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Segunda-feira, Abril 13, 2026
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Angola deve apostar na Tecnologia de Informação e Comunicação para acelerar o crescimento socioeconómico

À medida que entramos numa nova era cuja tendência é a conectividade, todas as coisas se vão tornando sensoriais, conectadas e inteligentes. Neste contexto incerto e de rápidas mudanças os países (desenvolvidos e emergentes) priorizam as TIC como um facilitador crítico com potencial para aumentar a competitividade, o crescimento económico e o emprego. O desenvolvimento das TIC e o seu uso são factores que impulsionam o crescimento da economia de um país, bem como a transformação da sua indústria. As metas estipuladas no Plano de Nacional de Desenvolvimento 2018-2022 e o investimento podem promover e acelerar a adoção das TIC e melhorar a produtividade e a competitividade do país.

As TIC, igualmente, proporcionam aos cidadãos acesso a uma panóplia de produtos e serviços digitais, transformando o país numa Sociedade Inteligente. Uma Angola mais e melhor conectada será sinónimo de uma nação mais próspera que, conectada digitalmente ao mundo, pode contribuir, por mérito próprio, para a sociedade global. A transformação das TIC é, portanto, crucial para que, nos próximos anos, Angola assuma o seu devido lugar na plataforma global, contribuindo com o desenvolvimento de produtos e conteúdos digitais locais acessíveis globalmente.

Ainda existem lacunas de infra-estruturas nas três primeiras revoluções industriais. Em África, mais pessoas têm acesso a telefones móveis do que a água potável ou a uma conta bancária. África é vasta e porque os índices de pobreza ainda são elevadíssimos enfrentamos, no continente-berço, os mesmos desafios. As TIC podem acelerar o desenvolvimento económico dos nossos países, com a adopção e implementação de soluções tecnológicas como mobile money, blockchain 5G, Inteligência Artificial (AI), aprendizado de máquina (machine learning) etc., que com certeza, desempenharão um papel fundamental no futuro colectivo desejado para o nosso país e para o continente.

1.    Política de partilha de infra-estruturas

Vários países ao redor do mundo estão a colocar, à disposição dos operadores, vários recursos e infra-estruturas das suas cidades a taxas relativamente baixas e, em alguns casos, até gratuitas.
Na era da economia digital estes modelos de cooperação entre o governo e o sector privado assumem crescente importância, especialmente à medida em que são adoptadas abordagens mais centradas no cidadão, capazes de expandir as redes de banda larga e alcançar as metas estabelecidas pelo governo no Plano Nacional de Desenvolvimento. A estreita colaboração entre as várias partes interessadas no ecossistema digital permite que as operadoras obtenham eficiência e racionalização de custos na construção da rede, enquanto os cidadãos (clientes) se beneficiam da melhoria da qualidade da rede e possivelmente do custo dos serviços à medida em que a escala aumenta.

A partilha de infra-estrutura básica existente é crucial para acelerar as estratégias de inclusão digital. É necessária a existência de normas tanto para o planeamento, como para a construção e partilha de instalações básicas. A utilização de infra-estruturas públicas, como edifícios governamentais, escolas, estradas, linhas-férreas e outros canais utilizados para a disponibilização de serviços de utilidade pública (condutas, redes de transporte de energia eléctrica, etc), por parte dos operadores, poderá contribuir positivamente para a redução de custos e a aceleração dos projectos de expansão da rede.

Os prestadores de serviços de inclusão digital, podem partilhar infra-estruturas e instalações básicas construídas mediante a assinatura de contractos de inclusão digital com outros operadores licenciados. Isto permitirá que pelo menos um outro operador ofereça serviços de retalho na mesma área, por ordem de chegada.

Tais infra-estruturas, bem como a partilha de instalações essenciais, podem ser oferecidas a preços baseados nos custos. A partilha de infra-estruturas pode ter um impacto substancial na redução do capital a ser investido, contando também com reduções contínuas de custos operacionais estimados entre 50% e 80%, dependendo da estrutura do mercado e do modelo de partilha implementado. Isto acabará por acelerar a implantação de redes nas zonas rurais de uma forma mais sustentável.

Angola tem, para a implantação de redes ou para o aumento da capacidade da rede existente, centenas de milhares de sites ou locais potencialmente viáveis. No entanto, num cenário onde as infra-estruturas pertencem às cidades, ou surgem dificuldades para os operadores obterem acesso rápido a estes sites ou locais planeando adequadamente a sua utilização, poderão existir atrasos no processo, dependendo do órgão, instituição ou departamento governamental que supervisiona ou ‘possui’ os lotes de infra-estruturas da cidade. Neste contexto, ao invés de uma negociação por site, ou caso a caso, no sentido de fornecer conectividade a áreas onde ela é necessária, os contratos de arrendamento a granel para esses sites ou locais passam a ser muito importantes caso os operadores tenham que planear a expansão ou melhorias da rede e dar seguimento a esses planos.

Já são visíveis alguns esforços do nosso Governo por via de alguns programas e iniciativas que visam garantir cada vez mais a inclusão digital permitindo assim que todos, dentro de suas áreas, possam ter acesso à banda larga de qualidade e participar em pé de igualdade numa sociedade conectada globalmente e na economia digital.

A importância de um Plano Nacional de Banda Larga, bem como os seus objetivos para todas as partes interessadas e envolvidas no alcance da inclusão digital para todos, não pode ser subestimada. Sem uma rede de Banda Larga omnipresente e de alta qualidade, as estratégias e os planos para transformar e digitalizar a economia de Angola serão abrandados e o fosso digital talvez até aumente. É, portanto, imperativo, que o governo aproveite os conhecimentos disponíveis e os recursos de infra-estrutura de rede existentes e disponibilizados pelos actores do sector privado ao longo dos anos construindo, rapidamente, redes de comunicações móveis que servirão para atender a cada vez mais crescente demanda por estes serviços, principalmente em consequência da pandemia que estamos a viver e que demonstram-nos cada vez o quão úteis as TIC são para qualquer nação

Disponibilizar, nacionalmente, recursos públicos a apoiar iniciativas privadas com a mesma finalidade, permite que o governo agilize e mais rapidamente atinja a meta de conectividade digital para todos os cidadãos. Políticas, processos e estatutos devem apoiar e facilitar o acesso aos recursos e infra-estruturas das cidades por parte dos operadores, simplificando ao máximo os processos para obtenção das respectivas autorizações locais para usufruto de tais recursos e infra-estruturas. Por exemplo, contratos de leasing a granel para vários postes na via pública simultaneamente numa determinada área demarcada, podem ser uma ferramenta valiosa para acelerar o desenvolvimento ou aprimoramento da rede, numa determinada área ou região. O Governo de Angola deve, portanto, liderar a unificação e o trabalho com todas as partes interessadas no sector público e privado, bem como com as comunidades em todo o país, no sentido de garantir a criação de um ambiente propício para a construção deste tão almejado futuro digital.

Resumo e conclusão

Angola, sem dúvida, desenvolveu-se muito rapidamente no quesito infra-estrutura de TIC ao longo dos anos. No entanto, com a aproximação do lançamento comercial da tecnologia 5G no mundo (Angola, inclusive), surge a necessidade de existir já algum trabalho de preparação no terreno, a fim de acelerar a entrada do país para a 4ª Revolução Industrial.

A tecnologia 5G promete trazer uma série de novos serviços e soluções avançados para o mundo, mas, como em qualquer tecnologia, o seu valor reside na sua aplicabilidade e relevância para um determinado país, num determinado momento. Considerando os desafios dominantes que Angola enfrenta actualmente, devem ser tidas em consideração as soluções que dão resposta à questão da intensificação económica na agricultura, mineração e turismo, bem como melhorias educacionais e de habilidades. Vídeo em alta definição (HD), Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR) com tecnologias de drones, podem, oferecer maior benefício se implantados nos próximos meses, à medida que outros elementos de activação do 5G forem implementados. No entanto, esses serviços mais básicos e soluções avançadas que estarão disponíveis na era 5G, ainda exigem uma base de conectividade de rede de banda larga de alta qualidade. Considera-se a existência de banda larga omnipresente quando todas as lacunas/desafios de cobertura e conectividade no país forem ultrapassadas

Existem desafios actualmente enfrentados pelos operadores e outros prestadores de serviços do sector na obtenção de aprovações necessárias dos municípios para a construção de novos sites em áreas onde ainda existem lacunas de cobertura ou deficiências de conectividade e capacidade. Para agilizar a implantação da rede de banda larga de alta velocidade em Angola, particularmente em áreas sem cobertura ou capacidade, é imperativo que seja dada prioridade às seguintes áreas críticas, a fim de garantir que a primeira seja uma realidade para o país ao nível do município ou cidade:

  • Remoção de restrições de distância entre torres e locais desalinhados com a densificação da rede de comunicações na era do LTE + e 5G, considerados importantes catalisadores da digitalização do país ou enablers para a entrada na 4ª Revolução Industrial.
  • Criação da Política Nacional de Telecomunicações, Normas e Padrões Nacionais para a Construção de Redes de Telecomunicações para orientar os Esquemas e Regulamentos Municipais para todas as cidades e municípios no país.
  • Processo de aprovação e optimizado para diferentes tipos de sites, a fim de agilizar a implantação de redes onde pouco ou nenhum impacto adverso é esperado nas comunidades e no ambiente e garantir que os preços permitam apoiar a rápida implantação de redes, ao invés de impedi-las.
  • Aproveitamento dos recursos e infra-estruturas da cidade para que as operadoras de rede móvel possam rapidamente acelerar a expansão das suas redes móveis e, em particular, de banda larga

Por Joel Epalanga

Instagram: Usuários com possibilidade de partilhar perfil com código QR

Nos últimos anos o Instagram tem nos habituado com a chegada de novos recursos, tanto que acabou por matar algumas redes sociais que tinham ou tem o mesmo propósito, que é o caso do Snapchat, bem como outros aplicativos da concorrência.

Após um curto período de teste, o Instagram decidiu lançar códigos QR que funcionam de maneira semelhante aos crachá, mas com uma diferença fundamental – as pessoas que tentam encontrar seu perfil podem procurá-los em qualquer aplicativo por intermédio da câmara nos smartphones capaz de ler códigos QR.

Caso estejas apenas a tentar trocar perfis rapidamente com um novo conhecido ou se você tem uma pequena empresa que deseja adicionar seguidores locais, é muito mais fácil do que esperar que eles escrevam seu apelido correctamente nas primeiras tentativas. Para encontrar o seu código QR, basta olhar no menu do seu perfil, conforme mostrado acima. Este acaba por ser um atalho bem mais fácil.

Conheça os países com maior número de vítimas de ataques phishing em 2020

A mais recente investigação da Kaspersky sobre spam e phishing, realizada no segundo trimestre de 2020, ou seja entre abril e junho, indica que 10 países entre eles Portugal e Brasil registaram um aumento considerável de utilizadores atacados.

phishing, segundo a Kaspersky é um dos ataques de engenharia social mais antigos e flexíveis do cibercrime, utilizado de muitas formas e para diferentes fins, com o objectivo de atrair utilizadores menos precavidos para um determinado website, levando-os a fornecer informações pessoais a hackers mal intencionados.

De acordo com o novo relatório Spam and Phishing , publicado pela companhia de cibersegurançca, cerca de um a cada oito usuários de internet do Brasil (12,9%) acessaram, de abril a junho deste ano, ao menos um link que direcionava a páginas maliciosas. Portugal é o segundo país com a maior percentagem de utilizadores atacados (13,51% do total de utilizadores).

Tatyana Sidorina, perita em segurança da Kaspersky avança que,“ao analisar os resultados do primeiro trimestre, assumiu-se que a COVID-19 seria o tema principal para os spammers e phishers no segundo período do ano. E isso verificou-se. Embora o tradicional envio de spam sem mencionar a pandemia tenha persistido, “notámos que os phishers adaptaram os seus antigos esquemas para os tornar mais relevantes no actual contexto, criando novos truques“.

Confira a lista dos dez países com maior proporção de usuários vítimas de tentativas de ataques de phishing, de abril a junho, segundo a Kaspersky:

  • Venezuela: 17.56%
  • Portugal: 13.51%
  • Tunísia: 13.12%
  • França: 13.08%
  • Brasil: 12.91%
  • Qatar: 11.94%
  • Bahrein: 11.88%
  • Guadalupe: 11.73%
  • Bélgica: 11.56%
  • Martinica: 11.34%

Facebook começa a fundir as mensagens do Messenger e Instagram

Mark Zuckerberg o criador do Facebook, anunciou os planos para fundir os serviços de mensagens do Messenger e do Instagram em janeiro do ano passado. A mudança, porém, só agora começará a entrar nas fases iniciais.

Os primeiros rastros da novidade surgiram aos usuários logo assim que abriram o Instagram. Com o título “There’s a New Way to Message on Instagram” (“Há um novo jeito para enviar mensagens no Instagram”, em tradução livre), a notificação apresenta os recursos que serão levados ao chat do Instagram, caso habilite a integração.

Assim como no WhatsApp, por exemplo, as conversas em demais plataformas seriam protegidas com criptografia de ponta a ponta. Dessa maneira, ao usar o WhatsApp para um contacto que está apenas no Facebook, o conteúdo contaria com a mesma proteção para evitar vazamentos.

O usuário é exposto a dois botões na parte inferior do ecrã: “Update” (“Actualizar”), para habilitar as novas funções, e “Not Now” (“Agora não”), para não activar a integração.Para já, de acordo com a publicação, algumas funcionalidades do Messenger terão sido aplicadas às mensagens diretas do Instagram, sem forma de desactivar. E também ainda não existe forma de conversar com utilizadores do Facebook de forma direta.

O plano para criar uma base tecnológica partilhada pelas três plataformas, por forma a permitir uma comunicação sem barreiras dos utilizadores dos três serviços – enviar uma mensagem pelo WhatsApp e receber pelo Messenger, por exemplo foi apresentado no início do ano passado.

GGPEN conta com especialistas entre os dez melhores jovens da indústria espacial africana

No principio do ano, surgiu a informação de que técnicos angolanos vão acompanhar a construção do AngoSat-2 e AngoSat-3, técnicos estes que estão a frequentar o Mestrado no Instituto Superior de Aeronáutica Espacial (ISAE-SUPAERO) em Toulouse, França, terão a oportunidade de monitorar a construção da carga útil do AngoSat-2, bem como as fases de construção da aeronave e do Satélite Angosat-3.

Dois destes técnicos, Bevania Martins e Marco Romero que, estão entre os dez melhores jovens, com menos de 30 anos, da indústria espacial africana. Ambos foram eleitos entre mais de 100 inscrições e 31 nomeações exclusivas de 13 países africanos. A selecção envolveu um meticuloso processo de verificação e classificação por uma equipa de cinco distintos juízes de cinco países africanos, que incluiu Angola.

O Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) participou do corpo de jurados, através de sua directora-geral adjunta para a Área Técnica e Científica, engenheira Vangiliya Pereira, que ajudou a escolher os jovens que “quebram os limites do céu e carimbam a pegada africana no espaço”.

O “Top 10 Under-30” é uma iniciativa da empresa africana de consultoria e media focada em tecnologia espacial, Space in Africa, e, este ano, a inclusão e diversidade estiveram no centro da premiação, ao darem oportunidade para os jovens com menos de 30 anos. O organizador da premiação, o cientista espacial nigeriano e fundador do Space in Africa, Temidayo Isaiah Oniosun, ressalta o facto dos juízes serem “profissionais respeitados em instituições públicas e privadas, com vasta experiência e conhecimento da indústria espacial africana”.

Encerram hoje as inscrições para o Seedstars Luanda 2020

Se por algum motivo não conseguiu finalizar a sua candidatura para o Seedstars Luanda 2020, temos boas notícias para si, a organização do evento decidiu permitir inscrições até ao final do dia (15 de Agosto).

SEEDSTARS WORLD LUANDA 2020 – ONLINE

Inscrições: Startups de todo o país serão convidadas a participar da competição deste ano. Com o evento online, todas as startups têm acesso, inclusive as que estão fora de Luanda, gerando mais inclusão.

Treinamento: As startups que atenderem aos critérios básicos de seleção terão acesso a módulos de treinamento sob demanda através da Seedstars Academy Online.

Entrevistas de seleção: Os analistas selecionarão as 5 melhores startups dentre as que passaram pela Online Seedstars Academy e realizarão entrevistas de seleção para encontrar o vencedor que representará Angola na competição regional.

Inscrições

Fecho para inscrições: 15 de agosto de 2020 às 23:59

Como inscrever-se?

Siga o link e Inscreva-se para o Seedstars Luanda 2020 | O evento será online e são aceites startups de todo o país…

O que está em jogo?

Os inscritos terão a chance de competir para fazer parte das dez principais startups selecionadas para um investimento no programa de crescimento avaliado em 50 mil US$ e concorrer ao prêmio Global 500 mil US$ em investimentos!

Quem usa as redes sociais como fonte de notícias está menos informado ?

Não é de hoje que a internet se tornou uma fonte de informação relevante e muito acessada, afinal, os portais de notícias estão na rede há tempos. No entanto, uma tendência nova tem sido notada: as redes sociais estão a ocupar o lugar dos jornais quando o assunto é informar.

De acordo com um estudo da Pew Research concluiu que os adultos que usam principalmente as redes sociais como fonte de informação ficam mais expostos a conspirações e estão menos informados sobre assuntos importantes.

O estudo comparou o nível de compreensão da actualidade e de eventos políticos entre adultos que recorrem, sobretudo, a redes sociais para obter as notícias com adultos que usam outras fontes, como jornais, revistas, televisão e rádio. A conclusão é a que muita gente esperaria: os consumidores de notícias via redes sociais tendem a estar mal informados sobre vários assuntos fundamentais. Ao contrário do que acontece com quem recorre mais aos meios de informação tradicionais.

Segundo a Pew Research, quase um quinto dos adultos americanos recorrem sobretudo às redes sociais para se manterem informados. Um valor superior a outros meios importantes: 16% seguem estações de televisão locais, 16% seguem canais noticiosos de televisão de cabo e apenas 3% disseram ler jornais. Só os sites ou apps ganham às redes sociais, alcançado 25% dos inquiridos.

Relativamente às idades, o estudo conclui que são os mais jovens e com menos formação que tendem a usar mais as redes sociais como fonte das notícias. Por exemplo, apenas 26% dos adeptos das redes sociais têm formação académica, contra os 47% de quem usa sites noticiosos e 49% de quem recorre a revistas e jornais.

O estudo conclui ainda que os seguidores das notícias nas redes sociais estão mais expostos a conspirações. O inquérito incluiu uma pergunta sobre a pandemia actual e 81% dos inquiridos que estão no grupo que usa as redes sociais como fonte principal de informação diz ter estado em contacto com a teoria que defende que a pandemia foi criada propositadamente.

Ano passado uma pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados do Brasil mostrou que, o WhatsApp é a principal fonte de informação dos entrevistados: 79% disseram que recebem notícias sempre pela redes sociais.

Para os nossos leitores fica a pergunta, quem usa as redes sociais como fonte de notícias está menos informado ?

WhatsApp vai sincronizar conversas entre iPhone e Android

Um dos grandes pesadelos daqueles que migram do Android para o iOS (ou vice-versa) está relacionado ao WhatsApp – perder históricos importantes de conversações é algo que, muitas vezes, acaba por acarretar até mesmo na desistência dessa migração.

No entanto, de acordo com site WABetaInfo, a complexidade disso faz o aplicativo trabalhar por partes. E uma delas será sincronizar o histórico de mensagens de uma mesma conta entre dispositivos em Android e iOS simultaneamente. Os utilizadores irão poder seguir as conversas mantidas entre os vários sistemas operativos sem perderem qualquer informação.

Quando estiver disponível, o WhatsApp deve requerer que o aparelho esteja conectado a uma rede Wi-Fi para que a migração seja feita, possivelmente devido à quantidade de dados que será resgatada (imagens, vídeos, arquivos e mais).

A intenção do WhatsApp, com esse novo serviço, é permitir que até quatro dispositivos consigam usar uma mesma conta ao mesmo tempo, incluindo a versão do aplicativo em desktop. O WABetaInfo testou o recurso de sincronização no Desktop, porém, ele também deve chegar a dispositivos móveis.

Adicionalmente, o Whatsapp reportou que está também a trabalhar em uma aplicação completamente construída de raiz e dedicada ao iPad. Aplicação essa que poderá ser lançada somente quando a capacidade de funcionamento multi-plataforma estiver a funcionar em pleno.

Desse modo, os utilizadores detentores de equipamentos iPhone e Android poderão finalmente vir a desfrutar pela primeira vez das suas conversas no tablet da marca da maçã. Ainda não há data, contudo, para que o aplicativo seja actualizado com a mudança.

Smartphones acessíveis impulsionam a inclusão digital em África

A adopção de aparelhos pode levar ao salto quântico para a 4G

Com a conectividade móvel agora sendo parte integrante da economia moderna, um ponto crucial de qualquer programa nacional de desenvolvimento deve ser a inclusão digital. Tal está a ser alcançado pela expansão da cobertura de banda larga móvel, mas há algo importante a ser considerado: a acessibilidade dos smartphones.

Um relatório recente da GSMA  indica que os smartphones representam acima de 39% das 774 milhões de conexões móveis existentes na África subsaariana. Está projectado para crescer significativamente, mas para que o povo africano possa colher os frutos da conectividade móvel plenamente, é imperioso que os aparelhos para smartphones com 4G sejam facilitados para o mercado básico.

Isto exige uma inovação financeira juntamente com a inovação tecnológica que caracteriza o sector. Os Smartphones devem ser mais baratos, caso África queira desbloquear todo o potencial do seu povo.

Felizmente, já existem sinais encorajadores de que fabricantes, criadores de políticas e operadores de redes estejam a criar parcerias para assim integrar esta inovação financeira à busca da inclusão digital.

No Quénia, a Safaricom lançou recentemente um programa de financiamento de dispositivos, em parceria com a Google e Teleone, permitindo que assalariados de baixa renda no país tenham acesso a telefones 4G de qualidade, mediante parcelas baixas, a partir de 20 Kshs ( R3) por dia

O país tem uma alta penetração na telefonia móvel, mas tal tradicionalmente envolveu os telefones 2G. A campanha visa trazer mais um milhão de clientes para a economia digital.

A Airtel África expandiu a adopção da 4G no continente com as suas ofertas de dados “more for more”, aumentando o uso médio de dados, com a 4G a responder agora por mais de 60% da sua receita de dados.

Contudo, um dos meios mais efectivos para encorajar a adopção de smartphones é reduzindo a carga tributária sobre os telefones e serviços móveis sob a forma de direitos de importação e impostos sobre vendas. Neste contexto, os criadores de políticas têm um poderoso papel a desempenhar, capacitando os cidadãos com acesso mais fácil `a conectividade digital.

`A medida em que os smartphones se tornam a norma, o espectro de banda larga pode seguir o exemplo e as operadoras de rede podem fazer a transição para plataformas baseadas em 4G e 5G, com todos os benefícios de alta velocidade e conectividade em massa que as mesmas oferecem.

A crescente demanda por aparelhos 4G indica o momento em que um mercado está pronto para a transição para a rede 4G, permitindo assim o encerramento do espectro 3G, como o fez recentemente a Índia. 

Na recente Conferência Mundial LTE 2020, Sandeep Gupta, vice-presidente executivo da Barthi Airtel na Índia, disse que a tomada de decisão para o encerramento da rede 3G foi motivada por duas considerações – a inserção dos Smartphones e os recursos de rede certos, tais como o SDR(Software Defined Radio) e a radio singleRAN , que suporta a 4G VoLTE.

Porém, o cerne para esta transição são os aparelhos acessíveis. Na China, a adopção da 4G foi acelerada pela introdução de aparelhos de 100 Yuan (R238), catapultando milhões para o futuro 4G e 5G.

Na África do Sul, os smartphones tornaram-se significativamente mais acessíveis, com aparelhos como o Huawei Y5 Lite vendido por cerca de R1 300. No entanto, permanece o desígnio de fazer dos smartphones com 4G ainda mais acessíveis e verdadeiramente democratizar a conectividade.   

O caminho mais simples para acelerar a inclusão digital, talvez passe por uma mudança no nosso entendimento do lugar dos aparelhos 4G na nossa sociedade.

Tão logo os smartphones sejam vistos como uma mercadoria, um direito básico, em vez de um luxo, eles poderão ser comercializados, vendidos e tributados de acordo, levando toda a humanidade para a nova economia digital.

O que não pode faltar em um e-commerce de roupas

Vender online tornou-se uma alternativa para muitos empreendedores. Para quem já conta com operações de uma ou mais lojas físicas, trata-se de uma opção para aumentar a lucratividade, além de ser mais um atrativo para os clientes.

As questões técnicas:

Embora não seja preciso que se conte com aportes gigantescos a fim de se criar uma loja virtual, vale lembrar que determinados cuidados precisam ser tomados. Isso é válido para que o empreendedor não tenha maiores prejuízos em ocasiões futuras.

  • Estabilidade na plataforma de vendas:

As pessoas, de qualquer região do mundo, hoje contam com alta tecnologia em conexões de internet. Desse modo, navegar pela web é algo a ser feito com grande velocidade. Com o e-commerce ocorre do mesmo modo, mas algo a se levar em conta é a se a loja online realmente está inserida em uma plataforma que não saia do ar a todo instante.

  • Segurança:

Quando se pensa em uma loja de roupas pela internet, o slogan pode atrair muitos clientes, caso seja bem elaborado. Outro fator determinante é a segurança de dados, que deve ser inabalável em qualquer tipo de comercialização. Todas as informações precisam ser realmente bem armazenadas e os dados bancários não podem em nenhuma hipótese vazar para terceiros.

  • Suporte com agilidade:

Uma loja de roupas online pode ser feita no estilo dropshipping, por exemplo. Qualquer que seja a modalidade adotada para um empreendimento desta natureza, é preciso que os consumidores possam dispor de um suporte cujo atendimento seja realmente rápido.

Fatores relacionados à gestão da loja:

O comércio eletrônico de roupas é um tipo de empreendimento que demanda uma gestão personalizada. Em outras palavras, assim como as lojas convencionais, tem pontos que devem ser explorados para que realmente seja algo que valha a pena em termos financeiros. Confira:

  • Boa disposição das imagens:

Caso precise fazer alguma representação gráfica de forma geral em relação à loja, é válido o emprego de imagens gratuitas. Em se tratando dos produtos que serão vendidos, é preciso que cada ilustração represente fielmente a mercadoria que existente em estoque. Fotografias com alta qualidade são recomendadas.

  • Cupons promocionais:

O e-commerce significado, dentre outras coisas se relaciona intimamente com a tecnologia. Esta responde por diversas aplicações, como gerador de código de barras, gerador de nomes e outras. O que também não pode faltar é uma ampla oferta de cupons com descontos, que podem ser liberados por meio de outros sites ou redes sociais.

  • Publicidade eficiente:

A loja de roupas virtual tem a vantagem de contar com a internet para que sua publicidade seja realizada. O empreendedor precisa saber que este é um poderoso meio para vendas, bastando saber trabalhá-lo para que se converta em resultados positivos. A adoção de campanhas que valorizem o cliente de várias formas é algo que se indica para empreendimentos desta ordem.