnev (ISS Reshetnev). É composto de dois módulos, nomeadamente a plataforma Express 1000 e a carga útil, tendo este último sido da responsabilidade da Airbus Defence and Space. Com vida útil de prevista de 15 anos, o Angosat-2 é um dos projetos do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), órgão afeto ao Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social.

Quer aprimorar a sua literacia digital? Candidate-se às bolsas Skills for Jobs da Microsoft e LinkedIn

A Microsoft e LinkedIn anunciam o próximo passo no programa Skills for Jobs, com a disponibilização gratuita de 350 novos cursos e seis novos Certificados Career Essentials para seis dos empregos mais procurados na economia digital.

Em nota oficial, é referido que as duas empresas irão oferecer, também, 50 mil bolsas de estudo LinkedIn Learning para apoiar as pessoas na capacitação digital. Até 2025, a Microsoft pretende ajudar a capacitar e certificar 10 milhões de pessoas em competências digitais.

Este lançamento surge no contexto da Global Skills Initiative, que ajudou 80 milhões de pessoas na procura de emprego em todo o mundo através do acesso a recursos de competências digitais.

Através de dados do LinkedIn e do Burning Glass Institute, a Microsoft determinou seis das funções com maior procura a nível global:

  • Profissional Administrativo
  • Gestor de Projetos
  • Analista Comercial
  • Administrador de Sistemas
  • Programador de Software
  • Analista de Dados.

Os novos cursos e certificados serão oferecidos em oito línguas: inglês, francês, alemão, espanhol, português, chinês, japonês e árabe.

Todos os cursos estão disponíveis no LinkedIn em opportunity.linkedin.com. Além disso, os cursos desenvolvidos pela Microsoft estão disponíveis em Microsoft Community Training (MCT) e em formato descarregáveis para utilização noutros Sistemas de Gestão de Aprendizagem (LMS) para parceiros sem fins lucrativos.

[Moçambique] Laboratório de Astrofísica da Universidade de Mondlane recebe novos equipamentos tecnológicos

O laboratório de Astrofísica, Ciências Espaciais e Inteligência Artificial, da Universidade Mondlane (UEM), vai ganhar uma nova imagem nos próximos tempos, com a requalificação da infraestrutura e alocação de equipamentos modernos. Para o efeito, a universidade recebeu um financiamento, em cerca de 20 mil libras (1,5 milhão de meticais), disponibilizado pelo Escritório para o Desenvolvimento da Astronomia, vinculado a União Internacional da Astronomia, em parceria com o Projeto para o Desenvolvimento da Radioastronomia em África.

O financiamento resulta da premiação do centro num concurso internacional, realizado com o objetivo de estimular a melhoria de laboratórios de astronomia de países africanos. Segundo o coordenador e fundador do Laboratório de Astrofísica, Ciências Espaciais e Inteligência Artificial, da UEM, Claúdio Moisés Paulo, a premiação de Moçambique neste concurso foi mediante a apresentação, em forma de projeto, de todo o trabalho desenvolvido neste sector e respectivos impatos na sociedade mundial.

Usamos o nosso passado para convencer os membros do júri de que este laboratório está a formar estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento, a nível nacional e internacional. Mostramos também que estamos a introduzir coisas novas para o nosso meio como é o caso da aplicação da inteligência artificial para assuntos ligados a metrologia”, explicou.

MAIS: Moçambique: Universidade Eduardo Mondlane promove Hackathon de programação

Para Moisés Paulo, a premiação relança a imagem não só dos especialistas deste laboratório, mas também da UEM como uma instituição do ensino que está a desenvolver pesquisas de alto nível nesta área de conhecimento, uma vez que os seus resultados serão divulgados em diversas plataformas internacionais.

Há um tempo, três estudantes tiveram a oportunidade de participar de um treinamento e montagem de quatro radiotelescópios numa universidade sul-africana. Poderão adquirir novos conhecimentos que nos serão mais-valia”, disse.

Recentemente, um estudante membro deste grupo de astrofísica conquistou o terceiro lugar no concurso internacional, denominado WEGE PRIZE, que decorreu na Kendall College of Art and Design, da Ferris State University, nos Estados Unidos da Ámerica (EUA).

Participaram deste concurso países como Botswana, Gana, Quénia, Madagáscar, Namíbia e Zâmbia.