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Sábado, Abril 25, 2026
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Conceituado site pirata de streaming Popcorn Time é encerrado

Um dos sites de pirataria e de streaming ilegal mais conhecidos do mundo, o Popcorn Time, acabou de encerrar e onde essa decisão terá sido da inteira responsabilidade dos responsáveis, que adiantam que o serviço tem perdido popularidade nos últimos tempos.

Para quem navegar actualmente no site, vai encontrar apenas uma imagem com dados do Google Analytics e que mostram o interesse no Popcorn Time a diminuir ao longo dos últimos tempos.

Um dos principais motivos para a encerração do site pirata tem sido a falta de interesse neste serviço, bem como o aumento de popularidade de serviços de streaming(Netflix, Amazon Prime Video, Apple+, Disney+…) que ditou o fim do conceituado projeto.

De informar que o Popcorn Time foi lançado em 2014, e teve vários formatos e nomes ao longo dos últimos anos.

China pretende controlar apps que podem influenciar opinião pública

O regulador do ciberespaço da China anunciou na quarta-feira que as aplicações que têm a capacidade de influenciar a opinião pública devem ser submetidas a uma fiscalização de segurança. A medida marca mais um passo de Pequim para controlar e monitorizar informações na já altamente censurada internet da China.

Pelo comunicado feito, não ficou claro o que os reguladores consideram como aplicações que podem influenciar a opinião pública. Ainda assim, foi divulgado que que esta medida integra um projecto emitido pela Cyberspace Administration of China (CAC), que procura estabelecer regras para a forma como os programadores das aplicações operam.

Segundo esta nova medida, os programadores não devem contribuir para uma desordem nacional. A China também anunciou que todas as aplicações que dão notícias deverão ter uma licença especial para continuarem a existir. Esta medida surge depois de todo o panorama noticioso na china já ser alvo de censura, contudo, agora passar a ser necessária esta licença.

MAIS: Bing obrigada a suspender sugestões automáticas na China a pedido do governo

Assim, foi feito um novo documento pelo CAC que reúne leis e regulamentos anteriores, bem como estas novas regras. De acordo com o que foi divulgado pelo regulador do ciberespaço, estas leis vão entrar em vigor durante o decorrer deste ano, contudo, ainda não existe uma data oficial.

Recorde-se que no ano passado, a China já tinha feito novas leis que regulamentam o sector tecnológico, nomeadamente no que dizem respeito à segurança interna. A National Press and Publication Administration deixou de aprovar jogos a julho de 2021, proibiu a Steam e anunciou uma nova repressão à quantidade de tempo que as crianças podem jogar online, com o novo limite definido para apenas três horas por semana. A Bloomberg, reportando de fontes de notícias locais, diz que plataformas como a Tencent agora podem oferecer jogos para crianças entre 20h e 21h nas sextas-feiras, fins de semana e feriados.

DNS público: o que é, por que usar e quais são os melhores servidores gratuitos

Os servidores DNSDomain Name System ou ainda Sistema de Nomes de Domínios, são os responsáveis por localizar e traduzir os endereços dos sites que digitamos nos navegadores em números IP. Por exemplo, são os serviços DNS que traduzem o IP 8.8.8.8 em google.com.

Por padrão, utilizamos o serviço de DNS oferecido pelo provedor de acesso ou a empresa responsável por manter a nossa conexão a funcionar, mas é possível optar por serviços que ofereçam mais performance e/ou segurança, como é o caso do OpenDNS e Google Public DNS – serviços que também mencionaremos daqui a pouco.

Além de poderem deixar a navegação mais rápida, muitos servidores DNS oferecem detecção de sites falsos ou infectados com malwares e até sistema de proteção parental para bloquear sites de conteúdo adulto.

Outro ponto principal aqui é que o DNS pode “deixar a sua conexão mais rápida ou mais lenta” tanto no computador quanto no telemóvel. Trocar o servidor DNS geralmente é uma recomendação para quem quer acelerar carregamento de páginas, downloads e até jogos online. Os DNS realizam uma série de optimizações para diminuir o máximo a rota entre o computador e a saída com o número de IP.

No entanto, que fique claro: usar outro DNS não mudará o plano de internet que você contratou e os megas que você recebe. Mas a requisição de ida e volta que essa tradução dos domínios requer será mais rápida, faz com que os sites apareçam no seu ecrã “mais rápido”. Assim, você terá a impressão de que a sua internet está a funcionar melhor.

Sendo assim, vamos listar aqui alguns dos DNS mais populares, sendo alguns dos melhores para o uso geral.

  • O Cloudflare desenvolveu o 1.1.1.1 para ser o “serviço DNS mais rápido do mundo”. Ele também promete alto nível de segurança e privacidade . Além disso, existe um aplicativo 1.1.1.1 para Android e iOS que facilita a configuração em dispositivos móveis.– DNS primário: 1.1.1.1

    – DNS secundário: 1.0.0.1

  • O serviço DNS do Google 8.8.8.8 é bastante popular e gratuito. De acordo com a empresa, ele se concentra na velocidade, segurança e validade dos resultados.– DNS primário: 8.8.8.8

    – DNS secundário: 8.8.4.4

  • O OpenDNS é propriedade da Cisco e tem duas opções gratuitas: Family Shield e Home. O primeiro é interessante para o controle parental, ou seja, ter segurança de que as crianças não tem acesso a conteúdos impróprios. Já o Home foca em segurança e desempenho da internet, e você pode criar uma conta de usuário para definir configurações personalizadas.– DNS primário OpenDNS Home: 208.67.222.222

    – DNS secundário OpenDNS Home: 208.67.220.220

    – DNS primário OpenDNS FamilyShield: 208.67.222.123

    – DNS secundário OpenDNS FamilyShield: 208.67.220.123

  • A Level 3 é a empresa que cuida da infraestrutura do Google Public DNS, mas tem o seu serviço próprio.– Servidor principal primário: 209.244.0.3

    – Servidor principal secundário: 209.244.0.4

  • O Quad9 não filtra conteúdo, mas funciona contra domínios que são phishing ou contêm malware.– DNS primário: 9.9.9.9

    – DNS secundário: 149.112.112.112

Como trocar o DNS?

O Windows permite alterar o DNS nas configurações do adaptador de rede. No Mac, o ajuste é realizado nas preferências de rede do sistema.

Para quem vai fazer essa mudança em um smartphone iOS (iPhone), basta desativar o DNS automático e inserir os dados manualmente. Já no Android, a informação pode ser acessada e alterada nas modificações avançadas da conexão Wi-Fi.

Pay Pay África: A nova plataforma de pagamentos digitais em Angola

Ocorreu no dia de ontem(06), na capital do país, Luanda, a apresentação oficial da Pay Pay África, uma plataforma digital e totalmente interativa, utilizável em telemóveis e que permite efectuar pagamentos, transferência e receber dinheiro com recurso ao número de telefone e código QR, bem como consultar saldo da conta bancária e permitir, igualmente, associar a uma carteira digital.

O projecto tecnológico inovador é de autoria de vários jovens empreendedores nacionais, na pessoa da Conectando-Sociedade Prestadora de Serviços de Pagamentos, LDA, e onde a referida plataforma pode ser utilizada por pessoas que possuam conta bancária domiciliada em território nacional, nomeadamente, Banco Sol, Atlântico e BAI.

De informar que todas as transações efectuadas na Pay Pay África pelos utentes são confirmadas desde que tenham fundos suficientes na conta bancária cadastrada ou na carteira do aplicativo do referido usuário. Com o aplicativo da plataforma, os usuários  vão poder efectuar pagamentos em vários serviços presentes na sociedade digital nacional, como Tupuca, T´Leva, MacBurger, Bem-Me-Quer da Ingombota, Restaurante Tia Any, FoodLab e South Side Bar.

Além de ser a apresentação oficial da Pay Pay África, a cerimónia serviu também para informar a comunicação social os primeiros embaixadores da plataforma: Neurite Mendes, Marco Santos e Hélio Baiano, figuras bastantes conhecidas no seio artístico angolano.

MAIS: Executivo Angolano lança plataforma web da Bolsa de Solidariedade Social

Segundo o que foi revelado, cada um dos embaixadores terá, entre várias outras, a responsabilidade de promover conteúdos sobre a funcionalidade do aplicativo através das acções implementadas pela PayPay, de suas actividades e redes sociais.

Obrigada por fazer parte deste elenco de influenciadores e, sem sombra de dúvidas, vamos expandir a PayPay e fazer as pessoas aderirem cada vez mais, obviamente, transformar as formas de pagamento em Angola e não só”, disse a apresentadora Neurite Mendes.

Por outro lado, o modelo Marco Santos declarou-se orgulhoso por se juntar a PayPay África, visto que na sua ideia é uma plataforma que veio para facilitar a vida dos angolanos.

É sempre bom começar o ano com pé direito, neste caso, estamos a começar bem com este contrato com a PayPay África. Todos nós sabemos da debilidade no nosso país em termos de sistema de pagamento, e a PayPay veio facilitar a vida dos angolanos, que é, praticamente, na criação de um sistema de pagamento digital. Pode fazer vários tipos de pagamentos e consultar saldo. Tudo aquilo que veio facilitar a nossa vida, todos nós usamos”, frisou Marco Santos.

De ressaltar ainda, que a Pay Pay África é uma plataforma autorizada pelo Banco Nacional de Angola, e como foi ressaltado pelos criadores do projecto, toda a operacionalidade na plataforma é assegurado por uma forte equipa de engenheiros informáticos, bem como são apoiados pelo provedor principal do aplicativo. As manutenções ao sistema e actualizações estão igualmente asseguradas por essa mesma equipa de engenheiros, e onde a segurança física e lógica dos produtos criptográficos respeitam os requisitos de segurança relevantes da empresa.

Aumento do acesso à internet em África pode gerar 44 milhões de novos empregos

O aumento do acesso à internet a 75% da população africana, nos próximos tempos, poderá criar mais de 44 milhões de empregos, revela a revista Economia & Mercado(E&M), na sua edição de Janeiro.

Segundo a revista angolana, um aumento de até 10% na penetração da internet móvel em África poderia significar, olhando para os números, um volume económico de mais de 180 mil milhões de dólares norte-americanos até ao ano de 2025, bem como 700 mil milhões USD até 2050.

Olhando ainda para o nosso país, os últimos relatórios mostram que o desemprego da sociedade civil adulta é de 35%, onde a aceleração digital é sempre apontada como o melhor caminho para promover os novos negócios e impulsionar a economia nacional, que tem sofrido fortes abanos devido à forte dependência do petróleo.

Para os especialistas angolanos, a economia digital não só pode gerar novos empregos, mas também a consolidação do e-commerce, dos serviços digitais, bem como melhorar os serviços e aumentar a transparência, contribuíndo um crescimento económico nacional.

MAIS: Aumenta a lacuna de acessibilidade de Internet em África

De referir que a economia digital foi um dos assuntos mais falados na IV Conferência sobre Transformação Digital, subordinada ao tema Os Desafios da Aceleração Digital em Angola”com a presença da redacção da MenosFios, onde o gestor do programa AceleraNet da AngolaCables, Crisóstomo Mbundu, diz que “o mundo hoje é cada vez mais digital e hiperconectado, sendo que a Covid-19 acelerou a economia digital e não haverá mais recuo”.

Olhando para as palavras acima do especialista, vê-se uma clara necessidade do Governo Angolano investir em infra-estruturas de telecomunicações, para que só assim, possa se abrir mais espaço para que o digital contribua mais para a economia real.

Ainda falando sobre a Conferência sobre Transformação Digital, organizado pela revista E&M, contou com um grande e extensivo leque de prelectores, que juntos voltaram a concordar que os custos de investimentos no sector das telecomunicações infelezmente é caro, pelo que, os preços praticados pelas operadoras presentes em território nacional são alto, e embora dessa contrapartida, o “caminho é o investimento, seja público ou privado”.

Erro de backup faz universidade japonesa perder 77 TB de dados

A Universidade de Kyoto, no Japão, perdeu cerca de 77 TB de dados de pesquisa por conta de um erro no sistema de backup do seu supercomputador Hewlett-Packard. O problema aconteceu entre 14 e 16 de Dezembro e resultou na perda de 34 milhões de arquivos de 14 grupos de pesquisa.

A universidade concluiu em uma investigação que o conteúdo afectado não poderia mais ser restaurado. Os pesquisadores com perdas foram notificados por e-mail, e mais detalhes sobre o tipo de trabalho perdido não foram informados.

A perda dos arquivos foi resultado de um mau funcionamento na actualização de um script da Hewlett Packard Enterprise (HPE), excluindo todos os dados de backup que estavam no supercomputador. Assim, pesquisadores que dedicaram dias de trabalho acabaram perdendo seus dados coletados em pesquisas.

No começo, a equipa da Universidade imaginava um desastre ainda maior, no qual projectava a perda de 100 TB de dados. Após arrumar a falha por complecto, para evitar problemas como este ou ainda maiores no futuro, a Universidade planeja retomar o backup até o final desse mês e tomará medidas preventivas.

Para evitar futuros problemas, a universidade redesenhou o seu sistema de backup e pretende reinaugurá-lo neste mês de Janeiro. A intenção é de manter, além dos backups complectos, os do tipo incremental, que cobrem arquivos alterados desde o backup anterior.

Ministro assegura que desenvolvimento do Angosat-2 segue sem constrangimentos

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), Manuel Homem, informou no princípio dessa semana, que o desenvolvimento do Angosat-2 segue actualmente sem constrangimentos, e onde o sector que dirige está preparado para os desafios do novo ano, isto é, em 2022.

Manuel Homem proferiu essa linha de pensamento quando fazia a análise do estado actual do ministério, com destaque principalmente para a situação da comunicação social e sua modernização, bem como a condição dos seus funcionários, assim como sobre as telecomunicações no ano de 2021, e perspectivando o ano de 2022.

Ainda falando no sector das telecomunicações, o Governante Angolano frisou também sobre o programa espacial nacional, destacando que o desenvolvimento do Angosat-2 continua em curso e que todas as questões relacionadas ao projecto estão totalmente acauteladas.

MAIS: Ministro das Telecomunicações diz que 2022 será um ano melhor no sector que dirige

Na ideia de Manuel Homem, o Angosat-2 vai melhorar o nível de cobertura dos serviços de telecomunicações colocados à disposição dos cidadãos.

Ainda na mesma cobertura de imprensa, e quanto aos possíveis problemas no processo de desenvolvimento do satélite angolano, o Ministro disse não haver nenhum constrangimento, até ao momento, e onde observou que as equipas dedicadas ao projecto estão empenhadas no cumprimento do cronograma, que prevê, entre outros pontos, a conclusão e o lançamento do satélite, o que poderá ocorrer já no primeiro semestre deste ano.

As equipas técnicas estão empenhadas para que no cronograma estabelecido (primeiro semestre de 2022) possamos ter o satélite concluído e em órbita,” disse o ministro.

Segundo o que a redacção do MenosFios apurou, o Angosat-2 está feito acima dos 60%, e tem algumas inovações e correcções dos erros cometidos no Angosat-1, nomeadamente uma transmissão sete vezes mais do que o primeiro aparelho, que tinha 16 “transponders” (retransmissores) na Banda C e seis na Banda KU.

O Angosat-2 terá ainda seis “transponders” na Banda C, 24 na Banda KU e, como novidade, será acrescentado um retransmissor na Banda KA.

Com o peso total de duas toneladas, o Angosat-2 será ainda um satélite de Alta Taxa de Transmissão (HTS) e disponibilizará 13 gigabytes em cada região iluminada (zonas de alcance do sinal do satélite). O satélite será baseado na plataforma Eurostar-3000 e o tempo de vida útil será de 15 anos.

A construção deste novo satélite não trouxe custo para o Estado angolano, pelo facto de o contrato de mais de 300 milhões de dólares, rubricado com a parte russa, para construção do Angosat-1, ter acautelado os interesses de Angola, em caso de desaparecimento ou destruição do satélite.

Startups Africanas com negócios de um milhão de dólares por dia nos últimos meses

Desde Julho de 2021, as startups africanas tiveram em média um negócio de mais de um milhão de dólares por dia, revela o jornal Economia & Mercado Moçambique.

Essa aceleração no ecossistema de empreendedorismo africano tem sido vista desde 2019, onde as estatísticas davam conta que em cada três dias, em média, era anunciado um negócio de um milhão de dólares, e com aumento no ano de 2020, onde um negócio de um milhão de dólares era anunciado a cada 1,6 dia.

Nos últimos seis meses as startups africanas tiveram um grande investimento, em quase todos os sectores, onde para exemplificar, em 2019, havia apenas um negócio de mais de 1 milhão anunciado fora dos “Quatro Grandes”(Nigéria, África do Sul, Quénia e Egipto) em cada quinze dias. Para o ano que terminou, esse feito foi visto em todas as semanas.

MAIS: Startups sul-africanas com grande crescimento em 2021

De informar ainda, que em 2021 as startups africanas passaram de um negócio de 1 milhão em fintech, anunciado de dez em dez dias, para dois negócios deste tipo divulgados por semana, com o género feminino a ser evidente.

Outra partircularidade vista, é que em 2019, era necessário esperar, em média, seis semanas entre dois negócios de mais de um milhão de dólares anunciados por uma startup liderada por uma mulher.

Já em 2021, assistimos a desses negócios a cada dez dias, o que representou um aumento impressionante que não deve esconder, ainda assim, o grand efosso que resta entre as startups africanas lideradas por homens e por mulheres que é, hoje de um para sete.

Check Point alerta para novo software malicioso que rouba credenciais

A Check Point Research (CPR) alertou ontem(05) para uma nova campanha de ‘software‘ malicioso (‘malware‘) ZLoader, cuja a sua operacionalidade é roubar as credenciais dos utilizadores e informações sensíveis, e onde até ao momento já soma com “mais de 2.000 vítimas em 111 países”.
Através de um comunicado, a área de ‘Threat Intelligence’ da Check Point Software Tecnologies, especializado na área da cibersegurança, fez um “alerta para uma nova campanha de ‘malware’ que esta a utilizar a verificação da assinatura digital para roubar as credenciais dos utilizadores e informações sensíveis“.

Segundo a empresa, “ZLoader de seu nome, e onde o ‘malware’ já soma mais de 2.000 vítimas em 111 países”, sendo que a CPR atribui a campanha maliciosa, iniciada no mês de Novembro, ao grupo Malsmoke, “que tem feito um grande esforço para aprimorar as suas técnicas evasivas“.

Pelo que foi revelado, o  ZLoader é conhecido por ser uma ferramenta de disseminação de ‘ransomware’ [‘malware’ que sequestra arquivos, encriptam-nos e pedem resgate], incluindo Ryuk e Conti.

O ZLoader é um ‘trojan’ bancário que recorre a ‘web injection’, uma técnica que, através da injeção de código malicioso, permite roubar ‘cookies’, ‘passwords’ e quaisquer outras informações sensíveis“, explica a CPR.

MAIS: Relatório da Check Point Software destaca o impacto do cyber-crime ao redor do mundo

Conhecido por distribuir ‘malware’, o ZLoader foi identificado em setembro de 2021 pela Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) dos Estados Unidos, no âmbito da investigação relativa à disseminação do ‘ransomware’ Conti“, acrescentou o comunicado.

A Check Point Software ainda informa que o ataque tem início com a instalação de um programa legítimo de gestão remota que aparenta ser uma instalação Java e, a partir daí, o atacante tem acesso total ao sistema.

Assim, o atacante carrega e executa ‘scripts’ que descarregam mais ‘scripts’ que, por sua vez, executam o ‘software’ mshta.exe com o ficheiro appContast.dll como parâmetro“, diz a CPR.

O ficheiro appConstant.dll é firmado pela Microsoft, apesar de ter sido adicionada mais informação ao final do ficheiro” e esta informação “descarrega e executa o ‘payload’ Zloader final, roubando as credenciais de utilizador e outras informações pessoais das vítimas“, finaliza.

Até ao momento, a CPR “tem registo de 2.170 vítimas únicas”, sendo que a maioria reside no Estados Unidos, seguido do Canadá e Índia.

“”As pessoas têm de saber que não podem confiar imediatamente na assinatura digital de um ficheiro. O que descobrimos foi uma nova campanha do ZLoader que explora a verificação da assinatura digital da Microsoft para roubar informação sensível dos utilizadores“, afirma Kobi Eisenkraft, ‘malware researcher’ da Check Point, citado no comunicado.

Executivo Angolano lança plataforma web da Bolsa de Solidariedade Social

Foi lançado no final do mês de Dezembro, na capital do país, Luanda, uma plataforma web denominada Bolsa de Solidariedade Social (BSS), que tem como objectivos divulgar,  angariar benfeitores e canalizar as ajudas as pessoas vulneráveis.

Segundo o que foi revelado no evento de apresentação, a Bolsa de Solidariedade Social é um programa que coordena, articula e orienta as ajudas aos grupos vulneráveis prestadas por actores singulares e colectivos com vista a criar um movimento de solidariedade nacional, regular e permanente, e onde as pessoas interessadas poderão encontrar as informações para ser um dador ou registar alguma pessoa ou grupos vulneráveis, bem como o registo de focos de entidades a serem apoiadas.

O secretário de Estado para Acção Social, Lúcio Amaral, falando na cerimónia, disse que a criação do website mostra que as acções de solidariedade serão bem coordenadas a nível nacional, com a intervenção de acções solidárias, na certeza de que as populações vulneráveis terão mais oportunidades para realizar seus sonhos e saírem da condição de pobreza.

MAIS: Empreendedoras nacionais lançam plataforma digital para apoiar consumidores

Lúcio Amarla apelou ainda a toda sociedade civil a aderir a plataforma, bem como dar um pouco de si e do seu tempo para a realização das acções solidárias em prol das populações carentes.

O Governante informou que a bolsa está presente em seis das 18 províncias do país, informando que em 2022 a mesma se deverá estender nas demais para estimular as acções de solidariedade à favor dos grupos vulneráveis em todo o país, bem como reforçar os mecanismos de rigor e transparência para assegurar que a distribuição de bens, meios e serviços cheguem aos destinatários.

Ainda na cerimónia de lançamento foi apresentada a equipa técnica da referida plataforma, bem como a inauguração dos escritórios que passam a funcionar no interior das instalações da Cáritas de Angola, Rocha Pinto, Luanda.

De referir que, segundo o que a nossa redacção teve acesso, a Bolsa de Solidariedade Social vai estimular tambémas acções de solidariedade a favor dos grupos sociais vulneráveis, incentivar e apoiar a criação de bancos alimentares em todas as províncias e incrementar a geração de cozinhas comunitárias.