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Quarta-feira, Março 11, 2026
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Huawei poderia dominar o mercado, caso não houvesse sanções, diz executivo

Há quase um ano, a Huawei foi colocada na lista negra dos Estados Unidos, o que provocou uma reviravolta não só na marca chinesa, como também nos seus clientes, utilizadores e fornecedores. A multinacional ficou assim proibida de aceder a produtos e realizar negócios com todas as entidades que tivessem ligação ao país norte-americano.

Esta situação fez correr muita tinta e espoletou muitas outras consequências. No entanto, recentemente um diretor executivo da marca afirma que a Huawei, assim como a Apple, poderia ter dominado o mercado, não fosse as sanções aplicadas pelos EUA.

Recentemente, Richard Yu, Diretor Executivo e CEO do departamento de consumo da Huawei partilhou a sua opinião relativamente à possível posição da marca chinesa caso os Estados Unidos da América não tivessem imposto pesadas sanções à mesma. E de acordo com o executivo “se não fosse a intervenção dos EUA e a supressão da Huawei, as principais fabricantes de smartphones do mundo poderiam ser a Huawei e a Apple“.

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Mas Richard Yu não se ficou apenas por aqui e também apontou a mira à Samsung, desvalorizando a rival ao dizer que as “outras são pequenas fabricantes, incluindo a empresa sul-coreana (Samsung), que pode ser vendida principalmente nos mercados dos EUA e da Coreia do Sul“.

De informar que em 2020, a Huawei era das empresas mais fortes do mundo, especialmente no segmento dos telefones inteligentes, sendo que em Abril a marca chinesa chegou a ultrapassar a Samsung. Mas as sanções dos EUA destronaram a empresa, deixando-a numa posição extremamente delicada, o que a obrigou a pensar em soluções e alternativas. Entre as soluções encontradas, destaca-se a venda da subsidiária Honor, o desenvolvimento do seu sistema operativo móvel HarmonyOS e da sua própria loja de aplicações para smartphones designada App Gallery.

BFA reforça seus cartões multicaixas com a funcionalidade Card Protector

Com o objectivo de reforçar a segurança dos seus cartões multicaixas, o Banco de Fomento Angola (BFA) disponibilizou recentemente nos serviços BFA App, BFA Net e BFA Net Empresas o serviço Card Protector, que vai oferecer um grande leque de funcionalidades aos usuários.

Segundo o comunicado oficial daquela instituição bancárias, na qual a redacção da MenosFios teve acesso, o Card Protector vai oferecer as seguintes funcionalidades:

  • Bloquear cartão: permitirá inibir/cancelar  a utilização do cartão multicaixa;
  • Desbloquear cartão: permitirá aos Clientes reverter a inibição temporária da utilização do   cartão;
  • Definir limite diário do cartão : permitirá aos Clientes definir o montante máximo diário das operações financeiras a efectuar com o cartão.

Para efectuar o bloqueio/desbloqueio e definir limites no Cartão Multicaixa, o cliente deve Aceder ao BFA Net/ BFA Net Empresas /BFA App 2.0 e inserir as credenciais de acesso. Depois deve seleccionar o Menu “Gestão de Cartões” e por fim seleccionar a opção pretendida e preencher os campos indicados.

De acordo com o BFA, essas três funcionalidades têm como objectivo reforçar os mecanismos existentes ao nível da prevenção e combate à fraude com os Cartões multicaixa e deste modo melhorar a segurança deste meio de pagamento.

Analistas apontam vantagem do Twitter na batalha com Musk nos tribunais

O diferendo entre Elon Musk e a administração do Twitter vai prosseguir nos tribunais, após o empresário ter cancelado a operação de compra da rede social, com os analistas a darem vantagem à empresa no “braço de ferro”.

Segundo especialistas ouvidos por publicações especializadas e citados pela EFE, o conselho de administração do Twitter estará em vantagem na batalha legal para fazer Musk completar a aquisição nos termos que tinham sido propostos. A disputa será decidida num tribunal do estado de Delaware especializado em litígios comerciais, com a empresa a querer forçar a aplicação do acordo entre as duas partes ou procurar uma compensação financeira.

As ações da empresa desvalorizaram-se nos últimos meses, com as ações atualmente abaixo dos 37 dólares, ou seja, aquém da proposta de 54,20 dólares por ação apresentada pelo empresário em Abril e que representava um negócio na ordem dos 44 mil milhões de dólares.

Elon Musk argumenta que o Twitter forneceu informações “falsas e enganosas” durante as negociações e não lhe forneceu dados que ele considera essenciais para encerrar a transação. Em causa estará, sobretudo, o número de contas falsas na rede social (associadas a “bots”), que o Twitter afirma representar menos de 5% do total, mas sobre o qual o homem mais rico do mundo já manifestou muitas dúvidas.

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Para muitos analistas, a questão dos “bots” foi um pretexto para o empresário se retirar de um negócio sobre o qual poderá pagar muito acima do atual valor real da companhia. A este cenário associa-se ainda o impacto nas ações da Tesla, a maior empresa de Musk, e na sua própria fortuna pessoal.

Contudo, o empresário não incluiu demasiadas condições na operação de compra, pelo que parece difícil que um tribunal venha a aceitar as suas razões para desistir. Segundo os peritos, o trunfo de Elon Musk é conseguir provar que o Twitter forneceu informações sobre o seu negócio que não correspondem à realidade, o que se pode revelar extremamente difícil.

Não há muitos precedentes nos EUA para casos semelhantes, especialmente em negócios desta dimensão, mas na maioria desses casos o comprador tem sido forçado a avançar com o processo. Porém, a conclusão do negócio também se afigura complicada e as divergências podem fragilizar ainda mais o valor da rede social.

Por isso, os analistas consideram que o cenário mais provável é um acordo entre as partes, permitindo que Elon Musk se afaste da compra através de uma indemnização ou que se registe uma redução do preço a pagar pelas ações para fechar a operação de aquisição.

Musk avisou há cerca de um mês que se reservava ao “direito de não consumar a transação”, segundo uma carta dirigida ao responsável jurídico do Twitter e divulgada no ‘site’ da autoridade reguladora dos mercados financeiros norte-americanos, devido à falta de informação sobre contas falsas na rede social.

Segundo o documento divulgado em maio, Elon Musk pretendia pagar mais de metade dos 44.000 milhões de dólares que oferece pela compra do Twitter com capitais próprios e estava a negociar a participação do fundador da rede social na transação.

Segundo um documento entregue ao regulador do mercado norte-americano (SEC, em inglês), o fundador da Tesla e da SpaceX disse inicialmente que contribuiria com 21.000 milhões de dólares em fundos próprios, do seu bolso ou suportados por terceiros.

Posteriormente, acionistas da companhia tecnológica apresentaram uma queixa contra Elon Musk, que acusam de manipulação de mercado para conseguir economias na sua operação para adquirir esta empresa das redes sociais.

Diamant Media sai do ar e leva milhões de Kwanzas dos angolanos

A Diamond Video Media, plataforma de investimento digital oriunda da Malásia desenvolvida pela Diamant Media, com conexões em Portugal, Brasil e outros países retirou o seu aplicativo do ar já a uma semana, lesando economicamente centenas de angolanos em um valor a rondar os milhares de kwanzas.

A plataforma começou a actuar em território nacional nos finais do ano de 2021, e onde em pouco tempo atraiu vários cidadãos nacionais, visto que a mesma não era pedia qualquer tipo de investimento aos usuários, bastando simplesmente instalar o aplicativo e depois colocar “gosto” nos vídeos que eram disponibilizados, com promessas de os utilizadores ganharem 1 dólar por cada vídeo acessado.

Segundo o que revela o Jornal Expansão, meses depois a Diamond Video Media tornou-se uma plataforma de investimento com várias opções de aplicação de fundos com pacotes que atingiam os 132.000 USD (cerca de 55.626.780 Kz) com um lucro em quatro meses para uma aplicação de 23.123 USD (9.744.379 Kz).

Depois de ter recebido milhares de kwanzas dos angolanos, antes pagou os cinco primeiros meses e, no dia 26 de Abril, depois da actualização dos preços, que eram feitos nos dias 25 de cada mês (o valor subia para mais 100 USD ou 200 USD dependendo do pacote em que o cliente estivesse), a plataforma simplesmente saiu do ar e lesando centenas de clientes em várias provincias do país num valor de milhares de kwanzas.

Eu investi mais de um milhão de Kz para comprar opacote Vip3, que custava mais de 1.783 USD. Pedi emprestado a um familiar e não sei como pagar agora. Confie practicamente tudo nesta plataforma e agora fiquei sem nada” , disse um cliente anónimo, em entrevista ao Expansão.

MAIS: Polícia Nacional deteve 13 cidadãos que integravam rede de burlas nas redes sociais

Eu por acaso desconfie no início mas com o desempenho do despedimento no trabalho, e como a proposta era muito boa, decidi tentar sorte. Sinceramente até agora ainda estou com esperanças que eles voltem a operar, não sei o que farei para investir os meus 8 filhos” , disse um outro cliente burlado e que trabalhava numa empresa de prestação de serviços de construção, foi demitido recentemente e recebeu 600.000 Kz de indemnização, onde pegou a maior parte desse valor e investiu na plataforma.

As histórias dos angolanos burlados pela Diamond Video Media não param por aí, onde em estado de desespero um cliente (de nome André) aplicou o dinheiro do noivado na plataforma de investimento. Embora não tenha revelado a quantia investida, ao semanário angolano, o usuário diz que nem sabe como vai olhar para a noiva depois da aplicação ter deixado de funcionar e de ter perdido tudo, visto que ainda não teve coragem de contar.

Fui convidado por algumas pessoas que diziam ser administradores da página oficial da plataforma, e como angariador levei muitas pessoas a investir, incluindo familiares e amigos. Hoje com a desactivação da plataforma não sei o que fazer. Estou a receber telefonemas de pessoas que querem o seu dinheiro de volta mas eu também fui enganado e não sei o que fazer. As pessoas que me convidaram também desapareceram do grupo de angariadores que tinhamos“, informou Bonifácio João, que era um angariador responsável pela criação de um dos vários grupos que foram criados no WhatsApp para gerir as aplicações da Diamond, e onde diz que investiu mais de 5.000 USD na plataforma e ganhava algumas comissões.

De acordo com uma investigação feita pela redacção da MenosFios nos grupos de WhatsApp, notou-se um claro desespero de várias pessoas pelo facto de a plataforma ter sido desactivada, e onde para os mais incrédulos, insistam em não acreditar que a Diamond Video Media encerrou as operações.

Moçambique. Bay Port diz que MOZTECH serve para obter soluções inovadoras

De 18 a 19 de Maio decorreu a 9° edição da MOZTECH, aquela que é para muitos a maior feira de tecnologia de Moçambique, e que mais uma vez serviu para os aficionados nesse sector apresentarem a eficiência dos seus serviços no mercado.

Uma empresa que se destacou no evento tecnológico foi a Bay Port, instituição financeira que presta serviços de crédito acessíveis, seguros e poupanças para o sector formal em mercados emergentes, que usou a MOZTECH para alavancar o crescimento do seu plano de negócios, segundo Francisco Orlando, Administrador Comercial e de Operações da empresa.

Falando ao jornal O País(Moçambique), o gestor informou que apesar da sua instituição ser a primeira vez a participar no principal evento tecnológico do país, mas nem por isso receia em afirmar que o evento é oportuno, visto que aparece em um momento em que a transformação digital é irreversível.

Tivemos acesso ao que está a acontecer na praça e, acima de tudo, achamos que foi uma excelente oportunidade para sensibilizar o tecido empresarial moçambicano, no sentido de enveredar para o caminho de transformação digital, porque acreditamos que é umcaminho de mudança que pode impulsionar o crescimento acelerado dos negócios“, disse Francisco Orlando.

MAIS: Moçambique. MozTech volta a alavancar oportunidades de negócios nas tecnologias

Segundo ainda o administrador e na visão da Bay Port, a MOZTECH é a plataforma ideal para discutir ideias e encontrar soluções para o crescimento das empresas.

“O evento nos ajudou a ter acesso à informação, a expor o que estamos a fazer e também vai a interagir com outros parceiros, no sentido de alavancarmos o nosso crescimento“, frisou.

Prémios Tigra Nova Garra reconhece projectos de impacto para as comunidades angolanas

Decorreu no final de Junho a gala de premiação da 2° edição dos “Prémios Tigra Nova Garra”, evento que tem como objectivo empoderar os jovens nacionais, a partir de 18 anos, que apresentam projectos de impacto para as comunidades angolanas.

A cerimónia voltou a premiar e elevar os novos talentos nacionais, que se destacaram em diversas áreas da sociedade como: Saúde, Artes, Meio Ambiente, Desporto, Ciência, Tecnologia e Mundo Digital e Música.

Os vencedores desta edição, que foram encontrados depois de uma disputa renhida, foram os seguintes:

Fera das Artes: Hélder Garcia,

Fera do Desporto: Victor dos Santos,

Fera do Ambiente: Marco Paulo,

Fera da Ciência e Tecnologia: Elisa Capololo,

Fera da Saúde: Stella Constantina,

Fera da Música: Olinda Simeão e o Prémio “Eu Sou Fera”: Kelson Francisco (Pediatra).

MAIS: Abertas as inscrições para a 6° edição do concurso angolano universitário de programação

A empresa Refriango, organizadora do referido concurso, diz que o mesmo se enquadra no programa social da empresa e  consiste na apresentação de projectos de sustentabilidade, que desenvolvem ou podem ser desenvolvidos nas comunidades em diversos pontos do país. Os projectos, na sua maioria desenvolvidos a título pessoal, visam aos candidatos emprestar o seu saber e o seu talento para impactarem a vida da população.

Para cada vencedor de cada categoria, levou para casa um prémio de 1.000.000 AOA (um milhão de kwanzas) e outros benefícios fabulosos oferecidos pela Refriango.

Ataques de ransomware as instituições de saúde aumentaram 94%, mostra estudo

Os ataques de ransomware as instituições de saúde aumentaram 94%  no último ano, de acordo com o mais recente relatório “O Estado do Ransomware in Healthcare 2022” Sophos, líder global na cibersegurança da próxima geração.

A investigação da empresa de cibersegurança mostrou um claro aumento em 2022, visto que em 2021 apenas 66% das organizações de saúde foram atingidas, representando uma subida de 34% para 2020.

Um lado positivo mostrado no estudo é que as organizações de saúde estão a melhorar nas suas infraestruturas para lidar com esses ataques de ransomware, onde 99% das organizações de saúde atingidas pelos ataques dos hackers receberam pelo menos alguns dos seus dados depois de os cibercriminosos o terem encriptado durante os ataques.

Outras descobertas adicionais de ransomware para o sector da saúde que o estudo da Sophos revelou são:

  • As organizações de saúde tiveram o segundo maior custo médio de recuperação de ransomware com 1,85 milhões de dólares, demorando uma semana, em média, a recuperar de um ataque.
  • 67% das organizações de saúde acham que os ciberataques são mais complexos, com base na sua experiência de como os ciberataques mudaram ao longo do último ano; o sector da saúde tinha a maior percentagem
  • Enquanto as organizações de saúde pagam o resgate com mais frequência (61%), estão a pagar os resgates médios mais baixos, $197.000, em comparação com a média global de $812.000 (em todos os setores do inquérito)
  • Das organizações que pagaram o resgate, apenas 2% receberam todos os seus dados de volta.
  • 61% dos ataques resultaram em encriptação, menos 4% do que a média global (65%)

O ransomware no espaço de saúde é mais matizado do que outras indústrias em termos de proteção e recuperação“, disse John Shier, especialista em segurança sénior da Sophos, acrescentando ainda que “os dados que as organizações de saúde aproveitam são extremamente sensíveis e valiosos, o que o torna muito atrativo para os atacantes“.

MAIS: Kaspersky lança curso online de treinamento de resposta a ransomware

Para a empresa de cibersegurança, mais organizações de saúde (78%) estão agora a optar pelo seguro cibernético, embora que 93% das organizações de saúde com relatório de cobertura de seguros têm mais dificuldade em obter cobertura de apólices no último ano.

Com o ransomware a ser o maior impulsionador dos pedidos de seguro, 51% relatou que o nível de cibersegurança necessário para se qualificar é maior, colocando uma pressão nas organizações de saúde com orçamentos mais baixos e menos recursos técnicos disponíveis.

Levando em conta todos esses dados, os especialistas da Sophos recomendam as seguintes boas práticas para todas as organizações do sector da saúde:

Instale e mantenha defesas de alta qualidade em todos os pontos do ambiente da organização. Reveja os controlos de segurança regularmente e certifique-se de que eles continuam a satisfazer as necessidades da organização

  • Reforça o sistema de TI procurando e fechando as lacunas de segurança das chaves: dispositivos não repintados, máquinas desprotegidas e portas de protocolo de ambiente de trabalho remoto abertas. As soluções de Deteção e Resposta Alargada (XDR) são ideais para ajudar a colmatar estas lacunas
  • Faça backups e pratique o restauro deles para que a organização possa voltar a funcionar o mais rápido possível, com o mínimo de interrupção
  • Proativamente caçam ameaças para identificar e deter adversários antes de poderem executar o seu ataque – se a equipa não tiver tempo ou competências para o fazer em casa, subcontratação a um especialista em Deteção e Resposta Gerida (MDR)
  • Preparem-se para o pior. Saiba o que fazer se ocorrer um incidente cibernético e manter o plano atualizado

Esse estudo da Sophos sondou mais de 5.600 profissionais de TI, incluindo 381 inquiridos em organizações de média dimensão (100-5.000 funcionários) em 31 países.

WhatsApp em dois smartphones? Funcionalidade já a caminho

Para que é um usuário do WhatsApp, sabe que actualmente não é possível ter o aplicativo de mensagens a funcionar em dois smartphones, ainda que possa ser usado num equipamento e depois em versões web ou para PC. Esta é talvez uma das maiores limitações do serviço, mas que pode finalmente ter um fim à vista.

Há vários meses que esta ideia é apontada, mas os indícios começam a adensar-se. A mais recente versão Beta para Android já parece ter tal funcionalidade integrada, ou pelo menos, a sua referência.

Com a referência da funcionalidade de utilizar o WhatsApp noutro dispositivo já integrada na versão Beta para Android, há uma forte possibilidade de, em breve, finalmente ficar disponível.

MAIS: WhatsApp com novo limite de tempo para apagar mensagens

No site WABetaInfo foi partilhada uma imagem sugestiva do que está em desenvolvimento. É mostrado, inclusivamente, o processo para ter o serviço noutro dispositivo.

Pelo que podemos ver, o processo para ter o Whatsapp em dois smartphones será algo muito semelhante à forma como hoje temos acesso ao WhatsApp Web, com um código QR disponível. Poderá ainda haver sincronização das conversas de forma completa, ainda que o processo possa estar dependente das limitações de backup do próprio WhatsApp que não se destacam da concorrência de forma menos positiva.

Não se sabe também se a opção poderá ser partilhada entre dispositivos Android e iOS, ou se, numa fase inicial, estará mesmo limitada ao Android. Os testes em iOS também não são conhecidos.

Abertas as inscrições para a 6° edição do concurso angolano universitário de programação

Já estão abertas as inscrições para a 6° edição do Angolan Collegiate Programming Contest AOCPC (Concurso Angolano de Programação), evento que tem como objectivo promover a criatividade, os novos talentos, o trabalho em equipa e a inovação na construção de novos programas de softwares e permitir que os estudantes nacionais testem as suas capacidades.

Para essa edição de 2022 o concurso prevê alguns requisitos para os candidatos, como ser estudante universitário, saber programar em C,C++, Java, Python e kotlyn, grupo de três estudantes e um professor da mesma universidade.

As fases finais do concurso será nos dias 13 e 14 de Outubro próximo, onde quem quer participar no concurso é só enviar nos contactos mais abaixos os dados: Instituição a que pertence (Universidade), Nome da equipa, Nome de cada um dos três membros da equipa e o Nome do Treinador.

Eis os contactos: [email protected] / +244 996 515 676 / Página do Facebook da ACPC.

De informar que a equipa denominada Bombo is Molhed, estudantes do Curso de Engenharia Informática do ISPTEC, foram a grande vencedora da última edição do concurso  AOCPC, e que representaram Angola no concurso de programação da Africa And Arab Collegiate Programming Championship (ACPC), em Cairo, Egipto.

A edição 2021 do concurso teve como participantes 30 equipas, representando 16 instituições de Ensino Superior em todo o país.

Elon Musk escreve carta para cancelar acordo de compra do Twitter

Elon Musk enviou um carta com a intenção de cancelar o acordo de compra do Twitter, segundo avança a CNBC, citando uma carta desta sexta-feira da equipa legal do empresário.

Por várias vezes Elon Musk se queixou que a rede social não lhe dera as informações pretendidas sobre o número de contas falsas – o Twitter afirmou que cerca de 5% dos seus utilizadores diários são contas de spam, mas o empresário contesta os valores.

Na carta, citada pela CNBC, o advogado Mike Ringler escreve que, “por vezes, o Twitter ignorou os pedidos do Sr. Musk, por vezes rejeitou-os por razões aparentemente injustificadas e, por vezes, alegou que estava a cumprir enquanto dava ao Sr. Musk informação completa ou inútil”.

O valor de compra acordado entre o Twitter e o empresário, dono da Tesla e da SpaceX, rondava os 44 mil milhões de dólares.

MAIS: Twitter permitirá publicar artigos mais longos nas próximas semanas

Entretanto, as ações do Twitter no final de sexta-feira caíram cerca de 5%.

O anúncio da compra foi acolhido com algum ceticismo por muitos utilizadores, devido às declarações que Musk fez sobre a liberdade de publicação na rede social. O bilionário defendeu, por exemplo, que o Twitter não devia limitar ou suspender as contas de políticos e oficiais que partilhem informações falsas, destacando-se a sua defesa de Donald Trump.

Ainda assim, esta ‘aventura’ entre Musk e o Twitter, um negócio que se tornou num dos principais destaques no setor das tecnológicas, não deverá ficar por aqui. O acordo assinado entre a rede social e o bilionário prevê que o último pague mil milhões de dólares (cerca de 981 milhões de euros) caso o negócio caia.

No entanto, sugere a CNBC, a rede social poderá tentar que Musk pague mais do que isso para abandonar o contrato, já que o valor das ações caíram cerca de 20 dólares entre o anúncio de compra e esta sexta-feira,