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Sexta-feira, Abril 24, 2026
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WhatsApp estreia nova e útil opção de privacidade

O WhatsApp encontra-se a trabalhar de uma forma de lhe permitir esconder a informação de quando foi a última vez que entrou na app de mensagens. Como conta o WABetaInfo, a versão beta do WhatsApp para Android conta agora com esta funcionalidade que, de momento, se encontra a ser desenvolvida.

Até aqui o WhatsApp só permite três opções para esta funcionalidade: partilhar com todos, com os seus contactos ou com ninguém. Como conta a página WABetaInfo, a plataforma de mensagens encontra-se agora a testar a nova opção na última versão beta da aplicação (2.21.33.14).

De acordo com a publicação, a funcionalidade tem estado a ser desenvolvida ao longo dos últimos meses, sendo que esta disponibilização na versão beta é o último passo antes que seja lançada na versão final do WhatsApp. No entanto, ainda não se sabe quando é que será lançada oficialmente.

E segundo a informação agora revelada, se o utilizador escolher ocultar a última vez que esteve online para contacto específico, vai deixar de ver de forma automática a última vez que esse contacto esteve na aplicação.

Sem data prevista para estar disponível na versão pública do WhatsApp, outras plataformas de mensagens instantâneas já se anteciparam e implementaram uma funcionalidade semelhante. O Telegram, ao contrário do WhatsApp, permite fazer uma lista e escolher os contactos com quem o utilizador deseja partilhar a última vez que entrou na aplicação, por exemplo.

Novas chapas de matrículas, equipadas com código QR, vão garantir maior controlo no país

A sociedade civil automobilística angolana vai receber uma nova gama de chapas de matrículas, equipadas com código QR, onde a Polícia Nacional diz que as mesmas vão garantir maior fiabilidade no controlo do tráfego rodoviário no país.

Essa ideia de palavras veio do Director do Trânsito e Segurança Rodoviária da Polícia Nacional de Angola (DTSER/PNA), Comissário Elias Livulo, na província da Huíla, onde inteirou aos jornalistas sobre o andamento do projecto de implementação das novas chapas de matrículas, assegurando que as mesmas irão permitir maior fiabilidade no controlo da segurança rodoviária no País.

O director da DTSER falava durante o encontro com o 2° Comandante Provincial da Huíla, Subcomissário Florenço Ningui, no âmbito do programa de visita de trabalho de Ajuda e Controlo, que a Polícia Nacional está fazendo desde o princípio do mês na zona sul do País,  concretamente nos Departamentos provinciais do Cunene, Namibe e Huíla.

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De referir ainda que na sala de reuniões do Comando Provincial da Huíla, Elias Livulo afirmou que as novas chapas de matrículas, a entrar em vigor, nos próximos tempos, serão mais seguras, tendo em conta a conjuntura de dados que elas apresentam, nomeadamente: o mês, o ano de registo, a bandeira da República de Angola, um leitor de número uniformizado, com descrição das empresas de fabrico.

Por fim, abordando sobre a realidade da situação rodoviária no país, Elias Livulo apontou o homem como o elemento principal das causas dos acidentes no país, destacando os atropelamentos como a maior cifra dos registros da Corporação.

Após o encontro na sala de reuniões do Comando Provincial da Huíla  da PNA, o Comissário deslocou-se ao Departamento de Trânsito e Segurança Rodoviária onde constatou os níveis de funcionamento e organização do órgão e manteve contacto com os efectivos da especialidade em parada.

Em breve vai poder ouvir livros no Spotify

O Spotify anunciou a adesão de livros em formato de áudio (audiobooks) ao serviço de streaming, após a aquisição da empresa de distribuição Findaway. Esta última, e através do seu negócio Findaway Voices, distribui audiolivros para várias plataformas e oferece serviços de criação, juntando autores e narradores.

Além da música e dos podcasts, o Spotify quer “inovar” e “democratizar” a plataforma para este novo serviço, investir na descoberta de livros em formato de áudio e permitir que mais pessoas criem e publiquem audiolivros, sendo “o que torna plataforma tão poderosa do ponto de vista do criador”, disse Nir Zicherman, chefe de audiolivros no Spotify, à publicação The Verge. Embora ainda não seja certo, a plataforma poderá ter planos de assinatura como tem para a música, o que vai ajudar a contabilizar o consumo de audiolivros.

A nova aquisição vai permitir à empresa lucrar, dado que receberá uma comissão sempre que alguém comprar um livro distribuído pelo Findaway na plataforma. Por sua vez, também o Spotify terá de pagar comissões a outros distribuidores e autores de audiolivros sempre que as pessoas comprarem um livro em formato de áudio na plataforma, tal como acontece em relação à música.

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Zicherman reforça a vontade que a plataforma tem em oferecer todo o tipo de conteúdo de áudio aos seus utilizadores, revelando que já no início de 2022 estarão disponíveis mais audiolivros através de uma parceria com o Storytel, também conhecido pelos seus serviços de livros em áudio. Em janeiro deste ano, o Spotify trabalhou com o Youtube na distribuição de leituras de livros clássicos como Frankenstein e com a escritora J.K. Rowling – autora de Harry Potter e a Pedra Filosofal para distribuição deste mesmo livro em formato de áudio.

Três táticas para conter ataques de ransomware

A prevenção de ataques de ransomware está no topo da agenda de todos, de administradores de TI, CEOs e Governos. Embora não seja um problema novo, uma série contínua de ataques de ransomware devastadores em todo o mundo chamou a atenção para esse problema. Ao mesmo tempo, os ciberataques estão a ficar mais sofisticados a cada dia. Portanto, é mais importante do que nunca para as organizações desenvolverem uma estratégia abrangente de prevenção e segurança, antes que danos irreparáveis ​​sejam causados.

  • Como os invasores inicialmente obtêm acesso

Para evitar um ataque de ransomware e outros ataques de malware, as tentativas dos invasores de obter uma posição segura na rede devem ser repelidas. A prevenção, detecção e remediação na segurança do endpoint, portanto, torna-se uma parte crítica da estratégia de segurança.

Em geral, os invasores usam uma dessas duas táticas para inicialmente obter acesso a uma rede:

  1. Os invasores exploram com êxito uma vulnerabilidade na rede da vítima: isso pode ser encontrando um defeito de software ou bug que pode ser manipulado para implantar código malicioso ou expor uma configuração incorreta que dá a um invasor um ponto de entrada para implementar o seu próprio código. Essas vulnerabilidades ocorrem, por exemplo, por meio da configuração incorreta dos recursos da nuvem ou por meio de vulnerabilidades de terceiros que podem levar a um ataque à cadeia de suprimentos.
  2. Os invasores conseguem obter acesso não autorizado a uma conta válida: o acesso não autorizado a uma conta válida é realizado roubando-se as credenciais da conta do usuário por meio de engenharia social.

As organizações sobrecarregadas com estratégias e medidas de segurança desactualizadas lutam para manter os seus dados seguros em um mundo onde os ataques de ransomware se espalham rapidamente devido à fácil acessibilidade. Se essas organizações não mudarem a sua abordagem, os invasores engenhosos continuarão a encontrar vulnerabilidades para explorar e enganar os usuários.

  • Prevenção de incidentes de segurança com uma abordagem em várias camadas

A identidade da última geração e a proteção de endpoint baseada em Inteligência Artificial oferecem uma solução melhor contra ransomware. As soluções anteriores, como autenticação baseada em senha ou proteção de endpoint construída em assinaturas de antivírus, têm sérias deficiências para impedir o ransomware moderno. Uma vez que o objectivo da prevenção é interromper a primeira infiltração, analisamos a seguir como as soluções de segurança modernas podem oferecer os novos meios na luta contra o ransomware.

MAIS: Ransomware: quão perigoso é e o que pode ser feito a respeito?

  • Tática nº 1: Implementar autenticação de usuário resistente a ataques

Muitos ataques de ransomware bem-sucedidos inicialmente obtêm acesso à rede da vítima ao decifrar ou roubar credenciais de uma conta válida. Impedir efectivamente que isso aconteça requer credenciais de autenticação do usuário que são difíceis de copiar, roubar ou quebrar.

A autenticação multifactor (MFA) tradicional ajuda a abordar as vulnerabilidades de segurança no uso de senhas. No entanto, esse método ainda depende fundamentalmente de algo que um usuário humano precisa lembrar e saber, e as abordagens por telefone não são 100% seguras. Além disso, a implantação da segurança MFA tem um custo significativo, tornando-a pouco atraente para o uso de muitas organizações.

O MFA sem uma senha evita o roubo de credenciais e impede que os invasores adivinhem a senha. Essa forma de MFA usa vários factores de autenticação, mas exclui as senhas tradicionais. Sem as senhas tradicionais, a segurança é instantânea e inerentemente aprimorada, a experiência do usuário é simplificada e os custos são reduzidos ao mínimo.

  • Tática nº 2: Detecção, quarentena e remoção instantânea de ransomware

Realisticamente, ter medidas preventivas em vigor não garante que os invasores nunca vão invadir uma rede e obter acesso ao dispositivo de um usuário. A próxima melhor linha de defesa é um mecanismo autônomo de segurança, detecção e resposta que pode detectar e conter actividades suspeitas no nível do endpoint na velocidade da máquina. Isso evita perda de dados, perda financeira ou investimento de tempo desnecessário.

As soluções modernas de Detecção e Resposta Estendida (XDR em inglês) monitoram os processos locais em tempo real e analisam o seu comportamento, torna possível identificar com precisão o código malicioso e tomar medidas imediatas. Dessa forma, o ataque é interrompido no momento em que começa, antes que os invasores possam acessar os seus alvos desejados, independentemente do ataque ser executado da memória local ou remotamente.

  • Tática nº 3: Danos reversos de ransomware

O terceiro elemento nesta abordagem em várias camadas, e talvez o mais crucial para aqueles afectados pelo ransomware, é a capacidade de voltar no tempo e retornar todos os activos e configurações ao estado em que estavam antes do ataque. Essa etapa crítica garante uma rápida recuperação e continuidade dos negócios, independentemente da amplitude e da profundidade do ataque.

Malwares desconhecidos ou táticas de ataque podem não ser detectados e bloqueados automaticamente pelo componente de detecção; portanto, desfazer as ações executadas pelo malware é a única maneira de manter a rede segura.

A reversão automática de todas as alterações feitas por código malicioso ou suspeito fornece às organizações uma rede de segurança contra as terríveis consequências de ataques cibernéticos bem-sucedidos.

  • Uma pilha de segurança abrangente para evitar ransomware

Em resumo, a prevenção é a meta número um para arquitetos de segurança cibernética e defensores de redes corporativas. Uma estratégia eficaz se concentra em mitigar ataques que visam a autenticação do usuário, detectam e removem ameaças imediatamente e, finalmente, revertem todas as ações executadas por atacantes e o seu malware em ataques indetectáveis.

Cantor Bass tem sua página do Facebook hackeada, e oferece recompensa a quem conseguir o recuperar

A página oficial que o cantor Bass mantém no Facebook, de nome Artista Bass,  foi invadida na última terça-feira(8), por hackers que retiraram os administradores oficiais do comando e até ao fecho dessa matéria estão a publicar outros tipos de conteúdos, não afectos ao cantor, na mesma página.

Os mais de 400.000 seguidores do cantor começaram a suspeitar que a página oficial tinha sido hackeada quando começou a surgir vários posts de trailers de filmes internacionais, como Taken 2, TerraFormars, American Sniper, The Conjuring e muitos outros, o que levou aos fãs do cantor indagarem nos comentários o porque desses respectivos posts, visto que não tinham nada a ver com a sua agenda cultural.

A confirmação oficial de que a conta tinha sido mesmo hackeada veio por parte da sua actual esposa, a também cantora Yola Araújo, que também através da sua página oficial do Facebook e Instagram confirmou o infortúnio.

Horas depois, o próprio artista também confirmou que a sua página do Facebook tinha sido hackeada, através do seu perfil oficial do Instagram.

Pelo que a redacção do MenosFios apurou, o casal de artistas lançou uma recompensa para qualquer pessoa com conhecimento informático que ajudar na recuperação da página, embora que os valores económicos não foram divulgados.

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Sem adiantar detalhes sobre o que terá acontecido e como é que a conta foi hackeada, a cantora Yola Araújo solicitou por via da sua conta no Instagram, que os interessados em recuperar a página do esposo, possam contactar directamente o músico, através da sua página do Instagram.

De informar que a par do artista Bass, muitos cantores angolanos tem tido as suas contas das redes sociais hackeadas, nos últimos tempos, como é o caso do cantor do Anselmo Ralph, que em Julho de 2019 também teve a sua conta do Instagram hackeada, conta essa com mais de 700.000 seguidores.

EUA proíbe Huawei e ZTE de receberem novas licenças em seu território

O presidente dos EUA, Joe Biden, assinou uma lei que impede as empresas tecnológicas asiáticas, Huawei e  ZTE, de submeterem novos pedidos para receberem licenças, mesmo que não estejam envolvidos fundos federais, de acordo com o Engadget.

Essa nova legislação é válida para a atribuição de licenças para novos equipamentos de rede mas também condiciona renovações, onde o Secure Equipment Act determina que o regulador das comunicações do país, a FCC – Federal Communications Commission, tem agora o direito de proibir a emissão de licenças para equipamentos e serviços de empresas que constem da lista de fabricantes com soluções que representam uma ameaça à segurança nacional. Esta lista (Covered Equipment or Services List) foi apresentada pela FCC em março e inclui cinco empresas chinesas, com Huawei e ZTE sendo as mais conhecidas na respectiva lista.

MAIS: Huawei vai vender o seu negócio de servidores x86 devido às sanções impostas pelos EUA

Desde 2020 que essas duas empresas chinesas têm sido alvo de restrições por parte da nova administração dos EUA, mas até aos últimos dias, podiam submeter pedidos junto da Comissão Federal de Comunicações dos EUA. Com essa nova lei assinada por Biden, as duas empresas vão deixar de serem consideradas pela entidade reguladora daquele país.

Em modo de defesa, o governo dos EUA, na pessoa do responsável pela Comissão Federal de Comunicações dos EUA, Brendan Carr, alegam que a Huawei e a ZTE colocam “riscos inaceitáveis à segurança nacional”, notando que a medida é “apropriada”.

Comissão Europeia confirma multa de 2.42 mil milhões de euros à Google

O recurso interposto pela Google contra uma multa de 2,42 mil milhões de euros imposta pela Comissão Europeia foi negado esta quarta-feira pelo Tribunal Geral da União Europeia (UE).A decisão judicial sublinha que a gigante tecnológica “abusou da sua posição dominante ao favorecer o seu próprio serviço de comparação de compras em detrimento” dos concorrentes.

Em meados de 2017, a Comissão Europeia aplicou uma multa à Google de 2.42 mil milhões de euros, devido à empresa ter violado as leis associadas com as práticas da concorrência. Em causa encontrava-se o facto que a Google terá abusado da sua dominância do mercado para ilegalmente dar mais destaque aos produtos vendidos sobre a sua plataforma de “Shopping”.

Quando os utilizadores pesquisam por um determinado produto no Google, em alguns países, o Google Shopping fornece comparativos de onde os utilizadores podem comprar esses mesmos produtos em diferentes plataformas. A investigação deu como provado que a Google favorecia os resultados que eram associados com a sua própria plataforma, em deterioramento dos rivais.

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Na altura, a Google contestou esta decisão, mas agora surge a confirmação de que a Google vai mesmo ter de pagar a multa. Segundo o tribunal responsável pelo caso, a empresa terá mesmo favorecido os seus próprios serviços em deterioramento dos restantes no mercado, causando uma situação de competição injusta.

O tribunal reafirma ainda que a multa no valor de 2.42 mil milhões de euros vai-se manter. No final, a empresa fica assim sem grandes formas de contestar mais esta decisão.

História da criação do Pirate Bay vai virar série televisiva

A história que deu origem ao tão famoso site pirata The Pirate Bay vai ser contada através de uma série televisiva, que vai ser transmitida pelo canal público sueco SVT e onde as filmagens começam já no próximo ano.

A informação veio da plataforma TorrentFreak, onde ainda revelou que a produção terá o auxílio de pessoas próximas do caso e terá como argumentista Piotr Marciniak e realização de Jens Sjögren, que foi também o responsável pelo documentário ‘I am Zlatan’, do futebolista Zlatan Ibrahimovic. Um outro fato interessante sobre essa adaptação televisiva, é que a mesma não contará com os argumentos dos três fundadores do The Pirate Bay, nomeadamente Fredrik Neij, Peter Sunde e Gotffrid Svartholm.

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Falando ainda da produção da série, o fundador Sunde disse que está “lisonjeado” com o projeto mas que também se sente nervoso. “É uma história importante e espero, que se entrarem em produção, lhe façam justiça – e que não me façam parecer um tolo”, afirmou.

De informar que apesar de ser um site de pirataria de conteúdos, muitos apontam o The Pirate Bay como um dos principais responsáveis pelo aparecimento de serviços de streaming como a Netflix ou o Spotify, notando que foi crucial para as indústrias de entretenimento alterarem os respetivos meios de distribuição.

Universidade Mandume Ya Ndemofayo é a melhor de Angola e a 16° em África, diz ranking

A conceituada plataforma UniRank lançou a sua lista das melhores universidades africanas de 2021, com uma grande novidade para o nosso país: a Universidade Mandume Ya Ndemofayo (UMN) é a 16° melhor universidade de África, sendo também a Universidade angolana melhor cotada na lista.

Dessa forma, a UMN e que foi criada em 2009, bem como tem a sua sede no Lubango e integra as províncias da Huíla e do Cunene, entra pela primeira vez no ranking das 200 melhores universidades de África.

Com cinco faculdades, nomeadamente a de Economia, Medicina, Direito, Instituto Superior Politécnico da Huíla e o politécnico de Ondjiva, a UMN matriculou este ano nove mil estudantes nos seus 19 cursos de graduação, dois de mestrados e um de pós-graduação, pelo que a redacção do MenosFios apurou.

MAIS: Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional e ISPTEC assinam protocolo

Sobre esse mesmo ranking das 200 melhores universidades de África, informar que o nosso país tem ainda a presença de outras quatro universidades angolanas, a par da UMN, que são a Universidade Independente de Angola (UNIA) no 30º lugar, a Agostinho Neto (UAN) no 39º, a Universidade Técnica de Angola (UTANGA) 101º e a Católica (UCA) no 178º posto.

De informar que a UniRank é uma instituição nigeriana reconhecida mundialmente, e que lista as Melhores Universidades de África desde 1960. O ranking é liderado pela Universidade de Cape Town (África do Sul). Para fazer a respectiva lista, a UniRank diz que leva em conta a acreditação das universidades por entidades governamentais que gerem o ensino superior, a disponibilidade de pelo menos quatro anos de graduação ou pós-graduação, bem como a oferta de cursos predominantemente num formato de educação tradicional, presencial e não à distância.

Segundo ainda o comunicado da UniRank, diz que o seu objectivo ao fornecer a lista das 200 Melhores Universidades de África é fornecer uma Tabela não académica das melhores universidades do nosso continente, com base em avaliações da web válidas, imparciais e não influenciáveis, ​​fornecidas por fontes independentes de inteligência da web, ao invés de dados enviados pelas próprias universidades.

Para ver a lista completa, click aqui.

Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional e ISPTEC assinam protocolo

O Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) e o Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciências (ISPTEC) assinaram na última semana um protocolo de entendimento para a expansão das acções formativas sobre ciência, tecnologia e indústria espacial, de acordo com o comunicado oficial, e que a MenosFios teve acesso.

Segundo ainda a mesma nota, o acordo assinado pelo GGPEN, que representou o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias da Informação e Comunicação Social (MINTTICS) no mesmo convénio, tem como objectivo a disseminação da cultura espacial nas instituições de ensino do país.

Essa parceria entre as duas entidades dar-se-á prioridade a acções formativas nas áreas de “sensoriamento remoto” e “sistemas de informação geográfica”, aplicados no sector petrolífero, “comunicação via satélite”, bem como projectos de investigação e desenvolvimento no domínio dos pequenos satélites, foguetes e mecânica orbital.

De informar ainda que esta mesma cooperação enquadra-se na estratégia de promoção do sector espacial no país, através do estabelecimento de acordos de cooperação com instituições técnicas e científicas na esfera espacial, de modo a assegurar as competências tecnológicas e humanas e transferência de conhecimento, no âmbito do Programa Espacial Nacional.

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Outro objectivo presente no acordo entre as instituições visa promover a formação em tecnologias relevantes para o sector espacial, criar e capacitar quadros neste domínio, apoiando o desenvolvimento sustentável, através das tecnologias aeroespaciais. Tendo isso como base, estar-se-á a contribuir para o posicionamento da academia nacional no prisma regional e na cimentação do binómio academia e indústria, por via da promoção e desenvolvimento de produtos e serviços baseados em tecnologia espacial.

Para o Governo Angolano, o ISPTEC é um parceiro estratégico do GGPEN, visto que segundo a nossa redacção apurou, essa instituição de ensino já tem em curso várias iniciativas e projectos na área espacial, bem como é das poucas Instituições de Ensino nacional cujo o seu ramo académico é reconhecido nacional e internacionalmente, sem falar também da transparência, rigor e excelência na investigação científica presente nessa mesma instituição de ensino.

Para o GGPEN, o ISPTEC dispõe de uma boa capacidade técnica e organizativa que lhe coloca como facilitador no processo de transmissão de conhecimentos a nível da academia nacional, tendo também em conta a proximidade com empresas do sector petrolífero para apresentar os serviços e aplicações espaciais desenvolvidas por essa instituição afecta ao MINTTICS.

A mesma nota ainda acrescenta que essa parceria é tendo como plano de fundo o cumprimento de uma das metas do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional – GGPEN para 2021, cujo objectivo alargado é a capacitação de mais de 150 técnicos, entre professores, profissionais e estudantes, em matéria espacial, para o impulsionamento do sector espacial angolano e disseminação de conhecimentos sobre ciência, tecnologia e indústria espacial, a fim de se materializar os objectivos da Estratégia Espacial Nacional.