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Quais as redes sociais são mais utilizadas pelos angolanos em 2022?

Quais as redes sociais mais usadas em Angola em 2022? Uma boa pergunta, mas uma pergunta idiota ao mesmo tempo. Quer dizer já todos sabemos quais são as mais usadas e não precisamos de ir perguntar a ninguém. Qualquer coisa como Facebook e Instagram, primeiro. Possivelmente Twitter Linkedin a seguir e, por fim, todas as outras menos relevantes. Pronto, está feito! Até para o ano!

Vêem? É uma pergunta idiota. O que nós queremos mesmo saber é o comparativo. Qual é a maior, qual é a que está a crescer mais, e por aí em diante. Isso já é uma pergunta interessante. Mas mais interessante é mesmo saber quem são as pessoas que estão em cada rede; assim, podemos ajustar melhor as nossas estratégias e tomar decisões a sério.

Segundo os últimos dados do Napoleoncat, divulgados pelo Jornal Expansão, o Facebook é ainda a rede social preferida dos angolanos com mais de 2,9 milhões de utilizadores, enquanto que o Messenger fica em segundo lugar, com 2,5 milhões.

Em terceiro lugar está mais uma rede social do grupo Meta, nomeadamente o Instagram, com 582.800 utilizadores. O LinkedIn, a rede social ligada ao mercado de trabalho e à divulgação social, está em quarto lugar, com 572.000 páginas angolanas.

Ainda falando dos números relativos ao ano de 2022, nos primeiros setes meses do ano o Facebook registrou um crescimento estrondoso, com mais de 1,6 milhões de novos perfis para chegar até os 4,6 milhões de utilizadores. Destacar ainda também o crescimento do Messenger, que saltou de 2,5 milhões em Janeiro para os 4,3 milhões em Julho.

De acordo com vários especialistas ouvidos pelo semanário angolano, esse crescimento em território nacional pode estar relacionado com a enorme quantidade de perfis clonados nas redes sociais, onde a maior parte destes mesmos perfis são utilizados para burlar as pessoas. Um outro facto que não passou despercebido para os analistas, é o facto de estarmos em época de campanha eleitoral e de disputa acirrada pelo poder político, têm surgido grandes quantidades de perfis falsos com objectivos concretos de manipulação da opinião pública, sobretudo nas publicações de carácter político-eleitoral.

Quem são as pessoas que mais usam Facebook?

Boa pergunta. Não sabemos exactamente as pessoas, mas conseguimos saber a suadispersão de idades. À primeira vista, um dos pontos importantes é que o Facebook é das redes mais equilibradas em termos etários. Todos os grupos têm percentagens entre 16% e 23%, ou seja, a variação máxima é de 7% (isto excluindo o segmento abaixo dos 18 anos). O grupo com melhor representação no Facebook é o dos25-44. Uma das coisas mais interessantes é que, apesar dototal de utilizadores activos se ter mantido, existiu de facto umaredução dos utilizadores do segmento mais jovem. O segmento com menos de 18 anos passou de 4% em 2018 para 1% em 2019, ou seja, de facto, o Facebook está a perder tração nas camadas mais jovens da população. O problema aqui é que uma redução de 4% para 1% é um corte de efetivamente75% da população nesta faixa etária.

Ataques de ransomware tem aumentado em instituições de ensino

As instituições de ensino, tanto de nível superior quanto de ensino médio, estão cada vez mais sendo atingidas pelo ataques de ransomware, com 60% em 2021, contra 44% em 2020, revelou o mais recente relatório de pesquisa setorial da Sophos, The State of Ransomware in Education 2022.

Segundo a investigação, as instituições de ensino enfrentaram a maior taxa de criptografia de dados (73%) em comparação com outros setores (65%), e o maior tempo de recuperação, com 7% levando pelo menos três meses para se recuperar – quase o dobro do tempo médio para outros setores (4%).

O relatório concluiu que:

  • As instituições de ensino relatam a maior propensão a experimentar impactos operacionais e comerciais de ataques de ransomware em comparação com outros setores;
  • 97% das instituições do ensino superior e 94% das instituições de de ensino médio informaram que os ataques afetaram sua capacidade de operar, enquanto 96% do ensino superior e 92% de menor escolaridade no setor privado relatam ainda mais perda de negócios e receitas;
  • Apenas 2% das instituições de ensino recuperaram todos os seus dados criptografados após o pagamento de um resgate (abaixo de 4% em 2020); as escolas, em média, conseguiram recuperar 62% dos dados criptografados após o pagamento de resgates (abaixo de 68% em 2020);
  • As instituições de ensino superior, em particular, relatam o maior tempo de recuperação de ransomware; enquanto 40% dizem que leva pelo menos um mês para se recuperar (20% para outros setores), 9% relatam que leva de três a seis meses.

As escolas estão entre as mais atingidas pelo ransomware. Eles são os principais alvos para os atacantes devido à sua falta geral de defesas de segurança cibernética fortes e a mina de ouro de dados pessoais que eles possuem”, disse  Chester Wisniewski, investigador da Sophos.

MAIS: EUA oferecem recompensa de 10 milhões por informações sobre gangue de ransomware

As instituições de ensino são menos propensas do que outras a detectar ataques em andamento, o que naturalmente leva a maiores taxas de sucesso de ataque e criptografia. Considerando que os dados criptografados são provavelmente registros confidenciais de estudantes, o impacto é muito maior do que a maioria das indústrias experimentaria. Mesmo que uma parte dos dados seja restaurada, não há garantia de quais dados os invasores retornarão, e, mesmo assim, o dano já está feito, sobrecarregando ainda mais as escolas vitimadas com altos custos de recuperação e às vezes até falência. Infelizmente, esses ataques não vão parar, então a única maneira de avançar é priorizar a construção de defesas anti-ransomware para identificar e mitigar ataques antes que a criptografia seja possível.

Com base nos resultados da pesquisa, os especialistas da Sophos recomendam as seguintes práticas recomendadas para todas as organizações de todos os setores:

  • Instale e mantenha defesas de alta qualidade em todos os pontos do ambiente. Revise os controles de segurança regularmente e certifique-se de que eles continuem a atender às necessidades da organização;
  • Procure proativamente ameaças para identificar e parar adversários antes que eles possam executar ataques – se a equipe não tiver tempo ou habilidades para fazer isso internamente, terceirize para uma equipe de Detecção e Resposta Gerenciada (MDR);
  • Endureça o ambiente de TI procurando e fechando as principais falhas de segurança: dispositivos não reparados, máquinas desprotegidas e portas RDP abertas, por exemplo. Soluções de detecção e resposta estendidas (XDR) são ideais para este fim;
  • Prepare-se para o pior, e tenha um plano atualizado no lugar de um pior cenário de incidente;
  • Faça backups e pratique a restauração deles para garantir minimizar o tempo de interrupção e recuperação;

A pesquisa State of Ransomware in Education 2022 entrevistou 5.600 profissionais de TI, incluindo 320 instituições de ensino médio e 410 instituições de ensino superior, em organizações de médio porte (100-5.000 funcionários) em 31 países.

Você precisa de uma VPN em 2022?

Agora que a maioria dos sites usa HTTPS, a internet está mais segura e privada do que costumava ser. Monitorar e interceptar o tráfego da Internet por meio de redes partilhadas tornou-se muito mais difícil graças à criptografia. Como resultado das melhorias na internet, às vezes você ouve os chamados especialistas a “aconselhar” que uma VPN se tornou supérflua.

VPN

No entanto, a pergunta não é “se o seu tráfego na Internet é seguro se você prestar muita atenção ao navegar?”, mas “todos os dados de um usuário médio são seguros se eles apenas querem que as coisas funcionem enquanto estão longe de casa?”

Os hackers, golpistas, data farms ou qualquer outra pessoa interessada em seus dados são muito bons em encontrar e explorar oportunidades. Ataques em HTTP inseguro só ficaram mais sofisticados.

Todos nós já clicamos no botão “actualizar mais tarde” uma vez ou outra. O software desactualizado está cheio de vulnerabilidades e os navegadores antigos ainda gostam de exibir os sites HTTP sem avisar o utilizador.

Além disso, pastas e arquivos em seu dispositivo que você partilhou uma vez ainda podem ser públicos. Os programadores se gabam de quanta música gratuita eles podem baixar se ficarem em um hotel por alguns dias e procurarem pastas não seguras nos dispositivos de outros hóspedes.

MAIS: Como uma VPN bloqueia o rastreamento de seu dispositivo iOS

Há tantos obstáculos a serem observados para se manter seguro online. Portanto, é um pouco prematuro declarar a internet e o wifi público seguros.

Utilização de uma VPN

Os empreendedores têm estado ocupados nos últimos anos para proteger melhor os seus dados de negócios. Os trabalhadores domésticos são, portanto, geralmente obrigados a usar uma VPN. Portanto, não é lógico que os particulares tomem menos medidas, especialmente quando se trata de informações confidenciais, como serviços bancários on-line ou saúde.

Para proteção máxima em redes Wi-Fi públicas, uma VPN ainda é recomendada. O HTTPS protege apenas as informações que são transferidas entre o navegador e os sites. Com uma VPN, toda a comunicação do seu dispositivo é protegida.

Se você usa uma VPN, você se conecta a um servidor VPN. Todo o tráfego é roteado para o servidor por meio de um túnel criptografado. Ninguém pode ver a quais sites ou serviços você se conecta e a rede Wi-Fi vê apenas uma única conexão com o servidor VPN.

Os benefícios de uma VPN

Além disso, as VPNs não apenas protegem o seu tráfego de internet, mas também possuem outros benefícios, como:

– Ocultar a sua identidade e localização;

– Acessar conteúdo bloqueado (por exemplo, mídias sociais na escola ou no trabalho);

– Acesso a conteúdos e serviços regionais;

– Proteção de rastreamento.

Uma VPN oculta o seu tráfego de internet e o protege de acesso externo, mas é importante saber que ela não protege o seu dispositivo contra malware ou ataques de phishing. As VPNs são apenas uma parte do seu arsenal. Você também precisará de outras ferramentas de segurança, como firewall, software antimalware e um gerenciador de senhas. Bons serviços de VPN geralmente oferecem pacotes de ferramentas para mantê-lo seguro na Internet.

Você precisa de uma VPN em 2022?

Uma resposta muito simples para a questão de saber se uma VPN ainda é necessária em 2022: geralmente sim. Claro, se você tiver uma VPN, é sempre melhor activá-la. Especialmente se você estiver a enviar e a receber dados confidenciais, é melhor ser cauteloso e dar segurança extra ao tráfego da Internet.

Benguela. Projecto “Crescer Digital” volta a capacitar os jovens empreendedores

Terminou em Benguela o 3.º ciclo de formação do projecto “Crescer Digital”, formação onde os jovens angolanos são capacitados no domínio da gestão, da transformação do comércio em negócio digital e de crescimento digital, como factores de inovação das habilidades dos empresários na internet.

Projecto que é uma iniciativa do Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, PNUD, reuniu mais de vinte e oito jovens micro-empreendedores da Província de Benguela, onde viram aprimoradas os seus conhecimentos de empreendedores em matéria de gestão de negócios no universo digital.

MAIS: Startups nacionais vão contar com ajuda do INAPEM para impulsionar os seus modelos de negócios

O processo de formação dos jovens durou dois (2) dias nos quais foram capacitados no domínio da gestão, da transformação do comércio em negócio digital e de crescimento digital.

De informar que o acto de encerramento deste 3.º ciclo de formação do projecto “Crescer Digital” teve lugar no escritório sede do INAPEM em Benguela, com presença do Chefe do Departamento Provincial de Apoio Empresarial, Lino Joaquim, bem como a Coordenadora do PNUD para o PREI, Carla Serrão e a Especialista em Finanças Digitais do PNUD, Paula Zuleta.

Cibercrimes custou prejuízo de 120 milhões de dólares/ano as Pequenas e Médias Empresas

As Pequenas e Médias Empresas (PME) a nível mundial tiveram prejuízos na ordem de 120 milhões de dólares/ano e 2,5 mil milhões de dólares para as grandes empresas devido aos ataques cibernéticos, revelou o coordenador de produto na Angola Cables, Crisóstomo Mbundu.

Segundo o especialista, que falava no âmbito da última actualização mundial sobre os crimes informáticos, informou que nestes prejuízos estão contabilizados o tempo em que a infra-estrutura fica sem disponibilizar serviços, às penalidades jurídicas pelos incumprimentos de termos contratuais rígidos, bem como a conotação negativa da imagem da empresa.

Na opinião de Crisóstomo Mbundu, nota-se  um crescimento anual acentuado de crimes cibernéticos, que já atingiu valores acima de 170 por cento no auge da pandemia, tendo como base os números de 2020.

Por isso, é imperativo proteger o espaço virtual com a mesma intensidade que se protege o território de uma nação”, frisou.

MAIS: Angola Cables lança serviço para proteger o país contra ataques cibernéticos

Sobre o mercado angolano, o também engenheiro informático sublinha que os sectores alvos de ataques cibernéticos incidirão nas operadoras de Internet a grosso, móveis, Governo  e no sistema financeiro.

Adiantou ainda que o aumento de equipamentos, serviços, aplicações e pessoas ligadas à internet fruto da economia digital, há cada vez mais a possibilidade do aumento da superfície de ataques cibernéticos.

Angola conta com uma capacidade de interligar internacionalmente, o que por si é extremamente positivo, doutro lado nos tornamos visíveis a ataques cibernéticos”, sustentou e onde aconselha que “para minimizar os efeitos dos ataques cibernéticos, recomenda o uso do sistema “AntiDDoS”, capaz de monitorar, detectar e mitigar em tempo real qualquer ataque o mais próximo possível da sua origem.

Instagram aumentou duração dos vídeos nas Stories

O Instagram decidiu estender o tempo limite das Stories publicadas por todos os utilizadores. Anteriormente limitadas a 15 segundos, os utilizadores do Instagram podem agora partilhar Stories com até 60 segundos de duração.

MAIS: Instagram expande suporte de NFTs para mais de cem países

Recordar que, até aqui, todos os vídeos carregados para as Stories eram divididos em segmentos de 15 segundos. Agora que é possível carregar vídeos com um minuto de duração, os utilizadores terão uma liberdade muito maior na forma como partilham vídeos nas Stories.

Estamos sempre a trabalhar para melhorar as formas como as pessoas podem criar e partilhar conteúdos no Instagram. Agora, é possível criar e reproduzir vídeos de Stories mais longos de até 60 segundos, em vez de os ter divididos automaticamente em conteúdos de 15 segundos, pode ler-se no comunicado partilhado pela Meta com o site CanalTech.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológicas que marcaram a última semana #34

Hoje é Segunda-Feira… Dia de as “As Melhores da Semana”, aquele vídeo curto que reúne as 5 notícias que tiveram mais engajamento na nossa plataforma, na última semana.

Para essa semana, como é habitual, tivemos várias matérias que receberam um  grande “feedback” da vossa parte, sejam aqui na plataforma bem como na página oficial do Menos Fios nas redes sociais.

O facto de Angola estar fora do Top 10 dos países africanos com internet mais rápida em 2022 foi um dos tópicos que vocês deram um grande retorno na semana que passou, pelo que está no nosso Top 5, assim como a notícia que dá conta que uma empresa portuguesa em recondicionados Apple vai abrir a su primeira loja de telemóveis no país também a figurar nas matérias preferidas dessa mesma semana.

Mas como sempre, não vamos dizer o Top por completo, visto que o vídeo na íntegra já está disponível  no nosso canal oficial do Youtube. Então, para ver o vídeo é só clicar aqui.

Moçambique. Especialistas realçam as qualidades para singrar no empreendedorismo digital

Decorreu no último de mês de Maio a edição de 2022 do MozTech,  onde vários especialistas mostraram as qualidades decisivas para quem pretende singrar na área do empreendedorismo digital, entre as quais “essência e fé“.

Segundo Daniel David, PCA do Grupo SOICO e fundador da MAKAGUI, é importantes os jovens moçambicanos aprenderem a questionar, inclusive, aqueles que os formam, visto que existe muitas pessoas que tratam do tema empreendedorismo só do ponto de vista teório, sem a experiência.

Aquele que ensina tem de dominar e saber. Eu tenho uma experiência de 40 anos, que medá legitimidade para partilhar a minha história e contribuir para que os outros tenham diferencial na vida. Enquanto tivermos sopro de vida no nosso corpo, devemos perguntar-nos qual é a razão de termos nascido. Às vezes, a pessoa cresce e forma-se sem estar certo sobre o que deveria ser. Se não soubermos qual é o nosso propósito, levaremos uma jornada que é precioso para ser o humano”, informou.

MAIS: Moçambique. Empreendedorismo digital é o o caminho do sucesso, reforça especialista

Ainda no seu discurso no principal evento tecnológico de Moçambique, o também fundador da plataforma Wise Up exortou aos mais jovens que, embora o dinheiro seja importante para o equilíbrio financeiro, o mesmo não é tudo.

O dinheiro é um meio que nos ajuda a realizar os nossos projectos rumo ao sucesso que queremos atingir”, afirmando categoricamente que o sucesso “depende de corpo, de alma (relações com as pessoas, família, amigos e nossos sentimentos) e do nosso espírito (a forma como acordamos e olhamos para o universo). Sem este triângulo equilibrado, não há como ter sucesso na vida“.

Daniel David que falou sobre o “Empreendedorismo na prática: oportunidades de negócio on-line – no caso de estudo: Wiser Sales Platforma”, mostrou o seu historial de vida profissional, desde o ano do seu nascimento, em 1966, até a criação da MAKAGUI, plataforma especializada em criar desenvolvimento humano através de palestras e variadas iniciativas inerentes.

De informar ainda que no seu discurso, o founder destacou que sempre procurou fazer o seu melhor nas piores condições por que passou.

Ensino à distância atingiu apenas 20% das escolas angolanas em tempos de Covid-19

Apenas 20% das escolas angolanas conseguiram implementar a modalidade de ensino à distância durante a suspensão das aulas presenciais devido à Covid-19, revelou uma pesquisa do Ministério da Educação (MED).

Segundo o relatório daquele órgão público, practicamente 80% das escolas nacionais não conseguiram implementar o ensino à distância, que tinha sido estipulado pelas autoridades competentes, no âmbito das medidas de preucação e distanciamento para fazer face à suspensão forçadas das aulas presenciais, começando em Março de 2020.

A investigação denominada “Estudo sobre o Impacto da Covid-19 no Sector da Educação em Angola”, de autoria do MED e do Fundo das Nações Unidas para a Infância, foi divulgada no final de Julho e que mostrou que, apesar de o Ministério da Educação  ter implementado o programa de tele-aulas e rádio-aulas, apenas um pequeno número de professores e alunos utilizou tais ferramentas para estudar.

De acordo ainda com o semanário angolano Novo Jornal, entre os incumpridores, a justificação dada é da falta de electricidade, rádio e televisão nas localidades em que estão inseridos.

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O estudo concluiu também que para as escolas onde foi implementado o sistema de ensino à distância, os métodos de aprendizagem mais notados foram os de atribuição de tarefas aos alunos, de modo a estudarem de forma autónoma, e onde outros optaram por utilizar meios de comunicação e os serviços de mensagens para a atribuição de novas tarefas.

Apesar destes métodos criados, poucos alunos participaram das actividades, visto que alguns país não vinham à escola para levantar os conteúdos para os seus filhos. Em suma, continua o estudo, cerca de 70,6% dos encarregados de educação não receberam materiais ou assistência em espécie das escolas dos seus filhos, de modo a apoiar a aprendizagens sustentada durante a pandemia.

Banco Mundial Feminino abre inscrições para o Desafio de Inovação Fintech 2023

Estão abertas as candidaturas para o concurso Desafio de Inovação Fintech 2023,  que é aberto para todas aquelas fintechs que estão desenvolvendo soluções financeiras de ponta para superar as dificuldades em curso no atendimento ao mercado feminino de baixa renda.

O concurso que é da iniciativa do Banco Mundial Feminino e com foco principalmente para candidaturas femininas, é extremamente competitivo, onde seleciona e promove quatro fintechs em estágio incial e que está desenvolvendo soluções financeiras de ponta para superar as dificuldades em curso para alcançar o mercado feminino de baixa renda.

Para diminuir a diferença de gênero no mercado feminino de baixa renda, o Desafio de Inovação Fintech atrai mais de 100 aplicações fintech de todo o mundo, e onde o programa está em busca de fintech que atualmente está criando bens e soluções de ponta que atendam às necessidades das mulheres de baixa renda.

MAIS: ReStart. Se és mulher, empreendedora e tens um negócio este programa é para ti

Estão abertas as candidaturas para todas aquelas fintech que:

Usa a tecnologia para beneficiar as mulheres;
Usa a tecnologia para oferecer soluções financeiras para mulheres carentes e de baixa renda;
Fornece para mercados emergentes;
Atende clientes em áreas emergentes;
Preparando-se para as Séries A e Além;

O vencedor do prêmio principal, juntamente com os outros três finalistas, receberá receberá mentorias, design UX especializado e consultas a investidores, participação em networking especializado e acesso preferencial a eventos fintech que são atendidos por investidores e parceiros de todo o mundo.

As candidaturas estão abertas até ao dia 15 de Setembro, onde podes inscrever a sua fintech clicando em aqui.