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Sábado, Agosto 30, 2025
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Até que ponto as crianças devem ser protegidas na era digital?

Ver TV é, desde há muito tempo, um passatempo favorito da família, apreciado em conjunto por pais e filhos em todo o mundo. No entanto, as tecnologias de vanguarda transferiram a visualização de TV da sala de estar para os mais recentes dispositivos digitais, deixando muitas vezes as crianças sem supervisão de um adulto enquanto desfrutam dos seus programas de TV preferidos.

Crianças no banco da frente

Sobre este assunto, os pesquisadores dizem que se regista, a nível mundial, um aumento da vulnerabilidade online das crianças, incluindo em África, onde os smartphones se estão a tornar mais disponíveis e mais acessíveis. Um estudo sul-africano demonstrou que uma em cada duas crianças entrevistadas nunca ou quase nunca falou com os pais sobre o uso da Internet, navegando na Internet por conta própria.

Embora muitos pais tenham consciência dos perigos dos seus filhos usarem a Internet sem supervisão, infelizmente não sabem como proteger as suas crianças. No mesmo estudo, 57% dos pais das crianças entrevistadas disseram que nunca sugeriram aos filhos formas destes usarem a Internet com segurança, enquanto apenas um em cada dois pais afirmou ter tido alguma orientação sobre como apoiar os filhos quando estes usam a Internet.

TV Tradicional vs TV por Satélite

Dentro do contexto da TV tradicional, os pais podem simplesmente mudar de canal ou desligar a televisão caso programação inadequada surja no ecrã. Mas quando se trata dos dispositivos digitais de hoje? Os pais poderão permitir que os filhos assistam a programas de TV nos seus telemóveis, mas o que fazer com os programas que aparecem enquanto assistem a esses programas aprovados?

Um fardo significativo de responsabilidade recai sobre os ombros dos fornecedores de conteúdo. Como bons cidadãos corporativos, não basta fornecer apenas orientações de restrição de idade para conteúdo inadequado ou potencialmente prejudicial, especialmente quando o acto de estar online, antes mesmo de consumir qualquer conteúdo coloca as crianças em risco. Em vez disso, devem ser disponibilizados mecanismos adequados que permitam aos pais implementar acções rígidas e rápidas para proteger pró-activamente os seus filhos.

Ver o exemplo da MultiChoice. O fornecedor de TV por satélite segue um padrão internacionalmente reconhecido para classificações de restrição de idade na programação. Os seus descodificadores DStv e GOtv têm a capacidade de bloquear diferentes níveis de conteúdo de acordo com a sua classificação, permitindo aos pais controlar fisicamente o que as crianças vêem ou não.

Tão importante quanto fornecer mecanismos para restringir a visualização é proporcionar fácil acesso a esses procedimentos. Deve ser simples e directo para os pais restringirem a visualização para que essas medidas sejam eficazes. Faz pouco sentido fornecer protecção para telespectadores jovens se esta não for de fácil implementação.

A MultiChoice África assumiu a liderança a esse respeito, no seu conteúdo de TV, com anúncios regulares demonstrando exactamente, passo-a-passo, como os pais devem restringir a visualização nos canais da DStv.

Gerir a visualização de TV digital

E os novos produtos de TV online? A MultiChoice oferece aos seus clientes da DStv acesso ao DStv Now. Esta versão totalmente online da DStv permite aos telespectadores verem todos os seus programas de TV, e os eventos desportivos mais recentes, no smartphone, tablet ou portátil através da app gratuita DStv Now. Esta inclui um vasto leque de canais de entretenimento infantil da DStv.

Estando cientes da responsabilidade para com os seus clientes, a MultiChoice investiu em tecnologia de última geração que garanta que todos os bloqueios PG realizados nos seus descodificadores da DStv e GOtv possam também ser aplicados à sua oferta online, DStv Now.

Tal oferece às famílias a liberdade de permitir que as crianças desfrutem da TV por satélite em todos os dispositivos, sabendo que a sua experiência de visualização se encontra salvaguardada nos seus melhores interesses.

Quais são as sugestões para proteger crianças online?

No entanto, a MultiChoice é apenas um fornecedor de conteúdo; existem muitos outros que não oferecem as mesmas medidas de protecção a crianças que interagem com conteúdo no espaço online. Tal não significa que os pais não têm apoio a esse respeito, apenas significa que necessitam de ser um pouco mais pró-activos quando se trata de protecção em navegação na Internet.

Para crianças dos dois aos cinco anos, os pais podem compilar uma “lista segura” de uma mão cheia de sites que tenham verificado e aprovado pessoalmente para visualização.

Para crianças entre os cinco e os oitos anos de idade que se podem cansar rapidamente de ir aos mesmos sites, e podem, intencional ou acidentalmente sair da sua zona segura, os pais podem desactivar o seu navegador (Safari ou Chrome) e instalar um navegador para crianças, como o KidzSearch que se encontra disponível gratuitamente nas lojas de aplicações.

As crianças mais velhas, a partir dos nove anos, precisam de protecção mais rigorosa. Aqui, os pais podem instalar um recurso que filtre pesquisas como o Google SafeSearch a ser usado em conjunto com o controlo parental já activado nos seus dispositivos digitais.

As crianças de hoje crescem com a tecnologia. Não podemos parar o ritmo de avanço tecnológico, nem como as crianças interagem com esta. Mas podemos tomar decisões acertadas para assegurar que a escolha de entretenimento continue a ser apenas isso mesmo – entretenimento puro que encanta, inspira, informa e educa.

INSS adopta WhatsApp para consulta de contribuições

Por lei, todo angolano que presta serviços a uma empresa pública ou privada, sofre descontos fiscais que afectam o valor bruto dos seus rendimentos. Um dos que mais preocupa os trabalhadores, é o desconto para a Segurança Social, pois garante que durante a aposentadoria continuem a receber uma contribuição do estado.Recentemente começou a circular uma mensagem nas redes sociais, garantido que já  é possível consultar  as contribuições que as empresas pagam ao Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) via WhatsApp. Pois bem, com o intuito de averiguarmos a veracidade da informação, gravamos o referido contacto e enviamos a mensagem pelo WhatsApp, para o nosso espanto no primeiro instante cai uma mensagem automática, demonstrado ao usuários as opções disponíveis ao usar este serviço.

Para usar o serviço, os usuários tem apenas as seguintes opções e atendimento neste canal:

Consulta de extracto de contribuições de segurado (trabalhador);Consulta de processos;Consulta de inscrição;Impressão de cartão do Segurado (trabalhador) ou Contribuinte (empresa);Informações sobre a Segurança Social;Informações sobre a prova de vida
Portanto, os usuários poderão actualmente usar este canal para tirar algumas duvidas relativamente a estes 6 pontos acima referenciados. É importante ainda salientar que o serviço está apenas disponível no horário da função pública, das 8h00 até as 15h30 de segunda à sexta feira.

Contacto do INSS: +244941890375

Tupuca abre uma nova ronda de Investimentos

A Tupuca Lda, startup angolana de gestão de serviços online e logística, espera realizar uma nova ronda de investimentos a partir de 10 de Outubro. A referida startup pretende captar novos investimentos para apostar na expansão da marca por todo o território angolano, garantido representação em todas as províncias.

Segundo Erickson Mvezi (CEO da Empresa), “É inevitável uma nova ronda de investimentos porque em dois anos a empresa cresceu muito rápido, e continua a crescer exponencialmente em níveis inesperados, e a criar oportunidades para muitos jovens angolanos”.  De acordo com o CEO, agora é o momento perfeito para abrir as portas da empresa para investidores locais e estrangeiros, à medida que o clima apto para investimento. A Tupuca quer destacar a liquidez, e mostrar a atractividade do capital angolano e dos mercados financeiros para a criação de tecnologia.

A Tupuca resume o que é o verdadeiro sucesso de uma startup de tecnologia, especificamente em África . Em dois anos de existência tem mais de 120 restaurantes activos na plataforma, e mais de 460 lojas registadas na lista de espera. E expandiu a sua zona de entrega de refeições para uma zona de cobertura superior, chegando assim às zonas periféricas da cidade de Luanda.

Portanto se estás interessado em investir na Tupuca, clique aqui.

GGPEN lançou o aplicativo ANGOSAT educa

O ANGOSAT EDUCA é um aplicativo com propósito educacional, uma iniciativa do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), no âmbito da educação espacial, que tem o objectivo de disseminar conceitos básicos sobre o Espaço e reunir informações sobre o projecto ANGOSAT, que está enquadrado no Programa Espacial Nacional.

Microsoft suspendeu a actualização do Windows 10

Recentemente a Microsoft garantiu oficialmente a grande actualização do Windows 10 para o mês de Outubro, alguns dias depois de disponibilizar a última versão do Windows 10 aos usuários, a Microsoft suspendeu a actualização, citando vários relatórios de perda de dados do usuário.

Para colmatar a situação, a Microsoft deixou a seguinte mensagem no seu website: “Interrompemos o lançamento da Actualização do Windows 10 de Outubro de 2018 (versão 1809) para todos os usuários, à medida que investigamos relatórios isolados de usuários que perderam alguns arquivos após a actualização”.A empresa abriu a última versão do sistema operacional de desktop/laptop como parte de seu evento Big Surface no início desta semana.

Embora não tenha iniciado oficialmente a actualização, alguns usuários que fizeram o download da actualização do sistema operacional começaram a relatar a exclusão de documentos, fotos e outras informações em vários fóruns diferentes.É importante ainda frisar que, a empresa parece ainda estar a investigar precisamente o que está a suceder, e quão difundida é a questão.

Os planos para começar a disponibiliza-los para os usuários no início da próxima semana provavelmente serão adiados até que a empresa chegue à raiz do problema. Enquanto isso, se você planeia instalar a actualização, provavelmente é melhor esperar até que o problema esteja totalmente resolvido.

CAF usará o VAR para as finais da Liga dos Campeões e da Copa das Confederações

Actualmente muito dos campeonatos já usam o VAR (Tecnologia de vídeo arbitro), e pelos vistos o continente africano decidiu não ficar por trás, já que a Confederação Africana de Futebol (CAF) aprovou o uso da referida tecnologia para as finais da Copa dos Campeões de 2018 e da Copa das Confederações.

O Comité Executivo da CAF reuniu-se em Sharm El Sheikh, no Egipto, de 27 a 28 de Setembro de 2018, e tomou a decisão de dar mais um passo rumo à introdução mais ampla de VAR nas competições de clubes da CAF. Esta não é a primeira vez que o órgão regulador do futebol africano usará o VAR em uma de suas competições. Em Fevereiro de 2018, a tecnologia foi utilizado para a partida da Supercopa da CAF entre a Wydad Casablanca e o TP Mazembe em Casablanca, Marrocos.

Segundo Amr Fahmy (Secretário Geral da CAF), “Este é um momento histórico para o futebol africano. Isso mostra claramente que a CAF está determinada e comprometida com as competições interclubes e trará as mais recentes e inovadoras tecnologias para torná-la melhor. “Nós (CAF) somos a primeira confederação a usar o VAR na final das competições do Clube.

É importante ainda salientar que, a decisão também vem no mesmo período em que a Federação de Futebol do Egipto está em vias de implementar a mesma tecnologia em todos os jogos da Premier League daquele pais após algumas decisões de árbitros disputadas envolvendo as principais equipes.

Founder Institute promove evento “Como Lançar uma Empresa em Luanda”

O Founder Institute, o maior programa de lançamento de startups do mundo e uma das principais instituições do Vale do Silício, anunciou durante a semana passada, a sua representação em Luanda, o capítulo do Founder Institute em Luanda (FIL).

A equipe do FIL não perdeu tempo e preparou uma agenda de eventos para startups em Angola. Veja a lista completa de eventos.

Para começar, foi preparado um tem sugestivo para o Painel de Startups: Como lançar uma empresa em Luanda.

Luanda tem um ecossistema de startups em rápido crescimento, e os empreendedores aqui têm a sorte de ter tantos recursos disponíveis para ajudá-los em sua jornada. No entanto, muitas pessoas não sabem sobre todos os recursos disponíveis, as diferenças entre eles ou quais recursos são adequados para eles. No “Painel de Startup: Como lançar uma empresa em Luanda”, serão reunidos representantes de diferentes organizações empresariais e grandes empresários locais, para delinear os recursos locais e dar dicas sobre como construir uma startup em Luanda.

Oradores

Founder Institute LuandaData do evento: 11 de Outubro de 2018

  • Início: 19:00 
  • Encerramento: 21:00 

Local do evento

CINFOTEC Talatona , Via A2 Talatona , Luanda (veja no mapa)

Quem deve comparecer?

  • Qualquer pessoa que esteja a lançar ou a pensar em lançar uma startup local;
  • Qualquer pessoa que queira conhecer investidores locais, aceleradores, espaços de co-working e fundadores;
  • Qualquer pessoa que queira aprender sobre os recursos disponíveis para empreendedores locais.

Agenda do evento

  • Boas vindas e socialização
  • Painel de discussão com representantes das principais organizações locais
  • Sessão de perguntas e respostas
  • Discussão e cocktail

Inscrições

O acesso é gratuito, no entanto a inscrição tem de ser feita com antecedência. Clique aqui para fazer a inscrição

Novo cabo submarino conectará 4 continentes via África do Sul

Recentemente foi colocado em funcionamento o cabo submarino SACS,  a primeira e mais rápida ligação entre o continente africano e as Américas, com a menor latência e capacidade de fornecer um roteamento mais directo para o tráfego da Internet no Hemisfério Sul.

Mas parece que as coisas não vão ficar por ai, visto que já está se deu inicio do planeamento de um novo cabo submarino denominado  South Atlantic Express (SAEx), que irá conectar a América do Norte, América do Sul, Ásia e África. Esse anuncio foi oficializado pela SAEx International Ltd e pela Alcatel Submarine Networks, uma subsidiária da Nokia, a quando da assinatura de um acordo para dar inicio a actividade de pesquisa para a nova rede de cabos submarinos de 25.000 km.

Segundo Rosalind Thomas (Director Administrativo da SAEx), “O SAEx apoiará a eficiência na conectividade asiática e africana, adicionando uma rota direta de baixa latência capaz de atender aos crescentes requisitos de capacidade para a interconexão do centro de dados globalmente. Além disso, irá evoluir ainda mais o posicionamento da África do Sul como um hub global, fornecendo uma ligação directa entre as Américas e Ásia, simplificando e melhorando as comunicações entre os 5 países mais populosos do mundo”.

Mais cabos de alta velocidade para África

O SAEx não será o primeiro cabo a conectar África à América do Sul ou à Ásia. No final de Setembro de 2018, o Sistema de Cabo do Atlântico Sul (SACS) tornou-se o primeiro cabo submarino a conectar directamente a África (Angola) com a América do Sul (Brasil). Isto se soma aos longos cabos submarinos da SEACOM (que cobrem principalmente a costa leste da África e a conexão com a Europa) e a WACS (West African Cable System), cobre a costa oeste da África).

A vantagem  de ter todos esses cabos conectados directamente ao continente Africano é a redução na latência. A outra razão, entre muitas outras razões, é que, como temos testemunhado com a SEACOM no sul e leste da África, o cabo pode afectar directamente os preços do consumidor positivamente à medida que mais Pontos de Presença (PoPs) são estabelecidos no interior. E do ponto de vista comercial, isso abre muitas oportunidades, não apenas no sector de telecomunicações, mas também nos sectores de mídia e conteúdo.

Benin cancelou o imposto sobre as redes sociais

Recentemente o governo do Benin introduziu uma taxa sobre as redes sociais naquele pais, a taxa obrigava os usuários a pagar cerca de 0,008 USD equivalente em USD por MegaByte de dados usados ​​em aplicativos como Facebook, Twitter, Skype, Instagram e muitos outros. Mas parece que agora o governo do Benin decidiu recuar na sua decisão, e isso está a ser descrito como uma surpresa agradável, já que o governo decidiu retirar o imposto sobre mídia social.

O crédito deve ser dado para os habitantes do Benin, por terem saído às ruas e protestado contra as taxas de mídia social desde o dia em que foram anunciadas. O imposto sobre mídia social, logicamente, significava que os custos da Internet móvel se tornavam mais caros, já que era uma taxa a ser adicionada ao custo de compra de pacotes de dados para acessar a Internet.

Imposto sobre sobre as redes sociais em toda a África?

No entanto, assim como observamos em outros países do continente Africano, como Uganda, é possível evitar o pagamento da taxa de rede social. No Benim, alguns cidadãos recorreram ao uso de Redes Privadas Virtuais (VPN) para falsificar sua localização e acessar plataformas de mídia social sem serem solicitados a pagar o imposto.O Quénia também está a analisar  as perspectivas de introduzir uma forma de imposto sobre o acesso à Internet, enquanto em Uganda, o imposto sobre as redes sociais persiste até hoje.

Na vizinha Tanzânia, os blogueiros, e efectivamente qualquer um que publique conteúdo na Internet, têm de pagar uma taxa anual que a maioria do país definitivamente não pode pagar. Na maioria dos casos, essas taxas e impostos são apenas uma protecção para os líderes políticos em exercício restringirem o discurso daqueles que falam contra eles.

Founder Institute, lança programa de aceleração de startups em Angola

O Founder Institute, o maior programa de lançamento de startups do mundo e uma das principais instituições do Vale do Silício tinha anunciado que traria o seu programa de aceleração de startups para Angola. Durante a semana passada, foi oficialmente lançando o novo capítulo da Founder Institute em Luanda.

O programa baseado no Vale do Silício lançado oficialmente em Luanda conta com vários mentores nacionais. Qualquer pessoa interessada em lançar uma empresa de tecnologia poderá inscrever-se no site oficial.

Para comemorar o lançamento, o Founder Institute de Luanda vai sediar uma série de eventos gratuitos sobre startups para o público em geral. A lista completa dos próximos eventos está disponível aqui.

Com sede no Vale do Silício e com filiais em 60 países e 180 cidades, os líderes das startups de crescimento mais rápido do mundo usaram o Founder Institute para fazer a transição de funcionário para empreendedor, testar suas ideias de startups, formar uma equipe, obter seus primeiros clientes e muito mais. Os exemplos das startups mais sonantes são: Udemy, Realty Mogul, iCarsClub, Itembase, goplaceit e Appota.

Qual é o objectivo do Founder Institute Luanda?

O objetivo é apoiar os empreendedores a desenvolverem suas empresas e organizações, desde a ideia, passando por validações de modelo de negócio, criando estratégias,  produtos e serviços auto sustentáveis e com possibilidade de escalar, buscando o crescimento de forma concreta e a real viabilidade do impacto positivo na sociedade.
O Founder Institute em Luanda inclui os líderes locais: Eloy Simões, Haymee Cogle e Sílvio Almada.

Outros líderes da área de tecnologia dispostos a orientar novos empreendedores no primeiro programa em Luanda são:

  • Abdul Santos
  • Adrian Vinuales: Vice-presidente de vendas, Jobartis
  • Allan Cain: Director, Developement Workshop
  • Antonio Geirinhas: CEO da Multitel
  • Canda Da Costa: Director Planeamento, Ghassist
  • Del Jeffery: Gestor Sênior, Unitel
  • Eduardo Vieira: Director Sênior, Unitel
  • Erickson Mvezi: CEO da Tupuca Lda
  • Jorge Salvador Nunes: Administrador Executivo e Co-fundador, Greentech Angola
  • Jose Silva: CEO da Multipla
  • Jose Garrido: Sócio Associado da KPMG Angola
  • Luis Verdeja: Director Executivo, Jobartis
  • Mbala Gaston: Directora Sênior de TI da Televisão Pública de Angola
  • Paulo Pizarro: Director Executivo da Câmara Americana de Comércio em Angola
  • Pedro Beirao: CEO e co-fundador da Appy Saude Angola
  • Ryan Ellerker: CEO, MCS Energy
  • Silvio Almada: CEO da Associação Angolana de Provedores de Internet
  • Vanda Oliveira: Co-fundadora e directora administrativa da Bantu Makers

Qualquer pessoa interessada pode candidatar-se ao primeiro Founder Institute em Luanda, em https://fi.co/apply/Luanda.

Qualquer um que se inscreva até o Prazo de Inscrição Antecipado em 28 de Outubro de 2018 é elegível para uma variedade de bolsas – incluindo a Bolsa de Fundador Feminino, que é oferecida para a melhor candidata geral do sexo feminino.

Mais detalhes sobre Founder Institute em https://fi.co.