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Quarta-feira, Abril 22, 2026
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Cidadãos já podem solicitar instalação de câmaras de videovigilância

Os cidadãos já podem solicitar, junto das unidades policiais da respectiva área, autorização para a instalação de câmaras de videovigilância, à luz do Regulamento da Lei Videovigilância, aprovado esta quinta-feira (7) pelo Conselho de Ministros.

O Regulamento estabelece os critérios e os procedimentos técnicos a ter em conta para a concessão de autorização para a instalação e utilização de sistemas de videovigilância, bem como para a salvaguarda dos direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos, designadamente o direito à imagem, à reserva da intimidade, à vida privada e à garantia do direito ao acesso a dados e informações pessoais que estejam em posse do Estado.

De acordo com palavras do secretário de Estado do Interior, Salvador José Rodrigues, informou que as pessoas que instalarem sistemas de videovigilância devem ajudar os órgãos que garantem a ordem e a segurança pública, informando-os de tudo que registarem e atente contra a vida e segurança das pessoas e contra os bens públicos e particulares que estejam em risco.

Sempre que as forças da ordem e as instituições policiais e criminais necessitarem de os consultar, devem ser colocadas à disposição das mesmas”, apelou.

MAIS: Proposta de Lei de Vídeo Vigilância aprovada pela Assembleia Nacional

Reafirmou ainda que a situação de segurança pública no país está sob controle das forças da ordem. “Tudo quanto se faz hoje é aprimorarmos os mecanismos para que a segurança seja permanente”, disse.

A Lei de Videovigilância (Lei nº 2/20, de 22 de Janeiro) estabelece o regime jurídico da autorização, da instalação e da utilização de sistemas de vigilância por câmaras de vídeo para captação, gravação e tratamento de imagem e som, com a finalidade de protecção de pessoas e bens.

A lei aplica-se, por razões de segurança pública, à instalação e à sinalização de sistema de videovigilância, em locais públicos ou privados de utilização comum, cujo perímetro externo e de acesso requeiram especial protecção e em locais condicionados ou vedados ao público.

Facebook anuncia fundo de dez milhões para criadores de Realidade Virtual

O Facebook quer incentivar a criação de conteúdos para a plataforma Horizon VR, agora conhecida como Horizon Worlds, por isso a empresa vai disponibilzar  dez milhões de dólares para os criadores dessa plataforma.

Embora que a Horizon Worlds esteja ainda em fase beta, nesse momento, a empresa de Zuckeberg reconhece que a existência de conteúdos é vital para o sucesso da plataforma. Por isso, a empresa a comunicar que criou o Creator Fund, um fundo de dez milhões de dólares para serem distribuídos pelos criadores ao longo do próximo ano.

A par desse comunicado do Facebook, a rede social a informar as ‘regras do jogo’, com dez mil dólares para os três melhores criadores em várias competições destinadas a construir “os melhores mundos em Horizon”; um Creator Accelerator Program “desenhado para dar às pessoas de diferentes áreas uma formação intensiva em criação para o Horizon Worlds”; e, por fim, fundos para os programadores interessados em criar experiências temáticas, como noticia o The Verge

MAIS: Oculus Quest, um novo dispositivo de Realidade Virtual

Com essa informação, e depois do investimento no headset Oculus VR e no ecossistema à sua volta, o Facebook aponta assim baterias para a criação de conteúdos, na perseguição do objetivo do Fundador, que definiu há algum tempo, de tornar a empresa especializada em metaverso.

Relatório da Check Point Software destaca o impacto do cyber-crime ao redor do mundo

 

No meio da comunidade tecnológica, considera-se o mês de Outubro como o Mês da Cibersegurança, onde durante esse período organiza-se vários eventos para marcar a data.

Tendo como carácter esse mesmo Mês da Cibersegurança, a  Check Point Software partilhou com a redação do Menos Fios as conclusões do seu último relatório de ameaças, a nível global e nacional, que contém dados que merecem as atenções tanto das instituições privadas, bem como a públicas.

Po outro lado, a nível global, à ligeira descida verificada nas semanas antes de março de 2020, seguiu-se um aumento significativo do número semanal médio de ataques por organização, que se arrastou até 2021. Em setembro deste ano, foi atingido o pico, com uma média de 870 ataques por semana por organização – mais do que o dobro, se considerarmos março de 2020.

Número médio de ciberataques por organização a nível global (Janeiro 2020 – Setembro 2021)

Falando no nosso país, o relatório destacou que as organizações angolanas são atacadas, em média, 2496 vezes por semana, o que representa um aumentou de 51% ao ano anterior.  

Abaixo, mostramos os dados mais relevantes do mesmo relatório:

Continentes mais visados

  • As organizações africanas experienciaram o maior volume de ciberataques de que há registo em 2021, com uma média semanal por organização de 1,615. Em comparação com o ano anterior, é um aumento de 15%
  • A região APAC apresenta uma média de 1299 ataques por semana. O aumento é de 20%, comparando com 2020
  • Segue-se a América Latina com uma média semanal de ataques por organização de 1,117 (um aumento de 37%)
  • A Europa registou um aumento de 65% desde 2020, com uma média de 665 ataques por semana por organização
  • Na América do Norte, a média semanal de ataques por organização foi de 497, com uma subida relativa ao ano anterior de 57%

Setores mais visados a nível global

  • Educação/Investigação: por semana, o setor sofre, em média, 1,468 ataques por organização (aumento de 60% desde 2020)
  • Administração Pública/Setor Militar: uma média de 1,082 ataques por organização por semana (aumento de 40% desde 2020)
  • Saúde: uma média de 752 ataques por organização por semana (aumento de 55% desde 2020)

Ransomware continua a afetar as organizações de todo o mundo

A CPR concluiu ainda que, a nível global, em 2021, 1 em cada 61 organizações é impactada por ransomware por semana – um aumento de 9% comparando com 2020. O sector ISP/MSP é o mais atacado por ransomware este ano. O número médio semanal de organizações deste setor impactadas é de 1 em cada 36 (uma subida de 32% em relação ao ano anterior).

MAIS: Angola é um dos 80 países com mais ataques cibernéticos nas últimas semanas

Em segundo lugar, a saúde, com 1 organização atacada em 44 (aumento de 39% desde 2020). De seguida, os fornecedores de software, com 1 em 52 organizações atacadas por semana (aumento de 21%).

Em Angola, em cada 100 organizações, quase 4 (3.7%) são atacadas semanalmente por ransomware. De 2020 para 2021, o número de organizações impactadas em Angola aumentou 337%.

A região APAC regista o maior volume de tentativas de ataque de ransomware, com 1 organização impactada a cada 34 por semana em 2021 – um valor que representa uma descida de 10%, em comparação com o ano anterior. Segue-se o continente africano, com uma organização impactada a cada 48 (descida de 7%) e a América Latina, que regista um aumento de 6% desde o ano anterior, com 1 organização impactada em cada 57.

MAIS: Ministério das Telecomunicações vai apostar na criação de um Cyber-Espaço seguro

“Outubro é o mês da cibersegurança, um momento para que todos sejam recordados do papel que desempenham para a sua garantia, quer a nível local, quer a nível mundial,” afirma Omer Dembinsky, Data Research Group Manager, Threat Intelligence and Research Organization, Check Point Software Technologies.

“Desde que emergiu a pandemia, os cibercriminosos avançaram rapidamente para tirar proveito das múltiplas oportunidades que surgiram. Com o aumento contínuo dos ciberataques, a Check Point Software recomenda que as organizações adotem uma abordagem, acima de tudo, preventiva, em vez de trabalharam para remediar os danos já causados.”

O Botnet é o tipo de malware com maior impacto entre as organizações, com uma média superior a 8% das organizações impactadas por semana (um decréscimo de 9% desde 2020). Segue-se o banking malware, com 4.6% (e uma subida de 26%) e os cryptominers, com 4.2% (um decréscimo de 22%).

De informar que os s dados utilizados para este relatório foram detetados pelas tecnologias de Threat Prevention da Check Point, armazenados e analisados pela Check Point ThreatCloud.

A ThreatCloud fornece threat intelligence em tempo real derivada de centenas de milhões de sensores em todo o mundo, em redes, endpoints e dispositivos móveis. A inteligência é enriquecida com ferramentas de Inteligência Artificial e informações de pesquisa exclusiva da Check Point Research.

[Vídeo] Confira as principais notícias tecnológica que marcaram a última semana #01

Há mais de 9 anos que o nosso portal tem levado aos angolanos tudo o que melhor se tem passado no mundo da tecnologia, desde Angola até ao mundo fora. Até agora a ideologia de “manter você informado” não muda, pelo que tentamos sempre por-te a par do mundo tecnológico com novas secções na nossa plataforma.

É na senda disso que a nossa redacção criou o espaço “As Melhores da Semana”, onde em um vídeo totalmente interativo catalogamos as 5 notícias que foram mais destacadas da semana. Então, se perdeste os tópicos “quentes” da última semana, a hora de ficares atualizado é agora com o nosso “As Melhores da Semana”.

No Top 5 da semana temos em destaque o vencedor da 2° edição do Unitel Go Challenge, bem como o “apagão” das redes sociais ligadas ao grupo Facebook. Em vez de contarmos na íntegra o vídeo, vai ao nosso canal no Youtube, clicando em aqui, e veja o vídeo completo e apresentado por Sued de Oliveira.        

Depois de assistir a 1° edição do “As Melhores da Semana”, não esqueça de dar o seu comentário sobre o que achaste do vídeo, bem como se inscrever no canal e clicar no “sininho” para que sejas sempre notificado dos próximos vídeos do nosso canal.

Conheça agora 4 apps que estão temporariamente gratuitas para iOS e Android

Como é habitual, de tempos em tempos, a Play Store e Apple Store disponibilizam gratuitamente alguns aplicativos, por um tempo limitado, aplicativos esses que anteriormente eram ou são pagos. E como hoje é Sexta-Feira, e não sabendo como vai ser o seu final-de-semana, a nossa redação trás agora alguns aplicativos que estão “temporariamente” gratuitos nas lojas acimas.

Então, pega papel e lapiseira e anota aí os aplicativos que trouxemos, talvez poderás gostar descarregar alguns.

Sudoku Pro – Preço original – 1.732 kwanzas

O Sudoku é aquele jogo que é sempre bem-vindo para as pessoas que gostam de um bom  quebra-cabeças, e o Sudoku Pro se enquadra muito bem nesse estilo. O jogo contém mais de 9.000 puzzles únicos, sem esquecer que a cada dia que passa são adicionados novos na base de dados. O jogo inclui três dificuldades, do mais fácil, intermediário ao difícil, para que todos tenham o seu próprio desafio.

 

Simpan – Note Various Needs – Preço original – 2.417 Kwanzas

O Simpan é aquele aplicativo que é bastante útil no agendamento de notas soltas, ie com um design muito simples, e que definitivamente pode ser bastante útil no teu dia a dia. Com esse aplicativo podemos fazer notas rápidas, bem como memórias para não esquecermos de um pensamento que veio a nossa mente. No Simpan podemos também anotar uma receita para cozinhar, tarefas da escola, apontamentos de eventos, ou mesmo, registar endereços de websites que tenha visitado.

De ressaltar também o seu grande nível de segurança, que vai de autenticação através de dados biométricos de impressões digitais até password. Também podemos fazer backups dos dados importantes e definir eventos, com o respetivo lembrete e outras funcionalidades.

MAIS: Consultório Menos Fios: 8 dicas para cuidar bem do seu smartphone

Clean Equalizer & Bass Booster Pro – Preço original – 2.279 Kwanzas

O aplicativo Clean Equalizer & Bass Booster Pro é a aquela app para os amantes de música, nomeadamente aqueles usuários que desejam definir os seus próprios parâmetros dos sons. A aplicação oferece um efeito mais saliente dos baixos, permitindo ainda reforçar os efeitos sonoros em surround. Destacar ainda as suas 10 predefinições de equalização, incluindo música clássica, dança, hip hop, jazz, pop, rock e outros.

A aplicação funciona por cima do seu leitor habitual de música, que tanto podem ser faixas que tenha guardadas no smartphone, ou adicionados aos serviços de streaming, como o Kisom Unitel, Spotify, Deezer e outros.

120X Duplicate File Remover Pro – Preço original – 3.803 Kwanzas

O 120X Duplicate File Remover Pro é um aplicativo que remove ficheiros duplicados no seu smartphone. Com ele instalado no telefone é possível detectar tanto imagens, como áudios e outros ficheiros repetidos, para que possa apagar e liberar espaço no telefone. Esta versão gratuita permite utilizar a aplicação sem ser incomodado por publicidade.

 

Office Story – Preço original – 2.389 Kwanzas

O aplicativo Office Story é um simulador que incentiva os jogadores a construírem o seu próprio negócio, crescer e a expandir-se pelo mundo. Tudo começa como uma startup numa garagem, mas as decisões estratégicas e os negócios bem-sucedidos vão levá-lo a comprar mesas, a contratar e treinar pessoas para ajudar a criar as aplicações e jogos para mobile. Esse é uma aplicação que a equipa do Menos Fios recomenda.

MAIS: Consultório Menos Fios: 8 coisas que podem ajudar-te a procurar algo no Google

Com o Office Story os usuários são obrigados a programar as aplicações e adaptá-las às novas plataformas e projectos tecnológicos que vão sendo lançadas no mercado. O jogo foca-se em 14 cidades espalhadas pelo mundo, colocando o utilizador a objetivos e metas para cumprir. Uma funcionalidade presente no aplicativo, que é totalmente fantástica, é que a pessoas terá de lidar com os sistemas operativos MyOS, Roboid e outros Chatbots.

Para baixar o aplicativo oficial da Menos Fios na Play Store click aqui.

Governo prepara infraestrutura para assegurar assinatura digital

O Governo angolano está a preparar uma infraestrutura capaz de assegurar a identificação digital dos angolanos, através da assinatura digital. A garantia foi dada pelo Secretário de Estado para as Tecnologias de Informações, Mário Augusto Oliveira, quando procedia ao discurso de abertura da Conferência Nacional sobre Segurança Cibernética.

Trata-se, de acordo com o Governante, da Infraestrutura Nacional de Chaves Públicas de Angola (ICP- Angola) e visa, entre outros objectivos, garantir segurança nas transações electrónicas, autenticação forte e assinaturas eletrónicas, integridade e confiabilidade nas transacções electrónicas.

A medida, avançou ainda Mário Augusto Oliveira, está igualmente relacionada à “necessidade absoluta” de se proteger os dados dos utilizadores e as redes, bem como garantir que as pesssoas naveguem na internet com segurança, como forma de dar respostas ao cenário de ameaças cibernéticas que o mundo enfrenta.

“A ICPA-Angola será moderna, integrada, interoperada, através da linha da Região da SADC com facilidade de adopção, agilidade e adaptção para a evolução tecnológica”, referiu.

Além desta infraestrutura, o Secretário de Estado disse que o ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, está a trabalhar para a criação de condições legais e regulamentares para a operacionalização do Centro de Estudos, Respostas e Tratamentos de Incidentes informáticos que culminará com a aprovação da Estratégia Nacional de Cibersegurança, um documento, que segundo fez saber, poderá mitigar os riscos associados ao uso de tecnologias pelo facto de haver mais cidados e organizações estarem a desenvolver as suas actividades através da Internet.

Mário Caetano Oliveira defendeu que a Cibersegurança deve ser considerada uma prioridade nacional, por afectar todos os aspectos do ecossistema político e social dos cidadãos.

“Os riscos e ameaças no Ciberespaço podem tornar-se um possível ataque à dignidade das pessoas, à credibilidade, à reputação e aos bens das empresas e das instituições públicas, e têm efeitos na segurança pública ou mesmo na segurança nacional”, disse.

Entre os objectivos da Estratégia Nacional de Cibersegurança, enumerados pelo governante, destaque para a promoção da utilização consciente, livre, segura e eficiente do ciberespaço, a protecção dos Direitos fundamentais como a liberdade de expressão, os dados pessoas e privacidade dos cidadãos.

O Secretário de Estado para a Tecnologias de Informação considerou o ser humano como uma das principais falhas na segurança da informação, porque “está comprovado que 90% dos ataques cibernéticos podem ser evitáveis simplesmente se melhorarmos as práticas de segurança”.

Entretanto, considerou a tomada de medidas pró-activas de segurança cibernéticas a criação de password complexas e robustas e a sua alteração regular, a eliminação de e-mails de origem desconhecidas, sem no entanto abri-la. outras medidas passam por não seguir links recebidos de email cuja origem é desconhecida e uso de emails institucionais para fins profissionais, bem como a instalação de navegadores e antivírus actualizados.

Migração da Televisão Pública de Angola do sistema analógico para o digital já está em curso

Está nesse momento em curso o processo de migração da Televisão Pública de Angola (TPA) do antigo sistema analógico para o digital, no intuito de responder aos desafios da evolução tecnológica da TV, de acordo com palavras do Secretário de Estado para a Comunicação Social, Nuno Caldas Albino.

O dirigente falava num encontro com os jornalistas da província de Benguela, na última terça-feira, onde disse que a migração do sinal de TV analógico, pelo qual ainda é transmitido o sinal da televisão pública em Angola, para o digital, através de um sistema denominado (TDT), Televisão Digital Terrestre, está a ser implementado com financiamento do Japão, tendo a experiência-piloto iniciado em Fevereiro de 2020, na capital do país.

Com essa migração, os telespectadores terão acesso a imagens com alta definição, som de melhor qualidade e aplicações interactivas que oferecem uma experiência mais rica para os usuários dos canais 1 e 2 da TPA.

MAIS: Angola perspectiva ter Televisão Digital Terrestre até 2023

Nuno Caldas Albino acrescentou também que o governo nacional assiste “com alguma preocupação” a emissão “até há pouco tempo” do sinal de televisão por via do sistema analógico.

Mas já estamos a trabalhar na migração para o sistema digital, para atender aos desafios actuais do novo paradigma e sobretudo das novas tecnologias”, garantiu, ressaltando entretanto ainda a necessidade de se atender e assegurar a modernização técnica e tecnológica dos órgãos de comunicação social.

Na mesma senda de conversa, o Secretário de Estado fez saber que o Governo pretende assegurar uma melhor acomodação para que os jornalistas e quadros da comunicação social possam desempenhar melhor as suas funções nos órgãos públicos.

Por fim, referiu também que já em fase de conclusão o programa de redimensionamento da comunicação institucional do Governo, acrescentando que nesta fase é imperioso assumir uma postura de maior proximidade e interacção e que as autoridades comuniquem mais e melhor.

Twitch explica o que realmente esteve na origem do roubo de dados

O Twitch partilhou uma pequena atualização sobre o recente ataque informático e roubo de dados sofrido pela empresa, acrescentando que a investigação está a decorrer com “urgência” de modo a serem tomadas medidas que previnam situações semelhantes.

No comunicado oficial, o aplicativo diz que o roubo de dados aconteceu “devido a um erro na mudança de configuração do servidor do Twitch, que foi posteriormente acedida por terceiros maliciosos”.

MAIS: Utiliza a plataforma Twitch? Então, é urgente que troques a tua palavra passe

No entanto, a empresa adianta que “não há indicação” que tenham sido roubadas credenciais, incluindo palavras-passe. “Adicionalmente, números de cartão de crédito não são armazenados no Twitch, por isso esta informação não foi exposta”, declarou o Twitch.

A empresa adianta que a investigação continuará nos próximos dias, pelo que é provável que sejam partilhadas mais atualizações.

Electronic Arts poderá mudar o nome da sua série de futebol denominada FIFA

A Eletronics Arts está a estudar a ideia de mudar o nome da sua famosa série de jogo de futebol, denominada “FIFA”.

Embora que as notícias dão conta que nesse momento é só uma ideia em estudo pela companhia, mas a mudança do nome poderá estar ligada aos royalties que o organismo máximo do futebol(FIFA) recebe das vendas do mais popular videojogo.

Já não é uma novidade para os amantes dos videojogos que estão a acontecer algumas mudanças no mundo do futebol virtual. Primeiro foi a Konami, que mudou o nome do videojogo de PES para eFootball 2022, que segundo a empresa se deve a nova direção de negócio, bem como numa oferta free-to-play.

Agora é a Electronic Arts, que as notícias dão conta que está a considerar mudar o nome dos seus jogos FIFA, numa mudança que está a ser feita com o próprio organismo máximo do futebol mundial, FIFA.

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De informar que há mais de 25 anos que a EA Sports utiliza a sigla FIFA no nome dos seus títulos de futebol, mas é uma licençamuito dispendiosa para empresa, levando em conta os royalties que tem de pagar pelo uso do nome, excluindo tudo o resto: equipas, jogadores, competições, tudo oficial. Ainda assim, a EA não revelou os verdadeiros motivos desta revisão de nome, mas  aumentar a receita e diminuir as despesas pode estritamente a principal razão.

De acordo com a conceituada plataforma Bloomberg, em comunicado a EA refere que está a “explorar a ideia” de renomear a série de futebol, assim como o acordo com a FIFA. No entanto, refere que esta mudança é totalmente em separado às restantes parcerias oficiais e licenciamento, somando mais de 300 acordos individuais até ao presente.

Sobre a secção dos vídeosjogos, esse ano a principal novidade é a tecnologia HyperMotion nas versões PS5, Xbox Series X e Stadia, que pretende tornar as partidas de futebol mais autênticas e fluídas. Segundo a EA, a tecnologia foi utilizada para captar os 22 jogadores em simultâneo no campo de futebol, enquanto jogam futebol.

Anteriormente, os jogadores eram gravados em estúdio, de forma individual, simulando e fingindo jogadas. E com o HyperMotion, tanto o estádio como as partidas foram registadas em tempo real, utilizando algumas estrelas do futebol, de forma a trazer essa autenticidade para o campo virtual.

Já visitou um datacenter? Com a plataforma da Microsoft agora é possível

We Live in Cloud” é o nome do site desenvolvido pela Microsoft, e que permite qualquer pessoa explorar o mundo escondido dos datacenters, onde estão guardados os dados dos serviços online.

Ao navegar no site podemos encontrar salas com servidores, salas de rede, equipamento de manutenção e a possibilidade de até “passear” num espaço virtual imersivo onde se mostram os vários componentes de um centro de dados, com as infraestruturas e a manutenção necessárias para manter tudo em funcionamento.

O site da Microsoft “We live in the Cloud” dá uma perspetiva sobre a importância dos datacenters, passando informações sobre conceitos de cloud e os princípios da resiliência, bem como segurança e sustentabilidade, que são aprofundados com a ajuda de vídeos.

A cada dois anos criamos mais dados do que já foram criados em toda a história da humanidade e a preocupação com o desenvolvimento dos datacenters é também uma jornada de inovação, para conseguir utilizar os recursos de forma mais eficiente e sustentável, garantindo a proteção dos dados.

MAIS: 10 data centers em hiperescala serão construídos em África

Na visita virtual que é possível fazer, temos a oportunidade de conhecer as várias iniciativas da Microsoft nesta área e as certificações que a empresa já reúne para os serviços de Azure, que são os “blocos” de construção da sua oferta de Cloud.

A inovação do projeto Natick ou do DNA Storage, o desenvolvimento dos servidores blade e a forma como é gerida a energia e as comunicações, são algumas das áreas que vale a pena explorar para conhecer melhor este mundo que é cada vez mais essencial ao bom funcionamento dos serviços que usamos.