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Conheça os Sleepbuds, os auscultadores que ajudam a dormir

A Bose colocou no mercado novos auscultadores chamados de Sleepbuds, gadget com uma tecnologia que combina o bloqueio passivo de sons que interrompem o sono com uma selecção de sons destinados a mascarar o ruído que passe.

Estes auscultadores foram desenhados para serem usados sem se dar por eles, são os auscultadores mais pequenos que a empresa já lançou, para que consiga adormecer sem o problema de sentir que tem qualquer coisa nas orelhas.

Os Sleepbuds usam tecnologia Bluetooth para se ligarem a dispositivos Android ou iOS para que o utilizador possa usar a aplicação “Sleep” da Bose para escolher o som de fundo que quiser, alterar o volume e outras preferências. Segundo a Bose, a carga da bateria destes auscultadores dura 16 horas e dentro da caixa também vem um estojo que permite carregá-la.

A memória interna incluída consegue armazenar até dez faixas que podem ser tocadas durante as 16 horas de autonomia dos Sleepbuds. A bateria deve ser carregada através de uma caixa de alumínio que tem uma porta Micro USB.

Outro destaque dos Sleepbuds é o reduzido peso, cerca de 1,4 gramas, e o tamanho, com cerca de um centímetro apenas. Estas medidas ajudam a que possam ser usados durante a noite, de forma confortável. Os sleepbuds custam 249 dólares.

Vale a pena o investimento para um sono mais tranquilo?

Argélia desliga Internet para evitar fraudes durante os exames escolares

O governo argelino quer impedir que os estudantes do ensino médio copiem nas provas desse ano. Para isso, o governo adoptou uma medida bastante controversa: desactivar toda a internet do país durante a realização dos exames.

A ministra da Educação argelina, Nouria Benghabrit, não se mostra confortável com a solução encontrada, mas diz que esta será a melhor forma, para já, de prevenir fugas de informação. As autoridades prevêem desligar a Internet em todo o país durante períodos de uma hora após o início dos exames, por 11 vezes, até dia 25 de junho.

O objectivo é evitar que as perguntas caiam no domínio público durante os exames.

O governo quer impedir um novo incidente como o ocorrido em 2016, quando as respostas espalharam-se antes mesmo das provas começarem. No ano passado, as autoridades pediram que os provedores de internet impedissem o acesso às redes sociais, mas isso não foi suficiente.

As escolas na Argélia foram equipadas com detectores de metal para assegurar que ninguém, desde alunos a professores, traz dispositivos conectados à Internet para as salas. As medidas de segurança passam ainda por bloqueadores de sinal e câmaras de vigilância nos locais onde os exames são impressos.

Ainda não há indicações sobre se a estratégia de blackout para evitar as fugas de informação para os exames terá sucesso ou não.

Concorda com essa medida?

A Minha Experiência No ANGOTIC 2018

Artigo de autoria de Vanda de Oliveira , publicado no MenosFios com a permissão da autora.


Aviso: Esta publicação é mais um desabafo, pois trabalho na área das TIC (incluindo organização de eventos) e com startups há seis anos, logo é a minha praia. E é estritamente a minha opinião baseada na minha experiência, e desde o momento que presenciei o anúncio do ANGOTIC 2018.

Background:

Desde os meus tempos de estudante tenho participado em inúmeras conferências/fóruns de carácter internacional. E particularmente desde 2012, que estou envolvida no mundo das startups e tecnologia, não só participei como também estive envolvida na organização de alguns eventos. Por isso, atrevo-me a afirmar que sei o que faz de um evento um sucesso e como se organiza um bom evento em geral, e TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) em particular.

Primeiramente fiquei a saber do ANGOTIC aquando de uma carta convite recebida a 1 de Maio de 2018 para a conferência de imprensa do lançamento do ANGOTIC 2018 no dia 3 de Maio de 2018. Após a conferência de imprensa, fiquei entusiasmada com o evento principalmente pela abertura à participação de startups tecnológicas, conforme anunciado. Entretanto, contactei a organização para mostrar a minha disponibilidade através da Bantu Makers, sendo nós uma organização também com um papel de catalisadora para o empreendedorismo tecnológico e inovação, para ajudarmos a dinamizar o espaço startup durante o evento. Enviei proposta e ainda participei em duas reuniões iniciais com a organização em relação ao Espaço Startup. Infelizmente, a comunicação pobre, depois por sentir que não havia vontade suficiente da outra parte em aceitar a realização da nossa proposta (lembro que estávamos a menos de dois meses do evento e alguma celeridade teria sido importante) entre outras situações que não merecem aqui fórum, acabei por não insistir em realizar a nossa iniciativa no âmbito do ANGOTIC 2018 (mas irá acontecer ainda este ano), pois fiquei desmotivada e o tempo corria. Ainda assim, considerei importante participar, pois afinal iria haver uma Tenda Startup.

O Evento:

Na semana que passou — 19 a 21 de Junho — aconteceu em Luanda o ANGOTIC ICT Forum 2018, organizado pelo Ministério das Telecomunicações e das Tecnologias de Informação (MTTI), no qual participei com a Bantu Makers e as nossas startups Salo e Deya.

Começo os meus comentários pelo saldo positivo sobre o ANGOTIC 2018. Foi sem dúvida uma boa oportunidade de exposição (sem custo de entrada para as startups) a um público maior, só pecou os meios de comunicação não aprofundarem algumas startups inovadoras presentes. Foi uma boa oportunidade de networking, para aprender sobre o que anda ser feito por cá em termos de tecnologia e inovação. Foi também bastante positivo a visita à Tenda Startup do Presidente e Vice-Presidente, este último até parou no nosso stand e ouviu o nosso pitch. Assim como tivemos a oportunidade de networking com alguns PCAs e CEOs de grandes empresas entre outros executivos e potenciais investidores.

De facto, a inscrição para startups (o termo aqui é usado de forma livre, já lá vamos) foi gratuita (patrocinada pelo MTTI), mas ao contrário do que tenho ouvido, argumento que não foi um favor que nos foi feito, pois para além de ser uma organização de uma instituição do estado, ou seja, pública, de todos nós angolanos, é mais do interesse público tomar conhecimento que existem startups em Angola (ou será que tenham participado só as de Luanda?) que estão a criar e fazer o seu caminho independentemente das condições (im)possíveis. Então, nós startups é que fizemos um favor ao dispensar tempo, energia e dinheiro (porque tivemos gastos em transporte, alimentação e merchandising para os 3 dias do evento) para participar no evento, quando temos um negócio para desenvolver e crescer — notem que estivemos 3 dias numa tenda a expor, a repetir o pitch (apresentação) do nosso negócio vezes sem conta às centenas de pessoas que por lá passaram, e isto é um trabalho desgastante e nem todas aquelas pessoas são o nosso mercado alvo — então, não foi um favor que nos fizeram, foi uma oportunidade que beneficiou ambas as partes: a organização por ter algo diferente e inovador para mostrar ao público e às startups pela exposição ao público em geral e aos meios de comunicação também em geral.

Na Tenda Startup, “com o objectivo de perceber a dinâmica e nível organizacional das startups tecnológicas angolanas” ou como ouvi alguns participantes do evento chamar-lhe de forma divertida “Praça Startup” — esclareço , não no sentido pejorativo mas porque o espaço diferenciou-se do resto do espaço do evento pelo calor, movimento entre as bancadas startups e creio também fluxo de pessoas — estiveram cerca de 30 “startups” e coloco o termo entre aspas, pois do meu conhecimento e experiência de 6 anos a trabalhar com startups tecnológicas e não-tecnológicas e sabendo bem o que diferencia uma startup de uma empresa convencional, não posso considerar as 30 presentes startups no verdadeiro sentido da palavra. Mas não me vou alongar a esmiuçar aqui o conceito de startup, porém deixo este artigo que escrevi — noto, não inventei a definição de startup, limitei-me apenas a juntar as várias definições por quem pesquisou e sabe muito mais do que eu sobre o tema — e desafio o leitor a pesquisar mais definições de startup e a partilhar (pode ser via respondendo a esta publicação).

Portanto, respeitando o conceito startup, argumento que estiveram não mais de 15 startups em diferentes estágios (fase de ideia/protótipo não funcional, ou seja, ainda não disponível no mercado; fase inicial; fase de crescimento).

Pontos a melhorar:

  • Comunicação e Processo de inscrição : É facto que não houve tempo suficiente de preparação para o ANGOTIC 2018, creio até para todos os expositores. Logo, também o tempo de comunicação não foi suficiente (fiquei estupefacta ao saber que algumas grandes empresas com negócios digitais não soubessem do evento atempadamente). A inscrição ocorreu online, sem necessidade de nos deslocarmos e preencher papéis. Mas depois não recebemos mais nenhuma informação ou comunicação, nem sequer uma confirmação, pois o único email recebido foi o da submissão da inscrição. Entretanto, através dos contactos de apoio disponibilizados não obtivemos respostas. As informações só começaram a chegar na sexta-feira, dia 15 ao final do dia via e-mail. Por ter também falado com outras empresas a participar, sei que esta falta de comunicação atempada foi uma falha geral por parte da organização.
  • Logística: logo no primeiro dia ao chegar à Tenda Startup não havia energia (durante 2 horas!!!) e foi preciso intervenção “superior” para que o problema, que até era simples, se resolvesse. É chato que até num evento destes que para resolver um simples problema é preciso ter contactos superiores, quando os expositores devem ter um tratamento de respeito igual.
  • Logística da Alimentação: atrevo-me a dizer que houve pessoas que passaram fome pelo menos no primeiro dia, novamente foi a falha na comunicação com os expositores e participantes. Isto porque primeiro não foi bem comunicado sobre as restrições no acesso aos coffee breaks/almoços e as opções de compra de refeições eram escassas e desconhecidas a muitos participantes. Fica a dica para num próximo evento fazerem parcerias com startups como Tupuca e LNL para que ninguém fique sem opções.
  • Acessos e Segurança: Percebo que durante muitas décadas o país viveu (e se calhar ainda vive) em clima de medo, com mentalidade bélica, e até percebo o aparato de segurança necessário para a vinda do Presidente (no primeiro dia) e Vice-Presidente (no segundo dia). Estacionar foi uma experiência horrível, principalmente no último dia. Durante os dois primeiros dias onde tivemos a participação daqueles dois representantes máximos do estado, foi possível aos expositores e participantes aceder ao parque do hotel onde está localizado o recinto do evento, mas só no último dia é que decidiram mudar as regras e sem aviso prévio já não era possível estacionar no parque. Pareceu-me que havia muito “chefe” a mandar na mesma coisa. Não houve comunicação eficiente numa coisa tão simples.
  • Acesso às plenárias — mais uma vez a falha na comunicação levou os participantes a acreditar que o acesso às sessões na programação (talvez uma das principais razões para participar num evento destes) fazia parte da experiência em participar no ANGOTIC 2018, mas não foi bem assim. O acesso era restrito a determinados participantes, expositores não podiam assistir. No entanto, a falta de audiência levou a organização a reconsiderar (afinal, ficaria mal mostrar na TV cadeiras vazias). Confesso que senti um certo elitismo irritante e descabido nesta questão (e também na alimentação), pois não é um dos objectivos deste Fórum ser uma plataforma de aprendizagem e networking? E em geral, os vários feitos e desfeitos por parte da organização não deixaram boa impressão. Deixo a sugestão para que o próximo seja menos snobe e mais inclusivo.
  • O catálogo oficial foi-nos entregue no último dia (21) do Fórum, juntamente com o formulário de feedback — talvez porque algumas das questões no formulário referiam-se ao catálogo.
  • Conheço algumas boas startups tecnológicas (estágio inicial e de crescimento) e não tecnológicas que não participaram no ANGOTIC 2018, e segundo apurei foi por falta de informação/comunicação efectiva por parte da organização e por não sentirem que o evento iria acrescentar valor. Fica a dica para melhorar na campanha de marketing.

Em conclusão, o ANGOTIC 2018 em termos de experiência como expositora e participante foi talvez o pior evento deste género no qual participei, mas na teoria tinha tudo para ser mais bem organizado, interessante, inovador e inclusivo não só para as startups, como também para todos expositores e participantes. Em suma bem mais proveitoso. E creio que não foi por falta de feedback, pois logo que tomei conhecimento do evento entrei em contacto com a organização para com propostas para ajudar a dinamizar o espaço startup e ainda participei em duas reuniões iniciais onde também deixei os meus comentários.

Consigo pensar em tantas formas (desde workshops, painéis, startup pitches, meet-ups, etc.) para fazer do ANGOTIC muito melhor, mais proveitoso, interessante e internacional, quer para expositores , convidados e participantes, de forma a atrair mais público não só cá de dentro como principalmente de fora, mas fica para outro momento.

Acredito que podemos fazer melhor, temos pessoas que podem fazer melhor. Se permitirem quem sabe fazer melhor ser incluído, não por cunha, mas por mérito, então não dúvido que o ANGOTIC possa realmente vir a transformar-se num evento no mundo das tecnologias de referência em África.

Aproveito ainda para sugerir que precisamos de mais eventos TIC em Angola e lançar o desafio às iniciativas/organizações privadas para organização destes.

Participou no ANGOTIC ICT FORUM 2018? Qual foi a sua experiência? Deixe-me os seus comentários.

Aeroporto de Amsterdão conta com ATM para conversão de Euros em Bitcoin

Actualmente fala-se do Bitcoin (Criptomoedas), e a cada dia que passa os países estão a evidenciar esforços para facilitar o uso da mesma, uma prova palpável é a ideia do principal aeroporto internacional da Holanda permitir que os passageiros possam converter os “remanescentes de euros” no final da sua Eurotrip para criptomoedas.

O Aeroporto Schiphol de Amsterdão é o primeiro a nível da Europa que instalou um “Bitcoin ATM” para permitir que os passageiros convertam o euro para as moedas digitais Bitcoin e Ethereum.

O caixa electrónico encontra-se instalado por um período experimental de seis meses, para medir a demanda pelo serviço entre os passageiros.

O ATM foi introduzido em parceria com a ByeleX Data Solutions BV, uma empresa holandesa que fornece serviços de integração de pagamento em criptomoedas para empresas. Vale ainda salientar que o aeroporto de Schiphol não é o primeiro aeroporto do mundo a dar suporte a criptomoedas. Em um primeiro momento, os comerciantes do Aeroporto de Brisbane, na Austrália, integraram os pagamentos de criptomoedas em Maio de 2018.

Será essa ideia será expandida?

Pesquisadores de Stanford ensinaram computadores a criar Memes

A inteligência artificial (AI) pode ser usada para conseguir coisas impressionantes. As aplicações mais comuns passam pela produção de renderizações em 3D, sistemas de reconhecimento facial, pesquisas sobre doenças… enfim, usar o poder de processamento das máquinas para atingir o que o cérebro humano não conseguiu até ao momento.

Mas, se usássemos a inteligência artificial para gerar “memes”?

Foi essa a proposta de dois pesquisadores da Universidade de Stanford, no trabalho denominado “Dank Learning”. Abel L. Peirson e E. Meltem Tolunay, os dois cientistas líderes do projeto, descrevem uma rede neural que recebe dados da internet, processa os dados e responde em forma de piadas (memes). O sistema de inteligência artificial consiste em uma rede neural convolucional que recebe imagens como entradas e as traduz em representações matemáticas chamadas incorporação de vetores (um codificador) e uma rede neural recorrente de longa duração que cria legendas (decodificador).

Se acha que os computadores não “têm sentido de humor”, então responda: dos memes abaixo, quais foram criados pela rede neural?

Os pesquisadores de Stanford alimentaram o sistema com mais de 400.000 imagens com 2.600 pares de rótulos de imagem exclusivos do memegenerator.com usando um Script em Python. Em seguida desafiaram as pessoas a adivinhar se os memes foram produzidos por uma pessoa ou pela rede neural.

“Isso permite a coleta relativamente simples de conjuntos de dados”, escreveram Peirson e Tolunay.
“Neste artigo, nos referimos especificamente à geração de memes como a tarefa de gerar uma legenda humorística de uma maneira que seja relevante para a imagem inicialmente fornecida, que pode ser um modelo de meme ou de outra forma.”

O veredicto: Os seres humanos foram capazes de identificar os memes criados por algoritmos em cerca de 70% do tempo, mas consideraram os memes tão hilários quanto os criados por humanos.

O artigo completo, com os modelos usados pelos pesquisadores, pode ser encontrado aqui.

Agora sempre que vir um meme no @VamosLaSerSinceros , terei dúvidas sobre a “autoria humana”.


*Já agora, dos memes indicados mais acima, o meme sobre “Big Data” foi o único criado por um humano. Agora responda nos comentários se acertou.

[AngoTIC 2018] Angola Telecom lança novo serviço em banda larga

Durante os dias 19,20 e 21 de Junho de 2018, decorreu o  ANGOTIC 2018 , que trouxe grandes novidades do sector, na abertura da feira,  esteve presente o Presidente da República João Manuel Gonçalves Lourenço e o seu executivo que garantiram apoio ao sector das Telecomunicações e Tecnologias de Informação no pais.

A empresa pública de telecomunicações Angola Telecom aproveitou último dia da Feira Internacional de Tecnologia de Informação e Comunicação “AngoTIC 2018”, para apresentar o seu mais novo serviço de Internet em banda larga baseado no padrão LTE.

Segundo Eduardo Sebastião (Coordenador da comissão de gestão da empresa pública de telecomunicações angolana), o referido serviço vai disponibilizar aos utentes 10 Gigabytes  de Internet sem fio a baixo preço.

O mesmo garantiu ainda que, a entrada em funcionamento deste serviço e do Data Center já disponível trará vários benefícios para a população usuária, em termos de televisão, comunicação e maior acesso à Internet.

Ansioso para testar este novo serviço da Angola Telecom?

Akon pretende criar no Senegal uma cidade que funcione apenas com criptomoedas

A tecnologia começa a atingir grandes patamares em África, e pelos vistos o músico senegalês Akon pretende revolucionar mais ainda esse conceito, lançando no Senegal uma cidade que usará apenas criptomoedas.

O cantor quer construir sua própria cidade no Senegal e lançar sua própria criptomoeda como a forma central de troca. Falando na segunda-feira, 18 de Junho de 2018 , no Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade, em um painel intitulado “Branding África: Blockchain, Empreendedorismo e Fortalecendo o Futuro”, o cantor abordou os seus planos para AKoin, a sua futura criptomoeda.

Durante o certame, Akon disse que a tecnologia blockchain e a criptomoeda podem ser “o salvador para a África de muitas maneiras” por causa de seu alto factor de segurança. O mesmo disse que o sistema baseado em aplicativos “permite que as pessoas o utilizem de maneiras em que eles possam avançar e não permitir que o governo faça as coisas que os estão mantendo para baixo”.

E essa cidade movida à criptomoeda?

Segundo uma informação inicial publicada pelo ICO Impact Group, há um plano muito mais ambicioso: uma “cidade 100% baseada em criptomoeda AKoin no centro da vida transaccional”, a ser construída no Senegal, comunidade planeada será chamada Akon Crypto City.

Será que este projecto vai mesmo sair do papel?

A empreitada está a ser construída em uma área de 8 mil quilómetros quadrados, e vai ficar a cinco minutos de um aeroporto internacional que será construído. Ficará localizado perto de Dakar, capital do Senegal.

Entretanto, Akon não deixou claro questões técnicas e detalhes sobre como vai funcionar nem a cidade nem a criptomoeda, dizendo: “Eu venho com os conceitos e deixo os nerds lidarem com o resto“.

Conheça os oradores do TEDxLuanda 2018

O #TEDxLuanda é uma conferência independente, organizada sob orientação da conferência TED, mas com um foco local, que pretende descobrir, inspirar e partilhar grandes ideias, com objectivo de criar uma sociedade positiva e sustentável. O evento é produzido pelo colectivo cultural Pés Descalços, plataforma que desenvolve projectos socioculturais sem fins lucrativos.

Faltando cerca de um mês para o grande evento, a organização disponibilizou a lista final de oradores. A lista completa pode ser vista logo abaixo ou no site oficial.

Adriano Mixinge Historiador, Curador e Crítico de Arte
Akiules Neto Físico, Pesquisador e Transformador de Ideias
Alexandra Gonçalves Advogada, Blogger e Produtora de Cinema
Alexandra Loras Activista e Incentivadora de Sonhos
Alexandre Francisco (Biru) Rapper, Poeta, Beatmaker e Artista Multimédia
Anabela Marcos Psicóloga e Mentora
Cabuenha Janguinda Moniz Instrutor de Capoeira, Mentor e Activista Social
Cláudio Silva Viajante, Escritor e Gourmet – Fundador do Site Luanda Night Life
Erickson Mvezi Team Builder, Engenheiro Mecânico e Activista Social – CEO da Tupuca
Ingrid Fortez Artista Multidisciplinar, Educadora e  Agitadora Cultural
João Barbosa Mentor e Criador de Startups
Júlio Leitão Artista e Coreógrafo
Mallence Bart-Williams Justiça Social, Escritora e Cineasta
Saydi Neto Economista, Poeta e Filantropo
Sara Lopes Doula e Professora de Yoga Integral
Valeriana Chikoti-Bandua Activista Social e  Humanitária

 

Nesta lista, destacamos dois nomes bastante conhecidos no mundo do empreendedorismo digital:

Cláudio Silva é fundador de um dos sites/apps de destaque associados a turismo, gastronomia, hotelaria em Angola. A descrição oficial do site – “O Luanda-Nightlife.com é o principal destino para quem procura opiniões e informações sobre os restaurantes, bares, salões, discotecas, eventos e, eventualmente, hotéis de Luanda.” – não poderia estar mais correcta.

Erickson Mvezi é CEO da Startup Tupuca, dos exemplos de empreendedorismo social com maior sucesso em Angola. A Tupuca é uma plataforma de entregas em alta demanda em Angola, que permite aos usuários fazer pedidos de vários fornecedores. Actualmente a plataforma interliga restaurantes a clientes finais, mas já anunciou que nos próximos dias passará a fazer a entrega de diversos produtos.

Para a área de tecnologia, fica também a referência para João Barbosa, criador da Startup Leverage.

A equipe do MenosFios estará presente no evento que acontecerá no dia 21 de Julho na Academia BAI. As inscrições ainda estão abertas.

Inscreva o seu aplicativo no concurso Unitel Apps Angola 2018

O Concurso Unitel Apps está de volta e agora na sua terceira edição. Depois do evento do ano passado com cobertura presencial da equipe do MenosFios, o concurso destinado à desenvolvedores Angolanos estará aberto aos participantes daqui a dias.

O Concurso UNITEL APPS Angola é uma competição que pretende identificar as melhores apps e desenvolvedores do país, assim como potenciar o Ecossistema Digital de Angola.

Para o Concurso Unitel Apps Angola 2018 teremos o seguinte:

  • Categorias
    • Apps de Startup’s;
    • Jogos;
    • Tema Livre;
    • Responsabilidade Social (Educação e Saúde).
  • Participantes: Aberto para todos os desenvolvedores de Angola e angolanos residentes na Diáspora
  • Constituição das equipas: Até 5 membros
  • Etapas:
    • Submissão de projectos: Envio de projecto para o endereço de email [email protected]
Início das inscrições: 1/07/18 Término: 31/07/18
  • Triagem: Serão selecionados os melhores projectos para posterior apresentação presencial
Início da triagem: 1/08/18 Término: 6/08/18

 

Este ano o concurso não apostará apenas na capital, mas incluirá mais províncias

Será executada uma antecâmara em cada província onde serão apresentados os projectos seleccionados na fase de triagem. Durante esta etapa serão seleccionados os 12 projectos finalistas no total de todas as províncias (3 Start Up’s; 3 Tema Geral; 3 Responsabilidade Social; e 3 Jogos)

  • Huíla;
  • Benguela;
  • Huambo;
  • Cabinda.

Apresentação: Os projectos serão apresentados a um corpo de jurados constituído por notáveis da UNITEL. Neste evento será escolhido o projecto vencedor de cada categoria.

  • Incubação: Os projectos vencedores serão incubados durante 2 meses pela equipa de Inovação da UNITEL, de forma a serem lançados para o mercado.
Início: 22/10/18 Término: 14/12/18
  • Requisitos de submissão
    • É permitida a utilização de qualquer programa de desenvolvimento;
    • Deve ser desenvolvida pelo menos uma versão Android (outros sistemas operativos também são permitidos);
    • Obrigatório vídeo explicativo de tamanho inferior a 16 MB e até 2 minutos de duração, onde é demonstrado o funcionamento da aplicativo/jogo;
    • Obrigatório documento com a descrição funcional (Power-point ou PDF) baseado no template disponibilizado no site.

Como fazer a candidatura?

Envio de projectos: Via email para: [email protected]

  • Quem projectos poderão ser desqualificados?
    • Projectos submetidos apenas com documento descritivo, sem apresentação visual do protótipo funcional, serão desqualificados;
    • Projectos devem ser exclusivamente desenvolvidos por membros da equipa. Caso se descubra violações à propriedade intelectual na sua concepção ou gestão, automaticamente, a equipa será desqualificada (em qualquer fase);
  • Propriedade Intelectual
    • A UNITEL terá direito de preferência sobre todos os projectos apresentados
  • Prémios
    • Mentoring durante 3 meses – Modelo de negócio (Como criar e capturar valor), plano de comunicação, plano financeiro, afinação tecnológica;
    • Telecomunicações –  Chamadas intra-conta zero para os números dos membros da equipa e Net Casa durante 1 ano;
    • Prémio monetário – 500 mil kwanzas;
    • Possibilidade de fazer o Pitch à Direcção Geral da UNITEL.

Vai candidatar-se?

[AngoTIC 2018] INACOM já conta com uma linha de apoio ao consumidor

Muitos utilizadores dos serviços das operadoras de comunicações electrónicas ou postais já tem reclamado dos seus serviços prestados por algumas operadoras e não só, mas até então não tinham onde reclamar, mas felizmente o assunto já encontra-se resolvido.

Pois é, o Instituto Angolano de Comunicações (INACOM) lançou na terça-feira (20 de Junho de 2018), em Luanda, a linha de apoio gratuito ao consumidor., permitindo assim os os utilizadores dos serviços das operadoras de comunicações electrónicas ou postais em todo o território nacional podem apresentar todas as dúvidas e questões não resolvidas.

Como efectuar esse contacto?

As dúvidas poderão ser feitas através do número 15555 (número gratuito), colocado a disposição do público pelo INACOM, para que, doravante, os utilizadores possam, com maior facilidade e rapidez, ver respondidas todas as preocupações inerentes aos serviços das comunicações  no país.

Os canais tradicionais de contacto, entretanto, mantêm-se à disposição do público, designadamente a sede social do INACOM sita na Avenida Dr. Agostinho Neto, nº 25, pela caixa postal 1459 e pelo e-mail: apoio.consumidor@ inacom.gov.ao.

Como autoridade nacional  responsável pelas comunicações postais e electrónicas em Angola, o INACOM prioriza o bem-estar do consumidor, por isso, apostou na abertura de um canal que permite aos utentes recorrerem quando se sentirem seus direitos violados ou estarem perante questões não resolvidas por parte de um operador.

Será uma boa opção esta linha de contacto?