Um consórcio de 17 órgãos de comunicação internacionais denunciou que jornalistas, activistas e dissidentes políticos em todo o mundo terão sido espiados através de um software desenvolvido por uma empresa israelita. Cinquenta mil números de telefone estavam na lista para potencial vigilância.
A investigação “Projecto Pegasus” publicada no domingo por um consórcio de 17 órgãos de comunicação internacionais, incluindo o jornal francês “Le Monde”, o britânico “The Guardian” e o norte-americano “The Washington Post“, baseia-se numa lista obtida pelas organizações Forbidden Stories e Amnistia Internacional, que inclui 50 mil números de telefone selecionados pelos clientes da empresa NSO Group desde 2016 para potencial vigilância.
O documento inclui, por exemplo, o número do jornalista mexicano Cecilio Pineda Birto, morto a tiro algumas semanas depois do seu nome ter surgido na lista, e de correspondentes estrangeiros de vários órgãos de comunicação social, incluindo “Wall Street Journal”, “CNN”, “France 24”, “Mediapart”, “El País” e a agência de notícias “France-Presse” (AFP).
Os jornalistas associados à investigação encontraram-se com algumas das pessoas na lista e tiveram acesso a 67 telefones, que foram submetidos a um exame técnico num laboratório da Amnistia Internacional. A ONG confirmou a infeção ou tentativa de infeção pelo spyware da empresa israelita em 37 dispositivos.
A empresa NSO Group, fundada em 2011 a norte de Telavive, comercializa o spyware Pegasus, que, inserido num smartphone, permite aceder a mensagens, fotos, contactos e até ouvir as chamadas do proprietário. A NSO tem sido acusada de vender o software a regimes autoritários, mas sempre defendeu que este só era utilizado para obter informações sobre redes criminosas ou terroristas. E negou “fortemente” as acusações feitas na investigação, acusando-a de estar “cheia de falsas suposições e teorias não substanciadas”.



Os usuários poderão pesquisar e reproduzir as suas músicas e artistas favoritos, salvar e partilhar com outras pessoas, descobrir novas músicas e podcasts e desfrutar de listas de reprodução “feitas para você”, mas com alguns recursos extras que o tornam ideal para dispositivos e sistemas operacionais mais antigos.

As recargas podem ser adquiridas nas lojas ZAP e agentes a preços que variam de 700 a 3.000 Akz, sendo que os clientes ZAP de satélite ou fibra com pacote activo recebem tempo a duplicar na compra de qualquer recarga, precisando apenas inserir o seu número de cartão ZAPi.


Cada dispositivo vai funcionar de forma independente com criptografia de ponta a ponta mantendo os nomes de contactos, arquivos de conversas, mensagens favoritas sincronizadas entre todos eles. A ferramenta vai promover uma grande alteração no funcionamento do Whatsapp.
O Facebook esclarece que o primeiro uso numa plataforma independente ainda será necessário o uso de um telemóvel para confirmar a identidade do usuário. Essa verificação é necessária, pois agora cada dispositivo terá a sua chave de identidade, que é vinculada a conta de cada usuário.

