
O M-Pesa, plataforma electrónica de transacções financeiras da Vodacom, tem como objectivo cobrir cerca de 75 por cento da população adulta de Moçambique, até 2025, respondendo assim ao grande desafio de inclusão financeira no país.
Essas projecções foram reveladas pelo Director-Geral da Vodacom Moçambique, Simon Karikari, infromando que a sua empresa vai continuar a fazer um investimento na expansão da carteira móvel, de modo a permitir que mais moçambicanos tenham acesso aos serviços financeiros e, nomeadamente, usufruam das vantagens que os mesmos oferecem.
“Em Maio de 2013, através da sua subsidiária Vodafone M-Pesa SA, a Vodacom Moçambique lançou o M-Pesa, um serviço financeiro móvel revolucionário e impulsionador da inclusão financeira e capacitação económica no país. É uma plataforma que criámos a pensar no bem-estar dos nossos clientes. O serviço possibilita que os usuários efectuem transacções de forma rápida, segura e em qualquer parte do país“, disse Simon Karikari.
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Decorrido quase dez anos desde o seu lançamento, o M-Pesa tem sido uma carteira digital com referência em Moçambique, com um crescimento assinalável e com aumento no número de usuários.
Segundo o que foi revelado, actualmente o serviço conta com quase 5,3 milhões de clientes activos, dos quais cerca são de 9.300 são pequenas, médias e micro empresas, que realizam aproximadamente 132 milhões de transacções mensais através do M-Pesa.
“Com estes números, fica claro que o M-Pesa continuará a ser uma das nossas apostas, afinal, é uma das plataformas do mercado que mais tem contribuído para a digitalização do dinheiro em Moçambique, assim como para a inclusão financeira“, finalizou Karikari.





Segundo a Microsoft, os utilizadores que se encontrem sobre o Windows 10 nas versões 20H2, 21H1, e 21H2, bem como as variantes do Windows Server, podem vir a verificar problemas na impressão via USB caso tenham instalado as atualizações a partir de 28 de Junho – nomeadamente a KB5014666.


De acordo com o portal RestorePrivacy, uma vulnerabilidade sobre a plataforma do Twitter, que teria sido descoberta em Janeiro deste ano, terá sido usada para recolher informação de quase 5.4 milhões de contas do Twitter, sendo que estes dados encontram-se agora à venda na Dark Web.


