Início Site Página 654

CEO da Huawei, Ren Zhengfei, reafirma estratégia de globalização da companhia

O CEO da Huawei, Ren Zhengfei, comprometeu-se a seguir uma estratégia de globalização, apesar da pressão externa, tendo solicitado à nova administração dos Estados Unidos que proponha políticas mais abertas, alinhadas aos interesses das empresas americanas e da economia americana como um todo.

Estas são as primeiras declarações públicas que o fundador da Huawei fez desde a mudança da administração dos Estados Unidos. Ren falava durante uma conferência de imprensa em Taiyuan, capital da província de Shanxi, no Norte da China, após o lançamento do Laboratório de Inovação em Mineração Inteligente.

“O comércio beneficia ambos os lados. Permitir que as empresas dos EUA forneçam bens aos clientes chineses é favorável ao seu próprio desempenho financeiro. Se a capacidade de produção da Huawei se expandir, as empresas americanas podem vender mais a nós. É uma situação vantajosa para ambos. Acredito que a nova administração vai pesar esses interesses ao considerar as suas políticas”, disse Ren.

O CEO da multinacional Chinesa destacou que a Huawei cria valor para todo o ecossistema e para a economia em geral, tendo mencionado na ocasião que a Huawei construiu redes 5G em muitas cidades da Europa, Ásia e Oriente Médio, e as suas redes na Europa são os melhores testes de desempenho de rede global, beneficiando todos os usuários dessas redes.

Ren Zhengfei também destacou o facto de os usuários avançados poderem usar o iPhone 12 no seu potencial máximo em redes 5G da Huawei instaladas na Europa, é uma prova da qualidade da sua rede.

“Enquanto a humanidade continua a progredir, nenhuma empresa pode desenvolver sozinha uma indústria globalizada. Requer esforços concertados em todo o mundo”, Ren acrescentou.

O governo dos Estados Unidos tem feito campanha contra a Huawei nos últimos dois anos, alegando que o equipamento da Huawei poderia ser usado para espionar americanos, sem apresentar qualquer evidência. A Huawei negou repetidamente as reivindicações, e poucos países cederam à pressão dos EUA, com a maioria a concentrar-se em garantir que todos os fornecedores atendam aos padrões técnicos de segurança.

Ren disse que agora está ainda mais confiante sobre a sobrevivência da Huawei do que antes. “Encontramos novas e mais maneiras de superar os nossos desafios. As nossas receitas de vendas e lucros em 2020 foram maiores do que nos anos anteriores”, afirmou Ren aos jornalistas.

Permitindo a transformação digital para indústrias

Ren disse que as novas estratégias incluem pesquisa, desenvolvimento e crescimento de raízes mais profundas em indústrias verticais em todo o mundo, para permitir a transformação digital com os seus principais recursos de ICT da Huawei. Ren disse ainda que o Laboratório de Inovação em Mineração Inteligente resultaria em melhores serviços para minas com 5G.

“Apoiando a indústria de mineração, podemos expandir os nossos negócios e apoiar uma produção mais eficiente e segura nas minas. Também podemos permitir que os trabalhadores da mina de carvão ‘usem fato e gravata’ no trabalho”, disse Ren. “Na era 5G, conectar empresas é o objetivo principal. Existem muitas indústrias com as quais não estamos muito familiarizados, como aeroportos, portos, mineração de carvão, produção de ferro e aço, fabricação de automóveis e fabricação de aeronaves. É por esta razão que construímos laboratórios conjuntos para aprender mais sobre as necessidades dessas indústrias”.

Os resultados de negócios da Huawei nos primeiros nove meses do ano de 2020 mostraram que a receita totalizou 671,3 bilhões de yuans ($ 98,57 bilhões), um aumento de 9,9% em relação ao mesmo período em 2019.

“Continuaremos a atender bem os nossos clientes, criando mais valor para os mesmos. Queremos que estes tenham uma fé duradoura em nós e esperamos que não vacilem devido à pressão política”, concluiu Ren

Casas de apostas online investem na cibersegurança

O desporto têm assumido uma importância maior no dia das populações mundiais e, por isso, cada vez mais pessoas ao redor do globo colocam suas apostas desportivas. O meio online oferece a possibilidade de apostar em variadas casas de apostas digitais mas, entre estas, algumas se destacam por seu investimento na segurança. Confira as razões e os exemplos que preparámos para você.

Ao longo dos anos, o avanço das tecnologias tem permitido grandes mudanças estruturais no mundo e nas sociedades. Aos poucos, a introdução de novos instrumentos eletrônicos e de novos dispositivos digitais permitiu que as vivências e experiências humanas se modificassem de forma bem significativa.

O grande impacto da tecnologia na sociedade faz com que os dispositivos eletrônicos se tornem de uso mais recorrente e a procura por aplicativos para as mais diversas finalidades seja comum.
Como é evidente, esse maior uso de celulares e de aplicativos faz com que toda a dinâmica da vida quotidiana se modifique e, apesar de existirem inúmeros pontos positivos nessa evolução, algo de menos positivo também se verifica, um pouco por todo o mundo: o aumento dos esquemas online e dos ataques cibernéticos.
Perante esse problema de segurança, ainda assim, algumas marcas têm se preocupado com a cibersegurança e sido bem vanguardistas na forma de proteger os seus usuários dos ataques, promovendo uma utilização segura de seus websites.
Venha conhecer o exemplo da casa de apostas desportiva Betway e como esta reuniu seus esforços para tentar acautelar as situações de ataque cibernético e criar um espaço de apostas seguro no mundo digital.

A segurança nas apostas desportivas digitais

As apostas desportivas ocupam, em nossos dias, um espaço importante entre as rotinas e atividades de quem ama o desporto e, por isso, a procura por espaços que ofereçam a possibilidade de apostar em diversas modalidades é bem comum.
Uma vez que a segurança das redes dos usuários é uma problemática comum, no entanto, a preocupação dos apostadores online passa pela busca de websites que oferecem melhores serviços ao nível da cibersegurança.
A betway é um bom exemplo de uma casa de apostas desportivas online que tem se esforçado por criar um espaço seguro para seus usuários, através de estratégias diversas, que incluem os novos recursos de Inteligência Artificial e a criptografia.
Se tratando de uma marca internacional com grande sucesso, a confiança que os jogadores depositam em betway pode ser justificada facilmente, devido a sua sua reputação e ao investimento crescente nas estratégias que garantem a segurança dos dados dos usuários na plataforma, estando todos os padrões de segurança bem definidos em seus Termos e Condições Gerais e em sua Política de Privacidade.

A segurança e a ação do usuário

Como você deve imaginar, por mais seguro que um website seja, você ainda deverá garantir que faz uma utilização regrada, adotando medidas individuais para garantir sua segurança.
Sendo um agente ativo na busca pela segurança, não importa apenas que procure os melhores sites em termos de cibersegurança, como a betway, sendo ainda importante que proteja sempre seus dados, evitando repassar suas palavras-passe para outras pessoas (especialmente por via de mensagens digitais, como torpedos ou emails).
Leia sempre todos os termos dos websites que utiliza para evitar, também, conceder seus dados em sites inseguros.

ONG DW lança “Mumala” plataforma virtual de interacção

A Organização Não Governamental (ONG) Development Workshop (DW) disponibilizou nesta, quarta-feira, em Luanda, uma plataforma virtual de interacção, denominada “Mumala” direccionada, principalmente, para estudantes universitários.

Mumala tem o objectivo de facilitar o acesso à informação e comunicação relacionadas com o Programa de Estágio Profissional e Comunitário da DW, gerar conteúdos e divulgação de experiências profissionais, serviço de apoio à iniciativa de auto-emprego para projectos dos jovens criativos, entre outros serviços dirigidos a estudantes universitários e público interssado.   A plataforma vai funcionar como um sistema de gestão e permitirá que os 95 estagiários da DW, que iniciaram uma formação sobre empreendedorismo em Março de 2020, tenham também acesso ao Serviço de Mentoria e Coaching Profissional.

O secretário de Estado para a Juventude, Fernando Francisco João, considerou a iniciativa importante porque vai contribuir para a valorizar ainda mais os projectos criativos dos jovens angolanos. Augura que a plataforma ajude na inserção dos jovens na vida económica e social das comunidades e que o novo dispositivo tecnológico seja sustentável e encontre o apoio de toda a sociedade.

“Sendo a Mumala uma plataforma virtual que visa facilitar o acesso à informação e aos serviços oferecidos pelo Programa de Estágio Profissional e Comunitário vai constituir uma importante ferramenta de empoderamento da juventude, alinhada com a Política Nacional da Juventude “, acentuou.

A plataforma  foi criada no quadro do Programa de Estágio Profissional, foi desenvolvida pela ONG DW, com o financiamento da petrolífera BP Angola e seus parceiros do Bloco 31. O Programa do Estagio Profissional e Comunitário da DW já formou mais de dois mil jovens desde a sua implementação em 2001.

Coreia do Norte roubou mais de US$ 300 milhões em criptomoedas

Um relatório confidencial da ONU revelado pela imprensa sul-coreana nesta quarta-feira (10) aponta que a Coreia do Norte roubou mais de US$ 300 milhões em criptomoedas com ciberataques nos últimos meses. O objectivo seria financiar os programas nuclear e balístico proibidos pela comunidade internacional, afirma o documento.

A Coreia do Norte tem milhares de hackers bem treinados que já atacaram empresas e instituições da Coreia do Sul e de outros países. Os hackers também procuram fontes de receitas para contra-atacar as múltiplas sanções aplicadas contra o país por causa dos seus programas de armamento.

Os especialistas da ONU descobriram as irregularidades porque estavam a investigar um ataque em setembro do ano passado contra uma negociação de criptomoedas que resultou no roubo de US$ 281 milhões. Um mês depois, outra ação de supostos hackers norte-coreanos conseguiu desviar US$ 23 milhões.

“Uma análise inicial dos vetores utilizados para o ataque e os meios utilizados posteriormente para lavar a receita ilícita revela fortes vínculos com a República Popular Democrática da Coreia (RPDC)”, afirma o relatório.

A pandemia da COVID-19 gerou uma maior movimentação no mercado de criptomoedas, uma vez que o isolamento fez com que todas as transações digitais aumentassem. Além disso, a ditadura asiática invadiu servidores de múltiplas empresas do sector de segurança e defesa militar de outros países. O objectivo era o roubo de informações privadas e sensíveis.

Segundo os especialistas, a Coreia do Norte faz uso de uma técnica mais avançada de hacking chamada de “salto em cadeia”, que visa dificultar ainda mais o rastreio dos fundos roubados. As moedas digitais são então trocadas por dinheiro através de comerciantes chineses.

As habilidades de guerra cibernética de Pyongyang ganharam destaque mundial em 2014, quando a Coreia do Norte foi acusada de atacar a Sony Pictures Entertainment como vingança contra o filme “The Interview”, uma comédia que ironiza Kim Jong Un.

A nova rede social Clubhouse é bloqueada na China

O aplicativo de mensagens de voz Clubhouse foi bloqueado nesta 2ª feira (8.fev.2021), na China, depois que várias salas de conversas da plataforma foram palco de temas sensíveis ao governo, como a democracia em Hong Kong ou a relação China-Taiwan.

O uso na China do aplicativo que permite que os seus usuários, habilitados por convites, escutem e participem de debates ao vivo, livremente moderados, em “salas” virtuais, durou apenas uma semana.

Os usuários de Pequim, Xangai, Wuhan e Guangzhou relataram erros de sistema ao acessar a plataforma. Ao tentarem utilizar o aplicativo, uma notificação aparecia a dizer que ”uma conexão segura com o servidor não pode ser feita”, tipo de um erro comum que ocorre quando os reguladores chineses bloqueiam um site.

Criado em maio de 2020, o Clubhouse conseguiu por pouco tempo se esquivar dos censores e atraiu multidões de internautas chineses, principalmente após a participação do bilionário americano Elon Musk numa conversa sobre o aplicativo no início do mês.

Na China, onde até então passava despercebido, o aplicativo também teve um “boom” repentino. Os chineses poderiam baixar o aplicativo nas lojas da Apple no exterior, já que a plataforma não está disponível na versão chinesa.

Hacker tenta contaminar estação de água da cidade de Flórida

Um hacker ainda não identificado tentou contaminar a estação de água de todo município da cidade de Oldsmar, na região da Flórida, ao acessar remotamente os sistemas da usina de tratamento, e ter aumentado o nível de hidróxido de sódio a quantidades 110 vezes maiores que as ideias para o consumo.

HackersDe acordo com a polícia de Oldsmar, a invasão às redes da planta aconteceu na última sexta-feira (5). O hacker obteve acesso ao sistema por meio da plataforma de acesso remoto TeamViewer, utilizada pelos trabalhadores para que problemas de funcionamento possam ser resolvidos remotamente em outras unidades, sem a necessidade de deslocamento. Foi por conta do software, também, que a intrusão foi detectada, com o funcionário responsável que percebeu que algo estava errado.

Mas o ataque foi percebido imediatamente e todas as correções foram feitas para que ninguém corresse perigo, disse a polícia que garante que não houve alteração alguma na água distribuída à população. O hidróxido de sódio é um dos elementos usados no tratamento de água, mas também pode ser altamente prejudicial, principalmente no caso do hacker, que tentou aumentar a proporção do químico. A ação, porém, foi detectada por um funcionário da usina de tratamento, que desfez as mudanças antes que elas fossem aplicadas.

As organizações que administram a energia nuclear e outras infraestruturas críticas dos EUA tornaram-se alvos frequentes de ataques cibernéticos nos últimos anos. Ataques contra infraestruturas crítica têm mais peso do que ataques cibernéticos típicos, considerando que os efeitos podem resultar em apagões e cenários potenciais de vida ou morte, já que hospitais e cidades dependem mais fortemente da tecnologia em rede.

A privacidade vai além dos dados e conformidade

O relatório da Cisco Data Privacy Benchmark Study afirma que os eventos em torno da crise do Coronavírus em todo o mundo levaram a uma maior valorização do conceito de privacidade entre as organizações.

Segundo o relatório da Cisco, a privacidade está a receber mais atenção das organizações. Os orçamentos de privacidade dobraram em 2020. Em média, isso agora é de USD 2,4 milhões por organização pesquisada. Um total de 4.400 profissionais de segurança que também lidam com privacidade responderam às perguntas. A opinião geral sobre a legislação de privacidade é positiva. Além disso, 90 por cento dos entrevistados indicam que os certificados de privacidade externos (como ISO 27701 e EU Binding Corporate Rules) desempenham um papel importante na escolha de produtos, serviços e fornecedores.

Uma das principais razões para o aumento da atenção é a situação em torno da Covid-19. Trabalhar em casa tornou-se e é a norma. Isso levanta questões sobre privacidade. Além disso, também houve mais consciência da privacidade entre os funcionários. Combinam situações privadas e profissionais em situações de trabalho doméstico e desejam que a sua privacidade seja garantida.

Em si, as razões acima são bastante lógicas, de uma perspectiva tradicional de privacidade de dados. Como organização, você se concentra nos seus dados e na sua proteção ideal. No entanto, os analistasm veem a principal mudança a acontecer aqui, com base nos resultados do relatório. “Não se trata mais apenas de privacidade de dados, o que acontecia há muito tempo”, dizem eles. Isso é apenas parte da questão da privacidade.

Parte que é fortemente impulsionada dentro das organizações pelo desejo de estar em conformidade com as directrizes, leis e outras regras. “Agora se trata de privacidade no sentido mais amplo”. Com isso, ele se refere ao impacto da privacidade em outras partes com as quais uma organização deve lidar.

A propósito, o estudo não é conclusivo sobre se essa relação entre a maturidade da política de privacidade e o sucesso comercial de uma organização é causal. “Para fazer isso, você realmente teria que perguntar aos clientes se a privacidade era realmente um motivo importante para a escolha de um fornecedor”, afrimam os analistas. Em todo caso, os sinais deste estudo parecem apontar nessa direção.

Comissão do Mercado de Capitais alerta sobre operações ilegais usando criptomoedas em Angola

A Comissão do Mercado de Capitais (CMC), fez sair uma nota onde alerta que uma referida entidade que actua através do website “petronpay.com” e também utiliza  um contacto telefónico, tem estado a oferecer soluções de investimentos nos mercados financeiros por via de Bitcoin a interessados, numa operação sem garantias das instituições de supervisão.BitcoinNo mês passado, adianta, a Petronpay realizou um workshop, proferido por António Nascimento, sobre o tema “Aprenda sobre o mundo da criptomoeda”, na zona do Patriota, em Luanda, em que o mesmo serviu para abordagem de temas relacionados com os mercados financeiros.

A CMC avança que as pessoas individuais ou colectivas que efectuem operações de investimento através da “Petron Pay” não dispõem dos mecanismos de protecção a que estão sujeitos os investidores que realizam operações de investimento por intermédio de entidades registadas junto deste regulador.

A entidade dedica-se à comercialização de pacotes de investimento em activos do sector petrolífero, sendo os referidos pacotes acessíveis ao público mediante pagamento por Bitcoins. “Alertamos para o facto da entidade que actua através do supra identificado website não estar autorizada nem registada junto da CMC, para o exercício de qualquer actividade de intermediação financeira em Angola, conforme o disposto nas alíneas a) e b) do artigo 321º do Código de Valores Mobiliários”.

Nessa base, conforme a CMC, todas as pessoas e entidades que tiverem estabelecido qualquer relação comercial com a Petronpay poderão contactar este organismo regulador do mercado de valores mobiliários para os devidos esclarecimentos e suporte institucional.

O Bitcoin é uma moeda virtual, não é emitida por governos, apareceu em 2008, no grupo de discussão “The Cryptography Mailing“. Naquela época, poucos imaginavam a valorização e importância que teria no futuro.

O Bitcoin tem um funcionamento semelhante ao dinheiro de papel convencional, onde uma pessoa transfere para outra. Só que tudo isso acontece no meio digital, sem intermediário, como bancos, por exemplo.

Clubhouse a nova rede social de conversas por voz

Uma rede social de voz, apenas para quem usa smartphones ou outros dispositivos da Apple e que você só pode entrar por convite. Assim é o Clubhouse, aplicativo criado por Rohan Seth, ex-funcionário do Google, e por Paul Davidson, empresário do Vale do Silício.

Lançado em maio de 2020, o aplicativo contava com mais de 1,5 mil usuários. O grande ponto de virada do Clubhouse foi a participação de Elon Musk na plataforma, para um bate-papo com Vlad Tenev, CEO do Robinhood, na primeira semana de fevereiro de 2021, com o aumento da popularidade da plataforma que hoje conta com mais 600 mil usuários.

Até ao momento, o aplicativo está disponível apenas na App Store. Para conseguir acesso, é necessário ser convidado por alguém já cadastrado no aplicativo. Cada usuário tem direito a dois convites. Quem é convidado recebe um link enviado por mensagem de texto no smartphone.

É preciso ter cuidado, pois se a pessoa violar os termos de uso, tanto ela quanto quem forneceu o convite podem ser banidos. Segundo os criadores da rede social, a meta é criar uma comunidade engajada e concluir o estágio beta do aplicativo ainda em 2021 para que possam eventualmente “abrir o Clubhouse para o mundo inteiro”. Enquanto isso não ocorre, é possível fazer um cadastro na lista de espera e reservar um nome de usuário. Quando o acesso estiver liberado, a rede social enviará uma mensagem para o telefone do interessado.

Existem grandes “rodas de conversa” para interesses variados e também é possível criar chats privados (com amigos, por exemplo). Tudo acontece 100% por voz, dando a impressão de estar a ouvir um podcast constantemente. Gravar as conversas é estritamente proibido – e elas não ficam armazenadas dentro da plataforma.

Após entrar no aplicativo, o usuário pode definir quais assuntos lhe interessam. Na timeline, aparecem salas de diversas temáticas, onde as pessoas conversam em tempo real por áudio. Quem entra numa sala entra como ouvinte. Se quiser falar, basta levantar a mão para que os moderadores deem a autorização, assim como no Zoom. Também é possível criar a própria sala para conversar com amigos e pessoas de várias partes do mundo.

Toda a comunicação ocorre apenas por meio da voz. Os áudios não podem ser gravados nem salvos. A proposta do aplicativo, de acordo com seus fundadores, é a de promover “conversas interesantes” via plataforma. No ano passado, nomes como Drake, Oprah Winfrey e Virgil Abloh se tornaram fãs da plataforma.

Robot criado por angolano permite detectar o uso da máscara e mede a temperatura

Imagem ilustrativa de um robot a detectar o uso da máscara

Coma  chegada da COVID-19, o mundo vive actualmente numa fase de adaptação a nível mundial, onde a tecnologia tem sido bastante usada como uma das medidas de mitigar o maior número de contaminação de pessoas, e Angola já começa a fazer parte deste processo.

Um robot capaz de medir a temperatura humana, disponibilizar álcool em gel e detectar se alguém está a usar ou não a máscara facial foi criado pelo inventor angolano Lupossa Paulo André. A máquina foi criada com objectivo de combater a proliferação da Covid-19 no país, substituindo desta forma a presença humana a entrada de uma instituição para medir a temperatura, disponibilizar álcool em gel e verificar se o utente faz o uso ou não da máscara.

Segundo Lupossa Paulo André, o robot compõe-se por um corpo de plástico, dois braços, uma cabeça com sensor para detectar a presença humana, câmara e quatro rodas em cada perna que lhe permitem se movimentar. Podendo ser conectado a um computador, smartphone, tablet ou base de dados para envio de informações, o “robot angolano” foi produzido com base em algumas características humanas, sendo capaz de fazer perguntas como “Você esteve fora do país nos últimos três meses ou entrou em contacto com alguém que pegou o coronavírus?”.

Com custo de criação avaliado em 500 mil Kwanzas, o robot começou a ser criada em 2020, estando agora apto para ser apresentado no país, sendo pretensão captar patrocínio para o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento. O cérebro da máquina pode ser ainda utilizado nas câmaras colocadas na via pública controladas pelo CISP (Centro Eletrónico de Segurança Pública), para detectar o cidadão que faz ou não o uso da máscara fácial em plena via pública. A máquina pode funcionar com recurso a energia eléctrica, bateria ou qualquer outra fonte de energia alternativa.

Informações sobre o inventor

Lupossa Paulo André de 27 anos de idade, Licenciado em Electrónica Industrial pela faculdade de Cape Península University of Techonology da África do Sul, estudou até o segundo ano no curso de Electrotecnia na Universidade Agostinho Neto e fez o ensino médio de Electrónica Industrial e Automação, no Instituto Médio Industrial de Luanda.