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Quinta-feira, Abril 23, 2026
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Computadores na China impedidos de receber o Windows 11

Desde que foi lançado no dia 05 de Outubro, o Windows 11 tem mostrado ser um sistema operativo que vem com o rótulo de criar uma nova nova interface e uma imagem completa para o sistema e as suas apps, de acordo com a própria Microsoft.

Mas desde que chegou ao mercado, o principal problema do Windows 11 é os seus requisitos de segurança, que para os especialistas da matéria foram causados pela própria Microsoft, e onde na China os computadores estão impedidos de instalar essa novo software.

Esse barramento nos computadores daquele país se deve a obrigatoriedade da presença do TPM 2.0 (Trusted Platform Module), que é um chip de segurança embutido nas motherboards que aumenta a segurança do sistema operativo.. Esta é uma das medidas mais importante de segurança para que o Windows 11 possa ser instalado em um computador.

MAIS: Windows 11 foi oficialmente lançado: Aprenda como actualizar

Só que a mais de 20 anos o TPM foi proibido pelo próprio governo da China, como medida de proteção para os utilizadores locais, de acordo com o South China Morning Post.

Para compensar esta proibição, o governo chinês acabou por criar uma alternativa, a que chamou TCM (Trusted Cryptography Module), que inclui supostamente padrões de segurança mais elevados que o TPM 2.0, mas acabou por ser esquecido pela Microsoft na definição das especificações do Windows 11.

Na última semana tem circulado notícias que existem formas de contornar esta limitação e conseguir instalar o Windows 11. Mas de avisar que estas não funcionam em todos os cenários, por isso não são completamente fiáveis e seguras.

A própria Microsoft já revelou uma forma, mas alertou para os potenciais problemas associados.

Com esta lacuna, aparentemente propositada, todos os PCs presentes no território chinês estão assim impedidos de atualizar para o novo Windows. Podem fazê-lo, mas não vão ter atualizações, como acontece no resto do planeta.

Sendo o Windows o sistema operativo mais usado na China, é muito provável que uma solução surja muito em breve.

YouTube anuncia novas funcionalidades para tornar os vídeos mais acessíveis

A plataforma Youtube anunciou novas funções de acessibilidade, dentre quais uma funcionalidade de legendagem automática de transmissões ao vivo em inglês, que agora deixa de estar limitada a canais com mais de 1.000 subscritores. Segundo ainda anúncio do Youtube, espera-se  que mais línguas sejam adicionadas nos próximos meses.

Línguas como português, holandês, francês, alemão, italiano, espanhol, russo, indonésio, japonês, coreano, vietnamita e turco são algumas das linguagens que serão adicionadas.

De referir ainda que entre essas novas funcionalidades de acessibilidade há também espaço para áudio descritivo. A funcionalidade, pensada para pessoas com dificuldades ou deficiências visuais começará a ser implementada ao longo dos próximos mesese, tal como explica a empresa, está atualmente a ser testada com um pequeno grupo de criadores de conteúdo.

MAIS: YouTube remove mais de 130 mil vídeos por desinformação sobre a Covid-19

Com essas medidas, o YouTube pretende tornar a sua plataforma mais acessível e enquadrando-se no objectivo de aumentar novas funcionalidades aos criadores de conteúdo da plataforma.

Foi sabido também que  YouTube pretende expandir o suporte à tradução de legendas automáticas na versão mobile da plataforma, tanto para os sistemas operativos Android como para iOS. Até ao final do ano, a empresa espera ainda dar aos utilizadores a possibilidade de pesquisarem por determinadas palavras ou frases na transcrição de vídeos na versão mobile do aplicativo.

Consultório Menos Fios: 7 coisas que nunca deve partilhar online

Como já informamos, considera-se nas lides informática o mês de Outubro como o Mês da Cibersegurança, onde durante esse período e muito por culpa da nossa responsabilidade social alertamos sempre aos nossos leitores a ter sempre muito cuidado ao “surfarem” na internet.

O novo coronavírus veio acelerar a digitalização de praticamente todas as áreas da sociedade e, hoje, é possível fazer compras de supermercado através da internet, mas também pedir medicamentos na farmácia ou, até, resolver questões mais burocráticas.

Todos estes serviços implicam a partilha de dados e, se juntarmos ainda as redes sociais, são várias as informações que nós sem darmos conta acabarmos por partilhar, mesmo sabendo que nem tudo deve ser partilhado.

É tendo em base a vossa segurança, que a redação do Menos Fios junto com o jornal La Vanguarda, na edição de hoje do Consultório Menos Fios  mostramos sete dados que não devem ser partilhados sob pena de consequências negativas como ciberataques ou tentativa de fraude.

MAIS: Consultório Menos Fios: 8 dicas para cuidar bem do seu smartphone

Então, boa leitura e certifique-se de não voltar a partilhar os respectivos dados abaixos:

1 – Número de telemóvel ou email

Para muitos esse é o dado mais díficil de seguir, visto que hoje em dia se tornou habitual indicar o número de telemóvel e/ou email para efetuar o registo em quase todo site na internet. Mas infelizemente quando partilhamos o número de telefone estamos sujeitos a sofrer a ataques de spam, phishing ou outros ataques informáticos. A redação do Menos Fios recomenda a criação de um endereço eletrónico destinado exclusivamente a registos online.

2 – Morada

Também não recomendamos partilhar a sua morada, especialmente se for realmente a sua morada. Nessa mesma senda, não é aconselhamos mostrar a localização em tempo real ou mesmo sinalizar os locais frequentados com frequência. Infelizmente este é o tipo de informações que faz com que seja mais fácil para potenciais ladrões seguirem os movimentos de alguém e perceberem qual é a melhor hora para tentar roubar uma casa.

3 – Fotografias de menores

Talvez seja impossível controlar o nosso o impulso de partilhar com o mundo a recente chegada do mais novo membro da família recente, ou até mesmo uma fotografia que mostre como é engraçado, recomendamos fortemente que limite essa vontade. Nunca se sabe até onde vai parar essa fotografia que partilhamos, então se quiser partilhar recomendamos que pelo menos cobre o rosto da criança em questão.

4 – Fotos comprometedoras

Ainda falando na partilha de documentos, também não aconselhamos partilhar imagens que podem ser comprometedoras, no presente ou no futuro, nomeadamente fotografias de caráter íntimo ou sexual. Estas podem representar uma ameaça em um certo tempo, mesmo quando são publicadas a partir de perfis privados.

MAIS: Consultório Menos Fios: 8 coisas que podem ajudar-te a procurar algo no Google

5 – Documentos pessoais

Revelar o número ou fotografia do Bilhete de Identidade – ou um outro docuemnto com os nossos dados – abre a porta para o roubo de identidade. O mesmo se aplica a carta de condução, contratos de trabalho e dados bancários, isto é, esses todos documentos devem ficar de fora das partilhas online.

6 – Conversas privadas

Da mesma forma que não se deve partilhar fotografias sem o seu consentimento, também não se deve tornar pública uma conversa que foi tida fórum privado. Mesmo partilhar capturas de ecrã(screenshots) de pequenas conversas, por exemplo, deve ficar fora de cogitação.

7 – Opiniões, queixas e comentários comprometedores

Por fim, as vezes é muito comum recorrermos à internet para deixar críticas ou reclamações, mas não recomendamos também o uso disso. Como já falamos acima, um comentário nas redes sociais pode deixar alguém ofendido, por exemplo, resultando numa guerra virtual que pode gerar problemas para o internauta.

Esse foi o Top 7 de coisas que não deves partilhar na internet. Agora, pedimos que os nossos leitores as comentem e que contribuam com informações adicionais que julguem serem necessárias sobre esse mesmo tema.

Todas e quaisquer questões que gostassem de ver aqui respondidas devem ser colocadas no canal de comunicação exclusivo e dedicado ao consultório Menos Fios.

Falamos do email criado para esse fim: [email protected]. Este é o único ponto de receção das questões que nos enviarem. Usem-no para nos remeterem as vossas questões, as vossas dúvidas ou os vossos problemas. A vossa resposta surgirá muito em breve.

China adiciona a mineração de criptomoedas à “lista negativa” de indústrias

Nos últimos tempos a China vem demonstrando a sua guerra aberta às criptomoedas e à sua mineração, com o anúncio de várias medidas, como considerar que as transações de criptomoedas são ilegais em todo o território do país.

Mas o braço de ferro continua, onde no mais recente capítulo, o país asiático a adicionar a mineração de criptomoedas à “lista negativa” de indústrias.

Com essa medida, a China mostra fortemente que não vai ceder no que respeita à extração e pagamentos com as moedas digitais. De acordo com notícias da Reuters,  a China pretende que a mineração de criptomoedas seja adicionada à ‘lista negativa’ de indústrias, lista essa que constam os nomes de setores e indústrias nos quais o investimento é restrito ou proibido. Ou seja, todas as entidades que estão fora do alcance de investidores chineses e estrangeiros.

Segundo o conceituado jornal, essa notícia consta de um documento estatal divulgado na passada sexta-feira, dia 8 de outubro.

MAIS: Nigéria a anunciar que vai lançar a sua moeda digital

De informar que essa ‘lista negativa’ de 2021 foi reduzida de 123 nomes em 2020 para 117 nomes, de acordo com a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma daquele país. Por outro lado, as indústrias que não constam na lista, podem livremente ser usadas por todos para investimento, sem necessidade de aprovação e aceitação extra.

Esssa decisão da China vêm na andança do país contra as moedas digitais, onde actualmente já proibiu o comércio e a mineração das criptomoedas, e segundo vários especialistas o banco central chinês quer mesmo eliminar todas as atividades ilegais relacionadas com este mercado. Devido as essas medidas do governo chinês, a relação entre a população da China e as criptomoedas decresceu significativamente, não existindo praticamente nos dias de hoje.

De ressaltar ainda que banco central daquele país anunciou que todas as transações de criptomoedas são ilegais, banindo mesmo moedas digitais como o Bitcoin. Estas e outras moedas não são moeda fiduciária e, por isso, não podem ser distribuídas no mercado.

Africell e Angola Cables firmam parceria para assegurar internet de alta qualidade em Angola

A Africell, quarta operadora de telefonia móvel em Angola, assinou um acordo de parceria estratégica com a Angola Cables que visa assegurar uma internet de alta qualidade com soluções e conectividade na operação, de acordo com um comunicado que a Menos Fios teve acesso.

Esta parceria estratégica tem como foco optimizar a experiência do cliente final para que este possa usufruir de uma experiência de alta velocidade no acesso a conteúdos com baixa latência em toda a rede da Africell e nas ligações ao IXP de Angola”, lê-se no documento.

O documento informa que os consumidores poderão beneficiar de conteúdos prontos a descarregar dentro de todo território nacional, bem como o acesso aos principais pontos de atractividade de dados internacionais em África, Europa e nos Estados Unidos com redução do tempo de pesquisa e download de aplicativos.

MAIS: Africell assina acordo com a Oracle para implementação de serviços móveis em Angola

De acordo com as palavras do CEO da Angola Cables, Ãngelo Gama, a empresa está empenhada em criar parcerias com o intuito de contribuir para o desenvolvimento da economia digital em Angola através da partilha de know-how consolidado em projectos de qualidade internacional para alavancar a criação de soluções a medida das necessidades dos operadores no país.

O nosso propósito é que a rede de cabos submarinos pontos de presença mundiais e ligações de internet continentais em África venham reforçar a posição de Angola como player-chave africano na vanguarda do desenvolvimento tecnológico de um porto digital de entrada e saída de conteúdos para África”, sublinhou.

No mesmo documento diz-se ainda que as vantagens competitivas desta parceria estratégica de longo prazo vão além de benefícios económicos e garantias operacionais.

Favorecem também o crescimento sustentável da Africell, dentro de um ecossistema de hiper conectividade de Angola com protocolos de segurança e escalabilidade devidamente afinados que valorizam a oferta diferenciada para o consumidor final face as suas congéneres”.

Vencedora do Nobel da Paz diz que Facebook é “parcial contra factos”

Maria Ressa, uma das vencedoras do Prémio Nobel da Paz, concedeu uma entrevista ao The Guardian onde lançou críticas ao Facebook, considerando que a rede social é “parcial contra factos” e “parcial contra o jornalismo”.

Se não tens factos, não podes ter verdades e não podes ter confiança. Se não tens nada disto, não tens uma democracia”, afirmou Ressa, declarando ainda que o Facebook é uma ameaça à democracia.

Ressa, jornalista e ativista, conquistou o Prémio Nobel da Paz de 2021 em conjunto com o jornalista Dmitry Muratov. O prémio foi atribuído com base no “esforço de salvaguardar a liberdade de expressão, que é uma pré-condição para a democracia e paz duradoura”.

Maria Ressa usa a liberdade de expressão para expor o abuso de poder, o uso da violência e o crescente autoritarismo no seu país natal, as Filipinas, onde dirige o Rappler, um órgão de comunicação social digital que se dedica ao jornalismo de investigação e que cofundou em 2012.

O Comité Nobel destacou, em particular, o papel de Ressa e do Rappler na denúncia da “controversa e assassina campanha antidroga do regime” do Presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte”.

Para o Comité, o número de mortes desta campanha é tão elevado que “se assemelha a uma guerra travada contra a própria população do país”.

MAIS: Facebook anuncia fundo de dez milhões para criadores de Realidade Virtual

Ressa e o Rappel também “documentaram como os meios de comunicação social estão a ser utilizados para espalhar notícias falsas, assediar adversários e manipular o discurso público“.

Em 2020, o Prémio Nobel da Paz foi atribuído ao Programa Alimentar Mundial (PAM), pelo papel desta agência das Nações Unidas para acabar com a fome como “uma arma de guerra e conflito”.

O Prémio Nobel da Paz é o único dos seis prémios a ser atribuído e apresentado fora da Suécia, em Oslo, a pedido expresso de Alfred Nobel (1833-1896), uma vez que a Noruega fazia parte do reino sueco no seu tempo.

Desde 1901, o Prémio Nobel da Paz foi atribuído 101 vezes, a 132 laureados: 90 homens, 17 mulheres e 25 organizações, segundo a organização.

Os laureados irão receber um prémio de oito milhões de coroas suecas, além de um diploma e uma medalha.

Já é possível denunciar mensagens de utilizadores no WhatsApp em nova funcionalidade

A temática privacidade sempre foi um dos assuntos mais abordados no aplicativo WhatsApp, o que obrigou o aplicativo a impôr regras instaurar medidas severas a quem tenta ultrapassar as mesmas.

Na sua mais recente funcionalidade, o WhatsApp dá aos utilizadores algo que era pedido ao longo dos anos, isto é, ja é possível denunciar mensagens e utilizadores de forma direta.

Essa nova funcionalidade esteve durante muito tempo em fase de teste, pelo que só agora é apresentada como algoi funcional para todos os utilizadores. Com essa nova funcionalidade, o aplicativo a alterar as regras e permitir que os usuários agora possam reportar mensagens que considerem problemáticas.

De informar que esssa nova funcionalidade aparece na mais recente versão do WhatsApp para o Android e o iOS, onde envia a mensagem em causa para ser avaliada pelo serviço de mensagens, de forma ativa e consciente.

MAIS: WhatsApp vai lançar duas novas funcionalidades com objectivo de proteger os usuários

Falando ainda sobre essa nova funcionalidade, a mesma pode ser ativa em mensagens de conversas privadas ou de um grupo onde estejam presentes. Os participantes da conversa não recebem nenhuma notificação de que a mensagem foi denunciada, sendo o WhatsApp a receber todos os dados enviados pelo utilizador para análise do processo de denunciar a mensagem recebida.

Abaixo, como podes ativar essa nova função:

                             

Pode-se enviar para avaliação todas as mensagens que o usuário considere ofensiva e que assim o serviço de mensagens poderá agir em conformidade, após avaliar o conteúdo.

Angola no último lugar do Índice Global de Inovação 2021

Angola ocupa o último lugar no Índice Global de Inovação (IGI) deste ano, com apenas 15 pontos, numa lista de 132 países, algo lamentado pela ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Sambo, na última Sexta-Feira(08/10).

O Índice Global de Inovação 2021 é um relatório que mede o desempenho dos ecossistemas da inovação de 132 economias, e identifica as tendências globais mais recentes em matéria de inovação.

Segundo a análise dos mesmos, o Índice Global de Inovação deste ano mostra que apesar do enorme impacto da pandemia de COVID-19 na vida e nos meios de subsistência, muitos sectores têm demonstrado uma notável resiliência – especialmente os que adotaram a
digitalização, a tecnologia e a inovação. Enquanto o mundo procura reconstruir-se desde a pandemia, a inovação tem sido fundamental para superar os desafios mais comuns que as pessoas têm enfrentado e para construir um futuro melhor.

MAIS: Os governos africanos e a digitalização para a inovação

O Índice Global de Inovação tem sido uma ferramenta única que tem como objetivo orientar os formuladores de políticas e as empresas na elaboração de planos, para que se possa emergir mais forte apesar dos problemas recentes.

Somente a Suíça e a Suécia mantêm-se entre as três primeiras posições da classificação em inovação nos últimos dez anos. Suíça, Suécia, Estados Unidos da América e Reino Unido estão entre as cinco primeiras economias há três anos, enquanto a República da Coreia
entra, pela primeira vez em 2021, no grupo das cinco primeiras economias.

As 25 economias mais inovadoras encontram-se principalmente na Europa, entre as quais França (11ª) e Estônia (21ª) registram progressos notáveis. Cinco economias asiáticas destacam-se entre as 15 primeiras: República da Coreia (5ª) e Singapura (8ª) entre as 10
primeiras, seguidas de China (12ª), Japão (13ª) e Hong Kong, China (14ª). Singapura vem figurando entre as 10 economias mais inovadoras nos últimos 14 anos.

MAIS: Abertas as inscrições para a maior competição do mundo em inovação

As três primeiras economias por região:

Europa
1ª Suíça
2ª Suécia
3ª Reino Unido

América Latina e Caribe
1ª Chile
2ª México
3ª Costa Rica

Ásia Central e Ásia Meridional
1ª Índia
2ª Irã (República Islâmica do)
3ª Cazaquistão

Sudeste Asiático, Ásia Oriental e Oceania
1ª República da Coreia
2ª Singapura
3ª China

Norte da África e Ásia Ocidental
1ª Israel
2ª Emirados Árabes Unidos
3ª Turquia

África Subsaariana
1ª  África do Sul
2ª Quênia
3ª República Unida da Tanzânia

Konami vai corrigir os erros gráficos do jogo eFootball 2022

 O lançamento do jogo eFootball 2022 continua a ser conversa para todos os amantes de vídeojogos, e não por um bom motivo. O vídeojogo mais famoso da Konami a ter um lançamento desastroso, muito por culpa da péssima qualidade dos gráficos e outros erros que não passam despercebidos aos “gamers”, e que por causa disso deram ao jogo o título do pior da plataforma streaming em toda a sua história.

Devido a inúmero elevado de reclamações, a criadora Konami já veio a público e anunciou que o jogo vai receber um grande conjunto de atualizações, já a partir do próximo dia 28 de Outubro.

O tão aguardado lançamento do eFootball aconteceu no último dia 30 de setembro, para PC, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X e Series S. Mas dias depois da estreia do videojogo, às reclamações por parte dos utilizadores foram tantas, desde fracos gráficos apresentados e que deram origem a uma onda de críticas por parte dos jogadores. Destacar também que o jogo recebeu a pior classificação de sempre de um jogo na Steam.

Mas as más notícias para o eFootball não ficaram por aqui, visto que apenas um par de dias após o seu lançamento, o mesmo já contava com 90% das avaliações negativas na popular plataforma de jogos.

Atualmente o jogo conta já com 19.317 classificações, das quais apenas 11% são favoráveis. Com essas estatísticas, o vídeojogo “queridinho” da Konami está na lista do Steam como sendo um título não recomendado para jogar.

Devido a essa toda contestação por parte dos jogadores, o eFootball vai receber um grande patch de atualizações, onde a Konami anunciar na sua conta oficial da rede social Twitter que o jogo vai receber várias e importantes atualizações no dia 28 de outubro.

Anúncio oficial da Konami sobre a actualização do eFootball 2022

MAIS: Electronic Arts poderá mudar o nome da sua série de futebol denominada FIFA

Segundo às notícias, será lançada a patch 0.9.1, a qual promete corrigir os problemas relatados pelos jogadores.

Espera-se que nos próximos dias a Konami explica melhor sobre essas mesmas atualizações que chegam no dia 28 de Setembro.

Por outro lado, a Konami já veio a público pedir desculpas pelas eventuais más experiências que os jogadores vivenciaram e agradece ainda que continuem a apoiar o jogo eFootball 2022.

Então, se és um amante do vídeojogo, tal como toda a redacção da equipa do Menos Fios, resta aguardar pelo próximo dia 28 de outubro para determinar, de facto, quais as mudanças que esta patch irá trazer ao polémico jogo.

Nigéria a anunciar que vai lançar a sua moeda digital

Desde a sua criação, às criptomoedas nunca tiveram um consenso geral no meio informático. Enquanto para uns não passa de um esquema fraudulento cujo o objetivo único é ganhar dinheiro fácil, para outros é o futuro quando se fala do mercado e setor financeiro.

Por essa contradição no modo de pensar, vários países ao redor do mundo tentam lidar com com o assunto das criptomoedas da melhor maneira possível. Nessa linha de pensar, a Nigéria anunciou que vai também lançar a sua própria moeda digital.

Essa decisão da Nigéria só vem mostrar que é assim que alguns países estão a reagir à dinâmica das criptomoedas, isto é, acabam por desenvolver as suas próprias moedas digitais, adaptando-se desta maneira à tendência da evolução e modernização do sistema financeiro.

Segundo uma notícia da Reuters divulgada nesta quinta-feira (7), o Banco Central da Nigéria (CBN) vai lançar a eNaira, a sua própria moeda digital, anúncio esse feito pelo governador do banco nigeriano Godwin Emefiele durante uma videoconferência, onde adiantou, também que a moeda chegará já dentro de alguns dias ao mercado financeiro.

De acordo com o executivo, o lançamento desta moeda digital vai tornar a Nigéria “num dos primeiros países da África, e de facto do mundo, a adotar a digitalização da sua moeda nacional”.

Essa decisão já era esperada para alguns especialistas, levando em conta que o Banco Central da Nigéria já havia anunciado os seus planos para o lançamento da sua própria moeda digital nesse ano de 2021, depois que, em Fevereiro, o país africano proibiu os bancos e as instituições financeiras de negociar ou facilitar as transações através de criptomoedas.

MAIS:  Nigéria prepara-se para lançar a sua própria criptomoeda

Anteriormente, Emefiele tinha referido que a moeda eNaira iria funcionar como uma carteira onde os clientes poderiam manter os fundos existentes nas suas contas bancárias, o que iria acelerar a inclusão financeira e permitiria também fluxos de envios mais baratos e mais rápidos.

O CBN nomeou para já a Bitt Inc, sediada em Barbados, como a sua parceira técnica para o desenvolvimento da moeda digital eNaira.