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Domingo, Abril 12, 2026
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Anunciado o prémio startups do turismo em Angola

O Ministério do Turismo (MINTUR) e a empresa Platinaline procederam ao lançamento oficial e abertura das inscrições do Prémio Startups do Turismo em Angola. O objectivo é incentivar o empreendedorismo em diversos sectores com base na tecnologia e encontrar a Startup que vai propor inovações no turismo.

O concurso, que deu inicio no dia 28 de Janeiro de 2020, terá a duração de 6 meses, a contar a partir do lançamento oficial, foi, segundo a ministra do Turismo, Ângela Bragança, projectado com o propósito de promover o empreendedorismo de base tecnológica, mostrando como a inovação e a tecnologia podem criar novas oportunidades para gerar renda e empregos.

Como candidatar-se?

Os interessados devem formalizar as suas candidaturas de 28 de Janeiro até ao dia 25 de Julho, através deste link http://startupsdeturismoangola.com/inscricao/

De acordo com o calendário, entre Fevereiro e Junho, será efectuado um road show pelos Institutos Médios de Especialidade. Julho e Agosto, road show pelas Universidades de especialidade, selecção dos finalistas (Triagem). Em Setembro, anúncio dos finalistas, entrega dos prémios, envio de comunicado oficial com anúncio do vencedor e da edição seguinte.

O prémio garante estimular a criatividade, criação de um ambiente de comunicação massivo e ao mesmo tempo abrangente, criação de uma comunicação clara e com poucos ruídos, um projecto inclusivo e abrangente e colher contribuições para o sector.

BAI apresenta sete novas startups em Angola, encontradas no programa Beta Start

O programa de pré-aceleração “Beta – Start”, criado pela Beta-i em parceria com a Acelera Angola, financiado pelo BAI e pela Total, apoiou o desenvolvimento de sete startups do mercado angolano, na sequência de um processo de selecção aderido por 50 concorrentes, cujos finalistas serão conhecidos no dia 31 de Janeiro, durante um evento na Academia BAI.

Dividido em cinco fases, o programa, que teve início em Setembro do ano passado, prevê promover acções de capacitação para os responsáveis das startups seleccionadas, visando o seu crescimento sustentável e desenvolvimento no ecossistema angolano.

De um total de 50 concorrentes validados, 10 passaram à fase final, onde se apuraram apenas 7 startups, que tiveram acompanhamento de mentores com mais de 10 anos de experiência. O acompanhamento incluiu a validação do modelo de negócio e desenvolvimento do produto. Tal acompanhamento foi feito com mentorias presenciais e online.

Posteriormente, as soluções apresentadas pelas startups finalistas serão aproveitadas pelos promotores do programa “Beta – Start”, que irão incluí-las na gama de oferta que têm para os seus clientes ou alavanca-las para o mercado. Com esta iniciativa, o BAI pretende desenvolver o ecossistema empreendedor angolano

Jogo “Burrinho” oficialmente disponível para download

Após vencer a última edição do concurso nacional de jogos na categoria de prototipo a Beshift em parceria com a Autonação decidiram fazer o lançamento oficial do jogo “Burrinho – Sabes a palavras ?” nas plataformas Android – Google Play e iOS – Apple Store durante o lançamento da 5º Edicao do Concurso Nacional de Jogos Digitais que decorreu no centro cultural Brasil Angola – CCBA no dia 23 de Janeiro de 2020.

O Burrinho é um passatempo que consiste na formação de palavras aleatórias, relacionadas de acordo o tema escolhido. É um verdadeiro teste de vocabulário e para vencê-lo os jogadores deverão conhecer inúmeras palavras, torcendo sempre para que os adversários possam errar.

Já experimentou o jogo? Diga nos comentários o que achou do mesmo.

Disruption Lab revela vencedores do Hackathon Fintech 2020

Se está atento ao MenosFios, deve ter lido sobre o H4CK4TH0N F1NTECH 2020, organizado pela equipe do Disruption Lab.

Hackaton é um termo que está a tornar-se usual, referindo-se à maratona de programação . Fintech é um termo que surgiu da combinação Financial (financeiro) e Technology (tecnologia)? – “tecnologia financeira”.

O Disruption Lab apresentou no dia 26 de Janeiro, os 3 vencedores da sua maratona de programação (24 horas de duração), que desenvolveram produtos financeiros totalmente digitais.

  • 1º lugar: Mbongo, solução de micro empréstimos para pessoas de rendimentos baixo/médio
  • 2º lugar: MobPay, solução de pagamentos usando saldo móvel
  • 3º lugar: SOS, solução de crowdfunding para projectos de impacto social

Onde comprar online sem sair de Angola?

Se já tentou fazer compras online, decerto que conhece os sites de compras internacionais, já que não é necessário muito para que estes estejam no topo dos resultados caso pesquise um item que deseja adquirir.

Entre as maiores empresas de comércio online e as marcas que possibilitam a compra dos seus artigos através dos seus websites, a oferta do e-commerce fora de Angola (e tantos outros países) é acessível para todos, inclusive para os angolanos. No entanto, a menos que tenha os métodos de pagamentos exigidos e esteja disposto a pagar altos portes para entrega em território nacional, não aconselhamos que siga este caminho.

A verdade é que entre nomes desconhecidos e sites pouco apelativos, desde o último artigo sobre este tópico em 2015, o número de lojas online angolanas aumentou consideravelmente para comodidade de qualquer entusiasta de compras. Plataformas como a NCR Online, Fazenda Girassol e Brechó Angola tornam possível assegurar a funcionalidade e segurança do que é nacional.

Não fizemos encomendas em todas as lojas listadas abaixo, portanto , antes de comprar tente verificar a experiência de utilização com outros internautas. No entanto, elas merecem a nossa atenção pelo impulso que dão ao e-commerce angolano:

De realçar que o pagamento é feito por diversos modos: carregamento de carteira virtual, numerário no acto de entrega do produto, transferência bancária ou por Multicaixa, portanto, em alguns dos casos, poderá ter que sair de casa.

Conhece alguma outra loja online em Angola ? Indique nos comentários.

Startup angolana de aluguer de bicicletas entra em funcionamento

Durante o ANGOTIC 2019, foi apresentado oficialmente a primeira startup angolana de aluguer e rastreamento de bicicletas denominado “E-Bina“, 100% Angolana especializada em compartilhamento de bicicletas e, em breve, também em trotinetes eléctricas.

A Startup começa a operar apenas em Luanda, até o momento conta com 150 bicicletas espalhadas na Baía de Luanda nesta fase inicial.

Os detalhes de utilização podem ser encontrados na aplicação oficial da e-Bina.

T’Leva aposta em carros eléctricos para resolver problemas de mobilidade em Angola

A T’Leva, empresa angolana de mobilidade urbana, acaba de apresentar ao mercado uma solução de mobilidade eléctrica, através da introdução de 1000 carros eléctricos em Angola, tornando-se a primeira empresa em África a disponibilizar uma frota de mobilidade eléctrica urbana desta dimensão.

Lançada em Abril de 2019, a T’leva oferece agora as duas opções: carros com motores de combustão e carros eléctricos. Os carros eléctricos já circulam na cidade de Luanda e, em em breve, motas eléctricas serão adicionadas à frota da referida companhia.

Um investimento de peso

22 milhões de USD, é o investimento que a T’Leva recebeu, que permite projectar a entrada em outros Países africanos,

Os carros eléctricos usados pela T’Leva, uma solução com zero emissões de CO2, resulta de uma parceria feita com a Ledo Holding, um dos principais fabricantes de veículos eléctricos da China.

Já teve a chance de “pegar uma boleia” num dos carros eléctricos da T’Leva?

ZAP e DSTV perderam 179 mil clientes em 2019

As operadoras de televisão por satélite ZAP e DSTV tiveram uma queda no número de subscritores- cerca de 179 mil clientes durante o ano de 2019, com base nos dados divulgados pelo Instituto Angolano das Comunicações (INACOM).

Os dados do INACOM demonstram que em 2018 existiam 1.838.621 subscritores de tv por assinatura e no segundo trimestre de 2019 este número baixou para 1.659.054 clientes. Contas feitas, em seis meses as operadoras de televisão por assinatura perderam quase 180 mil clientes.

2019 quebrou a tendência de crescimento do número de clientes das operadoras de televisão por satélite.

As recentes alterações nos preços dos pacotes das operadora acabam por ser os motivos de muitas pessoas deixarem de ser clientes das operadoras acima citadas. E espera-se mais alterações nos preços dos tarifários durante o ano em curso que poderá ainda reduzir mais clientes às operadoras.

O histórico demonstra que o maior crescimento do número de subscritores de televisão por satélite verificou-se de 2017 para 2018, período em que saiu de 1,4 milhões de clientes para 1,8 milhões. No ano seguinte, isto é, 2019, o número de clientes despencou para 1,6 milhões.

Sonangol é agora a maior acionista da Unitel

A operadora brasileira Oi vendeu a sua participação de 25% na Unitel por mil milhões de dólares (900 milhões de euros) para a petrolífera estatal Sonangol. O negócio foi realizado por meio de uma sua subsidiária indireta Africatel.

Com esta aquisição a Sonangol passa a controlar 50% da Unitel, empresa onde a PT tinha uma participação de 25%, que foi herdada pela Oi, quando esta se fundiu com a operadora brasileira. Em 09 de Janeiro, o director de comunicação e imagem da Sonangol, Dionísio Rocha, já tinha confirmado a disponibilidade da empresa angolana em adquirir a participação de 25% da operadora brasileira na Unitel.

A Unitel contava com quatro acionistas, cada um dos quais detinha 25%, sendo eles a PT Ventures (detida pela brasileira Oi), Sonangol, a Vidatel e a Geni.

O valor total da transação é de mil milhões de dólares dos quais, 699,1 milhões de dólares pagos à Africatel pela Sonangol, 60,9 milhões de dólares já pagos à Africatel antes da transferência das ações da PT Ventures; e 240 milhões de dólares integralmente garantidos por carta de fiança emitida por banco de primeira linha, a serem pagos incondicionalmente pela Sonangol à Africatel até 31 de Julho de 2020.

A Unitel, por sua vez é dona de 50,9% do BFA onde o BPI tem 48,1%. Há ainda muitos nós a desatar na Unitel, uma operadora líder no mercado nacional de telefonia móvel com uma quota que se aproxima dos 80%, e com o sinal estendido em todas as províncias do país.

INSS compra 25% do capital social da Movicel

A operadora de telefonia móvel, Movicel realizou no final do ano passado uma assembleia de accionistas que definiu a nova estrutura do capital social e um novo coneslho de administração. A grande novidade é entrada do INSS que agora conta com 25% do capital.

De acordo com o jornal Expansão, na sua edição número 558, nesta altura estão a ser recolhida as assinaturas para validar a acta, sendo que nas próximas semanas será marcada a data para escritura da nova estrutura de capital e para o empossamento formal dos novos administradores.

O Instituto Nacional de Segurança Social fez um investimento à volta dos 100 milhões de kwanzas.

Em termos formais, saí do capital social da Movicel a empresa Portmil Investimentos, e entram três novas sociedades anónimas, Bertrand, SA com 12%, a Chitronics Limitada com 4,8%, e a Lisa Pulsaris Electrónica com 4,2%. Mantêm-se na estrutura accionista a IPANG com 10%, a Novatel Investiment, SA com 4% e a ENCTA- Empresa Nacional de Correios e Telégrafos EP com 2%.

A gestão operacional da operadora será assegurada pela Vodafone Inglaterra, sendo que não entrará no capital social da empresa nos próximos doisa anos, devido a acertos que é necessário fazer na gestão e nos procedimentos contabilísticos da empresa angolana.

Nova estrutura do capital social da Movicel

  • Lello SA 38,0%
  • INSS 25,0%
  • Bertrand SA 12,0%
  • IPANG Lda 4,8%
  • Chitronics Lda 4,8%
  • Lusa Pulsaris SA 4,2%
  • Novatel Investment SA 4,0%
  • ENCTA EP 2,0%

Novo conselho de Administração da Movicel

  • Aristides Safeca- Presidente do Conselho Administração
  • Paul Jaikaran– Administrador Executivo
  • Rui Santos– Administrador Não-Executivo
  • Hugo Jorge Brás– Administrador Não-Executivo