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Xiaomi quer competir com a Tesla no segmento dos carros eléctricos?

Para quem ainda não conhecia a Tesla, decerto que passou a conhecer, quando o seu fundador, Elon Musk foi parar ao topo da lista da Forbes como o homem mais rico do mundo.

A Tesla é a referência no segmento de carros eléctricos, mas as outras companhias não têm assistido apenas ao crescimento da Tesla. Já circulam rumores sobre um “Apple Car”, um carro eléctrico com o selo da companhia americana. Agora, surgem informações semelhantes sobre a Xiaomi, que estará a preparar o seu carro eléctrico.

Fonte: Gizmochina

A matéria original foi baseada num relatório do portal iFengNews, que inidca que o projecto está a ser directamente supervisionado pelo fundador e CEO da Xiaomi, Lei Jun.

Com o recuo nas vendas de smartphones na China , as empresas de tecnologia começam a buscar novas formas de rendimento e os carros elétricos podem trazer isso.

A Xiaomi já teve uma parceria com a empresa chinesa FAW, em 2019, para criar dois modelos personalizados de SUV, não se sabe ainda se as duas manterão a parceria para os carros eléctricos. Apesar de soar bastante plausível, o plano ainda não foi confirmado oficialmente pela gigante chinesa – o que nos leva a esperar por mais detalhes em um futuro próximo.

Angola Cables desmente a notícia sobre novo cabo submarino Fortaleza-Luanda

Angola Cables veio oficialmente negar uma notícia do Diário do Nordeste que dava conta do plano para a construção de um novo cabo submarino de Luanda (Angola) a Fortaleza (Brasil). A empresa informou que, segundo o seu plano estratégico, não há actualmente previsão de investimento em novos cabos submarinos ou de uma expansão do Centro de Dados AngoNAP no estado brasileiro do Ceará. No entanto, a empresa confirmou que os seus representantes tinham feito uma visita recente ao Brasil.

Durante essa visita, representantes da Angola Cables reuniram-se com a Secretaria de Desenvolvimento Económico e do Trabalho (SEDET), a Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia, e a Secretaria Executiva do Comércio, Serviços e Inovação da SEDET e ETICE (Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará). Os executivos da empresa reforçaram o potencial do Ceará para a sua localização estratégica no panorama das telecomunicações, e a importância que a capital, Fortaleza, tem para a educação, ciência e negócios.

No entanto, Angola Cables disse que, segundo o plano estratégico da empresa, neste momento, não há previsão de investimento em novos cabos submarinos ou de qualquer expansão do Centro de Dados AngoNAP.

“A Angola Cables esclarece que dentro do plano estratégico da companhia, no momento, não há previsão de investimento em novos cabos submarinos ou ampliação do AngoNAP Data Center no Ceará. A empresa tem apostado em acelerar sua oferta de serviços de interconexão e vem desenvolvendo novos produtos para a área de TIC relacionados à segurança, storage e backup, criando condições para cache local de conteúdo no Data Center AngoNAP pronto para utilizar a rede de ultra baixa latência e conexão de Internet Exchange (IX) Mundiais. É com essa estratégia relevante que a Angola Cables se prontifica a atender organizações públicas e privadas que se beneficiam dos mais de 84 mil km de fibra ótica do Cinturão Digital do Ceará.”

Em nota oficial recebida pela equipe do MenosFios, a empresa reforça que a a notícia inicialmente veiculada tem informações “retiradas de fontes que não são fidedignas“:

A notícia veiculada pelo jornal Diário do Nordeste no Brasil, com referência de que a Angola Cables iria instalar um novo cabo entre Angola e Fortaleza no Brasil é falsa, especulativa e baseada em fake news retiradas de fontes que não são fidedignas. A Angola Cables contactou o meio local informando de que não foi esse o conteúdo da reunião com o Governo do Ceará e por isso não suporta qualquer notícia nem qualquer meio que informe com conteúdos dessa natureza.

Whatsapp exibirá um banner para explicar a sua política de privacidade aos utilizadores

Decerto que viu há algumas semanas um estado oficial do Whatsapp que foi disponibilizado para todos os utilizadores, explicando detalhadamente como é a política de privacidade da aplicação.

Para todos que ainda assim ficaram com dúvidas e pensam abandonar a aplicação, a equipe do WhatsApp tem um novo plano para explicar a sua política de privacidade. Lembrando que gerou controvérsia e os utilizadores começaram a abandonar a aplicação, preocupados com o facto de a plataforma partilhar as suas mensagens com o Facebook (a empresa que detém o Whatsapp).

Num novo anúncio, disponibilizado na na quinta-feira (18/02), a empresa explicou como os utilizadores podem ler a nova política encontrar as diferenças entre os perfis pessoais e os comerciais – que têm padrões de privacidade diferentes.

A nova política de privacidade diz respeito principalmente às empresas de mensagens no WhatsApp e a que partes dos seus dados essas empresas têm acesso. A maioria das mensagens do WhatsApp têm encriptação de ponta a ponta, o que significa que só podem ser acedidas por quem envia e quem recebe as referidas mensagens.
Mas o WhatsApp também permite aos utilizadores enviar mensagens às empresas, e essas mensagens não são objecto das mesmas protecções. Os dados das mensagens comerciais podem ser utilizados para fins comerciais como a segmentação de anúncios no Facebook, e alguns deles são também armazenados nos servidores do Facebook.

Banner que será exibido pelo Whatsappp [Fonte: The verge]

A actualização da aplicação está marcada para 15 de Maio (a data inicial era 8 de Fevereiro), a equipe do WhatsApp planeia oferecer aos utilizadores a possibilidade de reverem esta nova política de privacidade dentro da sua aplicação. A empresa já tentou tranquilizar os utilizadores através estados do WhatsApp, mas agora a WhatsApp incluirá um banner que pode ser explorado para obter a explicação da nova política de privacidade.

Para se defender sobre a necessidade de partilhar informações com as empresas, o WhatsApp explica que as empresas pagam pelo direito de utilizar a WhatsApp para interagir com os clientes, e essa é uma das formas em que a WhatsApp pode fornecer a sua aplicação gratuitamente para o utilizadores finais.

No anúncio oficial o WhatsApp também conseguiu “atacar” outras empresas que se congratularam com a saída dos utilizadores do WhatsApp, provocada pela actualização da política de privacidade:

Durante este tempo, compreendemos que algumas pessoas possam verificar outras aplicações para ver o que têm para oferecer. Já vimos alguns dos nossos concorrentes tentarem escapar alegando que não conseguem ver as mensagens das pessoas – se uma aplicação não oferecer encriptação de ponta a ponta por defeito, isso significa que podem ler as suas mensagens.
Outras aplicações dizem que são melhores porque sabem ainda menos informação do que a WhatsApp. Acreditamos que as pessoas procuram aplicações que sejam ao mesmo tempo fiáveis e seguras, mesmo que isso exija que a WhatsApp tenha alguns dados limitados.
Esforçamo-nos por ser atenciosos nas decisões que tomamos e continuaremos a desenvolver novas formas de cumprir estas responsabilidades com menos informação, e não mais.

A mensagem acima é obviamente a atacar o Telegram e o Signal, que foram os mais beneficiados com essa situação.

Vice-Presidência da República e Huawei oferecem equipamentos electrónicos aos estudantes universitários de Benguela

A promessa é dívida, diz o adágio popular. Por este motivo, o Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa decidiu cumprir a sua.

De acordo com o comunicado de imprensa divulgado pela Huawei e a Vice-Presidência da República, Estudantes de várias instituições de ensino superior de Benguela receberam computadores para facilitar os estudos.

A acção é o cumprimento de uma promessa feita em 2019 pelo Vice-Presidente da República, à margem do VI Fórum sobre a Qualidade do Ensino Superior, no qual Bornito de Sousa participou a convite da Associação das Instituições de Ensino Superior Privadas Angolanas e trocou impressões sobre conceitos associados às transformações tecnológicas do mundo moderno.

Estudantes de Benguela num encontro com o Vice-Presidente da República e a empresa Huawei.

No encontro, o vice presidente tomou nota de algumas necessidades dos estudantes e finalistas de algumas universidades e prometeu dar suporte e sendo a Huawei uma empresa de tecnologia e um forte parceiro do Estado, usando dos actos de responsabilidade social doou a Vice Presidência os computadores para os estudantes de Benguela. 

Para estudante universitária, Wilza Santana, os equipamentos eletrônicos representam o cumprimento uma promessa cumprida do Governo e agradece imenso pelo facto de o vice-presidente não se ter esquecido do encontro realizado em 2019. “Os computadores vamos usar nas actividades académicas e prometemos cuidar bem dos mesmos”, sustentou jovem estudante.

Os equipamentos trazidos de Luanda pelos assessores do Vice-Presidente da República foram entregues na presença do governador de Benguela, Rui Falcão, que presenciou também a oferta de um computador ao regedor municipal do Lobito para que a autoridade tradicional doravante possa agendar as suas reuniões na Ombala recorrendo ao seu Laptop e usufruir das tecnologias de informação e comunicação. O representante da Huawei, Nilton Roque, fez saber, à margem do acto, que “o gesto ganhou corpo durante uma reunião concedida ao conselho de administração da Huawei pelo Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, que revelou o compromisso assumido com alguns estudantes a nível do país em 2019 então abraçámos o projecto e concretizamo-lo”.

Gostaríamos de tê-lo feito antes, em 2020, mas por questões que foram alheias à nossa vontade por causa do Covid-19 adiamos. Por tanto, arranjamos essa oportunidade. Em relação o sr. Soba, a partir de agora vai usufruir das novas tecnologias, sendo que na próxima reunião facilitar o trabalho usando novo equipamento doado pelo vice presidente com suporte da Huawei”, adiantou o representante da Huawei.

Top 11 Soluções de Monitorização de Colaboradores para Macs em 2021

Os supervisores estão continuamente a olhar para os programas de monitorização  de software dos funcionários  para ajudar as suas  equipas a serem extra-eficazes.

Que programa de monitorização de trabalhadores deve procurar?

Nesta publicação, vamos destacar os melhores 10 sistemas de rastreio de trabalhadores para utilizadores do Mac OSX.

1. Workexaminer

Um software de rastreio de produtividade de colaboradores fácil de usar que dá a possibilidade de gerir e optimizar o fluxo de trabalho, acompanhar quaisquer actividades dos colaboradores e aproveitar ao máximo o seu tempo de trabalho.
Ele vem com uma panóplia de funcionalidades que lhe permitem controlar sem esforço e não invasivamente o tempo dos seus colaboradores durante o horário de trabalho. Explore o Work Examiner para o MacOS (solução baseada na nuvem) para aproveitar ao máximo a produtividade dos seus colaboradores.

2. Time Doctor

Time Doctor é um programa de software de monitorização de desempenho dos trabalhadores utilizado por negócios significativos, como Ericsson, juntamente com pequenas empresas, como firehouseSubs, para ajudar os trabalhadores e também supervisores a aumentar a sua eficiência.
Desenvolvido tendo em mente os requisitos dos funcionários remotos, torna-se o tempo de monitorização, bem como a comunicação de uma pausa  – também para grupos internos.

3. Hubstaff

Hubstaff é mais um fantástico programa de software de rastreio de trabalhadores remotos para grupos digitais, consultores e também especialistas.
Com Hubstaff, você pode organizar trabalhos, cuidar de folhas de horas, bem como rastrear horas – todos em inúmeros fusos horários. Os seus registos de eficiência não são tão flexíveis como contrastam com várias outras soluções de vigilância.

4. Teramind

Teramind é mais uma aplicação de software de vigilância de computador transversal que funciona tanto no Mac como no Windows.
Com o Teramind, você pode rastrear o navegação na internet do trabalhador, o uso de aplicações de software, transferências de documentos, e assim por diante.

5. ActivTrak

O ActivTrak é um programa de software de monitorização de trabalhadores remotos que lhe permite aumentar a eficiência do seu grupo.Pode ainda verificar as imagens, o tempo de tarefa dos seus colaboradores,bem como uma forma de obter uma visão natural da eficiência do seu grupo.

6. Kickidler

O Kickidler oferece-lhe funções de vigilância em tempo real. Permite regular os sistemas informáticos da sua empresa a partir de outro local, tornando muito fácil manusear qualquer tipo de funcionário remoto. A Kickidler examina ainda o tempo de trabalho dos membros do pessoal e também o passado de eficácia.

7. Horário de trabalho

O DeskTime é um programa de software de vigilância de membros do staff que lhe permite acompanhar o tempo investido em trabalhos ocupacionais para garantir que pode calcular o desempenho total do seu grupo.
Com imagens e também rastreadores de grau de tarefa, obtém-se uma visão de um pássaro sobre a progressão do seu grupo, bem como a eficiência.

8. Workpuls

Workpuls é mais uma ótima opção para os negócios locais que procuram melhorar o desempenho.Com esta aplicação de software de monitorização, pode consultar os trabalhadores, simplificar as operações, bem como cuidar de grupos remotos.

9. Veriato Vision

A Veriato Vision oferece-lhe controlo total sobre os programas, bem como as tarefas que verifica.O seu serviço fornece vigilância remota de pessoas, equipas, funcionários, bem como divisões.

10. SentryPC

A SentryPC revela-lhe especificamente como os seus funcionários estão a utilizar os seus sistemas informáticos. O seu sistema durável permite filtrar o conteúdo da web, limitar a acessibilidade dos sites na Internet, bem como verificar proativamente os seus trabalhadores.

11. EaseMon

O EaseMon é uma aplicação de rastreio tanto para o Mac como para o Windows que rastreia as tarefas do sistema informático dos seus colaboradores a partir de um único  local.

Países do norte de África possuem a melhor cobertura 4G

Os estudos feitos pela União Africana (UA) e pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), afirmam que, o norte de África lidera na transformação digital com 84% de cobertura 4G.

África Austral segue de perto, com uma diferença de 3 pontos percentuais, a cobertura da população com 4G do norte de África. O mesmo não se pode dizer do peso do sector das telecomunicações, que é três vezes maior no norte do continente.

Nas grandes cidades em África cerca de 61% possuem a conectividade de banda larga e 39% continuam sem a banda larga no continente. Nas cidades intermédias, que irradiam para o meio rural, a cobertura ainda é deficiente apenas 35% da população possui a cobertura de banda larga.

Em África nas áreas rurais, onde residem 70% dos jovens africanos, apenas 27% da população usa internet. Enquanto que nas áreas urbanas a maioria da população das grandes cidades já usa. E cerca de 58% dos trabalhadores com emprego formal usam internet.

Lembrando que Angola está entre os primeiros países a implementar uma rede 4G em África…

O que é a igualdade de acesso à educação na era digital?

O relatório State of Broadband 2020 estima que há o dobro de pessoas hoje que usam a Internet em comparação com ano de 2010. Este aumento da alfabetização digital, juntamente com o período iminente de digitalização rápida da economia, significa que garantir um acesso justo e igual para a educação e os mercados de trabalho no futuro dependerão da extensão da inclusão digital nas nossas sociedades.A crise da COVID-19 e o impacto que teve na aprendizagem em todo o mundo destacaram muitas das disparidades digitais existentes no mundo actual. Numa época em que muitos dos alunos do mundo mudaram do físico para o digital, também enfrentamos a dura verdade de que hoje ainda existem cerca de 3,6 bilhões de pessoas no mundo que não estão conectadas.

O que é inclusão digital e por que é tão importante hoje?

  • Hoje, a tecnologia desempenha um papel muito maior na qualidade e no escopo de como aprendemos, como as novas plataformas de aprendizagem digital, que estão estimadas em  US$ 350 bilhões até 2025 ; o que aprendemos, com ênfase crescente em programação, robótica, Inteligência Artificial(IA) e automação; e como podemos usá-lo no mercado de trabalho, com as qualificações digitais se tornando cada vez mais um pré-requisito da força de trabalho de amanhã.
  • As mudanças que estão a acontecer hoje mostram a disparidade entre o mundo desenvolvido e o subdesenvolvido. Se você não está conectado, isso mostra o salto que deve dar entre o aspecto da conectividade, o acesso à educação e os benefícios que daí derivam.
  • Fechar essa divisão digital, com aqueles que não estão conectados ou não são considerados alfabetizados digitalmente, é fundamental para garantir uma distribuição justa de oportunidades digitais entre países, locais, sexo, status socioeconómico e idade.

Dar às pessoas o acesso ao tipo certo de conteúdo é um aspecto, outro aspecto igualmente crítico é o elemento humano. Além da camada digital, os alunos sempre precisarão do engajamento, inspiração e activação de professores e treinadores que conhecem o assunto.

Mesmo na era digital, a tecnologia nunca será capaz de substituir essa interação, mas pode servir como um meio cada vez mais inovador para aquelas interações entre o aluno e o instrutor.

Inclusão digital por meio de parcerias público-privadas

  • Hoje, há uma necessidade significativa de cursos de habilidades digitais. As principais áreas de tecnologia, como IA, robótica e desenvolvimento de aplicativos, estão a avançar num ritmo tão rápido, o que pode tornar difícil garantir uma transferência efectiva de competência para forças de trabalho emergentes.
  • Esse é o ritmo da mudança para tópicos como esses que as instituições acadêmicas públicas invariavelmente lutam para levar o aprendizado além de um nível teórico básico. As parcerias público-privadas serão, portanto, a chave para resolver isso, desenvolver currículos avançados e fornecer a qualidade e escala de acesso necessária.

África do Sul é o país com startups mais dinâmicas em África

Apenas cinco cidades lideram o empreendedorismo digital em África, em que concentram quase metade das startups mais dinâmicas do continente, e duas delas situam-se na região de África Austral. Cidade do Cabo (com 12,5%) e Joanesburgo (10%) ocumpam o 1º e 3º lugar, respectivamente.

De acordo com um estudo da União Africana (UA) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), África do Sul situa-se na vanguarda do desenvolvimento digital, um dos sectores com mais potencial para gerar empregos no período pós-pandemia da COVID-19. Angola é o 12º país na classificação devido aos custos de acesso à internet mais elevado.

A dinâmica do desenvolvimento, transformação digital e a criação de emprego de qualidade mostra uma África desigual, com a digitalização concetrada apenas em grandes cidades e com o continente a caminhar a velocidades diferentes. O norte de África anda mais rápido, com 83,4% da população coberta pelo 4G, o que deixa muito para trás a África Central (55,4%), no último lugar, entre os 45 países analisados.

A África Austral está em segundo lugar no desenvolvimento tecnológico e deve a sua posição sobretudo à África do Sul, embora a Namíbia seja o país com a internet mais barata na região. Tunísia, Egipto, Mauritânia e Gana são os quarto países no lote dos cinco com a internet mais barata no continente.

Só África do Sul, Egipto, Nigéria e Quénia estão a tirar partido da transformação tecnológica para criar um ecossistem digital capaz de criar emprego de qualidade, tendo absorvido 85% dos fundos de capital de risco para as startups em África.

Segue alguns números da transformação digital em África:

  • 7 mil milhões de dólares, foram os valores investidos em infraestruturas digital em 2018, através de sectores privados.
  • 55 mil milhões de dólares foi a receita do sector das telecomunicações em 2019.
  • O conitenente tem cerca de 640 Pólos tecnológicos e incubadoras.

Angola é o terceiro país com internet mais cara na África Austral

Angola é o terceiro país na África Austral com a internet mais cara, isto é, de acordo com o jornal Expansão, na sua edição número 611, onde avança que os elevados preços da internet estão a deixar o país para trás no desenvolvimento das tecnologias de informação e a reduzir a capacidade de criação de emprego digital.

Em Angola apenas 4% da população é capaz de pagar 1 GB de dados por mês, de acordo com o estudo da União Africana (UA) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o que coloca o país muito abaixo da média de 17% do continente, um indicador preocupante tendo em conta que o acesso às tecnologias de comunicação depende em parte de preços acessíveis.

“A baixa velocidade da internet, as infra-estruturas limitadas e a energia eléctrica cara e pouco fiável são outros facotres que dificultam a criação de um ecossistema digital que favoreça a criação de empregos”.

Segundo a UA, este é um dos principais problemas de Angola na criação de um ecossistema digital que favoreça a criação de emprego. De acordo com estudo, os gorvenos desempenham um papel activo na baixa de preços, quer na criação de alianças público-privadas para promover a conectividade rural, quer para a criação do Fundo de Serviços e Acesso Universal (FSAU).

A Namíbia tem os custos mais baixos de internet na África Austral e no continente, cerca de 97% da população namibiana consegue custear 1GB de internet por mês. Segue depois África do Sul com cerca de 36%, Moçambique com 30%, Zâmbia com 19%, Botsuana com 18% e Lesoto com 15%.

[Rumor] Facebook já prepara clone do Clubhouse

O Facebook já está a construir uma plataforma de áudio para conversas semelhante à nova rede social Clubhouse. De acordo com as fontes, o Facebook teria pedido a funcionários que criassem um produto semelhante – o projecto encontra-se em fase inicial de desenvolvimento.

O Facebook tem um histórico de entrar em novas tecnologias e perseguir diferentes mídias que atraem os usuários, especialmente se esse público for jovem. Zuckerberg comprou a rede social Instagram, o aplicativo de mensagens WhatsApp e a empresa de realidade virtual Oculus quando todos ainda eram pequenas startups.

O Facebook ainda não comentou o rumor, mas um rival para o Clubhouse não seria uma surpresa. A empresa tem um vasto histórico em criar serviços que “copiam” recursos de novos aplicativos que conquistam a internet.

O Facebook também é conhecido no Vale do Silício por estar disposto a clonar os seus concorrentes. O Instagram em 2016 copiou um dos recursos marcantes do rival Snapchat, Stories, que permite aos usuários partilhar vídeos e fotos. No ano passado, o Instagram lançou Reels, um produto de vídeo semelhante ao TikTok.

Quando o serviço de teleconferência Zoom se tornou popular no ano passado, o Facebook rapidamente criou o Rooms, um serviço de chat por vídeo em grupo. E este ano, o Facebook está a trabalhar num producto concorrente do Substack, o popular serviço de newsletter.

O Clubhouse é uma rede social bastante recente, fundada em 2020 no Vale do Silício pelos empresários Paul Davison e Rohan Seth. A plataforma ainda está em fase de testes e, no momento, é exclusiva para usuários de iPhone. Saiba mais sobre o Clubhouse clicando aqui.