A Vodafone vai contratar sete mil engenheiros de software até 2025, tendo como objetivo desenvolver mais serviços digitais próprios na Europa e África, avança a Reuters.
Em comunicado, a empresa diz que o investimento permitirá desenvolver produtos e serviços de forma “mais rápida e barata” em tecnologias como Internet das Coisas (IoT), redes inteligentes e cibersegurança.
We’re adding 7,000 software engineers to our growing European technical workforce by 2025. Our aim?
📲 Develop innovative technology at a lower cost 💨 Launch new products to market 50% faster 💪 Meet the surging demand for digital services
De acordo com as palavras de Johan Wibergh, diretor de tecnologia na Vodafone, a empresa de telecomunicações está concentrada em “melhorar e expandir” os seus serviços digitais de forma a “impulsionar o crescimento da receita num ambiente desafiante para conectividade básica”.
Wibergh acrescentou ainda que a Vodafone está a construir uma “marca de software global” para fornecer conectividade super-rápida e produtos digitais para os seus clientes.
Com esse número de aquisições em capital humano, o número total de engenheiros de software da Vodafone vai aumentar para 16 mil pessoas.
O 7º Ultra-Broadband Forum (UBBF 2021), organizado conjuntamente pela Comissão de Banda Larga da ONU e a Huawei, arrancou no dia 19, no Dubai. O fórum que este ano tem como tema “Estenda a Conectividade, Impulsione o Crescimento” tornou-se a maior cúpula do mundo no campo das redes fixas.
No evento, as principais operadoras globais e fornecedores de equipamentos trocaram ideias sobre uma ampla gama de tópicos – incluindo construção de infraestrutura de rede, economia digital regional, aplicação de solução de sucesso e expansão do espaço de crescimento da indústria. Eles também compartilharam as melhores práticas e discutiram como aprofundar a cooperação empresarial.
Peng Song, no discurso de abertura
O UBBF deste ano decorre ao longo de dois dias, durante os quais decorrem em simultâneo várias palestras e sessões centradas nas redes fixas. Profissionais de governos, empresas, operadoras e academia discutiram e trocaram ideias relacionadas ao status atual do desenvolvimento de redes de banda ultralarga e os novos desafios enfrentados, ao mesmo tempo que compartilhavam percepções e histórias de sucesso relacionadas.
“A conectividade é mais do que apenas uma expansão de funções; mais importante, é um vínculo emocional“, disse Ryan Ding, Diretor Executivo e Presidente do Carrier Business Group da Huawei, em seu discurso.
“Há mais de 170 anos, foi instalado o primeiro cabo submarino do mundo, enviando o primeiro sinal de comunicação através do oceano. Este foi um grande passo à frente para a humanidade. Cerca de 20 anos atrás, as velocidades de conexão ultrapassavam os 32 Kbps e o vídeo começou a ultrapassar o texto como a principal forma de tráfego, permitindo uma comunicação como nunca antes, acrescentou. Ele também afirmou que a conectividade “torna o mundo um lugar melhor“.
O valor da conectividade está sendo redefinido pela sociedade e o desenvolvimento da indústria está acelerando. Em seu discurso, Peng Song, presidente do Departamento de Vendas de Soluções e Marketing de Operadora Global da Huawei, definiu e elaborou o modelo de Cobertura / Arquitetura / Fusão (C.A.F) da Huawei. Peng destacou como a conectividade deve ser estendida dentro de cada casa e cada empresa e convergir com a nuvem para “atender aos requisitos presentes e futuros”. Construir a competitividade da conectividade com base no modelo C.A.F é a chave para um novo crescimento. “
Cobertura: a conectividade que se estende a cada cômodo aumentará significativamente o valor da banda larga doméstica. As demandas em constante mudança de residências e empresas exigem que as operadoras estendam a conectividade para todos os cômodos, todos os dispositivos e todos os sistemas de produção da empresa, e transformam as linhas privadas em redes privadas assim que uma cobertura mais ampla esteja disponível. Isso aumentará o número de conexões, aumentará a aderência do usuário e, por fim, criará mais oportunidades de negócios.
Arquitetura: a arquitetura de rede é a base para o sucesso dos negócios agora e no futuro. A nova arquitetura voltada para o futuro requer redes mais elásticas, serviços mais verdes e menor OPEX. A Huawei continuará a explorar novas tecnologias – como OXC, SRv6 e ADN – para fortalecer a base da arquitetura.
Fusão: a conectividade trará grandes oportunidades. Construir a competitividade da rede com base no modelo C.A.F é fundamental para as operadoras. A digitalização é a maior oportunidade para a indústria de TIC. Ele evoluiu de um conceito para uma prática. É inegável que a nuvem é o núcleo da digitalização, mas a conectividade também desempenha um papel fundamental. Sem conectividade, “a nuvem não passaria de uma grande ilha de dados”. De acordo com Peng, “Fusion” é importante porque a conectividade precisa ser centrada na nuvem e ajudar as empresas a migrar para a nuvem. A conectividade e a nuvem precisam ser convergidas. Os operadores podem desempenhar um grande papel neste processo.
Kevin Hu, presidente da linha de produtos de comunicação de dados da Huawei, explicou que a digitalização, ao mesmo tempo que aumenta a conveniência, também apresenta muitos desafios às redes existentes. Por exemplo, devido ao espaço limitado dentro de uma sala de equipamentos de CO, é difícil para os nós existentes fornecerem recursos de processamento de serviço abrangentes. As relações de homing fixas entre recursos e redes tornam um desafio agendar o tráfego inter-DC de maneira flexível. As operações de serviço híbrido das redes existentes são mal equipadas para atender aos requisitos de serviço diferenciados de hoje. Para lidar com os desafios de rede que os clientes enfrentam durante a transformação digital, a Huawei apresentou sua solução de rede em nuvem inteligente com quatro novos recursos – CO super edge de todos os serviços, fatiamento rígido de nível de locatário, programação de rede com SRv6 e integração de rede em nuvem. Esta solução maximiza o valor dos recursos de rede da operadora e as vantagens complementares da nuvem e da rede, ajudando as operadoras a construir uma arquitetura de serviço DICT que apresenta integração nuvem-rede.
Na conferência, Kevin Hu também apresentou os roteadores inteligentes da série NetEngine para todos os cenários, ajudando as operadoras a construir redes em nuvem inteligentes na era digital. Esses dispositivos incluem roteadores inteligentes de acesso à nuvem (NetEngine série A800), roteadores de agregação de todos os serviços (NetEngine série 8000 M) e roteadores de backbone inteligentes (NetEngine 8000 X16).
Atualmente, as operadoras globais estão continuamente aumentando seus investimentos em fibras ópticas, melhorando a qualidade da banda larga e desenvolvendo serviços como linhas privadas premium FTTR e OTN para aumentar a receita de redes fixas. Como um elemento fundamental das cidades verdes e inteligentes, as redes-alvo totalmente ópticas têm se tornado gradualmente um consenso da indústria. No entanto, no processo de construção de redes alvo totalmente ópticas para cidades inteligentes, as operadoras ainda enfrentam dificuldades, como custos elevados, lentidão no fornecimento de serviços e difícil gerenciamento da construção de FTTH ODN. Além disso, a implantação do dispositivo, a evolução da rede e o desenvolvimento de novos serviços também representam preocupações urgentes.
Na conferência, Bill Wang, vice-presidente da linha de produtos ópticos da Huawei, disse: “Para superar esses desafios, a Huawei lançou os produtos da série Digital QuickODN (DQ ODN) e Edge OTN. Esses produtos foram projetados para ajudar as operadoras a construir todos rapidamente -redes de alvo ópticas que são visíveis e gerenciáveis de ponta a ponta, reduzem significativamente os custos de O&M da operadora e fornecem uma entrada de alta velocidade no mundo digital para várias indústrias e residências. Elas podem ajudar as operadoras a expandir o mercado corporativo, melhorar a experiência de banda larga doméstica, reduza custos e aumente a receita.“
Na conferência, os seguintes palestrantes notáveis deram palestras e compartilharam seus insights e casos de aplicação bem-sucedidos de soluções e produtos da Huawei no domínio da rede fixa: Doreen Bogdan-Martin (Diretora do Escritório de Desenvolvimento de Telecomunicações da ITU), Bocar A. BA (CEO da SAMENA Telecommunications Council), Ricardo Varzielas (CFO da MTN GlobalConnect), Per Morten Torvildsen (Presidente do Board da GlobalConnect), Bader Abdullah Allhieb (Vice-Presidente do Departamento de Infraestrutura da STC), Alaa A. Malki (CTO da Mobily Etihad Etisalat), e Waqar Mahmood (CTO da Comissão de Educação Superior do Paquistão).
Em 2014, para promover o desenvolvimento sustentável da indústria global de redes fixas de ultra-banda larga, a Huawei lançou o Ultra-Broadband Forum (UBBF) com a Broadband Commission (estabelecida em conjunto pela ITU e a UNESCO) e as principais operadoras regionais. O fórum visa construir uma plataforma de diálogo de alto nível com foco no compartilhamento de experiências em banda ultralarga, cooperação entre setores e promoção de toda a indústria, a fim de liberar o potencial da banda ultralarga e beneficiar operadoras, consumidores e provedores de conteúdo.
O UBBF tem sido realizado com sucesso a cada ano desde seu início em 2014 e se tornou o evento mais importante que lidera o desenvolvimento da indústria de ultra banda larga. Veja mais detalhes aqui.
A Web Summit está de volta a partir do próximo mês, onde para a edição de 2021 terá como palco a já habitual cidade de Lisboa, Portugal, de 1 a 4 de Novembro.
Aquele que é considerado como um dos mais importantes eventos mundiais de tecnologia, empreendedorismo e inovação volta para mais um evento presencial, depois da passagem para o digital em 2020, devido as restrições impostas pela pandemia do novo Coronavírus, e onde a capital portuguesa volta a ser a casa da Web Summit e, por esse motivo, milhares de pessoas de diferentes países do mundo estarão na cidade.
Vários nomes sonantes estarão no evento, como é o caso de Frances Haugen, a whistleblower do Facebook, que vai ser um dos rostos presentes no Altice Arena, no dia 1 de novembro. Outros nomes presentes no dia da abertura são de Ayo Tometi, Co-Fundadora do movimento Black Lives Matter, que ganhou visibilidade mundial após a morte de George Floyd nos EUA, bem como representantes do governo português, como o Ministro dos Negócios e Estrangeiros, Pedro Siza Viera e Carlos Moedas, Presidente da Camâra Municipal de Lisboa.
Para edição de 2021, que espera-se a chegada de mais de 40 mil participantes ao Parque das Nações, estará em volta de assuntos e temas sociais e onde 75 startups vão participar no Road 2 Web Summit.
Conheça agora as startups dos PALOP que estarão presente no evento:
Os ataques de ransomware estão no radar de muitos profissionais de segurança há anos. Afinal, é uma das formas mais comuns e destrutivas de malware. É melhor tomar medidas contra essa ameaça dentro da sua organização. Neste artigo, examinamos mais de perto como o ransomware se desenvolve e o que pode ser feito a respeito.
O ransomware está no topo da maioria das listas de formas comuns de malware há anos. Isso em si não é tão estranho quando se olha para a natureza lucrativa. Ao infectar com sucesso e potencialmente desligar uma rede inteira, os cibercriminosos colectam toneladas ou milhões. Enquanto eles puderem levantar essas somas pesadas que bloqueam computadores e arquivos, a forma de ataque continuará a ser frequente.
Os invasores vão um passo além
O facto de que o ransomware é e continua a ser uma ameaça séria fica aparente pelas mudanças ao longo dos anos, entre outras coisas. Anteriormente, os hackers simplesmente atacavam um grande número de dispositivos e cobravam de centenas a milhares de dólares pela liberação de um endpoint infectado e os seus arquivos. Colectivamente, todos os pagamentos totalizaram uma boa quantia para os criminosos.
A inovação traz ransomware para todos
Os cibercriminosos mais inteligentes agora são capazes de agir com mais eficácia, mas a inovação não para por aí. Por exemplo, eles se propuseram a ampliar as suas actividades e chegaram a um modelo como serviço para a distribuição de software malicioso. Os criminosos cibernéticos experientes que sabem como criar e distribuir malware estão agora a desenvolver o chamado Ransomware as a Service (RaaS). Os operadores de RaaS criam o ransomware, fornecem suporte e fornecem ferramentas de tratamento de pagamentos. Por meio da dark web e dos fóruns, os criadores divulgam o RaaS, algo bastante simples.
Graças ao RaaS, os clientes não precisam lidar com a criação de ransomware e questões complexas de infraestrutura. Eles gastam quase apenas tempo a realizar o ataque. A receita de ataques bem sucedidos geralmente é dividida entre o criador e o comprador, para que ambos ganhem com isso. Outro modelo de receita é basear o RaaS no valor da licença. Hackers que usam RaaS geralmente são encorajados a chamar a atenção dos seus colegas para o serviço, a fim de ganhar algum dinheiro extra.
Formas híbridas
Os hackers também gastam tempo em desenvolver variantes híbridas para causar estragos nas empresas. Esses ataques usam vários elementos de malware, por exemplo, um Trojan e um ransomware. Dessa forma, os hackers combinam o melhor de todos os ataques: o Trojan pode baixar novos componentes maliciosos e, em seguida, instalar o ransomware no endpoint. As famílias de malware bem-sucedidas bem conhecidas são usadas regularmente para isso, como Emotet e Ryuk. Essas combinações têm o potencial de causar ainda mais danos do que o ransomware sozinho.
Qualquer empresa um alvo interessante
É precisamente esse tipo de inovação e os enormes retornos que tornam quase todas as organizações alvos interessantes hoje. Isso independente do porte da empresa, pois o dano potencial a ser causado é enorme. As pequenas empresas também correm o risco, pois a prática mostra que elas também gastam muito dinheiro com a descriptografia. É verdade que as grandes organizações potencialmente rendem mais para os hackers devido às principais consequências adicionais. Por exemplo, no início deste ano, toda a rede de oleodutos do maior transportador de petróleo da costa leste dos Estados Unidos foi fechada por ransomware. A empresa pagou milhões, os cidadãos acumularam combustível e os preços dos combustíveis aumentaram. Ao fazer isso, os hackers interromperam uma comunidade inteira.
Organizando segurança mínima
No entanto, os riscos visivelmente crescentes não significam que a sua organização está perdida no campo do ransomware. Ao pensar cuidadosamente sobre o que você pode fazer contra a ameaça, você já está a tomar medidas defensivas importantes. Em princípio, isso começa com o básico em ordem. Parece lógico, mas geralmente dá errado por não aplicar a segurança básica. A maioria dos ataques cibernéticos é geralmente evitável com um bom sistema e política de segurança.
Muitos especialistas em segurança , portanto, defendem a “higiene cibernética”, em outras palavras, implementar e seguir os requisitos mínimos de segurança. A seguir, explicamos resumidamente os princípios básicos, depois dos quais discutimos as etapas adicionais do subtítulo “A hipótese leva as organizações mais longe”.
Linha de defesa necessária de backups
Para se preparar para o pior cenário, a organização pode examinar mais de perto a política de backup. Os dados podem residir no local e na nuvem, e as soluções de software usadas também geram dados. Embora as medidas de segurança sejam tomadas em todas as áreas, isso não significa que os dados estejam seguros. É por isso que há anos é aconselhável fazer muitos backups de qualidade. Uma boa política de backup e recuperação de desastres garante que os dados estejam disponíveis em cada aplicativo e infraestrutura.
No entanto, os hackers estão cientes do facto de que muitas empresas fazem backups como último recurso. Portanto, as campanhas regularmente se concentram em criptografar, modificar ou excluir backups. Para tornar isso impossível, as plataformas de backup criaram um truque: backups imutáveis. Este backup não está mais acessível a estranhos após ter sido escrito. Mesmo as pessoas dentro da organização têm dificuldade de acessá-lo, porque existem requisitos rígidos e muitos direitos são exigidos. Depois de gravar os dados, eles não podem ser modificados. Somente após ataques de ransomware e perda de dados, os dados podem ser colocados novamente em produção.
Passar por todas as etapas acima leva a uma sólida parede defensiva. No entanto, mais e mais empresas estão a optar pelo seguro cibernético como uma fechadura na porta. O resgate exigido pode ser alto, mas os danos consequentes também podem ser desastrosos. Um ataque pode resultar em danos de responsabilidade, bem como danos para recuperação, forense e custas judiciais. Na pior das hipóteses, o impacto financeiro leva à falência. O seguro oferece apenas um pouco mais de segurança, também ao definir requisitos sobre o nível de segurança de uma empresa a ser segurada. Uma empresa segurada geralmente mostra que é resiliente.
Com as medidas correctas, uma organização pode ser configurada de forma que o risco de um ataque de ransomware bem sucedido diminua. Apesar dessa forte parede defensiva, todos os sinais apontam para que essa forma maliciosa de software continue a ser uma grande ameaça nos próximos anos. Os hackers continuam a inovar para, eventualmente, colectar uma quantidade substancial com um ataque. Portanto, é aconselhável preparar a sua organização para um dos piores incidentes cibernéticos da actualidade.
Donald Trump, vai lançar a sua própria rede social – ‘TRUTH Social’- no primeiro trimestre de 2022, com o lançamento em versão beta já no mês de novembro.
O ex-presidente dos EUA disse que a sua rede social “enfrentará as big tech”, como o Twitter e o Facebook, que o impediram de aceder às suas plataformas na reta final do seu mandato devido as suas declarações sobre a invasão ao Capitólio, avança a Reuters.
De acordo com um comunicado de imprensa que foi divulgado, a TRUTH Social será criada através de uma nova empresa formada pela fusão do Trump Media and Technology Group e uma empresa de aquisição especial (SPAC).
“Vivemos num mundo onde os talibãs têm uma grande presença no Twitter, mas onde ex-presidente norte-americano foi silenciado. Isso é inaceitável”, pode-se ler no comunicado.
Donald Trump acrescentou que está “animado para enviar o primeiro TRUTH no TRUTH Social muito em breve. A TMTG foi fundada com a missão de dar voz a todos. Estou animado para em breve começar a partilhar as minhas ideias sobre a TRUTH Social e lutar contra as Big Tech”.
A rede social terá o seu lançamento em versão beta previsto para o mês de novembro, e o seu lançamento final previsto para o primeiro trimestre de 2022, onde é a primeira das três etapas nos planos da empresa, seguida por um serviço de vídeo streaming por assinatura chamado TMTG + que transmitirá entretenimento, notícias e podcasts, continua o mesmo comunicado.
De referir ainda que numa apresentação no portal oficial, a mesma empresa prevê eventualmente competir com o serviço de nuvem AWS da Amazon e com o Google Cloud.
“Por muito tempo, as Big Tech suprimiram as vozes conservadoras”, disse o filho do ex-presidente, Donald Trump Jr., à Fox News numa entrevista. “Esta noite o meu pai assinou um acordo definitivo de fusão para formar o que será o Trump Media and Technology Group e o TRUTH Social – uma plataforma para que todos expressem os seus sentimentos.”
Twitter, Facebook e outras plataformas de rede social baniram Trump dos seus serviços após centenas dos seus apoiantes terem protestado, e posteriormente invadido, o Capitólio dos EUA a seis de janeiro de 2021. Esse protesto aconteceu na sequência de um discurso de Trump no qual o ex-presidente dos EUA falsamente alegou que a sua derrota nas eleições de novembro foi devido a uma fraude generalizada, uma afirmação rejeitada por vários tribunais e funcionários eleitorais estaduais.
O negócio fará com que o grupo Trump Media & Technology seja listado no índice tecnológico Nasdaq através de uma fusão com a Digital World Acquisition Corp, uma firma de aquisição de liderada pelo ex-banqueiro de investimento Patrick Orlando.
O Trump Media & Technology Group receberá 293 milhões de dólares (251,6 milhões de euros) da Digital World Acquisition Corp, supondo que nenhum acionista da empresa de aquisição opte por resgatar as suas ações, de acordo com o comunicado.
As empresas disseram no comunicado que a conclusão da fusão está sujeita a resgates que não excedam um requisito mínimo de caixa acordado. A declaração não revelou qual é a exigência, embora esse detalhe esteja normalmente contido num documento regulatório que deve seguir esta quinta-feira.
Durante uma transmissão ao vivo da empresa de telecomunicações MTN, a Ministra da Educação Básica, Angie Motshekga, com o CEO da MTN SA, Godfrey Motsa, anunciaram o lançamento da Escola Online MTN, um portal online gratuito que oferece um currículo digital abrangente e recursos adicionais como vídeo aulas, avaliações e aulas extras para alunos da 10ª à 12ª classe.
A solução visa aumentar o acesso a conteúdos educacionais alinhados ao currículo, endossados e disponibilizados pelo Departamento de Educação Básica (DBE) na África do Sul para 12ª classe e para Alunos com Necessidades Educacionais Especiais (LSEN), por meio de plataforma digital. A biblioteca de conteúdo completo será adicionada à plataforma e disponibilizada em um período de três anos, com foco nos principais assuntos.
O portal educacional online integrado é suportado e alojado na rede MTN e é classificado como zero de dados para clientes MTN, o que significa que pode ser usado sem quaisquer dados.
Nossa visão para o sector escolar está ancorada no Plano Nacional de Desenvolvimento, que reconhece que a educação é a pedra angular da qual dependerá uma nação que oferece oportunidades de mobilidade social, equidade, justiça social e democracia. A Escola Online MTN é uma ferramenta digital adequada para levar a nossa educação básica para o próximo nível. O portal online é ágil, inovador e moderno.
Junto com a inovação e o compromisso com a mudança social da MTN, o lançamento de hoje da Escola Online MTN é um salto significativo para a educação e traz mudanças positivas para as comunidades em toda a África do Sul. ”Afirmou o Ministro Motshekga.
Entre as principais inovações, as vídeo-aulas serão fornecidas com um intérprete de língua de sinais para acomodar os alunos surdos. O portal inclui uma introdução ao currículo de desenvolvimento da primeira infância e contação de histórias africanas, com mais de 2.000 histórias, para equipar as crianças com boas habilidades de leitura e aumentar a confiança, permitindo-lhes aprender e ler de forma independente.
Recursos adicionais para esse projecto incluem:
Apoio aos alunos depois da escola, nos fins de semana, durante as férias escolares e aulas dedicadas antes dos exames;
Um cronograma para promover transparência e estrutura;
Os alunos podem trabalhar no seu próprio ritmo, pois as aulas estarão disponíveis sob demanda;
O serviço de tutoria online será fornecido aos alunos por meio de uma interface de função de ajuda;
Pré-avaliações (testar o conhecimento existente);
Aulas pré-gravadas para assistir;
Sessões de tutoria;
Perguntas de feedback para trabalhar;
Sessões ao vivo apresentadas por um professor, recapitulação de conceitos-chave, foco nas áreas fracas identificadas pelas avaliações;
Pós avaliações;
Relatórios de análise do aluno;
Os alunos também podem solicitar ajuda a qualquer momento ou enviar perguntas por meio da plataforma ou da linha de chats do WhatsApp.
Para aprimorar e atrair mais alunos para o mundo virtual agora ao seu alcance, o portal também se concentrará em áreas como habilidades financeiras, empreendedorismo, artes e cultura, bem como conteúdo de orientação profissional, com foco nas carreiras-chave onde há habilidades escassez no SA.
A Africell, 4ª operadora de telefonia móvel de Angola, vai contar com mais de dois mil trabalhadores angolanos para distribuir/comercializar cartões SIM da empresa.
Esse anúncio foi feito pela embaixadora dos Estados Unidos de América (EUA) em Angola, Nina Maria Fite, no dia de ontem(20/10), na inauguração do primeiro data center da empresa, e onde isso enquadra-se na entrada em funcionamento da Africell, que prevê início das suas operações em Dezembro.
Falando aos jornalistas, a diplomata americana informou que pelos menos 70 por cento do capital humano da empresa telefónica será angolana, onde ainda ressaltou que o sucesso da Africell Global Holding Ltd inspire outras empresas americanas a procurar oportunidades em Angola, particularmente no âmbito de projectos que reforcem as infra-estruturas críticas do país e impulsione o crescimento económico e a prosperidade dos angolanos.
Nesse mesmo evento, o director de estratégias da Africell, Gonçalo Farias, assegurou que actualmente, 30 por cento da força de trabalho desta empresa é feminina, com maior destaque na área da engenharia, e a medida que outras frentes de trabalho estão a ser integradas, o foco será o aumento do género feminino na força de trabalho da empresa, visando o empoderamento das mulheres, no curto prazo.
Gonçalo Farias – Director de estratégias da Africell
Gonçalo Farias continuou que, do ponto vista operacional e de infra-estrutura, a Africell está apta a cumprir os seus compromissos, estando na fase conclusiva da instalação dos equipamentos.
Sobre a questão da documentação, o gestor diz que ainda falta o licenciamento de sites, regularização das tarifas, entre outros detalhes regulatórios, que competem ao Instituto Angolano das Comunicações (INACOM).
Nessa mesma senda, o director nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Matias Borges, garantiu que o Governo angolano continuará a dar o apoio necessário para que a entrada em funcionamento da Africell aconteça dentro do prazo programado, isto é, Dezembro deste ano. O director afirmou também que com a entrada em funcionamento do novo operador neste sector, o mercado será mais atractivo, dando várias opções aos utilizadores, especialmente para as regiões com baixo nível de cobertura.
Matias Borges – Director nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação
De informar que em Fevereiro deste ano, o Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) e a Africell assinaram um Contrato de Concessão para Prestação de Serviços de Comunicações Electrónicas, licenciando esta operadora com o Título Global Unificado (TGU).
O contrato habilita a operadora a vender produtos de comunicações electrónicas e a prestar serviços tradicionais e financeiros, por via do telemóvel (Mobile Money), em todo território nacional.
Numa primeira fase, a operadora vai lançar os serviços com uma cobertura total na província de Luanda, seguindo-se as restantes províncias do país.
Trata-se de um investimento de cerca de 300 milhões de dólares que asseguram, numa primeira fase, 400 empregos directos e 100 indirectos.
Além da entrada em funcionamento da Africell, em Dezembro próximo, Angola conta com três operadoras de telefonia, nomeadamente Angola Telecom, Movicel e Unitel, empresas que, em 2017, foram concedidas as três primeiras licenças de Título Global Unificado, após a realização de um Leilão de Frequências.
A Africell Global Holding Ltd está no mercado das telecomunicações há 18 anos, disponibilizando vários serviços a mais de 12 milhões de clientes. Em África está presente na Gâmbia, República Democrática do Congo (RDC), Serra Leoa e Uganda.
Para 2021, de acordo com o que foi relatado pela WEE fórum, cada um de nós vai deitar fora ou reciclar em média 7,6 kg de telefones, computadores, torradeiras e outros aparelhos elétricos ou eletrónicos. Continua o relatório que em todo o mundo haverá 57,4 milhões de toneladas de lixo electrónicos, um acumulado que supera o peso do maior objeto artificial construído pela humanidade: a Grande Muralha da China.
Nos últimos tempos foi revelado que a produção global de lixo elétrico e eletrónico está a crescer em dois milhões de toneladas a cada ano, ou cerca de 3 a 4%. O problema é atribuído a maiores taxas de consumo, produtos com ciclos de vida mais curtos e possibilidades de reparação limitadas.
Tendo como base o continente europeu, 11 em 72 itens eletrónicos existentes, em média, numa residência já não são usados ou estão danificados. Além disso, cada cidadão acumularia anualmente de 4 a 5 kg de dispositivos que não utiliza.
Por outro lado, nos Estados Unidos da Ámerica, local onde muitos telemóveis sejam reciclados, estima-se que pelo menos 151 milhões de telefones por ano (ou cerca de 416.000 por dia) são deitados fora e acabam incinerados ou em aterros sanitários. Quarenta por cento dos metais pesados em aterros sanitários norte-americanos virão de lixo eletrónico.
Esses dados alarmantes foram partilhados durante o Dia Internacional dos Resíduos Eletrónicos, promovido pelo WEEE Forum, que indicou ainda que a reparação ou reciclagem deste tipo de dispositivos diminuiria a necessidade de extrair novos recursos como ouro ou cobre, economizando também muitas emissões de dióxido de carbono em comparação com a mineração de metais virgens.
Para que se possa ter uma ideia, num milhão de telemóveis há 24 kg de ouro, 16.000 kg de cobre, 350 kg de prata e 14 kg de paládio, recursos que poderiam ser recuperados e devolvidos ao ciclo de produção.
Depois de um longo tempo, o Instagram vai finalmente permitir a publicação de conteúdos através do computador. A partir do dia de hoje, 21 de Outubro, a rede social vai lançar um conjunto de atualizações e onde os usuários da mesma poderão já testar essa funcionalidade.
Essa nova funcionalidade vai ser bastante útil para quem gosta de elevar o nível da sua página, visto que assim fica mais simples o processo de captar imagens com câmaras de qualidade superior, o tratamento em software de edição, que é, geralmente, mais completo na sua versão para desktop do que em smartphone e a publicação direta através do mesmo aparelho.
Essa nova atualização do Instagram vai permitir também a publicação de fotografias e vídeos com menos de um minuto através do site do Instagram. Falando ainda mais sobre as actualizações que chegam hoje, a possibilidade de co-publicar posts e Reels com outros utilizadores da rede, onde para fazer isso basta convidar alguém através da funcionalidade de marcação. Os seguidores de ambos os utilizadores vão poder ver o conteúdo, que partilhará visualizações, comentários e gostos em ambas as contas.
Para quem é fã de Reels tem também uma actualização, com a introdução de novas ferramentas de criação. Com a Superbeat os utilizadores da plataforma vão poder colocar um conjunto de efeitos especiais em sincronia com a música do vídeo, ao passo que a função Dynamic Lyrics vai fazer surgir a letra da música em reprodução.
O secretário de Estado para as Telecomunicações, Mário Oliveira, reiterou no dia de ontem, na capital do país, o apoio do Executivo a projectos privados de expansão da Internet em todo o território nacional, no quadro do programa de fomento da empregabilidade e reconversão da economia informal.
Mário Oliveira teceu essas declarações aos jornalistas na margem da apresentação do projecto “Acelera Net“, uma iniciativa da empresa Angola Cables, em parceria com o Instituto Angolano das Telecomunicações (INACOM), empresas do sector e instituições bancárias, cuja meta é a criação de condições técnicas para que pequenos provedores de serviços de Internet (ISP’s) operem no mercado com probabilidade de sucesso.
O secretário de Estado afirmou que o projecto “Acelera Net” vem para reduzir, em grande medida, os constrangimentos dos cidadãos residentes, sobretudo, nas localidades menos favorecidas, em que a actividade comercial tem sido condicionada pela escassez ou ausência de todo ecossistema de telecomunicações. Tocando ainda no assunto da literacia digital, referiu também que constitui um dos objectivos do Executivo ao apoiar projectos de cariz tecnológico no sector empresarial e na Educação, o que tem em vista o aumento da taxa de penetração das tecnologias digitais na actividade comercial e industrial e o desenvolvimento da economia digital.
Quando perguntado sobre as modalidades de apoio aos empreendedores, o secretário de Estado considerou que as carências dos operadores diferem, mas apontou questões transversais como a de electricidade, crédito bancário e formação técnica.
Mário Oliveira perspectiva a redução dos preços praticados no mercado em função do crescimento económico e aumento de infra-estruturas, não obstante estudos realizados pelo órgão regulador revelarem que os preços de televisão praticados em Angola são dos mais acessíveis na região.
“A nível da televisão por assinatura, Angola pratica os preços mais baixos na região, ao passo que ao nível da telefonia móvel nos situamos ao meio da tabela”, disse.
O programa “Acelera Net” da Angola Cables vem para ajudar na inserção de novos provedores de serviços de Internet no país, tornando-a mais dinâmica devido a parceria com várias empresas do sector, como o sector bancário e o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social e a banca.
De referir ainda que esse programa vem no intuito de elevar a taxa de penetração de Internetno país, de 3,0 por cento para cerca de 10 por cento nos próximos quatro anos (até 2025) e tornar Angola numa importante plataforma do continente Africano, onde as tecnologias digitais representam cerca de 2,5 por cento do Produto Interno Bruto.
O projecto consistirá no treinamento especializado, capacitação em gestão empresarial, disponibilização de financiamentos especiais e redução do custo da Internet em qualquer localidade em que o investimento estiver localizado.
Segundo o director-geral da Angola Cables, Ângelo Gama, o projecto visa o “crescimento da economia digital em Angola, criar condições para a sustentabilidade do negócio para o empreendedor digital, com altos padrões de serviços prestados aos clientes e custos de produção viáveis”.
A cerimónia de lançamento contou com representantes de instituições e privadas ligadas ao sector das Telecomunicações, que abordaram temas como “o contexto da Economia Digital em Angola”, bem como “O Panorama Regulatório para as ISPs e o Financiamento da Actividade”.