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Membros da UNAC incentivados a acompanhar as novas tecnologias

O crescimento de qualquer associação deve ser feito com o acompanhamento das novas tecnologias de informação e pela dinâmica que deve ser implementada pelos seus membros, assente numa participação activa e com ideias inovadoras, o presidente da Mesa da Assembleia-geral da União Nacional dos Artistas e Compositores (UNAC-SA), Marcelino Bonzela Franco.

Para o dirigente, que falava durante uma Assembleia Geral Ordinária daquele órgão e onde foi apresentado o relatório do exercício de actividade do ano passado, disse está preocupado com alguns membros que continuam à margem dos acontecimentos desenvolvidos pela Comissão Directiva da UNAC-SA, e não aderindo aos novos meios tecnológicos para o desenvolvimento da cultura nacional.

Por isso, apela a mudança de conduta, reforçando na importância do cumprimento das obrigações e deveres estatutários dos associados e da própria direcção.

O encontro que foi transmitido através de plataformas digitais, serviu também para lembrar que o pagamento da quota deve ser feito com regularidade por fazer parte da disciplina colectiva dos membros, bem como se fez a apreciação e aprovação de emendas introduzidas no estatuto da organização e do relatório de actividades de contas do exercício de 2021.

Cabo Verde. Movimento na Rede interbancária sobe para mais de 101 milhões

As operações na rede interbancária de Cabo Verde ultrapassaram os 101 milhões de euros, em Abril último, completando 14 meses de subidas consecutivas, mantendo a recuperação dos mínimos históricos devido à pandemia de covid-19.

Segundo os dados oficiais divulgados pelo relatório estatístico do Banco de Cabo Verde (BCV), que controla o sistema de pagamentos no país, a rede interbancária cabo-verdiana, denominada vinti4 e que envolve nomeadamente caixas automáticas (CA/ATM) e terminais de pagamento automático (TPA/POS), registou 3.483.390 operações em Abril de 2022, que movimentaram mais de 11.216 milhões de escudos.

Esses números representam um aumento de 19,5% em quantidade e 38,7% em valor em relação a Abril de 2021, quando o país estavam ainda em vigor fortes restrições devido à pandemia de covid-19.

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A rede interbancária já tinha crescido 11,3% em quantidade e 0,1% em valor em Março de 2021, face a 2020, o primeiro aumento homólogo desde o início da pandemia e que assim se repetiu todos os meses até ao mês passado, completando 14 meses de crescimento consecutivos.

O relatório da BCV mostra que a rede vinti4 registou em Abril 693.721 levantamentos nas caixas automáticas, no valor de quase 4.182 milhões de escudos, 40.584 carregamentos móveis, de 25,6 milhões de escudos), e 22.869 transferências, totalizando 772,6 milhões de escudos, entre outras operações.

Os clientes da rede interbancária de Cabo Verde realizaram ainda 2.006.083 compras através de TPA e ‘online‘, de quase 6.065 milhões de escudos em todo o mês de Abril.

Angola nas meias-finais do Concurso Internacional de Astronomia e Astrofísica

Angola passou para as meias-finais do Concurso Internacional de Astronomia e Astrofísica (IAAC), edição 2022, onde está representada pelo Doutorando Lumonansoni André, quadro em formação do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), sob acompanhamento do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN).

Segundo a organização do evento, o  concorrente angolano foi classificado de “incrível”, acrescentou ainda que “se podia orgulhar de tal feito, pois não são problemas fáceis de se resolver, levando 3 meses de análise dos resultados”.

De informar que o Concurso Internacional de Astronomia e Astrofísica (IAAC) é uma competição internacional de ciências, que permite que estudantes de todos os países provem as suas habilidades e liberem a sua criatividade nas áreas de astronomia e astrofísica. O IAAC oferece a oportunidade única de aplicar as suas habilidades em problemas desafiadores. Os participantes podem receber certificados, prémios em dinheiro e reconhecimento global.

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Para participar do Concurso Internacional de Astronomia e Astrofísica, é necessário ser estudante do ensino médio ou universitário, e onde alunos de todas as classes e de todos os países estão convidados a participar, em duas categorias de idade:

Júnior: menor de 18 anos em 20 de Maio de 2022 e

Jovens: maiores de 18 anos em 20 de Maio de 2022.

O concurso engloba várias provas, onde dependendo da categoria de idade, terá que marcar mais pontos para se qualificar para a próxima volta. Para resolver os problemas, o participante deve estar interessado em astronomia, ser inteligente e criativo, bem como deve ter uma conexão com a Internet estável para enviar a sua solução on-line por meio do formulário.

A número dois do Facebook anunciou demissão

Sheryl Sandberg, diretora de operações e ‘número dois’ da Meta, que detém o Facebook, anunciou ontem(01) que vai deixar o cargo, mas que continuará no Conselho de Administração.
“Após 14 anos, vou deixar a Meta“, declarou no Facebook Sheryl Sandberg, afirmando que esses anos ao lado de Mark Zuckerberg têm sido “a honra e o privilégio de uma vida“.

“É o fim de uma era“, afirmou o fundador da empresa, sublinhando que em 2008, quando contratou Sheryl Sandberg, tinha apenas 23 anos e não sabia nada sobre gestão de empresas.

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Ela tinha 38 anos e uma carreira em instituições de prestígio, como o Banco Mundial e o grupo de consultores McKinsey. Também passou pelo Departamento do Tesouro e pela Google, de onde transitou para o Facebook.

A Meta declarou à AFP que Javi Olivan será o novo diretor de operações, mas Mark Zuckerberg precisou que não vai nomear um substituto para o cargo exatamente como está.

O grupo, com sede na Califórnia, tem sido alvo de críticas de políticos e da sociedade civil pelo seu modelo económico, baseado em publicidade direcionada em larga escala e muito ávido de dados pessoais, o que tem suscitado controvérsia, sobretudo desde 2016.

Após se ter imposto como principal rede social nos anos 2000, o Facebook expandiu-se e adquiriu outros serviços, como Instagram, WhatsApp e Oculus.

Tek MenosFios: Raio-X ao Bitcoin (Episódio 02)

O bitcoin (BTC) é uma moeda criptografada, descentralizada e sem regulação de governos, com origem em meados dos anos 2000, através de uma discussão virtual entre programadores de diversas partes do mundo, que se utilizavam de uma lista de e-mail como meio de comunicação e debates.

O conceito por de trás de sua criação é que ela seja uma moeda virtual, onde as operações são protegidas com criptografia, e que as transações ocorram directamente entre os usuários, eliminando assim o controle dos governos e as instituições bancárias, que normalmente cobram taxas para cada operação de pagamento e recebimento em moedas convencionais.

A ideia da sua criação desenvolveu-se com mais naturalidade no final dos anos 2000, com a crise económica em grande escala, quando o programador Satoshi Nakamoto publicou um artigo com as ideias centrais do projecto. No ano seguinte, o mesmo desenvolveu o código principal do sistema, que veio assim revolucionar a forma como as pessoas se relacionam com o dinheiro.

O primeiro bloco de 50 moedas de bitcoin, commumente chamadas de “genesis block” na comunidade hacker, foi garimpadas em Janeiro de 2009, pelo próprio Nakamoto. De lá para cá, programadores e entusiastas da novidade passaram a vida a garimpar e a fazerem as primeiras transações utilizando a moeda, o que definitivamente chamou a atenção de muita gente.

O sistema de garimpar os Bitcoins funciona pela internet, usando criptografia de chave pública e um arquivo que registra todas as transações feitas para criar códigos, chamadas de moedas digitais. Uma outra especificidade, é que o conceito criado por Nakamoto tem a característica de se autorregular com base em um sistema de mineração informatizado, o que é considerado como uma solução para o futuro do dinheiro digital e alternativo às moedas convencionais.

Essas todas características dão ao “novo dinheiro” da internet um carácter descentralizado, permitindo transacionar com bitcoins em diversas partes do mundo com baixas taxas e livre da regulação dos Estados ou do controle dos bancos. Sendo assim, o bitcoin gera mais privacidade a seus usuários, visto que não há a necessidade de vincular informações pessoais à transação.

Isso tudo que falamos acima deram mais publicidade aos bitcoins e, na ideia de alguns entusiastas do assunto, isso foi complementado por uma série de vantagens teóricas da moeda em relação ao sistema bancário tradicional, como por exemplo: transferências de pessoa a pessoa sem o intermédio de bancos ou regulação central, taxas menores, abertura fácil de contas e poucos pré-requisitos para começar. Essas vantagens, para quem utiliza o bitcoin, são as responsáveis pelo aumento do número de usuários da moeda nos últimos sete anos.

De acordo com os últimos números da BitPay, empresa especializada em operaçõe com bitcoin, mais de 100 mil estabelecimentos comerciais no mundo aceitam bitcoins como forma de pagamento.

Fazem parte desses entusiastas do dinheiro virtual algumas startups e até grandes empresas de tecnologia, como WordPress, Mega, Reddit, Dell, Google e Microsoft, bem como um universo de milhões de pessoas de diversas nacionalidades interessadas no carácter inovador e revolucionário da criptomoeda, que compram e vendem legalmente bens e produtos pela internet ou em canais físicos, apesar que a maioria das transações ocorram no meio digital.

Talvez possa ser novidade, mas os bitcoins também podem ser trocados por prata ou ouro em câmbios especializados. Por exemplo, em Berlim, Alemanha, já é possível pagar bitcoins em cafés, bares, restaurantes e lojas de disco.

Eis os episódios anteriores:

Episódio 01.

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Esse foi o episódio Tek MenosFios: Raio-X ao Bitcoin dessa semana, onde esperamos que seja útil para todo e qualquer pessoa que queira saber mais essa moeda digital. Agora, pedimos que os nossos leitores a comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao Tek Menos Fios.

Falamos do e-mail criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de recepção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

Especialistas exortam que exposição de crianças em redes sociais pode causar danos

O uso da Internet e das redes sociais, de forma indiscriminada, está a impactar negativamente na vida de milhares de crianças angolanas, fazendo aumentar os casos de desequilíbrio cognitivo e de transtornos de défice de atenção.

Esse alerta veio de vários especialistas nacionais, onde embora não haja dados concretos sobre o real impacto do mau uso destes recursos tecnológicos em Angola, informam que muitos menores já apresentam sinais claros, como ansiedade e problemas com a linguagem e comunicação.

Para esses profissionais, ouvidos pela ANGOP no quadro do Dia Internacional da Criança (1 de Junho), trata-se de um fenómeno que tem vindo a crescer no país, levando muitas crianças e adolescentes a enfrentarem problemas nas relações interpessoais, como solidão e diminuição das actividades físicas, sociais e familiares, por isso é imperioso que os pais e encarregados de educação redobrem os cuidados com as crianças e adolescentes em relação ao uso das redes sociais.

Segundo os últimos números do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), cerca de 17 milhões de cidadãos usam telemóvel, dos quais 60% acedem às plataformas digitais por via de telefones móveis, 43,3% o fazem através de computadores portáteis e de mesa e 1,7% através dos conhecidos tablets.

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Por outro lado, os números indicam que existem cerca de um total 7,2 milhões de subscritores de internet, que gastam, em média diária, 3 horas e 43 minutos na Internet, e onde o Governo ambiciona um crescimento de 85% de utilizadores de Internet, aproximadamente 12,8 milhões de utilizadores até ao final de 2022, o que corresponderá a quase o dobro de utilizadores de Internet em Angola em 2020.

Tendo como base esses números, os especialistas aconselham os adultos que tenham em casa menores de 18 anos a monitorar, permanentemente, os sites por eles utilizados, bem como recomendam que os pais orientem os seus filhos sobre os riscos de se relacionarem com as pessoas no mundo virtual, onde afirmam existirem pessoas de má fé, dispostas a prejudicar a vida e a imagem do próximo.

Para os especialistas, o exibicionismo e a busca por reconhecimento levam os adolescentes a exporem-se cada vez mais nas redes sociais, sublinhando que a participação dos menores no mundo virtual requer cuidados redobrados, para que esse ambiente não interfira de forma negativa na saúde dos mesmos.

Defendem que o uso excessivo das redes sociais pode criar imensos conflitos sociais, tanto familiares, quanto individuais, passíveis de alterar os seus relacionamentos.

Entretanto, sublinham que as redes sociais também podem trazer pontos positivos, possibilitando, principalmente, encontros virtuais entre pessoas que vivem distante.

Eis os smartphones que dominam o mercado mundial

A vida parece não estar fácil para as concorrentes da Apple no mercado de smartphones, a julgar pelos dados divulgados recentemente pela Counterpoint, que revela o Top 5 dos modelos preferidos em oito países: Alemanha, França, Reino Unido, EUA, China, Coreia do Sul, Japão e India.

Na infografia criada para mostrar os resultados registados em janeiro de 2022 salta à vista a primazia da Apple que consegue “limpar” os três lugares cimeiros em seis dos oito países analisados. Num dos casos, os modelos da fabricante norte-americana ocupam o Top 5 por completo – e não é nos Estados Unidos.

O iPhone 13 foi o modelo que maior quota registou em janeiro deste ano nos mercados analisados, presente no top 5 de sete países e sendo líder em seis, Alemanha, França, Reino Unido, EUA, China e Japão. A versão Pro Max surge na vice-liderança e o modelo iPhone 13 Pro em terceiro, ambos em quatro países.

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A concorrente Samsung assume o lugar cimeiro na Coreia do Sul, com o seu modelo Galaxy Z Flip 3 5G, e o Jio Phone Next conseguiu alcançar a mesma posição na Índia, percurso construído em apenas dois meses, já que tinha sido lançado em novembro de 2021.

Veja os tops 5 em cada um dos países analisados:

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Navegador da Apple ultrapassa a marca dos mil milhões de utilizadores

Existem atualmente diversas opções no que respeita aos navegadores de Internet. Alguns são mais populares do que outros, sendo que se destacam nomes como o Google Chrome, Mozilla Firefox, Microsoft Edge, Opera, Safari, entre muitos outras outras possibilidades.

E as notícias recentes indicam que o navegador Safari da marca da maçã já ultrapassou a barreira dos mil milhões de utilizadores.

Um recente relatório agora revelado mostra que o Safari da Apple já ultrapassou finalmente a barreira dos mil milhões de utilizadores. Com este resultado, o browser da empresa de Cupertino torna-se então no segundo mais popular de acordo com os dados recolhidos em abril de 2022.

Em concreto, o Safari marcou uma quantidade de 1.006.232.879 utilizadores, o que representa uma participação de 19,16%. Por sua vez, o Google Chrome ocupa isoladamente o primeiro lugar com 3.378.967.819 pessoas que o usam, ou seja, praticamente três vezes mais do que o rival da maçã.

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Estas estatísticas foram baseadas nas percentagens de participação de mercado do GlobalStats, tendo sido depois convertidas em números através das métricas de utilizadores da Internet constantes no Internet World Stats.

O terceiro lugar é ocupado pelo Microsoft Edge, que fica muito atrás do Safari, com apenas 212.695.363. Contudo, caso se considere apenas os utilizadores de computador desktop, o software da Microsoft supera o da Apple, passando a ser então o segundo browser para desktop mais popular.

Nos três últimos lugares deste gráfico surgem, por esta ordem, o Mozilla Firefox, o Samsung Internet e o Opera.

Por sua vez, o relatório também indica que o browser Safari estará presente em todos os novos iPhones e computadores Mac. Claro que esta situação já dá uma vantagem e avanço ao navegador da maçã. No entanto, muitos utilizadores de equipamentos Apple ainda continuam a usar browsers desenvolvidos por outras marcas.

Angola presente no Fórum Mundial da Sociedade de Informação

Desde o início dessa semana, Angola está a participar no Fórum Mundial da Sociedade de Informação (WSIS) 2022, que decorre de 30 de Maio a 4 de Junho, na sede da União Internacional das Telecomunicações (UIT), em Genebra, Suíça.

Em uma delegação angolana chefiada pelo secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Mário Augusto de Oliveira, o nosso país vai intervir durante duas sessões políticas de alto nível no fórum que decorre em formato físico com o tema “TIC para o bem-estar, inclusão e resiliência: cooperação WSIS para acelerar o progresso nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)“.

Segundo o comunicado oficial, a delegação angolana vai ter oportunidades estruturadas para interagir, aprender e participar em discussões e consultas com várias partes, igualmente interessadas na implementação do programa WSIS.

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Com selo organizativo da União internacional de Telecomunicações (UIT), o Fórum mundial da Sociedade de Informação (WSIS) 2022, representa o maior encontro anual do mundo da comunidade das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) para o desenvolvimento, evento esse que proporciona uma oportunidade de servir como plataforma para rastrear as realizações das linhas de acção WSIS em colaboração com as Agências da ONU envolvidas, bem como fornecer informações e análises da implementação das linhas de acção WSIS desde 2005,  por altura da primeira reunião.

De informar que o Fórum (WSIS) 2022, iniciado a 15 de Março de 2022, no formato virtual, culmina agora no formato presencial, baseando-se nos resultados da revisão geral da Assembleia-Geral da ONU sobre a implementação dos resultados da WSIS (Resolução 70/125 da UNGA), que reconhece a necessidade de manter esse evento anualmente e recomenda o alinhamento estreito entre a WSIS e a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável.

África pode se beneficiar substancialmente com a adoção de criptomoedas

O continente africano poderá se desenvolver significativamente tecnologicamente e economicamente se abrir seus braços para a indústria de ativos digitais, e onde para isso as autoridades locais devem cooperar com os reguladores, convencendo-os dos benefícios da criptomoeda.

Essa ideia veio de James Mwangi, CEO do maior conglomerado bancário do Quênia, Equity Group Holdings, argumentando que os países africanos devem mergulhar na quarta revolução industrial para alcançar o resto do globo. Para o renomado gestor, as criptomoedas fazem parte dessa transformação e podem trazer certas vantagens para a economia doméstica, como “complementar o dinheiro móvel:”

“A África se beneficiará substancialmente com o salto nas quartas tecnologias industriais, e a criptomoeda é uma delas. A criptomoeda também pode complementar a carteira de dinheiro móvel, mas, essencialmente, precisamos conversar com os reguladores”, disse James Mwangi em entrevista para a para Bloomberg.

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O financiador observou ainda que as transações de dinheiro móvel são mais populares do que os métodos de pagamento tradicionais no Quênia. Como tal, a incorporação desses novos tipos de tecnologia pode transformar a África em um mercado competitivo:

“Esperamos que o uso da tecnologia, principalmente dados e inteligência artificial, seja uma base importante para o salto, porque não estamos falando sobre a capacidade de fabricação existente, estamos começando de novo.”

Segundo os últimos números, uma proporção considerável dos residentes africanos não tem acesso básico a serviços financeiros, o que acelerou o uso de ativos digitais, revelando que 69% dos proprietários de criptomoedas locais investiram na classe de ativos para proporcionar uma vida melhor para suas famílias. 48% distribuíram sua riqueza para pagar os custos educacionais futuros de seus filhos, enquanto 43% disseram que queriam estabelecer um fundo para repassar a seus parentes.

A adoção de criptomoedas na África atingiu seu pico no mês passado, quando a República Centro-Africana declarou o bitcoin como uma moeda legal. Assim, tornou-se o segundo país depois de El Salvador, onde o principal ativo digital é um meio oficial de pagamento.